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Empresas devem planejar pagamento do 13º salário

Muitos pequenos empresários chegam ao final de cada mês com a mesma dificuldade: como equilibrar as receitas, despesas e fechar no azul. Dentro desse cenário, despesas extras, como o 13º salário, complicam ainda mais a situação. Por isso, para evitar problemas, é importante que o gestor faça um planejamento antecipado dessa despesa extra.

Para este ano não há muito o que fazer, mas é bom já começar a pensar em 2018. O ideal é criar um fundo de reserva que deve ser montado desde o início do ano. A dica é reservar 10% da folha de pagamento apenas para o 13º salário. Se possível esse percentual deve ser maior e incluir as férias e outras despesas extras com colaboradores.

Outra opção é aproveitar “momentos de pico” para realizar esse reserva. É comum em algumas empresas que haja um período de maior lucratividade. O ideal é que o gestor aproveite esse fluxo de receita e separe uma parte para o pagamento do 13º.

O prazo para o pagamento da primeira parcela do benefício termina no dia 30 de novembro, podendo ser antecipada caso a empresa tenha dinheiro em caixa. Já a segunda parcela deve ser paga até dia 20 de dezembro. Todos os trabalhadores com carteira assinada têm direito à bonificação.

Na maioria dos casos o 13º corresponde ao valor de um salário mensal. Porém, nos anos em que os meses trabalhados forem inferiores a doze, é necessário dividir o salário integral por 12 e multiplicar pelo número de meses trabalhados. É importante lembrar que horas extras, adicionais noturnos, por insalubridade ou periculosidade, também são contabilizados no benefício.

 

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Juiz federal Marlos Melek fará palestra sobre ações trabalhistas e legislação em Maringá

PalestraO juiz federal Marlos Augusto Melek fará palestra nesta quinta-feira, dia 06, em Maringá, a convite do SESCAP-PR (Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis). Ele falará sobre as ações trabalhistas que causam maior impacto nas empresas e dará dicas sobre o entendimento da legislação visando a redução de riscos aos empresários. O evento acontecerá no auditório do CRC-PR (Av. Carneiro Leão, 135- 13º andar – Edifício Europa), a partir das 15 horas.

Numa linguagem clara, sem “jurisdiquês”, o palestrante se propõe a ajudar o empresário a entender melhor tudo o que envolve a justiça trabalhista. Horas extras, demissões, assédio moral, são alguns dos temas que serão abordados na apresentação.

Inscrição solidária
A inscrição para a palestra é solidária. Todo o valor arrecadado será revertido à ação social alusiva ao Dia da Criança, comemorado no dia 12 de outubro. Na ocasião, o SESCAP-PR vai realizar uma programação especial para os alunos de uma instituição que atende crianças carentes. As inscrições podem ser feitas pela internet no endereço www.sescap-pr.org.br/cursos.

Sobre o palestrante
Marlos Melek é juiz do trabalho há 11 anos com vasta atuação na área. É juiz corregedor Nacional de Justiça Auxiliar no Conselho Nacional de Justiça (CNJ); juiz corregedor regional do Trabalho da 9ª Região e juiz auxiliar da presidência do Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região.

Melek também é autor do livro “Trabalhista! E agora? Onde as empresas mais erram” editado pela Editora Estudo Imediato. A obra preenche uma lacuna sobre a falta de informações que gera condenações às empresas e “ensina o caminho das pedras” para evitar condenações na Justiça do Trabalho.

Palestra “Trabalhista! E agora? Onde as empresas mais erram”
Data: Quinta-feira, dia 6
Horário: Das 15h às 17h
Local: Auditório do CRCPR
Endereço: Avenida Carneiro Leão, 135- 13º andar – Edifício Europa
Mais informações: (44) 3026-6087 com Marilene – [email protected]

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Lei proíbe trabalho de gestantes em atividade perigosa

Sem título-1Mulheres grávidas ou que estejam amamentando devem ser temporariamente afastadas de locais insalubres de trabalho. O procedimento foi estabelecido pela Lei 13.287/2016, publicada no dia 11 de maio.

A nova legislação garante à trabalhadora gestante ou lactante o exercício de suas funções em local saudável durante esse período em especial. A norma, no entanto, não prevê a manutenção do salário integral, incluindo os adicionais de insalubridade, durante o período de afastamento.

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Armadilha?

A possibilidade do trabalhador usar parte da multa do FGTS como garantia para crédito consignado não deverá resultar em sobre-endividamento, conforme anunciou o governo, ontem (28). Será? O ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, em entrevista após a reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), assegurou  que o Conselho Curador do FGTS estará atento e que a própria regulação do sistema bancário evita que o trabalhador se endivide em excesso.

A proposta precisa passar pelo Congresso para ser regulamentada. Vale aí uma análise das entidades que representam a classe trabalhadora. No mais, a ação gera um movimento importante em alguns setores da economia.

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