
Copa das Confederações garante o crescimento do setor em 2013 apesar da desorganização deste mercado
Com expectativa de aumentar o número de contratos para atender a demanda da Copa das Confederações, a Helimarte, em parceria com a Helibrás acaba de adquirir a aeronave modelo Esquilo com capacidade para 5 passageiros. O novo helicóptero custou R$6 milhões e deve ser entregue em cerca de 4 meses.
“O mercado de Táxi Aéreo no Brasil está chegando em um limite de taxação e de divergências entre as pequenas empresas e a ANAC. Mesmo assim, enquanto tentamos impor mudanças que permitam ao setor crescer mais rapidamente e organizadamente, os eventos esportivos dos próximos anos deverão turbinar os serviços de quem estiver preparado”, diz Jorge Bitar Neto, comandante, fundador e piloto da Helimarte.
Hoje a Helimarte conta com dois hangares próprios no Campo de Marte, em São Paulo. Juntos, os dois espaços comportam as 13 aeronaves da frota da empresa, 9 helicópteros, com capacidade de 1 a 6 passageiros, e 4 aviões, com capacidade para 4 a 9 passageiros. Além da aquisição do novo helicóptero, a Helimarte pretende ampliar a equipe. “A mão de obra nessa área também é escassa, mas estamos recebendo novos e bons pilotos no mercado. Queremos os melhores trabalhando com a gente”, diz Jorge.
Sobre a Helimarte
A Helimarte é a empresa de Táxi Aéreo do Comandante e diretor de Asas Rotativas da ABTAer (Associação Brasileira de Táxis Aéreos).Jorge Bitar Neto, localizada em hangar próprio no Campo de Marte, em São Paulo. Há 13 anos no mercado, a Helimarte se diferencia por seus variados serviços oferecidos para os mais variados públicos. Desde transporte para executivos em viagens de negócios, até passeios panorâmicos por São Paulo e fornecimento de aeronaves para coberturas jornalísticas e inspeções aéreas. A Helimarte tem como pilar a qualidade em seus serviços e a modernização de sua frota para atender com excelência seus clientes, por isso tem se destacado no setor como a empresa de taxi aéreo que mais cresceu na cidade de São Paulo e, em 2012, pode comemorar a aquisição de seu segundo hangar no Campo de Marte. Atualmente a empresa conta com uma moderna frota de 09 helicópteros, com capacidade de 1 a 6 passageiros, e 4 aviões, com capacidade para 4 a 9 passageiros. A Helimarte possui o certificado CHETA (Certificado de Homologação de Empresa de Táxi Aéreo) fornecido pela ANAC, desde 2003.
Fonte:
Christiane Alves
Com R$ 1 bilhão em infraestrutura operacional, empresas garantem abastecimento
O mercado de combustíveis no Brasil deve fechar o ano com volume de 118 bilhões de litros em 2012, um aumento nas vendas de 6,3% em relação a 2011, conforme divulgado nesta terça-feira (11) pelo Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e de Lubrificantes (Sindicom).
O preço estável da gasolina, o aumento do poder aquisitivo da população e as vendas de automóveis, com o incentivo da redução do IPI, contribuíram para o crescimento da demanda por combustível. Com isso, o faturamento total do setor deverá ficar em R$ 260 bilhões neste ano, ante R$ 240 bilhões em 2011.
Na comparação com 2011, as vendas da gasolina ganharam destaque com crescimento de 12,2% no ano – acumulando alta de 57% desde 2009 e atingindo 40 bilhões de litros em 2012.
A região Nordeste contribuiu fortemente para esse resultado registrando, sozinha, um aumento de 17% nas vendas de gasolina em 2012. Os Estados com aumentos mais expressivos foram Piauí (22%), Maranhão e Alagoas (20%), Ceará e Paraíba (19%). Já no Norte do país, Pará e Tocantins lideraram o salto de consumo (19%).
Para Alisio Vaz, presidente-executivo do Sindicom, o aumento da demanda no país exige esforços das distribuidoras, já que a infraestrutura de transportes não acompanhou o crescimento do consumo de combustíveis: “É um desafio manter o país abastecido com a mesma infraestrutura que se tinha 20 anos atrás”, comentou.
Vaz destacou que os Estados que registraram maior aumento de vendas são também aqueles que ficam distantes das refinarias brasileiras, tornando a distribuição mais dependente de estradas e portos, já bastante demandados pelas importações de gasolina. Diante desse cenário, alguns Estados experimentaram problemas no abastecimento ao longo do ano, porém apenas no Amapá houve um caso mais crítico ao abastecimento- onde o consumo subiu 17% esse ano.
Segundo o Sindicom, a distribuidoras investiram R$ 1 bilhão em infraestrutura operacional em 2012 e devem manter esse número para os próximos anos, com o objetivo de superar os gargalos logísticos.
Já as vendas de etanol hidratado tiveram queda de 10,4%, para 9,7 bilhões de litros. “A partir de 2010, houve uma perda de competitividade do etanol enquanto o preço da gasolina se manteve estável”, explicou Alisio Vaz.
O GNV também teve queda de 0,7%, para 1,9 bilhão de litros equivalentes – situação que deve pode revertida, já que o gás ainda é vantajoso para veículos que fazem uso intenso do combustível.
Enquanto isso, com a queda na produção industrial, as vendas óleo diesel se beneficiaram das exportações de commodities, transportadas em veículos a diesel, e registraram aumento de 6,8% em 2012.
O querosene de aviação, que tem 6,3% de participação, terá o maior crescimento entre os combustíveis: 36%. Entre os lubrificantes, o crescimento esperado das vendas é 1,9%, com destaque para os automotivos (3%). As graxas e os óleos básicos devem aumentar 1,7%. Já os lubrificantes industriais devem ter queda de 1,2%.
Sobre o Sindicom
Fundado em 1941, o Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e de Lubrificantes – Sindicom – representa, em nível nacional, as principais companhias distribuidoras de combustíveis e de lubrificantes: AirBP, Ale, Castrol, Chevron, Cosan, Ipiranga, Petrobras Distribuidora, Petronas Lubrificantes, Raízen, Shell, Total e YPF. Suas associadas constituem aproximadamente 80% do volume de distribuição de combustíveis e lubrificantes no Brasil.
A missão da entidade é funcionar como órgão concentrador de interlocuções junto ao Governo, empresas públicas e privadas, Justiça do Trabalho e entidades de classe correlatas, estimular a eficiência, a qualidade de produtos e serviços oferecidos ao consumidor final; promover a prática da livre iniciativa, com responsabilidade, dentro de princípios legais e éticos, além de estimular a adoção de padrões elevados de segurança industrial, saúde ocupacional e preservação do meio ambiente.
Fonte:
Elisa Magalhães
www.approach.com.br
A transportadora Plimor, de Farroupilha (RS), investiu na aquisição de 44 novos veículos para ampliação e renovação da frota. Foram incrementadas à frota 34 caminhões Mercedes-Benz e outras 10 carretas. O investimento da Plimor é superior a R$ 7 milhões, informa o diretor administrativo e de operações, Julhiano Bortoncello. Esta é a segunda grande injeção na composição da frota realizada pela transportadora em menos de 12 meses. Em junho de 2011, quando a Plimor comemorou 36 anos de trajetória, 78 caminhões foram comprados. Ao todo, a Plimor desembolsou R$ 16 milhões no reforço de sua frota, modernização tecnológica, dispositivos de segurança e outras tecnologias. A Plimor possui três Centros de Distribuição no Rio Grande do Sul, situado em Farroupilha, Porto Alegre e Passo Fundo. São 27 unidades em todo o Estado.
Somando as duas levas de aquisição, a transportadora conta com 600 veículos. Dos últimos 44 caminhões adquiridos serão utilizados para ampliação e assim como para renovação de parte da frota. Os caminhões possuem transmissão semiautomática, rastreadores, entre outras tecnologias. Os veículos serão incorporados à frota de operação, responsável por atender 100% dos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo, além da Argentina.
Sobre a Plimor
A Transportadora Plimor tem sede em Farroupilha, na Serra Gaúcha, e presta serviços de coleta, entrega e transferência de cargas fracionadas. Em junho deste ano, a empresa completou 36 anos de atuação. Todos os veículos da Plimor contam com sistema de rastreabilidade via satélite e monitoramento 24 horas por central especializada em gerenciamento de risco. Toda a carga é 100% segurada. A empresa possui 78 unidades nos estados de São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Argentina.
Crédito das fotos: Valéria Alberti / Divulgação
Fonte:
Orestes de Andrade Jr.
.DOC Assessoria de Comunicação
A Ford está transformando a sua estrutura industrial no Brasil para a introdução de uma nova geração de veículos globais. A Fábrica de Transmissões de Taubaté, no estado de São Paulo, vem recebendo investimentos dentro de um programa de 500 milhões de reais para ampliação da capacidade de produção e aprimoramento de seus sistemas da qualidade de padrão mundial.
Operando com o estado da arte em tecnologia, a fábrica da Ford já produziu mais de 4 milhões de transmissões IB5, que equipam o New Fiesta, o EcoSport, o Fiesta RoCam e o Ka vendidos na América do Sul. A unidade também exporta para a América do Norte e a África do Sul.
1.700 transmissões por dia
A Fábrica de Transmissões de Taubaté é um modelo de eficiência e qualidade, com cerca de 150 máquinas computadorizadas, que trabalham de forma automatizada. A produção tem um ritmo de mais de 1.700 transmissões por dia, com um nível de precisão que é medido em milésimos de milímetro, como pode ser visto neste vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=j9BFTgYcxTw.
“A alta tecnologia presente em cada fase desse trabalho garante alta produtividade com qualidade. As máquinas cortadoras, por exemplo, produzem dez tipos diferentes de engrenagens dentadas, com processo totalmente automático, sem a necessidade de intervenção humana”, diz Victor Dubugras, gerente da Fábrica de Transmissões da Ford.
A fábrica da Ford opera com a filosofia de melhoria contínua, fundamentada em três pilares: segurança, qualidade dos produtos e preservação ambiental. Para os motores mais potentes, com bloco de 2 litros, a transmissão exige engrenagens de resistência superficial mais elevada.
Por isso, suas peças recebem um tratamento adicional, em máquinas de atrito, para aumentar a tensão residual. Entre outros processos inovadores, a fábrica utiliza o torneamento a seco do eixo secundário, que dispensa o uso de fluidos lubrificantes e evita também o seu descarte no final do processo.
Medição e controle
Cada estação de corte é acompanhada por um trabalho contínuo de medição e controle de qualidade, com o auxílio de técnicas avançadas. Nos laboratórios da fábrica, essa checagem inclui a análise microscópica das especificações dos metais empregados em cada peça.
Para garantir esse nível de resultado, é preciso contar com ferramentas de corte igualmente poderosas e afiadas. Nessa tarefa é usada uma máquina especial chamada “Shaving”, de grande porte e precisão, que afia automaticamente as peças.
Depois de prontas as engrenagens são montadas manualmente e, desse ponto em diante, o processo volta a ser dominado pelas máquinas. O fechamento da caixa de transmissão é feito por um robô, com a aplicação de junta líquida de silicone para garantir sua vedação contra vazamento de óleo. Luzes e câmeras especiais são usadas para conferir a distribuição homogênea do material em toda a peça.
100% testadas
No final da linha, cada transmissão é testada individualmente em uma cabine especial, à prova de som. Suas engrenagens são movimentadas por um motor elétrico, enquanto um especialista realiza as trocas de marcha, verificando a precisão dos engates e a ausência de ruídos. Além desses cuidados no processo de manufatura, o produto é avaliado posteriormente em testes de rodagem e se beneficia da experiência acumulada de milhões de quilômetros da Ford em seus 93 anos de operação no Brasil.
Fonte:
Imprensa Ford
Produtos são confeccionados em fibra de vidro, para modelos da Chevrolet, Ford, Nissan e Toyota
Com 26 anos de mercado e mais de 8,5 mil veículos transformados a Tropical Cabines, investe agora, em acessórios para picapes e caminhões. São capotas, caçambas, tampas marítimas, bancos em couro e cabines complementares.
A novidade acompanha o crescimento do mercado, de acordo com Josué Maioli, diretor de Marketing da empresa. “O mercado de picapes já conquistou os brasileiros. Os carros maiores deixaram de ser um utilitário apenas para o trabalho e tornaram-se veículos de passeio. O objetivo da Tropical Cabines é acompanhar esse crescimento, oferecendo produtos de qualidade, com linhas discretas, já que o foco é sempre o carro”, enfatiza Maioli.
Os acessórios são confeccionados em fibra de vidro e para modelos da Chevrolet, Ford, Nissan e Toyota.
Site
Os produtos podem ser visualizados no site www.tropicalacessorios.com.br. Os pedidos de orçamento também podem ser feitos via web. Os valores variam conforme o acessório e o modelo. Outras informações pelo telefone (45) 3254-2118.
Sobre a Tropical Cabines
Ícone do setor de transformação de picapes no Brasil, a Tropical Cabines – situada em Marechal Cândido Rondon, no Paraná – completa 26 anos de história com mais de 8,5 mil veículos produzidos. Seu portfólio é composto por 15 modelos, tendo como destaque a gigante F-MAXX: a maior picape do Brasil mede 7,5m de comprimento e 2,5m de largura e altura.
Fonte:
Poliana Haupenthal
MMatsuo
Veículo será utilizado nas emergências das fábricas de Ana Rech e Planalto
A Marcopolo, uma das principais fabricantes mundiais de ônibus, investe para elevar ainda mais os padrões de segurança de suas unidades em Caxias do Sul e adquire um novo caminhão de bombeiros para suporte às situações de risco de incêndio. O novo veículo foi apresentado hoje, dia 20, aos colaboradores da fábrica de Ana Rech e, na semana que vem, será exposto na operação da Planalto.
O caminhão foi adquirido seguindo especificações técnicas da área de Segurança do Trabalho e do Comando Regional de Bombeiros. Com motor de 320 cv de potência, o caminhão possui cabine dupla com capacidade para transportar cinco brigadistas, tanque de 8.000 litros de água e 500 litros de LGE (Líquido Gerador de Espuma – agente extintor para produtos inflamáveis), bomba e canhão monitor eletrônico de 1.000 GPM (galões por minuto – aproximadamente 3.700 litros/minuto), torre de iluminação e escada. O veículo conta ainda com equipamentos específicos para os brigadistas, como cilindros de ar respirável e vestimentas específicas para combate a incêndio.
A aquisição desse moderno caminhão faz parte do programa da Marcopolo de investimento em segurança, que inclui cursos, compra de equipamentos modernos e a realização de eventos simulados para estabelecer os padrões de conduta e ação quando de um sinistro real. A empresa realiza contínuo e forte trabalho de treinamento da Equipe Interna de Combate a Incêndios e conta hoje com 430 brigadistas preparados para atender as situações de emergência que, por ventura, venham a ocorrer.
Fonte:
Secco Consultoria de Comunicação
www.secco.com.br
Em novembro de 2010, em Contagem (MG), a Dayco Power Transmission inaugurou uma fábrica de tensionadores, polias e dampers – exclusivamente para montadoras – ao custo de R$ 6 milhões. Agora, em 2012, outros R$ 6 milhões serão investidos no aumento das instalações desta planta.
Além da expansão de 30% da capacidade instalada, ainda haverá a implantação de novas linhas dos três produtos. “Iniciaremos as obras em abril e ainda no segundo semestre já estaremos operando com maior capacidade produtiva” – afirma Eduardo Buchaim, diretor de Vendas/Marketing e gerente geral OEM da empresa.
Atualmente são produzidos 130 mil componentes para o mercado automotivo original, entre tensionadores, polias e polias damper. E cerca de 80% destes itens são comercializados no mercado interno para estas montadoras: Fiat Automóveis, Iveco Latin America, Volkswagen, GM, Ford, Citroën, Renault, Honda, Toyota, Mitsubishi e Troller.
Segundo Eduardo Buchaim, “o atual potencial do mercado interno brasileiro é que colocou, juntamente com a China, o país como prioridade dos novos investimentos da Dayco. E a tendência é que esta situação seja mantida em função ao aumento do consumo e de renda da população” – finalizou.
Fonte:
Dayco Power Transmission – Assessoria de Imprensa
Jornalista responsável: Marco Antonio Lellis
A Ford anunciou um investimento de R$400 milhões para a construção da primeira fábrica de motores do Nordeste brasileiro, em Camaçari, na Bahia. O lançamento da pedra fundamental da obra, no Complexo Industrial Ford Nordeste, contou com a presença do governador da Bahia, Jaques Wagner. O presidente da Ford Brasil e Mercosul, Marcos de Oliveira, destacou o pioneirismo da Ford na região e o alto nível de qualidade da nova unidade, que produzirá uma família totalmente nova de motores usando o estado da arte da tecnologia.
“A Ford foi a primeira a produzir automóveis na Bahia e, novamente, é a primeira a instalar uma unidade de motores na região, reforçando o nosso compromisso com o desenvolvimento do Nordeste”, afirmou Oliveira. “A nova fábrica incorpora o que existe de mais avançado em termos de manufatura, qualidade e flexibilidade operacional para produzir uma família de motores inédita no mundo, com ganhos significativos em eficiência e sustentabilidade.”
Segundo Marcos de Oliveira, esse investimento representa mais um passo na estratégia da Ford de, até 2015, ter 100% de sua linha de veículos no Brasil formada por produtos globais.
A nova fábrica vai ocupar um prédio de 24 mil m2 e terá capacidade para produzir 210 mil motores por ano. Esses propulsores se destacam pelo conceito inovador de engenharia. Além de relação peso-potência otimizada, que se traduz em alta eficiência energética e desempenho, oferecem um padrão avançado de emissões. O seu projeto prioriza também o conforto do consumidor, introduzindo soluções voltadas para a redução de ruídos e vibrações e o aprimoramento da performance.
“A Ford tem uma longa experiência no desenvolvimento de motores e atua na linha de frente dessa tecnologia. A nova linha que será fabricada em Camaçari honra essa tradição e agrega uma série de vantagens competitivas aos futuros produtos globais que iremos produzir localmente”, completa Marcos de Oliveira.
Legenda da foto Pedra Fundamental (da esquerda para direita): Rogelio Golfarb (Diretor de Relações Governamentais da Ford América do Sul), Ademar Delgado (Secretário de Relações Institucionais de Camaçari), Jaques Wagner (Governador da Bahia), James Correia (Secretário da Indústria da Bahia), Júlio Bonfim (Diretor do Sindicato dos Metalúrgicos de Camaçari), Marcos de Oliveira (Presidente da Ford Brasil e Mercosul), Luiz Caetano (Prefeito de Camaçari), Aurino Pedreira (Presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Camaçari).
Fonte:
Imprensa Ford

Presidente da Ford Brasil e Mercosul, Marcos de Oliveira, ao lado do Presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, Sérgio Nobre, com representantes da mesma entidade
A Ford anunciou hoje um investimento de R$800 milhões para a produção de um novo veículo global em São Bernardo do Campo, SP. “Até 2015, 100% dos nossos carros serão globais”, diz Marcos de Oliveira, presidente da Ford Brasil e Mercosul.
A empresa informou que, já em 2012, irá lançar outros três novos produtos, também globais, abrangendo 15 versões. “Essa é mais uma etapa importante dentro do nosso plano One Ford”, diz Marcos de Oliveira.
No mês de novembro, a Ford já havia anunciado um investimento de R$500 milhões na fábrica de motores e transmissões em Taubaté, SP, onde são produzidos os motores Sigma, de alto rendimento. O investimento total da Ford é de R$4,5 bilhões no Brasil no período de 2011 a 2015.
Lançamentos em 2011
Em 2011, a Ford completou o lançamento do seu primeiro carro global, o New Fiesta, com a introdução da versão Hatch. O modelo acaba de conquistar dois prêmios na América do Sul: além de Carro do Ano, recebeu o Prêmio de Ouro em Segurança do Cesvi por ter alcançado a maior classificação entre os veículos de todos os segmentos, ambos na Argentina. No Brasil, o Fusion Hybrid, primeiro híbrido comercializado regularmente no mercado brasileiro, com tecnologia inovadora, também foi eleito “Carro Verde do Ano” pelos jornalistas especializados da Abiauto.
No mercado de caminhões, a Ford foi responsável pelo principal lançamento do ano: a linha Novo Cargo, uma geração de projeto global para caminhões médios e pesados, que apresentou de uma só vez 11 modelos, incluindo a opção de cabine leito. Em 2012, a linha também traz como novidade a motorização Euro 5. O investimento feito pela Ford na operação de caminhões é da ordem de R$455 milhões.
Além dos produtos globais, a Ford renovou seu veículo de entrada, o Ford Ka, com design modernizado e a introdução da versão Sport. Na linha de picapes, lançou a Ranger Sport, que reforçou sua proposta de estilo diferenciado com custo-benefício atraente.
Agora, fecha o ano com mais um produto inovador, o Edge 2012, crossover de luxo que traz um padrão inédito de sofisticação e conectividade e introduz as versões com tração dianteira, de custo mais acessível.
“Tivemos um ano de muito trabalho, de muita concorrência e competitividade. Mas conhecemos bem esse mercado e continuamos consolidando nossa posição em volume e lucratividade, com uma rede de distribuição forte e renovação constante para oferecer a linha mais completa de veículos para os nossos consumidores”, diz Marcos de Oliveira. “Em 2012, teremos grandes novidades que vão continuar a surpreender o mercado.”
Ações corporativas
Em 2011, a Ford também deu sequência ao reforço dos pilares da marca, representados pelos conceitos de Qualidade, Segurança, Sustentabilidade e Criatividade, presentes não só nos produtos mas também nas ações corporativas da empresa.
Exemplo disso é o Seminário de Sustentabilidade Ford, realizado ontem, com a participação de especialistas para debater temas como eletrificação e uso de materiais alternativos. O evento incluiu também a entrega do 16º Prêmio Ford de Conservação Ambiental, promovido no Brasil desde 1996 e reconhecido como um dos mais importantes nessa área.
A Ford vem inovando também na sua comunicação, com uma presença mais forte nas mídias sociais e ações focadas especificamente nessa área, para aumentar a interatividade com os consumidores.
Fonte:
Imprensa Ford
A Renault continua a sua ofensiva em relação ao veículo elétrico ao inaugurar, no dia 14/11, um pólo de testes de motores elétricos, na cidade de Lardy (França). A marca conta com uma linha de veículos 100% elétricos, com alto desempenho, seguro e com um excelente nível de qualidade, graças ao investimento de 28 milhões de euros e o resultado de três anos de trabalhos nos ajustes dos motores elétricos.
Fonte:
Renault – Sala de Imprensa
A Ford anunciou hoje a realização de um novo investimento de R$500 milhões na fábrica de motores e transmissões em Taubaté, SP, que vai aumentar a sua capacidade de produção para 500.000 motores Sigma e 520.000 transmissões por ano. Essa ampliação vai gerar também aproximadamente 500 novos postos de trabalho na unidade, atualmente com 1,7 mil empregados.
O novo investimento é anunciado no momento em que a Ford comemora outro marco histórico na fábrica de Taubaté: a produção de 10 milhões de motores e transmissões. A fábrica hoje é responsável pela produção dos consagrados motores Zetec RoCam e da nova família Sigma, de última geração, que além de atender o Brasil e a América do Sul é exportada para a América do Norte.
Produzido com bloco, cabeçote, cárter e pistões de alumínio, o motor Sigma se destaca pela leveza, eficiência e durabilidade. Tem 16 válvulas com duplo comando acionado por correia silenciosa e oferece o melhor equilíbrio de torque e potência entre os motores 1.6. A versão flex foi desenvolvida especialmente para o Brasil. Para sua produção, a Ford investiu R$600 milhões na fábrica de Taubaté, que foi ampliada e recebeu equipamentos de última geração, alinhados com os novos processos globais padronizados da marca. Todas as etapas são acompanhadas por um rígido controle de qualidade.
“Esse novo investimento reitera a nossa disposição de continuar crescendo no Brasil, com a ampliação da fábrica de motores de Taubaté, que adota os padrões mais avançados de tecnologia e qualidade. Ele faz parte da visão de negócios da Ford, com o objetivo maior de entregar o melhor em qualidade, economia e satisfação para os clientes”, diz Marcos de Oliveira, presidente da Ford Brasil e Mercosul.
Esse investimento é adicional aos R$600 milhões anunciados em 2008 para o início da produção dos motores Sigma. Para o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Taubaté e Região, Isaac do Carmo, é uma grande vitória da categoria e para a cidade de Taubaté. “Foram meses de negociação com a Ford que acabaram por garantir um grande investimento, que viabiliza por muitos anos a produção na planta de Taubaté e um crescimento de 30% no número atual de trabalhadores na unidade, promovendo a geração de empregos para o município e região”, afirmou.
Flexibilidade e inovação
O Complexo Industrial Ford em Taubaté produz motores e transmissões em três turnos de trabalho, incluindo a fundição de cabeçotes de motores. Um de seus diferenciais é o conceito de produção, que se caracteriza pela flexibilidade e permite a troca instantânea de modelos nas linhas de usinagem e montagem.
Os modernos processos industriais aplicados na nova fábrica de motores Sigma foram destaque da Ford na sua classificação como a empresa mais inovadora em Tecnologia da Informação na área automotiva e de autopeças, dentro do ranking “As 100+ Inovadoras no Uso de TI”, promovido pela revista Information Week Brasil.
Qualidade internacional
Qualidade e alta performance são atributos que marcam as transmissões e motores produzidos pela Ford em Taubaté desde o início da operação da unidade, em 1974. Entre outros produtos de sucesso, ela fabricou o famoso motor OHC 2.3, que equipou mais de 1,5 milhão de unidades do Mustang nos Estados Unidos.
De 1987 a 1995, a fábrica foi responsável pela fundição e fornecimento de chassis para todas as unidades de montagem da marca na América do Sul. Em 1995, ela iniciou a produção das modernas transmissões iB5 e dos motores HCS, para equipar os modelos Fiesta e Escort, montados em São Bernardo do Campo.
Em 1999, foram instaladas as linhas de usinagem para a montagem dos atuais motores RoCam – de reconhecida qualidade -, junto com uma nova unidade de fundição de alumínio para a produção de cabeçotes. Desde então, sua capacidade foi progressivamente ampliada – em 2002, 2005, 2007 e 2010 – para atender o crescimento da demanda do mercado interno.
Fonte:
Imprensa Ford