FÓRUMAL INDY



Novos motores da Fórmula Indy com 100% de turbos BorgWarner


Com motores Chevrolet, Honda e Lotus, a Fórmula Indy adota motores pequenos com turbos BorgWarner EFR

Tendência mundial entre as montadoras, o chamado “downsizing” (motores de menor cilindrada sem perda de potência) chegou à Fórmula Indy que, no último domingo (25/03), teve sua primeira etapa em São Petersburgo, Flórida. Para a torcida brasileira, a grande atração será a estréia de Rubens Barrichello na categoria.

Embora ninguém forneça o resultado de seus dinamômetros, os novos motores 2.2 V6 biturbo deverão entregar mais de 600 cv. Fornecedora de todos os turbocompressores da Fórmula Indy, a BorgWarner customizou os turbos EGR (inicialmente projetados para tunadores) visando seu fornecimento à categoria mais veloz do automobilismo mundial.

Os brasileiros Rubens Barrichello, Tony Kanaan e Hélio Castroneves correrão com motores Chevrolet. Já o atual campeão da Fórmula Indy, o escocês Dario Franchitti, continuará com o motor da Honda em 2012.

Os novos motores da F-Indy são flex, com 85% de etanol e, também, 40% mais em conta em comparação com os V8 usados na temporada passada. Para estes propulsores, a linha de turbos EFR foi desenvolvida com rodas de turbina em alumineto de titânio Gamma, mancais de rolamento de cerâmica e carcaça da turbina fundida em aço inoxidável.

A etapa brasileira, a 4ª da Fórmula Indy, será disputada em São Paulo (circuito do Anhembi) dia 29 de abril, depois dos GPs de São Petersburgo, disputado em 25 de março; Birmingham, Alabama, em 1º de abril; e Long Beach, Califórnia, em 15 de abril. Até lá serão conhecidos os motores que tiveram um melhor desenvolvimento.

Fonte:

Lellis Assessoria de Imprensa e Consultoria Ltda.

Jornalista responsável: Marco Antonio Lellis

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Em 2012 os motores da F-Indy passam de aspirados para turbos

A partir de 2012, os carros da Fórmula Indy deixarão de usar motores aspirados. Em seu lugar entrarão motores de 4 e 6 cilindros de até 2,4 litros, todos superalimentados por turbocompressores BorgWarner EFR (Engineered For Racing).

A Honda, que desde 2006 era a única fornecedora de motores para a categoria (V8 de 3,5 litros e 650 cv), já anunciou seu motor para a próxima temporada: um V6 biturbo de 2,4 litros, 40% mais barato do que os utilizados neste ano. Em 2012, o fabricante japonês também sofrerá a concorrência de outros dois fabricantes de motores.

Tendo o etanol como combustível, os preparadores dos novos motores poderão optar pelo uso de um ou dois turbocompressores BorgWarner EFR, cada um com dois tamanhos de carcaça de turbina – dependendo do traçado de cada pista. Motores de 2,2 litros também foram desenvolvidos.

A linha de turbocompressores BorgWarner EFR foi lançada em novembro de 2010, em Las Vegas, especialmente para repotenciar motores de 200 a 1.000 cv. Para a Fórmula Indy, este turbo foi desenvolvido com rotores de turbina em liga de “titanium aluminide”, mancais de rolamentos com esferas em cerâmica e carcaça da turbina de aço inoxidável.

Inicialmente projetados para tunadores e entusiastas por desempenho, os turbos EFR foram customizados para a categoria mais veloz do automobilismo mundial, utilizando técnicas de redução de peso e carcaças de saída projetadas especificamente para esta utilização.

Na próxima temporada da Fórmula Indy, os motores com estes turbos terão potência variando entre 560 e 700 cv, dependendo da preparação de cada um. Ou seja: é o chamado “downsizing” (diminuição dos motores sem perda de potência) também no automobilismo de competição.

A ligação da BorgWarner com a Fórmula Indy começou em 1936, data da criação do Troféu BorgWarner para o ganhador das 500 Milhas de Indianápolis. Feito em prata, ele exibe, em alto relevo, o rosto dos pilotos vencedores. Naquele ano, o americano Louis Meyer foi distinguido com a primeira gravação.

Fonte:

Lellis Assessoria de Imprensa e Consultoria Ltda.

Jornalista responsável: Marco Antonio Lellis

 

 

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Honda leva clientes para a Fórmula Indy

Marca premiará os responsáveis pelas 100 frases mais criativas com viagens para assistir a etapa brasileira. Para participar, basta ir a uma concessionária e responder: “O que você faria para assistir a F-Indy em São Paulo, com tudo pago?

No dia 1º de maio, o Sambódromo do Anhembi, na capital paulista, voltará a tremer. O espaço será palco da etapa brasileira da Fórmula Indy pelo segundo ano consecutivo. E a Honda Automóveis também fará muito barulho antes do GP. Patrocinadora oficial do evento, a marca está promovendo um concurso cultural, que se estenderá até o dia 31 de março.
Durante o período, todos os que visitarem uma das mais de 170 concessionárias de automóveis Honda espalhadas pelo país, além de serem convidados a realizar o test drive de um dos modelos da marca, receberão um cupom para preencher os dados e responder a uma pergunta: “O que você faria para assistir a F-Indy em São Paulo, com tudo pago?”. As 100 frases mais criativas serão premiadas com uma viagem com acompanhante e tudo pago para assistir a corrida em São Paulo.

Para isso, a Honda desenvolveu uma campanha de divulgação, que inclui envio de e-mail marketing e mala-direta para um mailing qualificado e o desenvolvimento de um hotsite específico (www.honda.com.br/emocaoatodaprova.com.br).

Desde 2006 a Honda é fornecedora exclusiva dos motores da Fórmula Indy. No ano passado, quando a competição fez sua estreia em São Paulo, a marca também foi a patrocinadora oficial do evento e alguns de seus produtos foram protagonistas durante a prova. Três unidades do Civic Si (Pace Car), uma do Honda Accord (Director Car) e duas do Honda CR-V (Medicar Car), assim como 30 unidades da scooter Lead 110, foram disponibilizadas à organização e utilizadas por pilotos e equipes nas pistas e nos boxes durante a etapa.

 

Fonte:

Ricardo Ghigonetto

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