Mês: janeiro 2011



Citroën C3 SONORA: você nunca ouviu um carro assim

· Nova série especial traz sistema de áudio exclusivo e inédita parceria entre a Citroën e o Portal Terra, permitindo um ano com download de música grátis

· Em apenas um clique, usuário tem acesso irrestrito a mais de dois milhões de músicas
Chega às concessionárias da marca o Citroën C3 Sonora, uma série especial exclusiva e fruto da parceria com o serviço de música do portal Terra. Desenvolvida para um público jovem, que valoriza cada vez mais a tecnologia e a conectividade, o Citroën C3 Sonora oferece acesso gratuito ao plano mais completo do serviço de música do Terra, o Sonora 250, que permite ao usuário ouvir todo o catálogo e ainda baixar até 250 músicas por mês durante um ano. Um portfólio completo, com mais de dois milhões de possibilidades de downloads, dos mais diversos estilos musicais.


“Esta parceira é estratégica para nós. Assim como o C3, o Terra Sonora tem espírito jovem. Desenvolvemos uma série especial para uma geração conectada, que valoriza elementos como modernidade, tecnologia, música e Internet”, explica Nívea Ferradosa, diretora de Marketing da Citroën do Brasil.
E para assegurar máxima qualidade de reprodução, o C3 SONORA recebeu um pacote de áudio premium, composto por um exclusivo sistema de som Pioneer. As versões equipadas com motorização 1.4 Flex trazem entrada auxiliar P2 (MP3) e Code Security. Já as equipadas com motorização 1.6 16V Flex incluem a função HiFi-like (espacialização), Bluetooth e entrada USB – Box. Rodas de liga leve exclusivas dão ainda um toque mais esportivo à Série Especial.
“A série especial C3 SONORA está alinhada à filosofia “Créative Technologie”, que remete à modernidade a serviço do bem-estar a bordo, agora com a possibilidade de desfrutar de uma programação musical gratuita, de excelente padrão”, conclui a executiva.
O Citroën C3 é o carro-chefe de vendas da Citroën do Brasil que vem batendo recordes mensais sucessivos, com um volume de emplacamentos que chegou a mais de quatro mil unidades em dezembro, encerrando 2010 com emplacamentos recordes de mais de 40 mil unidades.

Versões
A Série Especial C3 SONORA estará disponível para toda a gama do modelo, com pequenas variações – dependendo da motorização, na configuração dos rádios. O C3 GLX 1.4 Flex será equipado com o rádio Pioneer RDE1, cujas características principais são a reprodução MP3 e uma entrada P2 para MP3 Player, além do código de segurança.
Já as versões Exclusive 1.6 16V Flex incluem adicionalmente o sistema sonoro de espacialização HiFi-like, entrada auxiliar USB, Bluetooth integrado e controle de iPod. HiFi-like é a nomenclatura comercial da Pioneer para o efeito que promove a qualificação das ondas sonoras num processo denominado “espacialização”, que proporciona qualidade de som de altíssimo nível.
Produzido no complexo industrial da marca, em Porto Real (RJ), o C3 Sonora recebeu uma série de modificações elétricas, necessárias aos sistemas Bluetooth e USB-BOX. “Decidimos produzir a série especial integralmente na fábrica, assegurando máxima qualidade de acabamento na instalação dos novos componentes”, afirma Ruy Águas, gerente de Marketing de Produto da Citroën do Brasil.

O exclusivo portfólio TERRA SONORA
Ao adquirir a Série Especial, o usuário terá acesso ao portfólio completo do Sonora, com mais de dois milhões de músicas. O acesso à oferta da campanha é simples e rápido, feito através da home-page da Citroën (www.citroen.com.br). Com apenas um clique, o cliente é direcionado a uma página dedicada para o preenchimento de seus dados pessoais e do veículo. Abre-se então para o cliente todo o universo do SONORA, cujo conteúdo é considerado entre os melhores e mais completos do mundo digital.
Um dos maiores serviços de música digital por assinatura do mundo – é o terceiro do ranking mundial desde novembro, o SONORA atraiu atenção ao lançar seu novo pacote comercial, que permite o acesso a músicas em formato MP3 de alta qualidade. A versão especial C3 SONORA – complementa Ruy Águas – foi toda pensada para que a experiência de dirigir seja mais prazerosa, sempre acompanhada pela música: o carro une a possibilidade de ouvir sem limites e baixar todo o catálogo do SONORA com um equipamento de áudio diferenciado”, conclui.

Sobre o Sonora
Criado no Brasil pelo Terra, maior empresa de mídia online da América Latina, o Sonora detém mais de 40% do mercado de música digital do país, onde conta com 300 mil assinantes. Em apenas quatro anos desde o lançamento, em 2006, tornou-se um dos três maiores no mercado de assinatura de músicas no mundo, concorrendo com os americanos Napster e Rhapsody e o europeu Spotify, todos bloqueados para os internautas brasileiros. Depois do Brasil, Argentina, Chile, Colômbia e México, o Sonora estará presente em outros países da América Latina, como Equador, Peru e Venezuela, nos próximos seis meses.

Fonte:

CITROËN DO BRASIL – DIRETORIA DE RELAÇÕES PÚBLICAS E IMPRENSA

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Best Cars: Citroën vence na “Minivan Compacta”


    · C4 Picasso e Grand C4 Picasso conquistam 32% dos eleitores. SUV Compacto AIRCROSS já é o segundo da categoria

A Citroën venceu pela terceira vez consecutiva o prêmio de “Melhor Minivan Compacta” da Eleição dos Melhores Carros, promovida pelo Best Cars Web Site entre outubro e dezembro de 2010, e que contou com a participação de 37.435 internautas de todo o Brasil. Os modelos C4 Picasso e Grand C4 Picasso, que concorreram juntos, foram considerados os melhores por 32% dos votantes.


O resultado da eleição consagrou a linha de minivans compactas da Citroën. Destaque para a segunda posição, conquistada pelo recém lançado SUV Compacto AIRCROSS, que recebeu 15,1% dos votos. Este resultado comprova a preferência do público pela Citroën nessa importante categoria da votação, com 47,1% da preferência do eleitorado.

Realizada desde 1998, a Eleição dos Melhores Carros do Best Cars já é considerada uma das mais importantes no universo da internet brasileira. Está em sua 13ª edição e possui 27 categorias no total, abrangendo os mais relevantes segmentos do mercado nacional de automóveis.

Fonte:

CITROËN DO BRASIL – DIRETORIA DE RELAÇÕES PÚBLICAS E IMPRENSA

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New Fiesta, Focus e Fusion vencem eleição

A Ford conquistou três prêmios na 13ª Eleição dos Melhores Carros promovida pelo Best Cars Web Site: o New Fiesta venceu como Melhor Sedã Pequeno, o Focus, como Melhor Hatch Médio, e o Fusion, como Melhor Sedã Grande. A eleição, realizada entre outubro e dezembro de 2010, contou com os votos de 37.435 internautas de todo o Brasil.

O New Fiesta estreou na pesquisa com uma folgada vitória, indicada por 38,5% dos votos, mais que o dobro do segundo colocado. Além da proposta inovadora de design e tecnologia, o novo carro global da Ford se destaca pela qualidade, segurança, desempenho e preço, atributos que lhe renderam mais de 70 prêmios internacionais. No Brasil, venceu também o 12º Prêmio Imprensa Automotiva, da Abiauto – Associação Brasileira da Imprensa Automotiva, e o Top Car TV 2010 de Melhor Importado.

O Ford Focus foi eleito o Melhor Hatch Médio na eleição do Best Cars Web Site pelo terceiro ano consecutivo, desta vez por uma margem maior de votos, com 32,1% da preferência – o dobro do segundo colocado -, e ampliou a sua vantagem na categoria. Campeão de todos os comparativos da imprensa, o Focus fechou 2010 com o recorde histórico de mais de 4.300 unidades emplacadas em dezembro e ficou entre os dois veículos mais vendidos do segmento no Brasil.

Já o Ford Fusion foi campeão dos Sedãs Grandes pelo quinto ano seguido, com 26,4% dos votos, 1 ponto porcentual a mais que no ano passado. Líder de vendas do segmento de sedãs de luxo, o carro ganhou novo motor V6, tração integral e tecnologias avançadas de conectividade que reforçaram a sua combinação imbatível de conteúdo e preço.

A Eleição dos Melhores Carros do Best Cars, realizada desde 1998, é a maior e mais importante votação pública do mercado automobilístico na internet brasileira. Ela é composta por 27 categorias que abrangem os principais segmentos do mercado e abre espaço também para modelos fora de produção.

(28/01/2011)

Imprensa Ford

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Aliança Renault-Nissan bate novo recorde

A Aliança Renault-Nissan teve um ano recorde, com 7.276.398 veículos vendidos em 2010, uma alta de 19,6% em relação a 2009, em um mercado que cresceu 11,8%. A Aliança Renault-Nissan obteve uma participação de 10,3%* do mercado mundial em 2010.

A Renault e a Nissan venderam 2.625.796 e 4.080.588** veículos, respectivamente. As vendas da Lada representaram 570.014 veículos, em alta de 37,6% em relação ao ano anterior. As vendas mundiais da Renault tiveram um aumento de 14% e, as da Nissan, de 21,5%.

“Em 2010, a Aliança Renault-Nissan teve um volume de vendas e uma participação de mercado mundial sem precedentes. A nossa performance foi especialmente animadora nos mercados promissores em termos de crescimento, onde todas as marcas da Aliança continuam a conquistar participações de mercado”, declarou Carlos Ghosn, Presidente da Aliança Renault-Nissan.

“A Aliança é a parceria mais sólida do setor automobilístico. Tendo completado 12 anos, continua a ampliar a sua presença mundial, apoiando-se em novas capacidades de produção e produtos competitivos”, afirmou Carlos Ghosn.

*Vendas totais de veículos de passeio e utilitários de acordo com as estimativas da Renault: 70.476.213 unidades
** Vendas no ano civil de 2010

Grupo Renault: fatos marcantes

O Grupo Renault quebrou um novo recorde de vendas, atingindo 2,6 milhões de veículos, em alta de 14% em relação a 2009. Nas cinco regiões do Grupo, todas registraram um forte aumento em termos de volume e participação de mercado, com exceção da Euromed, onde as vendas recuaram 0,2 ponto. Todas as marcas contribuíram para o aumento das vendas do Grupo: a Renault cresceu 14%, a Dacia 12% e, a Renault Samsung Motors, 19%.

Na Europa, o Grupo Renault teve um aumento de 7,4% em termos de volume, com 1.642.000 unidades vendidas, em um mercado em queda de 3,7%. A marca Renault subiu uma posição no ranking das montadoras de veículos de passeio (VP) e utilitários (VU), tornando-se a segunda colocada em termos de vendas. Em VU, a marca consolidou o primeiro lugar, com uma participação de mercado de 15,9%.

Fora da Europa, o Grupo mantém uma tendência de aumento, com vendas em alta de 26%, alcançando 983.731 unidades. As vendas da Renault Samsung Motors tiveram um aumento de 16,5% no mercado interno de VP e representam uma participação de 11,9% do mercado da Coreia do Sul. Com 155.697 unidades vendidas, a Coreia do Sul é o quarto mercado do Grupo Renault.

As vendas do Grupo Renault fora da Europa corresponderam a 37% do total, contra 34% em 2009.

Fonte:

Renault – Sala de Imprensa

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13 anos de Código de Trânsito Brasileiro

A Perkons conversou com três profissionais da área para apresentar um panorama completo dos pontos mais importantes da legislação de trânsito

Há 13 anos em vigor, o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) resultou numa legislação mais rígida. Porém, ainda não conseguiu acabar com a violência no trânsito. Avanços foram registrados nesse período, como o maior rigor para a obtenção da licença de habilitação, o respeito à faixa de pedestres, a intensificação das regras para o uso de capacete e o estabelecimento da lei seca. No entanto, há muito para se avançar.

A colcha de retalhos em que a legislação atual se encontra expressa bem o contexto: são milhares de adaptações e necessidades que surgiram com o tempo de vigência – uma ponderação unânime entre especialistas.

A Perkons acompanha essa evolução desde antes do novo Código, compreendendo as imperfeições e contribuições da lei para a mobilidade urbana e segurança. Entendemos que, para compreender o escopo do trânsito brasileiro, seja preciso um resgate, um paralelo com a tecnologia e também uma perspectiva do que nos aguarda no futuro. Entrevistamos três especialistas nestes temas, que você poderá acompanhar agora:

“Treze anos após sua criação, o CTB caiu no esquecimento. As leis ficaram banalizadas”

Dulce Lutfalla – Assessora da Diretoria de Operações da CET-SP e membro da Câmara Temática do Contran.

Perkons – Quais foram as principais mudanças que o Código de Trânsito Brasileiro incorporou ao cotidiano do trânsito e sua fiscalização?

Dulce – O CTB introduziu mudanças principalmente na estrutura do sistema nacional de trânsito, a partir da criação do município. Antes, o Estado era responsável por fiscalizar todo o seu território, o que tornava a supervisão distante e defasada. Tal sistema resultou em uma melhoria de zero para 75% da população do país sendo fiscalizada.

Perkons  – O que ainda precisa ser aperfeiçoado?

Dulce – A estrutura do sistema nacional de trânsito precisa ser melhorada, assim como os conselhos estaduais de trânsito precisam ser fortalecidos. O que falta é acompanhar a aplicação da legislação nos estados. Para tal, é necessário um maior investimento em estrutura e orçamento de tais unidades. O Poder Executivo deve priorizar o trabalho de supervisão para que o trânsito se torne coeso, em que legislação e fiscalização caminhem juntas.

Perkons – Você acredita que as leis presentes no CTB cobrem todas as necessidades que o trânsito demanda?

Dulce – A legislação brasileira é muito boa. Pouquíssimas modificações precisam ser feitas; somente para aperfeiçoar o que já temos. Inclusive, um projeto de lei já prevê algumas alterações, mas ainda precisa ser aprovado. Tais mudanças somente ajudariam na aplicação da legislação já existente. Gostaria de ver, com o início da Década da Segurança Viária, uma política nacional de trânsito que funcione e possa ser aplicada para nortear o trabalho das esferas envolvidas com o trânsito.

Perkons – Quando o CTB foi criado você deu um depoimento sobre o número de acidentes de trânsito diminuiu e que, atualmente, este número voltou a crescer. Qual o motivo deste crescimento?

Dulce – Quando o CTB entrou em vigor, a mídia deu muito espaço para o debate de suas leis e respectivas aplicações. As campanhas de trânsito eram constantes e o público estava atento às punições, como, por exemplo, a pontuação necessária para se ter a CNH suspensa. Treze anos após sua criação, o CTB caiu no esquecimento. As leis ficaram banalizadas. Precisamos unir esforços para dar visibilidade às problemáticas do trânsito. É preciso investir em campanhas permanentes, fiscalização permanente, engenharia permanente. O transito é multidisciplinar e somente trabalhando todas essas vertentes vamos conseguir gerar o resultado esperado. Não existe milagre para consertar o trânsito, existe trabalho. O CTB foi um marco para o início de uma visão técnica do trânsito.

A importância da tecnologia no cumprimento do CTB

Walter Alberto Schause – Especialista em Gestão Empresarial, pela FGV; MBA em marketing Business to Business, pela Thunderbird School of Global Management – EUA; participante do programa Owner/President Management, pela Harvard Business School – Boston/EUA. Atua na Perkons desde 1997, sendo diretor comercial desde 2004.

Perkons – O que existia de tecnologia de fiscalização antes da criação do Código de Trânsito Brasileiro?

Walter – A Perkons começou com fiscalização eletrônica antes mesmo do novo código de trânsito. A nova lei reforçou uma das filosofias por trás da instalação dos equipamentos: o maior rigor na fiscalização do respeito à velocidade da via salva vidas. Outra mudança que beneficiou a população foi a municipalização do trânsito. Com isso, as cidades puderam assumir a gestão e, desta forma, agir com mais proximidade e eficiência nos pontos críticos e reduzir os índices de acidentes de trânsito.

Perkons – Como a tecnologia caminhou com as leis?

Walter – Em paralelo à evolução da legislação, o Contran continuou seu trabalho de publicar requisitos técnicos mínimos para a fiscalização da velocidade, de avanço de sinal vermelho e outras tecnologias, o que traz vantagens tanto para a população quanto para as empresas do setor que, como a Perkons, fazem um trabalho sério de aprimoramento tecnológico.

Perkons – E como a Perkons viu mercado para explorar e contribuir para um trânsito mais seguro?

Walter – Outro destaque importante para as empresas é que o CTB abriu o leque do uso da tecnologia deixando em aberto no artigo 280 a comprovação de uma infração por “qualquer meio tecnologicamente disponível”, permitindo desta forma a invenção de novos equipamentos que podem aumentar a segurança e promover a mobilidade urbana e nas rodovias.

Perkons – O Ipea divulgou esta semana pesquisa sobre mobilidade urbana. Nela, a realidade dos congestionamentos já aparece também fora dos grandes centros econômicos, como regiões Norte e Sul. Como a tecnologia pode contribuir para o planejamento dos engenheiros de trânsito?

Walter – A pesquisa valida a afirmação de que a frota brasileira de veículos cresce desordenadamente, aumentando os congestionamentos: 52,3% dos entrevistados de renda até dois salários mínimos têm veículo próprio; 95,59% dos brasileiros com renda acima de 20 salários mínimos são donos de carros ou motos. O IPEA constatou também que a facilidade no deslocamento já esbarra nos gargalos das vias: 20,5% enfrentam congestionamento mais de uma vez por dia. Graças aos avanços no trânsito conquistados também pelas regulamentações do CTB, a tecnologia dos aparelhos de monitoramento eletrônico já transmitem dados de fluxo, velocidade e até comportamento do motorista, permitindo aos responsáveis pelo trânsito trabalhar as vias alternativas e outras medidas para que o tráfego flua melhor.

“A solução individual nunca é a melhor saída”

David Duarte Lima – Presidente do Instituto Brasileiro de Segurança no Trânsito (IST), Doutor em Segurança do Trânsito pela Universidade Livre de Bruxelas e Professor da Universidade de Brasília (Unb).

Perkons – No ano em que completa 13 anos, quais avanços podem ser verificados no Código de Trânsito Brasileiro?

David – A primeira coisa é que uma boa parte do CTB não saiu do papel. E não é difícil encontrar exemplos práticos disso; a inspeção veicular, por exemplo. A fiscalização de alcoolemia, que vem sendo feita aos trancos e barrancos. Se fizéssemos uma varredura, veríamos o quanto essas questões ainda são desiguais. Mesmo na fiscalização do cometimento de infrações, as ações ainda são muito pontuais. Há estados em que simplesmente não existe a fiscalização. No entanto, um campo em que há uma boa reposta é a fiscalização de velocidade; esse funciona relativamente bem.

Perkons – Quais as perspectivas para o futuro?

David – Hoje, no Brasil, nós temos cerca de 40 mil óbitos por ano, cerca de 800 mil feridos – todos vítimas do trânsito. Na última década, houve um aumento de mais de 1000% na mortalidade de motociclistas – este é o principal grupo atingido por acidentes de trânsito atualmente. Isso é apenas o diagnóstico, o tratamento ainda não está sendo feito. Há pouco investimento em educação e fiscalização. Espera-se que as ações comecem pelo governo federal com políticas de segurança de trânsito para o país. Com isso, o número de mortos deve reduzir pela metade.

Perkons – Com base na nova realidade do trânsito, você acredita que algo precisa ser alterado?

David – A questão é pensar na mobilidade urbana, no transporte coletivo de massa. A solução individual nunca é a melhor saída; não existe espaço público para que todos tenham carro. É obrigação das autoridades buscar alternativas.

Perkons – O 2° parágrafo do artigo 280 do CTB legitima a fiscalização eletrônica. A infração deverá ser comprovada por declaração da autoridade ou do agente da autoridade de trânsito, por aparelho eletrônico ou por equipamento audiovisual, reações químicas ou qualquer outro meio tecnologicamente disponível, previamente regulamentado pelo CONTRAN. Qual a importância disso?

David – No Estado Democrático em que vivemos, deve-se ter direito a defesa em qualquer situação. De qualquer forma, o Estado precisa ter prova da irregularidade cometida. É essa comprovação que ajuda a evitar arbitrariedades. O que evitou que o Brasil tivesse uma situação mais calamitosa no trânsito foi a fiscalização eletrônica. Posso dizer que as empresas fazem isso com muita eficiência. Se não houvesse as empresas privadas ajudando o Estado a fiscalizar, a situação seria ainda pior.

Sobre a PerkonsA Perkons é uma empresa especializada em tecnologia para segurança e gestão integrada de tráfego. A Perkons tem 17 anos de experiência em fiscalização eletrônica de trânsito e foi pioneira neste mercado no país com a invenção da lombada eletrônica em 1992.
Hoje, sua atuação é voltada para o desenvolvimento de produtos e projetos que ofereçam soluções tanto para a segurança quanto para uma gestão completa do trânsito. A experiência acumulada nestes 17 anos permite a empresa oferecer um mix de 13 produtos e serviços que auxiliam os gestores públicos no planejamento urbano e gestão de tráfego. Entre as expertises da empresa está a elaboração de estudos e projetos que auxiliam na tomada de decisões para a conquista de um trânsito mais fluido e seguro.
Todo o trabalho desenvolvido pela empresa tem base em uma estrutura tecnológica que permite o acompanhamento do trânsito em tempo real, fiscalização de infrações, contagem de fluxo e identificação da frota por categoria e tamanho. A reunião dessas informações oferece aos gestores um raio x completo do trânsito e do comportamento do motorista.
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Fonte:

Perkons S.A.
Relacionamento com a Imprensa
Equipe de Atendimento
Assessor de Comunicação

Juliana Hasse

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Grupo Fiat divulga resultados de 2010

O Grupo Fiat fechou o ano superando todos os objetivos acima dos indicadores previstos. A receita bruta do Grupo, de 56,3 bilhões de euros, aumentou 12,3% em relação a 2009. O lucro da gestão ordinária dobrou, para 2,2 bilhões de euros (1,1 bilhão de euros em 2009), com margem sobre a receita de 3,9% (2,1% em 2009), graças à contribuição positiva de todos os setores. Já o lucro líquido foi de 600 milhões de euros (frente ao prejuízo de 848 milhões de euros em 2009). Os resultados foram divulgados ontem, em Turim (Itália), pelo CEO do grupo, Sergio Marchionne, que também apresentou os principais objetivos para o exercício deste ano.
Os resultados referem-se ao desempenho do Grupo antes da divisão em duas companhias – Fiat S.p.A, que reuniu as atividades automobilísticas, e Fiat Industrial, que congrega as fabricantes de veículos industriais, como tratores e caminhões. A cisão passou a vigorar a partir deste ano, quando foram iniciadas as negociações na Bolsa de Milão.
Outros indicadores que apresentaram desempenho favorável foram o endividamento líquido industrial, que ficou em 2,4 bilhões de euros (somava 4,4 bilhões de euros no fim de 2009) e a liquidez financeira, que foi elevada para 15,9 bilhões de euros (frente a 12,4 bilhões de euros em 2009).
O Grupo também confirmou os objetivos financeiros fixados para os diversos negócios no Plano 2010-2014 apresentado em abril de 2010. Para 2011, Fiat e Fiat Industrial fixaram os seguintes objetivos:

• Receitas de cerca de 37 bilhões de euros para a Fiat e de cerca de 22 bilhões de euros para Fiat Industrial.
• Lucro da gestão ordinária entre 0,9-1,2 bilhão de euros para a Fiat e de 1,2-1,4 bilhão de euros para Fiat Industrial.
• Endividamento líquido industrial de 1,5-1,8 bilhão de euros para a Fiat e de 1,8-2,0 bilhões de euros para a Fiat Industrial.
No comunicado, foram apresentados também os números relativos ao desempenho dos setores automobilístico e industrial, de forma separada, tanto para a Fiat pós-cisão (operações contínuas dos negócios relacionados ao setor automobilístico, como Fiat Group Automobiles, Ferrari, Maserati, Fiat Powertrain, Magneti Marelli, Teksid e Comau) quanto para a Fiat Industrial (considerando as operações descontinuadas agregadas na nova holding, como CNH, Iveco e FPT Industrial).
Setor automobilístico
Nesse contexto, as receitas da Fiat sem o setor industrial foram de 35,9 bilhões, com crescimento anual de 9,8%. Considerando-se apenas o Fiat Group Automobiles (FGA), as receitas atingiram 27,9 bilhões de euros, 6% acima do faturamento anterior. O volume de veículos distribuídos foi de 2.081.800 entre automóveis e veículos comerciais leves, com queda de 3,2% sobre o número de 2009. O comunicado ressalta que, apesar da redução da participação no mercado europeu, principalmente na Itália e Alemanha, a Fiat manteve sua posição de liderança no mercado brasileiro, com participação de 22,8%. As marcas esportivas e de luxo tiveram crescimento significativo no ano, com crescimento de 7,9% na Ferrari, para 1,9 bilhão de euros, e de 30,8% na Maserati, para 0,6 bilhão de euros. Já os setores de componentes e sistemas de produção tiveram receitas de 10,9 bilhões, com crescimento de 23,6% sobre 2009.
O lucro da gestão ordinária (trading profit) da Fiat sem o setor industrial foi de 1,1 bilhão de euros, em comparação com o resultado de 376 milhões no exercício de 2009. FGA obteve resultado positivo de 607 milhões de euros (470 milhões de euros em 2009). O crescimento foi atribuído à melhoria do mix de produtos vendidos e dos mercados atendidos, com significativa melhoria da demanda por veículos comerciais leves e a relevante contribuição das vendas no Brasil, além dos ganhos obtidos nos processos industriais (World Class Manufacturing) e na eficiência em compras. O relatório destaca também que os negócios de componentes automotivos e sistemas de produção quase triplicaram o resultado da gestão ordinária, para 249 milhões de euros (crescimento de 160 milhões de euros frente ao resultado de 2009), devido principalmente aos maiores volumes de vendas e à melhoria do mix de produtos.
Fiat Industrial
 

As receitas para as operações da Fiat industrial, se consideradas em separado ao longo de 2010, foram de 21,3 bilhões de euros, um crescimento de 18,8% sobre 2009. O setor de máquinas agrícolas e de construção (CNH) registrou receitas de 11,9 bilhões de euros. O crescimento foi de 17,8% sobre o ano anterior (ou de 12% se contabilizado em dólar), impulsionado pela maior demanda de máquinas agrícolas devido ao aumento dos preços globais das commodities agrícolas, além da consistente recuperação da demanda por máquinas de construção, especialmente nos mercados das Américas do Norte e do Sul e na área da Ásia do Pacífico.
Iveco registrou receitas de 8,3 bilhões de euros, com crescimento de 15,6%. Os volumes distribuídos cresceram 24,8%, para 129.630 unidades, com aumento de 52,4% na região da América Latina, de 41,6% na Europa Oriental e de 17,3% na Europa Ocidental, onde, entretanto, as vendas permanecem modestas em comparação aos níveis pré-crise. Já a FPT Industrial realizou receitas de 2,4 bilhões de euros, 52,8% acima do faturado em 2009.
O lucro da gestão ordinária para Fiat Industrial aumentou significativamente, para 1,1 bilhão de euros (frente a 322 milhões de euros em 2009). CNH registrou um resultado de 755 milhões de euros (337 milhões de euros em 2009), devido aos maiores volumes de vendas, maior utilização da capacidade instalada nas Américas e melhoria do mix de produtos e preços. Iveco registrou lucro operacional de 270 milhões de euros (105 milhões de euros em 2009), como resultado principalmente dos maiores volumes de vendas e de maior eficiência produtiva. FPT Industrial, por sua vez, registrou lucro da gestão ordinária de 65 milhões de euros, uma diferença positiva de 196 milhões de euros sobre o resultado obtido no ano anterior em conseqüência do crescimento significativo dos volumes vendidos.

Fonte:

Fiat PRESS

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Claudia Leitte escolhe seu transporte em Camboriú

• Estrela baiana vai andar em um Audi Q5 2.0 TFSI

• O modelo é um dos carros mais premiados da marca alemã no País

• O primeiro show da turnê 2011 será realizado no dia 28 de janeiro (sexta-feira), em Balneário do Camboriú

Blumenau, 26.01.2011 – Seguindo os passos de Madonna e do famoso Beatle Paul McCartney quando estiveram no Brasil, a cantora Claudia Leitte também vai andar de Audi durante sua turnê musical. A estrela baiana optou pelo SUV Audi Q5 2.0 TFSI para seu transporte no Balneário de Camboriú, veículo recentemente escolhido pela imprensa especializada brasileira como o melhor Utilitário Esportivo Premium de 2010 em três renomadas premiações: o da Abiauto (Associação Brasileira da Imprensa Automotiva), o do Top Car TV (de programas de automóveis veiculados em TVs) e o de carro do ano da revista Auto Esporte.

O Audi Q5 é o irmão menor do modelo SUV Q7, que foi utilizado por Paul McCartney durante a sua estadia em São Paulo, em meados de novembro. Equipado com motor turbo 2 litros de injeção direta de combustível (TFSI) e de 211 cavalos de potência, o carro escolhido por Cláudia Leite é o mais ágil de sua categoria. Acelera de 0 a 100 km/h em apenas 7,2 segundos e atinge velocidade máxima de 222 km/h. Contribui para o seu bom desempenho a utilização de câmbio S tronic de sete marchas, dupla embreagem, que permite trocas de marchas automáticas em até 0,2 segundo, mais rápidas do que um câmbio mecânico.

O Audi Q5 tem 4,63 m de comprimento, 1,88 m de largura, 1,65 metro de altura, 2,81 m de distância entreeixos e 540 litros de capacidade no porta-malas, o que possibilita muito conforto para os seus cinco passageiros. Vem ainda equipado com tração integral permanente quattro, suspensão independente nas quatro rodas, do tipo fivelink na dianteira e fourlink na traseira, freios com ABS e EBD, além de belas rodas de aro 18”, com pneus 235/50 R18.

Ao todo, serão disponibilizados três veículos da concessionária Breitkopf para a cantora Claudia Leitte e a sua equipe durante a turnê em Santa Catarina: dois  Audi Q5 e um A3 Sportback. Além disso, a carreta Audi, utilizada pela concessionária em eventos promocionais, estará à disposição da organização do show.  A carreta, que já está no local, terá seu interior adaptado para servir de camarim a artista Claudia Leitte..

A Audi Breitkopf conta com três concessionárias em Santa Catarina – Florianópolis, Joinville e Blumenau –  e seguiu o crescimento obtido pela fabricante de veículos alemã  no ano de 2010. Fechou o ano com aumento de vendas superior a 60%, em comparação a 2009.

No Brasil, a marca Audi cresceu 61% e a expectativa é que, em 2011, este número dobre. No mundo, a AUDI AG bateu recorde histórico de vendas.  Ao todo, foram entregues aproximadamente 1.092.400 veículos, o que representou aumento de 15% em relação ao ano de 2009.

Mais informações, acesse www.audi.com.br

 

Comunicação Produto Audi Brasil

Charles Marzanasco

 

Comunicação corporativa

Leila Marisa Knob

Gerente de Relações Públicas

Fonte:

In Press Porter Novelli Assessoria de Comunicação

www.inpresspni.com.br

Bruno Ribeiro

Marcela Paes

Lia Mara Sacon

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Campeonato Mundial de Rali 2011


Citroën Racing entra na terceira dimensão

A equipe Citroën Racing inicia um novo capítulo de sua história apresentando o DS3 WRC no Campeonato Mundial de Rali 2011. Com o objetivo de conquistar seu sétimo título de Campeão Mundial dos Construtores, a Citroën Total World Rally Team terá duas duplas: Sébastien Loeb/Daniel Elena, que tentarão ganhar o oitavo título mundial consecutivo; e Sébastien Ogier/Julien Ingrassia, que fazem sua primeira temporada completa depois de duas vitórias em 2010. Três outros Citroën DS3 WRC serão fornecidos a pilotos privados: Petter Solberg, Kimi Räikkönen e Peter van Merksteijn.

Envolvida no mais alto nível do rali mundial há dez anos, a Citroën Racing está se preparando para competir com o seu terceiro World Rally Car. Após o Xsara e o C4, vencedores de três títulos mundiais cada um, o DS3 WRC fará sua estréia no Rali da Suécia (10-13 de fevereiro). A equipe dirigida por Olivier Quesnel definiu um objetivo tão simples quanto ambicioso para esta temporada de mudanças no WRC: manter os títulos mundiais de Construtores e de Pilotos.

Verdadeiro fruto da Créative Technologie, o Citroën DS3 WRC atende à nova regulamentação definida pela Federação Internacional do Automóvel (FIA). A mudança mais visível diz respeito às dimensões: o DS3 é nitidamente mais compacto do que o C4, o que lhe confere um comportamento ainda mais espetacular. A revolução ocorre também debaixo do capô, já que o DS3 WRC é acionado por um motor de quatro cilindros 1.6 turbo de injeção direta, concebido integralmente pela Citroën Racing. Ele é acoplado a uma transmissão 4×4, com um comando de câmbio mecânico e uma repartição da potência constante entre os eixos dianteiro e traseiro.

Revelado ao público no Salão Mundial do Automóvel de Paris de 2010 (em outubro passado), o Citroën DS3 WRC multiplicou suas sessões de testes para preparar uma temporada que vai durar nove meses e treze etapas, cada uma mais específica do que a outra. Do frio polar da Suécia ao calor do deserto da Jordânia, o Campeonato Mundial de Rali é um verdadeiro desafio para os homens e as máquinas. Colocada sob a responsabilidade de Xavier Mestelan-Pinon, a equipe técnica tentou reproduzir as condições mais extremas durante as sessões realizadas, todas com foco no desenvolvimento da confiabilidade e do desempenho do carro.

Representando as cores oficiais da marca, a equipe Citroën Total World Rally Team apresenta dois DS3 WRC para equipes de pilotos oriundos de sua própria escola, hoje constituída pelos eventos Citroën Racing Trophy organizados em toda a Europa. Atualmente heptacampeões Mundiais, Sébastien Loeb e Daniel Elena se lançam com entusiasmo a este novo desafio. Detentores de praticamente todos os recordes em WRC, “Seb” e “Danos” largarão em cada etapa com o objetivo de vencer e de incrementar um pouco mais seus incríveis resultados.
Após terem disputado três provas na equipe oficial em 2010, Sébastien Ogier e Julien Ingrassia pilotarão o DS3 WRC n° 2. Já detentores de duas vitórias no mundial, a dupla francesa deverá confirmar seu desempenho anterior, somando velocidade com regularidade.

Ao lado da Citroën desde o início, a Total mantém seu envolvimento como parceira da equipe oficial. Os DS3 WRC usarão também as famosas cores da Red Bull, que dá prosseguimento à sua parceria iniciada em 2008. Três marcas continuarão apoiando a Citroën Racing: a Michelin, que fornecerá os pneus dos DS3 WRC, a Facom e a Alcon.

Preparados pela Citroën Racing Technologies, três DS3 WRC suplementares participarão com equipes privadas ao longo desta temporada de 2011. Petter Solberg/Chris Patterson participarão das treze etapas, Kimi Räikkönen / Kaj Lindström participarão de dez provas e Peter van Merksteijn / Eddy Chevaillier iniciarão a temporada pelo Rali de Portugal.

Perguntas para Olivier Quesnel, Diretor da Citroën Racing

« Citroën Racing é uma grande família »

1. Qual é o sentimento que predomina no início desta temporada? O senhor está impaciente, sereno ou ansioso?
R: Com certeza, não é a serenidade que predomina. É verdade que tenho pressa de estar na Suécia para poder responder a todas as perguntas que não deixariam de ser feitas hoje. Trabalhamos corretamente? Não esquecemos nada? Teremos uma primeira idéia sobre este assunto no final das primeiras etapas especiais, mantendo em mente que a Suécia é um circuito pouco representativo no conjunto do Campeonato Mundial. É também necessário manter a cabeça fria: a Citroën Racing é uma bela máquina de ganhar e não há nenhuma razão para que ela quebre de um dia para o outro. Tenho uma total confiança no trabalho da equipe, mas, todos nós, esperamos os primeiros tempos parciais do Rali da Suécia com grande impaciência.

2. Acha que terá de administrar uma rivalidade entre Sébastien Loeb e Sébastien Ogier?
R: Na Suécia isso será simples. Nossos dois pilotos partirão com zero ponto no placar. Como aconteceu no passado, a Citroën colocará à disposição deles um material rigorosamente idêntico. Se um procura realizar melhores tempos do que o outro, é justo que ele seja mais rápido. Não sou do tipo que coloca pressão em ninguém: não há nenhuma rivalidade a ser administrada por enquanto. O que posso dizer, é que nós pertencemos todos a uma mesma família. O título de “Pilotos” é talvez mais valorizado e mais citado pelas mídias, mas o título “Construtores” conserva uma importância considerável para a marca. Nossos dois pilotos são rapazes inteligentes e conscientes das conseqüências para a Citroën.

3. A Citroën Racing Technologies colocará três DS3 WRC à disposição de equipes privadas. Qual é o objetivo desta decisão?
R: À espera da chegada de novos construtores no WRC, estimo ser dever da Citroën fomentar a atratividade do Campeonato. É por isso que estamos felizes com os acordos fechados com Petter Solberg, Kimi Räikkönen e Peter van Merksteijn. O objetivo principal da Citroën Racing não é o de alugar carros de corrida, mas estamos orgulhosos de ter esses pilotos em nossa grande família.

4. As atividades da Citroën Racing não se limitam ao WRC. O ano de 2010 foi marcado pelas revelações do DS3 R3 e do DS3 Racing. Que balanço você faz desses lançamentos?
R: O DS3 R3 dá continuidade a uma longa linhagem de carros destinados aos pilotos privados. Em alguns meses, ela se impôs como uma nova referência na sua categoria. Comercialmente, isso se traduz por uma quantidade de pedidos muito superior ao que esperávamos. Estamos felizes com o sucesso de DS3 R3, para o qual damos uma grande liberdade de expressão com os eventos Citroën Racing Trophy organizados em toda a Europa. O sucesso atinge também o DS3 Racing. Os 2.000 carros previstos estão quase todos vendidos e estamos pensando hoje em aumentar a produção anual.

5. Quais são as perspectivas nestas duas áreas?
R: Conceber veículos esportivos de série é uma nova atividade para a Citroën Racing, mas ela oferece novas perspectivas à marca, que passa a explorar novos mercados. Fortes com o sucesso do DS3 Racing, estamos pensando, evidentemente, nas derivações dos demais modelos da gama DS. No que diz respeito à categoria de competição para clientes, estamos muito interessados por uma possível regulamentação “FIA R4”, que permitiria desenvolver carros do tipo R3 com quatro rodas motrizes. Seria uma formidável ferramenta de formação de jovens pilotos.

6. No que diz respeito à descoberta e à formação de jovens pilotos, a operação Rali Jovens FFSA é muitas vezes citada como exemplo. A Citroën anuncia hoje uma parceria com a Federação Francesa de Automobilismo para fazer reviver essa operação. Quais são as razões?
R: Essa associação me parece totalmente natural. Com Sébastien Loeb e Sébastien Ogier envolvidos no Campeonato Mundial dos Ralis, a Citroën faz sonhar os jovens franceses, que vibram ao ritmo de suas vitórias. Com o Rali Jovens, um conceito desenvolvido pela FFA, vamos permitir que eles toquem seus sonhos com os dedos, propondo-lhes testar suas capacidades ao volante de um DS3. Para os mais dotados, o caminho já é traçado até o topo. Eu acrescentaria que a categoria Rali Jovens é uma formidável operação de marketing, pois ela permitirá a milhares de jovens ir até as concessionárias da Citroën e descobrir o universo de nossa marca.

7. Pode nos dar mais detalhes sobre as modalidades?
R: As modalidades esportivas são fixadas pela FFA e, neste âmbito, os participantes deverão estar na faixa etária de 18 a 25 anos. Seis etapas regionais na França determinarão os melhores jovens pilotos que serão qualificados para uma final nacional. O lançamento oficial da operação deveria ocorrer quando do Rali da França em outubro de 2011 e os dois vencedores terão a oportunidade de participar de um programa de seis etapas no Campeonato Francês de Ralis.

Perguntas para Xavier Mestelan-Pinon, Responsável técnico da Citroën Racing

« Acumular quilômetros »

1. O que aconteceu desde a revelação do Citroën DS3 WRC no Salão de Paris em outubro passado?
R: Nossa prioridade foi acumular quilômetros de testes, em todas as condições possíveis. Graças à construção de um segundo DS3 WRC destinado aos testes, tivemos a oportunidade de organizar uma sessão a cada duas semanas. Esses testes nos permitiram trabalhar a confiabilidade e entender o carro, isto é, a maneira como reage às mudanças de regulagens. Ao longo do tempo, a definição técnica do carro foi se delineando. Nas últimas semanas, ficamos concentrados em detalhes como, por exemplo, o posicionamento dos elementos de segurança e das caixas de controles da FIA, a instalação dos pilotos, a formação dos mesmos na manutenção do carro fora do parque de assistência etc. Nossa principal dificuldade foi descobrir como trabalhar em condições meteorológicas quentes. Conseguimos achar um pouco de calor apenas no sul da Europa.

2. Você tem alguma preocupação especial quanto à confiabilidade?
R: Acho que fizemos um bom trabalho, considerando o tempo disponível para viabilizar este projeto. Os riscos existem, evidentemente. Não podemos esquecer que o DS3 WRC é um carro totalmente novo, contrariamente ao C4, comum em alguns elementos ao Xsara.

3. A mudança mais difícil diz respeito aos pneus. Qual foi o impacto sobre o desenvolvimento do carro?
R: Como parceira histórica da Citroën, devo primeiramente expressar nossa alegria em reencontrar a Michelin e uma parte de sua equipe técnica. Este entusiasmo nada tira, aliás, da satisfação que tivemos no final de três anos de colaboração com nosso parceiro anterior. Com o perfil dos pneus Michelin sendo fundamentalmente diferente do anterior, tivemos que rever muitas coisas quanto à geometria das transmissões: rigidez da suspensão, cambagem, barras estabilizadoras etc. Os pneus Michelin têm excelente desempenho e oferecem um comportamento muito preciso, particularmente no asfalto.

4. Você acha que esses novos World Rally Cars serão mais espetaculares que a geração anterior?
R: O gabarito mais compacto do carro reduz a inércia. Com a ausência do diferencial central, devemos esperar ver fases de frenagem com maior mobilidade, inclusive no asfalto. O motor gira mais rápido e ‘canta’ um pouco mais, e a ausência de comando semi-automático da caixa de câmbio vai forçar os pilotos a trabalhar um pouco mais ao volante… Eu diria que esses novos carros serão mais interessantes na visão dos espectadores.

Perguntas para Sébastien Loeb

« Essa temporada representa um novo desafio »

1. Quais são suas sensações no volante do Citroën DS3 WRC ?
R: As sensações são muito diferentes das que a gente conhecia com o C4. O DS3 é mais curto, sendo então mais ágil nas curvas fechadas, mas também mais nervoso nos trechos rápidos. Globalmente, vamos ser obrigados a “brigar” um pouco mais ao volante. As razões são múltiplas: o comportamento do carro induzido por suas dimensões; a ausência de diferencial central, que permitia repartir a motricidade entre as partes dianteira e traseira; a volta de um comando de caixa de câmbio mecânico, que nos obrigará a soltar muito muitas vezes o volante etc.

2. Está satisfeito do trabalho feito durante a preparação?
R: Penso que a equipe fez um bom trabalho. Não chegamos ao mesmo nível de desenvolvimento em todas as superfícies. Passamos muito tempo em estradas de terra, pois é o tipo de terreno que encontramos na maioria das vezes no Campeonato Mundial. Na neve, acredito que nós temos ainda uma margem de avanço importante, mas é difícil estimá-la, pois nos faltam elementos de comparação, visto que a nova regulamentação modificou em muito o comportamento dos carros.

3. Justamente, o que acha dessa nova regulamentação? Ela é satisfatória para os pilotos?
R: Sim, o carro é mais agradável de pilotar. O desempenho do motor permite utilizar todas as qualidades do chassi. Evidentemente, gostaríamos de ter sempre mais potência, mas eu acho que esses novos WRC serão espetaculares. Quanto à pilotagem, teremos que ser mais “finos”, otimizando trajetórias para manter melhor velocidade de passagem em curvas.

4. O que representa essa temporada para você?
R: É um novo desafio, com muitas mais incertezas do que em temporadas anteriores. Nossos adversários desenvolveram seu trabalho e é necessário agora esperar as primeiras provas para estabelecer uma hierarquia. Antes mesmo disso, será necessário começar por ser mais rápido que àqueles que disporão do mesmo equipamento do que eu. Vencer Sébastien Ogier e Petter Solberg não será nada fácil. Acredito que essa temporada será difícil, mas isso só reforça a minha motivação.

Perguntas para Sébastien Ogier

« Impaciência por lutar contra o cronômetro »

1. Quais são suas sensações ao volante do Citroën DS3 WRC?
R: Como Seb, acho que o gabarito mais curto do DS3 apresenta vantagens e inconvenientes em função do tipo de terreno. O motor com muito menos torque do que a gente já conhecia torna primordial manter permanentemente as melhores condições de giro, um pouco como acontece com um motor atmosférico. A volta de um comando de caixa mecânico resulta em tempos de passagem um pouco mais longos e exige um pouco mais de esforço para o piloto. Isso não criará nenhum problema em condições ‘normais’, mas poderia passar a ser mais cansativo em regiões de muito calor ou ao final de longas especiais.

2. Está satisfeito com o trabalho feito durante a preparação?
R: Fiquei impressionado com a capacidade de trabalho da equipe, pois fizemos inúmeras sessões de testes desde o fim da última temporada. Tenho a impressão que o tempo disponível foi bem aproveitado. Estou agora impaciente de estrear no Rali da Suécia para a confrontação com o cronômetro.

3. Você acha que essa nova regulamentação será positiva para Campeonato Mundial dos Ralis?
R: O objetivo era atrair novos construtores. Este ano, uma terceira marca também participará. Isso é positivo para todo mundo, começando pelos espectadores. Também penso que esses novos carros serão espetaculares, deslizando mais e com motores que ‘cantam’ nas mudanças de giros. Eu não tenho nenhuma dúvida: o espetáculo será pelo menos tão emocionante quanto nas temporadas anteriores.

4. O que espera dessa primeira temporada num ano completo na Citroën Total World Rally Team?
R: A equação comporta tantas incógnitas que tenho dificuldades de definir algo muito preciso. O resultado do Rali da Suécia não será necessariamente representativo da hierarquia do campeonato. Temos que esperar três ou quatro ralis para isso… No que diz respeito a nós, não iniciaremos a primeira etapa com ambições demasiadamente altas. Participamos somente de dois ralis hibernais até hoje e será difícil rivalizar contra os pilotos nórdicos. Mesmo se isso é um objetivo no final, eu não sou obcecado pela conquista do título mundial. De outro lado, desejo marcar pontos em cada rali, estar presente na briga do grupo da frente e aumentar minha experiência do WRC.

Perguntas para Frédéric Bertrand, responsável Competição Cliente da Citroën Racing

«O Citroën Racing Trophy estará presente em 10 países europeus»

1. Depois de dois anos bem sucedidos, o Citroën Racing Trophy vai para uma nova temporada?
R: Desde que começou em 2009, o Citroën Racing Trophy não parou de fazer adeptos, com mais de 70 equipes de pilotos inscritas no ano passado. O conceito, que permite aos pilotos amadores e profissionais, andar com um verdadeiro carro de corrida, por um preço aceitável, e tendo a possibilidade de ganhar prêmios em função de seu resultado, é bastante atrativo. Nesta temporada, o Citroën Racing Trophy volta e estará presente em 10 países europeus com os C2 R2 MAX, mas também com o novo DS3 R3 que já foi assunto de comentários durante suas diversas aparições em 2010.

2. De fato, as performances do DS3 R3 não foram despercebidas no ano passado. Como se apresenta sua integração no Citroën Racing Trophy?
R: Em 2010, o DS3 R3 participou de várias corridas, cada uma representando um perfil específico. Isso com o objetivo de expor o carro, mas também de definir seu potencial em condições reais. Os resultados obtidos foram muito positivos, já que o DS3 R3 ganhou cinco vezes na sua categoria e foi para o pódio geral nas situações mais extremas, como no «Rali do Valais». Ele está pronto para participar do Citroën Racing Trophy e muitos pedidos já foram registrados. Além disso, a participação de 11 DS3 R3 no Rali de Monte Carlo é prova de seu sucesso.

3. Você acaba de abrir um site internet específico da loja Citroën Racing: http://boutique.citroenracing.com/. Poderia detalhar suas funcionalidades?
R: Criando este site, nossa ambição foi proporcionar um suporte completo para nossos clientes, mas também para todos aqueles que tinham necessidade de informações sobre acessórios, roupas ou peças mecânicas. Fora a possibilidade de encomendar on-line, os usuários poderão também ter acesso à atualidade “Competição Cliente” e às diversas documentações e manuais de montagem em somente alguns cliques.

No nosso site dedicado ao WRC www.citroen-wrc.com , tem conteúdos exclusivos, resultados ao vivo, entrevistas vídeo dos membros da equipe.

Fonte:

CITROËN DO BRASIL – DIRETORIA DE RELAÇÕES PÚBLICAS E IMPRENSA

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Kapt – sistema de conforto e segurança para carros

Modelo é o mais completo e avançado do mercado

O mercado de acessórios automotivos para conforto e segurança acaba de ganhar mais um produto: o inovador Kapt, desenvolvido pela multinacional Kostal. O produto possui funções inéditas e grande gama de aplicações em vários veículos que contam com o sistema de travamento e/ou fechamento dos vidros através de um controle remoto ou chave original de fábrica. O sistema será integrado a esse controle remoto/chave original, dispensando o uso de mais um controle.

O Kapt vem com todas as inovações tecnológicas dos alarmes da linha S-Lock Kostal, como Tecnologia K-Connect – conectividade com módulos automatizadores de vidros elétricos originais e de mercado, tecnologia Mosfet – baixo consumo de energia e proteção contra curto e sobrecargas, receptor RF (super heterodino) – alta performance na utilização do controle remoto e o novo sistema ultra-som auto-ajustável e multifuncional e com a exclusiva função Home Entry – abertura de portão eletrônico, alerta de velocidade, sinalizador de piscas setas e muito mais. Além disso, dispõe da configuração do Auto Lock por deslocamento – travamento das portas sempre que as portas forem abertas pelo passageiro.

O novo acessório chega para ocupar a melhor posição na área de segurança e conforto. O Kapt Kostal disponibiliza vinte e uma funções, sendo doze programáveis pelo proprietário do automóvel.

Além de sua qualidade técnica superior aos concorrentes, a instalação é muito mais simples que dos modelos encontrados no mercado. Com um número bem menor de cabos e com mais funções, também é possível fazer a conexão com módulos do O&M através da linha K-Connect. “Por ser de fácil aplicação e com vários recursos inovadores, acreditamos muito no sucesso deste produto junto ao mercado”, comenta Mário Pavesi, Gerente de Vendas de Acessórios da Kostal.

O Kapt Kostal estará disponível para venda no final de janeiro e o preço médio aproximado a partir de: R$ 300,00

Sobre a Kostal

Com 98 anos de tradição, a Kostal é uma multinacional alemã, consagrada na indústria de componentes elétricos (eletrônicos eletromecânicos e mecatrônicos).  Atualmente possui 25 unidades em 16 países de quatro continentes. No Brasil desde 1978, possui duas unidades no estado de São Paulo: São Bernardo do Campo e Cravinhos que empregam juntas cerca de 1,5 mil funcionários, ainda no primeiro trimestre de 2011 inaugurará sua terceira fábrica no país, em Manaus (AM).

Mais informações: www.slockkostal.com.br SAC: 0800 456 7825

Fonte:

Opção Assessoria

Ana Maria  / Katia / Adriana

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Gristec prevê crescimento do setor de transporte

 

Início da implantação do projeto de sistemas antifurto em carros zero quilômetro deve impulsionar segmento
São Paulo, janeiro de 2011 – O crescimento da atividade econômica em 2010 refletiu diretamente no aumento de mercadorias transportadas em todo o Brasil. O setor de transporte deve registrar um crescimento, nos últimos 12 meses, entre 15 e 20% em relação ao mesmo período anterior. Esse é o balanço feito pela GRISTEC (www.gristec.com.br), Associação Brasileira das Empresas de Gerenciamento de Riscos e de Tecnologia de Rastreamento e Monitoramento.

Em 2011, o segmento deve continuar crescendo. “No Brasil, mais de 60% do PIB é transportado pelo modal rodoviário. Como o setor está diretamente ligado ao crescimento da economia, ele também deve ter um incremento em 2011”, afirma Cyro Buonavoglia, presidente da GRISTEC.

Uma das expectativas da Associação para 2011 é a implantação da Resolução 245, que determina a instalação de sistemas antifurto nos veículos fabricados no Brasil. “A implantação desse projeto possibilitará mais segurança aos motoristas, além da geração de inúmeros empregos e um aprimoramento tecnológico no Brasil, visando minimizar o impacto negativo causado pelo roubo e furto de veículos e cargas”, afirma Buonavoglia.

Sobre a GRISTEC – Fundada em 2005, a Associação Brasileira das Empresas de Gerenciamento de Riscos e de Tecnologia de Rastreamento e Monitoramento – GRISTEC – é uma entidade de classe de âmbito nacional, sem fins lucrativos, que tem como objetivo elaborar normas, critérios e certificações para o segmento, além de representar legalmente as empresas do setor. Oferece adesão espontânea às empresas que atuam com gerenciamento de riscos, tecnologia de rastreamento e monitoramento, e empresas com afinidade a essas atividades econômicas.

 

Fonte:

Oficina da Comunicação Integrada – Assessoria de comunicação da GRISTEC

Coordenação:

Bruna Ortega

Fran Oliveira / Ana Claudia Proença

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