Mês: janeiro 2014



Mobil Delvac Salvini Racing anuncia participação em mais uma temporada do Campeonato Brasileiro

O piloto Guido Salvini, o navegador Flávio Bisi e o copiloto Fernando Chwaigert buscarão o décimo título do rali nacional

31 de janeiro de 2014 – Faltam menos de dois meses para o trio da Mobil Devalc Salvini Racing voltar a acelerar o caminhão Mercedes-Benz 1725 por este Brasil a fora. A equipe é uma das mais tradicionais do rali cross country e, em 2014, completará 14 anos de muitas histórias e glórias. São nove títulos nacionais e seis vitórias no Rally dos Sertões, na categoria dos Caminhões Pesados.
Para tanto, os trabalhos estão correndo a todo vapor na oficina da Salvini Racing. “São momentos essenciais dedicados à preparação do nosso veículo. Partiremos em busca do decacampeonato brasileiro, e não podemos permitir que problemas mecânicos ocorram ao longo da temporada. Estamos realizando também uma revisão minuciosa no nosso equipamento”, comentou o piloto Guido Salvini. Em busca deste sucesso, o trio contará com o apoio essencial da Mobil Delvac e da Mercedes-Benz. “É sempre uma grande responsabilidade representar marcas como estas, então, quando entramos em uma disputa é para vencer”, completou.
O primeiro desafio do ano é o Rally do Espírito Santo, nos dias 14 a 16 de março. O roteiro abrangerá as regiões de Linhares e São Mateus, ES, em um percurso de aproximadamente 400 quilômetros. “Estamos com saudades do ambiente do rali. Temos um prazer imenso em participar das competições organizadas em nosso País, que não deixam a desejar em relação ao resto do mundo”, elogiou Bisi, que salientou. “Este ano, teremos dois novos eventos no calendário, que é o Rally do Espírito Santo e o Rally Rota Santa Catarina. São duas provas inéditas e que estão causando euforia entre os competidores. Estamos bem ansiosos para o início do campeonato”, encerrou o navegador.
Calendário CBA – Confederação Brasileira de Automobilismo
14 a 16 de março – Rally do Espírito Santo (Rallymakers)
17 e 18 de maio – Rally Cuesta Off-Road (Arena)
14 e 15 de junho – Rally Rota Santa Catarina (André)
18 a 20 de julho – Rally Barretos (Rallymakers)
23 a 31 de agosto – Rally dos Sertões – quatro primeiras etapas (Dunas Race)
04 e 05 de outubro – Rally dos Bandeirantes (Deco)
15 e 16 de novembro – Rota Sudeste (Arena)
13 e 14 de dezembro – Rally dos Amigos (Dunas Race)
*Calendários sujeitos a alterações
*Para obter mais informações sobre a Mobil Delvac Salvini Racing, acesse o site www.salviniracing.com.br
A equipe Mobil Delvac Salvini Racing é patrocinada pela Mobil e Mercedes-Benz

Crédito das Fotos: Fábio Davini/DFOTOS e Doni Castilho/DFOTOS

Fonte:
Liberdade de Ideias
Isis Moretti

www.liberdadedeideias.com.br

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Jornalista de Rolândia (PR) cotado para a Secom da presidente Dilma

 

O jornalista Thomas Traumann com o amigo rolandense Odair Chiqueto e o prefeito de Rolândia, Johnny Lehmann

O jornalista Thomas Traumann com o amigo rolandense Odair Chiqueto e o prefeito de Rolândia, Johnny Lehmann

O jornalista de Rolândia, Thomas Traumann, atual porta-voz da Presidência da República, pode assumir a Secom (Secretaria de Comunicação Social), uma das pastas mais importantes em ano eleitoral, responsável por toda a liberação de verbas publicitárias do governo. Nesta sexta-feira (31), a ministra-chefe Helena Chagas entregou à presidente Dilma Rousseff pedido de afastamento do cargo. Na carta de demissão, a ministra agradece pela confiança e diz que “foi um período de significativas realizações do seu governo, cuja divulgação se deu com todo o entusiasmo e engajamento desta secretaria”.

Segundo a Wikipedia, Thomas Timothy Traumann nasceu no dia 29 de julho de 1967. Filho de Michael Traumann, alemão refugiado de Guerra, e de uma pedagoga norte-americana, cresceu numa fazenda em Rolândia, no norte do Paraná.

Formou-se em jornalismo na Universidade Federal do Paraná (UFPR), em Curitiba. Mora em Brasília, com sua mulher e três filhos.

Foi correspondente da Folha de S. Paulo em Curitiba entre 1990 e 1994, quando mudou-se para São Paulo para participar do núcleo da agência de notícias que gerou o portal de notícias UOL.

Em 1995, transferiu-se para a revista Veja. Cobriu o avanço do desmatamento e a ação ilegal de madeireiras estrangeiras na Amazônia e coordenou a edição especial de Veja Ecologia, em 1997. Foi editor de assuntos gerais da revista. Em cinco anos, participou de mais de vinte capas de Veja.

No ano 2000, voltou para a Folha de S. Paulo como repórter especial. Cobriu a ação de guerrilheiros na Colômbia2 , as eleições no Equador, a busca de tribos de índios isolados no Vale do Javari (Amazonas)3 , desastres ambientais da Petrobras, ações do Movimento dos Sem Terra e a crise política na prefeitura de São Paulo na gestão Pitta. Especializou-se na cobertura do Partido dos Trabalhadores (PT).

Em 2001, transferiu-se para a Revista Época para cobrir a campanha presidencial de Luiz Inácio Lula da Silva. Fez quatro entrevistas exclusivas com o então candidato, antecipou o poder que José Dirceu teria no futuro governo e relatou a ascensão de Antonio Palocci junto a Lula.

Em 2002, mudou-se para o Rio de Janeiro para ser o chefe da sucursal carioca da revista Época. No ano seguinte, acumulou a função de chefe da sucursal com a de colunista de política (seção que, sucessivamente, se chamou Portal, Bastidores e, finalmente, Janela Indiscreta).

Durante a cobertura do Escândalo do mensalão, em 2005, publicou a explosiva entrevista em que o então presidente do Partido Liberal (PL), Valdemar da Costa Neto, detalhou como recebeu malas de dinheiro de Marcos Valério, a mando do PT.

Em 2006, criou a newsletter “O Filtro”, um resumo das principais notícias do dia distribuído todas as manhãs a mais de 250 mil assinantes da revista Época. Foi também convidado eventual do programa “Entre Aspas“, da Globonews.

Em 2008, transferiu-se para a consultoria de comunicação espanhola Llorente & Cuenca, sendo responsável pela abertura do primeiro escritório em país não-hispânico. Em maio de 2010, Traumann transferiu-se para a FSB Comunicações, encarregado da comunicação corporativa do Grupo Andrade Gutierrez.

Desligou-se da FSB Comunicações em janeiro de 2011 para assumir a coordenação de imprensa da Casa Civil da Presidência da República, como assessor especial do então ministro Antonio Palocci. Com a saída de Palocci do governo, em junho de 2011, tornou-se assessor especial da ministra-chefe Helena Chagas, da Secretaria de Comunicação Social.

Desde janeiro de 2012 é o porta-voz da Presidência da República.

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A3 Sedan marca entrada da Audi em um novo segmento

 

São Paulo, janeiro de 2014 – O Audi A3 Sedan é um vencedor nato. O modelo esportivo de quatro portas e traseira elegantemente fluída carrega todas as qualidades da linha Audi A3. O modelo chega ao Brasil com o motor 1.8 TFSI, potência de 180 cv e 250 Nm de torque máximo. O câmbio S tronic de sete marchas e dupla embreagem combina o conforto de uma transmissão automática clássica com o dinamismo e a eficiência de uma transmissão manual. Mesmo sendo um sedan, o modelo não perde o seu DNA esportivo, traço essencial da marca Audi: a aceleração de 0 a 100 km/h é feita em 7,3 segundos e a velocidade máxima é de 235 km/h. Ele marca a entrada da Audi em um novo segmento de mercado, o que mais cresce no mundo: o dos sedãs compactos.

Carroceria

O design e construção com peso reduzido estão entre as maiores especialidades da Audi. Como pioneira nesse campo, a marca reverteu a tendência de fabricação de veículos cada vez mais pesados. A versão básica do novo A3 Sedan com câmbio S tronic tem peso em ordem de marcha (sem o motorista) de apenas 1.295 quilos, o que estabelece um novo padrão em sua categoria. Apesar disso, esse quatro portas é imponente: tem 4.456 milímetros de comprimento, distância entre eixos de 2.637 mm, 1.796 mm de largura e 1.416 mm de altura.

Peso ultraleve: carroceria multimateriais

Seja em alumínio, aço ou materiais compostos, os desenvolvedores de carrocerias da Audi possuem uma vasta experiência. Ao invés de se limitarem ao uso de apenas um desses materiais, esses especialistas utilizam combinações ideais de materiais que resultem em uma mescla de propriedades perfeita.

Aços temperados na matriz constituem 26% da carroceria do A3 Sedan. Antes de serem conformados, eles são aquecidos num forno de fluxo contínuo até cerca de 1.000 º C e, em seguida, resfriados para aproximadamente 200º C, em uma prensa de estampagem refrigerada a água. Essa queda radical na temperatura cria uma estrutura de ferro e carbono com excepcional resistência à tensão. Componentes feitos desses aços de alta tecnologia podem ter paredes relativamente estreitas e, consequentemente, menor peso.

Componentes temperados nas matrizes são usados na transição entre a dianteira do carro e a célula de passageiros, nas colunas A, no arco do teto, túnel central, soleiras laterais e painéis do assoalho. As colunas B também são feitas de aço temperado na matriz. Suas seções inferiores são mais flexíveis que as mais altas, já que a energia de uma colisão lateral precisa ser absorvida nesta região. A Audi aplica aços de alta resistência e ultra-alta resistência em muitas outras áreas da carroceria, como os elementos longitudinais e as colunas C. Uma peça conhecida como ‘tailored rolled blank’ une o assoalho com a seção posterior da carroceria: uma chapa de metal com onze segmentos individuais e cinco diferentes espessuras.

Além disso, o capô, a subestrutura do eixo dianteiro e a seção absorvedora de choques atrás do para-choque dianteiro e da plataforma traseira são feitas de alumínio. No conjunto, esses componentes de liga leve economizam 12 quilos. Esse avanço favorece a distribuição de carga entre os eixos. O suporte do eixo dianteiro é feito de plástico de alta resistência e pesa três quilos menos do que no modelo anterior.

A carroceria do A3 Sedan apresenta uma impressionante variedade de técnicas de junção. Além da clássica solda a ponto por resistência, que dá origem a 5.467 pontos de solda, as principais técnicas incluem soldas MIG/MAG, soldas a laser, soldagem de pinos e parafusos, solda por projeção, conformação a frio, costura e rebites semitubulares. Uma única carroceria do A3 Sedan contém 54 metros de adesivo estrutural, cinco metros de adesivo de retenção, 20 metros de adesivo de união e quatro metros de adesivo de forração.

Uma costura soldada a laser une com alta precisão as paredes laterais do veículo e o teto. Esta solda é suavizada com escovas, resultando em ma junta praticamente invisível que demonstra o compromisso da Audi com os detalhes. As costuras ao redor das calhas traseiras são executadas através de um processo de soldagem a plasma. As portas e molduras das janelas são prensadas em uma única peça, o que também ajuda a reduzir o peso. Nas portas, é utilizada a soldagem a laser com tecnologia de ponta. das através de um processo de soldagem a plasma. As portas e molduras das janelas são prensadas em uma única peça, o que também ajuda a reduzir o peso. Nas portas, é utilizada a soldagem a laser com tecnologia de ponta.

Referências: rigidez, acústica, segurança e aerodinâmica

Graças aos amplos recursos dedicados pela Audi à manufatura da carroceria, o A3 Sedan possui excelente rigidez torsional estática e dinâmica. Isso contribui para a excelente precisão de manufatura do veículo e para um interior silencioso. O para-brisa com isolamento acústico é equipamento de série, assim como a dupla vedação envolvente que minimiza o ruído do vento nas portas e janelas. Os espelhos externos foram também projetados visando a redução do nível de ruído interno. Materiais isolantes acústicos no interior, principalmente na peça moldada entre o assoalho e o carpete, são leves e, ao mesmo tempo, altamente eficientes.

O novo Audi A3 Sedan lidera em termos de segurança passiva. Em uma colisão frontal, a travessa frontal distribui as forças para os dois membros laterais, que passam por uma deformação programada para dissipá-las. Outras zonas de deformação incluem a subestrutura do eixo dianteiro e a parte superior dos para-lamas. Em caso de impacto lateral, os componentes de aço moldado a quente nas soleiras e colunas B proporcionam excelente proteção aos ocupantes. Já em uma colisão traseira, os elementos transversais do para-choque transferem a tensão para os grandes membros longitudinais.

O Audi A3 Sedan apresenta coeficiente de arrasto de apenas 0,30 graças, em parte, ao acabamento nas áreas não visíveis. Coberturas de plástico reforçado com fibra de vidro revestem a parte inferior da carroceria até a altura das colunas B. Essas coberturas protegem as chapas metálicas e o motor do sal, água e cascalho, ao mesmo tempo em que absorvem vibrações. Um pequeno defletor à frente de cada roda ajuda a minimizar a perda de fluxo de ar. O assoalho externo aerodinâmico do novo A3 reduz o arrasto aerodinâmico total em cerca de 12%.

Design externo

Compacto, atlético e robusto: o Audi A3 Sedan é preciso e diferenciado de A a Z. Faróis em forma de cunha com a borda inferior ondulada dão a esse novo modelo um ar de determinação. Nos módulos xenon plus, luzes de uso diurno em LEDs formam um contorno luminoso visualmente uniforme nas bordas superior e inferior. As lanternas de sinalização direcional ficam no canto interno, sob uma faixa cromada.

Atraente de todos os lados: a dianteira

A dianteira do Audi A3 Sedan é ampla e determinada. A grade de moldura única, com os cantos superiores recortados, é preta. Seus elementos horizontais e os anéis da Audi são claramente tridimensionais. Uma refinada moldura cromada cerca a grade. A seção inferior do para-choque se afina para formar uma borda deslocada para frente. Barras verticais salientam as entradas de ar, tornando-as tornam tridimensionais e os faróis de neblina de série ficam alojados nos cantos dessas entradas.

O Audi A3 Sedan não tem nenhum painel metálico em comum com os modelos irmãos A3 e A3 Sportback. Até mesmo a parte inferior do capô foi redesenhada. Seu contorno proeminente complementa as linhas fluidas dos faróis. A ‘linha tornado’ nitidamente traçada – uma borda que contorna toda a lateral do carro – divide a área sob as janelas e uma linha similarmente dinâmica acima das soleiras se estende para o alto, no sentido da traseira.

Essas duas linhas envolvem as laterais do veículo e o jogo de luzes e sombras dá destaque à essa região do veículo, dotando o A3 Sedan com uma personalidade atlética e muscular. Os arcos das rodas ficaram consideravelmente mais salientes e, como num carro-esporte, os espelhos retrovisores externos com indicadores de direção em LEDs são montados nas portas. A distribuição dos volumes da carroceria com o compartimento dos passageiros é de dois terços para um – proporções típicas da Audi.

Em termos estruturais, o Audi A3 Sedan fica entre o design típico de um notchback e o de um conversível. Seu teto curvado se inclina elegantemente no sentido da traseira e se incorpora sem divisões à linha de ombros. Essa transição expressa a personalidade dinâmica do carro. A tampa compacta do porta-malas termina em um arco pronunciado, formando uma borda de contorno e a lâmina do defletor traseiro.

A traseira do A3 Sedan é típica da Audi. Ela é nitidamente tridimensional e mostra uma transição contínua do para-choque para a placa. As ponteiras duplas do escapamento são cercadas por um inserto difusor. A largura do veículo é ainda mais acentuada pelas grandes e achatadas lanternas traseiras, que se afinam para dentro. Guias luminosas formam arcos elegantes, equipados de série com luzes de freio adaptativas, que piscam rapidamente sempre que o motorista freia forte.

12 cores estão disponíveis para escolha.

Audi A3 Sedan: dimensões externas

Comprimento 4.456 mm
Distância entre eixos 2.637 mm
Largura 1.796 mm
Altura 1.416 mm

 

 

 

O interior

Elegante, refinado, limpo: o interior do Audi A3 Sedan reflete o estilo externo. Uma curva longa e contínua acompanha o para-brisa, de porta a porta. Esta característica, conhecida como wrap around aparece nos modelos maiores da Audi. O esguio painel de instrumentos, à frente, reforça a impressão de espaço.

Os dois bancos dianteiros do A3 Sedan oferecem excelente apoio, graças às medidas precisas e contornos ergonômicos. O volante é de três raios, com controles multifuncionais e aletas para troca de marchas.

Os dois grandes instrumentos redondos do painel são de fácil leitura. Entre eles fica a tela de 3,5 polegadas do sistema de informações DIS (Driver Information System). A tela colorida exibe informações úteis, ao mesmo tempo em que o programa de eficiência do DIS dá sugestões ao motorista para uma condução mais econômica. O sistema também emite os alertas recomendando paradas para descanso.

Como em outros veículos da Audi, a ergonomia do A3 Sedan é intuitiva. O sistema de operação do pacote de rádio MMI, com monitor extensível elétrico, é equipamento de série. Ele pode medir 5,8 ou 7 polegadas na diagonal, caso o carro conte ou não com o opcional de navegação. O painel de controle MMI foi posicionado acima do console central para criar um layout limpo e funcional. O freio de estacionamento eletromecânico, operado através de um botão, substituiu a antiga alavanca.

Estética Audi: as saídas de ar

Com um design clássico, inspirado nos jatos, quatro grandes saídas de ar são um componente típico dos modelos compactos da Audi. O fluxo de ar é regulado empurrando o eixo central, variando desde amplamente disperso até bem concentrado.

Girando os anéis, ouve-se um claro e preciso clique.

O Audi A3 Sedan oferece amplo espaço para cinco pessoas. Graças à grande distância entre eixos, o acesso ao interior é fácil e há bom espaço para as pernas, mesmo na traseira. Os apoios de cabeça em forma de L afetam pouco a visibilidade quando recolhidos. A capacidade do porta-malas, 425 litros, pode ser aumentada para até 880 litros com o rebatimento dos encostos dos bancos traseiros. O assoalho do compartimento de bagagem é plano e a tampa do porta-malas permite uma ampla abertura para carregar ou descarregar.

Sem concessões: excelência em qualidade e leveza no interior

Elegantes, fáceis de usar e com acabamento luxuoso: as aberturas de ventilação do Audi A3 Sedan refletem o compromisso sem concessões da Audi com a excelência. Cada saída de ar tem mais de 30 componentes, cada um deles manufaturado e montado com precisão de centésimos de milímetro.

Por um processo de injeção, pontos de fixação são colocados na parte traseira. A frente recebe nova camada de policarbonato líquido. Com apenas cinco milímetros de espessura, este revestimento reforça a aparência tridimensional do grafismo impresso, criando simultaneamente uma aparência semelhante à do vidro. O passo final inclui a vedação do inserto com verniz ultravioleta para evitar permanentemente que ele fique amarelado, além de proteger contra arranhões.

Centésimos de milímetro: precisão no interior

A Audi devota a mais completa atenção a todos os detalhes. O anel cromado que ornamenta a empunhadura do câmbio, por exemplo, é ajustado com precisão de centésimos de milímetro. As molduras das janelas se inclinam primeiramente para a dianteira numa guia, antes de se deslocarem para o alto, criando uma vedação perfeita na junção com o teto e a canaleta do vidro.

Qualidade diferenciada é um compromisso fundamental na Audi. As colunas B no interior do A3 Sedan são revestidas de tecido e dotadas de cabides. As molduras dos vidros são completamente cobertas. A forração em tecido e os detalhes em couro não ficam enrugados. Todas as costuras são precisas e sem falhas, até mesmo nas áreas mais difíceis do volante, onde há pouco espaço entre os raios e o aro.

A Audi não usa atalhos, mesmo em lugares raramente vistos pelos clientes. O carpete do porta-malas não é de feltro, mas de veludo. Quando o capô é aberto, é mantido na posição por uma mola pneumática. As poucas soldas visíveis na carroceria, como nas soleiras, compartimento do motor ou no porta-malas, refletem a mais alta precisão de soldagem.

Qualidade premium e excelência ultraleve não são um paradoxo para a marca. Na verdade, os engenheiros da Audi A3 Sedan eliminaram cada grama desnecessária do interior do Audi A3 Sedan. Os bancos, por exemplo, são extremamente leves. A localização inteligente das unidades de controle diminuiu significativamente a quantidade de fios necessária. O sistema de ar condicionado e o motor do ventilador também foram otimizados para pesar menos. O alojamento do airbag do passageiro da frente é feito de plástico e o suporte do monitor MMI é de magnésio.

Motor

O modelo chega ao Brasil com o motor 1.8 TFSI, potência de 180 cv e 250 Nm de torque máximo. A Audi se atém decisivamente ao seu compromisso com o downsizing, como de costume: a troca de altas cilindradas pela turboalimentação aumenta tanto o desempenho quanto a eficiência no consumo.

Dentro deste contexto, as tecnologias da plataforma modular de eficiência da Audi desempenham um papel fundamental. O sistema start-stop, por exemplo, utiliza uma bateria Absorption Glass Mat (AGM – baterias em que o ácido embebe camadas de fibra de vidro entre as placas) de alta performance para diminuir o consumo. O inovador sistema de gerenciamento térmico garante que o motor chegue rapidamente à temperatura ideal de operação após partidas a frio, reduzindo a fase de elevadas perdas por atrito devido à viscosidade do óleo.

O motor é instalado com inclinação para trás de 12 graus, com o lado da admissão voltado para a frente do carro. Esse avanço, usado na arquitetura modular transversal, associado ao projeto compacto do motor, permitiu posicionar o eixo dianteiro do Audi A3 Sedan bem à frente do carro. Isto também aumentou a segurança em colisões, melhorou o design do veículo e a distribuição do peso entre os eixos (59% para a frente e 41% para a traseira).

A dedicação da Audi quanto à construção ultraleve também se estende aos motores: o motor 1.8 TFSI pesa apenas 140 quilogramas, graças, em parte, a um cárter com paredes estreitas pesando 2,4 quilos menos do que o anterior.

Audi A3 Sedan

Cilindrada Potência Torque
1.8 TFSI 1.798 cm3 180 cv 250 Nm
  0 – 100 km/h Velocidade máxima
1.8 TFSI 7,3 segundos 235 km/h

 

Alta tecnologia: o 1.8 TFSI

O 1.8 TFSI demonstra a especialização da Audi em alta tecnologia por meio de numerosas inovações. O torque máximo, 250 Nm, permanece constante entre 1.250 e 5.000 rpm. A potência chega a 180 cv. Este motor de quatro cilindros também proporciona um desempenho esportivo, necessitando de apenas 7,3 segundos para levar o A3 Sedan até 100 km/h, que atinge um máximo de 235 km/h.

Uma das principais inovações do 1.8 TFSI é a injeção indireta de combustível adicional. Quando o motor funciona sob carga parcial, ela ajuda a injeção FSI. O sistema injeta o combustível na ponta do coletor de admissão logo acima dos tumble flaps, que provocam um redemoinho, misturando o combustível com o ar. Isto melhora a carburação, reduzindo consequentemente o consumo de combustível. A injeção direta de combustível, que gera pressão de até 200 bar, funciona na partida do motor e sob solicitações relativamente altas.

O turbocompressor gera pressão de forma ágil e rápida. Suas características mais notáveis incluem um controlador elétrico da válvula wastegate e o rotor da turbina feito de uma nova liga que suporta temperaturas dos gases de exaustão de até 1.000 º C. Os engenheiros da Audi foram além, otimizando a eficiência da alimentação nas câmaras de combustão. Os eixos de comando de válvulas da admissão e exaustão são ajustáveis. O Audi Valvelift System pode alternar, conforme necessário, entre duas regulagens de elevação das válvulas de escape. O resultado é uma queda nas perdas de combustível não queimado. O coletor de escape do 1.8 TFSI é integrado ao cabeçote.

Duas válvulas rotativas deslizantes, alojadas em único módulo e movimentadas por um motor, regulam o sistema de gerenciamento térmico do 1.8 TFSI. Elas não apenas asseguram que o óleo do motor aqueça rapidamente, mas também mantém a temperatura do líquido de arrefecimento entre 85 e 107 º C, dependendo das condições de operação. Independentemente do ponto de operação, elas obtém o equilíbrio ideal entre o mínimo de atrito e máximo desempenho.

Mesmo com todas essas novas tecnologias, o 1.8 TFSI pesa apenas 140 quilogramas. Isso se deve, em parte, ao cárter feito de ferro cinzento fundido, com paredes de apenas três milímetros de espessura. Os pistões são de uma nova liga de alta resistência. A bandeja de óleo é de plástico leve e muitos dos parafusos são de alumínio. O atrito interno é baixo graças ao novo revestimento das saias dos pistões, aos mancais de baixo atrito dos dois eixos de balanceamento e a um mancal principal mais estreito para o virabrequim compacto. A bomba de óleo regulável consome pouca energia e um sistema elétrico refrigera as cabeças dos pistões com jatos de óleo.

Transmissão de força

O A3 Sedan é equipado com o câmbio S tronic de sete velocidades. Como em todas as  transmissões da Audi, o intervalo de relações das marchas é amplo. As marchas mais baixas têm relações relativamente curtas, enquanto a mais alta é comparativamente longa, para reduzir a rotação do motor em longos trajetos em velocidades moderadas.

O S tronic de sete marchas combina o conforto de uma transmissão automática clássica com o dinamismo e a eficiência de uma transmissão manual. Ela é composta por duas subtransmissões comandadas por duas embreagens multidiscos. A grande embreagem K1 localizada externamente direciona o torque das marchas 1,3, 5 e 7 para as rodas através de um eixo sólido. Um eixo oco gira em torno o eixo sólido. Esse eixo oco funciona com as marchas 2, 4 e 6, além da ré. Ele é ligado à embreagem K2, de menor diâmetro, que fica dentro da K1.

Apesar de apenas uma das duas subtransmissões estar conectada ao motor de cada vez, as duas funcionam permanentemente. Assim, quando o motorista acelera em terceira marcha, a quarta já está engatada na segunda subunidade. As trocas de marchas são feitas pelo acionamento das embreagens. Isto toma apenas alguns centésimos de segundo e acontece sem interrupção perceptível da força propulsora.

A transmissão S tronic de sete velocidades tem apenas 37 cm de comprimento e pesa cerca de 70 quilogramas. Os mecanismos das duas embreagens não necessitam de óleo, o que aumenta ainda mais sua já impressionante eficiência. Uma bomba de óleo regulável alimenta os atuadores das embreagens e marchas.

A rotação do motor é um pouco mais alta quando o motorista seleciona o modo S, enquanto o modo D prioriza relações de marchas mais altas. Quando combinada ao sistema Audi Drive Select, a S tronic inclui uma função roda-livre no modo de eficiência, que reduz ainda mais o consumo de combustível. O motorista pode trocar pessoalmente as marchas da transmissão S tronic através da alavanca de seleção ou no shift paddle, as aletas localizadas atrás do volante.

Chassi

Com um design complexo e ajuste equilibrado esportivamente, o chassi do Audi A3 Sedan eleva os padrões de engenharia. Tudo começa pela distribuição de pesos otimizada, facilitada pelo fato do eixo dianteiro estar posicionado bem à frente, próximo à dianteira do carro. A suspensão dianteira é tipo MacPherson, com braços em V inferiores. O subchassi em peça única e os mancais de pivô conjugados aos motores mais potentes são feitos de alumínio. Esses componentes de alumínio pesam, em conjunto, seis quilos menos que similares de aço. A suspensão dianteira tem bitola de 1.555 milímetros. Barras estabilizadoras são usadas nos dois eixos.

O sistema de assistência de direção contribui para a eficiência do Audi A3 Sedan. Como o motor do sistema é montado diretamente na cremalheira, não consome energia quando o carro anda em linha reta. A força de assistência varia de acordo com a velocidade do veículo. Sua redução de 15,3:1 é esportivamente direta e o diâmetro de giro do carro é de apenas 10,9 metros.

A suspensão traseira com quatro braços do Audi A3 Sedan tem bitola de 1.526 mm. Os braços de arrasto tipo espada absorvem eficientemente as forças de propulsão e frenagem. Os mancais dos braços são grandes e tem configuração relativamente macia, o que aumenta o conforto de rodagem. De forma oposta, os três braços transversais de cada roda, projetados para absorver forças laterais, são rigidamente ligados ao subchassi de aço para uma melhor dirigibilidade.

Os braços do eixo traseiro são feitos de aços de alta resistência e os cubos de rodas, de alumínio. Os amortecedores e as molas helicoidais compactas são separados, proporcionando excelente reação e uma considerável capacidade de carga.

O A3 deixa a fábrica com rodas de liga leve de 17 polegadas. Por trás das grandes rodas, freios poderosos oferecem uma rígida sensação no pedal, para frenagens mais precisas. Os discos dianteiros são ventilados e medem 288 milímetros, enquanto os traseiros medem 272 mm. O freio de estacionamento eletromecânico está integrado aos freios traseiros. Caso necessário, o freio de estacionamento pode funcionar como freio de emergência.

Mais estável e mais esportivo: o diferencial com vetorização eletrônica de torque

O diferencial eletrônico com vetorização de torque é equipamento de série em todos os Audi A3 Sedan com tração dianteira. Parte do controle eletrônico de estabilidade (ESC), ele torna a condução ainda mais ágil, precisa e estável. Caso a roda do lado interno da curva perca demasiadamente a tração, a unidade de controle do sistema a freia suavemente e com precisão. Dessa forma, o torque excedente é transmitido para a roda externa. Ao mesmo tempo, a tração adicional ajuda o condutor a esterçar o carro para o interior da curva.

O sistema Audi Drive Select traz ainda mais emoção ao conduzir. A versão básica desse sistema regula o pedal do acelerador, a assistência da direção e o câmbio S tronic. O motorista pode variar entre os modos Comfort, Auto, Dynamic, Efficiency e Individual ao toque de um botão. O modo Individual permite que o motorista especifique, dentro de certos limites, seu próprio perfil ou suas regulagens preferidas.

Sistemas de informação e entretenimento

Os sistemas de informação e entretenimento disponíveis no modelo posicionam o A3 Sedan à frente da concorrência. O Infotainment para o A3 Sedan foi concebido como um conjunto de componentes modulares.

A versão topo de linha do sistema é o MMI Navigation Plus com MMI touch e dispõe de um drive de memória interna de 40 GB de capacidade, assim como de um drive DVD, rádio com triplo sintonizador e oito alto-falantes. Essa versão também conta com dois leitores de cartões de memória, Audi Music Interface (AMI) e uma interface Bluetooth para integração com dispositivos móveis e smartphones. O comando de voz permite que o motorista simplesmente informe o seu destino, além de operar sem esforço o telefone, serviços de conexão e execução de músicas. Um indicador de limite de velocidade mostra dados em tempo real.

Quando o sistema de operação MMI é ligado, sua tela colorida de 7 polegadas emerge automaticamente do painel de instrumentos. Ela oferece imagens verdadeiramente nítidas em cores vivas, graças à resolução de 800 x 480 pixels. A iluminação por trás é feita por LEDs e a camada de vidro é unidadiretamente à superfície da tela TFT por meio de um processo especial de laminação, que não deixa espaço livre. O alojamento preto em alto brilho, feito de magnésio com baixo peso reforça a elegância do visual e conta com apenas onze milímetros de espessura.

Claro e lógico: o terminal MMI

O terminal MMI é usado para controlar as diversas funções disponíveis. Os controles convencionais rotativos ou por botões foram combinados ao touchpad do MMI, uma tela sensível ao toque na qual o motorista escreve letras ou números na tela com o dedo e o sistema reproduz acusticamente cada caráter introduzido. Isso permite ao motorista introduzir dados para informações de navegação ou para fazer ligações de maneira segura.

Um menu objetivo facilita a utilização desde o primeiro contato. A roda de toque é cercada por duas chaves, Main Menu (menu principal) e Back (retorno), além de quatro controles para os menus de navegação e dois interruptores para navegação, telefone, rádio e mídia. A tecla de controle do volume também pode ser usado para mudar as faixas de músicas em execução. No volante multifuncional, teclas, aletas e outros comandos permitem administrar as funções.

Sistemas de assistência à condução

A Audi também é líder no que diz respeito a sistemas de assistência à condução. O sistema de navegação, opcional no modelo brasileiro, possui tela colorida e recomendação de descanso. A tecnologia de recomendação de descanso analisa os movimentos da direção, entre outros pontos, em velocidades entre 65 e 200 km/h. Caso o sistema considere que a atenção do motorista está declinando, recomendará uma parada para descanso, acendendo um indicador no sistema de informação do motorista e soando um sinal acústico.

Preços e equipamentos

O pacote de equipamentos do A3 Sedan inclui sistemas de retenção com sete airbags, um sistema integral de proteção de cabeças e airbag de joelho para o motorista. Entre os itens de segurança adicionais estão a montagem ISOFIX para assentos infantis na traseira, luzes de freios adaptativas e o controle eletrônico de estabilidade (ESC) com vetorização eletrônica de torque no diferencial.

Assentos traseiros dobráveis, ar-condicionado automático e espelhos retrovisores laterais com indicadores de direção em LEDs fazem parte do pacote de equipamentos de série do A3 Sedan.

Também merecem menção o para-brisa à prova de som, vidros elétricos, assentos dianteiros com regulagem de altura e o freio de estacionamento eletromecânico.

O carro conta com teto solar panorâmico, janelas traseiras em vidro colorido, ar condicionado automático e espelho retrovisor antiofuscante automático com sensores de luz e chuva. O banco do motorista tem apoio lombar e controles elétricos.

Produção em Gyor, na Hungria

O Audi A3 Sedan sai da linha de montagem em Gyor, na Hungria. Essa instalação da Audi no noroeste do país é a maior fábrica de motores do mundo. A empresa investiu 900 milhões de euros em Gyor para criar uma fábrica de automóveis de ponta, com uma completa cadeia de processos. Distribuídos numa área de 250.000 metros quadrados, cada passo da produção acontece no local, desde a prensagem até a montagem final. A Audi Hungria criou 2.100 novos empregos e os fornecedores e prestadores de serviços contrataram mais 15.000 pessoas.

No núcleo desta nova instalação fica o prédio central. Ele abriga o centro de Análise e Pré-produção, a Qualidade Assegurada e o espaço de escritórios para 900 empregados. O prédio central fica entre a estamparia e a oficina de manufatura das carrocerias, pintura e linha de montagem. Um layout compacto facilita a comunicação entre os setores.

Uma prensa industrial no estado da arte, conhecida como Servo-PXL, domina a estamparia. Movimentada por 14 servomotores ela gera 8.100 toneladas de força de fechamento. Quando os seus pistões são desacelerados na queda, esta prensa recupera parte da energia gasta, apresentando eficiência energética cerca de 10% maior do que unidades convencionais. A substituição das ferramentas é feita em apenas três minutos, um novo parâmetro para a indústria.

A nova área de montagem das carrocerias é avançada em todos os pontos. Em sua configuração mais recente, ela conta com 563 robôs industriais; 373 soldadeiras; 289 unidades de geometria, processos e manipulação; 73 sistemas de aplicação de adesivos; 20 sistemas de soldagem e sete máquinas dobradeiras. Um sistema de medição a laser inspeciona a precisão dimensional das carrocerias em 23 estações, enquanto um sistema de imagem por ultrassom faz checagens pontuais. Em matéria de juntas e raios de alta precisão, o Audi A3 Sedan eleva os padrões estabelecidos.

Outra inovação é a área de pintura. Sistemas de recirculação de ar nas cabines reduzem drasticamente a necessidade de aquecimento e resfriamento, assim como de umidificação ou desumidificação do ar, resultando em economia de energia de aproximadamente 60 por cento. Filtros separadores a seco atomizam a tinta. Nas cabines das camadas superiores, um aparato especial remove os resíduos de solvente do ar de exaustão antes da descarga na atmosfera. Com exceção das camadas transparentes, apenas tintas à base de água são utilizadas.

No centro de controle de energia, que fornece eletricidade, aquecimento e ar-condicionado, a Audi prioriza igualmente a eficiência e a preservação de recursos. Em um prédio isolado, o centro de controle de energia aloja três tanques de aquecimento a gás e uma estação de energia térmica. Nesta última, uma turbina de gás natural com baixa emissão movimenta os geradores elétricos. O calor dissipado é usado para o aquecimento. Além disso, as instalações de Gyor são supridas por aquecimento produzido externamente. Numerosos dispositivos distribuídos na planta recuperam energia para aumentar ainda mais eficiência. As linhas de força, gás natural, água, ar e ar comprimido são distribuídas de forma a manter as perdas de energia em níveis mínimos.

A expansão da fábrica da Audi em Gyor começou em 2011, com a pedra fundamental lançada em julho. Ela terá uma ferramentaria maior e uma nova pista de testes com cerca de 1.200 metros de comprimento. Desde sua fundação, em 1993, a empresa tornou-se uma das maiores exportadoras da Hungria e um dos negócios com maior faturamento no país. Em 2012, Audi Hungaria fabricou em Gyor 1.915.567 motores e 33.553 veículos.

Fonte:

Departamento de Comunicação Audi do Brasil

www.audi-imprensa.com.br

Christian Marxen

Gerente de Comunicação Audi do Brasil

Charles Marzanasco

Supervisor de Imprensa Produto

Renata Tersiote

Assessora de Imprensa

In Press Porter Novelli Assessoria de Comunicação

www.inpresspni.com.br

João Costa –  Mariana Oliveira – Lia Mara Sacon

No ano de 2013 o Grupo Audi entregou a seus clientes 1.575.500 automóveis da marca Audi. De janeiro até fim de setembro de 2013, com um volume de negócios da ordem dos 37 bilhões de euros, a empresa obteve um resultado operacional de 3,74 bilhões de euros A nível internacional a empresa está presente em mais de 100 mercados, produzindo nas unidades de Ingolstadt, Neckarsulm, Győr (Hungria), Bruxelas (Bélgica), Bratislava (Eslováquia), Martorell (Espanha), Kaluga (Rússia), Aurangabad (Índia), Changchun (China) e Jakarta (Indonésia). Dede o final de 2013 a marca com os Quatro Anéis também produz em Foshan (China), a partir de 2015 será em São José dos Pinhais (Brasil), bem como a partir de 2016 em San José, Chiapa (México). Subsidiárias a 100% da Audi AG são, nomeadamente, a quattro GmbH (Neckarsulm), a Automobili Lamborghini S.p.A. (Sant’Agata Bolognese/Itália) e o fabricante de motos esportivas Ducati Motor Holding S.p.A. (Bologna/Itália). A empresa emprega atualmente mais de 70.000 funcionários a nível mundial, dos quais cerca de 50.000 na Alemanha. De 2014 até 2018 a Audi pretende efetuar investimentos globais no montante de aproximadamente 22 bilhões de euros, principalmente em novos produtos e tecnologias sustentáveis. A Audi assume sua responsabilidade empresarial, tendo definido estrategicamente a sustentabilidade como padrão de referência para processos e produtos. A meta no longo prazo é: mobilidade neutra em CO2.

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Transparaná Troller está em Ponta Grossa


Maior rali de regularidade do país passa da metade do trajeto total e competidores disputam etapa mais longa: 260 km de Ivaiporã aos Campos Gerais

De Ivaiporã (PR) a Ponta Grossa (RS) foi realizado o quarto dia de provas do Transparaná Troller 2014. O maior rali de regularidade do país chega aos Campos Gerais cumprindo metade do percurso total, depois dos competidores percorrerem 260 Km nesta quinta-feira (30), o maior trajeto da competição deste ano. Nesta sexta-feira (31), o destino será Curitiba, com um percurso de 242 km. A largada ocorreu em Foz de Iguaçu na última segunda-feira (27), e percorrerá aproximadamente 1500 Km, com a chegada no sábado (1º), em Guaratuba, região litorânea do Paraná.
Master
Na categoria Master, o primeiro lugar ficou com a dupla curitibana Rone Branco/Enedir Jr. (Troller). A segunda colocação ficou com Flávio Kath/Rafain Walendowsky (Troller), de Blumenau/SC e Brusque/SC, respectivamente, seguidos pelos mineiros Pedro Mendonça Souza e Rodrigo Peternelli (Troller), de Juiz de Fora.
“A etapa estava um pouco cansativa, por ter sido longa, mas foi dentro do normal. Na Master, todos foram bem e as pontuações foram baixas para todos. Quem acertou melhor o odômetro venceu. Conseguimos ter um desempenho satisfatório. Foi um dia de reflorestamento, pegamos movimentos do pessoal local, tratores, porteiras, coisas atípicas”, explica o piloto Rone Branco.
Graduados
Os três primeiros colocados da categoria Graduados foram os mesmos da etapa desta quarta-feira. Rogério Gonçales/Rodrigo Borges (Troller), de Apucarana (PR) repetiram mais uma vez o feito de terça-feira e quarta-feira e também ganharam nesta quinta-feira. Também repetindo a colocação da etapa anterior, a dupla Andre Luiz Pinto/Fábio Dutra (Troller), de Blumenau (SC), em segundo, seguidos por Paulo Henrique Vieira e Vinícius Gunha (Pajero Full), de Curitiba.
O piloto José Carlos da Silva, de Cuiabá, que disputa na categoria Graduados com o navegador Waldemberg dos Santos Barros, afirma que as provas desta quinta-feira foram tranquilas. “Não sentimos muitas dificuldades. O campeonato está em aberto, tudo pode acontecer até o final. Temos esperança de conquistar este título, pois estamos na quarta colocação na classificação geral”, analisa o piloto, que chegou na sexta colocação no percurso entre Ivaiporã e Ponta Grossa.
Junior
Na categoria Junior, o primeiro lugar ficou Silvano de Jesus Taborda/Juliana Jaremzck (Troller), de Cascavel (PR), o segundo com Irineu Pedroso/Robson Schuinka (Troller), de Cascavel, e o terceiro com Fernando Hostins/Andressa Aviz (Troller) de Alto Paraná/PR.
O casal de Cascavel, Silvano Taborda e Juliana Jaremzick (Troller), que se inscreveram na última hora – no domingo (30) em Foz do Iguaçu -, está correndo atrás dos oito pontos perdidos na etapa ‘zero’, como está sendo chamado o Super Prime. “Tivemos estradões e trechos longos. Na parte final mais referências, médias boas e para nós uma etapa excelente, deu tudo certo”, avalia Silvano.
Baixas
Casal de Piracaia (SP), Celso de Macedo e Belén Macedo estão fora da prova, pois tiveram problemas com a suspensão do Pajero Full. Eles fizeram a estreia na competição. “Adoramos o evento, mas nosso veículo não estava estável, e também merece melhor preparação para enfrentar uma prova tão longa. Ano que vem estamos de volta com maior estrutura. Preferimos não arriscar e desistimos com dor no coração”, afirma Belén.
Outra dupla que não estará mais na disputa da Master são os veteranos Otávio Enz (Marreco) e Allan Enz. “Tivemos problemas mecânicos nos três últimos dias e não conseguimos dar continuidade. Dos sete anos que competimos no Transparaná é a primeira vez que abandonamos”, conta Allan Enz. “Vamos continuar na prova com outro veículo na Adventure, acompanhando o rali até o final em Guaratuba”, complementa Otávio Enz.
Transparaná Troller 2014
São seis dias de prova, em que os participantes são divididos em quatro categorias: Master, Graduados, Junior e Adventure, com o objetivo de completar os cerca de 1.500 quilômetros com a maior regularidade possível. Os percursos das etapas são totalmente desconhecidos pelas equipes até o dia de cada uma das largadas, do total de 13, sendo duas provas por etapa com pausa entre elas (neutro) e o Super Prime, realizado no último domingo (26). Os competidores poderão descartar o pior resultado da classificação geral do evento, menos as duas últimas provas.
O Transparaná Troller 2014 tem como patrocínio Ouro a Troller, Prata a Acassius Gráfica e Dispauto Auto Peças, Bronze a Trilha Eurocar, Ekron Off Road, Off Shox Amortecedores Especiais, Mamute Off Road, Itaipu Binacional, Klein e apoio do Recanto Thermas & Resort Park Hotel, Secretaria do Turismo do Paraná, Barracão do Jeep, Santa Paula Hotel, Queijos & Vinhos Delica Tessen, Grupo Vinícola Famiglia Zanlorenzi, Prefeitura Municipal de Foz do Iguaçu e Jeep Club 4×4 de Foz do Iguaçu. Supervisão da Confederação Paranaense de Automobilismo, realização do Jeep Club de Curitiba e do Mundo Nav.
Mais informações www.transparana.com.br.
Resultado da quarta etapa:
Master
1) 12 Rone Branco/Enedir Jr. (Bolacha), Troller, Curitiba /PR e Chapecó/SC, 40 pontos
2) 1 Flávio Kath/Rafain Walendowsky, Troller, Blumenau/SC e Brusque/SC, 38
3) 11 Pedro Agrelle Mendonça Souza/Rodrigo Berno Peternelli, Troller, Juiz de Fora/MG, 37
4) 14 Alessandro Ronerto Weirich/ Jhonatan Ardigo, Troller T4, Curitiba/PR e Apucarana/PR, 32
5) 15 Victor Pudell/Roberto Luiz Spessatto, Toyota Hilux, Toledo/PR e Constantina/PR, 29
6) 13 Ricardo Salles de Oliveira Barra/Wagner Hirt, Paljero Full, Niterói/RJ e Apucarana/PR, 24
7) 16 Carlos Augusto Moreira/André Fernando Mocelin, Troller, Campo Largo/PR, 20
8) 7 Otávio Enz Marreco/ Allan Enz , Troller T4 3.2, Apucarana/PR, 8
Graduados
1) 118 Rogério Gonçales/Rodrigo Borges, Troller, Apucarana/PR, 45 pontos
2) 103 André Luiz Pinto/Fábio Dutra, Troller T4, Blumenau/SC, 38
3) 105 Paulo Henrique Vieira/Vinícius Gunha (Gallo), Pajero Full, Curitiba/PR, 30
4) 104 Aurélio Bilhalva/Tiago Poisi, Pajero, Pelotas/RS e Gravataí/RS, 28
5) 114 André Pereira de Queiroz/Leandro Macedo Ferreira, Troller T4, Curitiba/PR, 26
6) 121 José Carlos da Silva,/Waldemberg dos Santos Barros, Cuiabá (MT), 24
7) 108 Waldemiro Armindo Veiga/Luís Zanotti, Pajero Full, Joinville/SC, 22
8) 117 Marcos Osires Nunes/Marcos Vinícius Nunes, Troller, Curitiba/PR, 19
9) 110 José Eduardo Guerra/Márcia Maria Esteves Guerra, Pajero Full, Uberlândia/MG, 14
10) 116 Carlos Alberto Mendonça/Érik Fernandes de Brito, Troller T4 3.2, Criciúma/SC, 13
11) 106 Robson Batista/Wilson Bastista, Pajero 3500, Curitiba/PR, 12
12) 120 Sidnei Cortes/Rafael Rocha da Silva, Curitiba/PR, 8
13) 109 Marcelo Prevideli/Marcos Fernando Evangelista, Troller, Curitiba/PR, 5
14) 119 Sandro Marcelo Suptitz (Xupitz)/ Eduardo Luiz Ortolan (Lobinho), Troller, Cascavel/PR, 5
15) 113 Celso Leal de Macedo/Belén Macedo, Pajero Full, Piracaia/SP, 2
16) 107 Mario Luiz Rocco/Daniel Ribeiro da Luz Rocco, Troller/T4, São Paulo/SP e Pinhais/PR, 1
Júnior
1) 217 Silvano de Jesus Taborda/Juliana Jaremzck, Troller, Cascavel/PR, 45 pontos
2) 201 Irineu Pedroso/Robson Schuinka, Troller T4 3.2, Cascavel/PR, 40
3) 216 Fernando Hostins/Andressa Aviz, Troller, Alto Paraná/PR, 35
4) 215 Wilson Rogério Boscolo/Caio Boscolo, Jimny, Toledo/PR, 30
5) 211 Hoberson Henning/Igor Quirrenbach de Carvalho, Pajero Full, Castro/PR, 30
6) 214 José Mateus Carvalho/ Vicente Munhoz Neto, L200, Cambé/PR, 20
7) 212 Dirceu Araújo Salla/Emerson Coleti, Curitiba/PR, 17
8) 205 Sueli Terezinha Dinamarques/Thais Stadler Silva, Hilux, Curitiba/PR, 17
9) 204 Rodolfo Bertoluci Villas Boas/Everaldo Bonsenhor, L200, S. J. dos Pinhais/PR e Paranaguá/PR, 15
10) 207 Rene Bordignon/Margarete M. G. Bordignon, Ford Ranger, Cascavel/PR, 13
11) 208 Maria Aparecida Aoyama Salla/Cássia Ferreira Das Chagas, Suzuki Jimni, Ivaiporã (PR) e Brasília (DF), 10
12) 213 Paulo Roberto Dalazoana/Edivaldo Luiz Soette, Pajero, Campo Magro/PR, 4
Programação do Transparaná Troller 2014
Etapa 5 – 31 de janeiro, sexta-feira
Ponta Grossa a Curitiba (PR)
9h – Largada: Parque Ambiental Governador Manoel Ribas
Rua Lúcio Alves da Silva
15h – Chegada: TAJ Bar
Rua Bispo Dom José (Av Batel) – Curitiba/PR
Etapa 6 – 01 de fevereiro, sábado
Curitiba a Guaratuba (PR)
9h – Largada: Posto o Cupim 2 Rod. BR 376 , Km 640, sentido Joinville – Curitiba/PR
14h – Chegada: Beira Mar, Morro Cristo – Av. Atlântica – Guaratuba/PR
Fonte: Assessoria de Imprensa do Transparaná Troller 2014
SIG Comunicação
Silvana Grezzana Santos | Helena Matta | Luciano Santos
www.sigcomunicacao.com.br
Crédito fotos: Luciano Santos/Sigcom

 

 

 

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Niterói Rally Team supera com êxito ‘etapa maratona’ do Transparaná



Quarta etapa do certame exigiu muita atenção e concentração dos competidores

Nesta quinta-feira (30) as equipes inscritas na 20ª edição do Transparaná partiram de Ivaiporã com destino a Ponta Grossa. O percurso exigiu muita atenção dos competidores e segundo Ricardo Barra, piloto da Niterói Rally Team, a etapa foi considerada uma verdadeira ‘maratona’, onde aqueles que conseguiram manter o alto nível de concentração obtiveram um bom resultado. Ao lado do navegador Wagner Hirt, a dupla fechou o dia na 6ª colocação da categoria Master.
“Hoje foi a etapa mais longa, bastante cansativa. Como era uma competição em linha, tivemos que controlar muito para não cair no cansaço que este tipo de percurso proporciona. A descontração acontece e tem que tomar muito cuidado. Como a prova não tinha muitas mudanças de direção, a tendência é de fazer a pontuação baixa, e tem que levar o carro na ‘ponta dos dedos’, com concentração para vencer essa distração”, analisou Ricardo Barra sobre o segredo para vencer a monotonia da etapa.
Segundo o piloto da Niterói Rally Team chegar ao final de uma prova tão exaustiva como foi a quarta etapa do Transparaná é uma conquista. “Se eu pudesse definir em uma palavra a etapa de hoje seria: maratona. Etapa de resistência do carro, da equipe, piloto e navegador foram levados à exaustão. É uma prova que vence quem for mais regular, de quem está no ponto certo e na hora certa. Isso parece que não, mas as vezes é mais difícil do que uma prova com mais referências e mudanças de trajeto”, finalizou.
Nesta sexta-feira (31), a 20ª edição do Transparaná chega em sua reta final com a disputa da 5ª e penúltima etapa do rali de regularidade. As equipes terão percurso entre Ponta Grossa e Curitiba.
A equipe Niterói Rally Team conta com o patrocínio Cerveja Itaipava, TNT Energy Drink e Natsu – Mitsubishi Niterói.
Resultado da quarta etapa:
Master
1) 12 Rone Branco/Enedir Jr. (Bolacha), Troller, Curitiba /PR e Chapecó/SC, 40 pontos
2) 1 Flávio Kath/Rafain Walendowsky, Troller, Blumenau/SC e Brusque/SC, 38
3) 11 Pedro Agrelle Mendonça Souza/Rodrigo Berno Peternelli, Troller, Juiz de Fora/MG, 37
4) 14 Alessandro Ronerto Weirich/ Jhonatan Ardigo, Troller T4, Curitiba/PR e Apucarana/PR, 32
5) 15 Victor Pudell/Roberto Luiz Spessatto, Toyota Hilux, Toledo/PR e Constantina/PR, 29
6) 13 Ricardo Salles de Oliveira Barra/Wagner Hirt, Paljero Full, Niterói/RJ e Apucarana/PR, 24
7) 16 Carlos Augusto Moreira/André Fernando Mocelin, Troller, Campo Largo/PR, 20
8) 7 Otávio Enz Marreco/ Allan Enz , Troller T4 3.2, Apucarana/PR, 8
Programação do Transparaná Troller 2014
5ª Etapa – 31 de janeiro, sexta-feira
Ponta Grossa a Curitiba (PR)
6ª Etapa – 1º de fevereiro, sábado
Curitiba a Guaratuba (PR)
Fonte: Assessoria de Comunicação da Niterói Rally Team
SIG Comunicação
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Crédito fotos: Luciano Santos/Sigcom

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Rally Cerapió define quem larga na frente no Campeonato Brasileiro de Enduro de Regularidade

Após a realização dos dois primeiros dias de prova do Rally Cerapió, sai o ranking do Campeonato Brasileiro de Enduro de Regularidade para as motos, válido para os pilotos inscritos nas categorias máster, sênior, executivo, over-40, Over-50, júnior e novato. O campeonato nacional foi aberto com as etapas de Fortaleza a Jijoca de Jericoacoara, no último dia 28, e com a etapa de Jijoca a Viçosa, na última quarta-feira (29). Com isso, já estão definidos quem está na liderança. O campeonato é realizado pela Confederação Brasileira de Motociclismo – CBM. O Rally Cerapió tem quatro etapas e só termina nesta sexta-feira, em Barreirinhas, no Maranhão.

Na categoria máster, o líder nacional é o catarinense Guilherme Cascaes, que foi o 3º lugar melhor no Brasileiro de 2013. O cearense Helaindo Onofre Jales está em segundo no ranking; em terceiro e quarto vem dois pilotos capixabas, Carlos Minet e Jomar Grecco, respectivamente, este que é o atual vice-líder; em quinto está o atual campeão brasileiro, curitibano Emerson Loth, o Bombadinho. Na categoria sênior, está na liderança, após os dois dias iniciais  de Cerapió os pilotos Tulio Borges Malta, de Minas Gerais; em 2º aparece Jony Jachtchechen, de Curitiba; em 3º Charles Pio, de Minas; em 4º Péricles Dutra e em 5º Luiz Castelo Branco Filho, do Piauí. A categoria executivo está assim: Fredy Oliveira de Carvalho, que é de Parnaíba, no Piauí; em 2º aparece Paolo Mussalem, do Maranhão, e atual campeão do Rally Piocerá; em 3º Rodrigo Gondim de Oliveira, do Ceará; em 4º lidera Mauro Sérgio Follmann, de Belém, Pará e em 5º José Nogueira Leite, do Ceará;

A categoria over-40 traz como líderes do ranking Marcio José Miranda e Edson Castro Maciel, de Minas Gerais, como 1º e 2º, respectivamente; em 3º está Sandro Hoffmann, do Espírito Santo, que é o 4º colocado do Brasileiro de 2013, na categoria máster, e neste ano pela primeira vez pilota na over; em 4º está Gildo José Tavares, do Tocantins, e em 5º Paulo Picaccio Cabral, que tem um tricampeonato no Cerapió – Piocerá, na categoria executivo.

Na Over-50, o Brasileiro traz na ponta Heleno Gontijo de Sousa, de Minas Gerais; em 2º Helio Venâncio, também de Minas e em 3º o paulista George Parik. Na categoria Júnior, lideras Pedro Henrique Lage, de Minas Gerais; Lucas Carvalho de Matos, do Piauí em 2º e Lauro Rodolpho Lopes, também do Piauí. Na novato, os líderes são: 1º Luiz Gustavo Penteado, de São Paulo; Leandro de Castro Alves, de Minas, e Vicente Marinho de Andrade, da Bahia.

O nível técnico dos dois primeiros dias do Rally Cerapió foi bastante técnico, segundo a maioria dos participantes das motos. O percurso privilegiou terrenos variados e muita serra sob uma temperatura de mais de 40 graus. No primeiro dia, o desgaste foi grande com uma etapa de 10 horas. O piauiense de Parnaíba, onde o Cerapió teve chegada nesta quinta-feira, piloto Fredy Oliveira, diz que está contente com seu desempenho na prova e que estar à frente de ótimos concorrentes dá mais incentivo para estar bem na competição até o final. “Achei esse terceiro dia muito bom e espero subir ao pódio no final do Cerapió. Quanto ao Brasileiro, a experiência também me ajudou bastante a estar liderando”.

FOTOS: ÂNGELO SAVASTANO

Fonte: Aldeia Com.
Márcia Cristina/ Larissa Cavalcante/ Ângela Bispo
https://www.facebook.com/rallycerapio.rallypiocera?fref=ts
https://twitter.com/PioceraCerapio
www.cerapio.com.br

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Rinaldi amplia investimentos no enduro para temporada 2014

Bento Gonçalves (RS) – A Rinaldi ampliou os seus investimentos na modalidade enduro para motocicletas na temporada 2014. A fábrica gaúcha de pneus apresentou novidades na área de patrocínios, com destaque para Zanol Team e a Copa EFX no Enduro FIM, além de convocar Emerson Loth “Bombadinho”, atual campeão brasileiro de regularidade, para integrar o Team Rinaldi.
“A marca se identifica muito com os praticantes de enduro, tanto FIM quando de regularidade, e está sempre trabalhando para desenvolver produtos de qualidade para o segmento. Nosso compromisso é com o motociclismo de uma forma geral – e isto significa atender as necessidades do piloto amador e do profissional, que ainda nos ajuda a testar e buscar a excelência dos pneus constantemente”, resumiu Jana Brun Nalin, do marketing da Rinaldi.
Multicampeão de enduro e de rally, Zanol foi atleta patrocinado e já ocupava o cargo de consultor técnico da Rinaldi há um ano. “Sempre quis ter a minha própria equipe, mas com a rotina de atleta não tinha tempo. Poderei realizar esse sonho e buscar novas vitórias, só que agora como chefe de equipe”, comentou o mineiro, que terá três pilotos na equipe, um deles estrangeiro. “A importância de ter um chefe de equipe experiente é fundamental para os atletas. Quero dar todo o suporte possível”, acrescentou, reforçando que o trio estará presente nas provas do Brasileiro de Enduro FIM e na Copa EFX.
Aliás, o torneio tem tido mais sucesso a cada ano, atraindo grandes nomes nacionais e internacionais do enduro FIM. “A Rinaldi vem crescendo consideravelmente no mercado e se preocupa com o esporte, assim como nós”, comparou Fábio Simões, organizador da Copa EFX. “Os produtos da marca são admirados pelos pilotos, que sempre comentam sobre a qualidade. Estamos muito motivados para esta temporada tendo a Rinaldi como parceira, nossa expectativa é de que os inscritos superem o número de 300 motos na abertura”, observou. A competição terá seis etapas, a primeira no dia 23 de fevereiro em Itupeva (SP).
Outra parceira da Rinaldi no enduro FIM é a Gas Gas Racing Team, equipe que conquistou os principais títulos da modalidade em 2013 (categorias E1 e E2 no Brasileiro e Elite e E1 na Copa EFX). “Há anos trabalhamos em conjunto com a Rinaldi e a renovação da parceria mostra que temos apresentado resultados sólidos. Queremos manter o desempenho em 2014 e ainda estimular o alcance dos nossos parceiros nos revendedores das motos Gas Gas”, concluiu Leonardo Tavares, responsável pela comunicação da marca no Brasil. Os pilotos da Gas Gas Racing Team para a temporada serão os irmãos mineiros Rigor Rico e Ripi Galileu.
Enduro de Regularidade – O Team Rinaldi fortaleceu a sua equipe de enduro de regularidade em 2014, a qual já contava com o bicampeão brasileiro Guilherme Cascaes, de Santa Catarina. Emerson Loth “Bombadinho”, que faturou a taça do Brasileiro no ano passado, passa a defender a marca nas provas da modalidade. O piloto nasceu em Nova Friburgo (RJ) mas mora em Curitiba (PR), tanto que irá disputar o Paranaense e o Sul-Brasileiro, além do Campeonato Brasileiro de Enduro de Regularidade. A mineira Sabrina Katana segue representando a marca, mesmo estando fora das competições por estar grávida de seu primeiro filho.

Fonte: Ângela Monteiro

Mundo Press Jornalismo Estratégico

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Provisório ou definitivo?

 

Alta Roda nº 769 — Fernando Calmon — 28/1/14

Janeiro concentrou acontecimentos no universo automobilístico como faz tempo não se via. Há uma coincidência fortuita, claro, mas entre as cinco medidas que começaram a valer, duas já sofreram adiamento e outra enfrentou uma tentativa. Seria trágico, se não desse vontade de rir: esse é o país em que o provisório tende a ser definitivo e o definitivo pode muito bem descambar para o provisório por meios de sucessivas postergações e/ou correções. Vamos repassar.

1) A lei que criou a obrigatoriedade dos freios ABS e bolsas de ar frontais correu risco de ser empurrada para a frente. Primeiro se cogitou de todos os modelos e depois de abrir exceção só para a Kombi. Bom senso prevaleceu graças à reação da opinião pública, apesar de momentos festivos de final de ano. Desta nos livramos. Modelos produzidos até 31 de dezembro de 2013 poderão ser vendidos até o final dos estoques, sem data definida. É improvável que ao final de fevereiro ainda existam unidades à venda. O governo não se mexeu para criar um cronograma adicional que estabeleça testes de colisões laterais, contra poste e simulação de choque traseiro.

2) Simulador de direção nas autoescolas, sem dúvida, é uma boa ideia. Facilita o aprendizado do aluno e aumenta a segurança no trânsito porque aulas práticas não conseguem reproduzir todas as condições de risco no dia a dia. A lei é de junho de 2013 e implantação prevista até 31 de dezembro do ano passado. Resultado mais do que previsível: apenas cinco Estados regulamentaram o sistema. E São Paulo, o maior da Federação, acaba de pedir adiamento por 90 dias. Os argumentos da maioria, todos inválidos, vão desde o “acúmulo” de pedidos nos fornecedores até o aumento de 20% na despesa dos alunos.

3) Pela quarta vez se adiou a instalação obrigatória na linha de montagem de rastreadores veiculares. Novamente o sistema não mostrou confiabilidade. Essa foi uma má ideia porque os problemas nas grandes cidades são diferentes no interior do País e todos os veículos ficam onerados da mesma forma. Tal equipamento deveria, quando muito, ser opcional. Existe, ainda, um programa paralelo de etiqueta digital para fiscalizar pagamento de impostos e multas. Mais barato, abrange toda a frota circulante em pouco tempo, ajudando no combate a furto e roubo.

4) Primeira tentativa séria de regulamentar os desmanches de carros foi feita pelo governo de São Paulo. Trata-se de uma medida bem mais eficaz para desestimular a criminalidade. Prevê cadastramento das empresas, acompanhamento pela internet, novas exigências de rastreamento das peças e proíbe seu repasse para comercialização por terceiros. Componentes de segurança como freios, sistemas eletrônicos (ABS e outros) e módulos ou sensores de airbags não poderão ser vendidos.

5) Multas por videomonitoramento. Está aí uma novidade sem o menor risco de ser adiada. Publicada em 23 de dezembro do ano passado, autoriza o agente de trânsito a multar por meio de telas que recebem imagens de câmeras nas estradas e ruas. Única concessão: placas que avisam sobre vigilância na via. Imagens não podem ser gravadas e a possibilidade de erro de leitura não se deve desprezar.

RODA VIVA

CONTINUAM especulações sobre o preço da versão de entrada do VW up!, substituto do Gol G4, mas de dimensões externas menores. O carro, um dos principais lançamentos do ano, estará à venda em fevereiro. Agora já se sabe que custará menos de R$ 27.000. Mais ousados preveem a faixa de R$ 25.000. Último preço de tabela do Gol antigo/4-portas: R$ 27.810.

MOVIMENTO para abrigar importadores e marcas que também produzirão no Brasil levou a Abeiva a mudar estatutos e de nome. Passa a se chamar Abeifa, mas o problema de representatividade limitada continuará. Contra o gigantismo da Anfavea só se metade dos sócios atuais mudassem de entidade, o que parece bastante duvidoso.

PRIMEIRO sedã da Mercedes-Benz abaixo do Classe C, o CLA herdou as linhas do CLS, um belo sedã-cupê. Modelo está indo bem em vendas no exterior, vendido em média a 10% menos do que o “C”. Aqui, a série inicial custa R$ 150.500 e terá de enfrentar, além do A3 sedã, o próprio Classe C (com preço de mudança de linha) e outros. Pelo estilo conquistará fãs.

MOTOR turbo de 156 cv do CLA, abaixo dos padrões da marca, não chega a decepcionar. Aerodinâmica excelente (Cx 0,23), comportamento em curvas irrepreensível e acabamento são pontos altos. Tela multimídia (com GPS, sem toque tátil) e faróis bixenônio contrastam com ausência de função digital (automática) do ar-condicionado, do banco elétrico e de sensores traseiros.

GEELY, sétima marca de automóveis chineses no Brasil, começa com o sedã médio-compacto EC7, em março. Preço (completo) na faixa combativa dos R$ 50.000, para tentar incomodar Civic, Corolla, C4, Focus e 408 entre outros. A marca, dona da sueca Volvo, não esconde que pretende se associar ao Grupo Gandini (40% do capital) para construir fábrica no País.

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Ford é a marca mais premiada na eleição Melhores Carros do Best Cars Web Site

A Ford foi a grande premiada da “16ª Eleição dos Melhores Carros” promovida pelo Best Cars, um dos principais sites automotivos do País. O público escolheu os novos lançamentos da Ford entre os modelos mais desejados do mercado: New Fiesta Hatch, New Fiesta Sedan, Novo Focus Sedan, Novo Fusion, Novo EcoSport, Edge e Ranger.

“A eleição do Best Cars já é tradicional e esperada por ser um site automotivo bastante técnico e caracterizado por análises detalhadas dos veículos, além do caráter informativo. Por isso, os visitantes do site são em geral motivados pela análise criteriosa e apaixonada dos carros, fato que aumenta a importância dessa votação aberta e reforça o seu valor como indicador de tendências do consumidor”, ressalta Oswaldo Ramos, gerente geral de Marketing da Ford.

Os modelos da Ford venceram em categorias importantes, nas quais a marca oferece veículos de geração global. Nos compactos de maior valor agregado, o New Fiesta Hatch e o New Fiesta Sedan foram os mais votados, superando importantes competidores com cerca de 40% da preferência dos visitantes do site.

Em outra categoria muito disputada, o Ford Focus teve a preferência entre os sedãs médios. Nos sedãs grandes de luxo o Fusion venceu por ampla margem, com 55% dos votos.

O Novo EcoSport, um campeão de prêmios no Brasil e agora no mundo, atingiu 45,7% das preferências, praticamente o dobro do segundo colocado. Também na linha de utilitários esportivos, de porte médio, o Ford Edge obteve o maior número de votos, enquanto que nas picapes médias/grandes a Ranger superou todos os rivais na escolha do público.

Um fato interessante é que na eleição de carros históricos da década 70 o Ford Maverick foi o escolhido. Naquele período, esse modelo da Ford, hoje disputado por colecionadores, foi um dos primeiros esportivos grandes produzidos no Brasil e considerado bastante inovador para a época. O resultado completo do prêmio “Best Cars” pode ser conferido no site.

Fonte: (30/01/2014) Imprensa Ford

 

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Primeiro Bate e Volta Harley-Davidson 2014

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O passeio dos harleyros será neste sábado, para a pousada Hakuna Matata, em Morretes

CURITIBA, 30/01/2014 – A The One Harley-Davidson, em parceria com o HOG – Harley Owens Group, promove o primeiro passeio de 2014. O Bate & Volta será neste sábado (01), para a pousada Hakuna Matata, em Morretes. As inscrições são limitadas e podem ser realizadas esta sexta-feira (31/1).

O ponto de encontro será na The One Harley-Davidson, às 9h, onde serão recebidos com um café da manhã. Em seguida, às 9h30, os motociclistas receberão o briefing do passeio, indispensável para uma formação segura na estrada, e, às 9h45, pegarão a estrada.  O trajeto é de 77Km, por trecho. O almoço será na pousada, um churrasco, por adesão.

A pousada Hakuna Matata, oferece espaço exclusivo aos motociclistas, além de churrasqueira, piscina, vestiário e campo de futebol.

As inscrições custam R$ 85,00 e podem ser realizadas diretamente na The One, ou pelo telefone (41) 3340-6000, com a Tatiane Scorupa. Para aqueles que fizerem a inscrição na The One até essa sexta-feira (31), às 15h, o valor promocional incluindo pedágio, almoço, bebidas não alcoólicas, piscina e campo de futebol, será de R$ 40,00.

A organização informa que, em caso de chuva forte, o passeio poderá ser cancelado por questões de segurança.

Serviço:

Bate & Volta – Pousada Hakuna Matata – Morretes (PR)

Data: 01/02/2014

Saída: 9h45 – The One Harley-Davidson

Preço: R$ 85,00

Preço promocional até às15h do dia 31/1: R$ 85,00

Sobre a The One Harley-Davidson Curitiba

Localizada na Avenida Mario Tourinho, 1055, em Curitiba, a loja foi desenvolvida nos mais modernos conceitos da Harley-Davidson Motorcycles. Com mais de 1.200 m², sendo que 450 estão destinados ao show room e 500 ao pós venda – com oito boxes exclusivos de mecânica e peças. O telefone de contato é (41) 3340-6000 e funciona de segunda a sexta-feira das 8h às 18h, e aos sábados das 8h às 16h.

Fonte: Marcela Rolim

Lide Multimidia – Assessoria de Imprensa

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