Mês: novembro 2010



>SESCAP-PR e ACIM firmam convênio para emissão e validação de certificados digitais

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O SESCAP-PR firmou convênio com a Associação Comercial e Empresarial de Maringá (Acim) para a emissão e validação de certificados digitais. A parceria entre as entidades é inédita e prevê facilidades para as empresas ligadas a maior associação comercial do Paraná em números proporcionais entre os 10 maiores municípios, com 19,05% das empresas constituídas na cidade.

O acordo, fomentado pelo empresário de serviços e diretor suplente da diretoria executiva, José Vanderley Santana, faz parte do plano de ação da atual gestão. De acordo com o contrato, o SESCAP-PR fará as validações dos certificados digitais na sede da ACIM em uma sala cedida exclusivamente para o trabalho. De início, o atendimento será realizado todas as quintas pela manhã.

“É o começo de um trabalho que certamente beneficiará as empresas da Região, porque vai facilitar ainda mais o atendimento ao empresário”, diz Santana. Para a diretora regional do SESCAP-PR, Miriam da Silva Braz, o atendimento tende a crescer gradativamente. “Vamos atender de acordo com a demanda. Conforme aumentar os pedidos, ampliaremos também o período de atendimento”, antevê.

Segundo o gerente de Produtos e Serviços da ACIM, Ayrton Silva, o objetivo é oferecer um atendimento individualizado e de grande qualidade aos associados. “O SESCAP-PR é uma entidade forte e com a parceria vamos proporcionar um atendimento personalizado aos nossos associados. Vamos trabalhar de acordo com a necessidade e o histórico de cada um”, destaca.

Colaboradores da ACIM recebem treinamento no SESCAP-PR

Seis colaboradores da ACIM participaram na última sexta (19) de um treinamento na sede do SESCAP-PR, em Maringá. A gerente administrativa da regional, Marilene Falcomer, coordenou o encontro e explicou como funciona a dinâmica de compra, agendamento, emissão e validação dos certificados digitais.

Instruções sobre os tipos de certificados e o tempo de validação, além dos documentos necessários para a operação também foram assuntos de pauta. Para a diretora regional do SESCAP-PR, a reunião é essencial para minimizar a chance de possíveis erros no atendimento.

ACIM
A Associação Comercial e Empresarial de Maringá chegou a marca de 4 mil empresas associadas, em novembro. Fundada em abril de 1953, a entidade é a maior associação comercial do Paraná em proporções. Sob a presidência do empresário Adilson Emir Santos, a ACIM oferece diversos serviços e programas para a classe empresarial de Maringá, formada por 21 mil empresas.

Dentre os serviços, dois são destacados na atual gestão: o convênio com o Instituto de Estudos de Protesto de Títulos do Brasil, seção do Paraná, que possibilita que os associados protestem títulos sem ter que pagar as custas cartoriais, algo inédito no Brasil; e o programa Empreender que conta atualmente com 23 núcleos setoriais e 260 empresas participantes. Pelo Empreender, as pequenas empresas setoriais recebem consultoria gratuita da ACIM para o desenvolvimento do setor.

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>SESCAP-PR mobiliza contadores para “blitz” em prol do FIA

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O SESCAP-PR convida os empresários de serviços da cidade para participar da ação social em prol do Fundo da Infância e da Adolescência. O trabalho acontece na próxima terça (30) no Country Club Maringá, a partir das 17h.

A ação promovida pelos empresários de serviços tem a intenção de conquistar novos contribuintes a colaborarem com o FIA em Maringá. Pelo fato dos empresários contábeis estarem mais bem preparados para explicar como deve ser feita a destinação dos recursos do IR ao Fundo, o objetivo da entidade é mobilizar o maior número de contadores voluntários para a realização de uma “blitz” no estacionamento do clube.

Este trabalho já foi realizado em anos anteriores e surtiu grande efeito. Maringá é destaque nacional na quantia arrecadada ao fundo municipal. Empresários da Contabilidade são imprescindíveis nesse processo. Informaçõos sobre o FIA: http://www.maringa.pr.gov.br/fia/

Faça parte desta ideia! Confirme a sua presença pelo telefone (44) 3026-6087.

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>Orlando Chiqueto mantido na presidência do Sincontábil até 2013

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O presidente Orlando Chiqueto Rodrigues foi reeleito para o segundo mandato e vai presidir o Sincontábil até o ano 2013. A eleição, com chapa única, foi realizada durante todo o dia de ontem, na sede administrativa do sindicato.

A nova diretoria, com mandato a partir de janeiro de 2011, terá os seguintes integrantes: Orlando Chiqueto Rodrigues [presidente]; Joel Azevedo de Oliveira [1º vice-presidente]; Gilmar Silvio Bachi [2º vice-presidente]; Neuza Corte de Oliveira [1ª secretária]; Miriam da Silva Braz [2ª secretária]; Mauro Espanhol [1º tesoureiro]; Juliano Arduin [2º tesoureiro]; José Vanderley Santana, Oswaldo Padovin, José Gomes Ferreira, João Narcizo de Souza, Marcelo Scomparin, João Batista Barbosa e Antonio Gaspar Rafael [suplentes de diretoria]; Etevalto Pereira Barboza, José Carlos Góes Silva, Claudemir Aparecido Matiusso [conselho fiscal]; Denisa Maria Borçato, Claudenir da Silva e Rosemary Satiko Kawamoto Amarães [suplente de conselho fiscal]. (Jessé Vidigal – Sincontábil).

 

Willian Ronaldo Carvalho, Milton José Koln e Odair Domingos Figueiredo [Mancha] trabalharam como mesários

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>Novas normas de contabilidade precisam ser levadas a sério

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Presidente do SESCAP-PR, Mauro Kalinke, alerta empresários contábeis sobre a importância da adoção da nova legislação para as Pequenas e Médias Empresas a partir do balanço de 2010

“O profissional que não se atualizar sobre as mudanças que estão ocorrendo na contabilidade poderá amargar prejuízos, além de pôr em risco o negócio dos clientes”. O alerta é do presidente do SESCAP-PR (Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas no Paraná) Mauro Cesar Kalinke, tendo em vista a nova legislação contábil para as pequenas e médias empresas que harmoniza a contabilidade brasileira aos padrões internacionais. As chamadas Normas Internacionais de Contabilidade (International Financial Reporting Standards/IRFS) são aplicáveis aos balanços com exercícios iniciados a partir de janeiro de 2010.

Para as grandes empresas (sociedades por ações e empresas de grande porte), as normas vem sendo implementadas no território nacional desde janeiro de 2008 pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) e aprovadas pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC), por força da lei 11.638/07. Essas normas estão presentes em cerca de 110 países e alcançam perto de 100 milhões de empresas. “É extremamente importante que os contabilistas adotem esses novos procedimentos em sua plenitude, seguindo a legislação, sanando dúvidas e acompanhando a divulgação de novas normas pelo CFC”, aconselha Mauro Kalinke.

De acordo com o professor Nelson Zafra, diretor do SESCAP-PR e integrante da comissão no CFC – Conselho Federal de Contabilidade, juntamente com o CPC, que tratou da harmonização da norma brasileira à norma internacional para as Pequenas e Médias Empresas, as mudanças ratificadas pelo Conselho Federal de Contabilidade objetivam conferir uma linguagem universal à contabilidade para que ela seja entendida em qualquer país. Além disso, elas trazem maior transparência ao mercado. Ele explica que, embora muitos empresários não estão dando a devida atenção a essa nova realidade, houve uma alteração brusca na própria concepção da contabilidade. “O foco da contabilidade brasileira sempre foi o fisco. Agora o foco está na essência, na transparência patrimonial e o objetivo principal é mostrar a terceiros a realidade da empresa. As informações fiscais não devem sofrer impactos dessas mudanças  e devem ser tratadas à parte conforme regulamentação atual e futuras orientações”, explica Zafra.

Tendência
Segundo o diretor jurídico do SESCAP-PR, Euclides Locatelli, para quem acompanha as tendências do mercado, as mudanças já eram esperadas. “Há cerca de 20 anos, quando se começou a falar em globalização não era estranho pensar que os rumos da contabilidade também sofreriam mudanças”, diz Locatelli, que nas décadas de 80 e 90 participou de vários encontros de contabilistas no Brasil e exterior para discutir a convergência da contabilidade entre os países.
   
Euclides reconhece que para muitos profissionais a adequação à nova realidade não é tarefa fácil, mas é preciso estudar a nova legislação, discutir com profissionais do setor, fazer cursos de aperfeiçoamento, para não ser atropelado pela modernidade. “Precisamos quebrar paradigma e absorver novos conceitos. Chegou o momento de deixarmos para trás o que aprendemos nos bancos universitários, no dia-a-dia da profissão, e começar tudo de novo”, afirma, ao destacar que o novo modelo impõe algumas dificuldades técnicas que precisam ser superadas o quanto antes. “A Receita Federal está muito bem aparelhada para fazer uma fiscalização intensiva nas empresas. Então, o contador tem que conhecer a legislação para dar todo suporte necessário aos seus clientes”, afirma.
Alterações

Com a nova legislação, ocorreram diversas alterações significativas como a extinção da DOAR (Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos), a obrigatoriedade de elaboração da DFC (Demonstração do Fluxo de Caixa) e da DVA (Demonstração do Valor Adicionado), criação de novos grupos e contas contábeis para o registro de determinadas operações, além de alterações para a avaliação dos investimentos pelo Método da Equivalência Patrimonial, seguindo agora o valor de mercado.

Aperfeiçoamento

SESCAP-PR realiza cursos em várias cidades

Para orientar os empresários e profissionais que atuam nas áreas contábil, tributária e societária, o Departamento de Eventos do SESCAP-PR organizou o curso prático “Novas Normas Brasileiras de Contabilidade” para Pequenas e Médias Empresas, que está sendo ministrado em várias cidades paranaenses. Com 16 horas de duração, o curso ministrado pelos professores Nelson Zafra e José Aparecido Maion, começou em Umuarama no início do mês e para este fim de ano tem turmas previstas para as cidades de Pato Branco (dias 22 e 23/11); Cascavel (dias 30/11 e 1º/12) e Guarapuava (dias 06 e 07/12).
Mais informações, acesse: www.sescap-pr.org.br

Sugestão de Fontes do SESCAP-PR:

Mauro Cesar Kalinke – Presidente  – (41) 3222-8183 – (46) 9972-0914
Nelson Zafra – Diretor Secretário Geral  – (41) 3323-3756
Euclides Locatelli – Diretor Jurídico  – (41) 3626-1166

 

Contato Imprensa: Arapongas | Maringa | Umuarama

Sodré Junior 44|9990.9999 – 3031.6334

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>Empresários contábeis participam da Semana do Empreendedor Individual em Maringá

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Estande especial para atendimento e palestra está instalada na Praça Raposo Tavares, no centro de Maringá

Empresários de serviços contábeis de Maringá participam da Semana do Empreendedor Individual. O evento acontece em um estande especial montado na Praça Raposo Tavares e faz parte de uma ação nacional do Sebrae que objetiva estimular a formalização de empreendedores que, por atuar informalmente, não usufruem dos benefícios que o Governo oferece. O trabalho teve início ontem (16) e termina nesta sexta (19).

O SESCAP-PR, parceiro no evento juntamente com outras entidades empresariais, incentiva os empresários da Contabilidade a participarem da programação que prevê atendimentos e palestras.“Além de um ato de cidadania, temos a oportunidade de cumprir o que determina a Lei que é promover o atendimento gratuito relativo à inscrição, à opção e à primeira declaração anual simplificada da microempresa individual por meio de suas entidades representativas de classe”, acentuou a diretora regional Miriam da Silva Braz.

Miriam informou que a Lei [Complementar nº 123/2006, art. 17, § 1º e art. 18, § 5º-B, XIV – alterada pela Lei Complementar nº 128/2008, art. 3º] também insere a promoção de eventos de orientação fiscal, contábil e tributária para as ME e EPP optantes pelo Simples Nacional. “Estamos trabalhando em um sistema de revezamento. Assim fica fácil para todos os empresários participarem da ação”, disse. O horário de atendimento ao público é das 9h às 16h.

Para o conselheiro do Sebrae/PR e presidente da Confederação Nacional da Micro e Pequena Indústria (CONAMPI), Ercílio Santinoni, mais de 1,5 mil empreendedores se formalizaram no Paraná, no último ano. Em média foram 260 formalizações por dia, de acordo com informações do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

“Esta segunda edição da Semana do Empreendedor Individual acontece aqui em Maringá e em Cascavel. É muito bom contar com o apoio de entidades parceiras, como o SESCAP-PR, a Ampec Micromar, o Sincontábil, a Prefeitura de Maringá, Amic Oeste em Cascavel, entre outras”, afirmou Santinoni que também é  empresário do setor de Serviços.

Fernando e Miriam Braz (SESCAP-PR); Orlando Chiqueto (Sincontábil); Luiz Carlos da Silva, Ercílio Santinoni e João Luiz de Moura (Sebrae-PR)

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>Clichetec amplia parque industrial com Roland 306 LVT

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Com a máquina de grande porte, a empresa gráfica de Maringá coloca projeto em prática e amplia produção para atender as áreas promocional e editorial

Clichetec 1Seguindo a tendência econômica e a perspectiva de investimento em máquinas e equipamentos modernos, a Gráfica e Editora Clichetec adquiriu e já opera a máquina Man Roland 306 LVT. A aquisição de grande porte faz parte de um projeto de ampliação e renovação de seu parque gráfico para a produção com alta qualidade e rapidez.

A nova aquisição da Clichetec imprime 6/0, 5/1 e 4/2 cores com adição de verniz em linha, com secagem por infravermelho. A área de impressão é de 59x74cm, com duas reversões e velocidade de 15.000 folhas/hora. Possui lavadores automáticos de blanquetas e rolaria, todos climatizados, além da troca de chapas automática e entrada e saída altas non stop. O comprimento total da impressora chega a 13,45m e pesa 37,5 toneladas.

“O equipamento oferece grande produtividade com elevada qualidade na confecção de catálogos, folders, livros em policromia e outros impressos de ótimo padrão, em alta velocidade”, explica o editor e proprietário José Antonio Moscardi. O investimento, segundo o empresário, é parte do projeto de expansão da empresa que, para a chegada da Roland, teve que praticamente dobrar o espaço físico das instalações atuais. Ele prevê uma expansão de 30% do faturamento no primeiro ano.

Clichetec 2Novas máquinas de apoio para o setor de acabamento foram adquiridas nos últimos meses pela Clichetec para dar suporte à Roland 306. Outros equipamentos serão agregados nos próximos meses e o projeto ainda prevê a aquisição de mais uma máquina do mesmo porte da 306 para 2012. Oito novos colaboradores foram contratados para compor o quadro de funcionários da empresa. “O mercado é muito dinâmico e cada vez mais exige produtos de alta qualidade com preços competitivos. As empresas precisam responder a esta demanda, com produtividade, agilidade e ótimo atendimento. Investir em inovação tecnológica e na qualificação do pessoal são atitudes imprescindíveis neste processo”, diz Moscardi.

Sobre a recorrente questão ambiental, Moscardi disse que a Clichetec já se preparou além das exigências legais. “Executamos um projeto ambiental, conduzido por engenheiros do setor, e dispomos de certificação pela coleta de rejeitos químicos por empresas especializadas. Além disso, utilizamos tinta atóxica em nossos impressos e diversos insumos têm orientação, composição e atitude ecológica responsável”, afirma Moscardi.

Setor em crescimento
Desde 2006 o setor industrial gráfico responde ao bom momento vivido pela economia brasileira, que mesmo no curto momento de crise, conseguiu superar as adversidades do mercado. Os impressos editoriais estão entre as linhas de produtos e serviços que mais contribuíram para o crescimento das receitas do setor, com a participação de 31% do total.

Clichetec 3Impressos promocionais e comerciais ficaram em segundo lugar, com 30%, seguidos pelas embalagens, com 28%. As indústrias em geral são a principal clientela do setor gráfico, sendo responsáveis por 35% de seu faturamento. O varejo contribuiu com 26%; as agências de propaganda com 9%; o governo com 7%; e as editoras com 6,8%, segundo estudo setorial realizado pelo Sebrae e pela Associação Brasileira da Indústria Gráfica (Abigraf), publicado no último ano.

Maringá e Região
Atualmente existem na região de Maringá cerca de 200 empresas representadas pelo SINGRAMAR. Como reflexo do mercado brasileiro, a maioria dos empreendimentos é de pequeno porte e sobrevive do próprio mercado regional. “Ainda temos poucas empresas maiores que atendem clientes de outros Estados. De toda forma, o setor acompanha o restante da economia e a perspectiva na região é fechar 2010 com crescimento de 3%”, acredita o diretor financeiro do SINGRAMAR, Urbano Rampazzo.

Para o presidente do Sindicato, João Moço, micros e pequenas indústrias gráficas geram grande impacto positivo no segmento. “Os micro e pequenos empreendimentos empregam mais. Por outro lado, precisamos buscar mecanismos para o desenvolvimento dessas empresas, como crédito facilitado, redução de impostos e incentivo à capacitação de colaboradores”, acrescenta.

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>Empresa é condenada por castigar funcionários que não atingiam metas de vendas

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A funcionária de importante rede de lojas de departamento nacional alega condições de trabalho humilhantes, especialmente na “boca do caixa”, que, segundo ela, era o local de trabalho (“castigo”) dos que não atingiam suas metas nas vendas e onde “deveriam enganar os clientes para realizar vendas de seguros e garantias adicionais”. Além disso, ela pede ressarcimento dos gastos que teve para trabalhar, já que “a reclamada exigia o uso de calças e sapatos pretos para a execução do trabalho e, no entanto, não fornecia tais peças ou reembolsava os valores”. Por fim, disse que havia diferenças pendentes relativas a horas extras e pediu o valor de R$ 50 mil como compensação aos danos morais sofridos.

A empresa se defendeu com o argumento de que “as jornadas de trabalho foram regularmente registradas nos controles de ponto, salientando que eventual condenação deve considerar os registros de ponto”. Sustentou que foi regularmente pactuado o acordo de compensação de horas, e que hipotética condenação deveria ficar limitada ao adicional extraordinário, na forma da Súmula nº 340 do Tribunal Superior do Trabalho (TST). Asseverou que, quando havia necessidade de se prorrogar a jornada de trabalho no mês de dezembro, ocorria a respectiva compensação, bem como que eventual trabalho aos domingos e feriados foi regularmente compensado ou pago. Acrescentou ainda que o intervalo intrajornada foi concedido.

O juízo de primeira instância entendeu que a pretensão da trabalhadora não era procedente e negou os pedidos. Segundo a sentença da Vara do Trabalho de Itatiba, “deve ser considerada a validade dos horários anotados nos controles de ponto, salientando que em relação ao labor aos domingos e feriados houve a respectiva compensação”. Inconformada, a trabalhadora recorreu.

O relator do acórdão, desembargador Lorival Ferreira dos Santos, da 5ª Câmara do TRT, entendeu que a pretensão da autora era parcialmente procedente, ponderando, no entanto, que “a prova testemunhal produzida pela autora mostrou-se frágil e inconsistente para rechaçar os horários estampados nos cartões de ponto”. Além disso, afirmou o desembargador, “a primeira testemunha da autora confirmou a veracidade dos registros de ponto em relação aos horários de saída”. A decisão colegiada ainda dispôs que “em relação ao intervalo intrajornada, os controles de ponto indicam assinalação de período inferior a 1h – por amostragem, no dia 23.06.2007 – fl. 262, cumprindo observar que a partir de outubro/2007, a própria autora, na vestibular, admitiu a fruição do intervalo mínimo de 1h”. O relator afirmou que a conclusão do juízo de primeiro grau estava correta “ao admitir a veracidade das anotações dos cartões de ponto”.

O desembargador lembrou que “à reclamante incumbia o ônus de apontar a existência de eventuais diferenças, considerados os registros de ponto e os recibos de pagamento existentes nos autos. E de tal ônus constata-se que a autora desvencilhou-se de forma satisfatória, considerando o conjunto probatório”. Segundo o acórdão, “não há, nos autos, qualquer acordo de compensação de horas e, tampouco, de ‘banco de horas’, cumprindo ainda destacar que tal forma de compensação está condicionada à existência de estipulação normativa, em conformidade com o disposto no parágrafo 2º do artigo 59 da CLT. E, no caso, as estipulações constantes na cláusula 13ª (fl. 183) possuem caráter meramente informativo”.

Quanto aos danos morais, o juízo de origem rejeitou a pretensão da trabalhadora, sob o fundamento de que “a reclamante não foi humilhada, bem como não havia determinação referente à venda embutida de seguros e garantias”. O acórdão da 5ª Câmara seguiu em sentido contrário ao da sentença de primeira instância e entendeu que “devida é a indenização por danos morais sofridos pela empregada”. O acórdão dispôs que “a prova dos autos revelou a adoção de uma forma injuriosa e vil de gestão de administração apenas visando albergar o interesse patronal, com vistas a alavancar a produção e que culminava na imposição de tratamento constrangedor e humilhante. Ao invés de estimular os trabalhadores, feria-lhes a autoestima”. A decisão da 5ª Câmara ainda registrou que “não se pode olvidar que o trabalho na ‘boca do caixa’ dava-se a título de punição ou castigo destinado aos vendedores que não atingiam as metas de vendas impostas pela empregadora, atitude esta que não se pode admitir”.

Nessa linha, a 5ª Câmara fixou a indenização por danos morais em R$ 10 mil, a qual reputou como “razoável, ressaltando-se que esse valor não acarretará o enriquecimento do trabalhador e tampouco importará em dificuldades financeiras a serem suportadas pela reclamada, considerando seu notório e significativo porte econômico”. Além da indenização, o acórdão também condenou a reclamada, ante o descumprimento integral da obrigação de fornecer uniformes (calças e sapatos pretos), ao ressarcimento do valor de R$ 650 (que sequer foram impugnados pela reclamada), que “foram gastos pela autora para a aquisição completa do uniforme (sete calças pretas e quatro pares de sapatos)”. (Processo 043200-56.2009.5.15.0145 RO)

Fonte: TRT 15ª Região

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>Miriam Braz participa de encontro de apoio à Noroeste Garantias

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Miriam e Ferando Braz (SESCAP-PR); Jean Zanchetti (Cacinor); Ilson Rezende (Noroeste Garantias) e Nivaldo Pereira (SESCAP-PR)

A diretora regional do SESCAP-PR e diretora do Sincontábil, Miriam da Silva Braz, acompanhada dos empresários de serviços ligados ao SESCAP-PR Fernando Braz e Nivaldo Pereira participaram no dia 27 de outubro da 8ª Reunião da coordenadoria das Associações Comerciais e Industriais do Norte e Noroeste do Paraná (Cacinor), que debateu assuntos referentes ao projeto Noroeste Garantias. O evento aconteceu no auditório da Associação Comercial e Industrial de Sarandi (Acis).

Representantes públicos, presidentes de associações comerciais e empresariais da Região, representantes de entidades de classe e empresários participaram do evento. O encontro foi coordenado pelo presidente da Cacinor, Jean Flávio Zanchetti, juntamente com o presidente da Acis, Orfeu Casagrande.

O presidente da Noroeste Garantias Ilson Rezende foi o palestrante e mediador da reunião e apresentou o projeto que potencializa os trabalhos da entidade na Região por meio da Sociedade de Garantia de Crédito. O objetivo das propostas apresentadas por Rezende é facilitar o acesso a linhas de financiamento, sem burocracia, a juros baixos e com aval garantido.

O presidente explica que a Sociedade de Garantia de Crédito é formada pelo Governo, entidades e empresas que participam com um aporte de capital. “A sociedade não dá dinheiro, mas oferece uma carta de garantia que facilita o empréstimo junto às instituições financeiras. Veja, também não é uma entidade que oferece crédito para empresários com dificuldades financeiras, mas para quem tem bons projetos para alavancar um negócio”, diz.

A Sociedade tem como característica apoiar um bom projeto. Centraliza os processos flexibilizando a escolha do agente financeiro; reduz o risco e custo dos agentes, possibilitando melhores taxas. “É um trabalho administrado por nós [instituições e empresários] e o projeto tem a capacidade de transformar R$ 3 milhões em R$ 15”, explica.
Os próximos passos da Noroeste Garantias é firmar a cooperação regional, estabelecer uma nova diretoria e conselhos. O presidente tem trabalhado para obter fundos e custeios para o inicio das operações, além da contratação de executivos. O Sebrae tem trabalhado para apoiar o projeto na captação de recursos com um aporte de aproximadamente R$ 2,5 milhões.

A prefeitura de Maringá também apoia o projeto e assumiu o compromisso de destinar um aporte de R$ 1 milhão. A organização já conta com um estatuto; modelos de processos para as operações; convênio com o Siccob e apoio institucionais. A Associação Comercial e Empresarial de Maringá (Acim) também participa dos trabalhos.

Miriam Braz elogia o projeto e incentiva a aproximação dos empresários de serviços com a Noroeste Garantias. “É um trabalho que pode ajudar os empresários a investirem em infraestrutura, tecnologia e ações para o fomento da prestação dos serviços”, acredita.

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>Comissão de Gestão Empresarial cria ‘escritório padrão’ e avança nos estudos para a formatação do custo e preço de venda sobre serviços contábeis

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Em ritmo acelerado, a Comissão de Gestão Empresarial que busca soluções para a Formação do Custo e do Preço de Venda sobre os Serviços Contábeis esteve reunida no início do mês na sala de reuniões do SESCAP-PR, em Maringá.

O trabalho coordenado pelo empresário de serviços Gilmar Duarte tem reunido cerca de 10 empreendedores contábeis a cada encontro que já definiram a formatação de um escritório padrão (modelo de trabalho) que serve de base para as análises e estudo.

Encontro acontece no auditório do SESCAP-PR

De acordo com Gilmar, o grupo já definiu os custos fixos e variáveis do escritório padrão e concluiu a planilha de formação do preço de uma prestação de serviços de uma obrigação acessória, em especial a Decore. “Observamos, por exemplo, de acordo com o escritório padrão, que o preço para a formatação de uma Decore é de R$ 140,00”.

Houve a indicação para análise de um software para orçamentos (Orca) que pode ser acessado pelo endereço www.orcamentocontabil.com.br que servirá como fonte dos estudos realizados pela Comissão. Também está em andamento o estudo do Custo da Mão de Obra Direta, na qual, cooperativamente, os integrantes fizeram um levantamento e concluíram que na inclusão de todos os custos dos funcionários (salários, INSS, FGTS, férias, 13º salário, horas extras, vale transporte, uniformes, auxílios extras tais como faculdade, cesta básica, seguro, etc) varia entre 28% a mais de 50%. Sobre o assunto, o coordenador pede para que cada integrante analise o caso para a conclusão de um valor determinado.

Ainda este mês, o SESCAP-PR pretende realizar uma palestra seguida de consultoria para avaliar os resultados obtidos pela Comissão.

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