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Honda apresenta mais uma versão para o scooter PCX 150

 

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Sinônimo de economia e praticidade, nova versão SPORT traz design diferenciado e terá palco de estreia durante o Salão das Duas Rodas

Líder absoluta no segmento de scooters no Brasil, a Honda consolida ainda mais a presença nesse mercado e apresenta mais uma versão para a PCX 150 2018, buscando atender aos anseios do consumidor que expressem por o estilo de vida sob um scooter. Trata-se da versão SPORT, em uma combinação de cores em cinza fosco e linhas que mesclam o vermelho e o branco pelas carenagens.

Pesquisas realizadas com consumidores da scooter apontaram um perfil semelhante ao do comprador de motocicletas de alta cilindrada e indicaram como caminho o movimento de personalização que se tornou tendência no mercado brasileiro. Com a nova combinação de cores, a PCX Sport agrega esportividade e exclusividade a uma motocicleta já reconhecida por características como praticidade e economia.

A versão Sport permanece com os atributos mecânicos e ciclísticos que colocaram a PCX na liderança do segmento. Entre eles está o exclusivo sistema ?Idling Stop System?, que interrompe o funcionamento do motor em paradas, como em um semáforo, e proporciona economia de combustível e redução de emissão de poluentes. Com cilindrada de 152,9 cm³, o motor de quatro tempos é do tipo OHC (Over Head Camshaft), arrefecido a líquido, com potência de 13,6 cv a 8.500 rpm e torque máximo de 1,41 kgf.m a 5.250 rpm. Já o sistema de alimentação é por injeção eletrônica de combustível PGM-FI (Programmed Fuel Injection).

 

Os freios contam com o sistema CBS (Combined Brake System), capaz de distribuir parte da força aplicada ao freio traseiro para o dianteiro, garantindo mais segurança e eficiência, principalmente em situações de emergência. A PCX dispõe de um compartimento abaixo do assento com capacidade para acomodação de um capacete e outros pertences. Na carenagem frontal, há ainda um porta objetos para que itens menores, como carteira e celular, possam ser acondicionados, além de tomada 12V.

 

Disponível em toda a rede de concessionárias Honda a partir de Dezembro, a PCX Sport 2018 tem preço público sugerido de R$ 11.000,00, com base no Estado de São Paulo, sem despesas com frete e seguro. A garantia é de 3 anos de garantia, sem limite de quilometragem mais 7 trocas de óleo gratuitas.

 

MODELO CORES PREÇO R$
PCX 150 STD Prata Fosco e Azul Metálico R$ 10.500,00
PCX 150 DLX Marrom Perolizado R$ 11.000,00
PCX 150 SPORT Cinza Fosco R$ 11.000,00

 

 

 

OUTRAS OPÇÕES DE IMAGEM, CLIQUE AQUI

Sobre a Honda no Brasil: Em 1971, a Honda iniciava no Brasil as vendas de suas primeiras motocicletas importadas. Cinco anos depois, era inaugurada a fábrica da Moto Honda da Amazônia, em Manaus, de onde saiu a primeira CG, até hoje o veículo mais vendido do Brasil. De lá para cá, a unidade produziu mais de 22 milhões de motos, além de quadriciclos e de motores estacionários que formam a linha de Produtos de Força da Honda no País, também composta por motobombas, roçadeiras, geradores, entre outros produtos. Para facilitar o acesso aos produtos da marca, em 1981 nasceu o Consórcio Honda, hoje a maior administradora de consórcios do mercado nacional, que faz parte da estrutura da Honda Serviços Financeiros, também composta pela Seguros Honda e o Banco Honda. Dando continuidade à trajetória de crescimento, em 1992 chegavam ao Brasil os primeiros automóveis Honda importados. Em 1997, a Honda Automóveis do Brasil iniciava a produção do Civic, em Sumaré (SP), de onde já saíram mais de 1,5 milhão de veículos. Durante esses anos a empresa também inaugurou Centros Educacionais de Trânsito, de Treinamento Técnico, de Distribuição de Peças e de Pesquisa & Desenvolvimento. Estruturou uma rede de concessionárias hoje composta por aproximadamente 1500 endereços. Em 2014, em uma iniciativa inédita no segmento, a Honda inaugurou seu primeiro parque eólico do mundo, na cidade de Xangri-Lá (RS). O empreendimento supre toda a demanda de energia elétrica da fábrica de Sumaré, reduzindo os impactos ambientais das operações da empresa. Em 2015, a Honda Aircraft Company anunciou a expansão das vendas do HondaJet, o jato executivo mais avançado do mundo, para o Brasil. E a segunda planta de automóveis da marca foi construída na cidade de Itirapina (SP) porque muito mais está por vir. Saiba mais em www.honda.com.brwww.facebook.com/HondaBR

Honda

Assessoria de imprensa

 

Marcello Ghigonetto
Fabio Bonatto

 

Alfredo Guedes

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Montadoras apresentam lançamentos para a imprensa no Salão Duas Rodas

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Maior evento da América Latina no segmento abriu suas portas para os jornalistas nesta segunda-feira. A partir de hoje o público poderá ir ao São Paulo Expo e acompanhar de perto todas as novidades do setor

As maiores novidades e apostas do mundo das motocicletas foram apresentadas nesta segunda-feira (13) no Salão Duas Rodas, maior evento do setor da América Latina. Mais de 500 jornalistas de todo o Brasil acompanharam em primeira mão os lançamentos das marcas Indian, BMW, Ducati, Harley-Davidson, Triumph, Yamaha, Honda e Royal Enfield. As montadoras Vespa, Suzuki, Kawasaki, KTM, Kymco e Haojue não participaram das atividades desta segunda-feira, mas apresentarão suas novidades ao público nos próximos dias. 

“As marcas trabalham para encantar o público que vier ao Salão Duas Rodas. O evento acontece em um momento estratégico de retomada do mercado e aqui o visitante encontrará grandes lançamentos e novidades no setor”, afirma Leandro Lara, diretor do evento.

Para Fernando Fisher, presidente da Reed Exhibitions Alcantara Machado, realizadora do Salão Duas Rodas, “organizar o Salão Duas Rodas é um privilégio. É um orgulho também em fazer o melhor para o público, clientes e parceiros”.

Montadoras mostram novidades

A Honda, montadora que tem a maior fatia de vendas do mercado, apresentará 77 destaques no Salão Duas Rodas, com destaque para os produtos conceito. A empresa tem também um estande que conta com espaço kids e mostrará toda sua área sustentável, além do test ride. 

Já a BMW trouxe ao Salão Duas Rodas como maior novidade a superesportiva de competição BMW HP4 RACE, cuja produção é limitada em apenas 750 unidades, sendo cinco delas destinadas ao Brasil.  A HP4 RACE A linha K, por sua vez, acaba de ganhar duas novas integrantes com vendas confirmadas para o Brasil no início de 2018: a renovada BMW K 1600 GTL e a inédita K 1600 Bagger.

No Brasil desde abril desse ano, a Royal Enfield participa do Salão Duas Rodas pela primeira vez e aproveitou a ocasião para mostrar sua nova série Redditech, da linha Classic 500.

A montadora Triumph expõe 24 motocicletas dos segmentos Classic, Adventure e Roadster, com destaque para a novíssima Tiger 800, lançada em Milão na semana passada e que no Brasil chegará em três modelos. Outra novidade é a nova Bonneville T100 Black equipada com motor 900cc, inspirada nos modelos lendários de 1959.

O maior e mais importante lançamento da Yamaha Brasil para 2017 é a Yamaha Fazer 250 ABS, do segmento das motos naked na faixa de 250 cc. Máquinas como a MT-03, MT-07, MT-09 e MT-09 Tracer, e também as R3 e XTZ 1200 SuperTénéré estarão disponíveis para serem testadas pelo público no espaço Duas Rodas Experience, localizado na área externa do pavilhão. Quem visitar o stand da marca poderá fazer uma simulação de pilotagem no Yamaha Motion Sphere.

A Harley Davidson trouxe para esta edição do Salão Duas Rodas novos modelos Touring 2018: a Road Glide® chega ao Brasil nas versões Road Glide® Special, Road Glide® Ultra e CVO™ Road Glide®. Novas edições CVO™ (Custom Vehicle Operations) equipadas com sistemas de infotainment top de linha, tecnologia avançada de comunicação integrada e módulo de interface de headset sem fio.

Com dois anos no mercado brasileiro, a Indian se mantem estável no Brasil e deve fechar 2017 com 400 unidades emplacadas, mesmo número de 2016. Para o evento, a Indian anunciou a New Scout Bobber, no autêntico estilo Bobber, disponível a partir de dezembro com acessórios originais.

Em 2017 a Ducati comemora cinco anos de Brasil e, para comemorar a data, está sendo lançada uma campanha nacional: 05 ANOS NO BRASIL. Durante o Salão Duas Rodas 2017 os visitantes apaixonados por Ducati que estiverem no Doc Village (área exclusiva para ducatistas) serão convidados a contar suas experiências. As melhores histórias serão selecionadas e publicadas no site da campanha.

Prêmio ABRACICLO de Jornalismo – A ABRACICLO (Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares) divulgou nessa tarde os vencedores da 7ª edição do Prêmio ABRACICLO de Jornalismo. Foram 18 finalistas, divididos em cinco categorias: Bicicleta; Moto – Digital; Moto – Impresso; Moto – Som & Imagem e PIM). Todos os resultados podem ser encontrados no site http://www.premioabraciclojornalismo.com.br/site .

Público poderá ver de perto as novidades a partir de hoje

Com atrações inéditas, espaço novo e muita interação, os apaixonados por motos e pelo universo duas rodas poderão conferir diversas atrações em mais de 4 mil horas de experiências. Nos seis dias de evento a expectativa é de receber 260 mil apaixonados por motos que poderão conferir 500 modelos de motos e 400 marcas nacionais e internacionais presentes.

Entre as principais novidades está a ampliação do espaço dos test rides que contará com 10 mil metros quadrados, o dobro da edição de 2015, com estrutura para receber mais de 10 mil testes.

O teste Duas Rodas Experience é uma parceria do Salão com a revista Duas Rodas com foco nos modelos alta cilindradas e que será um test ride premium. A Petrobras Podium é o combustível oficial desse teste. O projeto tem curadoria do motociclista Leandro Mello, embaixador do Salão Duas Rodas e a confirmação das marcas Honda, Royal Enfield, Yamaha e Kawasaki com super motos.

O espaço terá uma pista de 600 metros. Os fãs poderão sentir a adrenalina de uma rápida arrancada, teste de frenagem, pilotagem, agilidade e até ergonomia dos modelos. Este teste ride é exclusivo para convidados e para os compradores do Box Super Fã. O terceiro é o test ride Mobilidade Urbana, onde as marcas apresentarão ao público seus modelos de scooters e motos de baixa cilindrada, com a Petrobras GRID como combustível oficial.

A Honda terá mais de 3 mil metros de pista exclusiva onde todos que estiverem no Salão poderão andar nos diversos modelos da marca durante todos os dias, gratuitamente. As pistas estarão separadas por alta cilindrada, scooters e baixa cilindrada. Essa última terá como foco o teste inédito no Brasil, Combined Break System (CBS), sistema de frenagem aplicado em motocicletas onde os freios dianteiros e traseiros são ativados juntos a partir de um único acionamento.

Confira abaixo as atrações do evento:

Arena Lifestyle

Uma das grandes apostas para o público vivenciar o estilo do universo das motos é a Arena Lifestyle, que será montada pela primeira vez e contará com uma programação intensa todos os dias. Em um ambiente totalmente interativo e com a presença de ícones do motociclismo para talk shows o espaço abordará tudo que o universo das motocicletas possui. Na Arena, o visitante encontrará apresentações, celebridades, histórias, dicas, tendências e inovações com muito estilo. O ator Caio Castro, um apaixonado convicto por motos, dono de seis máquinas, é uma das atrações confirmadas do espaço, junto com Carlinhos Romagnolli e pilotos da Arena Cross. Eles falarão sobre competição e aventuras.

Wall of Challenge

Pela primeira vez no Brasil o público terá a oportunidade de assistir ao show do Wall of Challenge, onde pilotos altamente treinados da equipe Wall Riders Brasil farão quatro apresentações diárias. Sucesso há mais de 100 anos ao redor do mundo, o show tem como estrelas Leonardo Nacarado, um dos maiores especialistas do mundo em Globo da Morte, outra famosa atração das motocicletas e os experientes pilotos Thiago Araújo e Matheus Ribeiro.

Arena Customização

Outra grande novidade da edição é a Arena Customização, espaço de 500m² que reunirá as oficinas Recar Motos, Shibuya, Bendita Macchina que apresentarão aproximadamente 30 motos customizadas. Além disso, de forma inédita, o público conhecerá As Motos do Salão Duas Rodas, máquinas customizadas e exclusivas do evento. O estúdio Tatoo You estará pela primeira vez no evento, com seus profissionais equipados de criatividade e talento para proporcionar uma experiência única aos visitantes do Salão Duas Rodas.

O evento ainda espera receber entre 6 e 10 encontros de motoclicistas organizados em parcerias com as marcas. Os encontros contarão com o apoio e escolta dos batedores do 2º batalhão da polícia do exército. O evento ainda contará com a apresentação de show da banda do 2º Batalhão da Polícia do Exército com um line-up de rock e músicas do universo Duas Rodas.

Outra atração será a presença do bicampeão brasileiro de FMX, Fred Kyrillos, que comandará uma performance freestyle de motocross com oferecimento da Ipiranga Lubrificantes. Os fãs de wheeling poderão ver de perto também cinco apresentações da equipe Força e Ação, já tradicional dentro do Salão.

São Paulo Expo

O novo local de realização do Salão Duas Rodas é o São Paulo Expo, um dos pavilhões mais modernos do mundo e que apresenta em seus 100 mil m² de área total, sendo 90 mil m2 de área de exposição e 10 mil m2 de espaço para congressos e convenções. O complexo conta com 32 salas modulares (2º piso) onde todas as principais marcas e modelos poderão apresentar suas novidades. Além disso, o local possibilita a criação de pistas de test rides em proporções inéditas: 10 mil m² externos dedicados à atividade, além de 4.500 vagas cobertas para estacionamento e ambiente climatizado.

O local oferece um bicicletário gratuito e um bolsão para 300 motos, também gratuito. Existe ainda um bicicletário com espaço para 431 bikes e uma capaceteria. Os visitantes contarão com sete lanchonetes na praça de alimentação, 6 lanchonetes espalhados pelo espaço, um restaurante no mezanino e 8 Food Trucks na área externa; além de 3 opções de Food Bike.

Transporte gratuito saindo das estações de metrô Jabaquara e Santos-Imigrante

O Salão Duas Rodas disponibiliza transporte gratuito saindo das estações de metrô Jabaquara e Santos-Imigrantes. De terça-feira a sábado, o serviço funcionará das 13h às 23h. Já no domingo, dia 19, será de 10h às 20h. A previsão de saída dos ônibus é a cada trinta minutos. Na estação Jabaquara haverá também transporte para portadores de necessidades especiais.

Programação da Arena Lifestyle

A programação da Arena Lifestyle está disponível no link – http://www.salaoduasrodas.com.br/Experiencias/Arena-Life-Style/

Salão Duas Rodas 2017:

De 14 a 19 de novembro (terça-feira a sábado): 14h às 22h, com entrada até às 21h.

Dia 19 de novembro (domingo): 11h às 19h, com entrada até às 17h.

São Paulo Expo Exhibition & Convention Center (Rodovia dos Imigrantes, KM 1,5 – São Paulo/SP).

Informações à imprensa:

MktMix Assessoria de Comunicação

Virgínia Ribeiro – Vinícius Cabral – Luis Dolci

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Honda apresenta linha Biz 2018: mais modernas e seguras

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Case de sucesso, os modelos Honda Biz 110i e 125i 2018 chegam mais tecnológicas e modernas, sem perder a essência que as tornou unanimidade entre os consumidores.

 

Economia, estilo, praticidade e facilidade de uso. Estes são os quatro pilares nos quais se apoia o sucesso da Honda Biz. Lançada em 1998, o modelo imediatamente conquistou uma ampla parcela de brasileiros, motociclistas que não precisaram de muitas explicações para entender a incomparável superioridade da Biz em qualquer um dos quatro quesitos acima.

 

Para as versões 2018 da Biz 110i e 125i a Honda apresenta mais ampla renovação aplicada à tais modelos desde que chegaram ao mercado, contemplando-as com importantes modernizações técnicas e estéticas que visam exaltar suas características de sucesso e adequá-las às necessidades atuais.

 

Tanto a Biz 110i como a 125i compartilham mudanças no design que as tornou ainda mais atraentes, como o novo grupo ótico frontal, painel inédito e laterais e rabeta com novo desenho, além de novas opções de cores de assento e partes internas.No aspecto da praticidade os destaques são a ampliação do espaço sob o assento, novo sistema de abertura do banco, um inédito gancho retrátil para transporte de bolsas, sacolas ou mochilas na face posterior do escudo e tomada de força 12V.

 

No aspecto técnico as Biz em versão 2018 mantém os modernos motores de 110 e 125cc alimentados por injeção eletrônica PGM-FI e incorporam o sistema de freios combinado CBS(Combined Brake System) em ambas versões, proporcionando mais segurança eficiência nas frenagens.    

 

Design: beleza em versão prática

Herdeira direta das famosas Super CUB Honda, que em 2018 completam 60 anos de produção contínua e nada menos do que 100 milhões de unidades vendidas, no Brasil, a Honda Biz sucedeu a C 100 Dream, primeira CUB made in Manaus e responsável pela popularização deste segmento no Brasil.

 

Visando o desenvolvimento de um modelo tão importante e tradicional como a C 100 Dream, a equipe de técnicos da HRB – Honda Research Brazil, divisão de pesquisa da empresa no Brasil ? conseguiu emplacar uma inovação que transformou o espaço de carga da CUB nacional: a “mágica: consistiu em dotar a novidade de um amplo espaço sob o banco, capaz de abrigar um capacete e o que mais for necessário.

 

Para tal, substitui-se a roda traseira de 17 polegadas tradicionais às CUB por outra, menor, de 14 polegadas. Com isso foi criado o espaço para o porta-objetos sem que a dinâmica superior característica das CUB fosse alterada, mantendo também aspectos relevantes como robustez e capacidade de enfrentar terrenos ruins com total competência e segurança.

 

À reboque desta alteração técnica as Biz trouxeram um design marcante, fluido, com formas modernas que imediatamente conquistaram os consumidores, que enxergaram na novidade a somatória das características de economia, facilidade de uso e robustez da clássica C 100 Dream à um design inédito, harmonioso e indiscutivelmente mais moderno.

 

Os modelos da Biz para 2018 preservam totalmente tais características de sucesso acrescidas de uma evolução estética pontual, que sabiamente não descaracterizou os modelos, mas apenas proporcionou-lhes a atualização do estilo consagrado. As Biz de hoje e de ontem são genuínas representantes do que há de melhor e mais elaborado em termos de design.

 

Praticidade: cabe tudo e um pouco mais.

Não há dúvida que dois aspectos estão na raiz do sucesso das Biz: a facilidade de pilotagem e o utilíssimo compartimento sob o assento.Nas versões 2018 o espaço de carga recebeu uma ampliação de 10 centímetros na largura ou assim como uma reconfiguração interna que faz com que seja possível transportar documentos de tamanho A4 em suas laterais. Outra novidade fica pela alteração no sistema de abertura do banco, agora centralizado na chave de ignição: basta pressionar a chave e girá-la no sentido horário para ter acesso ao compartimento.

 

Aliado deste aperfeiçoamento é a tomada de força 12V, cujo posicionamento foi estudado para não interferir na operação de carga e descarga do espaço sob o assento e é capaz de alimentar de smartphones a tablets.À tais itens de inegável praticidade se alia o novo gancho na face posterior do escudo frontal, cujo desenho permite travamento que impede que sacolas, mochilas ou bolsas transportadas se soltem em um eventual movimento ocasionado por irregularidade do terreno. Além disso, quando não em uso, o gancho é retrátil e assim não se projeta da face do escudo, impedindo eventuais choques com os joelhos do condutor.

 

Outro item de importância prática ? mas também de grande valor técnico e estético ? é o novo painel. Totalmente em LCD e usando a tecnologia blackout, com fundo escurecido que melhora a visualização das informações, é dotado de uma ECO-LAMP, luz alerta que avisa o condutor quando o estilo de pilotagem é o que melhor contribui para a economia de combustível.

 

Técnica: motores resistentes, econômicos e a segurança do CBS

Os consagrados motores que já equipavam a Biz 110i como o da 125i foram mantidos preservando totalmente as características de desempenho, economia e robustez que lhes valeram a admiração da totalidade dos consumidores.

 

Tais motores, robustos monocilíndros arrefecidos a ar e dotados de injeção eletrônica PGM-FI que permite o uso tanto de gasolina como de etanol, se destacam pela praticidade do câmbio semiautomático de 4 velocidades, item altamente conveniente para tornar a pilotagem mais fácil, tranquila e segura.

 

À partir das versões 2018 tanto a Biz 110i como a 125i contarão exclusivamente com sistema de partida elétrica e recebem o consagrado sistema de frenagem CBS ? Combined Brake System ? no qual o pedal do freio atua em proporções diferentes tanto na roda traseira como também na dianteira, permanecendo a alavanca no punho da direita exclusiva do freio dianteiro. A Biz 110i está equipada com o sistema CBS atuando com sistema de freio tambor-tambor enquanto a mais potente Biz 125i se vale do CBS em configuração de freio disco dianteiro/tambor traseiro.

 

Disponíveis na rede de concessionárias à partir de 18 de novembro nas cores Vermelho e Branco para a Biz 110i e em versões Branco perolizado, preto Perolizado, Vermelho perolizado e a inédita Laranja perolizado para a Biz 125i, o preço público sugerido para a Biz 110i é de R$ 7.590,00 e deR$ 9.390,00 para a Biz 125i, base Estado de São Paulo, não inclusas as despesas com frete e seguro. A garantia é de três anos, sem limite de quilometragem mais sete trocas de óleo gratuitas.

Sobre a Honda no Brasil: Em 1971, a Honda iniciava no Brasil as vendas de suas primeiras motocicletas importadas. Cinco anos depois, era inaugurada a fábrica da Moto Honda da Amazônia, em Manaus, de onde saiu a primeira CG, até hoje o veículo mais vendido do Brasil. De lá para cá, a unidade produziu mais de 22 milhões de motos, além de quadriciclos e de motores estacionários que formam a linha de Produtos de Força da Honda no País, também composta por motobombas, roçadeiras, geradores, entre outros produtos. Para facilitar o acesso aos produtos da marca, em 1981 nasceu o Consórcio Honda, hoje a maior administradora de consórcios do mercado nacional, que faz parte da estrutura da Honda Serviços Financeiros, também composta pela Seguros Honda e o Banco Honda. Dando continuidade à trajetória de crescimento, em 1992 chegavam ao Brasil os primeiros automóveis Honda importados. Em 1997, a Honda Automóveis do Brasil iniciava a produção do Civic, em Sumaré (SP), de onde já saíram mais de 1,5 milhão de veículos. Durante esses anos a empresa também inaugurou Centros Educacionais de Trânsito, de Treinamento Técnico, de Distribuição de Peças e de Pesquisa & Desenvolvimento. Estruturou uma rede de concessionárias hoje composta por aproximadamente 1500 endereços. Em 2014, em uma iniciativa inédita no segmento, a Honda inaugurou seu primeiro parque eólico do mundo, na cidade de Xangri-Lá (RS). O empreendimento supre toda a demanda de energia elétrica da fábrica de Sumaré, reduzindo os impactos ambientais das operações da empresa. Em 2015, a Honda Aircraft Company anunciou a expansão das vendas do HondaJet, o jato executivo mais avançado do mundo, para o Brasil. E a segunda planta de automóveis da marca foi construída na cidade de Itirapina (SP) porque muito mais está por vir. Saiba mais em www.honda.com.brwww.facebook.com/HondaBR

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Artemisia apresenta nova turma de negócios selecionados pela Aceleradora

aceleradores

– Inovadores e com soluções que geram impacto social, os negócios selecionados para o programa Aceleradora são dos setores de Educação, Saúde, Serviços Financeiros e Infraestrutura/Conectividade. Os 12 negócios que integram a turma 2016 são dos Estados de São Paulo, Alagoas, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco e Distrito Federal.

– Nos últimos cinco anos, 79 negócios foram acelerados pela Artemisia; desses, 52% receberam investimentos, que somam mais de R$ 52 milhões. Esses negócios impactaram a vida de mais de 25 milhões de pessoas; 92% dos negócios que passaram pela Aceleradora permanecem ativos – comprovando a expertise da organização não apenas em atender as reais necessidades dos empreendedores, como em reconhecer as oportunidades de negócios que geram alto impacto na população de baixa renda.

São Paulo, 11 de julho de 2016 – A Artemisia, pioneira na disseminação e fomento de negócios de impacto social no Brasil, anuncia os 12 negócios que integram o programa Aceleradora – iniciativa que seleciona empreendedores que oferecem, de forma intencional, soluções escaláveis para problemas sociais da população de baixa renda. Na área da Educação, os negócios selecionados foram Erê Lab, MeuTutor, Concretta e Imaginie. Em Saúde, Sangue Bom, Dr. Agora, Nutrisoft, Cycor e Epitrack; em Serviços Financeiros, Jeitto e Tá Pago; e, em Infraestrutura/Conectividade, WayFi. Nos próximos seis meses, os empreendedores participarão de um intenso processo de aceleração para o refinamento do modelo de negócio e impacto social de suas soluções.

Entre os selecionados, a média de idade é de 36 anos; na análise da trajetória profissional, a maioria possui relevante experiência no setor que está empreendendo. Segundo Renan Costa Rego, gerente de Aceleração da Artemisia, além de larga experiência, 65% dos empreendedores possuem pós-graduação, sendo que 8% são PhD. “Formamos um grupo consistente, com abrangência nacional, negócios inovadores e bem estruturados. São empreendedores de impacto social engajados e com genuíno interesse em gerar impacto positivo nos respectivos setores de atuação”, afirma o executivo, acrescentando que a edição 2016 contabiliza a análise de 1.285 negócios. O número de empresas analisadas é bastante significativo e mostra a expertise da equipe da Artemisia, organização reconhecida pelo rigor no processo de seleção.

Nos últimos cinco anos, 79 negócios foram acelerados pela organização; desses, 52% receberam investimentos, que no total, somam mais de R$ 52 milhões. Esses negócios impactaram a vida de mais de 25 milhões de pessoas; 92% dos negócios que passaram pela Aceleradora permanecem ativos – comprovando a expertise da Artemisia não apenas em atender as reais necessidades dos empreendedores, como em reconhecer as oportunidades de negócios que geram alto impacto na população de baixa renda. Em 11 anos de atuação, a organização ajuda os empreendedores de impacto a vencerem os principais desafios para que ultrapassem as barreiras iniciais, a fim de alcançarem resultados econômicos e sociais em larga escala.

O programa

O programa intensivo da Aceleradora desafia os empreendedores a testar novos modelos de negócio – operacionais e de receita – e a refinar o impacto social da solução em um ambiente de cocriação e colaboração; um processo que envolve outros empreendedores, mentores e investidores. Com seis meses de duração, o processo tem por objetivo acelerar o crescimento do negócio em um curto período de tempo, além de potencializar o impacto social da solução e preparar e conectar o empreendedor com potenciais investidores.

Em 2016, entre os critérios que nortearam a seleção da Aceleradora estão o impacto social – negócios com produtos e serviços desenhados para melhorar a qualidade de vida da população de baixa renda; empreendedores qualificados com intenção genuína de mudar o Brasil para melhor; potencial de escala (modelos lucrativos com soluções escaláveis); e estágio de maturidade (negócios com, no mínimo, protótipo/produto em fase de testes no mercado até empresas com produtos lançados e em expansão). Na prática, os 12 selecionados são negócios de impacto social consistentes, inovadores e que buscam rápido crescimento.

A edição deste ano contará, ao longo de seis meses, com três encontros presenciais, que abordarão temas com base nos principais desafios dos empreendedores, criados a partir de uma demanda identificada pela equipe da Aceleradora. Além dos encontros, o processo de aceleração da Artemisia contará com dois eventos setoriais, com foco em Saúde e Educação – setores que respondem por mais de 70% do portfólio de acelerados da Artemisia, além de serem os principais setores com investimento público-privado no país, nos quais estão os principais gargalos de problemas sociais. Ocorrerão também as sessões Artemisia Talks – conversas em grupo com especialistas de mercado a fim de tratar demandas específicas comuns aos negócios acelerados, abordando as temáticas Impacto Social, Jurídico, Governança Corporativa, Recursos Humanos e Comunicação.

Entre os benefícios de participar do programa, destaque para conexões e networking; formatação do modelo de negócio, refinamento do impacto social; mentorias e acompanhamento personalizado – ou seja, profissionais da Aceleradora são responsáveis por acompanhar de perto todo o processo de aceleração do negócio, garantindo que as demandas específicas do negócio sejam atendidas; além de exposição nos canais da Artemisia.

A expertise da organização de 11 anos trabalhando no campo de negócios de impacto social – e formando uma rede robusta de contatos na área –, além do profundo conhecimento nos setores que atua (saúde, educação, serviços financeiros e habitação) são pontos fortes do programa que é desenvolvido a partir do real conhecimento das necessidades dos empreendedores e da população de baixa renda.

Segundo Maure Pessanha, diretora-executiva da Artemisia, a organização selecionou empreendedores focados no negócio e com intenção genuína de mudar o Brasil. “Sabemos que é essencial muita dedicação e resiliência para enfrentar os desafios iniciais, fazer o negócio crescer e gerar alto impacto. Por isso, trabalhamos no amadurecimento dos negócios para que ultrapassem as barreiras iniciais e alcancem resultados econômicos e sociais em larga escala. Alinhado a isso, realizamos conexões com os principais players de investimento de impacto do Brasil e apoiamos em sua preparação para receber investimento”, afirma a executiva, acrescentando que a turma 2016 é extremamente promissora.

NEGÓCIOS SELECIONADOS

ERÊ LAB (São Paulo, SP) www.erelab.com.br

Educação/Primeira infância

Negócio que desenvolve mobiliários urbanos lúdicos que potencializam o desenvolvimento cognitivo e psicomotor de crianças na primeira infância, o Erê Lab foi fundado em 2014 por Roni Hirsch, artista e cenógrafo, e Helo Paoli, formada em Artes Plásticas e com experiência em produção executiva ligada à arte e cultura. A empresa cria, produz e instala objetos de pequeno, médio e grande portes, que exploram temas como de brasilidade, para serem instalados em praças, parques e espaços ociosos das cidades – para fortalecer o senso de cidadania, o respeito ao espaço público e estimular as interações entre pais e filhos nesses ambientes. Desde 2015, a empresa desenvolveu 55 projetos públicos e particulares.

Segundo Hirsch, desde a década de 1970 não existe uma política de mobiliário urbano no Brasil; hoje, há um sucateamento dos playgrounds existentes que levam a criança a ficar dentro das casas ou de condomínios.  “Queremos criar condições para termos as crianças brincando na rua. Acreditamos que as crianças que vivem em comunidades também precisam brincar em espaços saudáveis, com design acessível e com conteúdo, fortalecendo a autoestima da população e o sentimento de pertencimento em relação à região onde vive”, afirma.

A empresa atua com matéria-prima sustentável – madeira certificada, ferro, materiais reciclados industrialmente e tintas à base de água – que resultam em playgrounds inovadores, de excelente qualidade para espaços de convívio e interação entre crianças e adultos.  O impacto social da solução está atrelado ao estímulo que envolve o brincar de crianças com os pais – trabalhando o desenvolvimento cognitivo e psicomotor na primeira infância – fase que influencia o raciocínio, habilidades e comportamentos futuros. Estimular o desenvolvimento neste período tem o poder de mudar a vida de uma pessoa, resultando em aumento da capacidade de aprendizagem e possibilitando melhores oportunidades profissionais futuras.

MEUTUTOR (Maceió, AL) meututor.com.br

Educação

O mercado potencial do negócio chega a 20,7 milhões de alunos da escola pública matriculados do Ensino Fundamental II – que movimenta R$ 20,6 bilhões anualmente; 46% do valor movimentado pelo setor no país – e 13,2 milhões de estudantes no Ensino Médio. Segundo Endhe Elias, o negócio nasceu dentro da Universidade de Alagoas e visa aumentar o engajamento dos alunos em um cenário de níveis baixos de aprendizado de Língua Portuguesa e Matemática. “Um projeto piloto realizado em São Miguel dos Campos, em Alagoas, envolveu 800 alunos de nove escolas e 22 professores ao longo de três meses. O índice de engajamento foi de 60% com a plataforma”, afirma.

CONCRETTA (Brasília, DF) escolaconcretta.com.br

Educação/Empregabilidade

Rede de franquias com 31 escolas profissionalizantes no setor da construção civil, a Concretta foi fundada em 2012 por Miguel Pierre, Sidney Bezerra e Isabelle Nepomuceno. A empresa oferece uma combinação teórica e prática para desempregados das classes C e D, focando no desenvolvimento de competências de atendimento ao cliente, postura profissional e empreendedorismo. Em média, 40% dos alunos são inseridos no mercado de trabalho, imediatamente após a conclusão do curso. A empresa possui adaptação dos formatos de cursos e formas de pagamento adequadas à população de baixa renda.

A deficiência do acesso da baixa renda às oportunidades e à capacitação profissional impulsionaram o negócio que já capacitou, nos últimos três anos, mais de 21 mil pessoas. Em 2015, a empresa conquistou o selo de excelência da Associação Brasileira de Franquias e possui mais de 85% de aprovação dos franqueados. “Capacitamos pedreiro, mestre de obras e encanador em aulas teóricas e práticas, realizadas em canteiros de obras. Um dos nossos diferenciais é direcionar o aluno formado para o mercado de trabalho. Com isso, o impacto na profissionalização do setor e na renda desse profissional é obtido”, afirma o empreendedor Miguel Pierre.

IMAGINIE (Belo Horizonte, MG) www.imaginie.com

Educação

Fundada em 2014 por Daniel Machado e João Paulo Santos, a Imaginie oferece a maior plataforma de crowdsourcing inteligente e acessível para correção escalável de redação de alunos do ensino fundamental e médio. Para isso, conecta na plataforma, professores – em sua maioria, recém-formados ou aposentados – e escolas com demanda por correções. A solução conta com histórico de feedbacks comentados por competências baseadas no ENEM/IDEB e relatórios de desempenho para apoiar a intervenção do professor na sala de aula. Após escrever 10 redações há uma melhora significativa de, pelo menos, 20% no desempenho do estudante.

Segundo o empreendedor Daniel Machado, em 2013, meio milhão de alunos zerou a prova de redação do ENEM – de um universo de seis milhões. “Em 2015, 72% dos alunos tiraram menos de 60% na prova de redação, uma nota baixa pelos critérios do ENEM. A redação é a disciplina com maior peso para que o aluno ingresse no ensino superior”, por isso, o impacto social da capacitação do aluno em redação é muito expressivo. “Criamos um algoritmo para auxiliar a correção e melhorar todo o processo de capacitação do aluno em redação”, afirma acrescentando que a ferramenta já é utilizada em escolas privadas e que a empresa busca, agora, levar a solução para a rede pública. Hoje, a Imaginie conta com mais de 30 mil usuários cadastrados, sendo 7.248 ativos, 136 escolas contratantes de simulados e mais de dois mil professores corretores de redações (716 ativos).

 

SANGUE BOM (Rio de Janeiro, RJ) www.laboratoriosanguebom.com.br

Saúde, clínica popular

Fundada em 2015 pelo médico Marco Collovati e biomédica Bárbara Lucena, a clínica Sangue Bom oferece exames de sangue a um preço acessível (a partir de R$ 5) para a população de baixa renda que não possui planos de saúde. Ao potencializar o acesso a diagnóstico rápido e precoce de doenças, a empresa impacta diretamente na saúde pública. Com cinco clínicas próprias, sendo duas no Rio de Janeiro e três na Bahia, os exames são realizados rapidamente e o diagnóstico entregue em até três horas, sendo processados no mesmo local da coleta. Os empreendedores desenvolveram um aplicativo que facilita o agendamento de exames e a consulta a resultados.

“Hoje, ao entregar rapidamente o resultado do exame, adiantamos o diagnóstico de doenças para iniciar rapidamente o tratamento necessário. O impacto dessa medida na saúde e vida das pessoas da baixa renda é muito grande”, salienta Bárbara, acrescentando que a empresa tem um grande potencial de expansão, sobretudo em um cenário de insatisfação com os serviços prestados pelo SUS e perda de renda – que impossibilita manter planos de saúde.

DR. AGORA (São Paulo, SP) www.dragora.com.br

Saúde, clínica popular

Com uma rede de cinco clínicas em áreas de grande circulação, como estações de metrô e trem, na cidade de São Paulo, o Dr. Agora foi fundado em 2015 por Luiz Guilherme Berardo e Eduardo Corrêa. Primeira clínica expressa do Brasil, o negócio oferece consultas médicas de baixa complexidade, vacinas e exames rápidos (glicemia, triglicérides e colesterol) de forma ágil, a preços acessíveis e sem a necessidade de agendamento. O custo do pacote básico – incluindo consulta, aplicação de medicação e retorno – é de R$ 89; o tíquete médio da vacinação varia de R$ 70 a R$ 185, valores que podem ser parcelados.

Segundo Luiz Guilherme Berardo, CEO do Dr. Agora, 60% dos atendimentos médicos do setor público e privado são de baixa complexidade; questões que podem ser resolvidas por um clínico geral. “Com o Dr. Agora trazemos para o brasileiro de baixa renda a conveniência e a eficiência para atendimentos de baixa complexidade. A nossa estrutura é simples – 30 metros quadrados, um médico e uma recepcionista – e conseguimos entregar um atendimento com alto grau de qualidade”, afirma o empreendedor, acrescentando que é um negócio com potencial para atender milhões da população de baixa renda.

NUTRISOFT (São Paulo, SP) www.nutrisoft.com.br

Saúde/Nutrição

Fundada em 2013 por Gustavo Silva e Augusto Pinto, a Nutrisoft oferece uma plataforma que potencializa o acesso da população de baixa renda a conteúdos e direcionamentos sobre alimentação saudável, mudança de hábitos e prevenção de doenças crônicas. A solução disponibiliza ferramentas de registro alimentar e controle de hábitos que, com a colaboração de nutricionistas, orienta o usuário a ser mais saudável baseado em suas preferências. Além disso, a plataforma também pode ser utilizada para aumentar a adesão de pacientes de doenças crônicas ao tratamento. O serviço é destinado às classes C e D, que normalmente não têm acesso a nutricionistas na rede pública; hoje, 60% dos usuários da plataforma são da baixa renda.

O negócio tem um grande potencial. No Brasil, 51% da população está acima do peso, sendo que 17% apresentam obesidade e 31,5% consomem carnes gordurosas regularmente. O tratamento de doenças relacionadas à obesidade e ao sobrepeso custa R$ 3,57 bilhões aos cofres públicos – sobretudo as cardiovasculares que são a maior causa de mortalidade do país. A empresa possui mais de 250 mil usuários ativos, sendo 150 mil das classes C e D; mais de 600 nutricionistas já utilizam a plataforma. “O grande problema da saúde no Brasil é o modelo de atendimento que não favorece a escala. Do outro lado, temos um perfil epidemiológico de doenças crônicas, que necessitam de longos tratamentos, onerando tanto o poder público, quanto redes privadas. Com a Nutrisoft, montamos uma plataforma na qual a pessoa aprende sobre saúde de maneira interativa, gamificada. É adaptado para cada doença crônica e possui um custo baixo: R$ 15 por mês. No lançamento do piloto, com foco em combate à obesidade, tivemos dois milhões de downloads do aplicativo”, afirma Gustavo Silva, CEO.

CYCOR (Pinhais, Paraná) cycor.com.br

Saúde

A Cycor, fundada em 2010 por Michele Salles de Souza, desenvolve e distribui tecnologias nacionais de reabilitação – como próteses de membros, exoesqueleto e kit de motorização de cadeira de rodas – produtos para pessoas amputadas ou que evitam a amputação. Com o objetivo de popularizar esse tipo de tecnologia, o negócio desenvolve equipamentos com custo mais baixo do que os existentes no mercado.  No Sistema Único de Saúde (SUS), cerca de 50 mil amputações são realizadas por ano, sendo que 80% dessas são de membros inferiores de pacientes com doença vascular periférica ou diabetes. A segunda maior causa das amputações são traumas causados por acidentes de trânsito e armas de fogo. As tecnologias usadas até então são importadas e fora do alcance da população de baixa renda.

Segundo a empreendedora, um dos produtos da empresa é a prótese em pinça MYOHAND, desenvolvida com tecnologia própria. “Fechamos um contrato com a maior distribuidora do setor para distribuirmos até 1.200 unidades mensais. Estamos produzindo o primeiro lote de 50 unidades para fisioterapeutas do SUS, como um piloto. A ideia é escalar a produção”, afirma Michele, acrescentando que entre os outros produtos, destacam-se o joelho adicional para acoplar em prótese mecânica, exoesqueleto NSA 1 (que permite financiamento do Banco do Brasil e Itaú para pacientes), kit de motorização de cadeiras de rodas e Lifetec – sistema que controla o computador com os olhos ou comando de voz.

EPITRACK (Recife, PE) www.epitrack.com.br

Saúde

Fundada em 2014 por Onício Neto, Jonas Albuquerque e Juliana Perazzo, a Epitrak combate a surtos de doenças infecciosas e epidemias – como H1N1, Dengue, Zyka Vírus e Chikungunya, entre outras – e unindo tecnologia e saúde pública. O negócio oferece plataformas web mobile que utilizam a colaboração de pessoas comuns para a construção de mapas demonstrando a localização das doenças – o que potencializa a identificação de ameaças e o controle por parte dos órgãos responsáveis com até duas semanas de antecedência. Por meio de um aplicativo mobile, a população participa ativamente da prevenção de doenças ao informar sintomas, acompanhar a saúde da região e da família, além de obter dicas relevantes sobre histórico de saúde, cuidados, vacinas, localização de hospitais e farmácias.

Segundo Onício Neto, CEO da Epitrak, o trabalho realizado hoje para o combate de epidemias é lento e impede ações públicas mais efetivas para neutralizar a propagação dessas doenças. “Os aplicativos colaborativos são uma resposta eficaz para o desafio de monitorar a propagação de epidemias por meio de algoritmo que analisa sintomas relacionados a doenças infecciosas”, afirma, acrescentando que a solução desenvolvida tem por diferencial o conhecimento técnico da equipe e um design eficaz.

WAYFI (Rio de Janeiro, RJ) www.wayfi.com.br

Infraestrutura/Conectividade

Em um país no qual 35% da população da baixa renda não possui acesso à internet, potencializando as condições de vulnerabilidade, a Wayfi apresenta uma solução para o acesso gratuito para comunidades. Fundada em 2015 por Luiz Fernando Friedheim, Diego De La Vega, Nelson Gimenez Corrêa e Raphael Carvalho, a empresa produz, instala e realiza a manutenção de roteadores de internet, disponibilizando a rede ociosa de servidores empresariais. Na prática, oferece namerights (propriedade do nome que intitula o portal) para grandes empresas e espaços para anúncios publicitário para negócios locais. A Wayfi cria um portal aberto automaticamente quando um dispositivo se conecta à rede – que permite a comunicação direta das empresas com a população local, em um sistema no qual a comunidade pode gerar e consumir conteúdo. O acesso da população na plataforma gera dados de navegação sobre o comportamento da baixa renda, informações que são difíceis de coletar via metodologia convencional.

A empresa está em operação em cinco comunidades do Rio de Janeiro. “Atuamos com a distribuição da ampla capacidade ociosa das empresas de banda larga, oferecendo às comunidades de baixa renda internet gratuita. Com isso, reduzimos as condições de vulnerabilidade da população de baixa renda, que passa a ter informação e possibilidades e, ao mesmo tempo, criamos novos mercados e canais para a publicidade voltada a esse público”, afirma Luiz Fernando Friedheim.

JEITTO (São Paulo, SP) www.jeitto.com.br

Serviços financeiros

Fundada por Carlos Barros, Fernando Silva e João Lencioni – que possuem vasta experiência no mercado financeiro –, a Jeitto provê limites de crédito de pequenos valores (até R$150,00) para aumentar o poder de compra, ajudar no controle de endividamento para fechar as contas do mês de pessoas de baixa renda. De forma conveniente e fácil, a fintech oferece serviço financeiro para a baixa renda por meio de um aplicativo de celular. Com modelo inovador de negócio em tecnologia para promover a inclusão e educação financeira, a startup pratica custos acessíveis que tem por foco, sobretudo, os 60 milhões de brasileiros não bancarizados; um terço já tem smartphone.

Na prática, a solução oferece fôlego financeiro complementar para os pagamentos que ultrapassam o orçamento em determinado mês. A empresa paga a conta e o cliente paga uma tarifa de transação. No projeto piloto, realizado em Jundiaí, o serviço permitiu vendas parceladas e recargas de telefones celulares; foram efetuados 5 mil downloads, 2.500 clientes utilizaram o serviços e 700 consultoras foram cadastradas.  Segundo o empreendedor João Lencioni, o negócio atua com duas opções de produtos. “Temos a opção de pagamento à vista via aplicativo Meu Jeitto, que não permite o parcelamento; e o Jeitto Vendas, que atua com consultoras como canal de distribuição e também como endosso nas comunidades de clientes”, detalha.

TÁ PAGO (Marília, SP) tapago.com.br

Serviços Financeiros

Fundada em 2013 por Vinícius Amorim, a Tá Pago oferece um sistema de pagamento por celular para a população não bancarizada de forma simples, segura e gratuita. Por meio de uma conta virtual pré-paga, o usuário faz recargas e efetua pagamentos nos estabelecimentos da Rede Conveniada, utilizando apenas seu celular (informando o código de segurança recebido via SMS ou gerado no aplicativo off-line). Considerada a única solução mobile pré-paga, o serviço da instituição de pagamento é gratuito para usuários – independente de bancos – e acessível para qualquer celular, ou seja, não requer smartphone.

Segundo Vinícius Amorim, 260 estabelecimentos já aceitam a Tá Pago como meio de pagamento e empresas oferece os benefícios via serviço – sobretudo pelo baixo custo que o serviço demanda. “Três mil usuários já têm acesso ao serviço”, afirma. A empresa já contabiliza a movimentação de mais de R$ 4 milhões desde o início das operações.

ARTEMISIA

A Artemisia é uma organização sem fins lucrativos, pioneira na disseminação e no fomento de negócios de impacto social no Brasil. A missão da organização é inspirar, capacitar e potencializar talentos e empreendedores para criar uma nova geração de negócios que rompam com os padrões precedentes e (re)signifiquem o verdadeiro papel que os negócios podem ter na construção de um país com iguais oportunidades para todos. Fundada em 2004 pela Potencia Ventures, a Artemisia possui atualmente escritório em São Paulo.

A Artemisia foi a primeira organização do Brasil a fazer parte da Omidyar Foundation, a mais respeitada organização no setor de investimento de impacto, fundada por Pierre Omidyar, empreendedor do Ebay. Recentemente, a ARTEMISIA também foi anunciada como uma das cinco organizações selecionadas, entre 115 de toda a América Latina, pelo edital da Rockefeller Foundation, Avina, Avina Americas e Omidyar. www.artemisia.org.br

Fonte:

Printec Comunicação www.printeccomunicacao.com.br

Betânia Lins – Vanessa Giacometti de Godoy

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Controle remoto: a ZF apresenta a função autônoma de manobra SafeRange para caminhões

 

  • Innovation Truck 2016 tem função de manobra automatizada para mais eficiência e segurança em terminais de carga e descarga.
  • Câmera instalada na doca de carga e descarga tem função de manobra autônoma.
  • Prevenção de acidentes e redução do tempo de parada do veículo.
Mais encomendas, pacotes e entregas em domicílio são previstas para o crescente mercado de distribuição de mercadorias, que vem transformando o setor de transportes. Para dar conta da intensificação do trânsito nos grandes centros urbanos e diminuir o estresse dos motoristas, o impacto nas estradas e os custos do frete, são necessários conceitos futuristas que visam aumentar a eficiência em toda a cadeia logística. Equipado com a função autônoma de manobra SafeRange, o ZF Innovation Truck 2016 demonstra como sensores, eletrônica inteligente e sistemas mecatrônicos podem otimizar os processos nos pontos de carga e descarga se o veículo e o terminal agirem de forma integrada. Utilizando dados de uma câmera instalada em local fixo, o veículo-conceito estaciona automaticamente na doca – com precisão, eficiência e sem emissão de poluentes.

Eficiência, segurança, automatização e integração são os grandes agentes transformadores em direção à mobilidade em todos os setores industriais, o que também é evidente no setor logístico, no qual o crescente mercado de entrega de encomendas requer novas soluções que abrangem toda a cadeia de fornecimento para atender à maior demanda ou enfrentar a alta da pressão por custos. Ao passo que a digitalização, a conectividade em nuvem e o planejamento inteligente das rotas possibilitam novos conceitos flexíveis e bem individuais para as entregas, a ampla integração e automatização dos sistemas e funções pode aumentar consideravelmente a eficiência e a segurança dos processos dos terminais e hubs de transbordos, já que colisões durante as manobras frequentemente levam a danos custosos e tempos de parada do veículo, além de prolongar a operação de carga e descarga.

Um sistema de identificação abrangente do local por meio de sensores instalados na carreta é imprescindível para estacionar o caminhão na doca sem nenhum acidente, o que, contudo, pressupõe que todos os reboques de uma transportadora disponham dessa infraestrutura – o que não se revela uma solução viável para o setor logístico, que é bastante sensível aos custos. “Foi por isso que continuamos desenvolvendo a função autônoma de manobra do ZF Innovation Truck 2016”, explica Winfried Gründler, responsável pela Unidade de Negócios de Transmissões para Caminhões e Vans da Divisão de Tecnologia para Veículos Comerciais da ZF. O ponto de partida do projeto foi o conceito lançado pela ZF em 2014, que possibilitou manobrar manualmente um caminhão longo utilizando um tablet. “Com o Innovation Truck 2016, focamos um conceito totalmente aplicável na prática, que otimiza os processos do setor logístico, sem negligenciar a situação dos custos das transportadoras”, relata Gründler.

Doca e caminhão totalmente integrados

O princípio do Innovation Truck 2016: para os sistemas mecânicos eletrificados do caminhão poderem agir de forma automatizada, seus olhos e cérebro não precisam estar necessariamente localizados no veículo. Para a função autônoma de manobra SafeRange, a ZF interconecta os sistemas no caminhão e no terminal de carga e descarga. Câmeras montadas na doca detectam o veículo a ser manobrado, que simplesmente precisa ter um alvo marcado no lado de trás da carreta. Um computador instalado no terminal calcula o trajeto e, por uma rede sem fio, transmite os dados à unidade do Openmatics, o sistema de telemática da ZF, a bordo do caminhão. Auxiliada pela direção elétrica ativa ReAX da ZF TRW e pelo sistema de transmissão automatizada TraXon Hybrid, a unidade de controle do veículo assume temporariamente a condução totalmente elétrica do caminhão e, sem emitir poluentes, estaciona o veículo na doca. Um tablet serve como interface homem-máquina para que o motorista possa iniciar o processo, até mesmo depois de ter desembarcado. Diferentemente do conceito da ZF de 2014, o operador não precisa fazer nenhuma manobra – a pessoa apenas precisa começar e seguir a operação de manobra automática por meio do tablet.

Com seu conceito de integração, a ZF recorre ao hardware da própria marca e aos sistemas existentes no mercado. Assim, o software da ZF pode avaliar as imagens captadas pela câmera com grande confiabilidade. Enquanto não estiverem disponíveis – no início do procedimento de manobra, o caminhão encontra-se em um ângulo de 90° em relação à doca, de modo que a câmera ainda não consegue identificar o alvo –, o veículo é detectado e controlado por meio de GPS. Não havendo Openmatics, o sinal do processador também pode ser transmitido ao caminhão através de outras soluções de controle remoto.

Durante a manobra, os dados processados são constantemente transmitidos ao veículo equipado com um controlador de manobra, que envia os valores nominais da velocidade e do ângulo aos sistemas ZF instalados no driveline e na direção, que por sua vez fazem o ajuste das rotações e do esterçamento. O movimento realizado pelo caminhão é monitorado pela câmera ou pelo GPS, que adaptam ou corrigem a linha da curva, conforme necessário.

Segurança e eficiência

O padrão de segurança do sistema é extremamente elevado. Uma função de identificação de pedestres interrompe automaticamente a manobra – independentemente dos comandos do tablet – se uma pessoa estiver entre a carreta e a doca. A operação de manobra precisa ser mantida por um comando permanente no tablete (função conhecida no inglês por “dead man’s switch”). Assim que o operador tira o dedo da tela, o sistema também interrompe a manobra.

Hoje, manobras frequentes têm impacto considerável no consumo de combustível de um caminhão. Os sistemas da ZF instalados no Innovation Truck foram programados para alcançar níveis máximos de eficiência e economia de combustível nas manobras. Via de regra, a TraXon Hybrid possibilita que trajetos curtos no terminal de carga e descarga sejam realizados no modo puramente elétrico. Além disso, o motor elétrico assegura a dosagem altamente precisa da aceleração longitudinal. A direção foi projetada para que a servoassistência também esteja totalmente disponível no modo elétrico, ou seja, quando o motor estiver desligado.

Link para download de vídeos sobre o Innovation Truck 2016
http://www.zf.com/corporate/en_de/press/list/release/release_23141.html
São Paulo, 04 de julho de 2016.
Grupo ZF – A ZF é líder mundial em sistemas de transmissão e tecnologia de chassis, além de tecnologia de segurança ativa e passiva. Após a aquisição da TRW Automotive em 15 de maio de 2015, a ZF passou a operar aproximadamente 230 unidades em cerca de 40 países. A previsão é que o Grupo, que conta com aproximadamente 138.000 colaboradores, tenha atingido em 2015 um faturamento entre 29 e 30 bilhões de euros (estimativa). A ZF é um dos três maiores fornecedores mundiais da indústria automobilística.

Fonte:
MM Editorial – www.mmeditorial.com.br
Marta de Souza – Simone Sabatini

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Honda Serviços Financeiros apresenta novos logotipos

 

Mudança na identidade visual consolida a atuação do braço financeiro do grupo, um dos responsáveis pela trajetória de sucesso da marca Honda no Brasil

A partir de hoje, 1º de julho, a Honda Serviços Financeiros (HSF) ganha um novo visual. Os logos da HSF e  das empresas que representam suas operações – Consórcio Honda, Seguros Honda e Banco Honda – foram reformulados e estão ainda mais conectados à identidade global da Honda.

A novidade reflete a consolidação e crescimento contínuo dos serviços financeiros da companhia, além de estabelecer uma associação direta com a marca corporativa, uma vez que as operações da HSF estão diretamente ligadas à trajetória de expansão dos negócios da Honda no Brasil.

“Além do alinhamento com a identidade global do Grupo Honda, a renovação busca trazer mais modernidade às nossas marcas, o que agregará ainda mais valor à imagem das empresas. A marca da HSF também será fortalecida, ao estabelecer uma associação mais clara e direta com a marca Honda, uma das mais valiosas e admiradas em todo o mundo”, diz o presidente da Honda Serviços Financeiros, Ricardo Tomoyose.

E a renovação vai além do logotipo. O Consórcio Nacional Honda, maior administradora de consórcio do País, passa a adotar o nome Consórcio Honda. A mudança busca aproximar ainda mais os clientes da modalidade, que representa 35% das vendas de motocicletas zero quilômetro da marca. Desde o início das atividades do Consórcio, há 35 anos, mais de 5 milhões de clientes já foram contemplados  e receberam seus produtos Honda através da modalidade.

Confira os novos logotipos da Honda Serviços Financeiros e suas empresas:

Saiba mais sobre a HSF em: www.hondaservicosfinanceiros.com.br.

Fonte: Honda – Assessoria de imprensa

Evelyn Lima – Maria Fernanda

www.honda.com.br

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Fila apresenta nova linha ao mercado fitness: FXT – Fila Cross Training

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Marca italiana desenvolveu produtos versáteis, unindo alta performance, tecnologia, modernidade e seu estilo inconfundível

São Paulo, junho de 2016 – A Fila acaba de lançar uma linha exclusiva desenvolvida para a prática de Cross Training/treinos funcionais. A coleção, composta por calçados e confecção, traz ao mercado uma nova abordagem de estilo de vida, onde exercícios físicos, trabalho e vida social se fundem num inconfundível mood capaz de ser alcançado somente por uma marca com a história e os signos que a Fila possui.

Todas as peças, tanto de confecção quanto de calçados, foram desenvolvidas levando em consideração funcionalidade, alta tecnologia, versatilidade e tendências de moda. “A linha FXT foi desenvolvida após um longo período de estudos e análise de mercado, chegando a uma linha com um direcionamento conceitual, estilo e alta performance para a prática de Cross Training”, afirma Henrique Hermes, diretor de Marketing Fila.

Na parte de calçados, serão seis diferentes modelos em um total de 24 variantes/cores. “Vale ressaltar que todos os tênis FXT foram criados e desenvolvidos no Dass Creation Center (DCC), em Ivoti-RS, um dos mais tecnológicos centros de pesquisa e criação de calçados do mundo, o maior da América Latina”, lembra Hermes.

Dentre os atributos dos calçados, cinco pilares foram levados em consideração: Tração – Tecnologia Evergrip composto de borracha mais leve de maior aderência; Suporte – forma mais anatômica na região do calcanhar; Estabilidade – construção e forma mais larga na região do antepé; Amortecimento – Tecnologia Energized na entresola para a absorção de impacto; e Leveza – cabedais com menos construção e materiais mais leves.Os modelos de destaque ficam por conta do FXT Energized Full Panther – que possui alta estabilidade, amortecimento, leveza, além de tecido respirável, e do FXT Energized Full – desenvolvido para o ambiente urbano, unindo conforto e desempenho, sem perder o visual.

As peças de confecção seguem um direcionamento conceitual neutro, porém tecnológico, que valoriza a compostura, a solidez e estabilidade, tanto corporal quanto emocional.

A linha FXT poderá ser encontrada nas principais lojas de artigos esportivos do país, a partir do dia 27 de junho de 2016.

#filafxt

Vídeo da campanha: www.youtube.com/watch?v=cLWeIEL-0MM

Imagens da campanha: we.tl/A0gEvvksX4

Imagens do making of: we.tl/PijVCdZEdp

Sobre a FILA

A FILA é uma marca italiana, criada em 1911, presente em mais de 50 países. No Brasil, oferece produtos de performance para esportes como Running e Tennis e uma linha exclusiva para treinamento funcional chamada de Fila Cross Training (FXT), que une performance, tecnologia e estilo. Também possui linhas que dialogam com o Lifestyle, inspirada nas origens da marca, além de misturar estilo ao sportswear.

A marca é patrocinadora de eventos em suas principais modalidades como o Brasil Open, o ATP Challenger Tour Finals, a Masters 1000 Indian Wells, a Masters 1000 de Toronto e Montreal e o Orange Bowl no mercado de tennis e Maratona Internacional de São Paulo e Meia Maratona Internacional do Rio de Janeiro no segmento de corridas de rua. Além do Fila Running Team, patrocínio da Fila à equipe de corredores africanos de alta performance.

Sobre o Grupo Dass

Especializada em Gestão de Marcas esportivas e Soluções Industriais, o Grupo Dass produz anualmente 12,5 milhões de pares de calçados e 5 milhões de peças em confecções, e conta com mais de 12 mil colaboradores atuando no Brasil e América Latina. Além da FILA, a empresa tem a gestão de outras marcas esportivas.

Fonte: NR-7 Comunicação

Gefferson Eusébio – Julyana Castro – Gabriella Manzano

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Engepeças realiza evento e apresenta nova retroescavadeira JCB 3CX

 

A nova máquina faz parte de uma das estratégias da JCB para alcançar a liderança em retroescavadeiras no país

Curitiba, 24 de junho de 2016 – A JCB, empresa de origem inglesa e líder mundial em retroescavadeiras, traz ao Brasil a consagrada JCB 3CX. A apresentação do lançamento foi feita ontem (23), aos clientes do Paraná, em parceria com a JCB, na matriz da Engepeças, distribuidor da marca no estado.

Atuando no mercado desde 1983, a Engepeças é referência em diversificação de portfólio e eficiência na oferta de produtos e serviços. Além disso, a empresa atua como um distribuidor da companhia em todo o estado do Paraná e conta com um catálogo de mais de mil peças à disposição dos clientes.

Durante o evento, os convidados tiveram a oportunidade de conhecer a nova JCB 3CX, desenvolvida como parte de um projeto global, no qual o Brasil foi escolhido como um dos mercados prioritários para seu lançamento. A nova retroescavadeira reforça o compromisso da companhia que, alinhada aos objetivos globais, pretende alcançar no país a liderança de mercado nesse segmento.

Retroescavadeira JCB 3CX

A máquina traz o reconhecido powertrain (motor, transmissão e eixos) originais JCB, que garantem durabilidade e confiabilidade nas operações, uma vez que foram desenvolvidos especificamente para esse tipo de operação. Além disso, o novo motor JCB Dieselmax entrega alto torque em baixa rotação, ou seja, garante que a JCB 3CX atinja sua força máxima com baixo consumo de combustível. Esse diferencial, alinhado a um sistema hidráulico de alta vazão, garante ao cliente o aumento de produção, com baixo custo operacional. A JCB 3CX possui em sua nova cabine, mais moderna e ampla, duas portas de acesso, assento com encosto de braços e cabeça, ar condicionado, diversos porta-objetos – que são diferenciais de conforto para a operação. Com a maior gama de opcionais e acessórios da categoria, a nova retroescavadeira permite versatilidade para diversas aplicações.

“Esse projeto conta com a participação das áreas de engenharia de quatro continentes da empresa e compõe a já consagrada linha de retroescavadeiras da JCB, a mais vendida no mundo. Esse lançamento está alinhado ao nosso plano estratégico, que prevê um investimento de mais de R$ 50 milhões até 2018, com foco em localização e lançamento de novas máquinas, consolidação da rede de distribuidores e pós-venda”, afirma Alisson Brandes, diretor de Vendas e Marketing da JCB.

O executivo reforça também a parceria com a Engepeças, que terá o desafio de comercializar a máquina nas regiões de atuação. “A parceria com a Engepeças é fundamental para o sucesso desse lançamento, pois sabemos que a empresa irá, mais uma vez, agregar seus valores de força, respeito e tradição no mercado para trazer as soluções mais eficientes aos nossos clientes”, conclui Brandes.

Além do lançamento, os visitantes conferiram as principais novidades e tendências da JCB do Brasil, por meio de seu amplo portfólio. A ação reforçou o compromisso da empresa com o setor e com o desenvolvimento da infraestrutura do país.

Livelink

O lançamento da JCB 3CX reforça o compromisso da empresa que pretende ampliar sua participação no mercado interno, agregando novos sistemas de tecnologia às suas máquinas, como no caso do Livelink – ferramenta de monitoramento remoto, que contribui para o gerenciamento da operação e controle das manutenções preventivas, aumentando assim a eficiência operacional do produto e diminuindo paradas desnecessárias.

O Livelink trabalha como uma espécie de Raio-X à distância, pois fornece relatórios de operação que podem ser acessados via smartphones e tablets.

“Acreditamos que essa ferramenta será de extrema relevância para o segmento, pois o conceito do Livelink está diretamente relacionado ao gerenciamento da produtividade e eficiência operacional das máquinas”, afirma Andre Guimarães, gerente de Serviços da JCB.

Como parte da campanha de divulgação da nova máquina, a JCB do Brasil está realizando junto à sua rede de distribuidores, nos próximos meses, diversos eventos regionais de lançamento da nova JCB 3CX também em outros estados brasileiros.

INFORMAÇÕES TÉCNICAS

Retroescavadeira 3CX

  • Motor JCB Dieselmax com 4 cilindros
  • Potência do Motor de 85HP / 92HP (motor naturalmente aspirado de 85HP e motor turboalimentado de 92HP)
  • Peso Operacional de 8.185 kg
  • Capacidade de Caçamba dianteira de 1,1 m³
  • Profundidade de Escavação de 5,62 m
  • Sistema elétrico à prova d’água e poeira (IP69K)
  • Diferencial com limitador de Patinagem (LSD – Limited Slip Differential)

Sobre a JCB

Líder mundial em vendas de máquinas retroescavadeiras e manipuladores telescópicos, a JCB é a terceira maior fabricante global de equipamentos para construção civil.  Empresa de origem britânica com mais de 70 anos de atuação, dos quais há 19 no País, possui 23 fábricas em quatro continentes que produzem mais de 300 modelos de máquinas diferentes. A fábrica no Brasil fica no município de Sorocaba (SP), a qual atende a toda a América Latina, e onde são produzidas retroescavadeiras modelos 3CX e 4CX, escavadeiras hidráulicas de esteiras JS 200LC e JS 160LC, manipuladores telescópicos Loadall 540-170 e 535-125, rolo compactador VM115 e pás carregadeiras 3CL,422ZX e 426ZX.

Fonte: G&A Comunicação Corporativa

Mônica Pontes – Renata Cerolini – Heloisa Picos

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Renault apresenta três novidades e várias estrelas no Festival de Velocidade de Goodwood

  • A Renault apresentará máquinas espetaculares em Goodwood, desde a primeiríssima vitória em um Grande Prêmio aos monopostos Campeões do Mundo de Fórmula 1 do século 21, passando por carros que bateram recordes.
  • Estreia mundial do Novo Twingo GT
  • Estreia nacional do Clio R.S.16
  • Estreia nacional do Novo Mégane Estate GT
  • Presença de executivos da Renault:
  • Cyril Abiteboul – Diretor Geral da Renault Sport Racing
  • Patrice Ratti – Diretor Geral da Renault Sport Cars
  • Ken Ramirez – Diretor Comercial Europa
  • Pilotos Renault:
  • Jolyon Palmer
  • René Arnoux
  • Michel Leclère
  • Charles Pic
  • Jean Ragnotti
  • A Renault estará em destaque, tanto participando da corrida de montanha até o paddock, além da categoria First Glance e em um estande localizado em frente à Goodwood House.

A Renault vai exibir uma coleção impressionante de modelos de competição, carros que bateram recordes e veículos de produção em série durante a edição 2016 do Festival de Velocidade de Goodwood. Além disso, três modelos serão apresentados ao público em estreias mundiais e nacionais.

O espetáculo será garantido pelos bólidos Renault que participarão da famosa subida de montanha de Goodwood, incluindo o esplêndido Tipo AK, o Nervasport que bateu vários recordes, um Renault Sport R.S. 01, que tem sido visto em circuitos espalhados pela Europa, e monopostos que marcaram a história da F1.

Esta coleção histórica, que retrata a grande aventura da Renault e seu desejo de promover o uso das tecnologias aplicadas na Fórmula 1, será marcada por uma sucessão de monopostos com motor turbo que conquistaram inúmeras vitórias.
Em paralelo a estes desenvolvimentos nas competições, o novo carro-conceito Clio R.S. 16 – um compacto urbano de 275 cv concebido pela Renault Sport – será apresentado em estreia nacional como um potencial indício da chegada de veículos ainda mais performantes em breve.

Outros modelos também serão mostrados, como o Twingo GT. Este compacto urbano dedicado ao prazer de dirigir será visto em Goodwood em estreia mundial, enquanto que o Novo Renault Mégane Estate – uma perua elegante e imponente em sua versão GT – e o Novo Renault Scénic – que traz uma nova pegada para o segmento de monovolumes – serão revelados ao público britânico pela primeira vez.

Renault Tipo AK – 1906

Esta é a primeira máquina a vencer um Grande Prêmio, mesmo se aquela corrida não se parecesse com os Grandes Prêmios que conhecemos hoje. Organizada em Le Mans em 1906, no circuito da região francesa de Sarthe e com um percurso de 103,18 km, a prova foi disputada em estradas essencialmente asfaltadas, nas quais cada participante tinha dar uma largada a cada 90 segundos, seis vezes por dia. O Grande Prêmio se estendia por dois dias, e a distância total percorrida era de 1.238,16 km.

A Renault participou da prova com 3 modelos Tipo AK, equipados com um motor de 13 litros e 90 cv, capazes de chegar a 150 km/h, uma velocidade que devia ser espetacular há 110 anos.

O número 3A era pilotado por Ferenc Szisz. O primeiro dia terminou com a vitória de Szisz e apenas 17 carros conseguiram fazer a largada na segunda etapa. Ferenc Szisz liderou todas as voltas sem maiores incidentes, dominando a rodada e vencendo a prova em 12h14, com 32 minutos de vantagem sobre o segundo classificado.

Renault 40 CV Montlhéry – 1925

Nos anos 20, toda montadora de respeito tinha que participar de corridas de recordes, uma moda motivada pela construção de circuitos de velocidade. Na França, o circuito de Montlhéry foi construído em 1924, tornando-se rapidamente o palco de enfrentamentos com uma grande profusão de cronômetros. A Renault estava evidentemente presente nesta corrida de velocidade e, para participar dos combates, a marca entrou com seu cavalo de batalha, o 40 CV com um enorme motor de 9,1 litros!

Em 1926, Plessier e Garfield, os engenheiros responsáveis pela operação, lançaram um 40 CV bastante aerodinâmico, com carroceria tipo monoposto e um radiador montado atrás do motor. O carro quebrou os recordes de 50 milhas a 190,013 km/h e de 24 horas a uma média de 173,649 km/h. Durante esta tentativa, o 40 CV quebrou uma série de outros recordes, dentre eles os de 1.000 e 2.000 milhas e os de 2.000, 3.000 e 4.000 km. O carro que participará da corrida de montanha é uma réplica fiel do modelo dos recordes, construído nos anos 70.

Renault Nervasport, o Carro dos Recordes de Velocidade – 1934  

Versão especial do luxuoso sedã Renault Nervastella, o Nervasport se destacava por suas performances e pela capacidade de quebrar recordes de endurance. Ele era propulsionado pela segunda geração do motor de 8 cilindros em linha da Renault, cuja concepção havia sido influenciada pelo desenvolvimento da aviação.
Com este motor, uma série de ‘Nerva’ quebrou vários recordes na Europa e na África. Mas o mais belo trunfo do Nervasport aconteceu no circuito de Montlhéry, em abril de 1934. Concebida por Marcel Riffard, uma versão monoposto com carroceria fechada quebrou ainda mais recordes. O objetivo inicial era de atingir 6.300 km em dois dias a uma velocidade média superior a 132 km/h. No dia 5 de abril, após 48 horas, 3 minutos e 14 segundos, o Nervasport cruzou a linha de chegada quebrando 9 recordes internacionais e 3 recordes mundiais, dentre eles as 48 horas para cobrir 8.037 km, a uma velocidade média de 167,445 km/h. Este carro vai correr durante todo o fim de semana.

Estrela Cadente – 1956

A Estrela Cadente é um apelido ao mesmo romântico e apropriado para este batedor de recordes que vai correr durante todo o evento. Ele é fruto da inspiração de Joseph Szydlowski, especialista em motores com turbina. O fundador da Turboméca queria conscientizar o grande público sobre a legitimidade desta tecnologia, influenciada pela aviação. Pierre Lefaucheux, então presidente da Renault em Boulogne-Billancourt, comprou a ideia e incumbiu a produção de um carro experimental a três profissionais experientes: Fernand Picard, diretor de projetos, Albert Lory, engenheiro de motores excepcional, e Jean Hébert, engenheiro e piloto.

Em torno de uma turbina de 270 cv, assim nasceu a Estrela Cadente, com estrutura tubular revestida de poliéster, cujos contornos foram projetados durante dois anos de testes em túnel de vento. Em 5 de setembro de 1956, o som da turbina ressoou no lago salgado de Bonneville, nos Estados Unidos. Alguns instantes mais tarde, um recorde era batido: 306,9 km/h em um quilômetro, 308,85 km/h em 5 km!

Renault F1 A500 – 1976

Os primeiros passos da Renault na Fórmula 1 foram bem calculados. Todo começou com um trabalho de desenvolvimento em um motor de competição derivado do V6 do Renault 30. O resultado foi o V6 Renault-Elf-Gordini, que tinha um desempenho espetacular tanto nas ruas como na Fórmula 2. Graças a estes sucessos, o motor de F1 começou a tomar forma. Na época, a regulamentação oferecia duas
possibilidades: um motor de 3,0 litros atmosférico ou 1,5 litro turbo. A experiência adquirida pela Renault nos turbos levou a equipe a escolher a segunda solução e o primeiro motor desenvolvido já chegou perto dos 500 cv. Inicialmente integrado em um protótipo Alpine-Renault, o motor foi montado posteriormente em um monoposto pilotado por Jean-Pierre Jabouille, em março de 1976. Conhecido como experimental A500, o modelo foi apresentado à imprensa em abril. Três meses mais tarde, o novo presidente da Renault, Bernard Hanon, dava sinal verde para a criação de uma equipe de competição da Renault, dando a largada em um novo capítulo na história da Marca.

Renault F1 RS 01 – 1977

No início dos anos 70, a Renault Gordini – com o apoio financeiro da empresa petrolífera Elf – lançou um programa de pesquisas em torno de um motor de alta performance. Um V6 Turbo foi desenvolvido e utilizado em um protótipo da Renault-Alpine, antes de propulsionar o primeiro F1 da Renault. Após a vitória nas 24 Horas de Le Mans de 1978 com o Renault-Alpine A442B, a equipe Renault Sport se concentrou na F1. Em 1977, o monoposto RS 01 foi o primeiro Renault a participar de um Grande Prêmio com um motor turbo de 1,5 litro, ou seja, a metade da cilindrada dos motores atmosféricos. Este carro de F1 histórico também vai demonstrar suas performances durante o fim de semana.

Renault F1 RS 10 – 1979

Este foi o primeiro carro de Fórmula 1 com motor turbo a vencer um Grande Prêmio. Esta vitória foi conquistada dois anos após o início da Renault na categoria, durante o Grande Prêmio da Grã-Bretanha de 1977. Enquanto que todos os outros monopostos eram propulsionados por motores de 3,0 litros atmosféricos, a Renault havia escolhido um motor de 1,5 litro superalimentado, mais leve, mas também mais difícil de garantir a confiabilidade. Foram necessários dois anos para que os engenheiros da Renault Sport solucionassem estes problemas. Mas o comprometimento foi recompensado em julho de 1979, durante o Grande Prêmio da França, organizado no circuito de Dijon-Prenois. Jean-Pierre Jabouille venceu e René Arnoux ficou em terceiro lugar com o chassi RS 12. Esta primeira vitória da Renault na F1 era também a estreia de um monoposto com motor turbo. As escuderias concorrentes rapidamente reagiram e logo em seguida os turbos passaram a dominar os grids de largada. A Renault havia feito a escolha certa.

Quatro chassis RS 10 foram desenvolvidos (RS 10, RS 11, RS 12 e RS 14). O exemplar exibido no evento é um RS 14.

Renault F1 RE 27B – 1981

O Renault F1 RE 27B era um modelo intermediário entre o RE 20 e o RE 30, pilotado por René Arnoux, que com ele chegou em quinto lugar no Grande Prêmio da Argentina. O monoposto é facilmente reconhecido por suas curvas verticais na parte de trás dos pontões e seu motor Elf turbo, que entrega 520 cv a 10.500 rpm.

Renault F1 RE 30 – 1982

Após ter sido precursora da tecnologia turbo na F1, a Renault tinha que enfrentar rivais que utilizavam a mesma tecnologia. O RE 30 foi desenvolvido com este objetivo. Em 1980, cinco anos após a criação do primeiro monoposto de Fórmula 1 com motor turbo, a Renault acumulou três vitórias com o RE 20. No ano seguinte, um rival faria sua estreia com um motor turbo, sob a forma de uma Ferrari. O RE 30 combatido pela Ferrari mostrava sua competitividade com seis pole positions em uma temporada, graças a René Arnoux e o jovem Alain Prost. Durante a temporada de 1982, o RE 30B acumulou dez pole positions e quatro vitórias na África do Sul, Brasil, França e Itália. Enquanto isso, os desenvolvimentos da Renault foram seguidos não apenas pela Ferrari, mas também pela Toleman-Hart e a Brabham-BMW.

Renault F1 RE 40 – 1983

O RE 40 foi o primeiro F1 da Renault a utilizar uma estrutura de carroceria de fibra de carbono. Este material leve e os novos spoilers haviam sido concebidos para contornar a proibição do efeito solo durante a temporada de 1983. As performances do RE 40 eram principalmente resultado do motor 1,5 litro da Renault, superalimentado por dois turbos para entregar 880 cv. A Renault também era fornecedora de motores da escuderia Lotus.

Alain Prost terminou em segundo no Campeonato Mundial com este carro, vencendo quatro vezes em 14 corridas, com três pole positions e três melhores voltas da corrida. Ele quase conquistou o título mundial, por uma diferença de apenas dois pontos. Esta monoposto poderá ser visto em ação durante todo o fim de semana do Festival de Velocidade.

Renault F1 R25 – Campeã do Mundo de 2005

Em 2005, a Equipe Renault de F1 visava oficialmente o título mundial. E tudo foi feito para atingir este objetivo, com o retorno de Giancarlo Fisichella ao lado de Fernando Alonso. O novo monoposto contava com uma aerodinâmica otimizada, uma suspensão dianteira inovadora e um motor V10 3,5 litros de 800 cv, capaz de enfrentar dois Grandes Prêmios consecutivos sem ser substituído.

Apesar da pressão de Michael Schumacher e da Ferrari, além de Kimi Raïkkönen e Juan-Pablo Montoya na McLaren Mercedes, Fernando Alonso se consagrou Campeão do Mundo com sete vitórias, oito pódios e seis pole positions. A Renault também conquistou o título mundial com oito vitórias e dez pódios. Esta foi a primeira dobradinha Pilotos / Construtores de uma marca generalista, fabricante de modelos de produção em série em vários segmentos.

Renault F1 R26 – Campeã do Mundo em 2006

Em 2006, a Renault tinha como meta reeditar as façanhas de 2005 de Fernando Alonso e seu Renault F1 R25, tendo em vista a nova regulamentação que impunha um motor V8.

Dirigida por Flavio Briatore, a escuderia “Renault F1” entrou com dois carros para o piloto espanhol Fernando Alonso, Campeão do Mundo na época, e seu companheiro de equipe, o italiano Giancarlo Fisichella.

O início da temporada foi magnífico para a Renault: Alonso conquistou seis vitórias, três segundos lugares e cinco pole positions; já Fisichella obteve uma vitória, um terceiro lugar e uma pole position.

Michael Schumacher e a Ferrari prepararam uma emboscada e a luta pelo título ficou acirrada. Mas ao incluir uma vitória e quatro segundos lugares a seu currículo, Alonso – absolutamente apoiado por toda a equipe – venceu o campeonato de pilotos e manteve o título, assim como a Renault pelos construtores. Giancarlo Fisichella ficou em quarto lugar no Campeonato Mundial de Pilotos. Com esta fantástica dobradinha, a Renault legitimamente afirma ser a “melhor do mundo na F1”.

Renault R.S. 16 – Monoposto F1 2016

Em 2016, a Renault cria uma nova unidade, a Renault Sport Racing, para agrupar todas as operações de competição da Renault. No topo desta pirâmide reina a Equipe Renault Sport de Fórmula 1. Este nome destaca os planos da Renault para melhorar o reconhecimento da marca Renault Sport e as futuras associações entre competição e carros de produção em série. Para 2016, o monoposto Renault F1 é um chassi R.S. 16, desenvolvido e construído pela antiga Equipe Renault de F1 baseada em Enstone e propulsionado pelo motor RE16, montado na fábrica da Renault Sport Racing de Viry-Châtillon. O britânico Jolyon Palmer entra para a equipe ao lado de Kevin Magnussen. Jolyon estará ao volante do R.S. 16 na famosa corrida de montanha de Goodwood.

Renault e.dams Z.E. – 2016

Sempre buscando novos desafios, a Renault se lança na Fórmula E desde o início da competição 100% elétrica da FIA, em 2014. Associada de forma muito próxima à escuderia Renault e.dams, a montadora contribui totalmente para a conquista do primeiríssimo título de Equipes da história da categoria durante a temporada 2014/2015.

A Renault aumentou seu envolvimento durante a segunda temporada da competição, desenvolvendo seu próprio conjunto motor / transmissão com tecnologia elétrica de ponta. Estas pesquisas contribuem, tanto direta como indiretamente, para a produção da gama Z.E. O atual monoposto de Fórmula E da Renault e.dams participará da corrida de montanha em um silêncio (quase) total.

Renault Sport R.S.01 – 2015

A Renault reafirma sua paixão pelo automobilismo esportivo com o Renault Sport R.S. 01, um carro de corrida com design espetacular e performances excepcionais. O Renault Sport R.S. 01 é a estrela do Renault Sport Trophy. Esta categoria constitui um novo segmento para os campeonatos GT e Endurance profissionais. Seu design é proveniente do mundo dos carros-conceito e ditado por uma busca absoluta de apoio aerodinâmico inspirado no DeZir, apresentado em 2010, e no Renault Estrela Cadente, o caçador de recordes.

Propulsionado por um motor V6 de 3,8 litros biturbo de 550 cv, o Renault Sport R.S. 01 concentra o melhor da expertise da Renault Sport com uma estrutura de carroceria de carbono, que permite reduzir o peso para menos de 1.150 kg, uma suspensão de duplo triângulo e tirantes, freios a disco de carbono, pinças com seis pistões, e rodas de 18 polegadas. O resultado é um carro de corrida tão incisivo como rápido e atraente, representando o mais belo porta-bandeira de 116 anos de história da Renault no automobilismo esportivo.

Renault 5 Maxi Turbo – 1985

Em meados dos anos 70, a extraordinária carreira do Alpine-Renault A110 chega ao fim. Lancia, a grande rival da Renault, domina a cena com seu Stratos com motor central. A resposta da Renault para este supercarro motorizado pela Ferrari é um pequeno compacto urbano. O Renault 5 é escolhido para servir de base a uma arma rápida, pequena e leve. A ideia é deslocar o motor da dianteira para o centro do carro, para melhorar a motricidade e o equilíbrio. O resultado é um Renault 5 com visual exterminador. Os para-lamas traseiros são desproporcionais, para acolher as grandes rodas. O banco traseiro é substituído por um motor 1,4 litro superalimentado de 162 cv. Esta foi uma das máquinas que viraram lenda na Renault, tornando-se um bem inestimável nos dias de hoje. O Renault 5 Turbo marcou sua primeira vitória mundial durante o Rali de Monte Carlo de 1981, mantendo-se no topo até o advento dos modelos Grupo B, com quatro rodas motrizes. As proporções extraordinárias do Maxi Turbo e sua potência estarão em ação durante todo o Festival.

Renault Clio R.S.16 – 2016

O carro-conceito Clio R.S.16 é o mais performante dos modelos de produção em série concebidos pela Renault Sport. Imaginado para comemorar os quarenta anos da Renault Sport e o retorno da Renault como construtor na F1, o Clio R.S.16 foi desenvolvido em um tempo recorde.

“Queríamos fazer um carro-conceito técnico com performances extraordinárias”, destaca Patrice Ratti, Diretor Geral da Renault Sport Cars e responsável pelo projeto. Graças a soluções simples e engenhosas inspiradas nas competições e em modelos de produção em série, o projeto do Clio R.S.16 foi executado em apenas cinco meses, apesar de sua complexidade.

Colocar o motor de 275 cv, a transmissão manual de seis velocidades, suspensão, freios e o sistema de resfriamento do Mégane R.S. 275 Trophy-R neste veículo já era um desafio. O chassi do Clio, o resfriamento e o escapamento foram revistos. Outro grande desafio se impôs quando foi necessário aumentar a carroceria em 60 mm para integrar as rodas de 19 polegadas. Este Clio excepcional recebe a cor emblemática Amarelo Sirius da Renault Sport, associada a um preto brilhante, que foi escolhido para remeter à roupagem dos monopostos R.S.16 da Equipe Renault Sport de Fórmula 1.

Renault Twingo GT – 2017

O Twingo GT é apresentado em estreia mundial durante o Festival de Velocidade de Goodwood de 2016. Ao associar a agilidade inerente à propulsão deste pequeno compacto urbano ao know-how da Renault Sport em termos de desenvolvimento, a Renault oferece uma versão dedicada ao prazer de dirigir. Seu motor TCe Energy de 898 cm3 tem sua potência levada a 110 cv e seu torque passa para 170 Nm, graças a um novo projeto de admissão de ar, uma adaptação da cartografia do motor e uma nova programação da caixa de câmbio, que permitem que o Twingo GT apresente uma grande agilidade.

Para explorar este aumento de performance, o chassi evolui também com novas suspensões e um trabalho específico em termos de regulagens do ESP e da direção com desmultiplicação variável. O comportamento de condução ágil e a direção comunicativa autorizam uma trajetória precisa e uma boa aderência ao solo, um conjunto que permite que o Twingo GT proporcione sensações acessíveis.
Facilmente reconhecido pela altura de carroceria reduzida, rodas de 17 polegadas, flaps de ar laterais, escapamento com saída dupla e a nova cor Laranja Pimenta, o Twingo GT já demonstra de cara sua esportividade e estirpe. Para aumentar o espírito esportivo, o interior é ornado com toques na cor laranja, soleiras das portas assinadas Renault Sport, pedaleira de alumínio e pomo da alavanca de câmbio de zamak. Ele estará disponível no Reino Unido a partir do último trimestre de 2016.

Novo Renault Mégane Estate GT – 2017

O Novo Mégane Estate faz sua primeira aparição no Reino Unido durante o Festival de Velocidade com um design que alia elegância e dinamismo. O Novo Mégane Estate oferece uma modularidade funcional, com um porta-malas facilmente configurável e um comprimento de carga líder no segmento.

Suas linhas são destacadas por molduras cromadas nos vidros laterais e na coluna central. Já a posição mais baixa e as bitolas mais largas reforçam o equilíbrio em pista.

Esta é a primeira perua do segmento C a contar com a tecnologia 4CONTROL. Especialmente configurado para o Novo Mégane Estate, o 4CONTROL confere a ele dinamismo e precisão em estradas sinuosas, proporcionando um real prazer de dirigir. Nas manobras, o 4CONTROL oferece uma agilidade urbana formidável para uma perua.

Novo Renault Scénic – 2017

Após a criação do conceito de monovolume compacto na Europa, a Renault revela o Novo Scénic pela primeira vez no Reino Unido, para dar uma nova definição ao segmento. Esta quarta geração é uma reinterpretação com novas proporções, silhueta inovadora, pintura em dois tons como opcional e várias ideias engenhosas, incluindo a adoção de rodas de 20 polegadas de série e espaços de armazenagem sob o piso, remetendo ao primeiríssimo Scénic.

A distância do solo é maior, o balanço traseiro reduzido e as rodas são distribuídas por bitolas mais largas, tanto na frente como na traseira, contribuindo para o design e diferenciando o Novo Scénic do padrão dos veículos do segmento. O para-brisa tríptico oferece visão panorâmica e contribui para uma melhor visibilidade lateral. O Novo Scénic é precedido por três gerações que tiveram cinco milhões de exemplares vendidos nos últimos vinte anos.

Renault Clio R.S. 220 Trophy EDC

Nova evolução da linhagem dos Clio R.S., o Clio R.S. 220 Trophy EDC apresenta um motor de 220 cv, 280 Nm de torque e potência máxima de 6.800 rpm. Ele também é equipado com o sistema Start & Stop, que permite limitar as emissões de CO2 a 138 g/km.

Nada menos que sete marchas estão à disposição para transmitir potência, seja através da troca automática ou por meio das palhetas do câmbio borboleta embutido no volante, mais reativa. O sistema multi-change down permite retrogradar automaticamente várias velocidades “quase sem pensar”, no caso de uma frenagem mais brusca. Também são oferecidos os sistemas launch control (controle de largada) e três modos dinâmicos no R.S. Drive.

Renault Captur – 2016

Espaçoso, versátil e diferenciado, o sofisticadíssimo Captur já é um sucesso no mercado de crossovers urbanos, que apresenta forte crescimento. Ao combinar um estilo diferenciado, posição de dirigir de um SUV, habitabilidade de um monovolume e motores de nova geração, o Captur oferece um motor a Diesel Energy dCi 90 que consome 3,6 litros/100 km para emissões de CO2 de 85 g/km. Um tablet touchscreen dá um toque sofisticado à cabine. O Captur está disponível em dois acabamentos topo de gama, além de oferecer o sistema multimídia R-Link com navegação TomTom® LIVE, Bluetooth e rádio DAB, bem como o controle de tração Grip Xtend com pneus mud & snow. A série limitada Iconic Nav oferece pintura em dois tons Marrom Cappuccino, rodas de 17 polegadas com efeito diamantado e vidros traseiros escuros.

Renault Kadjar – 2016

Associando os universos SUV, sedã e perua, o crossover Kadjar é robusto, elegante, atlético e muito eficiente. O Kadjar oferece uma condução dinâmica e tranquila, além dos últimos sistemas de segurança, entretenimento e informação.
Os motores a gasolina TCe e diesel dCi satisfazem o desejo de performance e eficiência excepcional. A economia de combustível e as emissões de CO2 atingem respectivamente 3,8 litros / 100 km e 99 gramas / km, equiparando-se com os melhores resultados da categoria. Oferecido com duas ou quatro rodas motrizes, o Kadjar também oferece opção de transmissão manual ou automática. Com duas rodas motrizes, ele oferece o sistema Extended Grip, que permite que o veículo tenha maior aderência à pista em condições de condução difíceis. Estes atributos destacam a adaptabilidade do Kadjar em todos os ambientes. Suas dimensões compactas e os sistemas de assistência durante manobras em baixa velocidade tornam o modelo ideal para uso urbano. Sua posição de dirigir é semelhante à de um sedã, com uma cabine silenciosa. O condutor se mantém ao mesmo tempo relaxado e concentrado nos trajetos mais longos.

Renault Twizy – 2016

O Renault Twizy quebra paradigmas no universo dos veículos elétricos. Com dois lugares alinhados um atrás do outro em tandem, ele tem uma agilidade, performance, dimensões reduzidas, comportamento e estilo que fazem dele a mais prática e ousada máquina urbana. Disponível em versão aberta ou com portas opcionais tipo élitro (com abertura para cima, como se fossem as asas de um besouro), o Twizy oferece uma proteção eficaz no interior de um cockpit de aço e um airbag para o condutor de série. Ele tem ainda computador de bordo, econômetro e sistema de recuperação de energia para maximizar a autonomia. O Twizy também está disponível na versão Cargo, com um porta-malas de 180 litros que substitui o banco do passageiro traseiro.

Atualmente, mais de 16.000 Twizy estão em circulação em todo o mundo e cada modelo contribui para esta minirrevolução da mobilidade. Os dois Twizy exibidos no evento remetem à roupagem dos monopostos Renault e.dams e da Equipe Renault Sport de Fórmula 1.

Renault ZOE – 2016

O ZOE é um compacto urbano de 5 portas 100% elétrico bastante accessível, com design único e linhas muito atraentes. O motor elétrico de 65 kW (88 cv) permite acelerações e retomadas francas, graças ao torque máximo de 220 Nm mesmo em potências mais baixas, além de uma velocidade de ponta de 135 km/h.

O ZOE é oferecido em dois acabamentos, batizados de Expression e Dynamique. O segundo conta com um sistema de carga rápida que permite recarregar a bateria em apenas 30 minutos. O ZOE tem uma autonomia oficial de 240 km (NEDC), mas a Renault estima que esta autonomia seja de 170 km em condições normais de uso. Um sistema de recarga tipo wallbox é fornecido e instalado para cada cliente através da compra de um ZOE zero quilômetro. Graças ao carregador Caméléon™ que o ZOE leva embutido de série, o veículo é compatível com a maioria das estações de recarga, permitindo uma série de opções para otimizar a carga com comodidade.

Fonte: Sala de Imprensa – Renault

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Alstom apresenta suas soluções em mobilidade urbana durante o Connected Smart Cities no Rio de Janeiro

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07 de junho de 2016 – A Alstom participará do evento Connected Smart Cities que acontece nos dias 08 e 09 de junho no Armazém da Utopia, no Porto Maravilha/RJ. O evento que reunirá representantes de empresas e do governo tem como objetivo encontrar o DNA de inovação e melhorias para tornar as cidades inteligentes e mais conectadas entre si, sejam pequenas ou grandes. Dentre os setores que serão representados pode-se citar: mobilidade, urbanismo, meio ambiente, energia, saúde, segurança e educação.

A Alstom terá um estande na área principal de exibição. No dia 09 de junho, o Diretor de Novos Negócios da empresa na América Latina, Cristiano Saito, participará de um painel de discussão de como fomentar a “inteligência” da mobilidade e apresentará as soluções de mobilidade da Alstom para tornar as cidades inteligentes.

Com mais urbanização, é importante impulsionar e repensar a mobilidade para tornar as cidades mais inteligentes, mais conectadas e ambientalmente amigáveis, e a Alstom é a parceira preferencial para ajudar as cidades a atingir esse objetivo. As soluções da Alstom se associam perfeitamente à infraestrutura de transporte multi-modal de uma cidade. Um dos principais pontos fortes da empresa é a sua capacidade de fornecer soluções urbanas totalmente integradas que combinam a sua experiência global e a sua presença local para fornecer a solução de mobilidade de “melhor ajuste” para cidades em todo o mundo.

A Alstom participou do projeto Porto Maravilha com fornecimento de um sistema integrado de Veículo Leve sobre Trilhos para uma linha de 28 km de extensão, ao consórcio VLT Carioca, que inclui: 32 veículos Citadis, sinalização, sistema de telecomunicação; infraestrutura, alimentação de energia pelo solo, sem necessidade de redes aéreas de catenárias, e depósito dos equipamentos.

Conectando outros modais de transporte, as linhas do VLT auxiliarão consideravelmente a redução do trânsito no centro do Rio de Janeiro. O VLT Carioca foi inaugurado no dia 05 de junho e já está aberto ao público[1]. Outras referências chave da Alstom incluem: os sistemas integrados de metrô do Panamá, Los Teques, Guadalajara, Riade, e os sistemas integrados de VLT de Cuenca, Dubai, Lusail e Sydney.

[1] Um trecho de 7 quilômetros

AGENDA

Local: Armazém da Utopia – Porto Maravilha

Av. Rodrigues Alves, Armazém 6, Rio de Janeiro – RJ
Data:
08 e 09 de junho

Horário: Das 9h às 18h

http://www.connectedsmartcities.com.br/

PALESTRA ALSTOM

Cristiano Saito, Diretor de Novos Negócios da Alstom América Latina

Data: 09/06/2016 (quinta-feira)

Horário: 09h

Sobre a Alstom

Promotora da mobilidade sustentável, a Alstom desenvolve e comercializa sistemas, equipamentos e serviços para o setor ferroviário. A Alstom gerencia a maior gama de soluções do mercado – de trens de alta velocidade a metrôs e VLTs – serviços customizados (manutenção, modernização,…) e soluções de infraestrutura e sinalização. A Alstom é líder mundial em sistemas ferroviários integrados. A empresa registrou vendas de €6.9 bilhões e contabilizou €10.6 bilhões em pedidos no ano fiscal 2015/16. Sediada na França, a Alstom está presente em mais de 60 países e conta com mais de 31,000 funcionários atualmente. 

www.alstom.com

Fonte: Assessoria de Imprensa

Jacqueline Takemasa – Karina Brandford

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