Mês: junho 2016



Renault ALASKAN, a primeira picape global de 1 tonelada lançada pela marca

A Renault revela a ALASKAN, uma picape de uma tonelada que chega para revigorar o segmento de picapes, cujo visual surpreendente é valorizado pela frente com design imponente. Ao mesmo tempo robusta e confortável, a ALASKAN oferece um conforto de condução excepcional, acentuado pela suspensão traseira de cinco braços de última geração e longarinas reforçadas, totalmente fechadas. Potente, a ALASKAN tem um design funcional que combina capacidades off-road impressionantes e a melhor economia de combustível da categoria, graças ao motor Renault dCi de 2.3 litros. Além de satisfazer as necessidades de clientes profissionais, o modelo também é a companhia perfeita para um uso no dia-a-dia ou em momentos de lazer. Graças à sua expertise em veículos comerciais leves, a Renault oferece uma ampla gama de acessórios, serviços e possibilidades de transformação para atender a todas as necessidades dos consumidores.

Após o lançamento em 2015 da Renault Duster Oroch, uma picape de meia tonelada que revolucionou o segmento na América Latina, a Renault tem ambições globais para a ALASKAN no mercado de picapes. Este mercado totaliza cinco milhões de unidades anuais em todo o mundo, o que corresponde a mais de um terço das vendas mundiais de veículos comerciais leves. Contando com sua posição como marca número um no mercado europeu de veículos comerciais leves por 18 anos, bem como sua sólida presença na América do Sul e na África, o Grupo Renault acelera agora ainda mais com a ALASKAN, que será produzida em três unidades industriais. A Renault vai iniciar a comercialização da ALASKAN na Colômbia, seguindo para outros mercados promissores para picapes na América Latina, onde a Renault tem presença histórica.

“Esta picape surpreendente chega para satisfazer as necessidades dos clientes pessoa física e jurídica em todo o mundo. Com a ALASKAN, mantemos a meta de fazer com que o segmento de Veículos Comerciais Leves da Renault evolua em seu status de principal player regional para principal player global.”

Ashwani Gupta – Vice-Presidente Mundial de Veículos Comerciais Leves

ALASKAN, UMA PICAPE SURPREENDENTE

Após o lançamento da picape Renault Duster Oroch de meia tonelada em 2015, a Renault revela a ALASKAN, uma picape de uma tonelada com design surpreendente. Robusta e ao mesmo tempo confortável, a ALASKAN é um veículo potente, com design funcional. Desenvolvido na França, no Japão e na América Latina, o modelo é um produto genuinamente global, capaz de cobrir uma série de necessidades de clientes de todo o mundo. As diversas opções de tipos de carroceria vão desde a cabine simples até a cabine dupla e chassi-cabine, com caçamba curta ou alongada e carroceria estreita ou larga. A Renault também oferece uma ampla gama de serviços, acessórios e transformações sob medida para atender a todas as necessidades dos consumidores do segmento.

Design excepcional

O nome ALASKAN foi inspirado na palavra aleúte “ALASKA”, que significa “grande terra”. Remetendo a paisagens selvagens e agrestes, é um convite para se deixar levar pelo desejo de aventura.

O visual imponente da ALASKAN vai ao encontro das exigências estéticas dos clientes deste segmento, ao mesmo tempo em que expressa a identidade da marca Renault. As linhas esculturais do veículo incorporam os traços de design da Renault, dando uma pegada agradável e moderna ao universo das picapes.

•Frente com design imponente

•A nova identidade de marca da Renault é reconhecida na ampla grade cromada da ALASKAN, no acabamento black piano e na moldura que se destaca entre a grade e o para-choque,

•As linhas musculosas do capô aumentam a impressão de robustez,

•Já o logo aparece valorizado em destaque.

Assinatura luminosa full-LED em formato de C, atraente e diferenciada

•Assinatura luminosa full-LED em formato de C nos faróis de rodagem diurna

•Faróis dianteiros e de neblina dão maior impressão de robustez.

Para-lamas esculpidos e arrojados, linhas atléticas e suaves

•O design agressivo e imponente da ALASKAN apresenta dimensões generosas, que remetem à sua grande força,

•Ao mesmo tempo robusto e atlético, o design das laterais esculpidas inclui arcos de roda proeminentes, para acomodar as rodas de liga com efeito diamante, de 16 ou 18 polegadas.

•As linhas da Alaskan transmitem robustez associada a um toque high-tech.

“O design imponente da frente da ALASKAN e suas linhas musculosas dão impressão de força e potência. A ALASKAN chega para revigorar o universo das picapes, elevando o nível da experiência do cliente, seja para um uso a trabalho ou lazer.”

Laurens van den Acker – Vice-Presidente Mundial Sênior de Design.

ROBUSTA E CONFORTÁVEL

Suspensão traseira de cinco braços de última geração, para ainda mais prazer de dirigir

• Esta nova suspensão traseira de cinco braços proporciona excelente manobrabilidade e muito mais conforto para todos os passageiros, sem comprometer sua força e capacidades off-road.

• O conforto de condução é superior em comparação com as suspensões traseiras convencionais – que utilizam molas do tipo feixe de lâminas – graças ao menor atrito, tanto com o veículo carregado como vazio. A configuração com cinco braços da ALASKAN também reduz ruídos e vibrações de forma mais eficiente.

•Disponível para a versão cabine dupla da ALASKAN.

Longarinas reforçadas, totalmente fechadas

Chassi reforçado, com capacidade para mais de uma tonelada de carga – um atributo importante para o segmento

•Produzido pela Aliança Renault-Nissan, o chassi com longarinas totalmente fechadas da ALASKAN foi especificamente projetado para satisfazer as necessidades dos clientes, seja para um uso off-road, a lazer ou para o trabalho pesado.

•Maior rigidez proporciona melhor performance em termos de manobrabilidade e segurança, graças ao uso de materiais resistentes,
•Distância do solo generosa: 230 mm,

•Melhor nível no quesito capacidade de reboque: 3,5 toneladas,

•Chassi com design inteligente, com melhor capacidade off-road (ângulos de saída, ataque e transposição de rampa).

•Materiais duráveis

•Protetor de caçamba reforçado, resistente aos raios ultravioleta, repelente à água, acabamento antideslizante,

•Chassi robusto, feito com aço de alta resistência e tratamento anticorrosão.

•Caçamba prática e versátil

•Caçamba super-resistente, em configuração curta ou longa, conforme o mercado,

•Suporte de bicicleta e quatro práticos ganchos para prender todo tipo de carga, de forma rápida e segura,

•Tomada de 12 V embutida na caçamba.

Interior espaçoso e confortável

•Espaço na cabine: a segunda fileira de bancos para passageiros oferece um conforto comparável ao de um carro de passeio (espaço para os joelhos: 589 mm / ângulo do tronco: 23 graus).

•Bancos ajustáveis e altamente confortáveis acarretam menos cansaço em percursos mais longos:

•Ajustes manuais ou elétricos (quatro, seis ou oito posições diferentes),

•Bancos com suporte lombar para melhor distribuição do peso do corpo.

•Bancos dianteiros com aquecimento.

•Ar-condicionado automático: oferece maior conforto, com controle de temperatura tipo dual-zone e saídas de ar ajustáveis para os passageiros do banco traseiro.

•Espaços de armazenamento funcionais distribuídos pela cabine, incluindo uma bandeja no console central, porta-objetos nas portas, porta-garrafas e espaço para armazenagem sob os bancos.

POTENTE E FUNCIONAL

Melhor nível de consumo do segmento, graças ao motor Renault 2.3 dCi

•A ALASKAN é propulsionada pelo motor Renault de quatro cilindros turbodiesel, testado e aprovado na gama Renault Master:

•Versões de 160 cv e 190 cv,

•Aceleração surpreendente e níveis de consumo e emissões entre os mais baixos de sua categoria,

•Tecnologia twin-turbo: um turbo menor proporciona acelerações suaves em velocidades mais baixas, e um turbo maior aumenta a performance em rotações mais altas,

•Opções de motorização disponíveis conforme o mercado.

•Duas motorizações adicionais disponíveis (conforme o mercado): motor 2.5 l a gasolina (160 cv) e motor 2.5 l a diesel (160 cv e 190 cv).

•Opções de caixa de câmbio: manual de seis velocidades ou transmissão automática de sete velocidades, com tração em duas ou quatro rodas.

Excelentes capacidades off-road

•Tração traseira 2WD e integral 4WD (4H e 4LO)

•Tração traseira (2WD): para uso diário em vias asfaltadas – maior economia de combustível e melhor manobrabilidade.

•4H (acionado em movimento, a uma velocidade de até 60 km/h): em caso de perda parcial da tração (pista molhada, pedras, etc.) a uma velocidade de até 100 km/h.

•4LO (a com o veículo parado): em caso de perda total da tração (areia, neve, lama densa, etc.).

•Diferencial Eletrônico de Deslizamento Limitado (eLSD): em conjunto com o 4WD, oferece uma condução mais firme e segura. Este sistema avançado utiliza sensores de frenagem que monitoram constantemente a velocidade das rodas. Quando o sistema detecta que um dos eixos das duas rodas está em rotação maior do que o outro, os freios são acionados por um breve espaço de tempo, para desacelerar a roda que está girando mais rápido e aumentar a tração, melhorar a estabilidade nas curvas e aumentar a sensação de firmeza.

•Bloqueio do diferencial traseiro: bloqueio mecânico do diferencial traseiro para situações de maior dificuldade.

•Sistemas de assistência ao controle do veículo: assistência em manobras perigosas, para maior conforto de condução e segurança:

•Assistência de Partida em Rampa (HSA): aciona os freios por um breve espaço de tempo, para evitar que o veículo deslize para trás ao dar a partida em ladeiras,

•Controle de Descida em Declives (HDC): ao dirigir em um declive, o sistema HDC controla os freios para evitar que o veículo ganhe velocidade.

•Equipamentos adicionais: Sistema de Antibloqueio das Rodas (ABS), Distribuição Eletrônica da Frenagem (EBD), Sistema de Assistência à Frenagem (BA), Programa Eletrônico de Estabilidade (ESP).

Tecnologias inteligentes e recursos embarcados de fácil utilização

•Sistema Renault de abertura das portas sem chave, com botão de partida automática (start).

•Tela colorida de 5 polegadas com tecnologia 3D TFT, que proporciona acesso fácil e rápido aos dados do veículo.

•Praticidade em sistemas de áudio e conectividade: compatível com smartphones, telefonia mãos-livres, conectividade via Bluetooth com sistema de reconhecimento de fala, CD player, rádio AM/FM, quatro ou seis alto-falantes, controles remotos embutidos na direção.

•Navegação conectada através de tela tátil de 7 polegadas (disponível em alguns países).

•Visão 360° do veículo proporcionada por quatro câmeras (para-choque dianteiro, retrovisores laterais e tampa traseira da caçamba), para evitar obstáculos em manobras em baixa velocidade, tanto em condições normais como off-road (disponível em alguns países).

Várias opções de transformação, serviços e acessórios

Serviços dedicados aos clientes profissionais

•Rede especializada Renault Pro+ atende as necessidades específicas dos clientes profissionais. Todos os clientes que utilizam sua ALASKAN para fins profissionais se beneficiam deste serviço.

•Rede especializada inclui:◦Consultores dedicados e especialmente treinados para atender clientes de veículos comerciais leves, tanto em vendas como em pós-vendas.
◦Escolha simplificada: gama de transformações de veículos comerciais leves expostos no showroom, possibilidade de fazer um test drive sem agendamento, de forma rápida e sem compromisso.

◦Soluções que garantem a mobilidade do cliente: serviços de manutenção sem agendamento, horário de funcionamento prolongado, carro reserva.

•A rede especializada mundial Renault Pro+ vai contar com 700 centros Renault Pro+ em 41 países até o final de 2016. Só na América Latina, serão 65 unidades no Brasil, 18 na Argentina, 9 na Colômbia e 3 no Chile, até dezembro de 2016.

Opções de transformação sob medida

•Em parceria com nossa rede de transformadores credenciados, disponibilizamos uma ampla gama de transformações projetadas para oferecer todas as soluções necessárias à atividade de nossos clientes profissionais: ambulância, guincho, atendimento móvel, plataforma elevatória, reboque basculante, etc.

•Também é possível personalizar o veículo, graças às opções especiais disponíveis na fábrica.

•Nossos transformadores credenciados contam com o site “Conversões” na internet, para consultas sobre desenhos e informações técnicas, sendo também possível esclarecer suas dúvidas.

•A Renault foi a primeira montadora a implementar um processo de credenciamento das empresas de transformação, para aumentar a reatividade, otimizar parcerias e aprimorar a qualidade dos serviços fornecidos.

•Os departamentos de qualidade e transformação monitoram a rede mundial de transformadores por meio de visitas regulares, tanto para selecionar novas empresas de transformação como para renovar contratos existentes.

•A Renault promove a expansão do negócio de transformações em todo o mundo, através da identificação de transformadores preferenciais, que participam de concorrências internacionais.

Acessórios e personalização

•Gama de acessórios específicos para facilitar o trabalho de carga e descarga (extensor de caçamba, estribo metálico, divisor de caçamba, etc.)

•Itens específicos oferecem proteção para a caçamba e mantêm a carga no lugar, como protetor de caçamba, suporte de bicicleta e ganchos deslizantes, caixa multibox, etc.

•Amplas opções de personalização possíveis através de acessórios estilosos, que agradam aos proprietários de picapes.

ALASKAN, UM PROJETO GLOBAL

Há 18 anos, a Renault é a marca número um no mercado europeu de veículos comerciais leves. Além de sua pujança nos mercados latino-americano e africano, a Renault acelera agora ainda mais com a ALASKAN, mantendo a meta de fazer com que a Divisão de Veículos Comerciais Leves da Renault evolua em seu status de principal player regional para principal player global. O mercado de veículos comerciais leves é extremamente estratégico, com 15 milhões de unidades vendidas em 2015, sendo que as picapes representam mais de um terço do total de vendas, totalizando cinco milhões de unidades em todo o mundo. Com comercialização prevista para iniciar na Colômbia, o lançamento da ALASKAN permite que a Renault entre para o mercado de picapes com ambições globais, começando pelos pujantes mercados latino-americanos, onde a Renault tem presença histórica.

A Renault entra para o mercado de picapes

O mercado de picapes totaliza mais de cinco milhões de veículos em todo o mundo.

O crescimento do mercado mundial de veículos comerciais leves pode ser atribuído principalmente à expansão do mercado de picapes, dividido em três categorias:

•Picapes de ½ tonelada: 3% do mercado mundial, com projeção de crescimento de 35% entre 2014 e 2019,

•Picapes de 1 tonelada: 17% do mercado mundial, com projeção de crescimento de 19% entre 2014 e 2019,

•Picapes grandes: 18% do mercado mundial (90% nos EUA e Canadá).

A ofensiva da Renault no mercado de picapes

Renault Duster Oroch Concept, revelada em São Paulo, Brasil, em outubro de 2014: um show truck de meia tonelada.

Renault Duster Oroch, revelada em Buenos Aires, Argentina, em junho de 2015: uma picape de meia tonelada para a América Latina, produzida em Curitiba, no Brasil.

Renault ALASKAN Concept, revelada em Paris, França, em setembro de 2015: show truck de uma tonelada.

Renault ALASKAN, revelada em Medellín, na Colômbia, em junho de 2016: picape de uma tonelada com ambições globais,

A Alaskan é feita em Cuernavaca (México), devendo também ser produzida em Barcelona (Espanha) e em Córdoba (Argentina),

Estratégia agressiva no mercado global de veículos comerciais leves

•O Grupo Renault teve uma atuação pujante no mercado de veículos comerciais leves em 2015, cujas vendas chegaram a 387.000 unidades, um aumento de 12,4% apesar da queda de 6,3% no mercado total (com exceção da América do Norte).

•No acumulado de maio de 2016, as vendas de veículos utilitários leves totalizaram 167.000 unidades, um aumento de 15% em comparação com os cinco primeiros meses de 2015, em um mercado em queda de 4%.

•Estratégia agressiva compreende várias frentes, incluindo produtos, mercados e parcerias.

•Linha renovada de veículos comerciais leves, com o novo Trafic e o novo Master em 2014, e o novo Kangoo, em meados de 2013.

•A Renault é a primeira marca a comercializar uma gama de veículos comerciais leves elétricos, com o Kangoo Z.E., número um na Europa, e o Twizy Cargo, a versão para transporte de pequenas cargas do Twizy.

•A Renault firmou parcerias com diversas montadoras, como a Nissan, Renault Trucks, GM, Daimler e, mais recentemente, a Fiat.

América Latina, mercado pujante para picapes

Mercado de picapes pujante e em crescimento na América Latina
•Um milhão de veículos comerciais leves vendidos na América Latina em 2015 (17,4% do mercado).

•O volume da Renault no mercado de veículos comerciais leves quase triplicou nos últimos 10 anos na Região (de 14.200 em 2005 para 38.400 em 2015, com 5,1% de participação de mercado).

•O subsegmento de picapes de uma tonelada representa 45% do mercado de veículos comerciais leves, devendo crescer 15% nos próximos 3 anos.

Renault Duster Oroch tem lançamento promissor na América Latina

•O projeto da Renault Duster Oroch foi desenvolvido na América Latina.

•A Renault Duster Oroch é uma picape baseada na plataforma do Renault Duster, um SUV que é sucesso em todo mundo, com 334.000 unidades vendidas em 2015, em aproximadamente 100 países.

•A Renault Duster Oroch é uma picape cabine dupla ágil e confiável, com quatro portas, cinco lugares e uma caçamba generosa, que tem o mesmo estilo, equipamentos e acessórios do Duster, incorporando atualizações e inovações. O pacote de equipamentos do modelo é digno de um SUV do segmento C.

•A Renault Duster Oroch está disponível desde novembro de 2015 no Brasil, Uruguai e Paraguai, e na Colômbia desde março de 2016. Na Argentina, ela é vendida desde abril de 2016 e será lançada em outros países da América Latina em 2016.

•A Renault Duster Oroch já é um sucesso, com mais de 8.500 unidades vendidas no acumulado até maio de 2016; com 4,2% de participação no segmento de picapes, o modelo é o terceiro mais vendido na categoria de picapes de meia tonelada.

•No Brasil, a Renault Duster Oroch recebeu o prêmio de “Picape do Ano” em 2015 e já conquistou 5,4% de participação no segmento.

•Na Colômbia, a Renault Duster Oroch é a segunda picape mais vendida após apenas dois meses de comercialização.

•Na Argentina, a Renault Duster Oroch é o segundo modelo mais vendido do segmento de picapes de meia tonelada apenas um mês após o início das vendas.

Renault tem presença histórica na América Latina

•A Região Américas tem importância crucial para o Grupo Renault:
•Região Américas: 355.151 emplacamentos em 2015 (participação de mercado de 6,3%),

•O Brasil é o segundo maior mercado do Grupo Renault, com 181.504 unidades (participação de mercado de 7,3%),

•Argentina: 79.383 unidades (participação de mercado de 12,7%),

•Colômbia:  49.331 unidades (participação de mercado de 18,6%, em alta de 2 pontos).

•Quatro plantas industriais: Brasil, Argentina, Colômbia e Chile:

•Brasil (Curitiba) – inaugurado em 1998, o complexo industrial inclui uma fábrica de carros de passeio (carroceria e montagem), uma fábrica de motores e a fábrica de veículos comerciais leves. Principais modelos produzidos nas duas linhas: Logan, Sandero, Duster, Duster Oroch e Master. A planta também produzirá o Kwid, novíssimo modelo do segmento A.

•Argentina (Córdoba) – inaugurada em 1955, produz atualmente o Clio II, Kangoo e o Fluence. Em breve, a planta produzirá o novo Renault Logan e o Renault Sandero, além da ALASKAN, em 2018.

•Colômbia (Envigado / Medellín) – inaugurada em 1969, produz o Clio II, Novo Logan, Novo Sandero e Sandero Stepway, além do Duster.

•Chile (Los Andes) – inaugurada em 1969, produziu 297.000 caixas de câmbio em 2015.

•Rede de concessionárias com quase 900 pontos-de-venda.

•Centro de Engenharia (Renault Tecnologia Américas) em Curitiba, Brasil, e um centro de design (Renault Design América Latina) em São Paulo, Brasil.

“Após o lançamento bem-sucedido da Renault Duster Oroch, temos a grande satisfação de lançar a ALASKAN na América Latina, uma região com mercados pujantes e promissores, onde a Renault tem presença histórica.”

Olivier Murguet – Vice-Presidente Sênior, Presidente do Conselho da Região Américas

Diferenciais da Renault em veículos comerciais leves

A Alaskan é a companhia perfeita para o uso diário e em atividades de lazer. Mas a Alaskan também atende as necessidades dos clientes profissionais. A Renault é um grande player no mercado mundial de veículos comerciais leves, com 18 anos de liderança na Europa e presença sólida em diversos países do mundo. Em setembro de 2015, para satisfazer as necessidades dos usuários de veículos comerciais leves de forma mais direta e transparente, a Renault lançou uma marca global especializada e dedicada a estes clientes, a Renault Pro+.

Renault Pro+: produtos e serviços dedicados aos clientes de veículos comerciais leves

Produtos e serviços sob medida em toda a rede Renault:

•Kangoo Express e Kangoo Z.E. disponíveis em 65 opções diferentes; Trafic e Master disponíveis em 270 e 350 opções, respectivamente.

•Rede com 400 transformadores credenciados especializados em 29 países para atender a necessidades específicas dos clientes.

Renault Pro+: centro de engenharia dedicado, instalações industriais específicas e rede de concessionárias especializada

•Centro de engenharia dedicado aos veículos comerciais leves, localizado na cidade francesa de Villiers-Saint-Frédéric.

•Veículos comerciais leves produzidos em três continentes: Europa (França), América Latina (Argentina e Brasil), e África (Marrocos).

•Rede de concessionárias especializadas (vendas e pós-vendas), com 700 centros Renault Pro+, que seguem critérios rigorosos de atendimento aos clientes profissionais.

Renault Pro+: presença importante em todo o mundo

•Veículos comerciais leves vendidos em 112 países, tendo como principais mercados a Europa, Brasil, Argentina, Turquia, Marrocos e Argélia.

Líder em veículos comerciais leves na Europa há 18 anos

•Número 1 na França, Espanha, Portugal, Bélgica e Eslovênia,

•Número 2 na Itália, Polônia, Bulgária, Letônia, Lituânia.

•Número 3 na Dinamarca, Suécia, Irlanda, Hungria, Estônia, Islândia.

Presença importante em vários países

•Brasil: Kangoo nº 1, Master nº 1,
•Argentina: Kangoo nº 1, Master nº 2,
•Colômbia: Kangoo nº 1, Master nº 3,
•México: Kangoo nº 2
•Argélia: Kangoo nº 1, Master nº 1,
•Marrocos: Master nº 1, Kangoo nº 3,
•Austrália: Kangoo nº 2, Master nº 3.

Liderança no mercado de veículos comerciais leves elétricos

•A Renault é a primeira marca a oferecer um veículo comercial leve elétrico ao grande público,

•Kangoo Z.E. comercializado em 45 países,

•Twizy Cargo é o mais recente lançamento da gama de veículos comerciais leves zero emissão (Z.E.).

Fonte: Renault do Brasil – Sala de Imprensa

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Desafio 3R Motos de Enduro FIM tem novidades para a terceira edição

3º Desafio 3R Motos será no dia 24 de julho em Barão de Cocais (MG) Crédito: Janjão Santiago/Mundo Press

3º Desafio 3R Motos será no dia 24 de julho em Barão de Cocais (MG)
Crédito: Janjão Santiago/Mundo Press

Melhor prova do Campeonato Mineiro nas últimas duas temporadas, evento traz mudanças no roteiro e Super Prime no dia 24 de julho

Barão de Cocais (MG) – O Desafio 3R Motos de Enduro FIM reserva fortes emoções e muitas novidades para a terceira edição, marcada para o dia 24 de julho de 2016 em Barão de Cocais (MG). O roteiro, com até 40 quilômetros e três especiais por volta, terá mudanças que prometem agradar os competidores. A base do evento será o Clube do Cavalo, onde o público ainda poderá conferir o Super Prime entre os 20 melhores pilotos classificados às 15h, no encerramento da programação.
Outra novidade é que o 3º Desafio 3R Motos terá campeão inédito. O piloto da casa Rigor Rico, bicampeão do evento, passou por cirurgia no joelho direito e não poderá defender o título. Por outro lado, ele será o responsável pela direção de prova.
“É uma pena eu não poder correr, mas levo muito a sério a minha nova função. Como piloto, sei o que os competidores esperam e queremos continuar surpreendendo”, garantiu Rico, bicampeão brasileiro da classe E2. Nos últimos dois anos, o evento foi escolhido por pilotos e organizadores como a melhor etapa do Campeonato Mineiro da modalidade. Em 2016, o Desafio 3R Motos será válido como a sexta etapa da competição estadual.
“A volta terá cerca de 1h30 de duração, com novos desafios. Teremos Cross Teste no Clube do Cavalo, outra grande atração para o público. O Extreme Teste traz obstáculos naturais e técnicos como pedras, cascalho e deslocamento por trilhas. Já o Enduro Teste será maior e os pilotos encontrarão diversos tipos de terreno na especial. O formato da prova foi inspirado nas etapas do Campeonato Mundial”, antecipou Rico.
3º Desafio 3R Motos de Enduro FIM
Data:
24 de julho de 2016
Local: Clube do Cavalo, Barão de Cocais (MG)
Abertura da secretaria de prova: 8h
Parque fechado e vistorias: Das 8h30 às 9h55
Briefings com os pilotos: Dia 23, às 19h, na 3R Motos; Dia 24, às 9h45
Largada do primeiro competidor: 10h
Super Prime: 15h
Inscrições e mais informações: (31) 3837 2430 / (31) 99852 8866
O 3º Desafio 3R Motos é uma realização da Prefeitura de Barão de Cocais, por meio da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer, com organização de 3R Motos. O evento é patrocinado por Motoarts, BC Pneus, SJ Construções, Eletrônica Cici, Orange BH, JRC Usinagens, Motomax, Barão Palace Hotel, Locarbell, Atriun Odontologia, C. E. Peixinho Dourado e Rede Campestre. A supervisão é da Federação de Motociclismo do Estado de Minas Gerais.

Fonte: Ângela Monteiro – Mundo Press Jornalismo Estratégico

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Passagem da chama olímpica por Maringá mostrou um pouco da festa que o público verá nos Jogos Rio2016

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Brasília, 30 de junho de 2016 
 

Uma pequena amostra de como o Brasil é apaixonado por esportes foi o que mostrou a passagem da tocha olímpica por Maringá (PR) nesta quarta-feira (29.06). Com a participação de 39 condutores, um misto de euforia e comoção marcou a passagem da chama pela cidade. Com direito a corrida no velódromo, travessia na piscina e uma volta na pista de atletismo, o público sentiu um gostinho de como será a chegada da tocha ao Rio de Janeiro no dia 5 de agosto.

 

A quarta-feira parecia um domingo ao ar livre para os maringaenses. Um multidão de pessoas se concentraram nas ruas e na Vila Olímpica para ver de perto a chegada da chama. O revezamento da tocha não foi voltado apenas para os condutores escolhidos pelo Comitê Rio2016 ou pelos patrocinadores do evento. Os esportistas, os professores de várias modalidades, os alunos e a comunidade também puderam participar de vários trechos do percurso.

 

Um corredor de gente foi montado para receber o comboio. Na Avenida Colombo, o ex-jogador de vôlei João Ribeiro, o “Kiko”, foi recebido pelos alunos do Projeto Amavolei de Maringá que ajudou a revelar talentos como Ricardinho, Giba e Lipe. Radiante, Kiko correu para a Vila Olímpica e foi recebido por Gabriela Yumi. Especialista em ciclismo de pista, a atleta da Seleção Brasileira conduziu a chama no velódromo, em cima da sua bicicleta, diante do Clube Maringaense de Ciclismo. Em seguida, Yumi desceu a pé em direção a piscina da Vila, onde passou a chama para a professora de natação Farida Okuhara que atravessou nadando de uma ponta a outra enquanto os alunos formavam uma grande raia dentro da água.

Gabriela Yumi, da seleção brasileira de ciclismo de pista, conduziu a chama no velódromo, diante do Clube Maringaense de Ciclismo. Fotos: Lorena Castro/ brasil2016.gov.br
Gabriela Yumi, da seleção brasileira de ciclismo de pista, conduziu a chama no velódromo, diante do Clube Maringaense de Ciclismo.
Fotos: Lorena Castro/ brasil2016.gov.br

Eufórico, o atleta-guia Guilherme Santana pulava, corria e acenava para o público ao conduzir a tocha até o palco montado no centro do Estádio Regional Willie Davids. Os 200m pareceram mais longos, com diversas paradas para fotos e cumprimentos durante a volta olímpica na pista de atletismo. “É surreal esse momento. Estou muito feliz em representar essa cidade que escolhi para viver”, festejou. Para o velocista, esta é uma boa oportunidade para alavancar os investimentos em esporte na região. “A cidade é um grande celeiro de atletas. Com a passagem da chama aqui espero que tenhamos mais apoio para investir nos atletas”, desejou.

Guilherme só começou a treinar aos 23 anos, em 2006, quando iniciou o curso de educação física no Centro Universitário de Maringá (Cesumar). “Eu gostava de viajar e vi no esporte a chance para ir para outros lugares. Mas logo na primeira competição, nos Jogos Universitários do Paraná, ganhei medalha e fui convidado para treinar no alto rendimento”, lembra. O auxiliar técnico Marcel Augusto era o responsável pela preparação de alguns atletas na época, entre eles a Terezinha Guilhermina, e foi ele quem apresentou os dois em 2010. “O mundo paralímpico abriu muitas portas, além de viajar, que era meu objetivo inicial. Eu e a Terezinha conseguimos bons resultados, duas medalhas de ouro nas Paralimpíadas de Londres 2012 e seis recordes mundiais, entre eles um que nos mantém no Guiness Book”, contou ao falar sobre a prova de 100m rasos em Londres. O tempo de 12s01 rendeu para Terezinha o ingresso no livro dos recordes como a cega mais rápida do mundo.

Após cinco anos de parceria, por decisão técnica, Guilherme deixou de acompanhar a Terezinha e agora treina com a também velocista Jerusa Geber. Os resultados já começam a aparecer, como o melhor tempo do mundo em 2016 nos 100m (T11) com a marca de 12s12 no último dia 25, na abertura da primeira etapa nacional do Circuito Loterias Caixas de Atletismo e Natação, no Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro, em São Paulo. “Estamos treinando muito e nos preparando para os Jogos. Já conseguimos boas marcas. Não sei quem está mais feliz, eu ou ela”, concluiu.

Guilherme foi guia de Terezinha  Guilhermina  e,  agora,  compete com Jerusa Geber. Fotos: Lorena Castro e Francisco Medeiros/ brasil2016.gov.br
Guilherme foi guia de Terezinha Guilhermina e, agora, compete com Jerusa Geber. Fotos: Lorena Castro e Francisco Medeiros/ brasil2016.gov.br

Revezamento

Os sete quilômetros do percurso, que começou na avenida Gaspar Ricardo, foram cheio de emoções e surpresas, com direito à quebra de protocolo, com a participação do maratonista Vanderlei Cordeiro. Ele já tinha conduzido a tocha em Brasília e foi para a rua prestigiar o ex-treinador Ricardo D’Angelo, mas acabou participando de novo e percorreu o trecho lado do mestre e amigo. O beijo da tocha de Ricardo foi com o ex-diretor técnico da Federação Paranaense de Handebol, Decio Calgari, também amigo de Vanderlei, que continuou no revezamento por mais 200m.

Vanderlei só deixou o comboio quando Calgari passou o fogo para o empreendedor social Gustavo Rocha, ainda no centro da cidade. Idealizador do projeto O Casulo Feliz, que já existe há 30 anos, Gustavo explica que a ideia surgiu baseada em três pilares: sustentabilidade, responsabilidade social e viabilidade econômica. “Nunca imaginamos chegar onde estamos. Vendemos para grandes marcas brasileiras como Osklen, Animale e Cantão só por causa do nosso diferencial”, afirmou. Para o diretor do projeto, ele não estava conduzindo essa tocha sozinho. “Todos que fazem parte dessa história estão comigo aqui hoje. A chama é o Casulo Feliz, por trazer novidades, mudanças. Se ela falasse desejaria um planeta mais verde”, disse.

Gustavo passou a chama para o campeão olímpico em Atenas-2004 e atual levantador do time de vôlei de Maringá, Ricardinho. O beijo da tocha foi em frente à Catedral Basílica de Maringá, a mais alta da América Latina. O jogador disse estar muito orgulhoso em participar de mais uma Olimpíada, desta vez como condutor da tocha. “É uma marca que ficará registrada na minha carreira e no esporte”, afirmou o ex-capitão da Seleção Brasileira de vôlei. Depois de representar o país em Atenas e Londres-2012, o atleta descreveu como é carregar a chama no Brasil. “Nunca passou pela minha cabeça que o país pudesse sediar uma Olimpíada. Muito menos que eu estivesse participando do revezamento. É uma sensação única e inesquecível”, contou.

Antes de voltar ao Brasil, Ricardinho ficou por seis temporadas jogando na Itália, mas preparou o seu retorno à Maringa. “Trouxe esse projeto de vôlei para a cidade. Foi aqui que conheci minha esposa e onde as minhas filhas nasceram. Era um sonho antigo. Hoje temos uma estrutura de primeiro mundo com o ginásio da Vila Olímpica e já estamos a caminho da nossa quarta temporada na Superliga”, destaca o atleta de 41 anos, que pretende se aposentar no projeto.

Além do ouro em Atenas, Ricardinho tem ainda uma prata em Londres-2012 e dois campeonatos Mundiais. O levantador disse que a chegada dos Jogos no Rio gera um turbilhão de emoções. “Só consigo lembrar agora do Giovane comentando com a gente em 2004 que, com a conquista do ouro, a Olimpíada ia continuar seguindo nós jogadores por muito tempo. Ele tinha sido campeão em Barcelona e agora vejo que é verdade. A Olimpíada de Atenas acabou ali, mas essa chama olímpica continua acompanhando a gente”, revela. Sobre os Jogos no Brasil, Ricardinho terá uma nova função: será comentarista na Rede Record e mais um torcedor da Seleção.

Lilian Amaral e Lorena Castro – Ascom – Ministério do Esporte 

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Aplicativo Waze ganha tematização especial de ‘A Era do Gelo: O Big Bang’

 

Com a marca recorde de R$ 230 milhões e cerca de 25 milhões de espectadores com os últimos lançamentos, a franquia de “A Era do Gelo” acumula a maior bilheteria em animação no Brasil. Agora, um dos maiores protagonistas de todos os tempos, Sid, na voz de Tadeu Mello, invade o Waze, aplicativo de navegação gratuita com a maior rede de motoristas do mundo, para assumir a locução dos trajetos. A iniciativa é realizada por meio da parceria entre a Fox Film do Brasil e o Waze, para celebrar a estreia do novo filme da série, “A Era do Gelo: O Big Bang”. Pelo acordo, os usuários poderão navegar de forma personalizada até 31 de agosto.

Durante o período, ainda, os usuários poderão observar que os pins irão sinalizar os cinemas das principais cidades no percurso dos motoristas.

A saga no gelo é dedicada aos adoráveis personagens do reino animal Sid (preguiça), Manny (mamute), Diego (tigre) e toda a sua turma. Em 7 de julho, “A Era do Gelo: O Big Bang” vai invadir as salas de cinema de todo o país para conduzir crianças, jovens e adultos por uma épica e gélida aventura num planeta ameaçado de extinção. A nova animação contará com vozes de Tadeu Mello, Diogo Vilela, Márcio Garcia, Ingrid Guimarães e Whindersson Nunes.

Para ativar a voz temática em português, basta acessar o Menu, ir à aba Configurações e, na seção Som, escolher o Idioma da voz. Baixe o Waze gratuitamente em www.waze.com.

Para baixar imagens e a voz em português, clique aqui.

A Era do Gelo: O Big Bang

A épica perseguição de Scrat pela noz o impulsionou ao universo, onde ele acidentalmente desencadeia uma série de eventos cósmicos que transformam e ameaçam a Era do Gelo. Para salvarem-se, Sid, Manny, Diego e o resto do grupo devem deixar sua casa e embarcar em uma missão cheia de comédia e aventura, viajando por novas terras exóticas e encontrando uma série de novos personagens coloridos.

Redes Sociais

Facebook A Era do Gelo: /AEradoGeloOficial/

Facebook Fox Films do Brasil: /FoxFilmdoBrasil

Instagram: @FoxFilmBrasil

Twitter: @FoxFilmdoBrasil

Fonte: Fox Film do Brasil

Livia Matsumoto – Publicity Coordinator

Maria Inez Aranha

Waze

Marjorie Cohn – Melissa Panteliou

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Rally de Piraquara é neste fim de semana; em casa, Zettel precisa virar o jogo

Foto: Eduardo Carvalho

Foto: Eduardo Carvalho

Não tem sido um ano fácil para os irmãos curitibanos Leo Zettel e Fred Zettel. Uma escolha errada de pneus fez com que perdessem desempenho nas primeiras duas etapas do Campeonato Brasileiro de Rally de Velocidade. Em Erechim, terceira etapa, a dupla se acertou com os pneus, mas um erro na primeira especial da prova impediu um bom resultado. Agora, em Piraquara, quarta etapa do CBR, é a hora da virada.

O Rally de Piraquara acontece nos dias 01 e 02 de julho, na cidade de mesmo nome no Paraná, valendo como 4ª etapa do Campeonato Brasileiro e 2ª etapa do Campeonato Paranaense de Rally. Uma prova com belas paisagens, piso bom e muito rápido, que promete apimentar as disputas.

Na categoria RC5, para carros 1.6 de produção, Leo Zettel / Fred Zettel caíram para 4ª colocação depois de Erechim. Em casa, seguem em busca de uma melhor classificação para diminuir a distância para os líderes, a dupla Fabio Simsen / Gilson Rocha. “Tecnicamente estamos com tudo em ordem. Agora temos que fazer um bom levantamento e não cometer erros para chegar na frente”, conta o piloto Leo.

Para esta etapa houve também uma mudança no regulamento técnico dos carros da categoria RC5. Como os Peugeot 207 Copa (que são aceitos nessa categoria com um restritor de ar) estavam levando vantagem sobre os carros do regulamento atual, a CBA liberou o coletor de escape para os carros de produção e diminuiu o restritor dos carros da copa. Assim as equipes esperam uma maior competitividade entre os modelos.

Classificação do Campeonato Brasileiro após 3 etapas (cat. RC5)

  1. Fabio Simsen / Gilson Rocha – 50 pontos
  2. Carlos Scheffer / Luis F. Eckel – 45 pontos
  3. Edu Paula / Bruno Scarpelli – 40 pontos
  4. Leo Zettel / Fred Zettel – 34 pontos
  5. José Barros Neto / Andrey Karpnsky – 31 pontos

O Rally de Piraquara vale também pelo Campeonato Paranaense de Rally. Como o dupla Zettel foi campeã na categoria RC5 em 2015, foram obrigados a subir de categoria, então competem o regional na categoria RC4 (para veículos 1.6 preparados). Mesmo com carro menos potente os irmãos seguem na segunda colocação e acreditam que podem ser regulares e obter um bom resultado no final do ano.

Baixe o Guia do Rally para assistir a prova ao vivo, ou acompanhe a prova pela cobertura online no site www.rallybr.com.br.

Os irmãos Leo Zettel e Fred Zettel contam com a estrutura da ProMacchina Motorsport, patrocínio da WZ Comm – Comunicação que mostra resultados, Balaroti – Sua casa em 1º lugar, GoBS – distribuidor Exclusivo OMP no Brasil e apoio da Industrial Design – móveis com design industrial.

Fonte:

ZETTEL.com.br

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Tarso Marques narra emoção de voltar a pilotar seu Formula 1 de 2001, em Ímola, na Itália

Auguri, Minardi!

Por Tarso Marques

“Foi uma das melhores experiências da minha vida voltar a pilotar meu PS01 no Historic Minardi Day, no último sábado, dia 25 de junho. O evento foi superbacana, com muitos carros de F1 e histórias. Na sexta, tivemos uma noite de gala, um jantar, com vários pilotos que fizeram parte da história da Minardi, com muitos patrocinadores e imprensa italiana. Foi extremamente gratificante poder reencontrar o Giancarlo Minardi, que deu minha primeira oportunidade de testar um Formula 1 quando eu ainda competia na extinta F-3000. Tenho admiração especial por sua história como chefe e dono de equipe.

No sábado, dia da programação oficial, havia dezenas de carros históricos de F1 da Minardi, além de modelos da Ferrari da época do Alain Prost; e a Williams do Keke Rosberg. Foi muito bom rever todo mundo, engenheiros e mecânicos de minha antiga equipe. Fiquei muito contente por poder voltar a pilotar. Durante todo o tempo fui acompanhado pelo meu grande irmão Giovanni Minardi, filho do Giancarlo que também era um dos diretores da equipe em minha época. Somos muito amigos até hoje e temos uma amizade legal e próxima.

O calor estava muito forte, em um dia muito quente até para um padrão de corrida, o que não era o caso. Por este motivo o cuidado com os carros de F1 que estariam andando na pista foi muito grande. Todos mantinham excelentes condições de funcionamento, estavam bem conservados e restaurados dentro da maior originalidade possível. No entanto, foram levados para a pista em uma configuração para tempo mais frio. Quando o clima está quente, devem ser alterados alguns parâmetros aerodinâmicos, inclusive com a troca das saias laterais e outros componentes, para aumentar a refrigeração do motor.

No calor extremo, o desgaste ou a quebra de algum componente era o que mais preocupava os curadores dos bólidos uma vez que, agora, eram carros para exposição e eventos, não mais preparados para situações extremas. Mas isso é válido apenas para uma corrida. Naquele dia, um dos mais quentes registrados ultimamente em Ímola, tudo era exclusivamente festa e muita emoção. Por este motivo, estava arcada para eu andar no final do dia, quando a temperatura já era menor e o calor não exigiria muito do motor.

Durante as primeiras voltas, comecei a reviver a memória de minha época. Não há como negar a emoção. Havia me esquecido até o quanto era apertado aquele cockpit. Do acionamento do motor à saída dos boxes muitas coisas começam a vir à mente. Quando se está lá competindo, você está focado no trabalho e não tem tempo para certas sutilezas que acabam passando despercebidas em um final de semana de Grande Prêmio. Mas quando estamos lá como convidado, em uma grande festa entre amigos e relembrando uma época, tudo muda.

Neste sentido, foi impossível não lembrar da época do kart e da importância de minha família e de nossa ligação com o automobilismo para que eu pudesse chegar onde cheguei.

Obviamente estávamos lá apenas para homenagear a história da Minardi. Sem qualquer clima de competição ou disputa. Mas tentei aproveitar cada curva, cada passagem, cada segundo ali dentro do cockpit. Confesso que acelerar o PS01 na reta, com aquele ronco estridente dos antigos motores V10, me tirou o fôlego por muitas vezes. Não apenas pela potência de aceleração de um Fórmula 1, mas principalmente pelo saudosismo de uma época que guardo com muito carinho na memória.

Todo o reconhecimento e inspiração de meu trabalho atual como designer e empresário, foi conquistado direta e indiretamente graças ao automobilismo. E a Fórmula 1 representou o ápice deste momento. Por isso, poder beirar mais uma vez os 300km/h me levou de volta por alguns instantes a um passado muito especial para mim e, tudo isso, com a vantagem de não haver a rotina estressante de um fim de semana de corrida. Era apenas festa!

Obviamente o corpo e os reflexos não respondem mais como em 2001 no que se refere a pilotar um Formula 1, mas minha vontade era ficar ali, acelerando, por um dia inteiro. Em um determinado momento até, notei a emoção dando lugar à diversão e, ao final, eu ria feito criança por dentro do capacete. O instinto natural de piloto começou a voltar à tona e as entradas e saídas de curvas com freadas e acelerações mais fortes do que o normal foram inevitáveis. Nesta hora, inclusive, fui recompensado com algumas leves saídas de traseira controladas no contragolpe das acelerações bruscas das saídas de curva. Estava claro pra mim que ali não era mais um encontro entre carro e piloto, mas, sim, entre dois amigos que há 15 anos não se viam.

Após algumas voltas, mal pude acreditar na placa que pedia para eu voltar aos boxes. Parei o carro e enquanto nos recolhiam para dentro da garagem ainda tive tempo de agradecer o momento com dois leves tapinhas na direção, como quando dois velhos conhecidos se reencontram costumam fazer.

Por razões da circunstância, os anos da Minardi na Formula 1 foram difíceis, de muito desenvolvimento e aprendizado. E o mais legal de tudo isso e que, hoje, o público fã de automobilismo não apenas reconhece todo esse esforço como o admira. Prova é que, em uma breve caminhada a pé nas retas de Ímola, vi um Giancarlo Minardi emocionado ao ser saudado de pé por um público italiano já tão acostumado com as vitórias das conterrâneas famosas Alfa Romeo e Ferrari na história da Formula 1.

O carisma conquistado pela Minardi ao longo dos anos emociona.  E o primeiro “Historic Minardi Day” foi isso, emoção pura e para todos. Uma data para comemorar uma das maiores e mais queridas equipes da história da Formula 1. Equipe esta que tenho orgulho de poder ter ajudado a escrever a história!

Grazie Mille, Minardi!

Tarso Marques,

Ex-piloto pela equipe Minardi de Formula 1 (1996, 1997 e 2001)

Sobre a participação de Tarso Marques no “Minardi Historic Day”

O ex-piloto de F1 e atual designer, Tarso Marques, esteve  no autódromo de Ímola, na Itália, durante o último final de semana para um evento super especial. No sábado, dia 25/06, foi realizado o “Historic Minardi Day” com a participação de ex-dirigentes e ex-pilotos que fizeram parte da equipe Minardi na Formula 1.

O brasileiro foi um dos convidados e teve a oportunidade de voltar a pilotar seu antigo carro da temporada de 2001, junto com outros modelos da categoria máxima do automobilismo. O evento foi uma homenagem ao fundador  da equipe, Giancarlo Minardi, e seu legado construído como chefe e dono de equipe.

Sobre Tarso Marques
Experiente piloto do automobilismo, Tarso venceu em todas as modalidades do esporte a motor em que participou até chegar à Fórmula 1, onde disputou três temporadas. Consagrou-se também como o piloto mais jovem do mundo a vencer uma prova na Fórmula Chevrolet, Fórmula 3 e Fórmula 3000. Competiu ainda em três campeonatos de Fórmula Indy.

Tarso Marques hoje dedica 100% de seu tempo a seus negócios no Brasil e nos Estados Unidos, além de também participar esporadicamente em competições automobilísticas no Brasil e exterior. Fundador da TMC (Tarso Marques Concept), uma das maiores empresas de design e customização de artigos de luxo da América Latina, com escritórios no Brasil e Estados Unidos. Das mãos do designer saem projetos exclusivos de motos, carros, iates e até aeronaves, uma vez que seus clientes sempre buscam um toque pessoal no visual e estilo.

A lista de clientes famosos inclui Arnold Schwarzenegger, para quem Tarso criou uma motocicleta customizada exposta em evento especial do ator; o ex-jogador David Beckham (Triumph Bonneville T100 que o craque utilizou no documentário para a BBC sobre a Amazônia); os pilotos e amigos Rubens Barrichello e Luciano Burti, além do apresentador Otávio Mesquita, entre outros.

Tarso Marques, que é detentor do título de tetracampeão mundial em customização de motos nos Estados Unidos, assina desde 2015 os projetos do quadro “Lata Velha”, colaborando ainda em outros como o “Visitando o passado” e “Mandando bem” todos do programa “Caldeirão do Huck”, da Rede Globo de Televisão. Na emissora participa ainda como colaborador do programa “Autoesporte”, que utiliza com frequência o espaço “A Caverna” pertencente a Tarso e dedicado a festas e eventos na capital paulista, como estúdio ambientado.

Fonte:
Linkpress Comunicação Integrada
www.linkpress.com.br
Ricardo Ghigonetto
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CASCAVEL (PR): Canoísta é um dos 40 revezadores da Tocha Olímpica na cidade

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Brasília, 29 de junho de 2016 
18:04/ Tempo do áudio: 00:01:56

REPÓRTER: Aos 31 anos de idade, o canoísta Roberto Maehler acumula algumas conquistas ao longo da trajetória como esportista. Em 2007, foi medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro. Três anos depois, conquistou a prata nos Jogos Sul-Americanos de Medellín, na Colômbia. Em 2011, levou o bronze no Pan de Gaudalajara. Por pouco, Roberto não conseguiu se classificar para as Olimpíadas que acontecem em agosto no Rio de Janeiro. Nesta quarta-feira (29), ele vai viver o espírito olímpico, ao carregar a tocha pelas ruas de Cascavel, cidade onde nasceu.

SONORA: Roberto Maehler – canoísta
“Quando eu recebi a notícia de que vou carregar a tocha, foi como se eu tivesse me classificado. Foi uma sensação muito grande… de estar fora das Olimpíadas, mas, ao mesmo tempo, estar dentro das Olimpíadas, tendo o prazer de carregar a chama e participar dessa tradição centenária”.
REPÓRTER: O revezamento da Tocha Olímpica começa às cinco da tarde na Praça Itália e contará com a participação de 40 pessoas. Para celebrar esse momento histórico, outros dois pontos vão contar com apresentações musicais, além da Praça Itália: o Teatro Municipal e a Praça do Migrante. A programação segue até às nove da noite. O ministro do esporte, Leonardo Picciani, destaca o sucesso do revezamento pelas cidades em que têm passado.
SONORA: Leonardo Picciani, ministro do Esporte
“O espírito olímpico e a chama olímpica têm contagiado o Brasil. Tem sido um sucesso onde a tocha passa. O espírito olímpico traz ideais da humanidade, ideais que todos nós devemos defender”.
REPÓRTER: Com o objetivo de impulsionar o esporte na cidade, o Ministério do Esporte investiu 15 milhões de reais na construção do Centro de Treinamento do Atletismo, que já está em obras. Além do investimento na estrutura, 27 atletas cascavelenses são contemplados pelo Bolsa Atleta – um investimento de mais de 330 mil reais ao ano.

Reportagem, Raphael Costa

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Teste de miniquadriciclos na Casa Cor PR 2016

 

A Casa Cor Paraná conta neste ano com uma atração especial e inédita para as crianças.

A mostra conta com a parceria da MXF Motors do Brasil e oferece a ‘Pista Kids Cross’: um circuito onde os pequenos poderão se divertir andando em quadriciclos elétricos, e assim experimentar um pouco da adrenalina que o universo off road proporciona.

A brincadeira é direcionada às crianças de 04 a 08 anos e contará com monitores especializados.

O ambiente é assinado pela arquiteta e urbanista Pauline Malinverni Kubiak e destaca-se pela elegância e descontração.

EXPOSIÇÃO DE MOTOS E QUADRICICLOS

Cada vez mais pessoas seguem o estilo de vida off road no Brasil. Diversão ao ar livre, velocidade e muita adrenalina tornaram-se a tendência do momento. Por isso, a Casa Cor Paraná 2016 contará também com uma exposição de motos e quadriciclos. Organizada pela MXF Motors do Brasil, a exposição será realizada em anexo à Pista Kids Cross, e trará motores de diversas cilindradas e para todas as idades.

A Pista Kids Cross estará aberta todos os dias do evento. A Casa Cor 2016 acontece até dia 31 de julho, com funcionamento de terça a sexta-feira das 15:00 às 21 horas e finais de semana das 13:00 às 21 horas.

Fonte: Patrícia Stedile

Assessoria de Imprensa
Engenharia de Comunicação
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Ministro da SAC detalha aspectos que garantem segurança aeroviária nos Jogos Rio 2016

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Cada um dos aeroportos de maior demanda no período olímpico tem um planejamento para minimizar riscos ligados a ações terroristas, sabotagem, ações violentas e criminalidade

 

29-06-2016

O ministro dos Transportes, Portos e Aviação Civil, Maurício Quintella, anunciou, nesta quarta-feira (29.06), no Rio de Janeiro, durante os lançamentos do hotsite Aeroportos nos Jogos Rio 2016 e do Manual de Planejamento do Setor de Aviação Civil para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016, que o governo está alerta, preparado e acompanhando de perto a segurança dos megaeventos esportivos. A afirmação do ministro foi feita um dia depois do atentado que matou 40 pessoas no aeroporto de Istambul.

“Apesar de todo o esforço e preparação, eventos como o de ontem (o atentado de Istambul) geram um alerta. O ministério está se reunindo para reforçar um olhar especial nessas áreas. As forças já estão preparadas. Temos medidas que serão adotadas e não podem ser divulgadas por questões de segurança. Estamos acompanhando e preparados para prevenir e atuar”, ressalta.

» Visite o hotsite Aeroportos nos Jogos Rio 2016

O hotsite é um guia online com informações sobre aeroportos brasileiros, com o objetivo de orientar turistas nacionais e estrangeiros em trânsito no País. Já o Manual é um documento que reúne um grande acordo operacional e de planejamento construído após cerca de 400 horas de debates, análises técnicas, revisão de procedimentos, ações de alinhamento e cooperação entre os órgãos que compõem o Comitê Técnico de Operações Especiais (CTOE), da Comissão Nacional de Autoridades Aeroportuárias (Conaero).

Medidas de segurança

O manual prevê várias medidas de segurança para os aeroportos, como o PISOU (Planos Integrados de Segurança e Ordenamento Urbano), que orienta a atuação das forças de segurança nas áreas de circulação do aeroporto e no seu perímetro externo imediato.

Cada aeroporto terá seu próprio PISOU. O objetivo é minimizar riscos relacionados a ações terroristas ou de sabotagem, ações violentas praticadas durante manifestações sociais, criminalidade, violência urbana e comprometimento do sistema de mobilidade.

Os planos buscam a prevenção. Por isso mesmo são fortemente apoiados por ações de inteligência (produção de conhecimento, avaliações de risco, emprego de observadores, análise de mídia e cooperação internacional).

Os planos definem as atividades a serem desenvolvidas em cada área e os responsáveis por elas, bem como as ações necessárias.  “O Brasil tem aviação segura, com padrões reconhecidos internacionalmente”, afirmou Quintella, acrescentando que “o governo está atento à maior freqüência de atentados terroristas nos últimos meses, embora o Brasil tenha experiência em prover segurança aeroportuária em eventos internacionais, como demonstra o sucesso da Copa do Mundo em 2014, da Copa das Confederações, da Rio + 20 e da Jornada Mundial da Juventude”.

Espaço aéreo

Da mesma forma que ocorreu na Copa do Mundo, o Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro (Comdabra) fará a vigilância do espaço aéreo 24 horas por dia, a partir da Sala Master localizada no Departamento de Controle do Espaço Aéreo.

Entre as medidas de defesa do espaço aéreo está a proibição de que aeronaves da aviação executiva pousem ou decolem nos aeroportos do Rio entre às 8h e 22h durante os Jogos. Nesse período, a aeronave é obrigada a descer em algum aeroporto fora do Rio, fazer a inspeção de segurança em toda a bagagem e passageiros para só depois se dirigir para o Rio de Janeiro. As empresas estão todas alertadas quanto à restrição. Caso contrário, a aeronave só poderá pousar entre 2h e 8h da manhã, quando não há nenhum evento de massa acontecendo. Essa é outra medida para minimizar possíveis ataques.

Fonte: Secretaria de Aviação Civil

Ascom – Ministério do Esporte

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Seleção permanente e disciplina tática: os trunfos para o ouro inédito no gramado

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Meninas do Brasil buscam o inédito ouro olímpico  
29-06-2016 

A seleção brasileira de futebol feminino está em ritmo acelerado de treinamento para disputar os Jogos Olímpicos do Rio 2016. Após dois amistosos no Canadá contra as donas da casa no início do mês, a maior parte das jogadoras já se reapresentou em Itu para a reta final de preparação. A caminhada foi vitaminada pela criação de uma seleção permanente, com atletas que se dedicam exclusivamente à equipe nacional. A exceção são as jogadores que atuam fora do país e ainda não foram liberadas pelos clubes. Elas se juntarão ao plantel às vésperas do início das Olimpíadas.

“É claro que se a equipe estivesse treinando completa seria mais confortável. De qualquer forma, nossas atletas estão evoluídas e entrosadas, mesmo as que não estão na seleção permanente”, afirma o técnico Vadão.  “Temos padrão de jogo, estamos treinados nos quesitos de variações táticas, bola parada, jogadas ensaiadas. Vai faltar só a lapidação final, que faremos na data possível, com todas reunidas. Tudo para buscar esse ouro”, completa.

Subir ao topo do pódio, aliás, é uma quase obsessão entre as meninas. Para ajudá-las nesse desafio, Vadão se reinventou, após passar grande parte da carreira na vertente masculina do futebol. “Esse foi um novo oxigênio para a minha vida. Por mais que o futebol seja dinâmico e que em cada momento você esteja defendendo um clube, uma hora você acaba ficando viciado naquela rotina”, fala.

“Hoje eu me sinto extremamente feliz porque aprendi e aprendo muito aqui na seleção feminina. Às vezes a gente acha que depois de certa idade não vai aprender mais nada, mas isso não é verdade. Se amanhã eu voltar para o futebol masculino, certamente estarei melhor porque pude absorver muito mais conhecimento”, analisa o treinador, que completará 60 anos em 21 de agosto, dia do encerramento dos Jogos Olímpicos do Rio 2016.

Seleção permanente

A seleção feminina permanente foi criada no início de 2015. As atletas convocadas desligaram-se de seus clubes e foram contratadas pela CBF para se dedicar exclusivamente à equipe nacional. “Foi a solução mais interessante que poderíamos ter tomado em busca de um time competitivo”, afirma Vadão.

Nessa entrega total à seleção, as jogadoras contam com estrutura completa de treinamento e preparação na Granja Comary: campos, academia, alojamento, refeitório, equipe integral de médicos, fisioterapeutas, psicólogos, fisiologistas e salário mensal.

“A evolução é evidente. Durante esse ano e meio já conquistamos, invictos, o ouro no Pan de Toronto, fomos campeões do Torneio Internacional em Natal, tivemos jogos importantes com grandes seleções. Isso chamou a atenção de outros países”, contabiliza Vadão.

Em função dessa visibilidade das brasileiras, atualmente 16 atletas estão jogando fora do País e, conforme a liberação de seus clubes, vão se apresentando à seleção para a preparação final.

O Ouro no Pan de Toronto foi o ponto alto da fase de preparação para os Jogos Olímpicos. Foto: Rafael Ribeiro/CBF

O Ouro no Pan de Toronto foi o ponto alto da fase de preparação para os Jogos Olímpicos. Foto: Rafael Ribeiro/CBF

Reinvenção de métodos

Para o técnico, trabalhar com as mulheres foi, além de uma nova vivência profissional, uma experiência de vida. Ele cita que tem duas mulheres em casa – esposa e filha –, mas que lidar com um grupo de 30 ao mesmo tempo é desafiador.

“A mulher tem mais necessidade de se expressar, de expor sentimentos. Logo que cheguei, tive cautela. Eu ficava me perguntando como seria esse convívio, procurava não falar palavrões, mas as meninas me deixaram muito à vontade e foi rápido o entrosamento”.

Mais táticas

Com relação aos treinamentos técnicos e táticos, Vadão explica que existe, de fato, uma grande diferença entre o futebol feminino e o masculino. “Dentro de campo, fisicamente falando, nitidamente o homem é mais forte. Alguns aspectos precisam ser adaptados nos treinos. São raras as jogadoras, por exemplo, que conseguem fazer um lançamento mais longo, virar o jogo num cruzamento, porque a mulher não bate na bola com tanta força. Então esse tipo de jogada precisa ser adaptado, você tem que mexer na disposição das atletas”, ensina.

Sobre as jogadas aéreas, por exemplo, usadas estrategicamente contra o Brasil por conta da altura das brasileiras, a zaga é toda envolvida tecnicamente para compor uma linha mais alta na tentativa de evitar o gol adversário. A intenção do treinador é que uma bola nunca seja disputada na pequena área.

» Símbolo de longevidade e garra, Formiga está pronta para a sexta participação olímpica

Já no plano tático, Vadão afirma que as meninas são mais determinadas que os homens. “Isso porque um moleque já cresce orientado para o futebol. Ele faz escolinha, joga em clube, tem lastro de boleiro. As mulheres só conseguem essa orientação, basicamente, na fase pré-adulta. Então elas se disciplinam para absorver o máximo de conhecimento. Nossas meninas têm uma vontade de aprender muito grande”, argumenta o professor.

Bagagem de prata

Até aqui são duas medalhas de prata, conquistadas em Atenas 2004 e Pequim 2008, ambas em derrotas para os Estados Unidos. A segunda prata teve o gosto um pouco mais amargo. O jogo foi disputadíssimo e a decisão só veio na prorrogação. Alguns atribuem ao nervosismo que tomou conta do time canarinho no tempo extra.

“Foi uma derrota injusta. Por merecimento teríamos levado a melhor naquele jogo”, desabafa a meio campista Formiga. “Mas quem sabe Deus não tenha reservado essa coroação tão importante para acontecer aqui na nossa casa?”, afirma confiante a veterana, presente em todas as edições dos Jogos desde que o futebol feminino entrou no programa olímpico, em Atlanta 1996.

“Eu não tenho dúvida de que essa seleção tem condições de brigar por medalha. Dirigentes de várias equipes do mundo comentam que a qualidade técnica do Brasil está muito melhor após a formação da seleção permanente. Não à toa que muitas das nossas atletas estão sendo contratadas por clubes de diversos países”, afirma Vadão. “Nós sabemos que é difícil porque serão as 12 melhores seleções do mundo. Todas querem vencer. Todas querem o ouro. Mas estamos confiantes e bem preparados para essa Olimpíada”, conclui Vadão, otimista.

Investimentos

Além da Granja Comary, as meninas se concentram no centro de treinamento de Itu. O local, que abrigou a seleção do Japão na Copa do Mundo de 2014, recebeu investimento do Ministério do Esporte e tem uma área de 140 mil metros quadrados, com dois campos oficiais, hotel, restaurante, academia, espaço de convenções, áreas para tratamento médico e fisioterapia.

Para ajudar a consolidar a modalidade, o Ministério do Esporte intensificou o empenho na realização de torneios nacionais e internacionais e deu destaque para a formação de atletas nas categorias de base, em campeonatos escolares sub 17 e na Copa Brasil Universitária. A primeira edição da CBUFF ocorreu em 2014 e contou com incentivo do Governo Federal de mais de R$ 2 milhões. Em 2015, o apoio cresceu e os recursos aplicados no torneio foram de R$ 2.475 milhões.

Outro apoio do Ministério do Esporte que contempla o futebol feminino se dá pelo Bolsa Atleta, que atualmente beneficia 137 jogadoras. Esse número representa R$ 2,3 milhões voltados para os atletas por ano. Pelo Plano Brasil Medalhas, as 22 atletas da seleção são beneficiadas.

Adicionalmente, por meio da Lei de Incentivo, foi aprovado o projeto para a construção do Centro de Excelência de Futebol Feminino em Foz do Iguaçu (PR). A instalação será a “casa oficial” da seleção feminina e receberá outras equipes para treinamento.

Valéria Barbarotto, brasil2016.gov.br

Ascom – Ministério do Esporte

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