Empresas devem planejar pagamento do 13º salário

Muitos pequenos empresários chegam ao final de cada mês com a mesma dificuldade: como equilibrar as receitas, despesas e fechar no azul. Dentro desse cenário, despesas extras, como o 13º salário, complicam ainda mais a situação. Por isso, para evitar problemas, é importante que o gestor faça um planejamento antecipado dessa despesa extra.

Para este ano não há muito o que fazer, mas é bom já começar a pensar em 2018. O ideal é criar um fundo de reserva que deve ser montado desde o início do ano. A dica é reservar 10% da folha de pagamento apenas para o 13º salário. Se possível esse percentual deve ser maior e incluir as férias e outras despesas extras com colaboradores.

Outra opção é aproveitar “momentos de pico” para realizar esse reserva. É comum em algumas empresas que haja um período de maior lucratividade. O ideal é que o gestor aproveite esse fluxo de receita e separe uma parte para o pagamento do 13º.

O prazo para o pagamento da primeira parcela do benefício termina no dia 30 de novembro, podendo ser antecipada caso a empresa tenha dinheiro em caixa. Já a segunda parcela deve ser paga até dia 20 de dezembro. Todos os trabalhadores com carteira assinada têm direito à bonificação.

Na maioria dos casos o 13º corresponde ao valor de um salário mensal. Porém, nos anos em que os meses trabalhados forem inferiores a doze, é necessário dividir o salário integral por 12 e multiplicar pelo número de meses trabalhados. É importante lembrar que horas extras, adicionais noturnos, por insalubridade ou periculosidade, também são contabilizados no benefício.

 

Trabalhista

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