MOBILIDADE



FORD BUSCA CARRO EMPÁTICO CAPAZ DE ENTENDER E RECONHECER O HUMOR DO MOTORISTA

 

A Ford pesquisa junto com a Universidade Aachen RWTH, da Alemanha, seu sistema de conectividade SYNC e outros recursos internos do veículo visando a aprimorar ao máximo o processamento de fala/voz e reduzir a interferência de ruídos e eventos externos. O próximo passo é obter sistemas ultrassofisticados de microfones e câmeras para interpretar o tom de voz, a expressão facial do motorista e até o seu humor ao assumir a direção do veículo.

“Estamos a caminho de desenvolver o carro empático, que pode contar uma piada para animá-lo, dar conselhos quando  precisar, lembrar de aniversários e mantê-lo alerta numa viagem longa”, diz Fatima Vital, diretora de Marketing Automotivo da Nuance Communications, que ajudou a Ford a desenvolver o sistema de reconhecimento de voz do SYNC.

A expectativa é que, em 2022, cerca de 90% dos carros novos sejam equipados com sistema de reconhecimento de voz.  A evolução dos sistemas tem que acompanhar essa tendência criando melhor funcionamento e até oferecendo estímulos para o motorista e passageiros.

Para os especialistas da Ford, no futuro os automóveis serão capazes de reconhecer o estado de espírito do motorista e buscar alternativas para melhorar o seu humor por meio de piadas, músicas de alto astral e até dar conselhos para melhorar o seu dia.

O carro poderia “aprender”,  por exemplo, as músicas que o motorista gosta de ouvir quando está estressado ​​e as ocasiões em que prefere ficar em silêncio. A iluminação interna também poderia mudar positivamente o seu humor.

Com a conexão na nuvem, os sistemas embarcados tendem a evoluir para assistentes pessoais, inclusive remarcando compromissos quando o motorista estiver preso num engarrafamento.

Assistente virtual

Como no filme “Her”, em que a assistente virtual Samantha atende todos os comandos de voz do protagonista e aprende a reconhecer seu estado de espírito, necessidades e desejos, o carro poderá um dia fazer a mesma coisa.

O sistema de conectividade SYNC 3 da Ford, com interface para Apple CarPlay e Android Auto, tem comandos de voz para telefone, mensagens e vários aplicativos, além de acesso ao comando de voz Siri, Apple Maps e Apple Music no iPhone, e ao Google Maps nos aparelhos Android. No final deste ano, o SYNC também permitirá ao motorista se conectar ao assistente virtual Alexa, da Amazon, em 23 idiomas.

“Com comandos de voz como ‘Estou com fome’ para encontrar um restaurante e ‘Preciso de um café’, o SYNC 3 já funciona na prática como um assistente pessoal”, diz Mareike Sauer, engenheiro de controle de voz do Time de Aplicações de Conectividade da Ford Europa. “Estamos aprimorando o sistema para reconhecer não só diferentes línguas e sotaques, mas também formas mais naturais de falar.”

Segundo a Nuance, dentro de dois anos o sistema poderá oferecer sugestões como: “Gostaria de encomendar flores para sua mãe no Dia das Mães?”, “Devo escolher um caminho menos congestionado, mas mais lento para casa?” e “O seu chocolate favorito está acabando, mas está disponível no estoque da sua loja preferida. Quer parar e pegar alguns?”

Máquinas inteligentes

No futuro, usando controles gestuais e dos olhos o motorista será capaz de atender chamadas com um aceno de cabeça, ajustar o volume com pequenos movimentos da mão e definir o destino da navegação com um rápido olhar para o mapa. Então, existe o perigo de que, como no filme “Her”, possamos nos apaixonar pelos sistemas avançados de reconhecimento de voz?

“Muitas pessoas já amam seus carros e, com os novos sistemas embarcados que aprendem e se adaptam, esse relacionamento tende a se tornar mais forte”, diz Dominic Watt, professor de Ciências da Linguagem e Linguística da Universidade de York. “O carro será em breve nosso assistente, um companheiro de viagem e ouvinte simpático, com quem você poderá discutir sobre tudo e pedir qualquer coisa, a ponto de esquecermos que estamos falando com uma máquina.”

 

(24/02/2017)

 

Imprensa Ford

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Motor desligado, consumo zero: a ZF-EcoLife viabiliza a função start-stop no ônibus urbano

Para a transmissão automática EcoLife de 6 marchas a ZF oferece uma função start-stop que reduz entre 5% e 10% o consumo de combustível dos ônibus urbanos

Para a transmissão automática EcoLife de 6 marchas a ZF oferece uma função start-stop que reduz entre 5% e 10% o consumo de combustível dos ônibus urbanos

 

  • Recurso exclusivo da transmissão automática ZF-EcoLife convence na prática
  • Função start-stop chega a reduzir até 10% do consumo de combustível no trânsito urbano
Economia de combustível, menos ruídos, mais conforto, alta potência e compatibilidade com uma ampla faixa de torque: foram esses os aspectos que tornaram a transmissão automática EcoLife de 6 marchas um grande sucesso. Mas a ZF Friedrichshafen AG mostra que suas capacidades são muito maiores com a função start-stop que, junto com o motor que desliga automaticamente, chega a diminuir entre 5% e 10% o consumo de combustível nas aplicações urbanas. Atualmente, dois ônibus da montadora holandesa VDL Bus & Coach estão testando a transmissão automática equipada com a funcionalidade start-stop, comprovando seu potencial de economia na prática. A marca irá apresentar a transmissão com a nova função durante o Salão de Veículos Comerciais de Hannover 2016, que será realizado na Alemanha, em setembro.

“Temos muito orgulho de ver que a função start-stop da nossa transmissão EcoLife para ônibus urbanos já está sendo utilizada tão pouco tempo após seu lançamento, há alguns meses – e é ótimo saber que está aumentando ainda mais a rentabilidade dos operadores”, afirma Andreas Moser, responsável pela Unidade de Negócios de Sistemas de Transmissão e Eixos para Ônibus da ZF. Os modelos leves VDL Citea LLE já estão entre os ônibus com o menor consumo de combustível do mercado. “Nosso opcional start-stop está demonstrando em dois veículos de teste que essa vantagem de eficiência pode ser ampliada ainda mais”, completa Moser.

A união faz a força

Os ônibus urbanos frequentemente estão no trânsito do tipo anda e para. Param inúmeras vezes em semáforos vermelhos ou nos congestionamentos, além de parar em muitos pontos. É justamente por isso que o recurso start-stop da transmissão automática ZFEcoLife se revela ideal para ônibus urbanos: a inovação cria um pré-requisito fundamental para desligar automaticamente o motor assim que o veículo fica parado, ou seja, consegue reduzir seu consumo momentâneo de combustível a zero. Em contrapartida, o motor e o sistema de transmissão precisam estar prontos para entrar imediatamente em ação quando o motorista solta o freio e pisa no pedal do acelerador. Além de considerar questões essenciais como os custos no desenvolvimento da tecnologia da transmissão, a ZF levou em consideração os desafios associados à elevada frequência de ativação e rápido preenchimento com grandes volumes de óleo. Isso possibilita o uso ilimitado da função start-stop e paradas mais longas no trânsito urbano. Tudo isso viabilizou a implementação do recurso start-stop na faixa de torque máximo de 1.000 a 1.600 Nm, a mais comum em ônibus urbanos.

Pequenos detalhes com grandes efeitos

Os engenheiros reforçaram o conversor de torque e o lock-up da transmissão. O sistema hidráulico foi adaptado para dar conta dos grandes desafios relacionados às rápidas reações. Todas essas ampliações foram implementadas no atual modelo de série da ZFEcoLife, o que destaca mais uma vez seu enorme potencial e a robustez da estrutura básica da transmissão.

Um dos aspectos decisivos para a função start-stop é que os elementos de mudança de marcha da transmissão sejam novamente preenchidos com óleo assim que o motorista pisar no pedal do acelerador, mesmo depois que o motor estiver “desligado” por um período mais longo – só assim o veículo estará pronto para partir. Para que isso fosse garantido, a ZF não precisou projetar e instalar um acumulador de óleo adicional para aplicação na EcoLife; os engenheiros aproveitaram o compartimento de óleo do retarder primário ZF já integrado na transmissão.

Clique no link abaixo para download dos vídeos do Innovation Truck 2016
http://www.zf.com/corporate/en_de/press/list/release/release_23141.html
São Paulo, 07 de julho de 2016.
Grupo ZF – A ZF é líder mundial em sistemas de transmissão e tecnologia de chassis, além de tecnologia de segurança ativa e passiva. Após a aquisição da TRW Automotive em 15 de maio de 2015, a ZF passou a operar aproximadamente 230 unidades em cerca de 40 países. A previsão é que o Grupo, que conta com aproximadamente 138.000 colaboradores, tenha atingido em 2015 um faturamento entre 29 e 30 bilhões de euros (estimativa). A ZF é um dos três maiores fornecedores mundiais da indústria automobilística.

Fonte:
MM Editorial – www.mmeditorial.com.br
Marta de Souza – Simone Sabatini

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Além de sustentável, compartilhamento de veículos é rentável para o usuário

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Disseminação do conceito no Brasil ainda esbarra na questão cultural

As altas emissões de gases poluentes pelos veículos automotores não é novidade. Conforme revela o inventário do Ministério do Meio Ambiente (MMA) de 2013, juntos, automóveis, motocicletas e veículos comerciais leves foram responsáveis por 86% das emissões de monóxido de carbono (CO) em 2012 em todo país, sendo que apenas os automóveis responderam por 47% do total deste número. Por esta perspectiva e ao considerar o trânsito como um local democrático, é crucial o estímulo a soluções criativas e inteligentes de deslocamento, capazes de integrar diferentes usuários e modais e que tratem melhor o meio ambiente. A Perkons conversou com especialistas no assunto para descobrir os caminhos possíveis para a construção de um cenário mais humano e eficaz de mobilidade urbana.

Uma dessas possibilidades, de acordo com o diretor da Green Mobility, pós-graduado em gestão de cidades pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP), Lincoln Paiva, é o compartilhamento de veículos, que ganha forma de duas maneiras: carona e locação. Qualquer que seja o empenho em evitar congestionamentos é, para ele, louvável, tanto do ponto de vista social, quanto econômico e ambiental. “Mas estes esforços só fazem sentido se acompanhados do incentivo do poder público. Para reduzir o uso do carro, uma boa cidade oferece condições melhores aos cidadãos, investindo em um conjunto de ações, que vão da tecnologia de tráfego aos sistemas de gerenciamento da demanda de transportes”, contrapõe.

Ainda que desdobre em uma série de benefícios e por conta disso já seja estimulado há décadas, o conceito do compartilhamento de veículos ainda é pouco popular no Brasil. Paiva explica que o incentivo do governo federal à carona solidária tem registro na década de 1970, quando despontou como um elemento amenizador da crise do petróleo. Em 2009, a Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo voltou a reunir esforços para estimular a prática como meio de redução de poluentes. “Ambas propostas não surtiram o efeito desejado por muitos motivos, sendo o fator cultural possivelmente o mais forte”, completa.

As primeiras experiências relacionadas à locação de veículos, por outro lado, estão presentes no país desde 2009. Sobre estas, Paiva é categórico e lança uma pergunta: qual o sentido de possuir um carro que é usado apenas duas vezes ao dia e que gera custo o restante do tempo? Ele acredita que embora este nicho de locação atenda a uma parcela específica da sociedade – capaz de substituir a tarifa do transporte público por uma mais cara -, sua ressonância pode abalar o segmento automotivo. “Os apelos emocionais de beleza e rapidez dos automóveis já não atraem o cidadão urbano”, pondera.

Recife: Pioneiro no sistema de compartilhamento de carros elétricos

A partir do exemplo de cidades da China e da Europa, a Secretaria das Cidades do Recife implantou, no final de 2014, o Carro Leve, primeiro sistema de aluguel de carros elétricos do país. A iniciativa compõe o projeto Porto Leve, cujo propósito é estimular o desenvolvimento de soluções para mobilidade.

Similar ao projeto Porto/Bike, outra iniciativa do estado de Pernambuco, o usuário pode ir até uma das cinco estações, retirar o veículo e devolvê-lo, tudo dentro de certo prazo, que gira em torno de uma hora. Os pontos de retirada e devolução são distribuídos predominantemente na região central da capital e conferem praticidade à rotina da população, além de aliviar as emissões de gases poluentes no meio ambiente. Do cadastro ao embarque, o usuário precisa apenas fazer uso do aplicativo do projeto.

Uma alternativa de economia colaborativa no trânsito

Inspirados no conceito de car sharing, popularizado nos Estados Unidos em 2013 durante a crise econômica vivenciada pelo país, três amigos se depararam com uma pergunta: por que não rentabilizar o tempo ocioso dos carros? Consolidado neste princípio, a Fleety surgiu em Curitiba no final de 2014 para viabilizar o aluguel de carros entre usuários privados por meio de uma plataforma online.

Em Curitiba, porém, além de consistir em uma alternativa mais prática aos usuários que não possuem carro e estimular a redução de emissão de gases poluentes pelos automóveis, a proposta revela um caráter colaborativo. As negociações relativas ao valor e a retirada e devolução do veículo são diretas entre motorista e proprietário. Já o processo de locação é feito pelo site ou aplicativo, que categoriza os veículos cadastrados e outros detalhes. “Somos responsáveis pelas questões de segurança na operação. Para o motorista, o Fleety surge como uma oportunidade de ter um carro à mão sem burocracia”, define o Chief Design Officer (CDO) da empresa, Guilherme Nagueva.

A aceitabilidade da ideia na capital paranaense motivou os empreendedores a testarem o sistema também em São Paulo, Florianópolis e Rio de Janeiro, este último onde esperam viabilizar a plataforma durante os Jogos Olímpicos. Conforme explica Nagueva, a escolha das cidades baseou-se na diversidade de porte e comportamento da população e perfil do consumidor de cada município. “A expectativa é abranger todo território nacional nos próximos meses e expandir para América Latina até o fim do ano”, ressalta.

Na contramão do atual momento econômico vivenciado pelo país, os resultados do sistema têm superado expectativas. “Ao final de 2015, contávamos com mais de 18 mil usuários e cerca de 2.500 carros cadastrados. Só no primeiro trimestre deste ano, a taxa de crescimento foi maior que de todo ano de 2015”, compara Nagueva. Ele afirma que este modelo de compartilhamento P2P (peer to peer) ainda é escasso no país, sendo maciçamente representado por empresas internacionais como Uber e Airbnb. “Por outro lado, todos temos o hábito de compartilhar algo entre amigos e família. O que propomos é que essa troca vá além da zona de conforto”, pondera.

Por este raciocínio, o principal desafio da Fleety hoje é convencer as pessoas que car sharing é uma opção inteligente e barata de deslocamento, estimulando a migração daqueles que apreciam a ideia para usuários de fato, processo que esbarra em aspectos culturais. “Apesar disso, a receptividade tem sido muito boa e as pessoas têm conseguido aplicar o sistema na rotina e se encaixar em um modelo de mobilidade inteligente”, conclui.

Fonte: Grupo Excom

Beatriz Souza | Mariana Simino | Cíntia Mazzaro

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Ônibus e acessibilidade: o que é preciso mudar?

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* Por Regina Rocha

Quando a legislação determinou que as empresas deveriam ter cotas de funcionários com necessidades especiais era sabido que eles teriam que se deslocar para seus postos de trabalho. Portanto não só os meios de transporte como as cidades em si deveriam ser acessíveis. Obviamente tendo renda, eles se tornariam consumidores de serviços e produtos, ampliando ainda mais essa necessidade.

No transporte, há mais de uma década o assunto vem sendo tratado com afinco. Muitas dificuldades e barreiras contribuem para uma solução morosa e nem sempre eficiente. Na prática, quando iniciou a obrigatoriedade dessas cotas nas empresas, o setor de fretamento teve inexpressiva demanda por transporte coletivo acessível.

Num primeiro momento tivemos a cadeira de transbordo. Apesar das críticas ao equipamento, devemos tê-lo como o primeiro passo. Depois vieram outros quesitos como assentos preferenciais e especiais, botões para chamada do motorista, iluminação especial, entre outros, partes do conjunto necessário ao deslocamento. Olhados separadamente parecem de diminuta importância, mas sem eles não há qualidade ou segurança no transporte.

O setor de fretamento, por ter conhecimento prévio de sua demanda, pode trabalhar com um percentual e não a totalidade da frota. Obviamente a iniciativa privada não perde demanda: se houverem passageiros para esses veículos, certamente eles serão disponibilizados no mercado.

A Lei Brasileira de Inclusão (LBI) tratou objetivamente do serviço de Transporte por Fretamento (Contínuo e Turístico), estabelecendo que as empresas devem atender aos requisitos das normas técnicas de acessibilidade no processo de renovação de suas frotas a partir de 2020. Não que isso signifique que as empresas somente vão se preocupar com isso daqui quatro anos. Ao contrário, muitas já pensam em adquirir veículos acessíveis, visando atender um mercado potencial.

Até 2020 certamente teremos outras novidades em termos de acessibilidade que permitirão uma evolução dos equipamentos que cumprirão esse papel. As barreiras estão mais no conjunto que compõem o serviço (terminais, as estações, os pontos de parada, o sistema viário) do que nos veículos ou na prestação do serviço para transporte dessas pessoas.

Regina Rocha de Souza Pinto é bacharel em turismo e advogada com especialização em Processo Civil, atua como Diretora Executiva da FRESP – Federação das Empresas de Transportes de Passageiros por Fretamento do Estado de São Paulo e como assessora jurídica do SINFRECAR – Sindicato das Empresas de Transportes de Passageiros por Fretamento de Campinas e Região.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Lívia Haddad

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Alstom apresenta suas soluções em mobilidade urbana durante o Connected Smart Cities no Rio de Janeiro

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07 de junho de 2016 – A Alstom participará do evento Connected Smart Cities que acontece nos dias 08 e 09 de junho no Armazém da Utopia, no Porto Maravilha/RJ. O evento que reunirá representantes de empresas e do governo tem como objetivo encontrar o DNA de inovação e melhorias para tornar as cidades inteligentes e mais conectadas entre si, sejam pequenas ou grandes. Dentre os setores que serão representados pode-se citar: mobilidade, urbanismo, meio ambiente, energia, saúde, segurança e educação.

A Alstom terá um estande na área principal de exibição. No dia 09 de junho, o Diretor de Novos Negócios da empresa na América Latina, Cristiano Saito, participará de um painel de discussão de como fomentar a “inteligência” da mobilidade e apresentará as soluções de mobilidade da Alstom para tornar as cidades inteligentes.

Com mais urbanização, é importante impulsionar e repensar a mobilidade para tornar as cidades mais inteligentes, mais conectadas e ambientalmente amigáveis, e a Alstom é a parceira preferencial para ajudar as cidades a atingir esse objetivo. As soluções da Alstom se associam perfeitamente à infraestrutura de transporte multi-modal de uma cidade. Um dos principais pontos fortes da empresa é a sua capacidade de fornecer soluções urbanas totalmente integradas que combinam a sua experiência global e a sua presença local para fornecer a solução de mobilidade de “melhor ajuste” para cidades em todo o mundo.

A Alstom participou do projeto Porto Maravilha com fornecimento de um sistema integrado de Veículo Leve sobre Trilhos para uma linha de 28 km de extensão, ao consórcio VLT Carioca, que inclui: 32 veículos Citadis, sinalização, sistema de telecomunicação; infraestrutura, alimentação de energia pelo solo, sem necessidade de redes aéreas de catenárias, e depósito dos equipamentos.

Conectando outros modais de transporte, as linhas do VLT auxiliarão consideravelmente a redução do trânsito no centro do Rio de Janeiro. O VLT Carioca foi inaugurado no dia 05 de junho e já está aberto ao público[1]. Outras referências chave da Alstom incluem: os sistemas integrados de metrô do Panamá, Los Teques, Guadalajara, Riade, e os sistemas integrados de VLT de Cuenca, Dubai, Lusail e Sydney.

[1] Um trecho de 7 quilômetros

AGENDA

Local: Armazém da Utopia – Porto Maravilha

Av. Rodrigues Alves, Armazém 6, Rio de Janeiro – RJ
Data:
08 e 09 de junho

Horário: Das 9h às 18h

http://www.connectedsmartcities.com.br/

PALESTRA ALSTOM

Cristiano Saito, Diretor de Novos Negócios da Alstom América Latina

Data: 09/06/2016 (quinta-feira)

Horário: 09h

Sobre a Alstom

Promotora da mobilidade sustentável, a Alstom desenvolve e comercializa sistemas, equipamentos e serviços para o setor ferroviário. A Alstom gerencia a maior gama de soluções do mercado – de trens de alta velocidade a metrôs e VLTs – serviços customizados (manutenção, modernização,…) e soluções de infraestrutura e sinalização. A Alstom é líder mundial em sistemas ferroviários integrados. A empresa registrou vendas de €6.9 bilhões e contabilizou €10.6 bilhões em pedidos no ano fiscal 2015/16. Sediada na França, a Alstom está presente em mais de 60 países e conta com mais de 31,000 funcionários atualmente. 

www.alstom.com

Fonte: Assessoria de Imprensa

Jacqueline Takemasa – Karina Brandford

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Empresas de Londrina adquirem ônibus Marcopolo

 

Empresas renovam suas frotas com modelo Viale BRT

A Marcopolo irá fornecer oito ônibus do modelo Viale BRT para algumas das principais operadoras de Londrina, no Paraná. Os veículos, adquiridos pelas empresas Transportes Coletivos Grande Londrina e Viação Garcia, possuem diferentes configurações e serão utilizados para atender o novo sistema de mobilidade da cidade paranaense.

Segundo Paulo Corso, diretor de operações comerciais e marketing da Marcopolo, estes são os primeiros veículos para o novo sistema de transporte da cidade. “O investimento é um exemplo que deve ser replicado para todos os municípios. O objetivo é proporcionar importantes benefícios e vantagens para os cidadãos, além de melhorar a mobilidade urbana com ônibus modernos e confortáveis. As operadoras optaram pelo modelo Viale BRT, nas versões convencional e articulado, para elevar a qualidade do transporte na cidade”, explica o executivo.

Os ônibus Marcopolo Viale BRT têm desenho moderno e exclusivos conjuntos óticos dianteiro e traseiro em LEDs, que garantem melhor iluminação e reforçam a identidade da marca. Internamente, o veículo inova nos conceitos de ocupação de espaço e de ergonomia. A maior largura interna, associada à configuração das poltronas, proporciona ampla área livre e facilita a circulação dos passageiros, tornando a viagem mais cômoda e confortável.

A Transportes Coletivas Grande Londrina optou por duas unidades do modelo Marcopolo Viale BRT Articulado, com 18.970 mm de comprimento, chassi Mercedes-Benz O500 MA 2836, equipado com três monitores, sistema audiovisual com DVD e CD Player, gravador de imagem e preparação para internet sem fio (Wi-Fi). A empresa também adquiriu três ônibus Viale BRT, com 13.200 mm de comprimento e chassi Mercedes-Benz O500 M 1826, e que possuem dois monitores, DVD, CD Player, gravador de imagem e preparação para internet sem fio (Wi-Fi).

Os três ônibus destinados a Viação Garcia são do modelo Viale BRT, com chassi Volvo B290R 4X2 EURO V. Com 13.200 mm de comprimento, o veículo tem capacidade de transportar 30 passageiros sentados em poltronas do tipo City Confort e conta com dois monitores e preparação para DVD, CD Player, monitoramento e internet sem fio (Wi-Fi).

Crédito das imagens: Douglas de Souza Melo

Fonte: Secco Consultoria de Comunicação

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CCR ViaOeste entrega obra do prolongamento do Contorno de São Roque com três meses de antecedência

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O novo trecho da Raposo Tavares será liberado para o tráfego hoje, 6, trazendo mais conforto, fluidez e segurança para os usuários

A CCR ViaOeste, concessionária que administra o Sistema Castello-Raposo, entrega hoje, 6, o prolongamento do contorno de São Roque, entre o km 58 e o km 60+200 da Rodovia Raposo Tavares (SP 270). A obra foi finalizada cerca de três meses antes do previsto, graças ao empenho da concessionária em entregar mais este benefício para o município.

Com um investimento na ordem de R$ 84,6 milhões (base IGP-M julho/2015), a obra tem a função de evitar que o tráfego de longa distância passe pela região intensamente urbanizada do município de São Roque, garantindo maior fluidez aos munícipes e usuários. O prolongamento do Contorno de São Roque contempla duas faixas de rolamento, sendo uma por sentido (pista simples), com acostamento. Foram implantadas quatro obras de arte especiais que, somadas, tem 425 metros de extensão.

Eduardo Camargo, presidente da CCR ViaOeste, destaca o empenho da concessionária, que permitiu a finalização do Prolongamento do Contorno antes do pactuado em contrato. “Enfrentamos diversos desafios nesta obra, como a presença de solo com baixa capacidade de suporte, muitas rochas, além da grande chuva que atingiu a cidade em meados de março. Mesmo assim, cientes da importância deste novo dispositivo para a comunidade, conseguimos nos adiantar dentro de nosso cronograma e entregar mais este compromisso”, reforça o presidente.

Camargo reforça que, somente nesta obra, foram gerados 300 empregos. Além disso, a concessionária também movimentou uma extensa cadeia de empregos indiretos e fornecedores na execução e operação diária do empreendimento. Para realizar a obra, foi necessário movimentar 385.000 m³. Também foram consumidos 850 toneladas de aço e 9.000 m³  de concreto. O empreendimento gerou R$ 1,9 milhão em ISS para São Roque.

 

Benefícios do Prolongamento do COntorno de são Roque

Com a retirada do tráfego de longa distância das vias locais, a abertura do prolongamento do contorno de São Roque trará inúmeros benefícios tanto aos munícipes como aos demais usuários da rodovia.

Qualidade de vida para os moradores de São Roque:

– Separação do tráfego rodoviário do urbano

– Expectativa de redução dos índices de poluição para a comunidade

– Menor desgaste do pavimento urbano (em função da migração dos veículos pesados para o contorno)

– Redução do tempo de viagem

– Incorporação do trecho do traçado antigo da Raposo Tavares, permitindo a aplicação de equipamentos de trânsito em conformidade com a legislação municipal.

Benefícios para todos:

– Maior segurança e conforto aos usuários da SP-270 provenientes de São Paulo, Cotia, Vargem Grande Paulista, Ibiúna com destino a Sorocaba e vice versa. A obra trará maior fluidez ao tráfego, desviando o fluxo rodoviário do centro da Cidade de São Roque e facilitando o acesso aos demais municípios.

Fonte: Assessoria de Comunicação CCR ViaOeste 
Matheus Clemente
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Charges dão tom divertido ao uso do fretamento

 

Seja para turismo ou para uso contínuo, série revela os benefícios do uso do transporte para aproximar modal do público

Campinas (SP), abril de 2016 – Para sensibilizar os variados públicos da importância do fretamento para a mobilidade urbana, a Federação das Empresas de Transportes de Passageiros por Fretamento do Estado de São Paulo (Fresp) lançou uma série de charges de conscientização sobre os benefícios do modal.

A série, assinada pelo cartunista Rico, contará com 12 charges com histórias divertidas, que retratarão o cotidiano de quem usa o transporte de forma contínua ou para viagens turísticas, mostrando as diferentes faces do fretamento.

A primeira tira da série retrata uma família saindo de férias embarcando num ônibus de fretamento. A criança pergunta aos pais quando começa a diversão e ao entrar no ônibus equipado com TV, DVD, WiFi e frigobar, o pai responde ao filho que a partir dali ele já pode curtir a viagem.

Outras charges apresentam o fretamento como opção de lazer, descanso e fazem um contraponto com outros tipos de transportes.

Para Regina Rocha, diretora executiva da Fresp, essa é mais uma ferramenta que Federação vai disponibilizar para aproximar empresa e passageiros. “A ideia é que as imagens retratem a maneira benéfica de entender o fretamento. As charges vão mostrar de maneira bem humorada que quem usa este transporte pode contar com segurança, pontualidade e diversão, um número grande de possibilidades que contribuem para a saúde, o bem estar do cidadão e a mobilidade urbana”.

 

Sobre a Fresp

A Federação das Empresas de Transportes de Passageiros por Fretamento do Estado (Fresp) é uma entidade sindical de grau superior, constituída com o objetivo de agrupar, representar, coordenar, proteger e estimular o aprimoramento das atividades de transporte de passageiros por fretamento.

Hoje a FRESP é composta por sete sindicatos: SETFRET, SINFRECAR, SINFREPASS, SINFRESAN, SINFRET, SINFREVALLE e TRANSFRETUR espalhados pelo Estado de São Paulo. Os sindicatos juntos congregam mais de 300 empresas de transporte profissional de pessoas por fretamento.

Fonte: MR Comunicação Estratégica

Lívia Haddad – Ivo Mattos

www.mrcomunica.com.br

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Afinal, o que muda com a lei de inclusão?

 

Especialista explica a nova lei que entrou em vigor este ano após 15 anos de tramitação

CURITIBA, 04/05/2016 – A Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência 13.146/15, antes conhecida como Estatuto da Pessoa com deficiência, tramitou no Congresso Nacional por mais de 15 anos, só entrando em vigor agora, em 2016. Essa nova lei garante direitos em áreas como: trabalho, saúde, infraestrutura e educação. A nova regulamentação prevê ainda sansões a atos discriminatórios contra pessoas com deficiência.

Para Ana Regina Caminha Braga, psicopedagoga e especialista em educação especial e em gestão escolar, a nova legislação é um passo importante e reafirma o direito conquistado pelo deficiente perante a sociedade. Além de amparar a quem precisa com oportunidades e benefícios. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de 2010, existem no Brasil 45,6 milhões de pessoas afirmaram ter algum tipo de deficiência, o que representa 23,9% da população. Por isso, a entrada da lei em vigor é tão importante.

“A sociedade brasileira precisa antes de aplicar a lei, olhar os deficientes de um outro modo. Não com o sentimento de pena, de rejeição ou de uma dívida existente pelo histórico ultrapassado. Nós precisamos compreender que independente da deficiência, as pessoas têm suas habilidades e limitações, assim como todo ser humano”, explica.

A psicopedagoga cita alguns exemplos de direitos garantidos pela nova lei para atender a essa parcela da população: oferta de profissionais de apoio escolar em instituições privadas, sem custo para as famílias; a acessibilidade para pessoas com deficiência em 10% da frota de táxis; e o auxílio-inclusão, benefício de renda complementar ao trabalhador com deficiência que ingressar no mercado de trabalho. “Todas essas medidas vão ajudar muito essa parcela da população, que muitas vezes é discriminada e maltratada por csa da sua condição. A nova lei tem como objetivo não só chamar a atenção para o problema, como conscientizar a população de que todos somos iguais e merecemos respeito”, detalha.

Ana Regina lembra também, que a mesma lei prevê punições como detenção de dois a cinco anos para quem impedir ou dificultar o ingresso da pessoa com deficiência em planos privados de saúde e a quem negar emprego, recusar assistência médico-hospitalar ou outros direitos a alguém, em razão de sua deficiência. “A nova lei deve ser aplicada de maneira clara e consciente pelo cidadão, não por ser uma lei em si, mas por uma questão de ética, humanidade e respeito ao outro, aonde quer que ele esteja, ou seja, na família, na escola ou na sociedade”, completa a especialista.

Fonte: Bruna Bozza
P+G Comunicação Integrada

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AZRA investe 40 milhões de dólares canadenses na mobilidade elétrica

Empresa lança Renault Twizy no Canadá e vai implantar 8.000 novos pontos de recarga

Nós próximos 18 meses, a AZRA investirá 40 milhões de dólares para instalar 2.000 novos terminais de recarga elétricos e lançar o Twizy, o primeiro veículo 100% elétrico da Renault no Canadá.

“A AZRA tem a missão de provocar mudanças, focada na diminuição das emissões de gazes de efeito estufa. Temos orgulho de investir na mobilidade elétrica porque este é o caminho para diminuir nossa pegada ecológica”, destacou o presidente e CEO da AZRA, Jean-François Carrière.

“Utilizando transportes movidos a eletricidade, melhoramos nosso meio ambiente e ao mesmo tempo aumentamos nossa prosperidade econômica. Por isso, fico feliz em anunciar hoje os investimentos feitos pela AZRA. O fato de a Renault ter escolhido uma empresa do Quebec para comercializar seu veículo elétrico no Canadá diz muito sobre nossa liderança no assunto”, declarou o ministro dos Transportes, Mobilidade Sustentável e Eletrificação dos Transportes,
Jacques Daoust.

Renault Twizy agora no Canadá

A AZRA aproveitou a oportunidade para lançar o modelo Twizy da Renault em solo canadense. O evento contou com a presença de Guillaume Berthier, diretor comercial de veículos elétricos da Renault.

“O Grupo Renault tem orgulho de escolher uma empresa dinâmica e engajada como a AZRA para comercializar o Twizy no Canadá. O veículo elétrico e, principalmente o Twizy, permite que a Renault acelere seu desenvolvimento internacional, contribuindo com o desenvolvimento de novas formas de vender carros, como esta proposta combinada da AZRA, cujo modelo de negócio está focado principalmente no ambiente digital”, destacou Guillaume Berthier.

Concebido pela equipe da Renault Sport, o pequeno veículo urbano 100% elétrico é equipado com um cabo de recarga do tipo 1 e refletores laterais. Homologado desde 1º de março de 2016 pelo Ministério dos Transportes do Canadá, sua velocidade é limitada a 40 km/h, para satisfazer a regulamentação da categoria dos veículos de baixa velocidade.

O Twizy estará disponível para locação por um custo mensal de 99 dólares canadenses, incluindo os custos de licenciamento e seguro. A empresa Uni-Select foi escolhida para a manutenção e gestão da frota de veículos.

8.000 novos pontos de recarga

Para contribuir para a expansão da rede e a acessibilidade dos postos de recarga para os usuários canadenses, a AZRA vai instalar 2.000 terminais de recarga nos próximos 18 meses. Totalmente feitos de alumínio, os terminais terão carregadores com potência de 7 a 50 kW, podendo atender até quatro usuários, totalizando 8.000 novos pontos de recarga. Eles serão instalados gratuitamente em locais privados, graças a parcerias firmadas com proprietários de edifícios comerciais, shopping centers e outros.

A parceria AZRA-Renault permitirá que os usuários canadenses possam contar com uma rede elétrica abrangente e eficaz.

Informações adicionais:

AZRA: A AZRA é uma empresa que tem a missão de contribuir para a diminuição das emissões de gazes de efeito estufa, facilitando o acesso a uma energia mais limpa e acelerando a transição dos veículos movidos a combustíveis fósseis para a mobilidade elétrica.

Grupo Renault: Montadora de automóveis desde 1898, o Grupo Renault é um grupo internacional que vendeu mais de 2,8 milhões de veículos em 125 países em 2015, com mais de 117.000 colaboradores e 36 plantas industriais. Para responder aos grandes desafios tecnológicos do futuro e manter sua estratégia de crescimento rentável, o Grupo se baseia em um desenvolvimento internacional, a complementariedade de suas três marcas (Renault, Dacia e Renault Samsung Motors), o veículo elétrico, sua aliança com a Nissan, assim como parcerias com a AVTOVAZ e a Daimler.

Luc Poirier: Sócio da AZRA, Luc Poirier é presidente da Investissements Poirier. Luc Poirier tem um importante portfolio de investimentos distribuídos em diferentes setores da atividade, atuando tanto como construtor, promotor e incorporador de projetos de grande porte. Atualmente ele está empenhado na construção da torre RUBIC de 10 andares no Bulevar René-Lévesque, em Montreal, através de uma técnica revolucionária (Upbrella) que é considerada novidade em âmbito mundial.

Uni-Select: A Uni-Select é líder de mercado na distribuição de pinturas automotivas e industriais e acessórios relacionados, além de líder canadense do setor de distribuição no mercado automotivo de reposição.

Fonte: Renault do Brasil – Sala de Imprensa

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