Especialista em Marketing para empresas contábeis ministra treinamento e palestra em Maringá

Nesta segunda-feira, dia 30, o especialista em Marketing para empresas contábeis, Anderson Hernandes, esteve em Maringá para ministrar treinamento na empresa Fênix Contabilidade e palestra para os diretores do sindicato dos contabilistas da cidade (Sincontábil).

Formado em Contabilidade, Marketing e MBA em Gestão de Negócios, Hernandes é autor de dez livros, possui mais de 600 vídeos gravados em seus cursos online e para o seu canal no YouTube, além de já ter realizado mais de 800 palestras em todo o Brasil.

Aproveitando a visita de Hernandes à cidade a equipe da Rádio Fecopar realizou uma entrevista exclusiva com o especialista. Na conversa ele falou sobre as transformações do marketing na contabilidade. Ouça aqui o áudio da entrevista na íntegra.

 

Contabilidade
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Receita Estadual vai excluir do Simples empresas com débito

Mais de 11 mil empresas paranaenses optantes pelo Simples Nacional podem ser excluídas do regime por débitos com a Receita Estadual. Os termos de exclusão já foram enviados para o Domicílio Tributário Eletrônico do Simples Nacional (DTE-SN) dos devedores, e aqueles que não regularizarem a situação serão excluídos do regime a partir do próximo ano.

Os débitos tributários se referem aos apurados, até o dia 31 de julho deste ano, dentro da legislação tributária estadual, em especial, o IPVA. Ou seja, não estão incluídos os valores devidos pelo regime do Simples Nacional.

Para evitar a exclusão do Simples, os débitos devem ser regularizados por meio de pagamento integral, parcelamento ou demais medidas que suspendam sua exigibilidade.

Para mais informações entre em contato com a sua empresa de serviços contábeis.

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Empresas devem planejar pagamento do 13º salário

Muitos pequenos empresários chegam ao final de cada mês com a mesma dificuldade: como equilibrar as receitas, despesas e fechar no azul. Dentro desse cenário, despesas extras, como o 13º salário, complicam ainda mais a situação. Por isso, para evitar problemas, é importante que o gestor faça um planejamento antecipado dessa despesa extra.

Para este ano não há muito o que fazer, mas é bom já começar a pensar em 2018. O ideal é criar um fundo de reserva que deve ser montado desde o início do ano. A dica é reservar 10% da folha de pagamento apenas para o 13º salário. Se possível esse percentual deve ser maior e incluir as férias e outras despesas extras com colaboradores.

Outra opção é aproveitar “momentos de pico” para realizar esse reserva. É comum em algumas empresas que haja um período de maior lucratividade. O ideal é que o gestor aproveite esse fluxo de receita e separe uma parte para o pagamento do 13º.

O prazo para o pagamento da primeira parcela do benefício termina no dia 30 de novembro, podendo ser antecipada caso a empresa tenha dinheiro em caixa. Já a segunda parcela deve ser paga até dia 20 de dezembro. Todos os trabalhadores com carteira assinada têm direito à bonificação.

Na maioria dos casos o 13º corresponde ao valor de um salário mensal. Porém, nos anos em que os meses trabalhados forem inferiores a doze, é necessário dividir o salário integral por 12 e multiplicar pelo número de meses trabalhados. É importante lembrar que horas extras, adicionais noturnos, por insalubridade ou periculosidade, também são contabilizados no benefício.

 

Trabalhista
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O que fazer em casos de clientes insatisfeitos?

Oferecer um atendimento de qualidade, mais do que um diferencial, é hoje um requisito básico para o sucesso de qualquer negócio. No entanto, essa atenção com o cliente não deve acabar com a concretização da venda. Também é importante manter a excelência no atendimento em casos de reclamações.

Hoje, com as redes sociais, ficou muito mais fácil para os clientes externarem sua insatisfação com um produto ou serviço. Por isso, é essencial saber lidar com essas críticas para que elas não prejudiquem a imagem do seu negócio.

Entender o que aconteceu e ouvir o cliente são dois pontos fundamentais para começar a reverter a situação. Pense que qualquer negócio pode ter falhas, e que as críticas ajudam a ajustar as estratégias de sua empresa. Por isso, procure a origem do problema em vez de entrar em conflito com o cliente.

Depois de entender a reclamação do cliente, o passo seguinte é procurar formas de resolver o problema. Nesse momento a agilidade é determinante para contornar a situação. Quando o cliente percebe o interesse e a disposição da empresa em solucionar o problema com rapidez, o grau de insatisfação diminui.

No entanto, só prometa o que é possível cumprir, principalmente em relação a prazos. Caso a empresa não cumpra com o prometido, a situação só se agrava e a imagem do seu negócio fica ainda mais comprometida.

Resolvido o problema, peça desculpas pelo transtorno e agradeça o cliente pela compreensão e paciência. Você também pode oferecer alguma vantagem como vale-desconto, brindes, ou outro benefício que possa compensar a experiência negativa.

Por último, analise como você pode melhorar a sua empresa a partir dessa reclamação. Uma crítica pode ajudar a identificar falhas que você, empresário, não consegue perceber. Por isso, use essas reclamações para aprimorar o seu negócio.

Gestão
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Nova lei permite conceder desconto em compras pagas à vista

Uma prática que já era adotada por alguns lojistas, apesar de proibida, agora virou lei. Com a publicação da Medida Provisória 764, os comerciantes estão autorizados a cobrarem preços diferentes para um mesmo produto de acordo com a forma de pagamento (cartão de crédito, dinheiro, parcelamento etc.).

Com a nova legislação a empresa pode oferecer descontos nas compras à vista ou pagas com dinheiro em espécie, por exemplo. Antes, era proibido por lei cobrar um preço diferente para quem paga à vista, em cheque ou parcela a compra no cartão de crédito.

No entanto, a nova lei exige que a empresa informe em lugar visível quais os descontos serão oferecidos no pagamento em dinheiro, ou parcelado no cartão de crédito, por exemplo. Caso essa regra não seja cumprida, a empresa fica sujeita ao pagamento de multa, fato esse já previsto no Código de Defesa do Consumidor.

Legislação
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Confira os valores do novo salário mínimo do Paraná

Já está em vigor o novo salário mínimo do Paraná. O piso salarial teve reajuste de 7%, aplicado em quatro faixas salariais, que variam de R$ 1.223,30 a R$ 1.414,60.

Os novos pisos salariais não valem para os trabalhadores organizados nos sindicatos que já têm o seu teto salarial definido pelas convenções coletivas.

O governo estadual também antecipou a data base do piso mínimo regional em um mês a cada ano, fixando-se em 1º de março para 2018, em 1º de fevereiro para 2019 e em 1º de janeiro para 2020.

Confira na tabela abaixo os profissionais que são beneficiados pelo mínimo regional e o salário que terão direito.

 

                                                  GRUPO  SALÁRIO
I – Trabalhadores empregados nas atividades agropecuárias, florestais e da pesca R$ 1.223,20
II – Trabalhadores de serviços administrativos, domésticos e gerais, vendedores e trabalhadores de reparação e manutenção R$ 1.269,40
III – Trabalhadores na produção de bens e serviços industriais R$ 1.315,60
IV – Técnicos de nível médio R$ 1.414,60
Contabilidade
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Contratar MEI de forma indevida pode gerar vínculo empregatício

Criado em 2009, o Microempreendedor Individual (MEI) tornou bem mais fácil a vida de alguns empreendedores que querem abrir uma empresa no Brasil. Apesar de limitado à algumas atividades, o processo para abrir um pessoa jurídica como MEI é muito mais simples, e o custo mensal com taxas e impostos é irrisório se comparado com uma empresa enquadrada no Simples Nacional.

Por outro lado, abrir a empresa como MEI traz algumas limitações, mas esse não é o foco dessa matéria. O que queremos destacar aqui é que com a chegada do MEI ficou muito mais fácil para uma empresa contratar um prestador de serviço como pessoa jurídica (PJ), e desse modo economizar com os encargos trabalhistas que teria com a contratação de um empregado.

Apesar dessa modalidade de contratação trazer algumas vantagens é preciso cuidado para que a relação não configure vínculo empregatício. É permitido contratar um MEI para um trabalho esporádico, como por exemplo, um serviço de manutenção de um equipamento. Por outro lado, não é permitida a contratação, por exemplo, de uma cozinheira para o refeitório da empresa, pois essa atividade é contínua e gera uma relação trabalhista.

Segundo o advogado Jorge Moraes Filho, se o contratado comparece na empresa com habitualidade, cumpre jornada fixa e se submete às ordens e fiscalização de um representante da empresa que o contratou, isso configura um vínculo de emprego.

Moraes afirma ainda que a Justiça do Trabalho têm considerado a prática como uma tentativa de burlar a legislação trabalhista e por isso reconhece o vínculo empregatício entre o profissional e a empresa tomadora de serviço. “Caso for comprovada a fraude, a empresa estará obrigada a pagar todos os direitos trabalhistas ao empregado”, disse.

Direito
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Empresas não podem exigir antecedentes criminais na hora de contratar

Empresas não podem exigir certidão de antecedentes criminais na hora de selecionar e contratar profissionais. Essa foi a decisão do Tribunal Superior do Trabalho (TST) que deverá ser aplicado a todos os casos que tratam de matéria semelhante.

Os membros do TST entenderam que a exigência do documento caracteriza dano moral porque configura uma atitude discriminatória da empresa em relação ao trabalhador.

A empresa que exigir a certidão pode ser levada à Justiça e condenada a pagar indenização, independentemente do candidato ao emprego ter sido admitido ou não.

No entanto, existem algumas exceções à regra. A exigência é considerada legítima em atividades que envolvam o cuidado com idosos, crianças e incapazes, o manuseio de armas ou substâncias entorpecentes, o acesso a informações sigilosas e transporte de carga.

Com a decisão do TST a certidão de antecedentes criminais entra para a lista de documentos que as empresas não podem exigir dos trabalhadores. Também fazem parte dessa lista: comprovante de tempo de experiência prévia; certidão trabalhista negativa; comprovação de que o candidato não tem o nome negativado; exames de gravidez e de HIV.

Na dúvida sobre quais documentos você pode exigir no processo de seleção entre em contato com a sua empresa de serviços contábeis.

Direito
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Empresas não podem exigir antecedentes criminais na hora de contratar

Empresas não podem exigir certidão de antecedentes criminais na hora de selecionar e contratar profissionais. Essa foi a decisão do Tribunal Superior do Trabalho (TST) que deverá ser aplicado a todos os casos que tratam de matéria semelhante.

Os membros do TST entenderam que a exigência do documento caracteriza dano moral porque configura uma atitude discriminatória da empresa em relação ao trabalhador.

A empresa que exigir a certidão pode ser levada à Justiça e condenada a pagar indenização, independentemente do candidato ao emprego ter sido admitido ou não.

No entanto, existem algumas exceções à regra. A exigência é considerada legítima em atividades que envolvam o cuidado com idosos, crianças e incapazes, o manuseio de armas ou substâncias entorpecentes, o acesso a informações sigilosas e transporte de carga.

Com a decisão do TST a certidão de antecedentes criminais entra para a lista de documentos que as empresas não podem exigir dos trabalhadores. Também fazem parte dessa lista: comprovante de tempo de experiência prévia; certidão trabalhista negativa; comprovação de que o candidato não tem o nome negativado; exames de gravidez e de HIV.

Na dúvida sobre quais documentos você pode exigir no processo de seleção entre em contato com a sua empresa de serviços contábeis.

Direito
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Saiba como fazer o pagamento dos funcionários corretamente

Você sabe qual a forma correta de fazer o pagamento de seus funcionários? A maioria dos empresários com certeza vai responder que sim. No entanto, por desconhecimento ou desatenção, ainda é comum que erros sejam cometidos no processo.

De acordo com a legislação o pagamento do salário deve ser feito no máximo até o quinto dia útil do mês. Nesse cálculo deve ser contado o sábado, mesmo para as empresas que não trabalham nesse dia.

Nesse mês de maio, por exemplo, o quinto dia útil cai no sábado, dia 6. Com isso, no caso das empresas que não trabalham aos sábados, o pagamento deve ser efetuado na sexta-feira, dia 05.

Existem algumas exceções em que o pagamento não é realizado no quinto dia útil, mas em uma data especifica, como o dia 02, por exemplo. No entanto, isso só é possível quando previsto em documento coletivo de trabalho.

Se a data limite para o pagamento do salário for ultrapassada, o empregador fica sujeito à multa e até mesmo a processo por dano moral.

O pagamento pode ser feito por meio de dinheiro, cheque ou depósito em conta. No caso do pagamento em cheque, este deve ser feito em horário bancário e deve ser disponibilizado tempo para o funcionário sacar o pagamento.

Já no caso do pagamento por meio de crédito em conta corrente, este pode apenas acontecer com o prévio consentimento do trabalhador e em agência bancária próxima ao local de trabalho.

Legislação
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