FIA WEC: Audi R18 inicia viagem pelo mundo

• 6 Horas de São Paulo será a primeira de quatro provas em sequência do FIA WEC fora da Europa • Estreante, Lucas di Grassi correrá em casa em São Paulo • Audi quattro teve sucesso no Brasil 30 anos atrás

Ingolstadt /São Paulo, 06 de setembro de 2012 – Muito suspense envolve a chegada da segunda metade da temporada do FIA World Endurance Championship (WEC), que começa no dia 15 de setembro com a realização das 6 Horas de São Paulo. Depois de conquistar por antecipação o título entre os construtores, a Audi se prepara para quatro desafios seguidos fora da Europa.
A emocionante corrida realizada recentemente em Silverstone, na Inglaterra, projetou uma disputa totalmente aberta na segunda metade de temporada, que começa justamente com a etapa de Interlagos.
A competição ganhou ainda mais equilíbrio na quarta etapa do FIA WEC, realizada na Grã-Bretanha. Se a disputa pela vitória entre o Audi R18 e-tron quattro híbrido, o Audi R18 ultra (tecnologia de construção leve) e o Toyota TS030 prendeu a atenção dos 35 mil espectadores que acompanharam a etapa de Silverstone, um suspense ainda maior pode ser esperado na etapa brasileira.
Tom Kristensen e Allan McNish não tiveram tanta sorte na etapa inglesa, primeiro em razão de um furo de pneu na parte inicial da prova, e depois pela ocorrência de dois safety-cars que alteraram a estratégia original da Audi de paradas para reabastecimento.
Mesmo assim, o efeito positivo do conceito “ultra” ficou evidente na etapa inglesa, já que o R18 venceu o desafio de eficiência promovido pela Michelin. No Brasil, o público terá um interesse especial pelo modelo, uma vez que o R18 ultra promoverá a estreia do piloto brasileiro Lucas di Grassi no Campeonato Mundial de Endurance. Ele será companheiro de Kristensen e McNish.
Correndo em casa, o piloto de São Paulo pode esperar pelo apoio de um grande número de fãs enquanto mostra seu talento, pela primeira vez, em um carro da categoria LMP1.
Sucesso 30 anos atrás – A disputa da etapa brasileira do FIA WEC, em Interlagos, não marcará a estreia da equipe de fábrica da Audi em solo brasileiro. Há 30 anos, no dia 14 de agosto de 1982, a dupla formada por Michèle Mouton e Fabrizia Pons venceu o Rally do Brasil a bordo de um carro da marca.
A Audi Sport conquistou sete vitórias na temporada de 82 graças à tecnologia quattro, inovação que ajudou a Audi a chegar a seu primeiro título mundial de um evento FIA. Naquele ano, a equipe venceu o Campeonato Mundial de Rally entre os construtores.
Temporada equilibrada – Duas semanas atrás, na etapa da Inglaterra do FIA World Endurance Championship, a Audi celebrou a segunda vitória consecutiva de seu modelo híbrido, a quarta vitória da marca na temporada e a conquista do título entre os construtores por antecipação. A disputa pelo título entre os pilotos continua aberta. O trio formado por Marcel Fässler, André Lotterer e Benoît Tréluyer assumiu a liderança da competição, superando Dindo Capello, Tom Kristensen e Allan McNish por apenas 4,5 pontos (96,5 a 92).
Se o traçado de 4.309 metros do autódromo de Interlagos é familiar para McNish e di Grassi dos tempos de Fórmula 1 – e, no caso do brasileiro, também do início de carreira na Fórmula Renault e na Fórmula 3 Sul-Americana -, o circuito brasileiro é território desconhecido para os demais pilotos da Audi.
Para a Audi Sport Team Joest, a etapa brasileira marca o início de um grande desafio logístico, já que os dois Audi R18 não retornarão à Alemanha no intervalo entre as quatro últimas etapas do FIA WEC.
Cobertura pela Internet – Os espectadores que não forem ao autódromo de Interlagos terão acesso a uma extensa cobertura de mídia no site www.audi-liveracing.com, que terá transmissão ao vivo das seis horas de corrida e resumo da prova na Internet. Os aplicativos da Audi para iPhone e Android fornecerão a cobertura para smartphones, com resultados em tempo real, notícias e fotos. Os fãs também terão informações sobre a prova no Facebook e no Twitter.
Tópicos do fim de semana:
– Quais serão as diferenças de desempenho entre os carros da Audi e da Toyota?
– Qual dos dois conceitos de veículos da Audi terá o melhor desempenho?
– O trio do Audi R18 ultra vai tirar proveito do prévio conhecimento da pista por parte de dois de seus três pilotos?
– Como será a estreia de Lucas di Grassi em um carro de turismo?
– Haverá mais uma mudança na liderança do campeonato de pilotos?
Aspas da equipe
Dr. Wolfgang Ullrich (Chefe da equipe Audi Motorsport):
“Depois de atingirmos nossos dois maiores objetivos, que eram a vitória nas 24 Horas de Le Mans e a conquista do título entre os construtores no Mundial de Endurance da FIA, vamos enfrentar agora a segunda metade da temporada. E esperamos ter sucesso em cada um dos próximos eventos, o que significa estar sempre na disputa pela vitória. Na corrida pelo título de pilotos, nossas duas equipes estão muito próximas. Não vamos interferir nessa disputa e daremos a todos eles a mesma chance de decidir o campeonato mundial a seu favor”.
Ralf Jüttner (Diretor Técnico da Audi Sport Team Joest): “Entramos em uma nova e interessante fase do FIA WEC, com quatro corridas fora da Europa. Na etapa brasileira, teremos um piloto local, Lucas di Grassi. Além do Allan (McNish), ele é o único que tem familiaridade com o circuito. E esta é uma pista muito especial. Por causa de seu sentido anti-horário, os pilotos terão que se readaptar. Além disso, nossos mecânicos terão de reabastecer o carro pelo outro lado. Na corrida, assim como na etapa de Silverstone, esperamos muita pressão da Toyota. Será uma segunda metade de temporada muito emocionante”.
Marcel Fässler (35 anos, suíço), Audi R18 e-tron quatro #1
• Comemorou sua segunda vitória consecutiva com os companheiros de equipe desta temporada
• Esteve presente no International Motor Show de Moscou, na Rússia, com os outros pilotos da equipe entre as etapas de Silverstone e São Paulo
“É fantástico o que a Audi vem conquistando entre os construtores. E para mim, o André (Lotterer) e o Ben (Tréluyer), é ótimo chegar como líderes da classificação de pilotos. Mas estamos apenas na metade do campeonato e ainda restam quatro corridas. A situação pode mudar rapidamente de novo”.
André Lotterer (30 anos, alemão), Audi R18 e-tron quatro #1
• É o novo líder do campeonato em conjunto com seus companheiros de equipe
• Com o carro #1 da Audi, largou na posição de honra do grid em três etapas deste ano
“Começamos cada corrida com algumas expectativas guardadas e é sempre possível que aconteça alguma coisa. Estou ansioso para viajar ao Brasil e acho que estaremos, mais uma vez, na disputa pelo campeonato de pilotos. Tenho uma ligação pessoal com a América do Sul, porque tenho familiares que moram no Peru. A pista é nova para quase todos nós e não tenho dúvidas de que será um fim de semana interessante”.
Benoît Tréluyer (35 anos, francês), Audi R18 e-tron quattro #1
• Autor do melhor tempo na classificação em Silverstone
• Assim como seus dois companheiros de equipe, vai correr no Brasil pela primeira vez
“É ótimo viajar para o Brasil como líder do campeonato. Acho que é uma vantagem estar na liderança da classificação nesta metade de temporada. Nosso carro já é muito bom, e vamos seguir progredindo em termos de desenvolvimento. Naturalmente, nós queremos estar na frente novamente no Brasil, mas vimos o quanto a Toyota está se desenvolvendo. Não tenho dúvidas de que será uma batalha bastante dura até o fim do campeonato. Por isso não podemos cometer erros”.
Lucas di Grassi (28 anos, brasileiro), Audi R18 ultra #2
• O brasileiro vai fazer sua primeira prova com protótipos correndo em casa
• Já correu na pista de Interlagos pela Fórmula 1
“A Audi está me dando uma grande oportunidade e estou realmente feliz por isso. Correndo junto com o Allan McNish e com o Tom Kristensen, posso aprender muito, já que eles são os melhores companheiros de equipe que eu poderia imaginar para minha primeira prova de endurance. O público do meu país vai ter a oportunidade de conhecer um campeonato fascinante, que é o Campeonato Mundial de Endurance (WEC). Os brasileiros são apaixonados por corridas e eu espero por muitos deles no autódromo, enchendo as arquibancadas e nos dando todo o apoio”.
Tom Kristensen (45 anos, dinamarquês), Audi R18 ultra #2
• Deixou a liderança do campeonato no meio da temporada
• Corre ao lado de Allan McNisch e pela primeira vez será companheiro de equipe de Lucas di Grassi
“Estou ansioso por esta minha primeira viagem ao Brasil. Alguns pilotos de Fórmula 1 me deram algumas dicas sobre a pista, que tem o traçado no sentido anti-horário. Existem alguns bumps, que exigem muito cuidado dos pilotos na hora de frear. Allan (McNish) já conhece a pista, assim como o Lucas (di Grassi), que será muito bem-vindo ao time. Em Silverstone, nós optamos por uma estratégia ousada para o R18 ultra, que acabou não funcionando perfeitamente em virtude de alguns contratempos”.
Allan McNish (42 anos, britânico), Audi R18 ultra #2
• Conhece São Paulo pela Fórmula 1
• Em Silverstone, perdeu a pole-position por apenas um centésimo de segundo
“Eu realmente gosto de pilotar em Interlagos. Com o Lucas, agora teremos um brasileiro no nosso time e é muito legal vê-lo conosco. Nos conhecemos já há algum tempo. Agora vamos ver quais serão as vantagens que o R18 e-tron quattro apresentará em São Paulo, e quais as que o R18 ultra tem a oferecer. Vamos lutar para retomar a liderança da classificação e, ao mesmo tempo, temos de ficar de olho nos Toyota porque em Silverstone nós vimos o quão rápidos eles realmente são”.
Os pilotos da Audi em São Paulo
Marcel Fässler (SUI): *27 de maio de 1976 em Einsiedeln (Suiça); residência: Gross (Suiça), casado com Isabel, pai de quatro filhas (Shana, Elin, Yael e Delia); altura: 1m78; peso: 78 kg; piloto Audi desde 2008; vitórias em Le Mans: 2; corridas no WEC: 4; vitórias no WEC: 2; pole-positions no WEC: 0; melhores voltas no WEC: 1; melhor resultado em São Paulo: -.
Tom Kristensen (DIN): *07 de julho de 1967 em Hobro (Dinamarca); residência: Mônaco; solteiro (namorada: Hanne); dois filhos (Oliver e Oswald) e uma filha (Carla Malou); altura: 1m74; peso: 72 kg; piloto Audi desde 2000; vitórias em Le Mans: 8; corridas no WEC: 4; vitórias no WEC: 1; pole-positions no WEC: 0; melhores voltas no WEC: 0; melhor resultado em São Paulo: -.
André Lotterer (ALE): *19 de novembro de 1981 em Duisburg (Alemanha); residência: Tokyo (Japão); solteiro; altura: 1m84; peso: 74 kg; piloto Audi desde 2010; vitórias em Le Mans: 2; corridas no WEC: 4; vitórias no WEC: 2; pole-positions no WEC: 2; melhores voltas no WEC: 1; melhor resultado em São Paulo: -.
Allan McNish (GBR): *29 de dezembro de 1969 em Dumfries (Grã-Bretana); residência: Mônaco; casado com Kelly, um filho (Finlay) e uma filha (Charlotte); altura: 1m65; peso: 60 kg; piloto Audi desde 2000; vitórias em Le Mans: 2; corridas no WEC: 4; vitórias no WEC: 1; pole-positions no WEC: 1; melhores voltas no WEC: 0; melhor resultado em São Paulo: -.
Benoît Tréluyer (FRA): *07 de dezembro de 1976 em Alençon (França); residência: Gordes (França); casado com Melanie, um filho (Jules); altura: 1m78; peso: 68 kg; piloto Audi desde 2010; vitórias em Le Mans: 2; corridas no WEC: 4; vitórias no WEC: 2; pole-positions no WEC: 1; melhores voltas no WEC: 0; melhor resultado em São Paulo: -.
Todos os vencedores em São Paulo (desde 2007)
2007 Gené/Minassian (Peugeot)
Informações da pista
Extensão: 4.309 m
Duração da prova: 6 horas
Recorde de qualificação: Stéphane Sarrazin (Peugeot), 08 de novembro de 2007, 1m18s787 (196.890 km/h)
Recorde de corrida: Marc Gené (Peugeot), 10 de novembro de 2007, 1m21s027 (191.447 km/h)
Pole-position 2011: –
Melhor volta em 2011: –
Allan McNish, sobre São Paulo: “Existem alguns trechos cruciais em Interlagos. Do ponto de largada até o fim da reta é um trecho de subida. Na tangência para a primeira curva, você precisa se manter um bom tempo do lado direito e então fazer a tomada. Na saída da curva, nós ficamos pelo lado de dentro para pegar a melhor trajetória em direção à segunda ‘perna’ à direita. Este é, também, um ótimo ponto de ultrapassagem. A seguir, uma longa curva à esquerda nos leva à mais uma reta. Um dos pontos mais difíceis é a curva à direita atrás dos pits. Você entra nela em alta velocidade e a tangência para a segunda parte é cega. Na sequência temos três curvas lentas – direita, esquerda, direita. No final, está a terceira parte da pista, com a última curva. Ela é lenta, escorregadia e precede uma subida.
Classificação dos pilotos no WEC após 4 de 8 etapas:
1 Fässler/Lotterer/Tréluyer, 96,5 pontos; 2 Kristensen/McNish, 92,3; 3 Capello, 77; 4 Dumas/Duval, 67; 5 Jani/Prost, 50,5; 6 Gené, 49; 7 Heidfeld, 42,5; 8 Dalziel/Potolicchio, 34,5; 9 Dumbreck/Chandhok/Brabham, 28,5; 10 Primat/Belicchi, 26,5.
Classificação de fabricantes no WEC após 4 de 8 etapas:
1 Audi, 129 pontos; 2 Toyota, 18
Programação (horários locais)
Quinta-feira – 13 de setembro
11h às 12h30 – Treino livre 1
15h30 às 17h – Treino livre 2
Sexta-feira – 14 de setembro
9h45 às 10h45 – Treino livre 3
14h30 às 14h50 – Classificação – LMP1 e LMP2
Sábado – 15 de setembro
8h às 8h20 – Warm-up
12h às 18h – Corrida
18h15 (aproximadamente) – Coletiva de imprensa FIA WEC
Fonte:
Comunicação corporativa
Leila Marisa Knob
Assuntos Corporativos
Comunicação Produto Audi Brasil
Charles Marzanasco
Departamento de Imprensa Audi Brasil
PR-Trainee
Bruna Cury
Inova Comunicação
Rafael Durante

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