
Copa das Confederações garante o crescimento do setor em 2013 apesar da desorganização deste mercado
Com expectativa de aumentar o número de contratos para atender a demanda da Copa das Confederações, a Helimarte, em parceria com a Helibrás acaba de adquirir a aeronave modelo Esquilo com capacidade para 5 passageiros. O novo helicóptero custou R$6 milhões e deve ser entregue em cerca de 4 meses.
“O mercado de Táxi Aéreo no Brasil está chegando em um limite de taxação e de divergências entre as pequenas empresas e a ANAC. Mesmo assim, enquanto tentamos impor mudanças que permitam ao setor crescer mais rapidamente e organizadamente, os eventos esportivos dos próximos anos deverão turbinar os serviços de quem estiver preparado”, diz Jorge Bitar Neto, comandante, fundador e piloto da Helimarte.
Hoje a Helimarte conta com dois hangares próprios no Campo de Marte, em São Paulo. Juntos, os dois espaços comportam as 13 aeronaves da frota da empresa, 9 helicópteros, com capacidade de 1 a 6 passageiros, e 4 aviões, com capacidade para 4 a 9 passageiros. Além da aquisição do novo helicóptero, a Helimarte pretende ampliar a equipe. “A mão de obra nessa área também é escassa, mas estamos recebendo novos e bons pilotos no mercado. Queremos os melhores trabalhando com a gente”, diz Jorge.
Sobre a Helimarte
A Helimarte é a empresa de Táxi Aéreo do Comandante e diretor de Asas Rotativas da ABTAer (Associação Brasileira de Táxis Aéreos).Jorge Bitar Neto, localizada em hangar próprio no Campo de Marte, em São Paulo. Há 13 anos no mercado, a Helimarte se diferencia por seus variados serviços oferecidos para os mais variados públicos. Desde transporte para executivos em viagens de negócios, até passeios panorâmicos por São Paulo e fornecimento de aeronaves para coberturas jornalísticas e inspeções aéreas. A Helimarte tem como pilar a qualidade em seus serviços e a modernização de sua frota para atender com excelência seus clientes, por isso tem se destacado no setor como a empresa de taxi aéreo que mais cresceu na cidade de São Paulo e, em 2012, pode comemorar a aquisição de seu segundo hangar no Campo de Marte. Atualmente a empresa conta com uma moderna frota de 09 helicópteros, com capacidade de 1 a 6 passageiros, e 4 aviões, com capacidade para 4 a 9 passageiros. A Helimarte possui o certificado CHETA (Certificado de Homologação de Empresa de Táxi Aéreo) fornecido pela ANAC, desde 2003.
Fonte:
Christiane Alves
Copa das Confederações garante o crescimento do setor em 2013 apesar da desorganização deste mercado
Com expectativa de aumentar o número de contratos para atender a demanda da Copa das Confederações, a Helimarte, em parceria com a Helibrás acaba de adquirir a aeronave modelo Esquilo com capacidade para 5 passageiros. O novo helicóptero custou R$6 milhões e deve ser entregue em cerca de 4 meses.
“O mercado de Táxi Aéreo no Brasil está chegando em um limite de taxação e de divergências entre as pequenas empresas e a ANAC. Mesmo assim, enquanto tentamos impor mudanças que permitam ao setor crescer mais rapidamente e organizadamente, os eventos esportivos dos próximos anos deverão turbinar os serviços de quem estiver preparado”, diz Jorge Bitar Neto, comandante, fundador e piloto da Helimarte.
Hoje a Helimarte conta com dois hangares próprios no Campo de Marte, em São Paulo. Juntos, os dois espaços comportam as 13 aeronaves da frota da empresa, 9 helicópteros, com capacidade de 1 a 6 passageiros, e 4 aviões, com capacidade para 4 a 9 passageiros. Além da aquisição do novo helicóptero, a Helimarte pretende ampliar a equipe. “A mão de obra nessa área também é escassa, mas estamos recebendo novos e bons pilotos no mercado. Queremos os melhores trabalhando com a gente”, diz Jorge.
Sobre a Helimarte
A Helimarte é a empresa de Táxi Aéreo do Comandante e diretor de Asas Rotativas da ABTAer (Associação Brasileira de Táxis Aéreos).Jorge Bitar Neto, localizada em hangar próprio no Campo de Marte, em São Paulo. Há 13 anos no mercado, a Helimarte se diferencia por seus variados serviços oferecidos para os mais variados públicos. Desde transporte para executivos em viagens de negócios, até passeios panorâmicos por São Paulo e fornecimento de aeronaves para coberturas jornalísticas e inspeções aéreas. A Helimarte tem como pilar a qualidade em seus serviços e a modernização de sua frota para atender com excelência seus clientes, por isso tem se destacado no setor como a empresa de taxi aéreo que mais cresceu na cidade de São Paulo e, em 2012, pode comemorar a aquisição de seu segundo hangar no Campo de Marte. Atualmente a empresa conta com uma moderna frota de 09 helicópteros, com capacidade de 1 a 6 passageiros, e 4 aviões, com capacidade para 4 a 9 passageiros. A Helimarte possui o certificado CHETA (Certificado de Homologação de Empresa de Táxi Aéreo) fornecido pela ANAC, desde 2003.
Fonte:
Christiane Alves
A Ford está comemorando dois resultados históricos com o Mustang: 8,5 milhões de unidades desde o seu lançamento e a produção de 1 milhão de unidades na fábrica de Flat Rock, em Michigan, nos Estados Unidos. Com esses marcos, o Mustang é um dos esportivos mais vendidos do mundo e o “muscle car” mais admirado da indústria automotiva.
A Ford realizou um evento na fábrica de Michigan como parte do programa de comemorações dos 50 anos do Mustang, que se estende até 2014. Durante quatro décadas, a linha foi produzida na famosa fábrica Rouge, localizada a poucos minutos da sede mundial da Ford, em Detroit, antes de ser transferida para a fábrica de Flat Rock, em 2004.
Lançado em abril de 1964, o Mustang superou todas as projeções de vendas, o que levou a Ford aumentar a capacidade de produção do veículo em outras instalações fora de Michigan. No início de 1965, as fábricas de Metuchen, Nova Jersey e San Jose, na Califórnia, também passaram a montar o veículo. Menos de dois anos depois, em 1966, o Mustang atingiu seu primeiro milhão de unidades.
Este ano, a Ford anunciou o plano de lançar na Europa este ícone americano, que além de contar com várias edições especiais de rua e competição – como as versões Boss, Shelby e Cobra -, ganhou fama com inúmeras vitórias nas pistas e estrelando produções memoráveis do cinema, como o clássico Bullitt.
Fonte: (17/04/2013) Imprensa Ford
Garoto-propaganda polvo Glue é o mais novo fenômeno da internet
Foram quatro dias no ar e mais de dois milhões de views no YouTube. O novo comercial do Mitsubishi ASX, criação da agência Africa e que tem como garoto-propaganda o inusitado polvo Glue, é o mais recente sucesso da internet.
Com o slogan “Quem mais entende de aderência se apaixona”, um dos principais diferenciais do ASX, a tração all whell drive (AWD), foi personificada graças aos ágeis tentáculos do polvo Glue, capazes de agarrar a tudo e aos diferentes tipos de piso, como paralelepípedos, poças d´água, curvas fechadas, lombadas, etc.
Nas TVs aberta e a cabo, foi elaborado o filme “Polvo”, com duração de um minuto, 45 e 30 segundos. As peças para mídia impressa são em página dupla e mostram o polvo apresentando os principais features do veículo.
A internet ganha destaque nessa campanha. Além das peças, foi criado um filme exclusivo de dois minutos de duração, que mostra mais detalhes e características do ASX, sem perder o tema da campanha e as peripécias do polvo Glue.
Tanto o filme, quanto a mídia impressa, destacam a aderência, estabilidade, tecnologia e segurança do Mitsubishi ASX.
Mitsubishi ASX
O ASX é vendido em todo o Brasil com opções de tração 4×2 e 4×4. A versão AWD tem motor de 160 cv, controle de tração e estabilidade, transmissão INVECS-III, sistema RISE, Full Air Bags, freios ABS com EBD, suspensão independente, rodas aro 18″ e Sistema Multimídia.
Vídeo
Assista o comercial que está sendo veiculado nas TVs aberta e a cabo:
http://www.youtube.com/watch?v=1Eo65sHBvWY&feature=youtu.be
Ficha técnica
Agência: AFRICA SÃO PAULO PUBLICIDADE LTDA
Titulo filme: Polvo
Duração: 1X60″, 1X30″, 4×5″
Anunciante: Mitsubishi Motors do Brasil
Produto: ASX
Redatores: Rafael Pitanguy
Diretores de arte: Humberto Fernandez
Diretor de Criação: Rafael Pitanguy e Humberto Fernandez
Diretor Geral de Criação: Sergio Gordilho
Atendimento: Marcelo Passos / Carolina Barretto / Carolina Pires / Carlos Larotonda
Planejamento: Ana Paula Cortat
Mídia: Luiz Fernando Vieira / Rodrigo Famelli / Cristiane Petrucci/ Gabriel Roveri
Mídia Impressa
Imagem Digital: Boreal
Produção Gráfica: Carla Lustosa/ Edson Harada
Art Buyer: Carmen Castillo
Filme
Produção/agência: Rodrigo Ferrari/Patricia Melito/Valdir dos Santos/Caroline Reis
Produtora/filme: Zeppelin Filmes
Direção/filme: Martin Hodara
Direção/fotografia: Christian Cottet
Montagem / Edição: Federico Brioni
Finalização/ Pós Produção: Edmundo Machado/ Zeppelin/ Bitt
Atendimento produtora: Breno Castro e Thiago Balma
Produtora/som: Junk/OM
Produção/som: Equipe Junk/OM
Locução: Renato Goda
Atendimento Produtora: Meg Ribeiro
Aprovação/cliente: Fernando Julianelli / Leticia Mesquita / Marília Fujiwara
Data da primeira inserção: 12/04/2013
Crédito das Fotos: Fabio Aro / Mitsubishi e Reprodução
Fonte:
Assessoria de Imprensa
Thiago Padovanni
Caio Martins
Carolina Vasconcellos
Fernando Solano – Coordenador
Uma pesquisa realizada pelo Inbrasc (Instituto Brasileiro de Supply Chain) mostrou que se os problemas existentes na infraestrutura de ferrovias, rodovias, aeroportos e portos fossem sanados a econômica anual destas empresas chegariam a 2 milhões de reais por ano, foi o que apontou 72% das entidades que responderam as questões. Ainda, 13% do total dos executivos disseram que investem entre 2 e 5 milhões para suprir estas necessidades.
A pesquisa foi lançada com o intuito de traçar um breve perfil da situação logística e ouviu 200 líderes (diretores e gerentes) da área de logística. Os dados observados no levantamento dão conta de que nos transportes terrestres as companhias sofrem principalmente com a falta de segurança, a manutenção das vias e os pedágios. Nos portos os problemas recorrentes apontados pelos líderes de logística são a burocracia na fiscalização e a infraestrutura, com respectivamente 52% e 47%.
Com relação aos transportes aéreos os obstáculos estão ligados frequentemente às taxas existentes, foi o que afirmou 46% dos entrevistados. Entretanto os transportes ferroviários foram os que apresentaram menos problemas frequentes, sendo que apenas 17% dos entrevistados afirmaram problemas no suporte de atendimento.
Como exemplo de alguns gargalos logísticos existentes atualmente, o diretor de Marketing do Inbrasc, Henrique Gasperoni citou a ocorrência de indústrias que precisam receber e transportar cargas para regiões mais afastadas. Segundo ele, estas empresas, além de assumirem um custo mais alto, passam a não possuir um prazo exato nestas execuções.
Inbrasc
O Instituto Brasileiro de Supply Chain trabalha constantemente no aprimoramento de cursos e capacitações, além de aplicar pesquisas de mercado que visam esclarecer e dissolver problemas ligados à logística e supply chain.
O Inbrasc foi fundado em 2007 e somente nos primeiros quatro anos de vida, o instituto realizou 15 fóruns, 22 capacitações e 42 workshops, somando a participação de quase 10 mil profissionais do ramo.
Fonte:
Cintia Reina
Assessoria de Imprensa
Inbrasc – Instituto Brasileiro de Supply Chain
inbrasc.org.br
Fiat Automóveis comemorou hoje, 9 de abril, a marca de 13 milhões de veículos produzidos na fábrica de Betim, em Minas Gerais. Um Palio Sporting 1.6 16V E.torQ vermelho marcou o número histórico de produção da planta que, em 9 de julho deste ano, completa 37 anos de operação. Essa é a maior fábrica de automóveis do Grupo Fiat Chrysler no mundo e a maior planta automotiva da América Latina.
Quando foi inaugurada em 1976 para a produção do modelo Fiat 147, a fábrica de Betim tinha uma capacidade de produção de 200 mil unidades por ano. Seguidos investimentos elevaram a capacidade para as atuais 800 mil unidades anuais, o equivalente a 3,2 mil unidades por dia.
A Fiat produz em Betim 16 modelos, em mais de 200 versões, para atender aos mercados do Brasil e de exportação. A cada 20 segundos, um novo veículo é fabricado na planta que está passando por um novo ciclo de investimentos, que elevará a capacidade de produção para 950 mil unidades por ano.
Sua ampla gama de produtos e capacidade industrial fizeram da Fiat a empresa líder no mercado brasileiro pelo décimo primeiro ano.
Fonte:
Fiat Press
Copa das Confederações garante o crescimento do setor em 2013 apesar da desorganização deste mercado
Com expectativa de aumentar o número de contratos para atender a demanda da Copa das Confederações, a Helimarte, em parceria com a Helibrás acaba de adquirir a aeronave modelo Esquilo com capacidade para 5 passageiros. O novo helicóptero custou R$6 milhões e deve ser entregue em cerca de 4 meses.
“O mercado de Táxi Aéreo no Brasil está chegando em um limite de taxação e de divergências entre as pequenas empresas e a ANAC. Mesmo assim, enquanto tentamos impor mudanças que permitam ao setor crescer mais rapidamente e organizadamente, os eventos esportivos dos próximos anos deverão turbinar os serviços de quem estiver preparado”, diz Jorge Bitar Neto, comandante, fundador e piloto da Helimarte.
Hoje a Helimarte conta com dois hangares próprios no Campo de Marte, em São Paulo. Juntos, os dois espaços comportam as 13 aeronaves da frota da empresa, 9 helicópteros, com capacidade de 1 a 6 passageiros, e 4 aviões, com capacidade para 4 a 9 passageiros. Além da aquisição do novo helicóptero, a Helimarte pretende ampliar a equipe. “A mão de obra nessa área também é escassa, mas estamos recebendo novos e bons pilotos no mercado. Queremos os melhores trabalhando com a gente”, diz Jorge.
Sobre a Helimarte
A Helimarte é a empresa de Táxi Aéreo do Comandante e diretor de Asas Rotativas da ABTAer (Associação Brasileira de Táxis Aéreos).Jorge Bitar Neto, localizada em hangar próprio no Campo de Marte, em São Paulo. Há 13 anos no mercado, a Helimarte se diferencia por seus variados serviços oferecidos para os mais variados públicos. Desde transporte para executivos em viagens de negócios, até passeios panorâmicos por São Paulo e fornecimento de aeronaves para coberturas jornalísticas e inspeções aéreas. A Helimarte tem como pilar a qualidade em seus serviços e a modernização de sua frota para atender com excelência seus clientes, por isso tem se destacado no setor como a empresa de taxi aéreo que mais cresceu na cidade de São Paulo e, em 2012, pode comemorar a aquisição de seu segundo hangar no Campo de Marte. Atualmente a empresa conta com uma moderna frota de 09 helicópteros, com capacidade de 1 a 6 passageiros, e 4 aviões, com capacidade para 4 a 9 passageiros. A Helimarte possui o certificado CHETA (Certificado de Homologação de Empresa de Táxi Aéreo) fornecido pela ANAC, desde 2003.
Fonte:
Christiane Alves
Nova linha irá produzir os ônibus Paradiso e Viaggio
Caxias do Sul (RS), 27 de março de 2013 – A Polomex, joint venture entre Marcopolo e Daimler, investiu US$ 20 milhões na expansão de sua fábrica, localizada no município de Garcia, no México. A unidade acaba de inaugurar uma nova linha para produção de ônibus rodoviários dos modelos Paradiso e Viaggio.
Segundo Rodrigo Pikussa, diretor-geral da Polomex, a nova linha de produção foi inaugurada no dia 6 de março e já começou a montar os modelos Viaggio e Paradiso. “Somos a primeira unidade da Marcopolo fora do Brasil a montar estes veículos por completo. Antes, os ônibus não eram feitos totalmente no México. As carrocerias vinham parcialmente montadas do Brasil e os veículos eram finalizados aqui. Com este investimento, criamos novos postos de trabalho para a comunidade e poderemos expandir a comercialização de modelos rodoviários localmente”, explica o executivo.
Na inauguração, Rodrigo Pikussa e Harold Hauke, vice-presidente da Daimler Vehículos Comerciales do México, receberam o governador do Estado de Nuevo Leon, Rodrigo Medina de la Cruz e outros representantes do governo. O evento contou ainda com a presença dos mil colaboradores que trabalham na Polomex.
Inaugurada em 1999, a Polomex produz ônibus urbanos e rodoviários para o mercado mexicano e recentemente comemorou a marca de 25 mil veículos fabricados. Em 2012, saíram das linhas de fabricação 1.571 unidades, ante as 1.234 do ano anterior, com crescimento de 27,3%.
Fonte:
Secco Consultoria de Comunicação
www.secco.com.br
Os brasileiros emitiram 1.5 milhão alertas sobre o trânsito no mês de fevereiro
São Paulo – 25 de março de 2013 – O Waze, GPS social do trânsito – que congrega a maior comunidade do mundo de motoristas – atinge a marca de 2 milhões de usuários em apenas 9 meses de operação no Brasil.
O aplicativo tem mais de 40 milhões de usuários no mundo e não para de crescer.
O número de novos usuários vem crescendo a cada dia, cerca de 20 mil novos usuários são registrados por dia, no Brasil, que dá um total de 300 mil por mês. Em menos de um ano de operação, o Waze teve um crescimento de usuários de mais de 1300% em relação a julho de 2012, mês que foi lançado no Brasil.
São mais de 700 mil usuários ativos que registram alertas e km rodados. No mês fevereiro os motoristas rodaram cerca de 50 milhões de Km, via Waze, no país.
O Brasil é o segundo país que mais colabora com o aplicativo no mundo, com mais de 1.5 milhão de alertas ficando atrás apenas dos EUA. Deste número, mais 900 mil dos alertas são sobre engarrafamentos, 50 mil alertas de acidentes e 500 mil de outros tipos.
O Waze permite que os usuários enviem alertas sobre o trânsito, facilita carona, economiza tempo e dinheiro, lançou neste mês a versão 3.6 com nova função bloqueio. O aumento do trânsito, por conta de acidentes, enchentes e outros motivos, faz com que os motoristas procurem novas soluções para sair do engarrafamento.
“Pelos números que temos sobre o Brasil é possível ver que o país é extremamente ativo e que as pessoas gostam de compartilhar informações relevantes umas com as outras. Essa é uma das principais funções do Waze” comenta Uri Levine, fundador do Waze.
Sobre o Waze
Waze é um aplicativo gratuito de trânsito e navegação, que conta com a maior comunidade de motoristas do mundo interessada em facilitar o trânsito, economizar tempo e o dinheiro do combustível em suas viagens diárias. Ao dirigir com o Waze on line, os motoristas já contribuem com informações sobre o trânsito, as quais beneficiam sua comunidade local de motoristas. Os motoristas também podem ativamente reportar eventos como acidentes ou riscos pelo caminho. Ao unir essa informação comunitária sobre as vias, o Waze apresenta os melhores caminhos em tempo real para evitar o trânsito, inclusive planejando novas rotas caso as condições das vias mudem.
A comunidade do Waze possui cerca de 40 milhões de usuários e continua crescendo! Você pode baixar o Waze gratuitamente em mais de 25 idiomas através da Appstore do iPhone e do Google Play Market. Comece a economizar um tempo valioso e o dinheiro do combustível, e transforme o ato de dirigir em algo um pouco mais divertido!
Fonte:
Grupo Casa
Assessoria de imprensa do Waze
Vanessa Mayumi
O uso de gasolina por veículos foi responsável, em 2012, pela emissão de 71,6 milhões de toneladas de CO2e, aumento de 12% em relação ao ano anterior, quando foram emitidas 64,02 milhões de toneladas de CO2e. Os dados fazem parte de levantamento feito pela Ecofrotas, empresa especializada em gestão sustentável de frotas. “O aumento da emissão está relacionado ao crescimento do consumo da gasolina”, afirma a executiva de Sustentabilidade da Ecofrotas, Amanda Kardosh. Conforme estudo da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o consumo de gasolina em 2012 foi de 39,6 milhões de m3, já em 2011 foi de 35,4 milhões de m3.
Enquanto o consumo da gasolina aumenta, o de etanol cai drasticamente. Em 2012 foram vendidos 9,8 milhões de m3, por sua vez, em 2011, foram 10,8 milhões de m3. “Isso é preocupante porque as emissões do etanol são consideradas neutras, visto que são compensadas em razão do crescimento da cana-de-açúcar”, afirma Amanda. A título de comparação, a gasolina A emite, em média, 2,269 KG de CO2 por litro.
A situação fica mais preocupante se consideramos estudo do consultor do Ministério do Meio Ambiente (MMA) Tasso Rezende de Azevedo mostrando que, segundo estimativas, pela primeira vez na história do País, em 2012, o setor de energia, estimulado pelo segmento de Transporte, deve ter se tornado o maior emissor brasileiro. Além do aumento do consumo da gasolina, o resultado é influenciado diretamente pelo crescimento da frota de veículos.
Sobre a Ecofrotas
A Ecofrotas, especialista em gestão sustentável de frotas, é líder no mercado brasileiro de gestão de frotas, com uma carteira de 9 mil clientes corporativos. É responsável pela gestão de 520 mil veículos, que realizam mais de 22 milhões de transações por ano em rede nacional de postos e oficinas mecânicas.
Fonte:
Fabiano Lopes
SP4 Comunicação Corporativa
São Paulo, 25 de fevereiro de 2013 – A Audi AG celebra um evento especial nesta segunda-feira, 25: a produção de cinco milhões de veículos com sistema de tração quattro. O carro que saiu da linha de montagem com este número simbólico é um Audi A6 allroad 3.0 TDI branco, produzido na fábrica de Neckarsulm, na Alemanha. O recorde é uma prova do papel de liderança desempenhado pela tecnologia pioneira de tração integral da Audi– nenhuma marca premium no mundo já comercializou tantos modelos com tração nas quatro rodas ou oferece uma gama de modelos com mais de 140 variantes para veículos com tração quattro.
A tecnologia quattro estreou em 1980, no lendário modelo quattro. Somando-se todos os tipos de carrocerias, motores e sistemas de transmissão disponíveis, são mais de 140 modelos diferentes. A Audi oferece a mais ampla gama de automóveis com tração nas quatro rodas: o Audi Q7, R8, A4 allroad, A6 allroad, bem como todos os modelos S e RS estão disponíveis exclusivamente com sistema quattro. A Audi oferece também a tecnologia como opcional em todas as outras séries.
“O sistema quattro é um dos pilares fundamentais da nossa marca e tem sido um fator fundamental na nossa história de sucesso”, disse Rupert Stadler, presidente do Conselho de Administração da AUDI AG. ”A tração permanente quattro torna possível experimentar diretamente o nosso ‘Vorsprung durch Technik’. Estamos comprometidos com o nosso papel pioneiro e vamos continuar a desenvolver esta vantagem com as novas tecnologias.”
A tração quattro é mais do que uma tecnologia – é um ícone. O nome representa a segurança de condução, esportividade, competência técnica e uma atitude dinâmica que “segura” o veículo mesmo em condições adversas de estrada. O sucesso dos modelos quattro vem da estrada e do automobilismo, assim como de uma lendária série de comerciais de TV – como o salto de esqui em Kaipola, na Finlândia, em que o Audi quattro 100 CS subiu por ele mesmo a montanha, em 1986.
“Quattro” significa “Audi”, e “Audi” – muitas vezes – significa “quattro”: em 2012, mais de 43% dos clientes da marca alemã escolheram um modelo com esta tecnologia, um novo recorde para a companhia. O Audi Q5 está no topo da lista, com cerca de 205.600 unidades. Mas não foram apenas os motoristas de SUVs que optaram pela tração nas quatro rodas oferecida pela montadora dos quatro anéis: cerca de um em cada quatro clientes das outras linhas selecionou um modelo com tração quattro, em 2012.
Os modelos quattro vendem muito bem nos Estados Unidos, Canadá, Rússia e nos mercados do Oriente Médio. Estatísticas de 2012 mostram 99.800 novos modelos Audi com tração permanente e integral vendidos na Alemanha – muito mais do que os concorrentes da empresa.
O sistema quattro é especialmente importante para a planta de Neckarsulm, onde o carro de número cinco milhões saiu da linha de montagem: mais do que um em cada dois carros fabricados ali possui tração integral.
O sistema ganha características exclusivas nos modelos oferecidos pela quattro GmbH, uma subsidiária da AUDI AG, responsável pelo desenvolvimento e construção dos modelos de alto desempenho, como RS e R8. O cliente pode ter seu carro personalizado pela empresa e encomendar acessórios especiais. A demanda por isso está aumentando: os 800 funcionários da quattro GmbH representam um crescimento dinâmico para a empresa que tem 30 anos de existência.
Audi quatro – a tecnologia
Além de seus modelos de linha, a Audi oferece uma grande variedade de protótipos – e a tecnologia quattro é igualmente abrangente. Há uma solução de design personalizado disponível para cada conceito.
Para o compacto A3, Q3 e modelos TT, com motor transversal, a Audi utiliza a tração quattro com embreagem multi-disco controlada eletronicamente e com atuador hidráulico. O sistema é montado sobre o eixo traseiro para assegurar a melhor distribuição possível de peso. Em condições normais, a embreagem envia energia quase que exclusivamente para as rodas da frente; se uma roda patina, 100 por cento do torque pode ir para a traseira. O novo A3 apresenta a mais recente atualização da embreagem multi-disco.
O diferencial central autoblocante, que é utilizado na maioria dos modelos Audi com motor longitudinal, é um conjunto de engrenagens planetárias mecânicas que desviam o torque instantaneamente. Normalmente, a distribuição do torque é de 40 por cento para o eixo dianteiro e 60 por cento para o traseiro. Porém, se necessário, pode dirigir a maior parte da energia para o eixo com melhor tração.
A vetorização de torque aperfeiçoa a ação do diferencial nas curvas mais rápidas, aplicando – de maneira sutil, seletiva e pulsante – frenagem nas rodas, se necessário. O SUV Audi Q7 usa uma forma especial do clássico diferencial central quattro, integrado a uma caixa de transferência.
Os dinâmicos Audi RS 4 Avant, RS 5 Coupé e RS 5 Cabriolet apresentam o diferencial central em seu último estágio de evolução. O diferencial central com engrenagem de coroa, leve e compacto, que funciona de maneira extremamente rápida e sem problemas, pode direcionar até 85 por cento do torque para o eixo dianteiro e, no máximo, 70 por cento para a parte traseira. Assim como no diferencial central tradicional, ele pode ser combinado com outra tecnologia Audi – o diferencial esportivo, que distribui a energia ativa para as rodas traseiras.
O superesportivo Audi R8 também tem uma relação própria com o sistema de tração quattro, que possui acoplamento viscoso que pode desviar 15-30 por cento do torque para as rodas da frente, quando as condições requerem que isto aconteça. Localizado sobre o eixo dianteiro, o acoplamento é alimentado por um eixo cardã, que gira para frente a partir da transmissão.
A história do Audi quatro
Com a quattro, a Audi tornou-se pioneira nos sistemas de tração integral para carros de passeio. A origem vem do inverno de 1976-77, quando um grupo de engenheiros da Audi realizou test drives na neve, na Suécia. Um Iltis (modelo militar compacto da Volkswagen) viajou junto para fins de comparação – apesar de ter apenas 75 cv, o veículo todo-terreno facilmente superou os protótipos Audi muito mais poderosos, com seus sistemas de tração dianteira. Poucas semanas depois, uma pequena equipe de engenheiros liderada pelo Dr. Ferdinand Piëch, então Conselheiro para Desenvolvimento Tecnológico da Audi, começou a desenvolver um carro com tração integral.
A grande sacada, que fez a tecnologia quattro tornar-se possível, em primeiro lugar, foi o eixo oco, perfurado na transmissão, através do qual a força do motor flui em duas direções. Ele dirige o diferencial central na sua retaguarda. A outra metade do torque do acionamento do diferencial foi transferida para o eixo dianteiro ao longo de uma saída rotativa no interior do eixo oco secundário. Este eixo vazio permitiu a tração para todas as rodas, praticamente livre de tensão; de maneira leve, compacta e eficiente; e que opera sem a necessidade de uma caixa de transferência pesada ou eixo-cardã secundário.
O princípio quattro é especialmente adequado para carros esportivos, que a Audi produz em volumes elevados. A tecnologia revolucionária teve estreia marcante em 1980, no Salão Internacional de Genebra, com o Audi quattro: um cupê com formas quadradas e 200 cv de potência. Originalmente planejado para ter baixo volume de produção, a alta demanda levou o modelo quattro original ao sucesso. Repetidamente atualizado, ele permaneceu em produção até 1991. Em 1984, a Audi lançou o compacto Sport quattro, com 306 cv e distância entre-eixos curta.
Em 1986, a Audi substituiu o diferencial central com bloqueio manual da primeira geração pelo diferencial Torsen (Torsen = torque sensing). Esta transmissão de engrenagem era capaz de fazer a distribuição variável de torque. O próximo grande passo veio em 2005, com o disco planetário, que oferecia distribuição assimétrica dinâmica do torque.
Em paralelo, a Audi expandiu sua linha de modelos quattro. A empresa decidiu voltar, em 1980, a oferecer o sistema quattro em cada linha e os novos modelos foram marcos importantes no caminho da Audi no segmento premium. O primeiro modelo TDI com tração permanente nas quatro rodas surgiu em 1993 e quatro anos depois a tecnologia migrou para o segmento compacto.
Audi quattro – o automobilismo
No início de 1981, a Audi chegou como um furacão no campeonato mundial de rali com o modelo quattro. Hannu Mikkola, da Finlândia, venceu as seis primeiras provas especiais na neve no Rali de Monte Carlo. Com uma vantagem de quase seis minutos, ele perdeu a chance de vitória quando bateu em um pequeno muro. Já em 1982, o quattro era praticamente imbatível em qualquer lugar do mundo; a Audi redefiniu o benchmark com sete vitórias e conquistou o Troféu de Construtores. No ano seguinte, Mikkola levou para casa o título de pilotos.
A temporada de 1984 também começou com muito barulho – o recém-contratado Walter Röhrl, duas vezes campeão mundial, venceu o Rali de Monte Carlo, à frente de seus colegas de equipe Stig Blomqvist (da Suécia) e Hannu Mikkola. No final da temporada, a Audi levou o título de campeã mundial pela primeira vez e Blomqvist ficou com o título de pilotos.
O carro final foi o S1 Sport quattro, que comemorou o seu maior triunfo em 1987: Walter Röhrl venceu as 156 curvas de Pikes Peak, no Colorado (EUA), em tempo recorde absoluto, com o veículo de 600 cv.
Nos anos seguintes, a Audi migrou para as corridas de turismo. A partir de 1988, a marca competiu na série TransAm e conquistou o título logo de cara. Em 1990, a Audi mudou para o Deutsche Tourenwagen Meisterschaft (Campeonato Alemão de Carros de Turismo, ou DTM), e Hans Stuck também levou o título no primeiro ano, com um poderoso V9 quattro.
Em 1996, o A4 quattro Supertouring, com motor 2.0 litros de quatro cilindros, entrou em sete campeonatos nacionais em três continentes – e venceu todos eles.
Dois anos mais tarde, os dirigentes europeus proibiram quase que completamente os veículos com tração nas quatro rodas nas corridas de turismo. O balanço da Audi até aquele ponto eram quatro títulos nos campeonatos mundiais de rali; três vitórias em Pikes Peak; uma vitória no campeonato TransAm; dois títulos do DTM; 11 campeonatos nacionais de carros de turismo; e um campeonato mundial de turismo.
Um carro de corrida com tração integral foi autorizado a voltar às pistas novamente em 2012. O Audi R18 quattro e-tron, com tecnologia híbrida, apresentou um pacote de equipamentos inovadores – e imediatamente comemorou uma vitória dupla deslumbrante.
Mais informações sobre a história do quattro podem ser encontradas em: www.audi-quattro highlighhts.de e www.audi-mediaservices.de
Fonte:
Departamento de Imprensa Audi Brasil
Comunicação Produto Audi Brasil
Charles Marzanasco
Supervisor de Imprensa
PR-Trainee
Bruna Zarzur Cury
In Press Porter Novelli Assessoria de Comunicação
Paula Lario
Bruna Gomes
Lia Mara Sacon
A Ford obteve dois marcos significativos no setor automobilístico: foi a única marca a ter três veículos entre os 10 mais vendidos do mundo e suas vendas anuais nos Estados Unidos atingiram o volume de 2 milhões de unidades em 2012. O Focus, segundo dados da agência Polk, foi o campeão global de vendas com 737.856 veículos, de acordo com os dados computados até setembro.
A Série F somou 576.339 unidades e o Ford Fiesta, 560.061 no ranking mundial. As picapes Ford Série F aparecem em quarto e o Ford Fiesta é o quinto colocado, além de ser o carro mais vendido do segmento de compactos.
Nos Estados Unidos, a Ford superou a venda de 2 milhões de veículos em 2012, pelo segundo ano consecutivo. Ela tornou-se a única fabricante do país a atingir esse volume desde 2007.
“O Focus e o Fiesta representam o melhor do nosso plano One Ford”, diz Jim Farley, vice-presidente executivo global de Marketing, Vendas e Serviços da Ford e Lincoln. “Em apenas três anos, a Ford transformou a sua linha global de produtos e começou a conquistar consumidores em todo o mundo com veículos que são gostosos de dirigir e econômicos no consumo de combustível – usando novas tecnologias como o premiado motor EcoBoost.”
Estados Unidos
As vendas da Ford nos Estados Unidos cresceram em toda a gama de produtos em 2012, com um avanço de 5% nos carros, 7% nos utilitários e 2% nas picapes. No total, a marca vendeu 2.168.015 veículos.
As vendas de carros pequenos da Ford cresceram 29% no ano, com 316.006 unidades. No segmento total de carros o avanço foi de 5%, com 760.646 unidades. As vendas do Focus subiram 40% no ano e o novo C-MAX teve o melhor começo de vendas entre todos os híbridos da indústria, com 13.309 unidades nos quatro primeiros meses.
A Ford tornou-se novamente a marca líder de vendas de utilitários da América em 2012, com 619.470 unidades. As picapes Ford também continuaram a dominar em 2012 – a Série F liderou o segmento pelo 36º ano consecutivo e também foi, pelo 31º ano, o veículo mais vendido da América, com 645.316 unidades, um aumento de 10% frente a 2011.
A venda total de veículos comerciais da Ford – incluindo a Transit Connect e Série E – aumentou 2%, com 829.477 unidades. A marca manteve também a liderança em caminhões pelo 28º ano, com um crescimento de 7% no ano e seu melhor resultado desde 2008.
Fonte: Imprensa Ford (07/01/2013)
Caxias do Sul (RS), 17 de dezembro de 2012 - A Agrale S/A, fabricante de caminhões, chassis para ônibus, viaturas militares, tratores e motores diesel, anunciou, em encontro do presidente da empresa, Hugo Zattera, com a ministra da Indústria da Argentina, Débora Giorgi, no último dia 12, que vai investir US$ 12,5 milhões em sua planta localizada na cidade de Mercedes, na Província de Buenos Aires, para a fabricação de tratores Agrale naquele país.
O objetivo da empresa é iniciar a produção já no primeiro semestre de 2013, com índice de conteúdo local nos produtos fabricados superior a 50% e assim colaborar para o fortalecimento da cadeia de fornecedores da Argentina. Em uma segunda etapa, a empresa deverá alcançar, dentro de pouco tempo, cerca de 70% de conteúdo local.
Além disso, a fabricação de chassis de ônibus Agrale na Argentina será ampliada, em 2013, com a produção de chassis de ônibus articulados, o que exigirá a implantação de uma segunda linha de montagem de veículos. Na Argentina, a Agrale é vice-líder no segmento de chassis e espera ampliar suas exportações com os novos produtos.
A fábrica da Agrale na Argentina começou a operar em meados de 2008 com a produção de chassis para ônibus e caminhões leves e já ultrapassou a marca de 3.300 unidades, além dos veículos importados de sua operação no Brasil. A empresa tem mais de 40 anos de presença no mercado local, onde alcançou expressiva participação.
Fonte:
Secco Consultoria de Comunicação
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A Ford atingiu a venda de 5 milhões de veículos equipados com o SYNC, o revolucionário sistema de conectividade lançado há cinco anos em parceria com a Microsoft, que se tornou referência em tecnologia nessa área. No Brasil, este sistema está presente nos modelos EcoSport, New Fiesta, Fusion e Edge.
“O SYNC nos ajudou a evoluir como montadora, a pensar e agir mais como uma empresa de tecnologia, com uma abertura que mudou para sempre a forma como olhamos para os negócios e respondemos aos nossos clientes”, disse Paul Mascarenas, vice-presidente de Pesquisa e Inovação da Ford. “O SYNC incorpora a visão da Ford de ??ir mais longe e transformar idéias inovadoras em produtos acessíveis e de valor para milhões de pessoas.”
Parceria com a Microsoft
Quando a parceria foi iniciada, em 2005, os times de engenharia da Ford e da Microsoft constataram que a tecnologia móvel estava se tornando um item cada vez mais importante na vida das pessoas, com o avanço dos celulares e dispositivos digitais. A rapidez com que essa tecnologia móvel cresceu levou a equipe de desenvolvimento a decidir que era preciso adotar uma nova abordagem.
“A parceria com a Microsoft nos permitiu transformar o carro em uma plataforma com grandes oportunidades para os desenvolvedores, agregando valor e novos recursos na velocidade que os consumidores esperam”, continua Mascarenas. “O mundo tem hoje mais de 1 bilhão de smartphones em serviço e a conectividade móvel continuará sendo um elemento fundamental na nossa estratégia.”
“Trabalhamos com a Ford no sistema SYNC desde o início”, diz Kevin Dallas, gerente geral do Windows Embedded da Microsoft. “Adotamos uma abordagem de plataforma que nos permitiu avançar rapidamente e oferecer uma solução sem igual na indústria, que ao mesmo tempo traz flexibilidade para a criação de novos recursos e melhorias para os clientes da Ford.”
Plataforma aberta
Os carros têm um tempo médio de uso de mais de 10 anos, mas para acompanhar os avanços da tecnologia as pessoas costumam trocar seus aparelhos eletrônicos a cada dois anos.
A equipe de desenvolvimento do SYNC criou uma arquitetura baseada na plataforma Windows Embedded Automotive que aproveita protocolos abertos, como USB e Bluetooth, para se conectar com praticamente qualquer dispositivo de mídia e comunicação. Essa decisão acabou sendo uma das mais visionárias que se poderia imaginar.
Quando o SYNC foi anunciado em 7 de janeiro de 2007, na Feira Internacional CES, outras tecnologias também foram apresentadas, como o iPod. Dois dias depois, a Apple iniciou uma revolução na telefonia móvel, e o negócio de aplicativos, com o anúncio do primeiro iPhone. No final do mesmo ano, foi lançado o primeiro carro com SYNC, o Focus 2008, que permitia fazer chamadas no celular e tocar músicas do iPod por comando de voz, usando a tecnologia de reconhecimento de voz da Nuance.
Hoje, existem smartphones com uma ampla gama de plataformas, como iOS, Android, Blackberry e Windows Phone, com memória e poder de processamento maior que os computadores pessoais daquela época, que ainda funcionam com o sistema SYNC original. Eles também podem operar com novos aplicativos, como o 911 Assist, de conexão com serviços de emergência, e o SYNC Services, rede de serviços em nuvem que oferece boletins de trânsito, informações comerciais, notícias e resultados esportivos.
“Hoje, está claro que usar uma plataforma de conectividade aberta e atualizável tem sido chave para o sucesso do SYNC”, diz Mascarenas. “Ele permite que os veículos da Ford não fiquem presos às tecnologias de fábrica e possam ser atualizados com novos softwares”.
Conectividade em nuvem
O sistema SYNC já é disponível, em diferentes versões, nos modelos Fusion, Edge, New Fiesta e EcoSport vendidos pela Ford no Brasil. Agora, ele começa a ser lançado também na Europa e na Ásia. A Ford e a Microsoft estão trabalhando constantemente, junto com a Nuance, para manter o sistema na liderança das tecnologias embarcadas de conectividade.
“Na Microsoft, hoje estamos focados em criar sistemas inteligentes combinando informação e conectividade. No veículo, isso significa a capacidade de se conectar com mais fontes e dados para ajudar o motorista. Junto com a Ford, estamos ajudando a transformar o veículo conectado em um veículo inteligente”, diz Kevin Dallas.
Conectividade em nuvem, sensores embarcados e acesso a dados são componentes-chave para criar esse tipo de veículo. Outros avanços, como processamento de linguagem e aprendizado de máquina, podem ajudar o SYNC a oferecer uma interação mais natural entre o carro e o motorista e uma experiência de direção mais personalizada e conveniente.
“O carro é uma fonte rica de informações em tempo real que, combinado ao poder de processamento disponível na nuvem, pode se transformar no dispositivo mais inteligente que você já teve”, completa Mascarenas.
Fonte:
Imprensa Ford
Nova unidade conta com o primeiro Sorter (Sistema Automático de Distribuição de Encomenda) do setor de transporte no Sul do Brasil
Com um investimento de R$ 8 milhões, a Transportadora Plimor incorpora na sua nova unidade em Curitiba, no Paraná, o primeiro Sorter (Sistema Automatizado de Distribuição de Encomenda) do Sul do Brasil no setor de transporte.
A unidade tem mais de 30mil m² de área total, sendo 6 mil m² de área construída. O sistema proposto tem capacidade de 60 mil volumes/dia para distribuição e transferência para as regiões de atendimento da Plimor no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, no Brasil, e na Argentina.
“A aquisição deste equipamento está diretamente ligada à estratégia da Plimor em investir em tecnologia, assegurando para nossos clientes um transporte ainda mais ágil e seguro”, frisa o diretor da Plimor, Julhiano Bortoncello.
No DNA da transportadora gaúcha está a busca constante por tecnologia como forma de garantir a satisfação dos clientes. “O Sorter vem ao encontro desta filosofia, pois possibilita mais precisão operacional, uma logística bem eficiente e maior rastreabilidade dos embarques com menor tempo de resposta aos clientes”, reforça Bortoncello.
Mais sobre o Sorter – O equipamento italiano fabricado em conjunto com a inteligência dos Estados Unidos é um dos mais modernos em tecnologia aplicada, comandada por software de última geração para classificação e roteirização das mercadorias descarregadas no terminal, permitindo, assim, a flexibilidade, segurança e agilidade das cargas, melhorando a conferência de peso, cubagem e separação.
Mais sobre a Plimor – Com 37 anos de mercado, a Transportadora Plimor é especializada em serviços de coleta, entrega e transferência de cargas. A empresa emprega cerca de 2.800 pessoas diretas e indiretas em suas 72 unidades. A frota conta com 500 veículos rastreados, com idade média de três anos, responsáveis por movimentar 90 mil volumes por dia, entre entregas e coletas. Atualmente a empresa, com sede em Farroupilha, no Rio Grande do Sul, dispõe de mais de 120 linhas com horários fixos, garantindo um total planejamento de logística.
A Unidade Curitiba está localizada na Rua Rodolpho Hatschbach, 1625, bairro CIC.
Crédito das Fotos: Leonardo Izar
Fonte:
Assessoria de Imprensa Transportadora Plimor
Coordenação de Conteúdo – Adriana Silva
Atendimento – Ariana Peroni