Mês: agosto 2013



Instituto Mercosul oferece curso de assistente fiscal

Para quem busca uma nova habilidade para atuar no mercado, o Instituto Mercosul oferece o curso de assistente fiscal. É interessante porque as aulas preparam os alunos para executar tarefas de suporte aos departamentos fiscais de uma empresa. Vale a pena avaliar essa possibilidade. Diversas empresas buscam profissionais nessa área. Entre em contato pelo telefone (44) 3025-9613 ou acesse o site www.institutomercosul.org.br.

O curso está programado para acontecer nos dias 22 e 23 de agosto, em Maringá.

 

 

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Vigia noturno que trabalhava sozinho receberá hora extra por ausência de intervalo

O TRT de Minas Gerais publicou: Quem alega, deve provar. Esse é o entendimento que se extrai dos artigos 818 da CLT e 333, inciso I, do CPC, pelos quais a parte deve comprovar os fatos constitutivos do direito que alega. Assim, se um empregado ajuíza uma reclamação trabalhista afirmando que não tinha intervalo para refeição e descanso, deve apresentar provas desse fato. É o chamado ônus da prova.

E foi por entender que essa obrigação processual não foi cumprida por um vigia, que o juiz de 1º Grau indeferiu o pedido de horas extras feito por ele. No caso, o reclamante alegou que trabalhava em uma residência, cumprindo jornada 12×36, sem qualquer intervalo. Como testemunha, apresentou a empregada doméstica da casa, que confirmou o fato. Porém, como ela não trabalhava no mesmo horário do reclamante, o depoimento foi considerado imprestável como prova e o pedido julgado improcedente.

Mas, ao analisar o recurso do reclamante, a 2ª Turma do TRT-MG teve outra visão sobre o caso. Um detalhe chamou a atenção do relator, desembargador Luiz Ronan Neves Koury: o reclamante trabalhava sozinho. Para o magistrado, isso demonstra que ele não poderia usufruir o intervalo de uma hora para refeição de forma integral. Afinal, o empregado tinha que permanecer no próprio local de trabalho, não podendo se ausentar para descansar. O desembargador explicou que a jornada de 12 x 36 não retira o direito ao intervalo intrajornada, pois o artigo 71 da CLT prevê que em qualquer trabalho contínuo, com duração superior a seis horas, é obrigatória a concessão do intervalo de uma hora.

Portanto, se o reclamante trabalhava sozinho, não houve concessão efetiva do intervalo, sendo devido o pagamento da hora extra. Com esse entendimento, a Turma de julgadores, à unanimidade, decidiu condenar a empresa de serviços, empregadora do vigia, ao pagamento uma hora extra diária, durante todo o contrato de trabalho, com adicional de 50% e reflexos, tudo conforme critérios definidos no voto.

Legislação
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Empresários de microempresas não podem ficar calados

Gente, existe um movimento nacional em prol das microempresas. Se você é empresário, certamente sabe o quanto pesa os impostos e obrigações trabalhistas neste país. Você precisa estar engajado neste movimento para que possamos ser mais fortes e ouvidos. No país, junto ao governo existe um diálogo sim, mas é de “faz de conta”.

Entendo que existe hoje uma ditadura disfarçada. Isso faz com que o empresário apenas aceite as condições e o pior, os recursos de nossos impostos pouco alcançam os que precisam e os serviços prestados são cada vez piores. Precisamos nos manifestar pelo fim da Substituição Tributária, pela implantação de um “Simples Trabalhista” e pela Redesim, para a desburocratização na abertura e fechamento de empresas.

Então, vamos fazer um exercício: tente abrir uma empresa ou contratar um funcionário. Você vai ver o quanto custa ficar calado. Visite: www.conampe.org.br ou curta a fanpage (CLIQUE AQUI) e dê a sua opinião. Compartilhe com os colegas! ‪#‎fimdamultadofgts‬ ‪#‎fimdasubstituicaotributaria‬ ‪#‎queremosredesim‬ ‪#‎nossosimpostosvalemmais‬ ‪#‎deixedeserbobo‬

MPEs
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Empresas contábeis trocam experiências sobre gestão e atendimento aos clientes

Durante esta quinta e sexta-feira (1º e 2 de agosto), a Comissão de Precificação de Serviços Contábeis (Copsec) do SESCAP-PR (Sindicato das Empresas de Serviços empresariais), realizaram uma agenda intensa de atividades em Maringá. No primeiro dia, os integrantes da comissão visitaram três empresas contábeis. Durante o segundo a atividade foi interna. O grupo apura e avalia as atividade e prospecta novas tarefas em reunião na sede regional da entidade.

De acordo com o coordenador estadual da Copsec, Fernando Antonio Braz, a comissão realiza entrevistas com uma seleção de empresas contábeis conceituadas no mercado. O intuito foi criar um comparativo entre a metodologia proposta pela Copsec e o que as empresas executam na prática para a precificação de seus honorários.

“Trata-se de uma atividade de ir à campo para ouvir os empresários presencialmente. Visitamos em Maringá três empresas de serviços contábeis e realizamos um extenso questionário. Essas informações nos servirão de instrumento para o trabalho de aperfeiçoamento da metodologia que estamos propondo”, explica Fernando.

O diretor regional do SESCAP-PR em Cascavel, integrante da Copsec, Michel Vitor Lopes, pontua que o trabalho une a metodologia proposta à prática cotidiana das empresas. “É uma grande troca de experiências para termos um comparativo entre o trabalho da comissão e o que é realizado na prática pelas empresas. Com isso conseguiremos aperfeiçoar a metodologia e implementar novas ferramentas ao trabalho que estamos construindo”, reforça.

As entrevistas criam uma espécie de “raio X” dos departamentos da empresa contábil e dos resultados de cada setor. Além disso, os entrevistados foram solícitos em responder perguntas do tipo, percentual de lucratividade e faturamento médio anual. “Este trabalho basicamente trata a gestão da empresa contábil. O resultado disso é a troca de experiência, análise de metodologias, desempenho e melhoria de atendimento ao cliente. Essa troca é muito importante para a categoria”, avalia o titular do conselho fiscal do SESCAP-PR e integrante da Copsec (Curitiba), Luiz Fernando Ferraz.

Reunião interna
O segundo dia de trabalho começou logo cedo. O empresário contábil Gilmar Duarte, integrante da comissão, fez uma apresentação da Pesquisa Nacional das Empresas Contábeis (PENEC)”, uma ação da Copsec, coordenada por ele em todo o território nacional.

Gilmar explica que a pesquisa faz parte de um processo de aprendizagem e construção do conhecimento. Tem por objetivo criar um observatório empresarial para a geração de propostas inovadoras para ao setor. “Graças ao grande número de interessados, aspiramos conhecer como o empresário contábil atua para se manter em um mercado com intensas mudanças. Queremos entender a potencialidade do mercado, os pontos positivos e negativos, afim de disseminar esses dados e sugerir propostas para uma nova cultura organizacional”, explica.

A pesquisa está disponível online. CLIQUE E ACESSE. O Projeto já conta com apoio de entidades da classe contábil. “O nosso desejo é que este trabalho seja extensivo e constante. A ideia é atualizar esse conteúdo dentro de uma periodicidade, avaliando os resultados e incluindo novas questões concernentes a realidade do mercado. Os resultados e efeitos desse trabalho será divulgado, principalmente a todos os participantes”, complementa Gilmar.

Ainda na pauta, o grupo discutiu: o Demonstrativo de Resultados (DR) Padrão e finalização de Índices; evento para empresas de softwares em Curitiba; apresentação da pesquisa realizada nas empresas contábeis e debate sobre o desempenho do grupo em participação de eventos. Além disso o grupo deve discutir o ingresso de novos membros à Comissão e um plano de visitas a outras entidades do Sistema Fenacon: SESCAP’s e SESCON’s.

A diretora regional em Maringá, Miriam da Silva Braz, também integrante da Comissão, acompanhou as atividades da COPSEC. “O grupo propõe um trabalho muito dinâmico e de grande avanço para as empresas contábeis e consequentemente para seus clientes. Fico muito feliz com o resultado alcançado nesses dois dias e com a perspectiva construída ao longo desse tempo”, concluiu.

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Principais linhas de crédito para microempresas serão apresentadas em Sarandi, nesta sexta, dia 2

As principais linhas de crédito disponíveis no mercado serão apresentadas na Oficina de Crédito e Empreendedorismo que acontece nesta sexta, dia 2, às 19h, na casa da Cultura, em Sarandi. O evento é coordenado pela Confederação Nacional das Micro e Pequenas Empresas e Empreendedores Individuais (CONAMPE) que promove a primeira de 20 oficinas em todo Paraná. O objetivo é facilitar o entendimento dos empresários de microempresas às propostas disponíveis pelas principais instituições financeiras.

O acesso ao crédito que inclui juros baixos para a aplicação em pequenos negócios sempre foi uma luta do segmento que hoje vive um “boom” de ofertas. Mas, quais os cuidados que os empreendedores devem tomar na hora de negociar um financiamento? Este e outros assuntos serão debatidos no evento que também é organizado pela Federação das Associações de Micro e Pequenas Empresas do Estado do Paraná (Fampepar) e pela Associação de Micro e Pequenas Empresas de Sarandi e Região (Ampec Sarandi). O Sebrae apoia a iniciativa.

Como palestrantes estão confirmados o analista de crédito da Fomento Paraná, Emílio Carlos Ribeiro Mattos; o gerente de operações adjunto do BRDE, Rafael Pilati Lourenço e o gerente geral do Banco do Brasil S/S de Sarandi, Antônio do Amaral Júnior. A Caixa Econômica Federal deve anunciar o palestrante nesta quinta.

Além de interagir com os debatedores, os empresários poderão fazer perguntas e comparar os produtos. Os gerentes estarão disponíveis para agendar visitas às empresas. O maringaense, Ercílio Santinoni, presidente da CONAMPE, destaca que Sarandi é uma cidade de empreendedores que busca incentivos para o desenvolvimento.

“Temos ouvido os empresários de microempresas e iniciamos um trabalho em todo o Estado de levar informação, capacitação empresarial, entre outras ações. Sarandi não pode ficar de fora dessa iniciativa. Estamos intensificando a atuação da Ampec Sarandi no sentido do microempresário ter uma casa que realmente atenda as suas necessidades inerentes ao seu porte. Acesso ao crédito é uma delas e por isso iremos realizar a Oficina”, diz Santinoni.

Para o presidente da Ampec Sarandi, Aristides Mossambani, a Oficina dá ao empresário a possibilidade de comparar as opções de financiamento existentes. “O empresário não pode ficar à mercê de um ou outro banco. Ele precisa conhecer as opções para melhor aplicar ao seu negócio. Muitas vezes ele nem mesmo sabe que tem tantas opções e é isso que desejamos fomentar”, destaca.

Caso
É o caso de Ricardo Mazalotti Dangui Filho, empresário do ramo esportivo em Sarandi. Dono de uma academia, procurou três opções de financiamentos e conseguiu com facilidade. “Não posso reclamar do sistema para conseguir crédito. Tentei o BNDS e o Proger, fui bem sucedido. Em quatro meses de trâmite consegui o recurso que precisava. Recentemente percebi que o juros da Caixa vale a pena e resolvi buscar o financiamento para a compra de equipamentos. No outro dia o dinheiro estava já disponível”, conta.

Serviço
É gratuito. Para participar, o empreendedor não precisa pagar nada.
Evento: Oficina de Crédito e Empreendedorismo
Data: Sexta-feira às 19h
Local: Casa da Cultura em Sarandi (PR)

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