Equipes vacinam contra a dengue

Nestes sábado e domingo Maringá tem nove postos volantes de vacinação contra dengue.

 

Como o objetivo é imunizar o maior número de pessoas, as equipes vão estar na esquina das avenidas Brasil e São Paulo, no terminal urbano, shoppings e outros pontos de grande afluência popular.

 

A campanha visa jovens de 15 a 27 anos para reduzir a circulação viral da doença no município, diminuindo a incidência de dengue, complicações decorrentes, hospitalizações e, principalmente, mortes na população.

 

Durante todo o período de campanha contra a dengue, até 31 de março, as Unidades Básicas de Saúde (UBSs) oferecem a vacina e a recomendação é de que mesmo após a imunização as pessoas devem continuar se protegendo contra os mosquitos transmissores.

 

Nesta etapa da campanha o objetivo é levar a segunda dose da vacina a 100% do público vacinado na primeira etapa, em agosto passado.

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PSOL quer descriminalizar o aborto

Nesta semana do Dia Internacional da Mulher, o PSOL entrou com uma Ação de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) pela descriminalização do aborto até a 12ª semana de gravidez.

O partido argumenta junto ao Supremo Tribunal Federal que em 2015 meio milhão de mulheres no País colocaram em risco suas vidas ao se submeterem ao aborto clandestino. “A cidadania das mulheres está sendo violada pela criminalização”, diz a ex-deputada Luciana Genro (PSOL-RS), uma das apoiadoras da ação.

O PSOL também arrazoa que as razões jurídicas que criminalizaram o aborto são provenientes de um Código Penal de 1940 e são incompatíveis com a Constituição de 1988 no que se refere à dignidade da pessoa humana e cidadania. A ação questiona os artigos 124 (que pune com até três anos de detenção a mulher que praticar o aborto contra si mesma) e 126 (que prevê prisão por até quatro anos do profissional que realizar a interrupção da gravidez) do Código Penal por “violarem preceitos fundamentais” garantidos às mulheres.

“A despeito de todas as mulheres estarem potencialmente submetidas à proibição penal do aborto, a criminalização afeta desproporcionalmente mulheres negras e indígenas, pobres, de baixa escolaridade e que vivem distante de centros urbanos, onde os métodos para a realização de um aborto são mais inseguros do que aqueles utilizados por mulheres com maior acesso à informação e poder econômico, resultando em uma grave afronta ao princípio da não discriminação”, diz a petição.

Na ação, o PSOL pede que seja concedido liminar para suspender prisões em flagrante, inquéritos policiais e andamento de processos cujas decisões judiciais se basearam nos artigos 124 e 126 do Código Penal.

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Ministério encaminha plano de saúde popular

O Ministério  Ministério da Saúde encaminhou à Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) as propostas do grupo de trabalho formado para criar um novo formato de plano de saúde, popular, com cobertura mais restrita e preços mais baixos, .

As sugestões permitem regras mais flexíveis para aumento de mensalidades, restringem o acesso a procedimentos mais caros e ampliam o prazo para que operadores providenciem o atendimento a seus consumidores.

Caberá à ANS a palavra final sobre as mudanças que entre as novas regras prevê a obrigatoriedade de uma segunda opinião médica para que o usuário tenha acesso a procedimentos considerados de alta complexidade. Essa medida para evitar desperdícios terá o inconveniente de aumentar o tempo de espera para que o usuário do plano de saúde tenha acesso ao procedimento.

Entre as sugestões, está a de que consultas de especialidades que não sejam pediatria, cirurgia geral, clínica médica, ginecologia e obstetrícia possam ser marcadas em até 30 dias depois da procura do paciente. Atualmente, o prazo é de 14 dias. O limite para acesso a cirurgias programadas também mais do que dobra. Em vez dos 21 dias da regra atual, operadoras teriam até 45 dias para providenciar um profissional. 

O professor da Universidade de São Paulo (USP) Mário Scheffer, especialista em Saúde Pública, critica as propostas do grupo de trabalho. “As pessoas serão enganadas novamente, como já ocorre com planos falsos coletivos, os planos baratos que apresentam uma rede insuficiente. Usuários somente vão perceber a armadilha quando adoecerem, no momento em que mais precisarem.” 

Para o professor, uma das características do plano é tentar reduzir ao máximo o uso do produto, por meio da coparticipação. “Não tem mágica. Plano de menor preço é igual a pior serviço, rede menor, fila maior e coberturas mais restritas.” Scheffer não descarta o risco de que, se aprovado, o novo formato abra precedente para redução da cobertura de outros contratos e para tornar mais flexíveis as regras de toda a assistência suplementar.

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Através da Unicesumar mais oito médicos estão atendendo no Hospital Municipal

Desde segunda-feira oito médicos residentes começaram a atender no Hospital Municipal de Maringá, uma parceria com a Unicesumar.

Os novos profissionais foram recebidos esta semana pelo reitor Wilson de Matos Silva e se juntam a outros oito que iniciaram a residência em 2016.
Oriundos de cinco estados diferentes (Paraná, Mato Grosso, Acre, São Paulo e Santa Catarina), os residentes atendem nas áreas da Pediatria, Cirurgia Geral e Ginecologia e Obstetrícia.

O coordenador do curso de Medicina da Unicesumar, Dorival Moreschi, enalteceu a escolha dos novos residentes. “Essa nossa parceria com o Hospital Municipal é muito importante para o município. Precisamos estar sempre presentes para melhorar o atendimento à população. Tenho certeza que escolheram um ótimo local para fazerem a residência”.

O secretário de Saúde de Maringá, Jair Biatto destaca que a parceria entre poder público e universidades é fundamental para o atendimento à população. “A integração da Secretaria de Saúde e instituições de ensino é fundamental para o bom andamento do trabalho”.

O reitor da Unicesumar, Wilson de Matos Silva, elogiou o esforço dos residentes. “A educação é um bem maior para um povo e vocês têm muitos méritos. Quem dera todos os alunos de Medicina tivessem o nível de vocês. O Brasil seria muito melhor”.

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Governadora garante mais de R$ 600 mil para a saúde pública em Maringá

Na inauguração Cida anunciou nova unidade de saúde e ambulâncias

 

Durante a entrega, no sábado, de nova unidade de saúde no Jardim Olímpico, ao lado do ministro da Saúde, Ricardo Barros, e do prefeito Ulisses Maia, a governadora em exercício, Cida Borghetti, anunciou novas medidas para fortalecer a rede de saúde pública em Maringá.

Segundo ela, além do empreendimento de R$ 1,2 milhão entregue para atender 14 bairros daquela região da cidade onde residem 16 mil pessoas, o Governo do Estado vai investir mais de meio milhão de reais para erguer uma nova unidade de saúde pública no Jardim Hortência: “Estamos garantindo R$ 450 mil para a obra, mais R$ 115 mil para a compra de equipamentos”.

Cida também anunciou que a atual administração municipal receberá recursos para duas ambulâncias, reforçando a frota municipal com veículos novos e modernos, além de dois kits de equipamentos de fisioterapia para atender a demanda da especialidade.

Na mesma solenidade, foram entregues dois veículos –  R$ 162 mil – para melhorar as ações de Vigilância em Saúde nos 30 municípios da região.

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Alimentos torrados podem ser cancerígenos

Produtos comuns à mesa, o pão e a batata podem causar câncer. Isso, quando forem torrados demais.

A conclusão é de um estudo da britânica Food Standards Agency. Ela chegou a essa conclusão através de pesquisas. Observou que esses alimentos, quando torrados, produzem uma substância química cancerígena. Por esse motivo está recomendando aos britânicos que consumam esses alimentos somente quando atinjam, ao serem fritos ou assados, no máximo uma cor dourada. Quando são servidos marrons, por excesso de exposição ao calor, se tornam perigosos para a saúde.

Segundo o estudo, ao torrar alimentos com muito amido – fritos, assados ou grelhados por longo tempo em altas temperaturas – provoca uma produção elevada de acrilamida, substância presente em vários alimentos, um derivado natural do processo de cozimento. Mas pesquisas com animais apontaram que pode ser tóxica para o DNA e levar ao surgimento de tumores.Os cientistas da FSA acreditam que o mesmo pode ocorrer em humanos.

Os níveis mais altos da acrilamida são encontrados em alimentos com bastante amido que foram cozidos – industrialmente ou em casa – a mais de 120ºC, como batata-frita, pão, cereais matinais, biscoitos, bolachas, bolos e café.

Ao fazer uma torrada, por exemplo, o açúcar, os aminoácidos e a água do pão se combinam e fazem com que seja produzida mais acrilamida conforme o pão escurece, um processo que altera também seu sabor e aroma. Quanto mais torrado o pão, mais dessa substância estará presente nele.

A FSA diz ainda não estar claro quanta acrilamida pode ser tolerada pelo corpo humano, mas acredita que estamos ingerindo essa substância em excesso.

A agência recomenda fazer pequenas mudanças na forma de preparo da comida, como cuidar para que alimentos como pão e tubérculos fiquem dourados ao fritá-los, assá-los ou torrá-los.

A FSA também recomenda que batatas não sejam guardadas na geladeira, porque seus níveis de açúcar aumentam com a baixa temperatura, potencialmente elevando a quantidade de acrilamida produzida no cozimento. É melhor mantê-las em um ambiente escuro e fresco, a uma temperatura acima de 6ºC.

A agência também afirma ser importante seguir à risca as instruções ao aquecer ou assar batatas e pizzas no forno e levar uma dieta balanceada, com cinco porções de vegetais e frutas por dia, além de alimentos com carboidrato.

Os possíveis efeitos da ingestão excessiva de acrilamida são um aumento do risco a longo prazo de desenvolver câncer ou problemas nos sistemas nervoso e reprodutivo. No entanto, diz a FSA, os níveis de exposição a essa substância são determinantes para que ela tenha ou não esses efeitos negativos.

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Sexta-feira é dia de vacinação

A Secretaria de Saúde começa amanhã, sexta-feira, a segunda etapa de vacinação contra a dengue no Paraná. As doses estarão disponíveis gratuitamente nas unidades de saúde até dia 31 de março.

A intenção é reforçar o esquema vacinal das 200.004 pessoas já imunizadas na primeira etapa, em 2016. Segundo o secretário estadual da Saúde, Michele Caputo Neto, esta será a última chance para quem faz parte do público-alvo, mas ainda não tomaram a primeira dose. “Não perca tempo.

O Paraná é o primeiro Estado das Américas a oferecer a vacina contra a dengue de forma gratuita à população.

A vacina é segura e extremamente eficaz, pois protege contra os quatro sorotipos da dengue. Por isso, procure um posto de vacinação mais próximo e garanta sua imunização.

Estima-se que a vacina conceda uma proteção 93% contra a dengue grave e ainda reduza em 80% o número de internações pela doença.

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Cirurgia pós-bariátrica: hospital do RJ é referência mundial

O Hospital Federal do Andaraí (HFA), unidade do Departamento de Gestão Hospitalar do Ministério da Saúde no Rio de Janeiro, aplica em todos os pacientes do SUS uma inovação nas cirurgias pós-bariátricas que atrai cada vez mais a atenção de especialistas estrangeiros. A técnica, desenvolvida pelo chefe do serviço de cirurgia plástica do HFA, Carlos Del Piño Roxo, já foi apresentada em conferências aos mais renomados cirurgiões do mundo.

No hospital, a cirurgia, que demorava em torno de 8 a 10 horas, passou a ter tempo médio de quatro horas, podendo ser feita junto a outras intervenções corretivas associadas. A equipe opera simultaneamente abdome, costas, pernas e braços. Já a recuperação pós-cirúrgica, que demorava dois meses, também foi reduzida para um período de 10 a 15 dias. Segundo Roxo, a técnica tornou a cirurgia mais previsível, reduziu a necessidade de transfusão sanguínea e a morbidade.

“Há hoje uma patologia no mundo, que não existia. O mal do mundo sempre foi a fome e hoje a gente tem a obesidade. E isso não quer dizer que a gente coma bem”, alerta Roxo. “Eu sempre digo que, se a cirurgia bariátrica devolve a saúde, a pós-bariátrica devolve a auto-estima e a dignidade. E nós temos uma missão, não só de cuidar do paciente, mas de multiplicar o conhecimento”.

O aperfeiçoamento da técnica chega como boa notícia ante os números de obesidade no país. Atualmente, os casos de excesso de peso e obesidade equivalem a 53,9% entre a população, conforme dados do Vigitel de 2015, divulgados pelo Ministério da Saúde no ano passado.

Estudantes de 26 países em quatro continentes já vieram ao Brasil para conhecer o procedimento, que é oferecido gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Na última sexta-feira o hospital chegou a 700 pacientes submetidos desde o ano de 2000 à técnica cirúrgica reparadora ali desenvolvida. Só em 2016, 8.157 cirurgias bariátricas foram realizadas no SUS no país, um aumento de 8% em relação ao ano anterior. É depois do emagrecimento que os pacientes acabam padecendo com a pele que sobra, retirada nas cirurgias pós-bariátricas.

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Carnaval com camisinha

 

 

Os casos de HIV/aids em jovens de 15 a 24 anos cresceram 85% nos últimos 10 anos. Para sensibilizar esse público, a campanha deste ano terá personagem distribuindo camisinha em blocos de rua

Incentivar o uso de preservativos, principalmente entre os jovens, é o foco da campanha de prevenção para o Carnaval deste ano, lançada terça-feira pelo Ministério da Saúde.

Com o slogan “No Carnaval, use camisinha e viva essa grande festa!”, as peças publicitárias trazem o panorama de 260 mil pessoas vivendo com HIV e que ainda não estão em tratamento, e também de 112 mil brasileiros que têm o vírus e não sabem disso. Além de prevenir contra as infecções sexualmente transmissíveis, como a aids, o uso contínuo da camisinha também evita a gravidez indesejada.

Os jovens são o foco da campanha, já que essa é a faixa etária que menos usa camisinha. Pesquisa de Conhecimento, Atitudes e Práticas indica queda no uso regular do preservativo entre os que têm de 15 a 24 anos, tanto com parceiros eventuais – de 58,4% em 2004 para 56,6%, em 2013 – como com parceiros fixos – queda de 38,8% em 2004 para 34,2% em 2013.

 

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Semana de doação de medula óssea

 

São necessários 100 mil doadores de medula óssea para existir a probabilidade de que um deles seja compatível com um paciente. Mas o cadastro pode ser repassado para centenas de pessoas dependentes de doações para ter uma vida normal.

Segundo o diretor do Hemocentro Regional de Maringá, Cristovão Granato Filho, na região de 30 municípios polarizada por Maringá esse cadastro conta com 48.874 potenciais doadores, mas trata-se de uma listagem não confiável, sem atualização de informações – telefone e endereço – que possibilite a localização dos inscritos.

Na abertura da Semana Municipal de Doação de Medula Óssea que prossegue até o próximo dia 24, o secretário de Saúde Jair Biato assinalou a necessidade de ampliar o cadastro de prováveis doadores, e a prática dessa atitude de bondade para salvar e proporcionar saúde e bem-estar a pessoas que sofrem.

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