A conjuntivite ataca!

 

As baixas temperatura, a falta de ventilação nos ambientes fechados em companhia de outras pessoas está facilitando a transmissão da conjuntivite, inflamação da membrana que reveste a parte branca do olho e a superfície interna das pálpebras.

Esse tanto pode ser causado por vírus, como por bactérias. Na forma bacteriana os olhos ficam congestionados, vermelhos e apresentação secreção amarela que gruda nos cílios. Na forma viral, a mesma vermelhidão, inchaço, porém com lacrimejamento abundante e sensação de areia nos olhos. Essa última forma é mais grave, podendo deixar lesões na córnea que vão afetar a visão.

É preciso ficar atento principalmente quando a doença ataca crianças. Embora o maior problema seja o incômodo, pode prejudicar a visão. O tratamento com recomendação médica é relativamente simples: pode incluir colírios e antibióticos. Para aliviar os sintomas, valem compressas geladas de algodão ou gaze. Porém é preciso cuidado: como a conjuntivite é altamente contagiosa, não se deve reutilizar os tecidos já utilizados para evitar o recontágio.

Segundo a médica especialista Ana Paula Canto, quem já contraiu a conjuntivite deve tomar algumas precauções para impedir o contágio. “É recomendado não cumprimentar as pessoas com beijo ou aperto de mão ou abraços, evitar lugares aglomerados, lavar as mãos com frequência, usar lenços apenas de papel para enxugar lágrimas ou secreções, não compartilhar toalhas de banho ou rosto, trocar diariamente as fronhas de travesseiro, não coçar os olhos, não compartilhar maquiagem ou cosméticos e não usar rímel ou delineador. E, para evitar a doença, mantenha os ambientes limpos e ventilados, além de sempre lavar mantas, cobertores e blusas de lã”.

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O perigo nos produtos de beleza

Apesar de serem submetidos a avaliações rigorosas antes de serem liberados para o mercado, alguns cosméticos e produtos de higiene pessoal podem ser perigosos. Estudos denunciam riscos presentes em ingredientes que podem prejudicam a saúde.

 

O Environmental Working Group (EWG) mostra em seu site uma lista com cerca de 80.000 produtos e a descrição de seus eventuais perigos.

Para apurar riscos basta acessar a plataforma do EWG denominada de Skin Deep. Você digita na busca o nome do produto para ver a sua avaliação com base nos dados de segurança sobre os ingredientes contidos no Skin Deep, bem como no número de estudos disponíveis na literatura científica. A pesquisa também pode ser feita por marca, tipo de produto, público-alvo e ingredientes.

Veja alguns ingredientes perigosos que você deveria evitar em cosméticos, baseado nos dados da organização:

 

1 – Alcatrão de hulha e derivados (Aminophenol, diaminobenzeno, Phenylenediamine). Subproduto do processamento de carvão, é considerado carcinogênico; presente em alguns produtos anticaspa e tinturas escuras para o cabelo, por exemplo.

 

2 – Fragrâncias sintéticas – podem ser compostas por uma imensa combinação de substâncias que quase nunca são descritas nos rótulos e podem causar desde alergias a desodorantes, sabonetes, hidratantes, o ideal é optar pelos “sem perfume”.

 

3 – Formol – presidente nos produtos usados por amantes da progressiva, este composto também chamado de formaldeído e é muito perigoso! Além de ser usado em artigos para alisar os fios, aparece em diversos produtos e é considerado carcinogênico. Há ainda substâncias liberadoras de formaldeído que aparecem nos rótulos com outros nomes como quatérnium-15, diazolidinil hora, imidazolidinil ureia e DMDM hidantoína, ou seja, é melhor evitá-las.

 

4– Parabenos, que também aparecem sob vários nomes, poderiam agir no sistema endócrino, além de provocar distúrbios reprodutivos e de desenvolvimento. Podem ser encontrados em uma grande diversidade de produtos como shampoos, protetores solares, desodorantes, etc.

 

5-Triclosan (ou triclosano) e triclocarban têm ação antibacteriana. Poluem o sistema hídrico atingindo diversos níveis da cadeia alimentar até chegar ao corpo humano via ingestão; alterariam o funcionamento da tireoide e dos hormônios reprodutivos. O uso excessivo dessas substâncias pode causar resistência bacteriana. Pode ser encontrado em vários produtos de sabonetes a creme dental.

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Dormir pouco aumenta o risco de câncer de próstata

 

Epidemia mundial que atinge 40% das pessoas, a insônia pode trazer – além de outros prejuízos – riscos para a saúde da próstata.

 

Fadiga, irritabilidade, dificuldade de concentração e memorização, e hipertensão já eram consequências conhecidas. Mas agora um estudo realizado pela American Cancer Society, nos Estados Unidos, levantou que a insônia ode ser um fator de risco para o aparecimento do câncer de próstata.

 

Segundo a pesquisa, homens de até 65 anos que dormem menos que cinco horas por dia podem ter até duas vezes mais chances de desenvolver o câncer. Os pesquisadores analisaram dados de dois grupos. O primeiro era formado por 407 mil homens, entre 1950 e 1972. Já o segundo contou com mais de 416 mil, entre os anos de 1982 e 2012. Nenhum dos participantes tinha câncer quando iniciaram o estudo, mas durante o período de acompanhamento 1.500 que fizeram parte do primeiro grupo e mais de 8.700 do segundo morreram em decorrência do câncer de próstata.

 

Os pesquisadores então estudaram o sono dos participantes. Eles chegaram a conclusão de que os homens com menos de 65 anos que dormiam entre três e cinco horas por noite tinham o risco 55% maior de morrer de câncer de próstata, quando comparado aos que dormiam 7 horas.

 

Embora a ligação entre o sono limitado e o câncer não seja exata, sabe-se que dormir pouco bloqueia os genes que nos protegem contra o crescimento de tumores e a falta de sono pode inibir a produção de melatonina, hormônio que regula o ciclo do sono. “Baixos níveis de melatonina podem contribuir para mutações genéticas e enfraquecimento do sistema imunológico, que podem contribuir para o desenvolvimento do câncer de próstata”, afirma o urologista Guilherme Maia, do Hospital Santa Joana Recife.

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Vereador diz que maconha fabrica esquizofrênicos

 

O vereador Alex Chaves (PHS) que faz trabalho com drogados em Maringá, está preocupado com as manifestações cada vez mais frequentes e favoráveis à legalização da maconha no Brasil.

O vereador alerta que o uso da maconha produz esquizofrênicos em consequência muitos problemas para a sociedade, principalmente nas áreas de segurança e de saúde pública, degringolando estruturas familiares.

Alex faz sua a opinião do psiquiatra Valentim Gentil Filho, um dos mais conceituados do país e professor titular da Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo), que entrevistado no programa Roda Viva (TV Cultura) considerou que a sociedade tem se portado de forma omissa com relação à maconha que, segundo ele, é uma fábrica de esquizofrênicos.

Segundo o expert, estudos bem fundamentados levantaram que a maconha aumenta em 310% o risco de esquizofrenia quando consumida uma vez por semana por adolescentes.  E o que é pior: torna-se uma doença incurável, já que o esquizofrênico pode ter uma vida praticamente normal, mas nunca de livra de alguma sequela. Para o psiquiatra, assim como pais permitem que seus filhos consumam álcool em festas, é distorcida a informação de que maconha não faz mal quando fumada sob controle, em casa.

O professor também destaca que o Brasil é especialmente despreparado na área de socorro a esquizofrênicos, pois a chamada luta antimanicomial provocou a desativação de milhares de leitos psiquiátricos sem proporcionar alternativas. E os Caps (Centros de Atenção Psicossocial) não têm como substituir o atendimento ambulatorial e as internações psiquiátricas. Não adianta abandonar os pacientes em manicômios: é preciso garantir o tratamento em fase aguda.

Uma pequena relação de alguns destaques nacionais favoráveis à liberação da maconha, dentro do entendimento que o tráfico é muito mais nocivo: ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, médico Dráuzio Varella, Fernando Gabeira, Marta Suplicy, Eduardo Suplicy, Jean  Wyllys, Sergio Cabral, Eike Batista, atriz Regina Cazé e escritor Rubens Paiva.

 

 

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Inibidores de apetite têm venda liberada no Brasil

Presidente da República em exercício com a viagem de Michel Temer, deputado federal Rodrigo Maia (DEM-RJ), sancionou hoje uma a lei que libera a prescrição, manipulação e venda de anfepramona, femproporex e mazindol, substâncias usadas para inibir o apetite.

 

O uso dessas três substâncias foi proibido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), em 2011, inclusive com cancelamento de registros. Mas, com a sanção presidencial, os medicamentos poderão ser prescritos por médicos e manipulados em farmácias, mesmo sem o registro.

A sanção teve apoio do Conselho Federal de Medicina (CFM), salientando que permitirá o acesso da população a medicamentos importantes para a continuidade de tratamentos de casos de obesidade, entre outros transtornos, desde que prescritos por médicos, haja vista as diferenças de condições de atendimento disponíveis para os profissonais brasileiros daquelas oferecidas aos que atuam em países do primeiro mundo.

 

Para o Conselho de Medicina, a lei sancionada respeita a autonomia dos médicos e dos pacientes na escolha dos procedimentos terapêuticos “reconhecidos e válidos”. Também que a interdição das três substâncias representaria uma “interferência direta” no processo de escolha, com “graves consequências” para a saúde de milhares de pessoas.

O presidente em exercício diz ter tomado a decisão após diversas entidades médicas e receber um parecer favorável: “Entendo o drama de milhares de brasileiros que têm níveis perigosos de obesidade e precisam ser levados a sério, e com responsabilidade, tendo acesso a um tratamento médico controlado

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PRÁTICA DE YOGA PODE MELHORAR A VIDA SEXUAL

Yoga significa união e a sua prática tem como objetivo integrar o corpo, mente e espírito, através de exercícios que combinam técnicas respiratórias, posturas e meditação. Essa integração faz com que o praticante tenha diversos benefícios, como a melhora do condicionamento físico, da flexibilidade, da circulação sanguínea, do equilíbrio, diminuição do estresse e da ansiedade.

Segundo a instrutora Leilane Lobo, do Desafio Yoga, todos estes benefícios impactam a rotina das pessoas de forma positiva e em muitos aspectos, inclusive o sexual. “Os benefícios físicos que a prática proporciona, refletem diretamente na vida sexual, tendo em vista que o praticante terá mais energia, força, flexibilidade e resistência”, afirma.

Quanto aos benefícios emocionais, a especialista ressalta que a prática estimula a pessoa a canalizar energias. “Com a yoga, o praticante inicia despertando a energia do Muladhara Chakra, que é o primeiro e mais elementar chakra, situado na região do períneo, no baixo abdome. Este ascender energético leva, através de um efeito dominó, ao despertar de todos os outros chakras, ampliando o fluxo de energia vital de todo o ser”, explica Leilane.

Esta energia é o que conecta cada um com o Universo e com seu interior, estimulando o autoconhecimento. Segundo Leilane, quanto maior a conexão da pessoa com ela própria, maior também será a conexão dela com o parceiro. Esta conexão propicia uma relação mais completa e prazerosa, pois a pessoa se doa mais e de modo mais intenso, recebendo e proporcionando mais prazer.

Por outro lado, os benefícios físicos do Yoga para o sexo começam a ganhar embasamento científico. Estudos comprovaram benefícios do Yoga para o combate a ejaculação precoce, controle do desempenho sexual, melhora do fluxo sanguíneo para a região do quadril e da força dos músculos da pelve e até mesmo aumento da autoconfiança, já que o sexo começa bem antes das quatro paredes.

Desenvolvido com metodologia exclusiva, o Desafio Yoga é um programa 100% online e que tem como treinadora a Leilane Lobo – Instrutora Certificada de Yoga há 9 anos, Personal Yoga e especialista em transformação do corpo feminino. O programa exige apenas 20 minutos diários de dedicação, têm o objetivo de ajudar as praticantes a entrarem na sua melhor forma no menor prazo possível através do Yoga e pode ser realizado por qualquer pessoa, mesmo aquelas que nunca fizeram Yoga.

A metodologia foi criada com o objetivo de permitir que o corpo e a mente estejam em constante evolução. Os desafios de exercícios propostos forçam o corpo a mudar e a se adaptar, tonificando cada região trabalhada e garantindo resultados para o corpo e para a mente.

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Saúde vai vacinar mais meninos contra o HPV

O Ministério da Saúde anunciou ontem (20) a ampliação na oferta de vacina contra HPV para meninos de 11 a 15 anos incompletos (até 14 anos, 11 meses e 29 dias). O objetivo é aumentar a cobertura da vacina em adolescentes do sexo masculino.

Até 2016, o foco da campanha eram as meninas. Atualmente, a vacina contra a doença já é disponibilizada em meninos de 12 e 13 anos, e segundo a pasta, a inclusão do novo grupo equivale a 3,3 milhões de adolescentes.

A meta para 2017 é vacinar 80% dos 7,1 milhões de meninos de 11 a 15 anos e das 4,3 milhões de meninas entre 9 e 15 anos. A inclusão dos meninos contribuirá para o aumento da proteção de meninas. “Nós temos que cuidar da imunização das nossas crianças, porque as estatísticas e estudos internacionais demonstram que, de fato, a vacina ajuda a reduzir os casos de câncer [genital] nessas pessoas imunizadas. Então, é mobilizar a sociedade e imunizar as pessoas”, disse o ministro da Saúde, Ricardo Barros.

A nova oferta também incluirá a cobertura de homens e mulheres transplantados e pacientes oncológicos em uso de quimioterapia e radioterapia. A medida inclui ainda cerca de 200 mil crianças e jovens, de ambos os sexos, de 9 a 26 anos vivendo com HIV/Aids.

Desde 2014, foram imunizadas 5,3 milhões de meninas de 9 a 15 anos com as duas doses da vacina contra o vírus HPV. Esse total corresponde a 45,1% do total dessa faixa etária. A vacina contra o HPV contribui para redução da incidência do câncer de colo de útero e vulva nas mulheres. A imunização também previne câncer de pênis, ânus, verrugas genitais, boca e orofaringe.

Pesquisa realizada nos Estados Unidos, onde há vacinação desde 2006, apontou redução de 88% da infecção oral por HPV. Estudo realizado com homens de 18 a 70 anos do Brasil, México e Estados Unidos, aponta que os brasileiros têm mais infecção por HPV que mexicanos e norte-americanos, com índices de 72% no Brasil, 62% no México e 61% nos Estados Unidos. A pesquisa apontou ainda que a incidência de câncer do pênis no país é três vezes maior que entre os norte-americanos.

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Ministério cria grupo para monitoramento do SUS

 

O Ministério da Saúde criou ontem (20) um grupo de trabalho que vai formular a proposta de Política Nacional de Monitoramento e Avaliação do Sistema Único de Saúde (SUS). Essa política vai articular e integrar os instrumentos e as ações que já são executadas pelos órgãos de saúde, como os planos plurianuais, as avaliações e oficinas técnicas.

O grupo também será responsável por elaborar o plano operativo da política e definir as estratégias para a sua validação em espaços que contribuam para sua legitimidade. Sob coordenação da Secretaria-Executiva do Ministério da Saúde, a equipe terá representantes de outras secretarias da pasta, dos Conselhos Nacionais de Secretários de Saúde, de Secretarias Municipais de Saúde, de Saúde, da Fundação Oswaldo Cruz e da Rede Brasileira de Monitoramento e Avaliação. Os titulares e suplentes não serão remunerados por suas funções no grupo e deverão ser indicados pelos respectivos órgãos e entidades no prazo de 30 dias. O grupo poderá convidar representantes de outros órgãos e entidades, públicas e privadas, bem como especialistas em assuntos referentes ao tema.

Segundo a portaria publicada ontem no Diário Oficial da União , a política de monitoramento e avaliação é necessária, na medida em que as ações do SUS fazem parte do ciclo de decisão, formulação e implementação das políticas públicas de saúde.

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Temer deverá aprovar a produção e consumo de emagrecedores

 

O plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (20), em votação simbólica, o Projeto de Lei 2431/2011, que autoriza a produção, comercialização e o consumo, sob prescrição médica, dos medicamentos que contenham substâncias com potencial para emagrecer. Os chamados anorexígenos inibem o apetite e geralmente são utilizados em tratamentos contra a obesidade mórbida.

Pelo projeto aprovado, as substâncias anorexígenas que poderão ser comercializadas são a sibutramina, anfepramona, o femproporex e o mazindol. Atualmente, a manipulação e venda de fórmulas com estas substâncias são vedadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

A agência é contra o registro de medicamentos dessa natureza devido aos riscos de efeitos adversos que os produtos podem provocar na saúde do paciente. Para seus especialistas, a eficácia dos anorexígenos não tem comprovação científica satisfatória e a liberação da comercialização das substâncias pode prejudicar o controle na venda e banalizar o consumo dos medicamentos.

Como o projeto já passou pelo Senado, segue agora para sanção presidencial.

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Começa a temporada de gripe

Oficialmente o inverno começa no dia 21, mas as doenças respiratórias da estação já começaram com as mudanças bruscas de temperatura. E repete-se como o período, os problemas decorrentes do desconhecimento das diferenças entre a gripe e o resfriado.

 

O resfriado é simples de curar, mas a gripe pode te derrubar, e especialmente às crianças, idosos e pessoas com saúde precária.

 

Daí que é muito importante principalmente para os pais, mães e pessoas que têm idosos em casa, saberem quais são as diferenças entre a gripe e o resfriado comum.

 

O resfriado tem sintomas leves, como pouca ou nenhuma febre, espirros e coriza que não comprometem o estado geral da pessoa. Porém a gripe que é causada pelo vírus influenza é uma doença perigosa que apresenta sintomas mais graves, como febre alta, fadiga e comprometimento respiratório.
Os vírus dos dois males são mais transmitidos pela tosse ou espirro das pessoas infectadas. “A boa higiene das mãos é uma ótima forma de se prevenir contra a gripe e o resfriado. Por isso lembre-se de sempre lavar as mãos com água e sabão e, em épocas de frio, evite os lugares com muitas pessoas e pouca circulação de ar”, orienta o coordenador do Centro Estadual de Epidemiologia, João Luiz Crivellaro.
O Paraná mantém estoque regulador de Oseltamivir – popularmente conhecido como Tamiflu – o remédio específico para a gripe. Somente neste ano o Estado registrou 1.554 notificações de suspeita do vírus influenza, sendo que há aproximadamente 930 mil cápsulas do antiviral em estoque. O medicamento está disponível em toda rede pública de saúde e para retirá-lo é necessária a prescrição médica, seja do SUS ou do sistema privado.

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