A Associação de Revendedores de Veículos Automotores no Estado do Paraná (Assovepar) divulga os resultados do mercado paranaense de veículos seminovos e usados, que incluem automóveis e comerciais leves. De acordo com o levantamento, o setor registrou aumento de 8,6% nas vendas no Paraná no mês de maio em relação ao mês abril. No período, foram comercializadas no estado do Paraná 80.415 unidades, contra 73.987, no mês anterior.
Os dados registram ainda incremento nas vendas do setor, se comparar o mês de maio de 2013, com o mesmo período de 2012, constata-se crescimento de 4%, onde foram comercializadas 77.302 unidades no Paraná, contra 80.415 unidades neste ano.
O presidente da Assovepar Silvan Dal Bello, comenta que os números demonstram um bom empenho do setor, pois além das vantagens de comprar um seminovo e usado, o consumidor também tem se adaptado com as novas regras de compras de mercado. “As aprovações de financiamentos já estão melhorando, gradualmente, não só pelo lojista estar mais centrado numa venda sustentável, mas pelo fato também do consumidor estar realizando a compra com entrada, e isso tem ajudado os revendedores a incrementar as vendas. Outro ponto para o setor ter ganho espaço é que o cliente está observando que comprar um seminovo e usado é mais vantajoso, e isso nos trás expectativas positivas para os próximos meses.”
Os dados são referentes ao mês de maio, fornecidos pela Federação Nacional das Associações dos Revendedores de Veículos Automotores (FENAUTO) com base no relatório do Departamento Nacional de Trânsito (DENATRAN).
Fonte:
Evidência Comunicação
Inês Dumas / Fabiana Lima / Ana Paula Righetto
· Foram registradas, aproximadamente, 640.200 entregas desde janeiro, um aumento de 6,7% comparado a 2012.
· “O desempenho das vendas foi impulsionado pelas taxas de dois dígitos de crescimento na Ásia e nas Américas”, enfatizou Luca de Meo, vice-presidente mundial de marketing e vendas da AUDI AG.
· A nova família do A3 e os modelos SUV fortaleceram os negócios da marca.
São Paulo/Ingolstadt, 6 de junho de 2013 – A AUDI AG registrou contínuo crescimento de vendas em maio. A marca alemã entregou cerca de 137.200 carros para seus clientes, o que representa um aumento de 6,4% em comparação com o mesmo mês do ano anterior. A nova família do A3 e os modelos SUV, em especial, fortalecem o negócio. De janeiro a maio, a Audi vendeu aproximadamente 640.200 carros, estabelecendo um crescimento anual de 6,7%.
“Apesar dos desafios enfrentados pelo mercado europeu, a Audi aumentou as vendas globais no mês de maio. Taxas de dois dígitos de crescimento na Ásia e nas Américas desempenharam papel crucial no aumento”, ressaltou Luca de Meo, vice-presidente mundial de marketing e vendas da AUDI AG. “Os negócios para a Audi são especialmente dinâmicos nos Estados Unidos, onde estamos, claramente, no caminho certo para atingir nossa meta de 150 mil unidades de vendas em 2013″, completou.
As vendas de maio subiram consideravelmente na região das Américas como um todo. Foram 18.000 entregas, que atingiram um aumento de 17,9%. As vendas da Audi na América do Sul aumentaram 29,9% e na América do Norte 16,7%.
O desempenho da marca dos quatro anéis nos Estados Unidos contribuiu significativamente para estes resultados. Somadas 13.228 entregas para os clientes dos EUA, o mês de maio representou um aumento de 15%. As vendas do A5 foram particularmente significativas, com 1.872 unidades, o que representa 48,1% das vendas. Em abril, o RS 5 Cabriolet uniu-se ao RS 5 Coupé como o segundo modelo de alta performance da família A5 nas concessionárias norte-americanas. Modelos esportivos têm se revelado especialmente populares entre os clientes da Audi nos Estados Unidos, pois, nos primeiros cinco meses do ano, as linhas S e RS, que oferecem veículos de alta performance, contribuíram com 20,5% das vendas de Audi. Ao longo de todo portfólio de modelos, 60.571 clientes receberam seu novo Audi nos Estados Unidos, de janeiro a maio, o que correspondeu a um aumento ano- a-ano de 15,4%.
No total, o Q5 provou ser o modelo Audi mais popular dos Estados Unidos nesse período. Nas Américas, a montadora vendeu 14.817 unidades deste SUV, de janeiro a maio, com crescimento de 37,7%. O Q7 manteve sua popularidade, apresentando um aumento de 42,3% nas vendas.
A dinâmica de crescimento para a marca alemã também ficou evidente em outros lugares na América do Norte. As vendas no Canadá (1.940 unidades) aumentaram 17,6% em maio e as entregas cresceram 39,8% no México (1.060 unidades).
Na Europa, as condições econômicas adversas nos vários mercados afetaram o total de entregas de maio. No continente de origem da montadora baseada em Ingolstadt, as vendas de cerca de 65.500 veículos foram responsáveis por uma queda ano-a-ano de 3,4%. Isso foi particularmente visível na França (-11,7% e 4.858 unidades) e na Itália (-10,1% e 4.258 unidades). Na Alemanha, um total de 23.303 veículos foram entregues, cerca de 7,9% menos do que em maio de 2012.
As vendas de maio na Espanha alcançaram novamente as do mês do ano anterior
(3.333 unidades, +0,5%). Na Rússia, as vendas subiram 3,3% para 3.151
veículos. A Audi continua a crescer significativamente no Reino Unido. Foram 11.952 unidades vendidas em maio, fato que resultou num aumento de 19,3%. Os clientes do Reino Unido tiveram especial interesse pelo A1 e Q3, bem como pela nova família A3, com seu mais novo membro, o A3 Sportback, lançado recentemente. Como resultado, o total de vendas da Audi na Europa, durante os primeiros cinco meses de 2013, ascenderam cerca de 318.600 mil unidades e foram de apenas 0,7% menor do que no mesmo período do ano passado.
Nestas vendas regionais, outro lançamento importante no mercado será o novo A3 sedan, que estará disponível na Europa a partir deste outono (Alemanha). A produção em série começará nos próximos dias na planta de produção ampliada em Gyor, Hungria.
Como nas Américas, a Audi obteve um crescimento de dois dígitos na região da Ásia-Pacífico. As vendas de maio aumentaram 17,5% para cerca de 48,9 mil unidades. Estes números foram alimentados principalmente pelas vendas da China. As concessionárias da Audi entregaram 42.140 carros aos clientes chineses, registrando um aumento de 16,2%. De janeiro a maio, a Audi vendeu 183.660 unidades na China, um crescimento de 14,4%. O recente lançamento do Q3 da produção local ajudou a impulsionar as vendas da Audi no Reino Médio, como fez o A4 L e A6 L. As vendas ano-a-ano do A4 L aumentaram 10,1%, com 46.330 unidades, e do A6 L cresceram 20,5%, com 61.692 unidades nos primeiros cinco meses de 2013.
Outros mercados também contribuíram para o crescimento da Audi na região da Ásia-Pacífico. A empresa vendeu 2.111 carros no Japão em maio, um aumento de 23,4 %, enquanto o crescimento de 28,8% na Coréia do Sul foi atribuído às vendas de 1.610 unidades. Na Índia, a marca dos quatro anéis alcançou um crescimento de 57,4% com a venda de 710 automóveis premium.
Fonte:
Comunicação Produto Audi Brasil
Charles Marzanasco
Supervisor de Imprensa
Departamento de Imprensa Audi Brasil
PR-Trainee
Bruna Cury
In Press Porter Novelli Assessoria de Comunicação
Nathália Sanches
Bruna Gomes
Lia Mara Sacon
· Audi A4, Audi Q3 e Audi A1 foram os modelos mais vendidos nos cinco primeiros meses do ano.
· Expectativa é que novo Audi A3 Sportback, que chega na segunda quinzena de junho, passe a ser o campeão de vendas da marca no País, impulsionando ainda mais as vendas.
· Até maio, a empresa alemã já lançou cinco novos veículos no mercado brasileiro.
São Paulo, 6 junho de 2013 – Com um portfólio de modelos totalmente renovado e preços mais competitivos por conta das cotas do Inovar-Auto, a marca alemã Audi comemora o bom desempenho no mercado brasileiro. Nos cinco primeiros meses do ano, a empresa já comercializou 2.304 automóveis, um aumento bastante significativo na comparação com o mesmo período de 2012, quando a marca vendeu 1.656 unidades. Só no mês de maio foram 406 veículos, um crescimento de 40% em relação ao mesmo mês do ano passado, com 306 unidades vendidas.
Os preferidos dos consumidores de janeiro a maio foram Audi A4 (634 unidades vendidas), Audi Q3 (589 unidades) e Audi A1 (541 unidades). O compacto premium da Audi foi o campeão de vendas da marca em maio, com 157 unidades. Mas o posto de campeão de vendas do Audi A1 em breve deve ser tomado pelo novo Audi A3 Sportback, que chega ao mercado brasileiro na segunda quinzena de junho, repleto de novas tecnologias e com preço atraente. O hatch premium de cinco portas, virá equipado com duas opções de motorização – 1.4 TFSI, com 122 cv; e 1.8 TFSI, com 180 cv -, câmbio S tronic de sete velocidades com dupla embreagem e sistema de navegação com MMI Touch.
“A perspectiva é que o novo Audi A3 Sportback passe a ser o veículo mais vendido da Audi no Brasil. O modelo tem todos os atributos para agradar aos consumidores mais exigentes, além do design atraente e de um pacote completo de itens de série que garantem segurança, conforto e interatividade”, destaca Leandro Radomile, presidente da Audi Brasil.
Com um portfólio completo para diversos tipos de consumidores, a Audi lançou, só em 2013, cinco novos modelos no mercado brasileiro: Audi A6 Allroad, Audi RS 4, Audi A3 Sport, Audi Q5 V6 3.0 TFSI e Audi S7.
Fonte:
Comunicação Produto Audi Brasil
Charles Marzanasco
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Bruna Cury
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O Ford Focus ampliou a sua liderança no segmento de hatches médios e conquistou em abril 25,2% de participação. Essa presença consolida o Focus como o modelo médio com carroceria hatchback mais vendido no quadrimestre no mercado brasileiro, superando o ritmo de vendas mensais no último mês.
“O Focus Hatch vem mantendo a sua liderança conquistada em 2012 e tem uma participação expressiva no segmento de hatches médios, que é um dos mais disputados do mercado, com mais de 20 competidores e seguidos lançamentos”, diz Ricardo Bianchi, supervisor de Marketing de Varejo da Ford. “Ele é um veículo com alta lealdade dos consumidores, que reconhecem o seu padrão de qualidade e atributos técnicos, com o conjunto mais equilibrado de estilo, conforto e dirigibilidade da categoria.”
Completo e competitivo
Carro de passageiros mais vendido do mundo, o Focus faz parte de uma família de veículos de alto prestígio mundial. No Brasil, é disponível nas versões 1.6 e 2.0 Flex e vem equipado de série com airbag duplo, freios ABS, alarme, computador de bordo com controle na coluna de direção, volante em couro com insertos cromados, ajuste de altura dos faróis, farol de neblina dianteiro e rodas de liga leve de 16 polegadas.
A versão 2.0 oferece botão de partida sem chave Ford Power, comandos do rádio no volante, som premium com Bluetooth, conexão USB, iPod e comandos de voz, acendimento automático dos faróis, sensor de chuva e espelho retrovisor interno eletrocrômico. Como opcionais são oferecidos bancos de couro, ar-condicionado automático digital com controle individual de temperatura para motorista e passageiro, piloto automático, banco do motorista com ajuste elétrico de altura, teto solar elétrico e sensor de estacionamento.
Fonte: (14/05/2013) Imprensa Ford
· Desde janeiro, cerca de 503.000 unidades foram entregues globalmente, um crescimento de 6,7%.
· “O movimento norte americano e asiático impulsiona o crescimento no mundo todo”, ressalta Luca de Meo, vice-presidente mundial de marketing e vendas da AUDI AG.
· Na China, lançamento do Q3, produzido localmente, e da nova geração do Q5.
São Paulo, 7 de maio de 2013 – A Audi iniciou o segundo trimestre com crescimento nas vendas. Em abril, a empresa com sede em Ingolstadt, vendeu cerca de 133.500 veículos, o que representa um aumento de 6,6% em comparação com o mesmo mês do ano anterior. Em particular, a demanda pela nova família A3 e pelos modelos SUV Q3, Q5 e Q7 reforçam os negócios para a marca dos quatro anéis. Desde o início deste ano, cerca de 503 mil clientes optaram por um Audi, significando crescimento de 6,7%. Pela primeira vez, a marca ultrapassa o marco de meio milhão de entregas em apenas quatro meses.
“Mesmo com a difícil situação do mercado europeu, consideramos positivas nossas vendas globais do mês de abril. Especialmente nos EUA e China, que estão definindo o ritmo da marca”, diz Luca de Meo, vice-presidente mundial de marketing e vendas da AUDI AG. “Estamos fortalecendo ainda mais a nossa posição na China com o lançamento do Audi Q3, produzido localmente, em um segmento muito dinâmico. Já hoje, grande parte dos clientes do mercado de luxo chinês decide por um SUV”, completa.
O Q3 entrou em produção há algumas semanas na cidade de Changchun e é o quarto modelo produzido localmente, juntamente com o A6 L, A4 L e Q5. As primeiras unidades do SUV compacto estão disponíveis nas concessionárias chinesas desde abril. Além disso, a nova geração do Q5, modelo extremamente popular na China, entrou nos showrooms no mês passado. Juntamente com o Q7, as vendas dos modelos SUVs da Audi na China aumentaram 31,3%, com 11.784 unidades comercializadas em abril. Assim como as vendas do A4 L tiveram um forte crescimento de 19,5%, com 10.426 novas unidades emplacadas. Em toda a linha de modelos, a Audi registrou um crescimento de 13,1%, com 38.710 veículos entregues no mês passado. De janeiro a abril, a Audi entregou 141.520 automóveis para os clientes chineses, um aumento de 13,9%.
Outros mercados que também contribuíram para o movimento de crescimento contínuo da Audi foram os países da região Ásia-Pacífico, com aumento de dois dígitos em abril. No Japão, por exemplo, a marca dos quatro anéis expandiu seus negócios em 36,3%, com 1.858 carros vendidos; na Coréia do Sul foram 35,7%, com 1.711 unidades comercializadas; e na Índia cresceu 37%, após a entrega de 770 automóveis.
Na Europa, no entanto, a Audi não escapou da situação econômica geral. Em abril, as vendas na região diminuíram 1,9%, o que representa a venda de 65.500 automóveis de luxo. Na França, onde a Audi atingiu crescimento de 13,7% nas vendas, no mesmo mês do ano anterior, as entregas em abril de 2013 diminuíram proporcionalmente (-10,2%, com total de 5.648 carros entregues). Na Itália, a imersão da Audi representou 19,4% no mês passado, o que corresponde a 3.920 unidades vendidas. Em comparação com o mesmo mês do ano anterior, o resultado reflete a condição negativa do mercado, bem como o fato de que, em abril de 2012, dois novos modelos, o A1 Sportback e o Q3, acabavam de chegar ao mercado. Ao contrário da Alemanha, onde as vendas caíram 3,7%, com 23.411 carros, Rússia apresentou expansão de 11,1% (3.651 carros) e Reino Unido apresentou, particularmente, forte crescimento entre os principais mercados europeus de vendas. No Reino Unido, a demanda pelos modelos da Audi aumentou 9,4%, o que representa a venda de 10.205 carros em abril. Como em muitos outros mercados europeus, o sucesso do A3 Sportback e da nova geração do Q5 teve um impacto positivo. No geral, as vendas durante os primeiros quatro meses de 2013 na Europa igualaram a quantidade do ano anterior, com 253.050 unidades entregues. Isto significa que a atividade da Audi AG na Europa está por desenvolver uma forma muito mais estável do mercado global da região.
Nos EUA, a Audi continuou com forte desempenho, assim como nos meses anteriores, com um crescimento substancial de 14,2%, o que totaliza 13.157 entregas em abril. A marca obteve, novamente, muito sucesso com seus modelos full-size: 467 clientes receberam um novo Audi A8, número 30,4% maior do que em abril de 2012. Este mês, a versão a diesel do carro-chefe da marca está, pela primeira vez, disponível nas concessionárias dos EUA. À medida que o ano avança, a Audi ampliará o ofensivo TDI nos EUA para os modelos A6, A7 e Q5. Segundo sedan completo da Audi, o A6, também progrediu nos EUA no mês passado, com crescimento de 21,7% e 1.905 unidades vendidas. Os SUVs da marca continuam com extrema popularidade entre os clientes dos EUA: a Audi da América registrou 1.183 entregas de Q7 em abril (+33,4%), e 3.241 do Q5 (+31,6%).
Enquanto isso, o México alcançou outro crescimento para a Audi na América do Norte. Com um aumento de 54,7%, o que representa 3.553 unidades vendidas de janeiro a abril de 2013, a Audi é a marca que lidera o mercado automotivo mexicano. Somente em abril, as vendas cresceram 74,8% em comparação com o mesmo mês do ano anterior, impulsionado, por exemplo, por uma forte demanda do novo A3. A partir de 2016, a Audi vai produzir o Q5 para o mercado mundial na cidade mexicana de San José Chiapa. No último sábado (4/5), o Conselho de Gestão da AUDI AG colocou a pedra fundamental da nova fábrica de automóveis no país.
Fonte:
Comunicação Produto Audi Brasil
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O Grupo Audi entregou 1.455.100 carros da marca Audi para os clientes em 2012. Em 2012, a empresa contabilizou receita de € 48.8 bilhões e um lucro operacional de € 5.4 bilhões. A Audi produz veículos em Ingolstadt e Neckarsulm (Alemanha), Györ (Hungria), Changchun (China) e Bruxelas (Bélgica). O Audi Q7 é construído em Bratislava (Eslováquia). Em novembro de 2012, a produção CKD do Audi Q7 foi adicionada as já existentes operações de fabricação CKD do Audi A4, A6 e Q5 em Aurangabad (Índia). Na planta de Bruxelas, a produção do Audi A1 está em funcionamento desde maio de 2010, enquanto a produção do novo A1 Sportback começou em 2012. O Audi Q3 está sendo construído em Martorell (Espanha) desde Junho de 2011. Atualmente a empresa está presente em mais de 100 mercados em todo o mundo. As subsidiárias da AUDI AG incluem AUDI HUNGARIA MOTOR Kft. (Győr / Hungria), Automobili Lamborghini Holding S.p.A em Sant’Agata Bolognese (Itália), AUDI BRUSSELS S.A./N.V. em Brussels (Bélgica), quattro GmbH, em Neckarsulm, e a fabricante de motos esportivas Ducati Motor Holding SpA (Bolonha / Itália). A Audi emprega atualmente cerca de 68.000 pessoas em todo o mundo, sendo cerca de 50.000 na Alemanha. A marca dos quatro anéis planeja investir um total de € 11 bilhões até 2015, principalmente em novos produtos e na extensão da capacidade de produção, a fim de sustentar a liderança tecnológica da empresa incorporada ao slogan “Vorsprung durch Technik”. A fabricante está atualmente expandindo sua planta em Győr (Hungria), vai começar a produção em Foshan (China) no início de 2014 e em San José Chiapa (México) a partir de 2016.
A Audi tem cumprido com sua responsabilidade social em vários níveis, com o objetivo de garantir um futuro digno para as próximas gerações. Por isso, proteção ambiental, conservação dos recursos, competitividade internacional e uma política prospectiva de recursos humanos formam a base para o sucesso duradouro da Audi. Um exemplo do compromisso da AUDI AG para as questões ambientais é também a recém-criada Fundação Audi do Meio Ambiente. Sob o título de “Mobilidade Audi Equilibrada”, a companhia está direcionando suas atividades para um objetivo maior – a mobilidade com emissão de CO2 neutralizada.
Empresa de origem europeia, que fabrica produto para conservação e proteção do combustível e limpeza do sistema de motores movidos a Diesel e Biodiesel, participa da 20ª edição da Agrishow
A cidade de Ribeirão Preto (SP) deve receber mais de 150 mil pessoas até esta sexta-feira (3), durante a 20ª edição da Agrishow, tradicional feira de tecnologia agrícola. Um dos expositores do evento, a empresa internacional Actioil, está comemorando o expressivo crescimento de 650% em vendas no Brasil, em 2012. Apenas nos quatro primeiros meses de 2013, a marca já tem encomendas com volumes superiores a todo o ano passado.
Em 2010, a empresa trouxe ao mercado brasileiro o produto de tratamento multifuncional A550, específico para a conservação e proteção do combustível e para limpeza, proteção e de sistemas de combustível e motores Ciclo Diesel que utilizam Diesel e Biodiesel (tanques, tubulações, bombas, injetores e motores). A solução visa o tratamento antibacteriano, antioxidante, estabilizante orgânico, entre outros dos sistemas para a correta combustão e proteção do motor.
Em apenas dois anos de comercialização no país, o A550 já é recomendado pelas marcas Case, New Holland, Iveco, Volvo, Renault, PESA Caterpillar e BR Petrobras, “Além disso, estamos em negociação com outras montadoras, tanto no transporte, quanto nos setores agrícola, marítimo, industrial, termelétrico e de construção”, adianta o diretor geral da Actioil para o Brasil e América Latina, Gilles Grimberg.
No estande de 150 metros quadrados que a empresa montou na Agrishow, em conjunto com a Actiplus, empresa responsável pela distribuição e logística da Actioil no Brasil, estão sendo feitas demonstrações do produto e apresentação de cases de sucesso. Além da equipe técnico/comercial de 14 pessoas que apresenta ao setor agrícola a Solução Actioil em tratamento de óleo Diesel e proteção de motores, estão presentes no evento os diretores mundiais da empresa e criadores da fórmula do A550: Marcel Sztabowicz e Laurent Taieb.
“Temos diversos testemunhos de usuários do produto. Eles garantem que a utilização do A550 da Actioil oferece uma grande segurança aos equipamentos utilizados, garantindo a colheita da safra, visto que eles não sofrem mais com problemas anteriores”, destaca o diretor comercial da Actiplus, Rafael Rodrigues. “A Actioil vai além da comercialização de um produto, pois oferecemos aos clientes um completo suporte técnico sobre motores e combustíveis”, complementa Rodrigues.
TRADIÇÃO
Apesar de estar no Brasil há pouco tempo, a marca Actioil possui uma experiência de mais de 10 anos na fabricação e comercialização, no mundo, desta solução multifuncional para a limpeza, proteção e conservação do sistema de combustível de veículos e tanques de estocagem – desenvolvido em conjunto com fabricantes de veículos e equipamentos.
O tratamento com o produto A550 resulta na proteção dos motores e em aumento da vida útil do Diesel ou Biodiesel, com a eliminação dos riscos de contaminação por micro-organismos; inibição do processo de oxidação do combustível, aumento da lubricidade, preservando os componentes do motor que têm contato com o combustível, a redução do processo de corrosão dos reservatórios; formação de película protetora (filmogênica), restauração do sistema mecânico e, principalmente, a diminuição da fumaça preta e de gases de combustão, melhorando o processo de combustão, e impactando na redução de dióxido de carbono, ou seja, do efeito estufa.
O A550 preserva todo o sistema por onde circula o combustível, ao longo de todo o processo de estocagem e logística até a utilização nos motores, incluído os escapamentos e catalisadores, além de impactar significativamente na redução dos custos de manutenção de motores e equipamentos que utilizam estes combustíveis.
O tratamento no tanque protege o sistema de combustível, sendo que a aplicação é feita apenas uma vez a cada seis meses, utilizando apenas 0,5% do produto, em relação à capacidade total de litros do tanque. Já no tanque de estocagem de Diesel/Biodiesel, é utilizada a proporção de 0,3% do produto em relação ao volume total, protegendo o reservatório por dois anos. A eficiência do tratamento permanece, em ambos os casos, independente de quantas vezes o tanque for reabastecido. “Este é o diferencial do tratamento com Actioil”, destaca Gilles Grimberg.
Na Europa, marcas como Volvo, Renault Trucks, New Holland, Case, algumas da indústria petrolífera (de produção e distribuição), entre outras, já utilizam o produto. No Brasil, o A550 é comercializado tanto para o mercado automotivo e industria petrolífera, quanto para o consumidor final, em embalagens de 1L, 5L, 20L, 200L e 1.000L, e isotank de 20.000l, dirigido a indústria (termelétricas).
EFICIÊNCIA, SEGURANÇA e REDUÇÃO DE CUSTOS
O A550 contém um poderoso tratamento com 22 funções. São 78 moléculas, dentre elas um Biocida determinado pela Actioil por suas características biodegradáveis, para eliminar definitivamente as bactérias, leveduras e fungos. O produto, possui autorização do Ibama – Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e de Recursos Naturais Renováveis – e Registro na ANP – Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis.
O diretor de operações da Actiplus, Fábio Marques, explica que um dos problemas mais comuns em máquinas, caminhões e outros equipamentos com motores ciclo Diesel é a formação de resíduos sólidos (mais conhecidos como borra). “A formação de borra entope os filtros, contaminando o circuito de injeção dos motores: bombas de alta pressão, injetores, tanques, etc.”, descreve Marques. “Com o sistema restaurado, as emissões atmosféricas diminuem, além de gerar um efeito positivo na longevidade dos motores”, complementa.
O tratamento com o produto é eficiente também na fase de armazenamento e transporte, protegendo dos efeitos térmicos (condensação), de contato com metais e de incidência da luz (oxidação), aumentando a vida útil do combustível. “O A550 contém um componente que deixa uma camada protetora nas paredes dos tanques, evitando qualquer efeito catalizador de oxidação pelos cátions metálicos (couple electrolitiques)”, finaliza Gilles Grimberg.
Serviço:
Actioil do Brasil
Fone: 55 41 3019 6719
www.actioil.com
Actiplus – Distribuição e Logistica
Fone: 55 41 3779 0060
www.actiplus.com.br
Fonte:
Central Press
Claudio Stringari / Lorena Nogaroli
www.centralpress.com.br
Com o aquecimento do mercado de seguros, Smartia deve vender 15 mil apólices este ano
O brasileiro está mais preocupado com o seguro de automóveis. Segundo a Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), órgão que regulamenta o setor, em 2012, houve arrecadação de 28,3 milhões de reais em prêmio. Em 10 anos, o valor de arrecadação em prêmio direto cresceu quase 10 milhões de reais. Em 2002, segundo a SUSEP, esse valor foi de 20,1 milhões de reais.
Nos dias atuais, em que a internet virou a principal fonte de pesquisa e é cada vez mais usada na aquisição de bens e serviços, a cotação de seguro online vem aumentando. O site da Smartia, empresa pioneira na venda de seguros de carros pela internet, já teve mais de um milhão de acesso desde a sua criação.
Rodrigo Caixeta, CEO da Smartia, acredita que “o seguro online representará 10% do mercado segurador dentro de cinco anos”. A empresa, que oferece cotação em tempo real com oito seguradoras (Allianz, BNP Paribas – Cardif, Bradesco Seguros, HDI Seguros, Liberty Seguros, Marítima Seguros, Tokio Marine Seguradora e Zurich Seguros), tem hoje 80 funcionários e vê expansão nos negócios. Para Caixeta, “até o final do ano, a empresa estima vender 15 mil apólices de seguro”.
No Brasil, a frota de veículos automotores é de mais de 76 milhões de unidades, sendo que destes mais da metade, ou seja, mais de 42 milhões são automóveis, segundo dados do DENATRAN. Com o incentivo do governo, de manter o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) reduzido até dia 31 de dezembro de 2013, houve também incremento na venda de automóveis novos.
Somente em março, segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) foram comercializadas 787.678 unidades de automóveis e comerciais leves, de janeiro a março deste ano, no país. Somente em março foram vendidos 268.359 carros, alta de 20,6% em relação às vendas em fevereiro deste ano.
Fonte:
In Press Porter Novelli
Gisele Amaral
A Renault do Brasil foi uma das montadoras que mais cresceram no Brasil em 2012 e os resultados colocaram a marca em destaque junto ao mercado brasileiro mas tamb&eacu te;m dentro do próprio Grupo Renault. O crescimento da marca foi quatro vezes superior ao do mercado brasileiro de automóveis, totalizando mais de 24% de aumento em relação a 2011. As vendas foram recordes com mais de 241.000 unidades e a participação de mercado ficou em 6,6%, 0,9 ponto percentual acima do ano anterior . Esse expressivo desempenho resultou na conquista, pelo presidente da Renault do Brasil, Olivier Murguet, do President Awards 2013, uma premiação de reconhecimento realizado anualmente pelo Grupo Renault.
Durante a premiação, realizada na manhã de ontem, em Paris, na França, Olivier Murguet recebeu o troféu na categoria “Executivos” das mãos do presidente do Grupo Renault, Carlos Ghosn. O President Awards é um reconhecimento aos homens e mulheres que se destacaram por seu compromisso, talento e senso de inovação, contribuindo significativamente para o desempenho dos negócios no ano de 2012.
No contexto do Grupo Renault, os resultados no Brasil contribuíram significativamente para o processo de aceleração das vendas fora da Europa em 2012. Hoje o Brasil já é o segundo maior mercado, superado apenas pela França.
Além dos bons resultados no ano passado, a Renault do Brasil conduziu com sucesso também o projeto de ampliação da capacidade produtiva do Complexo Ayrton Senna. Concluído em fevereiro deste ano, o projeto permitiu um salto da capacidade instalada, que passou de 280.000 para 380.000 carros por ano.
Fonte:
Renault Sala de Imprensa
A inauguração da nova fábrica de veículos da Renault representa mais um importante passo na evolução da marca no mercado e reafirma o seu compromisso com o Paraná e com o Brasil. Nos últimos três anos, a Renault cresceu bem acima do mercado brasileiro e este resultado é fruto de uma estratégia baseada em três pilares: renovação e ampliação da gama de produtos; expansão da rede de concessionárias e aumento da capacidade produtiva. Trabalhando em três turnos desde maio de 2011, esta inauguração é fundamental para que a Renault atinja suas metas de produção e vendas e continue a crescer nos próximos anos.
A conclusão desse projeto, que resulta de investimentos de R$ 500 milhões e fazem parte de um plano total de R$ 1,5 bilhão para o período 2010-2015, representa o compromisso assumido pelo presidente mundial do Grupo Renault, Carlos Ghosn, em outubro de 2011, de ampliar a capacidade de produção do Complexo Ayrton Senna e gerar novos empregos. Este projeto faz parte do Programa Paraná Competitivo, uma iniciativa do governo do Estado do Paraná para incentivar os investimentos no setor produtivo da região.
A finalização da obra eleva a capacidade produtiva da Renault – do qual fazem parte as fábricas de automóveis, de comerciais leves e de motores – de 280.000 para 380.000 veículos por ano. A fábrica de automóveis, responsável pela produção dos modelos Duster, Sandero e Logan, aumenta a capacidade de produção de 220.000 para 320.000 unidades anuais. A fábrica de comerciais leves mantém sua capacidade em 60 mil veículos por ano.
A conquista de novos patamares de produção vem acompanhada também da geração de novos empregos. Desde 2011 foram abertos 1.200 novos postos de trabalho, que conta hoje com 6.500 colaboradores. Este número deverá continuar crescendo este ano, na medida em que o ritmo da produção aumentar para atender as demandas do mercado. Vale lembrar que o parque de fornecedores da Renault no Paraná também gera outros 25.000 empregos indiretos.
Todas as fases do processo produtivo foram contempladas pelos investimentos, tais como estamparia, carroceria, pintura, montagem, logística, bem como grande parte da infraestrutura interna do Complexo, como estacionamentos, restaurantes, ambulatório, entre outras áreas de suporte.
A área de Estamparia, onde se inicia o processo de fabricação, ganhou uma linha de cortes totalmente nova, com capacidade para 180 mil peças por mês. Sua função é cortar as bobinas de aço em chapas adequadas ao uso nas prensas. Sua inauguração aconteceu em meados de 2012.
Na área de Carroceria, área onde são unidas as peças estampadas que formam as carrocerias dos veículos, foram instalados 64 novos robôs e 295 pinças de solda, além de outros equipamentos. Entre eles, um dispositivo giratório de troca de ferramentas, cuja tecnologia permite a montagem das laterais de modelos diferentes no mesmo módulo de trabalho. Com isso, a nova linha pode operar com duas plataformas de veículos e quatro modelos diferentes.
O processo de Pintura é totalmente novo. A área ganhou 42 novos robôs, dos quais 24 destinados à aplicação de tintas e vernizes e outros 18 para aplicação da massa de vedação e antirruído nas carrocerias. Além disso, foi instalado mais um tanque de desengraxe das carrocerias e aumentado o de banho anticorrosão de 250 m³ para 280 m³.
A área destinada à Montagem, que representa a fase final do processo de produção, foi aumentada em 75%, ou seja, passou de 16.000 m² para 28.000 m², tornando-se, inclusive, uma das mais rápidas entre as unidades do Grupo Renault. Totalmente novo, o sistema de transporte aéreo de carrocerias conta agora com mais de 1 km de extensão. Foi instalado ainda um novo sistema de casamento do conjunto composto pelo motor, caixa de velocidades, escapamento, tanque de combustível e suspensão dianteira e traseira com a carroceria, gerando mais desempenho. A área ganhou também uma moderna linha de montagem de rodas com capacidade de 330 unidades /hora.
Para garantir a estocagem, controle e movimentação peças e componentes que abastecem as linhas de produção, foi necessária a construção de um Centro de Preparação Logística (CPL) totalmente novo. Com área de 35.000 m² e 12 metros de altura – equivalente a um prédio de 4 andares – o centro recebe peças e componentes de mais de 140 fornecedores, em um movimento médio diário de 200 caminhões e 25 contêineres.
As operações de movimentação de cargas dentro do Centro são realizadas por modernas empilhadeiras com câmeras de vídeo que permitem a visualização das prateleiras superiores e ainda realizam o gerenciamento da entrada e saída de peças enviando informações através de um sistema wi-fi. Com o controle automatizado das prateleiras é possível otimizar as operações de alimentação das linhas.
O projeto de expansão da capacidade de produção foi um verdadeiro desafio tecnológico. Construir “uma nova fábrica dentro da fábrica”, exigiu um trabalho de engenharia de alto nível e contou com a participação de mais de 120 empresas do Paraná e de outras regiões do Brasil, envolvendo cerca de 1.500 pessoas. Trata-se, portanto, de um projeto brasileiro, ousado e corajoso, jamais realizado em nenhuma outra fábrica da Renault no mundo e que contou com o que existe de melhor do know-how da Aliança Renault-Nissan.
“A conclusão dessa obra reafirma nosso compromisso de continuar investindo no Paraná e no Brasil, e também de oferecer produtos sempre renovados e concebidos ao estilo e ao gosto do consumidor brasileiro”, destaca Olivier Murguet, Presidente da Renault do Brasil.
Renault anuncia novas ações em responsabilidade social
Durante a cerimônia de inauguração da sua Nova Fábrica de Automóveis, a Renault anuncia também importantes ações de responsabilidade social de iniciativa do Instituto Renault. Em reconhecimento ao trabalho social da médica Zilda Arns, fundadora e coordenadora internacional da Pastoral da Criança e da Pastoral da Pessoa Idosa, a Renault faz uma homenagem especial dando seu nome ao novo Centro Médico do Complexo Ayrton Senna. Falecida em janeiro de 2010, no Haiti, Zilda Arns foi uma personalidades marcantes no cenário mundial por sua dedicação às causas sociais.
O Presidente da Renault, Olivier Murguet, anuncia ainda a doação de um prédio e de um terreno para a Associação Borda Viva, para abrigar um Centro Municipal de Educação Infantil (Cmei). Com capacidade para atender aproximadamente 120 crianças, o Centro será instalado e administrado pela Prefeitura Municipal de São José dos Pinhais. As instalações, totalmente novas, possuem 416 metros quadrados de área construída, em um terreno de 1.390 metros quadrados.
A Associação Borda Viva, de quem a Renault é parceira desde 2010, é uma entidade sem fins lucrativos que atende crianças, jovens e mulheres da região, caracterizando-se como um núcleo de desenvolvimento social da Comunidade Borda do Campo. Anualmente, cerca de 7.000 pessoas são beneficiadas por seus projetos. Os Cmei desenvolvem ações de educação e cuidados para o desenvolvimento integral das crianças de 0 a 6 anos de idade, além de fornecer alimentação, segurança e higiene e atividades de recreação e literatura, entre outras.
No âmbito da parceria com o Programa do Voluntariado Paranaense (Provopar), a Renault realiza a doação de dois veículos para uso da entidade: um Novo Master Furgão, para o transporte de doações recebidas, e também um Fluence, para facilitar os deslocamentos das equipes no estado.
O Provopar atua em parceria com a sociedade civil e órgãos governamentais, colocando em prática programas de natureza social através de ações de caráter emergencial, mediante políticas compensatórias e de caráter estrutural e apoio aos projetos de geração de renda.
Outro momento importante é o anúncio da homologação do Laboratório de Emissões Veiculares da Renault pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). Através dele, fica atestada a competência técnica do laboratório tanto do ponto de vista dos recursos humanos como de equipamentos. Este fato proporciona mais autonomia à Renault na realização de seus ensaios e testes com motores.
Instituto Renault: investimento no desenvolvimento social da região
O Instituto Renault, lançado em 2010, atua em quatro eixos de trabalho – Educação, Segurança no Trânsito, Desenvolvimento Social e Diversidade, e Sustentabilidade Ambiental e Mobilidade. Suas ações já impactaram, direta ou indiretamente, cerca de 300.000 pessoas.
A parceria do Instituto com o projeto Borda Viva merece destaque. Focado na comunidade do Bairro Borda do Campo, vizinha do Complexo Ayrton Senna, este projeto atende crianças, jovens e adultos com atividades socioeducativas, espaço de convivência e formação profissional para geração de renda.
As atividades voltadas para a diversidade também têm contam com atenção especial. O Women’s Fórum for Economy and Society, realizado pela primeira vez no Brasil em 2012, foi patrocinado pela Aliança Renault-Nissan. O evento reuniu mais de 400 participantes – entre empresários, políticos e personalidades – para promover novas redes brasileiras e internacionais de ações e oportunidades voltadas às mulheres, para impulsionar negócios, a economia e a sociedade em geral.
No eixo de sustentabilidade ambiental, vale destacar que a Renault possui uma das maiores reservas ambientais do Brasil entre as empresas do setor: 60% de seus 2,5 milhões de m2 são de mata nativa preservada, com presença de mais de 140 espécies de mamíferos, aves, peixes, anfíbios e répteis. No Complexo Ayrton Senna 100% dos resíduos são gerenciados: 95% são enviados para reciclagem e 5% são reprocessados. Em 2012, 64 mil toneladas de materiais como isopor, borra de óleo, papel branco, madeira, papelão, plástico e lodo da pintura foram reciclados. Todas as fábricas da Renault são certificadas com a ISO 14.001 desde 2003.
RENAULT NO PARANÁ: DESDE 1998 TRAZENDO CRESCIMENTO PARA A REGIÃO
A Renault marcou uma nova e importante fase na evolução econômica do Paraná. A montadora foi a primeira newcomer a confiar no potencial do mercado brasileiro e desde sua instalação, em 1998, vem investindo no desenvolvimento da região.
Nos últimos anos, a Renault vem registrando crescimentos superiores à média do mercado brasileiro, e em 2012 consolidou de vez a sua posição entre os 5 maiores fabricantes nacionais de automóveis, com participação de 6,6% do mercado. A previsão é alcançar 8% até 2016.
Para alcançar esses resultados foi fundamental a estratégia de ampliação e renovação da gama de produtos e de crescimento da rede de concessionárias. O ano de 2012 foi marcado pela chegada de modelos como Novo Clio, Fluence GT, Duster Tech Road, Sandero GT Line e pela nova linha de motores. Neste ano, a mais recente novidade foi o lançamento do Novo Renault Master – mesmo modelo comercializado na Europa – líder em vendas no segmento de comerciais leves no Brasil nos últimos seis meses, com 4 diferentes versões (furgão, chassi-cabine, minibus e vitrê), capazes de receber mais de 70 diferentes configurações.
Na área comercial, em 2011 a rede era composta por 204 concessionárias. Em 2012 este número cresceu 15%, alcançando 235 unidades. Para este ano o objetivo é crescer mais 17%, com a instalação de 40 novas lojas, e alcançar 275 concessionárias no País, conquistando uma cobertura de 83% do território nacional.
A instalação da Renault no Paraná beneficiou também outros elos da cadeia produtiva, atraindo dezenas de fornecedores de peças e serviços para a região, gerando, além dos seus atuais 6.500 empregos diretos, outros 25 mil indiretos. Desde 2011, a marca faz parte do seleto grupo das 150 Melhores Empresas para Trabalhar, conforme pesquisa realizada pela revista Exame.
Além de produzir uma moderna gama de veículos de passeio e também de comerciais leves, a Renault preocupou-se em garantir o desenvolvimento desses produtos aqui mesmo no Brasil. Por isso a marca reforçou seu centro de engenharia, o Renault Tecnologia Américas (RTA). Instalado em 2007, o RTA tem por objetivo desenvolver produtos voltados às necessidades e ao perfil do consumidor latino-americano e conta hoje com uma equipe de mais de 600 engenheiros.
Além dele, investiu também na instalação do Design America Latina (RDAL), centro responsável, por exemplo, pelo design do Novo Sandero. O RDAL foi o primeiro estúdio de design da marca no continente americano, que colocou o Brasil no seleto grupo de países escolhidos pela Renault para a abrigarem seus centros de criação nesta área.
No âmbito institucional, 2012 foi marcado por ações históricas. Em junho, a Renault firmou os direitos de naming rights do Expo Renault Barigui, um centro de exposições instalado no principal parque de Curitiba (PR), o Parque Barigui. Neste ano, a Renault é patrocinadora do o Festival de Teatro de Curitiba, o maior do gênero no país. Em nível nacional, a marca firmou os direitos de naming rights da principal sala de espetáculos musicais de projeção internacional de São Paulo, que passou a se chamar Teatro Renault (antigo Teatro Abril).
RENAULT NO PARANÁ – FATOS E NÚMEROS
- Renault foi a 1ª montadora de automóveis do estado, atraindo dezenas de fornecedores para a região.
- Somos a 4ª marca de Curitiba com 12,8% de participação de mercado
- Somos a 4ª marca do PR com 9,6% de participação de mercado
- No Brasil, encerramos 2012 com 6,6% de participação de mercado.
Investimentos
U$S 2,7 bilhões desde o início das operações (já inclui o R$ 1,5 bilhão do ciclo 2010-2015)
Faturamento
R$ 13,8 bilhões em 2012
Aumento capacidade produtiva
R$ 500 milhões em investimentos (totalizando R$ 1,5 bilhão entre 2010e 2015)
Mais de 1.200 novos empregos nos últimos 2 anos (número vai crescer com o aumento do ritmo de produção)
Produção de mais 100 mil carros/ano (totalizando de 380.000 carros/ano)
Produção de mais 100 mil motores/ano (totalizando 500.000 unidades/ano)
Exportação
Maior exportadora do Paraná, a Renault totalizou mais de R$ 2,2 bi em exportação em 2012
Mais de 54.000 carros exportados para mais de 7 países
Mais de 135.000 motores exportados em 2012
Histórico: mais de 350.000 carros exportados
Recursos Humanos
Colaboradores
6.500 empregos diretos (80% são paranaenses)
25.000 empregos indiretos
600 engenheiros no Renault Tecnologia Américas em Curitiba (1.000 nas Américas)
Benefícios sociais
R$ 55 milhões em benefícios aos colaboradores e dependentes (assistência médica e odontológica, seguro de vida, transporte, alimentação, treinamento).
Assistência médica e odontológica
R$ 22 milhões em assistência médica e odontológica em 2012
Mais de 100 mil consultas/ano
Transporte Privado
R$ 12,7 milhões/ano – 200 linhas de ônibus/entrada ao dia
Alimentação
137 mil refeições/mês
Treinamento
R$ 2,6 milhões – 153 mil horas/ano
Escolas conveniadas com a Renault: FAMEC/ ENSITEC/SENAC/ UTFPR
Responsabilidade social
- Forte atuação do Instituto Renault, que contribui para o crescimento da comunidade através de ações de Desenvolvimento Social, Educação, Segurança no Trânsito e Meio Ambiente;
- R$ 9 milhões em investimentos desde 2010;
- Destaque: projeto Borda Viva, em São José dos Pinhais: apoio direto para 7.000 pessoas/ano em projetos administrados pela Associação como: Cozinha comunitária, Ballet para crianças, Padaria escola, Padaria comunitária, Hora da leitura, Projeto de costura, etc.
- Cerca de 300.000 pessoas direta e indiretamente impactadas.
Fonte:
Assessoria de Imprensa
Caíque Ferreira – Diretor de Comunicação
Ubirajara Alves – Institucional
Adriana Costa – Institucional
Glenda Pereira – Produto
Arthur Santos – Produto
Produtos garantem economia de 30% para o usuário final, mantendo a originalidade do veículo
A BorgWarner, empresa líder no segmento de tecnologia e aplicações para powertrain e drivetrain de veículos de passeio, utilitários leves e pesados, projeta crescimento de 10% na unidade Aftermarket para a América Latina em 2013. Com a mudança da fábrica, atualmente situada em Campinas, a fabricante deve ganhar mais agilidade para o desenvolvimento e processos, principalmente os voltados aos produtos remanufaturados, que deverão ser comercializados na nova planta, em Itatiba, SP.
Uma das principais vantagens desses componentes está relacionada ao custo para o usuário final. Além disso, o produto remanufaturado mantêm suas características originais como performance, economia de combustível e redução na emissão de poluentes.
A aceitação de produtos remanufaturados é crescente, especialmente aqueles de alto valor agregado como turbocompressores. “Quando o usuário final entende que somente os fabricantes originais têm capacidade de produzir esses componentes, mantendo as suas características originais, a aceitação se torna mais fácil”, define David Patricio, gerente de vendas da BorgWarner Aftermarket.
As aplicações na América Latina são essencialmente de veículos Diesel, pick-ups, comerciais leves ou pesados. “Ainda é muito pequena a aplicação em automóveis. Entretanto, com as novas legislações de emissões, consumo e conteúdo local, é esperado que, em um futuro próximo, as aplicações de turbocompressores nos automóveis não sejam mais novidade no Brasil”, comenta Arnaldo Iezzi Jr., diretor geral da BorgWarner.
Sobre a BorgWarner – A BorgWarner, empresa líder no segmento de tecnologia e aplicações para trem de força de veículos de passeio, utilitários leves e pesados, foi fundada em 1928 nos Estados Unidos, com sede em Auburn Hills, Michigan. Conta hoje com mais de 18.600 mil colaboradores, distribuídos em 59 plantas e centros de desenvolvimento localizados em 19 países. Figurando na lista “Fortune 500”, apresentou um crescimento quatro vezes superior à média mundial do setor automotivo. As principais montadoras ao redor do globo usam componentes BorgWarner.
BorgWarner no Brasil – As operações da BorgWarner na América do Sul estão centralizadas no Brasil. A companhia possui instalações em Campinas, SP (e em breve em Itatiba, SP), onde produz turbos para veículos pesados e leves, além de embreagens viscosas, que auxiliam no sistema de arrefecimento. Os produtos das divisões instaladas no país, Turbo Systems (Turbos) e Thermal (Ventiladores e Embreagem Viscosa), são aplicações originais de fábrica em mais de 10 montadoras no Brasil e Mercosul, equipando centenas de diferentes modelos de veículos. A operação brasileira conta com centro de engenharia, responsável pelo desenvolvimento de produtos e fornece componentes para o mercado de reposição. Além disso, a BorgWarner equipa os caminhões campeões da Fórmula Truck desde 1996 e foi multicampeã do Rally Internacional dos Sertões em diversas categorias nos últimos anos.
Fonte:
SD&PRESS Consultoria
www.sdpress.com.br; @sdpress; facebook.com\sdpress
Paula Balduino
Ana Paula Fonseca
Priscila Fabi
Mariana Larsson
Sergio Duarte
fevereiro, 2013
Saldo é resultado das medidas de incentivo
CURITIBA, 07/01/2013 – A Fenabrave-PR (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores – Regional Paraná) e o Sincodiv-PR (Sindicato dos Concessionários e Distribuidores de Veículos no Estado do Paraná) – entidades que representam mais de 700 concessionárias de automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motos e implementos rodoviários em todo o Estado – informam que as vendas de 2012 alcançaram 5,93% de crescimento para o setor de automóveis e comerciais leves. O total chegou a 278.669 unidades, sendo 211.769 automóveis e 66.900 comerciais leves.
O saldo positivo dos segmentos de automóveis e comerciais leves refere-se aos resultados das medidas de incentivos governamentais de redução do IPI (Imposto Sobre Produtos Industrializados), desde maio do ano passado. De acordo com Helmuth Atheim, presidente do Sincodiv-PR e diretor-geral da Fenabrave-PR, a redução do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), a melhorias das taxas de juros e aumento na aprovação de crédito também foram fatores que incentivaram o aumento nas vendas. “Para esses segmentos estávamos prevendo resultado entre 4% e 5%. Por isso, o saldo é bastante satisfatório”, explica.
A continuidade da redução do IPI será um estímulo à economia. Luís Antônio Sebben,
vice-presidente do Sincodiv-PR e diretor da Fenabrave-PR, explica que os dois primeiros meses do ano são tradicionalmente mais fracos que o restante, devido aos pagamentos dos compromissos de final de ano dos consumidores com Natal e viagens, material escolar, IPVA e IPTU. “Uma situação favorável em 2013 é que o Carnaval será no início de fevereiro, fato que adianta o início comercial do ano, diferente de quando esse feriado cai mais para frente”, conta.
A previsão das entidades é de retomada para 2013, equivalente a um crescimento em torno de 3% para todos os setores juntos, num total superior a 380 mil unidades.
IPI 2013
A partir de janeiro, o desconto para os automóveis vai ser menor. Para carros de até mil cilindradas (cuja alíquota normal é de 7%), a cobrança deixou de ser zero em 31 de dezembro e passou para 2% entre janeiro e março, e para 3,5% de abril até junho. Para os carros com motores flex de mil a 2 mil cilindradas (cujo IPI normal é de 11%), a alíquota deixou de ser 5,5% em 31 de dezembro e passou para 7% no primeiro trimestre de 2013 e chegará a 9% no trimestre seguinte. Já os automóveis com essa potência movidos a gasolina (cuja cobrança normal é de 13%), o IPI deixou de ser 6,5% em 31 de dezembro e passou para 8% até março e para 10% até junho.
Para os comerciais leves, a alíquota de IPI, que antes era de 8% e foi reduzida para 1% até 31 de dezembro, passará para 2% em janeiro, e para 3% em abril, voltando aos 8% em julho de 2013. O setor de caminhões tem alíquota zero de forma definitiva.
2012 x 2011
O fechamento do ano teve queda de 1,23% de 2011 para 2012, apesar dos bons resultados apresentados pelos segmentos de automóveis e comerciais leves. Os números passaram de 376.326 em 2011 para 371.705 em 2012, conforme tabela abaixo com detalhes de cada setor.
SOBRE A FENABRAVE-PR E SINCODIV-PR: A Fenabrave-PR (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automores – Seccional Paraná) foi fundada em 1965 e hoje possui mais de 700 concessionárias de veículos filiadas em todo o Estado, gerando 30 mil empregos, com um capital social aproximado de R$ 3 bilhões. O Sincodiv–PR (Sindicato dos Concessionários e Distribuidores de Veículos no Estado do Paraná) foi fundado em dezembro de 1996. Abrange a área de concessionários e distribuidores de veículos, com o objetivo de defender os direitos e interesses da categoria, tanto os coletivos como os individuais, na esfera administrativa ou judicial, junto aos demais sindicatos. www.fenabrave-pr.com.br
Fonte: Suzane Marie Gantzel Salazar / Comunicação / Fenabrave-PR e Sincodiv-PR
Empresa francesa de logística divulga abertura de mais uma filial, agora na África do Sul. Novos contratos e desempenho das filiais em mercados emergentes devem manter crescimento até final de 2012
O bom desempenho do primeiro semestre, a assinatura de novos contratos e o lançamento do IPO da empresa em abril deste ano, além do fechamento de uma unidade deficitária, permite ao grupo francês ID Logistics prever a continuidade de crescimento, confirmando expectativa do começo do ano.
O volume consolidado de negócios mundiais do Grupo ID Logistics, no primeiro semestre de 2012, chegou a 268 milhões de euros gerando um crescimento total de 26,5%.
Na França, o houve uma progressão de 22,1% devido ao forte crescimento interno (13,4%) e à contribuição dos resultados da integração das atividades da Mory Logidis adquirida em outubro de 2011 na França.
Internacionalmente, onde o grupo mantém sólido posicionamento em países emergentes, como Brasil, China e Polônia, as vendas aumentaram 35,6%, exclusivamente de crescimento orgânico. Com isso a fatia internacional corresponde a 37% do volume total de negócios do grupo. A atividade comercial se manteve forte durante todo o período.
Em reunião com o Conselho de Administração da ID Logistics, para análise das contas do 1º semestre, o presidente do grupo ID Logistics, Eric Hemar, afirmou que “em um ambiente econômico desafiador, o modelo de negócios de contract logistics demonstra uma grande capacidade de resistência, que independente da conjuntura econômica negativa, assim mesmo geramos crescimento tanto na Europa como também nos mercados emergentes. Essa capacidade dá ao grupo uma boa visibilidade sobre as receitas futuras e contribui para uma melhoria gradual na margem de acordo com o plano de negócios do grupo”.
Na mesma ocasião, afirmou a intenção do grupo em ampliar mercado por meio de aquisições de outras empresas. “Vamos continuar mantendo o foco no nosso modelo negócio, atendendo aos clientes e gerando grandes volumes, assim como reforçar a nosso pioneirismo em novas tecnologias e sistemas de informação, ao mesmo tempo em que ampliamos a nossa presença no exterior. Graças ao aumento de recursos financeiros próprios podemos agora acrescentar ao nosso plano de crescimento a capacidade de fazer novas aquisições”, explica.
O grupo também revelou a abertura de mais uma filial, dessa vez na África do Sul, para atender a demanda de seus clientes, cuja previsão de início das atividades é ainda para este semestre. A abertura da décima segunda filial condiz com a estratégia do grupo em fincar raízes em outros países, focando de forma a ampliar sua atividade internacional priorizando países emergentes de forte potencial.
Ainda no primeiro semestre, a ID Logistics assinou contratos com clientes de grande porte como Marionnaud e Casino na França, Metro na Polônia e Unilever na Argentina.
O aumento de capital, no valor líquido de € 27,4 milhões, realizado pelo IPO do grupo em abril deste ano também fortaleceu o patrimônio do grupo.
Com o encerramento das atividades de transporte de frutas e verduras bem como fracionado conforme anunciado no começo do ano, foi provisionado € 6,4 milhões. As perdas operacionais com essas atividades alcançaram € 1,9 milhões para uma receita de € 5,0 milhões no primeiro semestre de 2012. A totalidade dos custos de encerramento destas atividades levou a um resultado líquido de € 3 milhões negativo.
Com o fim dessas atividades, os serviços de transporte oferecidos pela ID Logistics se concentram agora, exclusivamente, por meio de caminhões dedicados e cargas fechadas aos clientes nos moldes de contract logistics, incluindo as operações rodoferroviárias. A margem operacional consolidada ficou em 2,4%, em comparação a 2,0% a junho de 2011. O lucro líquido atingiu € 2,6 milhões.
Números do 1º Semestre
Volume de negócios: € 268 milhões gerando um aumento real de 26,5%. Considerando comparação em relação ao mesmo período do ano passado, sendo 21,1% de crescimento orgânico (a taxas de câmbios constantes).
Melhoria de 0,4 ponto percentual na margem operacional, excluindo serviços deficitários e operações descontinuadas.
O lucro operacional do período foi de € 4,5 milhões, o que representa uma margem operacional de 1,7%
Sobre o Grupo ID Logistics
A ID Logistics é um dos maiores especialistas da França em logística contratual. Possui mais de 9 mil colaboradores em todo o mundo, distribuídos em 11 países e alocados em mais de 110 sites. Operando em mais de 2 milhões de m² de armazéns na Europa, América Latina, Ásia e África. Faturou € 462 milhões em 2011. Atua nos setores industriais e de varejo e tem como diferenciais serviços com alto nível tecnológico e uma abordagem sustentável.
ID LOGISTICS BRASIL
Maior filial do Grupo ID Logistics no Mundo, sendo a segunda em faturamento depois da matriz Francesa, a filial brasileira corresponde a 15% das atividades e faturamento do grupo. O Brasil serve como apoio técnico para a filial Argentina, bem como base para o desenvolvimento de outras filiais na América Latina. A operação brasileira é também a que mais cresce numa taxa média superior a 25% nos últimos cinco anos.
Mais informações: www.id-logistics.com
Fonte: Word Brasil – Comunicação Empresarial
Bete Carriço/Wandick Donett
http://wordbrasil.wordpress.com
Licenciada pela ANVISA, a empresa é uma das poucas do setor que possui profissionais gestores farmacêuticos em suas filiais
No final da década de 1990, com a criação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), foram estabelecidas normas sanitárias específicas para a armazenagem e o transporte de medicamentos e de insumos farmacêuticos. A figura do farmacêutico passou a ser fundamental para o transporte seguro e qualificado de medicamentos, pois ele é responsável por acompanhar todo o processo de armazenagem e distribuição de medicamentos.
A cadeia de distribuição do setor Farma vem se tornando cada vez mais complexa e competitiva no Brasil. Segundo Nei Canella, diretor de operações da Ímola Transportes, um dos grandes gargalos da logística é a qualificação de profissionais especializados.
Com 25 anos de prestação de serviços para o mercado brasileiro, a Ímola através de sua especialização, continua fazendo uma aposta decisiva pela completa integração dos fluxos logísticos. Para isso a empresa dispõe de profissionais qualificados com formação superior em Administração Farmacêutica. “A Ímola tem atuação efetiva na logística farmacêutica. Nosso quadro de profissionais é formado por gestores farmacêuticos em nossas unidades em Tamboré, Bauru, Brasília e Vitória”, complementa Nei.
Além de cumprir as normas estabelecidas pela ANVISA os mencionados profissionais realizam uma combinação de atividades técnicas e profissionais. Eduardo Curti, Diretor Técnico coordena, a partir da matriz em Tamboré, um importante polo logístico do Estado de São Paulo, todo o processo regulatório e de qualidade da empresa, através de um trabalho conjunto com o de operações.
Curti após uma profícua experiência de mercado, retornou recentemente para a empresa, na qual já havia atuado durante 08 anos, destacando-se por ser o farmacêutico pioneiro a atuar no setor logístico. Uma da principais atribuições dos gestores coordenados pelo Curti é fazer uma rígida auditoria na frota e registros de conhecimentos e expedições, monitorar a temperatura dos armazéns, realizar treinamentos nas filiais, manter a conduta do manual de boas práticas de transportes nas diversas unidades e manter um relacionamento estreito com a vigilância sanitária municipal, estadual e federal. “Temos em nossas mãos produtos que salvam vidas, o segmento Farma é delicado e requer toda atenção possível. Fazer cumprir as exigências da legislação vigente é algo primordial, para preservar a integridade dos produtos dentro dos padrões recomendados, visando com que os mesmos mantenham sua eficácia terapêutica”,comenta Curti.
A concentração da atividade para clientes da indústria farmacêutica e assemelhada permite que a Ímola possa expandir importantes ganhos de escala na gestão dos recursos de pessoal e de frota. “Nossos farmacêuticos conhecem perfeitamente a integração dos fluxos de logística e de transportes, além de dispor de conhecimentos sobre a atividade da indústria farmacêutica, o que permite que nosso trabalho seja uma verdadeira extensão das atividades realizadas pelos nossos clientes”, afirma Nei Canela.
Excelência e Cumprimento de Prazos, são reflexos dos recentes investimentos da Ímola Transportes
Neste ano a empresa se preocupou em fortalecer suas operações e planejar novas ações e estratégias para 2013, como o início da atuação do modal rodoaéreo que deve fortalecer as atividades das diversas.
Qualificação dos colaboradores, contratação de profissionais na área de vendas, e modernização da frota refrigerada, são alguns dos investimentos realizados para atender todas as exigências de seus clientes.
Para 2013 a empresa espera crescer 30% no segmento Farma com o modal rodoviário, além do incremento do modal aéreo e novos projetos de desenvolvimento em outras regiões do Brasil, que estão por vir brevemente.
Informações: www.imola.com.br
Fonte:
Luciana Itinoseki
Press Log Assessoria de Imprensa
Empresa comemora 50 anos de atividades como a mais brasileira do setor automobilístico
Caxias do Sul (RS), outubro de 2012 - No ano em que comemora o seu cinquentenário, a Agrale inicia um novo ciclo de crescimento, lançamento de novos produtos e inovação. Em 2012, apesar da retração dos mercados de caminhões e chassis para ônibus em razão da introdução da legislação Proconve P7, a empresa prevê crescer e superar o faturamento de R$ 1 bilhão.
Para isso, a Agrale tem realizado investimentos contínuos no desenvolvimento de novos produtos e tecnologias sustentáveis que atendam as necessidades das aplicações de seus clientes e, ao mesmo tempo, favoreçam a redução de emissões e o consumo de combustíveis e, como consequência, a preservação ambiental. Alguns exemplos recentes são a nova linha de caminhões, premiada nacional e internacionalmente pelo seu design e funcionalidade; o pioneirismo no desenvolvimento de veículos com combustíveis alternativos e de fontes renováveis, como o Agrale Marruá elétrico e o ônibus híbrido diesel-elétrico Hybridus, e ainda, a tecnologia de tração 4×4 para mini e micro-ônibus.
Alguns desses recentes desenvolvimentos já estão em aplicação, como a tecnologia de tração 4×4, fornecida para os veículos Volare, sobretudo do programa Caminho da Escola, focado no transporte de estudantes da zona rural do País. Outros projetos estão em fase final de testes, como o Agrale Marruá elétrico, desenvolvido em parceria com a Itaipu binacional e a Stola.
Pioneirismo e tecnologia focada no cliente
A Agrale iniciou suas atividades em 1962, com a fabricação de microtratores de duas rodas, ainda com a denominação de Indústria Gaúcha de Implementos Agrícolas S.A. – Agrisa. Rapidamente, transformou-se em exemplo de sucesso em um dos mais competitivos segmentos do mundo, com a imagem consolidada de pioneirismo, inovação, forte atuação em nichos de mercado e sólidas parcerias.
Esse sucesso pode ser medido pela liderança nacional no segmento de chassis leves, há 14 anos consecutivos, e na produção de tratores para a agricultura familiar e de pequeno porte, há mais de 45 anos. A história da Agrale está fortemente ligada à mecanização da atividade rural do País, com o desenvolvimento de tratores que permitiram ao pequeno produtor adquirir a sua primeira máquina agrícola.
Nos últimos anos a Agrale apresentou significativo aumento de produção e de vendas de todas as suas linhas de produtos e conquistou projeção internacional, sobretudo na América Latina. Entre os fatores que contribuíram para o bom desempenho nos mercados nacional e externo estão os importantes acordos tecnológicos, em todas as suas linhas de produtos, como os firmados com a Navistar, para produção dos caminhões International no Brasil, e com a Marcopolo, para fornecimento do chassi dos miniônibus Volare.
A fabricante firmou-se como uma das empresas mais inovadoras do setor automotivo brasileiro. Foi a primeira, em 2006, a desenvolver tratores e veículos movidos a biodiesel. Também foi pioneira na fabricação, em 2003, de ônibus movidos a GNV (Gás Natural Veicular) e na introdução da família de chassis Midibus, criando o segmento de PBT de 12 toneladas.
Hoje, a Agrale S.A. produz uma das mais completas linhas de caminhões, chassis para ônibus, utilitários, tratores e motores diesel do mercado brasileiro e conta com quatro parques industriais, três deles localizados na cidade de Caxias do Sul (RS) e um em Mercedes, Província de Buenos Aires, na Argentina. A empresa possui quatro subsidiárias (Agrale Montadora, Agrale Argentina, Agrale Comercial e Lintec) e emprega mais de 1.800 colaboradores em instalações que totalizam mais de 86 mil m² de área construída.
Crédito das fotos coloridas: Júlio Soares
Fonte:
Secco Consultoria de Comunicação
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Desde as primeiras edições, o maior enduro e rally de regularidade das Américas, o Piocerá – Cerapió contribui para elevar a qualidade e o nível técnico do enduro no Brasil, já tendo feito parte em várias edições do Campeonato Brasileiro de Enduro de Regularidade para motos. Na edição dos 25 anos, o Cerapió deste ano, o evento fez a abertura do campeonato nacional para quadriciclos, que é realizado pela Confederação Brasileira de Motociclismo (CBM) e também a abertura do rally de regularidade para os carros 4×4, evento oficial da Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA). Para o Rally Piocerá 2013, valerá como abertura oficial tanto para motos e quadriciclos, quanto para os carros 4×4.
O presidente da CBM, Firmo Henrique Alves, enfatizou que na sua gestão, que vai até 2015, a busca é para o engrandecimento do motociclismo em todas as modalidades que a confederação apresenta, como o enduro, o MotoCross e o moto velocidade. Para ele, o campeonato brasileiro de enduro de regularidade da próxima temporada está mais fortalecido, com etapas a serem realizadas em grandes competições, como o Piocerá. “Eu só tenho a parabenizar ao Cordão (diretor geral) pelo trabalho que ele tem feito ao longo desses anos de dedicação ao motociclismo e às outras modalidades. O Cerapió/Piocerá já é um evento sacramentado e ultrapassou as barreiras do tempo”, elogiou.
Firmo Alves afirmou que para definir o calendário é levada em conta a preferência dos competidores confederados, por isso a escolha de iniciar as primeiras etapas com o Rally Piocerá é motivo de satisfação para a entidade. “O Piocerá é a própria história do motociclismo brasileiro. É um evento que os enduristas de todo país aprovam”, disse. Ele informou que deverá estar presente na abertura do evento, no dia 21 de janeiro, em Teresina, capital do Piauí. O Piocerá terá quatro dias de competição passando por dezenas de municípios e será finalizado em Fortaleza, no dia 25 de janeiro.
O presidente da CBM disse também que a entidade está buscando fazer um trabalho de valorização do esporte radical no Brasil, junto à grande mídia, já que o mesmo já tem sua importância na mídia especializada, bem como dar importância de igual para igual a todas as modalidades que a CBM contempla. “Temos como objetivo esse resgate de valorização das modalidades sem distinção. O quadriciclo é uma modalidade que tem muita possibilidade de crescer ainda mais. Sou bastante otimista, mas, ainda é o Brasil do futebol, e depois dos esportes olímpicos. Mas eu acredito que há muito a que se lutar para chegar a um maior reconhecimento das modalidades do off-road. A minha missão como presidente da maior modalidade do motociclismo brasileiro é árdua, pois eu quero fazer com que o motociclismo seja cada vez mais valorizado, como é entre seus milhares de participantes”, destacou Firmo Alves, que é de Campo Grande, Mato Grosso do Sul.
O dirigente tem razão. Atualmente a entidade conta com aproximadamente oito mil competidores confederados. Esse número é muito maior, se levarmos em conta a quantidade de pilotos em cada estado da federação, fora os não filiados. Além das federações, diga-se de passagem, com bom nível de organização, ainda existem centenas de clubes de motociclismo no país. Dados da CBF apontam que existem cerca de 2.300 pilotos confederados na modalidade Enduro, 2.500 no MotoCross, 900 no Motovelocidade, 300 no Moto Rally, 100 na Super Moto, 1.000 no VeloCross, 400 na modalidade Cross Country e 50 pilotos filiados no Trial. Na modalidade Quadriciclo são confederados aproximadamente 100 pilotos.
Muitas feras de todo país estarão disputando o Rally Piocerá acontecerá de 20 a 25 de janeiro. As inscrições estão abertas no site oficial www.cerapio.com.br/cerapio2013. As novidades da prova também podem ser conferidas nas redes sociais Twitter: @pioceracerapio e http://www.facebook.com/rallycerapio.rallypiocera.
Fonte:
Márcia Cristina / Larissa Cavalcante
Aldeia Com.