Mês: janeiro 2018



Comece a separar a documentação para declaração do IR 2018

Começa no próximo mês a temporada de entrega da declaração do Imposto de Renda de 2018. Nos últimos anos os contribuintes deixaram essa tarefa sempre para a última hora. Em 2016 e 2017, por exemplo, a menos de dez dias para o fim do prazo menos da metade haviam entregado a declaração.

Para evitar dor de cabeça é importante que você comece a se preparar o quanto antes. Pense que adiantando o processo você diminui a chance da inclusão de um valor incorreto ou a omissão de dados na declaração. E esses são os principais motivos que levam os contribuintes a caírem na malha fina. Além disso, quem entrega a declaração mais cedo recebe a restituição antes, pois a Receita prioriza a ordem de entrega.

Para ajudar você nessa tarefa, relacionamos alguns documentos que você já deve separar: informe de rendimentos das fontes pagadoras; informações e documentos de outras rendas obtidas em 2017; recibos de despesas médicas, com educação e doações; informes de rendimentos das instituições financeiras; e contrato de compra e venda de imóveis ou veículos.

Pense que quanto mais próximo do prazo final mais sobrecarregado seu contador vai estar. Com isso, ele terá menos tempo para analisar a sua declaração. A dica é: entregue a documentação durante o mês de fevereiro ou logo nos primeiros dias de março. Adiante-se. Vale a pena!

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Já fez o planejamento tributário deste ano?

O ano de 2018 será de muitas mudanças e novas obrigações tributárias. O Simples Nacional, por exemplo, vai passar por alterações significativas (leia matéria de capa). Em alguns casos, o regime simplificado pode até mesmo deixar de ser a melhor opção. Mas para saber isso é importante que seja feito um planejamento tributário.

Essa ferramenta, nada mais é que um conjunto de sistemas legais, que visa diminuir o pagamento de impostos, taxas e contribuições. Por meio de um estudo contábil, e sem infringir as leis impostas pelo Governo, o planejamento tributário indica qual o melhor regime tributário para sua empresa.

Em um bom planejamento tributário não se faz generalizações, como por exemplo, “o Simples Nacional é mais barato”, ou o “lucro presumido tem menor fiscalização”. A definição do regime adequado para cada empresa requer uma análise cuidadosa de diversos cenários.

Por isso, é importante que você escolha um profissional com profundo conhecimento sobre o assunto para realizar o planejamento tributário. Muitos profissionais oferecem esse serviço, mas nem todos têm a qualificação necessária. Certamente o seu contador é a pessoa mais adequada para fazer o estudo. Além de estar atualizado com as últimas mudanças na legislação tributária, ele também conhece a sua empresa como ninguém.

Contabilidade
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Contribuintes deverão declarar operações liquidadas em espécie

A partir do dia 1º de janeiro entra em vigor uma nova obrigação acessória criada pela Receita Federal, a Declaração de Operações Liquidadas com Moeda em Espécie (DME). Por meio do documento, pessoas físicas e jurídicas deverão informar ao fisco todas as operações em que receberem valores em espécie cuja soma seja igual ou superior a R$ 30 mil, ou equivalente em outra moeda.

A DME deve ser enviada no último dia útil do mês subsequente ao mês de recebimento dos valores em espécie. O documento deve ser apresentado por meio de formulário eletrônico disponível no Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC), no site da Receita Federal.

Eventuais erros ou omissões constatados depois da entrega podem ser corrigidos mediante apresentação de uma DME retificadora. A não apresentação do documento, sua apresentação fora do prazo ou com incorreções ou omissões sujeitam o declarante a multa.

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Ano novo traz mudanças no Simples Nacional

Com a chegada de 2018 entram em vigor uma série de alterações importantes no Simples Nacional. São mudanças nas alíquotas, nos anexos, entrada de novas atividades e novos limites de faturamento. O texto com as alterações foi sancionado em outubro de 2016 por meio da Lei Complementar nº 155.

Uma das principais mudanças é o aumento do limite de faturamento para a empresa optar pelo regime, que passou de R$ 3,6 milhões para R$ 4,8 milhões. Mas há um detalhe, se o faturamento for superior a R$ 3,6 milhões e inferior a R$ 4,8 milhões, a empresa terá que pagar ICMS e ISS separadamente. Nesse caso, apenas os impostos federais têm recolhimento unificado.

Os Microempreendedores Individuais (MEI) também têm um novo teto, que passou de R$ 60 mil para R$ 81 mil ao ano.

Outra alteração importante é nas tabelas do Simples. A partir de agora são apenas cinco anexos: um para comércio (anexo I), um para indústria (anexo II), e três para serviços (anexos III, IV e V). A alíquota inicial permanece a mesma, com exceção do anexo V, que foi atualizado não terá mais relação com o anexo V anterior. Já o anexo VI deixou de existir

Além disso, a quantidade de faixas de faturamento caiu de 20 para apenas 6. Porém, apesar do número menor de faixas, o cálculo ficou mais complexo, pois a alíquota não é mais fixa por faixa de faturamento mensal, e sim progressiva. Ou seja, ao aumentar o faturamento, também aumenta a tributação. Por outro lado, há um desconto fixo específico para cada faixa de enquadramento.

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