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FORD: ATITUDES DE COMPARTILHAMENTO GANHAM FORÇA E DEVEM GERAR RECEITA DE R$ 1,7 TRILHÃO NO MUNDO EM 2025

 

A Ford mantém um grupo de trabalho dedicado a analisar as novas atitudes dos consumidores no mercado mundial. Uma das principais tendências atuais é o crescimento do compartilhamento de carros e outros bens e serviços, segmento que ganha força na economia global. “A economia compartilhada deve gerar mais de R$52 bilhões em receitas globais, e a projeção é que até 2025 possa chegar a R$1,17 trilhão, com o compartilhamento de carros crescendo 23%”, afirma Will Farrelly, especialista área de inovação da experiência do usuário da Ford.

Desde carros e música até hospedagem de férias, as pessoas estão mais preparadas do que nunca para compartilhar bens e serviços. “Usando o smartphone, você pode rapidamente ‘dividir’ carros e caronas, favorecendo a mobilidade e reduzindo os congestionamentos”, diz o executivo da Ford, que participa do painel “Futuro dos ecossistemas da mobilidade” no OuiShare Fest, o maior evento do mundo voltado à economia do compartilhamento, realizado esta semana em Paris.

Tendência na Europa

Para entender essa nova tendência, a Ford Europa promoveu uma pesquisa sobre atitudes dos consumidores em relação ao compartilhamento de carros e outros bens e serviços. Uma de suas conclusões é que, se emprestar as chaves do carro já foi considerada a maior prova de confiança, hoje a maioria dos europeus admite compartilhar a sua “joia” com alguém que não conhece.

Das 10.016 pessoas entrevistadas na França, Alemanha, Itália, Espanha e Reino Unido, 55% compartilhariam o seu carro por dinheiro, 44% compartilhariam a sua casa, 33% o seu telefone celular e 17% até mesmo o seu cão. A maioria também se disporia a dirigir para outros (78%) ou transportar pacotes (78%). Além disso, 76% recorreriam à carona compartilhada, 73% a um serviço de vaga de estacionamento e 72% usariam carros compartilhados.

Os entrevistados homens e mais jovens foram os mais propensos a abraçar a economia do compartilhamento: 61% dos homens disseram estar preparados para dividir o seu carro, comparado a 49% das mulheres. Entre homens e mulheres de 25 a 34 anos essa porcentagem sobe para 68%.

Automóveis e mobilidade

Como parte da sua transformação em uma empresa automotiva e de mobilidade, a Ford está investindo fortemente em novas oportunidades de negócios através do plano Ford Smart Mobility, para ser líder em conectividade, mobilidade, veículos autônomos, experiência do cliente e análise de dados.

Uma delas é o FordPass, nova plataforma de serviços para os clientes em parceria com empresas de combustível, pagamento móvel de estacionamento, compartilhamento de carros e outras. Recém-lançada nos Estados Unidos, ela agora está sendo gradativamente expandida para outras partes do mundo.

Outros exemplos são os serviços Ford Carsharing, com 176 estações na Alemanha, o GoDrive, em Londres, e o CarAmigo, primeiro serviço de aluguel de automóveis entre particulares da Bélgica. Nos Estados Unidos, com o Dynamic Shuttle, a Ford oferece um serviço de carona sob demanda para os empregados da sua sede em Dearborn. Este ano, iniciou também o aplicativo MyBoxMan, que permite aos motoristas ganhar dinheiro com a entrega de encomendas, usando o sistema de conectividade SYNC dos seus carros.

(19/05/2016)

Imprensa Ford

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Que tal uma receita fácil, rápida saudável e saborosa utilizando frango, ricota e damasco?

Foto: Fernando Zequinão

Foto: Fernando Zequinão

O chef Djalma Stoccheiro, do curitibano Verd & Co, preparou um prato fácil, rápido e saboroso.

Valores nutricionais – Porção de 150g
Valor energético: 258Kcal
Carboidratos: 2g
Proteínas: 31g
Gorduras totais: 15g

APRICOT CHICKEN – Chef Djalma Stoccheiro – Verd & Co

Ingredientes

– 140g de peito de frango
– 50g Ricota
– 30g de damasco

Modo de preparo

Pegue o peito de frango resfriado e tempere com sal e pimenta por fora. Faça uma incisão no meio e recheie com a ricota e com o damasco. Coloque para assar. Em casa, utilize forno convencional com temperatura média de 200 por 25 minutos.

Fonte: Janaína Fogaça – P+G Comunicação Integrada

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RECEITA PARA O FRIO – Polenta cremosa com ragù bolognesa, pancetta e trufas negras

O chef Dudu Sperandio, do premiado Ernesto Ristorante, principal endereço da gastronomia italiana na cidade de Curitiba, preparou uma receita especial 

Polenta cremosa com ragù bolognesa, pancetta e trufas negras

Chef Dudu Sperandio – Ernesto Ristorante

 

Ingredientes para polenta:

– 100g de fubá ou polenta

– 500ml de caldo de legumes

– 100g de manteiga

– 100g de nata fresca

– Sal a gosto

Modo de preparo: Dissolva a polenta no caldo de legumes fervendo e cozinhe por pelo menos 45 minutos. No final, adicione a manteiga, a nata e o sal.

Ingredientes para o ragu:

– 100g de carne moída de primeira

– 100g de carne suína moída

– 50g de pancetta ou Bacon moídos

– 50g de cenoura picada

– 50g de cebola picada

– 50g de salsão picado

– 2 dentes de alho picados

– 300g de molho de tomate

– Azeite de oliva

– 40g de trufas negras

– Sal e pimenta do reino

Modo de preparo: Coloque a cebola para dourar no azeite de oliva, em uma panela funda. Em seguida coloque para dourar os outros ingredientes na ordem: alho, cenoura, salão, Bacon e as carnes. Quando estiver tudo dourado, acrescente sal e pimenta. Na sequência, coloque o molho de tomate. Cozinhe por uma hora. Na sequência, adicione as trufas negras. Sirva a polenta coberta com o ragu e bastante queijo grana.

Fonte: Assessoria de Imprensa

Caroline Rodrigues

P+G Comunicação Integrada

Fotos: Priscilla Fiedler

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Renault e Nissan aumentam convergência para alavancar eficiência e receita

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  • Renault e Nissan vão aumentar convergência nas áreas de Engenharia, Engenharia de Manufatura & Gestão da Cadeia de Fornecimento, Compras, e Recursos Humanos
  • Outras funções também devem convergir após processo interno de aprovação
  • Convergência deve gerar 5.5 bilhões de euros em sinergias em 2018

Paris (4 de março de 2016) – A Aliança Renault-Nissan está aumentando suas sinergias em quatro divisões-chave, lançando também novos projetos de convergência para alavancar eficiência e receita.

A convergência inclui a integração de divisões, criação de processos comuns, intercâmbio de talentos e outros compartilhamentos de recursos. A convergência já contribuiu para que Renault e Nissan atingissem mais de 4 bilhões em sinergias anuais no ano calendário de 2015.

Durante uma convenção global de altos executivos da Aliança, Renault e Nissan anunciaram que estão hoje fortalecendo sinergias em Engenharia, Engenharia de Manufatura e Gestão da Cadeia de Fornecimento, Compras, e Recursos Humanos. Estas funções convergiram em 2014, com executivos da Aliança comandando cada unidade.

A Aliança também pretende convergir parcialmente as áreas de Qualidade e Custos, para dar suporte às funções convergidas inicialmente. A Aliança estudará outras oportunidades para aumentar sinergias em Vendas & Marketing, Conectividade e Serviços Conectados, Planejamento de Produto e Pós-Venda, bem como funções consideradas de suporte.

Até o final de março, executivos da Renault e da Nissan apresentarão estes projetos de convergência às instâncias de decisão em nível corporativo e de representatividade do pessoal. Se aprovados após um processo de revisão interno, a implementação será efetivada em 1º de abril, quando serão anunciados os líderes destas novas funções e o escopo das atividades convergidas.

Aliança como Ferramenta Pragmática de Negócios

Renault e Nissan compartilham sua presença industrial, com inúmeros projetos de produção cruzada na França, Coreia do Sul, Índia e Rússia. Contando com um investimento em bens de capital de 10 bilhões de euros, os engenheiros da Renault e da Nissan trabalham juntos como uma equipe única, para reduzir duplicidades no desenvolvimento da próxima geração de tecnologias.

A Aliança pretende gerar 5.5 bilhões de euros em sinergias em 2018.

“A indústria automobilística está evoluindo rápido, exigindo que Renault e Nissan alavanquem ainda mais a Aliança como ferramenta pragmática de negócios,” comentou o Presidente e CEO da Aliança Renault-Nissan, Carlos Ghosn. “O futuro aponta para maior convergência e para trabalhar juntos de forma mais intensa.”
Fonte: Imprensa Renault

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Grupo Fiat Chrysler encerra segundo trimestre com aumento de 5% na receita, para 23,3 bilhões de euros

As vendas globais do grupo Fiat Chrysler cresceram 2% no segundo trimestre de 2014 em relação a igual período do ano anterior, totalizando 1,2 milhão de unidades, com incremento de 10% na América do Norte (NAFTA), para 600 mil unidades, e de 42% na região Ásia-Pacífico (APAC), que compensaram parcialmente a retração dos mercados latino-americano e europeu.

As receitas totalizaram 23,3 bilhões de euros, com alta de 5% na comparação com igual período do ano anterior em termos nominais e elevação de 10% à taxa constante de câmbio ( CER –  constant exchange rates ). O EBIT foi de 961 milhões de euros, menor que os 1.073 milhões de euros do segundo trimestre de (-10%, ou -%5 em CER). O lucro líquido foi de 197 milhões de euros, comparado com 435 milhões de euros no segundo trimestre de 2013. A redução reflete principalmente o baixo EBIT e o aumento de 137 milhões de euros em impostos devido relativos aos ganhos nos EUA.

O endividamento industrial líquido diminui para 9,7 bilhões de euros, melhorando 300 milhões de euros desde o fim do primeiro trimestre. A liquidez total disponível aumentou de 20,8 bilhões de euros no fim do primeiro trimestre para 21,8 bilhões de euros, devido ao fluxo de caixa positivo de atividades operacionais.

As receitas relativas ao segundo semestre de 2014 alcançaram 23,3 bilhões de euros, com um crescimento de 1 bilhão de euros sobre igual período do ano anterior.  Esta expansão é atribuída à evolução dos negócios na América do Norte ( NAFTA), com avanço de 7% (ou 11%, à taxa de câmbio constante), e na região Ásia-Pacífico (APAC), com alta de 34% ou 41% ao câmbio constante. Nestas duas regiões, as vendas cresceram e também houve avanço significativo das marcas de luxo, com destaque para a expansão da Maserati. A região EMEA – Europa, Oriente Médio e África teve um pequeno decréscimo de 100 milhões de euros, para 4,6 bilhões de euros no período, enquanto a área de componentes permaneceu estável em 2,1 bilhões de euros no trimestre. As vendas na América Latina recuaram 13% ao câmbio constante.

Com esses resultados, o grupo acumula receitas de 45,5 bilhões de euros no primeiro semestre do ano, o que representa uma expansão de 8%  (ou 13% ao câmbio constante) em relação ao ano anterior. O NAFTA registrou receitas de 24 bilhões de euros (+12% / 16%), EMEA alcançou a marca de 9 bilhões de euros, mantendo as receitas estáveis em relação ao ano anterior, enquanto a América Latina somou 4,2 bilhões de euros, com queda de 10% ao câmbio corrigido. Ásia-Pacífico cresceu 43%, para 3 bilhões de euros, enquanto as marcas de luxo cresceram 67%, para 2,6 bilhões de euros, com destaque para a Maserati, que triplicou suas receitas para 1,4 bilhão de euros. A área de componentes teve receitas de 4,2 bilhões de euros, em linha com o primeiro semestre de 2013.

O Grupo confirma os objetivos  apresentados no Plano de Negócios anunciado em 6 de maio deste ano:

– Vendas globais de 4,7 milhões de unidades, acima da previsão de 4,5/4,6 milhões;
– Receitas iguais ou maiores que 93 bilhões de euros;
– EBIT entre 3,6 e 4 bilhões de euros;
– Resultado líquido entre 600 e 800 milhões de euros;
– Endividamento industrial líquido entre 9,3 e 10,3 bilhões de euros.

Fonte: Fiat Press

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Fiat SpA fecha terceiro trimestre com receita de 20,7 bilhões de euros e lucro operacional de 816 milhões de euros

A Fiat SpA, holding que reúne as operações de automóveis, comerciais leves e autopeças do grupo Fiat Chrysler,  obteve uma receita de 20,7 bilhões de euros no terceiro trimestre de 2013, um aumento de 1,4% em relação ao ano anterior em termos nominais e de 8% sem considerar os efeitos do câmbio. O lucro operacional totalizou 816 milhões de euros no último trimestre,  devido ao impacto de taxas de câmbio desfavoráveis  e retração de vendas em mercados localizados. O lucro líquido foi de 189 milhões de euros, superior ao de mesmo período de 2012, com uma situação de liquidez bastante fortalecida de 20 bilhões de euros.

As vendas de automóveis somaram cerca de um milhão de unidades, em linha com o ano anterior, com aumento significativo de 73% na região Ásia-Pacífico (Apac)  (73%), uma reversão na tendência na Europa, Oriente Médio e África (Emea), com crescimento de 4%, e volumes estáveis na região dos EUA, Canadá e México (Nafta).

As marcas de luxo registraram  um forte aumento no terceiro trimestre do ano, com a Maserati mais do que dobrando sua performance em relação ao ano anterior.

No acumulado de janeiro a setembro de 2013, o faturamento da Fiat SpA alcançou 62,8 bilhões de euros, uma alta de 1% em termos nominais em relação ao mesmo período do ano passado e de 5% a taxas de câmbio correntes. As vendas das marcas de luxo cresceram 18%, para 2,5 bilhões de euros, comandadas pela Maserati. O lucro operacional acumulado totalizou 2,46 bilhões.

PERSPECTIVAS PARA 2013 – Baseado no resultado dos nove primeiros meses de 2013, o Grupo atualiza suas projeções para 2013 da seguinte forma:

Receitas: ao redor de 88 bilhões de euros, ante 88 a 92 bilhões de euros estimados anteriormente ou o equivalente a 84 bilhões a 88 bilhões a taxas de câmbio correntes.

Lucro Operacional: entre 3,5 a 3,8 bilhões de euros, ante 4 a 4,5 bilhões de euros estimados anteriormente ou o equivalente a 3,7 a 4,2 bilhões a taxas de câmbio correntes.

Lucro Líquido: entre 0,9 a 1,2 bilhão de euros, ante 1,2 a 1,5 bilhão de euros estimados anteriormente ou o equivalente a 1 a 1,3 bilhão a taxas de câmbio correntes.

Endividamento industrial líquido: entre 7 a 7,5 bilhões de euros, contra 7 bilhões de euros estimados, o que não inclui 0,2 bilhão de euros do impacto negativo do câmbio no terceiro trimestre de 2013.

Fonte: Fiat Press

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Grupo Fiat Chrysler registra receita de 20 bilhões de Euros no trimestre


O grupo Fiat Chrysler registrou receita líquida de 20 bilhões de euros no primeiro trimestre do ano, alcançando a marca de 1 milhão de veículos comercializados globalmente e resultado operacional de 618 milhões de euros. Os resultados foram divulgados hoje.
A venda de veículos praticamente repete o desempenho de igual período do ano anterior, mas a receita líquida sofreu um recuo de 2% na comparação com igual período. Os negócios tiveram desempenho positivo na América Latina, Ásia-Pacífico e no segmento de luxo e esportivos (Ferrari e Maseratti), mas recuaram no Nafta e Europa-Oriente Médio-África (Emea). O resultado operacional recuou cerca de 200 milhões de euros em relação a igual período do ano passado devido, sobretudo, devido aos custos industriais relativos ao desenvolvimento e lançamento de  novos produtos. O mercado europeu continua fortemente retraído.
O lucro líquido no período alcançou 31 milhões de  euros. O endividamento líquido industrial cresceu de 6,5 para 7,1 bilhões de euros, enquanto a liquidez disponível, que abrange linhas de crédito não utilizadas de 3 bilhões de euros, avançou de 20,8 bilhões de euros no final de 2012 para 21,3 bilhões de euros.
O Grupo reiterou os objetivos do ano, de  receita líquida entre  88 e 92 bilhões de euros; resultado operacional de entre 4 e 4,5 bilhões de euros; lucro líquido no intervalo de  1,2 e 1,5 bilhão de euros; e endividamento industrial líquido de cerca de 7 bilhões de euros.

Fonte:

Fiat Press

 

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