VELA



Alô, vocês foram campeões! Miragem leva para o Rio de Janeiro a Semana de Vela de Ilhabela 2016

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Situação normal na vela oceânica, revisão de resultados atrasa o anúncio dos vencedores nas classes que precisam de fórmula para calcular os ganhadores. Nas categorias de monotipos, atletas olímpicos fazem a diferença

Os campeões da 43ª Semana de Vela de Ilhabela, principal competição da modalidade na América Latina, foram definidos nas últimas regatas deste sábado (9), na raia montada na Ponta das Canas, extremo norte da ilha. A competição, que contou com a participação de 136 barcos divididos em 13 classes, foi encerrada em grande estilo, com ventos de 9 a 12 nós, e temperatura na casa dos 23 graus. Alguns resultados, como os vencedores das classes ORC e RGS – categorias de barcos diferentes e que precisam de uma fórmula para calcular o vencedor – demoraram a sair em função da revisão dos resultados.
Depois de muita recontagem, o título da ORC ficou com o Miragem (Paulo Roberto Freire), que somou 37 pontos em nove regatas, três a mais do que San Chico 3 (Francisco Freitas). O comandante Paulo Roberto Freire recebeu a notícia da vitória por telefone, quando ele e sua tripulação jantavam em um restaurante em Ilhabela. ”Ficamos surpresos com a notícia. A gente já estava contente por ter vencido a ORC B e com o segundo no geral. Foi uma conquista muita importante pra gente, pois a tripulação é eclética – formada por catarinenses, gaúchos e cariocas – e muito boa. Fomos campeões da regata mais importante do Brasil com barcos competitivos e rápidos na raia”.
Entre os tripulantes do Miragem, um BB40, estava o campeão do Pan de Guadalajara 2011 na classe Sunfish, Matheus Dellagnelo. O catarinense também foi campeão da Semana de Vela de Ilhabela de 2013 a bordo do Kiron, comandado pelo uruguaio Leonardo Cal.
Na classe IRC Geral, o vencedor foi o Rudá (Guilherme Hernandez) no critério de desempate contra o Asbar IV (Jonas Penteado) – número de vitórias. A equipe, que contou com o reforço de Ernesto Breda, um dos ícones da vela oceânica nacional, venceu três das nove regatas, contra apenas uma do vice. ”Não velejava desde 2013 quando disputei o Mundial de ORC com o Touché, Foi bom voltar para a Semana de Vela e rever os amigos”, disse Ernesto Breda.
As provas deste sábado foram disputadas após o tradicional Desfile dos Barcos no píer da Vila, no centro histórico da ilha. ”A Semana de Vela de Ilhabela é sempre assim! Tem dia de tempo bom, dia de tempo ruim. Pouco ou muito vento. Os velejadores gostam de competições nesse nível”, disse Carlos Eduardo Souza e Silva, diretor de vela do Yacht Club de Ilhabela (YCI).


Monotipos
Na HPE 30, a vitória foi confirmada para o Phoenix (André ‘Bochecha’ Fonseca), que entrou no último dia com 100% de aproveitamento. O barco foi o primeiro em dez das 11 regatas disputadas – na primeira prova deste sábado, o time ficou em segundo lugar. Foram dois títulos num só: da 43ª Semana de Vela de Ilhabela e o do Grand Prix dos 30 pés. “O HPE30 é um barco novo, uma classe que está tentando se desenvolver. O nosso objetivo era trazer todos os cinco barcos para a Semana de Vela de Ilhabela. Hoje eu me sinto vitorioso porque todos estavam velejando, ao longo da semana foram pegando mais o jeito do barco, e o final foi um pouco mais disputado”, disse Bochecha.
Já na C30, o Katana (César Gomes Neto) levou a melhor em sua estreia na classe, com uma vitória e dois terceiros lugares nas últimas provas. “A C30 é a mais disputada das classes oceânicas. Outras tripulações são mais experientes do que a nossa, o que nos dá mais satisfação ainda em vencer a Semana de Ilhabela”, comemorou César Gomes Neto.
A classe estreante J70 teve cinco representantes na disputa com 11 regatas. O Cloud Nine (Phil Heagler) conquistou o título ao superar o Caruru, Tô Nessa, Viking e Cauê.
Campeão paulista e brasileiro, o Ginga (Breno Chvaicer) confirmou o favoritismo e conquistou o bicampeonato da Semana de Vela de Ilhabela. O Ginga abriu a competição com vitória na Regata Renato Frankenthal, domingo (3), e foi o primeiro em nove das dez provas disputadas. ”Foi resultado de muito treino e dedicação da nossa equipe”, disse Breno Chvaicer na véspera.
Classe mais tradicional da vela, com seis medalhas olímpicas para o Brasil, a Star foi a última a estrear na Semana de Vela, na quinta-feira (7). Neste sábado, consagrou como campeã da competição a dupla formada por Jorge Zarif, representante brasileiro da Finn nos Jogos do Rio 2016, e Arthur Lopes. Os dois mostraram 100% de aproveitamento, vencendo as seis regatas realizadas.
Mais campeões
O Asbar (Sérgio Keplacz) foi campeão da RGS Geral, categoria que reúne o maior número de barcos na competição. A diferença para o sucesso, segundo o comandante, foi apostar na força da mão de obra de Ilhabela. ”É muito bom ganhar a semana de vela, principalmente dando a oportunidade para os velejadores que fazem a modalidade acontecer em Ilhabela”.
Na RGS A deu Kalymera (Antonio Paes Leme), na B o próprio Asbar, na C o Rainha Empresta Capital (Leonardo Pacheco) e na Silver o BL3 (Clauberto Andrade).
A briga também foi equilibrada entre os Clássicos – categoria que reúne veleiros antigos e que contaram a história da vela oceânica. Áries III (Alex Calábria) foi o campeão. ”O nosso objetivo é velejar bonito, mas ganhar também é. Estamos satisfeitos com a Clássicos em Ilhabela”, comemorou o bicampeão Alex Cabria.
Na classe Bico de Proa, o Bacanas III (Christian Lundgren) perdeu a última regata para o Tranquilo II (Edison Flávio Thomé), mas no geral levou o título no critério de desempate, que foi a Regata Toque-Toque por boreste, no domingo passado. O pai Christian Lundgren e a esposa levaram as filhas gêmeas a bordo.
A Semana de Vela de Ilhabela começou no domingo (3) com regatas de longo percurso. A Mitsubishi Alcatrazes por Boreste Marinha do Brasil, que teve baleias jubartes e quase nada de vento, foi vencida pelo Sorsa (Celso Quintella) no tempo corrigido e Fita Azul – o primeiro a chegar no Yacht Club de Ilhabela após quase 80 quilômetros até o arquipélago de Alcatrazes. ”Escolhemos o rumo certo e claro que um pouco de sorte sempre ajuda”, falou John King, líder do veleiro do Rio de Janeiro. Na mesma prova, o vencedor no corrigido na IRC foi o Itajaí Sailing Team. No mesmo dia, o Phoenix (André Fonseca) ganhou a Regata Ilha de Toque-Toque por Boreste (45 quilômetros) e o Ginga (Breno Chvaicer) a Renato Frankenthal (35 quilômetros).
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Ventos superiores a 50km/h mudam cenário da Semana de Vela de Ilhabela

Quinto dia de disputas do maior evento de vela oceânica da América Latina foi o preferido dos velejadores

O que um vento mais forte não faz? O quinto dia da Semana de Vela de Ilhabela 2016 teve média de 18 a 22 nós e rajadas de até 28 nós (52 km/h) em quase todas as 13 classes inscritas no maior evento de vela oceânica da América Latina, realizado no Yacht Club de Ilhabela (YCI). A frente fria chegou ao litoral norte de São Paulo, apesar do sol e da sensação térmica de 28 graus. ”Em condições como as de hoje é preciso fazer mais força. O barco aderna mais e a possibilidade de avaria cresce”, disse Paulo Freire, comandante do Miragem, que disputa o evento na classe ORC.
A ORC – abreviação de Offshore Racing Congress – tem 19 barcos na água na Semana de Vela de Ilhabela. Com mais provas no campeonato, mais pontos entraram em jogo – sem contar o descarte do pior resultado. O melhor desempenho do dia no tempo corrigido foi do San Chico 3 (Francisco Freitas), que venceu as duas provas. O Carioca (Roberto Martins), no entanto, é o líder do geral. ”Ventou bastante! Não estamos acostumados com essas condições em Ilhabela, com vento e sol. Geralmente fica frio e chove em situações parecidas aqui. Fomos Fita Azul na primeira e na segunda fomos mais conservadores na segunda”, disse André Mirsky, tático do Carioca.
Na IRC, que conta com 10 barcos na Semana de Vela de Ilhabela, destaque para o duelo entre quatro equipes: Rudá, BL3 Urca, Asbar IV e Itajaí Sailing Team, respectivamente primeiro, segundo, terceiro e quarto colocados. ”Nas duas largadas fomos bem e cruzamos em primeiro lugar. Abrimos mão da preferência na largada para ter um ângulo melhor, aproveitando bem as rajadas do começo ao fim. Mas no corrigido não ficamos entre os líderes”, relatou o tripulante Alexandre Santos, regulador de velas do Itajaí Sailing Team.
A quinta-feira teve apenas uma regata de Clássicos. ”O mais importante é velejar bonito e a gente está conseguindo”, contou Alex Calabria, comandante do Áries III, líder da competição entre os Clássicos empatado com o Cangrejo. A regata foi de percurso médio até o Farol dos Moleques. Os barcos da Bico do Proa também fizeram apenas uma regata, que foi vencida pelo Bacanas III, líder do campeonato.
Na RGS a, o Kalymera fez a melhor média do dia e segue na liderança. Na versão B, o Asbar II está na ponta do campeonato após cinco regatas, seguido pelo Fantasma, com três pontos atrás. Na RGS C, o Zephyrus ganhou as duas do dia e lidera com folga. Na Silver, o dia foi do BL3 que também chegou em primeiro.
Os resultados completos estão disponíveis no site oficial do evento: svilhabela.com.br/2016/resultados.
Star na raia
Além da entrada do descarte do pior resultado, (menos para Clássico e Bico de Proa) a quinta-feira também foi marcada pela estreia da Star na competição, levando todos os 135 barcos das 13 classes participantes para a água. Classe mais tradicional da vela olímpica, a Star já rendeu seis medalhas ao Brasil nos Jogos – dois ouros, uma prata e três bronzes. ”A classe Star é uma tradição e nada mais legal do que velejar na categoria aqui em Ilhabela. Na Semana de Vela a raia é um pouco menor do que nos campeonatos mundiais, mas vale a disputa”, disse Ronald Seifert, parceiro de Marcelo Fuchs.
Entre os competidores em Ilhabela está Jorge Zarif, representante brasileiro da Finn na Olimpíada do Rio 2016. O atleta, que faz dupla com Arthur Lopes, lidera com duas vitórias em duas regatas.
Entre os monotipos de oceano, a classe HPE 25 tem o Ginga sobrando. Após as duas vitórias da quinta, a equipe de Breno Chvaicer tem seis pontos de frente sobre o Takra. Na versão 30 pés do HPE, o Phoenix segue com 100% de aproveitamento. A C30 é a mais equilibrada da Semana de Vela de Ilhabela. Do líder Loyal ao quarto colocado Caiçara a diferença é de apenas dois pontos entre eles. Já na J70, o ponteiro Cloud Nine não fez um dia bom e o Viking encostou com um ponto atrás.
Programação da Semana de Vela
De segunda (4) a sábado (9), mais de 100 regatas estão programadas para o Canal de Ilhabela. Durante o período também será definido os vencedores dos campeonatos Brasileiro de IRC e Sul-Americano de ORC.
Em paralelo com o evento esportivo também haverá diariamente uma programação cultural completa com shows musicais, espetáculos culturais, palestras e gastronomia no centro histórico da ilha. No sábado (9), haverá o tradicional desfile das embarcações com a presença do Navio Veleiro “Cisne Branco”, embarcação utilizada no treinamento de formação nas Forças Armadas, a partir de 10h. No mesmo dia, à noite, será realiza a premiação dos campeões.
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Semana de Vela de Ilhabela: Quarto dia de regatas marcado por vento rondado

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Provas desta quarta-feira (6) não foram atrapalhadas por falta de vento e velejadores tiveram que mostrar habilidade para se adaptar às condições

A Semana de Vela de Ilhabela exige atenção das tripulações do começo ao fim. Com regatas de longo e médio percurso, além das de barla-sota – vai e volta, o velejador não precisa se adaptar às constantes mudanças de vento e corrente, que fazem os barcos andar. Após as dificuldades da véspera – com cancelamento de provas e quase sem nenhuma rajada, as provas desta quarta-feira (6) ocorreram normalmente na Ponta das Canas, no extremo norte do Canal de São Sebastião. A característica principal do quarto dia do maior evento de vela oceânica foi o vento rondado.
”Para barcos iguais que não têm muito diferencial de velocidade, do primeiro ao último na raia, as provas são muito próximas. Com vento rondado a atenção das tripulações aumenta, pois é possível perder posição numa cambada”, explicou Breno Osthoff, tático do Cloud Nine, da classe J70.
Segundo Cláudio Buckup, gerente de regata da Semana de Vela de Ilhabela e da Rio 2016, as provas com vento rondado são menos justas. ”Quando ronda o vento, entra o fator sorte, fincando muito imprevisível, também”.
Carioca lidera na ORC
Campeão da última edição da Semana de Vela na classe ORC, o uruguaio Cristabella foi um dos primeiros a voltar ao Yacht Club de Ilhabela depois do dia de ventos rondados. “Tem sido uma semana difícil com bastante variação de vento. A regata de Alcatrazes teve muito pouco vento, e bem variável. Depois o vento acabou e nesta quarta-feira rondou. O clima para a gente é muito bom em Ilhabela. Estamos felizes por estar aqui”, disse Martin Meerhoff, comandante do Cristabella. O barco é o xx na classificação, após três regatas. O Carioca (Roberto Martins) está na liderança.
Bochecha 100%
A classe HPE 30 tem um barco com aproveitamento de 100% em quatro regatas: o Phoenix (André ‘Bochecha’Fonseca). ”Treinamos muito e estamos velejando bem. Foi mais um dia bom nesta quarta-feira”. Suzuki IV (José Roberto de Jesus) está em segundo com cinco pontos atrás.


Outras classes
Na classe C30, a organização do evento decidiu cancelar a primeira largada, pois o vento rondou muito para a direita, dando vantagem aos barcos posicionados nesta direção. Com a nova largada, o barco Loyal teve o melhor desempenho do dia. ” Velejamos bem apesar do vento rondado. Na largada ficamos um pouco atrás, mas nos recuperamos no contorno de boia e cruzemos bem na frente”, disse o comandante Marcelo Massa, segundo colocado. O Katana (Cesar Gomes Neto) lidera a categoria.
Na HPE 25, o Ginga (Breno Chvaicer) segue na liderança, vencendo mais uma regata no dia. O Dom (Pedro Lodovici) também conseguiu vencer uma das provas, mas está em quarto no geral. Já na J70, Viking (Haroldo Solberg) e Cloud Nine (Phil Heagler) empatam na ponta.
Mais uma classe de rating da Semana de Vela de Ilhabela, a IRC tem o Rudá (Guilherme Hernandez) na liderança.
Nos Clássicos, o Aries III (Alex Calabria) é o primeiro com duas vitórias e um segundo lugar.
As regatas das classes Bico de Proa e Clássicos fizeram apenas um percurso de barla-sota – ida e volta, mas a comissão alterou para 4,5 milhas cada perna. Já para o restante da flotilha foram duas regatas com 2,5 milhas e quatro pernas.
Entre os RGS, o Sargaço lidera na categoria, RGS A, o PI Clube na RGS B, o Zephyrus na RGS C e o BL3 na RGS Silver.
Os resultados completos estão disponíveis no site oficial do evento: svilhabela.com.br/2016/resultados.
Programação da Semana de Vela
De segunda (4) à sábado (9), mais de 100 regatas estão programadas para o Canal de Ilhabela. Durante o período também será definido os vencedores dos campeonatos Brasileiro de IRC e Sul-Americano de ORC.
Em paralelo com o evento esportivo também haverá diariamente uma programação cultural completa com shows musicais, espetáculos culturais, palestras e gastronomia no centro histórico da ilha. No sábado (9), haverá o tradicional desfile das embarcações com a presença do Navio Veleiro “Cisne Branco”, embarcação utilizada no treinamento de formação nas Forças Armadas, a partir de 10h. No mesmo dia, à noite, será realiza a premiação dos campeões.
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Cadê o vento? Barcos literalmente boiam na Semana de Vela de Ilhabela

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Organização é obrigada a encurtar e até cancelar prova para algumas classes

A falta de ventos foi determinante, mais uma vez, para as regatas da 43ª Semana de Vela de Ilhabela, Repetindo a situação das regatas de longo percurso no domingo (3), os barcos sofreram para concluir as provas, que desta vez foram menores, realizadas dentro do Canal de São Sebastião. Os veleiros inscritos no maior evento oceânico da América Latina foram para a água com rajadas de 10 a 12 nós soprando de sudoeste, mas a brisa cada vez mais fraca ao longo do dia influenciou os resultados.
A organização foi obrigada a cancelar as regatas das classes HPE 30 e C30 e diminuir o tamanho de outras categorias como RGS. O fato mais curioso da terça-feira (5) foi que a prova de ORC teve apenas um veleiro que conseguiu concluir a tempo. O Carioca (Roberto Martins) fez uma largada perfeita no percurso de barla-sota (ida e volta) e se aproximou da costa para fugir da corrente. A estratégia deu certo e o barco do Rio de Janeiro foi o único da categoria a concluir a prova no tempo limite.
Fizemos uma boa largada, no sotavento da flotilha, e passamos a primeira perna em contravento. Nos posicionamos bem em relação à flotilha, conseguimos nos manter na frente e fomos ganhando distância. Tivemos sorte porque o vento terminou só na última perna, e conseguimos chegar muito na frente. Acho que deu pra ganhar a regata”, explicou Gabriel Penido, tripulante do Carioca e filho de Eduardo Penido, medalha de ouro nos Jogos de Moscou 1980 na classe 470 com Marcos Soares.
Quem conseguiu chamar atenção foi o barco Maestrale Logsub Mapman (Adalberto Casaes), um dos menores barcos da ORC. O Skipper 30 acertou na estratégia ao escolher o melhor lado após contornar a última boia sozinho, mas não bem sucedido, completando a prova acima do tempo permitido. ”Nós percebemos que o vento rondou e buscamos o baixio, passando muitos barcos. Do lado do litoral tinha vento e do lado mais da costa não. Parecia que os outros estavam num engarrafamento Infelizmente deu DNF, mas foi interessante que chagamos de balão arribando para a comissão”, disse Adalberto Casaes.


Já os HPE30 e C30 não tiveram a mesma sorte. As duas classes, que disputam simultaneamente a Semana de Vela e o Grand Prix dos 30 Pés, iniciado nesta segunda-feira (4), tiveram suas regatas anuladas. Devido à falta de vento no final da tarde, elas ultrapassaram o tempo limite para concluir a prova.
“Fomos pra água com um ventinho sul bom, entre 10 e 12 nós. Mas a regata é bem longa, com duas milhas cada perna, um total de 8 milhas, e tem um prazo de duas horas para completar. E o vento foi parando ao longo do dia, o que nos impediu de terminar o percurso nessas duas horas. Por isso nossa prova foi anulada, o que é uma pena, porque a gente estava com um bom desempenho. São coisas da vela, não dá para controlar o vento”, disse Fábio Pillar, do Caiçara, que compete pela C30.
Apesar de pouco vento, a brisa e o sol, que brilhou forte do início ao fim, com temperatura em torno dos 23 graus, renderam boas imagens do Canal de São Sebastião.
Os resultados completos estão disponíveis no site oficial do evento: svilhabela.com.br/2016/resultados.
Programação da Semana de Vela
De segunda (4) à sábado (9), mais de 100 regatas estão programadas para o Canal de Ilhabela. Durante o período também será definido os vencedores dos campeonatos Brasileiro de IRC e Sul-Americano de ORC.
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FOTOS | Aline Bassi/Fotop

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Baleias dão show na Regata Mitsubishi Alcatrazes por Boreste Marinha do Brasil

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Na prova, o vento não ajudou os barcos das classes ORC, IRC, BRA-RGS A e B e RGS SILVER

A edição 2016 da Regata Mitsubishi Alcatrazes por Boreste Marinha do Brasil teve uma protagonista (ou várias) neste domingo (3) ensolarado no litoral norte paulista. Baleias jubartes fizeram vários shows de acrobacias na prova de percurso mais longa da Semana de Vela de Ilhabela enquanto as equipes sofriam com a falta de vento. O Sorsa foi o primeiro a cruzar a linha de chegada – chamado de Fita Azul na linguagem da modalidade – no Yacht Club de Ilhabela (YCI) após quase 10 horas de regata. Na sequência Crioula, Carioca e Itajaí Sailing Team.
Com menos de 6 nós de ventos e um percurso que tradicionalmente não tem sequências de manobras constantes, pois é basicamente em linha, a ação ficou por conta da baleias. Foram avistadas duas adultas e uma juvenil, registradas pelas lentes do diretor de meio ambiente do Yacht Club de Ilhabela, Júlio Cardoso. ”Teve muita regata Alcatrazes e muita baleia”.
As jubartes estão em período de migração da Antártica para Abrolhos, arquipélago ao sul da Bahia. Por isso, podem ser vistas mais próximas de Alcatrazes. “Geralmente, as adultas passam distante da costa, e as mais jovens chegam mais perto. Mas as duas adultas se aproximaram bastante dos barcos, também, e executaram saltos fantásticos”, apontou Júlio Cardoso.


Ao todo, a prova teve 80 quilômetros – quase 20 a menos do que a realizada regularmente, já que a comissão técnica decidiu estipular a marca de retorno na Ilha da Sapata. Após uma reunião entre a Comissão Técnica da 43ª Semana de Vela de Ilhabela, Diretoria de Meio-Ambiente do YCI e a chefia da Exec Tubinambás (ICMBIO), responsável pela estação ecológica do arquipélago de Alcatrazes, na qual decidiu-se pela alteração do percurso por questões técnicas e a regata foi realizada normalmente.
O Fita Azul e vencedor no tempo corrigido foi o Sorsa, barco de Celso Quintella, do Rio de Janeiro, seguido pelos gaúchos do Crioula. “Na saída do canal, conseguimos aproveitar bem as condições e nos aproximamos dos primeiros barcos. Depois, perdemos o vento e fomos ficando um pouco para trás. Mas retomamos algumas posições na chegada à ilha, conseguimos encontrar um bom ritmo”, analisou Samuel Albrecht, representante brasileiro nos Jogos do Rio 2016 na classe Nacra e tripulante do Crioula.
O vencedor no corrigido na IRC foi o Itajaí Sailing Team. ”Foi uma regata complicada com ventos em todas as direções. Fomos felizes dessa vez”, falou Marcelo Gusmão, do Itajaí. BL3 Urca e Asbar completaram as três primeiras colocações na categoria. Na RGS, o vencedor na Alcatrazes foi o Fantasma, seguido pelo My Boy e Pi Clube Café.
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Programação da Semana de Vela
De segunda (4) à sábado (9), mais de 100 regatas estão programadas para o Canal de Ilhabela, começando pelo torneio por equipes e o Grand Prix dos 30 pés na segunda-feira (2). Durante o período também será definido os vencedores dos campeonatos Brasileiro de IRC e Sul-Americano de ORC.
Em paralelo com o evento esportivo também haverá diariamente uma programação cultural completa com shows musicais, espetáculos culturais, palestras e gastronomia no centro histórico da ilha. No sábado (9), haverá o tradicional desfile das embarcações com a presença do Navio Veleiro “Cisne Branco”, embarcação utilizada no treinamento de formação nas Forças Armadas, a partir de 10h. No mesmo dia, à noite, será realiza a premiação dos campeões.
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FOTOS | Júlio Cardoso

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Atleta de três olimpíadas brilha em regata de abertura da Semana de Vela de Ilhabela

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André ‘Bocheca’ Fonseca lidera o HPE 30 Phoenix na primeira colocação da Regata Ilha de Toque-Toque por Boreste neste domingo (3)

O A 43ª Semana de Vela de Ilhabela teve início neste domingo (3) com 135 barcos inscritos e com a realização de três regatas de longo percurso, uma tradição do maior evento de vela oceânica da América Latina. O Canal de São Sebastião amanheceu encoberto pela névoa do mar e sem vento. Mas o sol e uma brisa de 6 nós logo apareceram para marcar a estreia da competição em 2016. Às 10h35, o veleiro Cisne Branco da deu a largada para as provas. Os vencedores da Mitsubishi Alcatrazes por Boreste Marinha do Brasil (80 quilômetros) só serão conhecidos na madrugada de segunda (4). Já nas provas de menor distância, os ganhadores foram Phoenix (André Fonseca) na Ilha de Toque-Toque por Boreste (45 quilômetros) e Ginga (Breno Chvaicer) na Renato Frankenthal (35 quilômetros). Os resultados completos ficarão disponíveis no site oficial do evento: svilhabela.com.br/2016/resultados.
André ‘Bochecha’Fonseca, atleta de três olimpíadas e três edições da Volta ao Mundo, levou seu HPE 30 à vitória na Ilha de Toque-Toque por Boreste, que reuniu veleiros das categorias C-30, HPE 30, Mini, Bico de Proa, Clássicos e BRA-RGS C. ”A gente conseguiu pegar vento do início ao fim, que apenas ficou fraco no contorno à ilha. Terminamos em primeiro logo no começo do campeonato e isso é bom”, conta Bochecha, que fez três campanhas olímpicas em Sydney 2000, Atenas 2004 e Pequim 2008.
A Renato Frankenthal foi vencida novamente pelo Ginga, que mantém o troféu transitório da prova. A tripulação de Breno Chvaicer é uma espécie de Real Madrid ou Barcelona da vela, terminando em primeiro lugar os principais campeonatos na classe HPE. ”O segredo para o sucesso é treinamento. Estamos contentes por ficar com a vitória mais uma vez, principalmente pela regata ter sido bastante complicada com ventos fracos e rondados”, diz Breno Chvaicer.
Entre os dois J70 que também fizeram a Renato Frankenthal, o primeiro lugar ficou com o Tô Nessa (Renato Cunha). A categoria que substitui a J24 no mercado náutico terá ao todo cinco veleiros nas regatas programadas para a Semana de Vela de Ilhabela.


Alcatrazes
A regata mais longa da competição é Mitsubishi Alcatrazes por Boreste Marinha do Brasil, que passa a madrugada em atividade. Os barcos das classes ORC, IRC, BRA-RGS A e B e RGS SILVER sofreram com a falta de vento, principalmente após contornar a Ilha da Sapata. Na largada, os veleiros saíram com vento de popa e corrente a favor. Na volta o vento diminuiu muito – quase parando em alguns pontos – e a situação se inverteu com vento contra e corrente também. Esse fenômeno limita a velocidade dos veleiros.
Nesta segunda-feira (4), os barcos das classes HPE30 e C30 aproveitam o dia de descanso da Semana de Vela de Ilhabela e voltam à água para o Grand Prix dos 30 pés. O desafio é uma das atrações paralelas do evento, com regatas programadas até terça-feira, valendo para um campeonato a parte. O objetivo é colocar em prática habilidade, investimento e entrosamento das tripulação num evento de nível internacional.
Programação da Semana de Vela
De segunda (4) à sábado (9), mais de 100 regatas estão programadas para o Canal de Ilhabela, começando pelo torneio por equipes e o Grand Prix dos 30 pés na segunda-feira (2). Durante o período também será definido os vencedores dos campeonatos Brasileiro de IRC e Sul-Americano de ORC.
Em paralelo com o evento esportivo também haverá diariamente uma programação cultural completa com shows musicais, espetáculos culturais, palestras e gastronomia no centro histórico da ilha. No sábado (9), haverá o tradicional desfile das embarcações com a presença do Navio Veleiro “Cisne Branco”, embarcação utilizada no treinamento de formação nas Forças Armadas, a partir de 10h. No mesmo dia, à noite, será realiza a premiação dos campeões.
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Brasileiro de IRC e Sul-Americano de ORC agitam a Semana de Vela de Ilhabela

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Com barcos de Brasil, Chile, Arnetina e Uruguai, evento de vela oceânica será decisivo no litoral norte paulista

Maior competição de vela da América Latina, a 43ª Semana de Vela de Ilhabela reunirá no litoral norte paulista barcos de 13 classes diferentes, de 1º a 9 de julho. Entre as mais de 100 regatas programadas para o período estão confirmados, em paralelo com o evento, os campeonatos Brasileiro de IRC e Sul-Americano de ORC, além do torneio por equipes e o Grand Prix dos 30 pés. A regata que abre a competição no dia 3 de julho será a Mitsubishi Alcatrazes por Boreste Marinha do Brasil. A prova, com largada prevista para 10h, tem ao todo 55 milhas – quase 100 quilômetros. As duas classes, que usam regra de rating – precisa de uma fórmula para definir os resultados – estão inscritas nessa prova de abertura e nas demais.
Explicando tecnicamente, a IRC simplifica as regras usando apenas um coeficiente de rating constante, o TCC, que não varia em função da distância ou intensidade de vento da regata. Ou seja: em cada contorno de boia é possível estimar a sua colocação. ”A ABVO (Associação Brasileira de Veleiros de Oceano) recomenda a participação de tripulações cujo investimento no esporte seja de tempo de treinamento ou mesmo recursos técnicos esteja num padrão amador, tal qual nós do Saravah. Para aqueles cujo investimento esta em um padrão profissional ou semi, fica sugerido a regra ORC. São mudanças importantes que permitem uma disputa entre iguais em ambos os níveis. Tenho certeza que esta estratégia ira incrementar a vela de oceano, principalmente dentre os comandantes de Cruiser Racers, que muitas vezes acabam por abandonar as raias por não conseguir competir com orçamentos profissionais e patrocinados”, disse Pierre Joullie, representante nacional da IRC e velejador do Saravah.
A ORC tem um cálculo matemático maior, mas prevê diversos tipos de rating, do menos ao mais sofisticado.


Em 2016, a organização confirmou a realização do XVIII Campeonato Sul-Americano da categoria. A competição é organizada pelo Yacht Club de Ilhabela (YCI), pelo Yacht Club Argentino (YCA) e Yacht Club Punta del Este (YCPE). O evento é composto por duas etapas: a primeira foi o Circuito Atlântico Sul Rolex Cup e o último será a Semana de Vela de Ilhabela. Barcos da Argentina, Chile e Uruguai estão confirmados.
Entre as equipes, estarão nomes como Jorge Zarif e Samuel Albrecht, representantes da vela brasileira na Rio 2016, o medalhista olímpico Lars Grael e o campeão pan-americano Maurício Santa Cruz, além de outros velejadores misturados entre os profissionais e os amadores. O evento ainda contará com barcos da Argentina, do Chile e do Uruguai, caso do Cristabella, campeão da ORC no ano passado.
Outra novidade será o Torneio por Equipes, que é uma regata montada da seguinte forma: clubes, associações ou times da mesma região se juntam e formam os grupos e disputam todas as provas da semana de vela. Quem somar menos pontos no final vence. São com quatro embarcações para cada nas classes RGS, IRC ou ORC. O vencedor fica com o troféu transitório Pen Duick II. Já o Grand Prix dos 30 pés será disputado na segunda-feira (4) e terça-feira (5) entre os veleiros das classes HPE30 e C30. As regatas valem para um campeonato a parte entre os barcos da Semana de Vela de Ilhabela.
Sobre a Semana de Vela de Ilhabela (YCI)
A 43ª Semana de Vela de Ilhabela abre sua programação com três regatas de percurso no domingo (3). Um Grand Prix para barcos de 30 pés, entre segunda e terça-feira (4 a 5) e os campeonatos Brasileiro de IRC e Sul-Americano de ORC, que serão disputados paralelamente ao evento principal, também agitarão Ilhabela durante a semana.
Mais informações:
Site oficial – svilhabela.com.br
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Youtube – Semana de Vela de Ilhabela

FOTOS | Aline Bassi/Balaio de Ideias

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flavio

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Volvo Ocean Race anuncia sua rota mais difícil para a edição 2017-2018

  • Considerada a mais prestigiada e difícil competição esportiva do mundo, regata testa as pessoas como em nenhum outro evento ao combinar habilidade individual, trabalho em equipe, excelência em engenharia e capacidade tecnológica
  • Itajaí, no litoral de Santa Catarina, foi confirmada como uma das paradas da competição

A organização da Volvo Ocean Race acaba de revelar uma nova rota extremamente exaustiva para a edição 2017-2018. A competição levará as tripulações e seus iates de 65 pés de alta performance ao limite, numa corrida ao redor do mundo com duração de aproximadamente nove meses.

A nova rota será a mais longa dos 43 anos do evento. Em mais de 45 mil milhas náuticas, cruzará quatro oceanos chegando a 11 grandes cidades em cinco continentes. Nessa edição, cerca de 12.500 milhas náuticas da corrida serão nas águas frias ao redor da Antártica, na qual algumas das mais profundas depressões atmosféricas geram ondas gigantes e ventos fortes que ultrapassam 130 km/h.

No fim de 2017, a corrida começará em Alicante (Espanha), com um sprint de 700 milhas náuticas a Lisboa, Portugal. A partir da capital portuguesa, a frota “mergulha” em direção ao sul, para a Cidade do Cabo (África do Sul), mas antes travará uma batalha particular de algumas semanas pelo Oceano Antártico. Depois, cruza a linha do Equador e segue ao norte para Hong Kong (China).

Depois de uma transição sem pontuação para Guangzhou (China), ocasião na qual estão agendadas uma série de atividades, a corrida para o mar será retomada a partir de Hong Kong para Auckland (Nova Zelândia). A frota vai voltar, então, pelo Oceano Antártico em torno do marco mais famoso da região, o Cabo Horn, e pelo Oceano Atlântico até chegar a Itajaí, no Estado de Santa Catarina.

A partir daí, a exemplo da última edição, os barcos vão se deslocar para o Hemisfério Norte, em direção à costa leste dos EUA, em Newport, Rhode Island. Antes, porém, a regata parte pelo Atlântico Norte em trecho transoceânico até a costa britânica, que verá o retorno da competição após mais de 12 anos.

A frota chegará então a Cardiff, capital do País de Gales, em maio de 2018, para depois seguir seu caminho em torno das Ilhas Britânicas, em um trecho curto mas potencialmente brutal até a penúltima parada, em Gotemburgo (Suécia). A corrida terminará em grande estilo em Haia, na Holanda.

Para a Volvo Cars, a corrida não só celebra um conjunto de valores compartilhados pela fabricante, mas também oferece a possibilidade de apresentar a marca em um evento global, mostrando seus veículos ao público em cinco continentes. “A última edição recebeu mais de 2,3 milhões de visitantes e mais de 70 mil clientes corporativos nas cidades onde ocorreram as paradas. Estamos determinados a realizar uma corrida ainda mais emocionante na edição de 2017-2018, enquanto tornamos a experiência nas áreas de convivência mais enriquecedoras para nossos fãs, clientes e parceiros”, afirma o diretor de Operações da corrida, Richard Mason.

“Mais ação, mais velocidade, mais milhas difíceis e paradas mais acolhedoras. Trata-se de uma evolução na direção certa e um movimento que leva a Volvo Ocean Race mais perto de suas raízes, ao mesmo tempo em que melhora seu forte valor comercial e excelente oportunidade de negócios para os patrocinadores”, observa o novo CEO da Volvo Ocean Race, Mark Turner.

“O que se exige dos competidores são qualidades que a Volvo Cars também compartilha, e é por isso que ela adquiriu a competição em 1997, ligando sua própria tradição a proezas de engenharia, design e trabalho em equipe. A Volvo Ocean Race é a regata mais árdua, venerada e de prestígio do mundo. Assim somos nós”, ressalta o presidente e CEO da Volvo Cars, Håkan Samuelsson.

volvoassessoria

Fonte: Assessoria de Imprensa

Leandro AlvesRodrigo Tramontina 

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Semana de Vela de Ilhabela reeditará torneio por equipes, Grand Prix dos 30 pés e desfile dos barcos

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Atrações não faltam no maior evento de vela oceânica da América Latina, que começa neste fim de semana

A 43ª edição da Semana de Vela de Ilhabela começa nesta sexta-feira (1) com várias atrações para os fãs da vela oceânica. Entre as mais de 100 provas programadas para o período de 1º a 9 de julho, a organização confirmou o Torneio por Equipes, o Grand Prix dos 30 pés para C30 e HPE30, e o desfile dos barcos na vila. O objetivo é colocar em prática habilidade, investimento e entrosamento das tripulação num evento de nível internacional. ”Da primeira à última regata, os velejadores são testados. A ideia é continuar fazendo um evento imperdível, misturando profissionais e amadores. As regatas por equipes incentivam a rivalidade entre os clubes e associações, sem deixar a amizade de lado, que é o grande propósito da semana de vela”, disse o organizador do evento, Cuca Sodré.


A Torneio por Equipes é uma regata montada da seguinte forma: clubes, associações ou times da mesma região se juntam e formam os grupos e disputam todas as provas da semana de vela. Quem somar menos pontos no final vence. São com quatro embarcações para cada nas classes RGS, IRC ou ORC. O vencedor fica com o troféu transitório Pen Duick II. Em 2014, a Escola Naval foi a vencedora com os barcos (Bijupirá / Breklé / Dourado / Quiricomba). No ano passado, o ganhador foi o ate Clube do Rio de Janeiro (Seu Tatá / Magia / Kalymera / Kybixu). O nome do troféu é em homenagem ao Pen Duick II, veleiro do francês, Eric Tabarly, vencedor da regata em solitário transatlântica Ostar, em 1964.
Já o Desafio dos 30 pés será disputado na segunda-feira (5) e terça-feira (6) entre os veleiros das classes HPE30 e C30. As regatas valem para um campeonato a parte entre os barcos da Semana de Vela de Ilhabela.
O desfile irá ocorrer novamente em 2016. Os barcos farão uma passarem rente ao píer da Vila, que fica centro de Ilhabela, próximo ao Yacht Club de Ilhabela (YCI). O público terá a chance de conhecer os barcos de diferentes tipos e tamanhos.
Sobre a Semana de Vela de Ilhabela (YCI)
Maior competição de vela da América Latina, a 43ª Semana de Vela de Ilhabela reunirá no litoral norte paulista barcos de 13 classes diferentes, de 1º a 9 de julho. Entre as equipes, estarão nomes como Jorge Zarif e Samuel Albrecht, representantes da vela brasileira na Rio 2016, o medalhista olímpico Lars Grael e o campeão pan-americano Maurício Santa Cruz, além de outros mil velejadores misturados entre os profissionais e os amadores. O evento ainda contará com barcos da Argentina, do Chile e do Uruguai, caso do Cristabella, campeão da ORC no ano passado.
A 43ª Semana de Vela de Ilhabela abre sua programação com três regatas de percurso no domingo (3). Um Grand Prix para barcos de 30 pés, entre segunda e terça-feira (4 a 5) e o Brasileiro de IRC, que serão disputados paralelamente ao evento principal, também agitarão Ilhabela durante a semana.
Mais informações:
Site oficial – svilhabela.com.br
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Youtube – Semana de Vela de Ilhabela

FOTOS | Eduardo Grigaits/Balaio

flavio

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Percurso da Volvo Ocean Race 2017-18 é renovado, mas o Brasil segue na parada

A Volvo Ocean Race 2017-18 será a mais longa da história do evento de Volta ao Mundo

  • Rota da próxima edição será a maior já velejada na Volta ao Mundo com aproximadamente 45.000 milhas náuticas. Itajaí (SC) volta a receber o evento.
  • Regata volta às raízes ampliando sua presença nos mares do sul. O Oceano Antártico é extensão mais remota do mundo e muitas vezes com enormes tempestades.
  • Novo percurso foi divulgado no evento de lançamento, que ocorreu nesta quarta-feira, na sede da Volvo Ocean Race, em Alicante.

ALICANTE, Espanha, 29 de junho de 2016 – Dura, intensa, e com quase três vezes mais milhas de navegação pelo Oceano Antártico em relação à edição anterior. A Volvo Ocean Race 2017-18 será a mais longa da história do evento de Volta ao Mundo com aproximadamente 45.000 milhas náuticas, cruzando quatro oceanos, cinco continentes visitados e 11 grandes cidades como parada – incluindo novamente Itajaí, em Santa Catarina. A regata de 43 anos de história é uma verdadeira maratona no oceano, na qual disputam os melhores velejadores do planeta.

A regata começa na espanhola Alicante no final de 2017 e, logo de cara, as equipes terão um sprint de 700 milhas náuticas para Lisboa. A partir da capital portuguesa, a flotilha mergulha no Atlântico para o sul, mais precisamente para a Cidade do Cabo, na África do Sul.

Do continente africano, os barcos enfrentarão semanas de tensão numa das pernas mais longas da história, passando pelo Oceano Antártico e subindo para o norte em direção a Hong Kong SAR, China. Depois, a flotilha faz uma transição sem pontuação para Guangzhou, na China, onde uma regata in-port e um conjunto completo de atividades serão realizados na stopover chinesa.Os barcos voltam para Hong Kong e partem, agora sim valendo para o campeonato, no sentido de Auckland, na Nova Zelândia.

Da Oceania é a vez de encarar novamente os mares do sul e enfrentar um dos marcos da navegação – o Cabo Horn. Depois desse longo caminho, a parada será o Brasil, pela terceira vez consecutiva a cidade brasileira de Itajaí recebe a Volvo Ocean Race.

A partir daí, como na última edição, os barcos voltam para o hemisfério norte em direção à costa leste dos EUA, em Newport, Rhode Island. Depois é a reta final sentido Europa pelo Atlântico Norte. Os britânicos de Cardiff recebem a Volta ao Mundo depois de 12 anos à capital do País de Gales. Na sequência entra uma curta, mas potencialmente brutal perna para a penúltima parada: Gotemburgo, na Suécia. A edição 2017-18  acaba com um grand finale em Haia, na Holanda.

A distância total do percurso é maior em comparação às edições anteriores do evento, que nasceu como o Whitbread Round the World Race, em 1973. Apesar de estabelecer o recorde de 45 mil milhas náuticas – 83 mi quilômetros – de percurso, a competição terá um mês a menos. “Mais ação, mais velocidade, mais milhas difíceis para percorrer e mais locais de parada, mas será uma regata mais curta – é uma evolução na direção certa e um movimento que leva a regata mais perto de suas raízes. Ao mesmo tempo, melhoramos a seu forte valor comercial e excelente case de negócio para os patrocinadores”, disse Mark Turner, que assumiu como CEO da Volvo Ocean Race no início deste mês.

Só pelos mares do sul serão quase 12.500 milhas náuticas de regata. As ondas gigantes, ventos fortes de 70 nós – 130 km/h, as águas frias, o gelo ao redor da Antártida e nada de terra por perto são alguns dos desafios. Na edição anterior, as equipes navegaram cerca de 4.500 milhas náuticas pelo Oceano Antártico.

“Em 2017-18, vamos visitar algumas das cidades de vela mais famosas do mundo como a Cidade do Cabo, Auckland e Newport, Rhode Island, além de novas paradas”, disse Mark Turner. “Paramos em Hong Kong, uma cidade incrível, que irá funcionar como um ponto de encontro para os fãs do sudeste asiático e convidados VIP. Em seguida, seguimos para Guangzhou, na China – sendo a primeira vez que a regata vai visitar uma das quatro cidades do país com o padrão Tier 1”.

”E, finalmente, Cardiff, voltando para o Reino Unido pela primeira vez desde 2005-06. A Grã-Bretanha é o berço da Whitbread Round the World Race, que teve a sua primeira partida de Portsmouth em 1973 e mais tarde se tornou a Volvo Ocean Race em 1998.”

Olhando para o futuro, Mark Turner acrescentou: “Também é ótimo registrar a quarta vez consecutiva que a regata começa em Alicante. Além de voltar para cidades familiares, onde estamos construindo um legado para a regata como Lisboa, Itajaí, Gotemburgo e Haia.

Richard Mason, diretor de operações da Volvo Ocean Race, comentou: “Na última edição recebemos mais de 2,4 milhões de visitantes e mais de 70 mil clientes corporativos nas nossas cidades-sede. Estamos determinados a oferecer uma experiência ainda mais emocionante em 2017-18 para  fãs, clientes e parceiros. Estou muito tentado em voltar a velejar, mas mas o meu novo CEO me proibiu”.

O Oceano Antártico tem desempenhado um grande papel na história da regata. Nos primeiros anos da Whitbread, a flotilha foi a fundo nos mares do sul, enfrentando os icebergs e ventos ferozes dos Roaring Forties e Fifties Furious. Em edições mais recentes, os barcos já correram para o norte através do Oceano Índico para o Oriente Médio – e só voltaram para o sul e seu clima mais extremo para a perna mais curta em frente ao Cabo Horn. “É claro que a segurança continua a ser fundamental”, disse Phil Lawrence, diretor de regata. “Com sistemas de rastreamento e comunicação via satélite, juntamente com o acesso a informações de rota em profundidade, podemos ficar um passo à frente das condições e limitar a exposição dos atletas. No entanto, sempre haverá perigo. Os velejadores sabem que colocam suas vidas em risco quando aceitam o desafio de enfrentar o chamado ‘Everest´da vela profissional. Isso é o que a Volvo Ocean Race proporciona. Encarar as condições mais difíceis que a Mãe Natureza lhe oferece e conseguir superá-las”.

FTP: https://volvooceanrace.brickftp.com/f/b8676900b

Fonte: Flavio Perez – Relações com a Mídia em Português

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