A Yamaha acaba de lançar novidades no seu modelo de entrada, a YBR 125 Factor 2014. Com visual mais moderno, é potente para andar bem na cidade e até para encarar situações mais incômodas, como subidas mais íngremes e com mais um passageiro.
A Kostal Brasil desenvolveu na sua planta industrial de Manaus três itens para a YBR 125 Factor 2014:
- Tampa da Manopla – interruptor sem função, somente design,
- Interruptor de Guidão – que tem como funções: buzina, seta e farol (alto e baixo),
- Interruptor de Guidão com função de partida.
A Yamaha YBR 125 Factor 2014 ganhou pequenas mudanças para se tornar mais atrativa no mercado.
Sobre a Kostal
Com 100 anos de atuação, a Kostal é uma multinacional alemã, consagrada na indústria de componentes elétricos (eletrônicos, eletromecânicos e mecatrônicos). Atualmente possui 35 unidades em 17 países de quatro continentes. No Brasil desde 1978, possui duas unidades no estado de São Paulo: São Bernardo do Campo e Cravinhos que empregam juntas cerca de 1,3 mil funcionários e uma em Manaus (AM) onde emprega atualmente 120 pessoas.
Mais informações: SAC KOSTAL: 0800 456 7825 //011 2139-6307
Fonte: Opção Assessoria
Kátia Barros / Ana Maria Soriani

22/05/2012 Legenda: Jordi Tixier, piloto da categoria MX2 no Honda GP Brasil de Motocross 2012, em Penha (SC) Crédito: Imagem Divulgação
Estrutura e trabalho da Romagnolli Promoções e Eventos, promotora da etapa nacional, foram destacados durante todo fim de semana pela Youthstream e FIM
PENHA (SC) – Os dias 19 e 20 de maio de 2012 vão ficar marcados na história do Motocross. O Honda GP Brasil de Motocross 2012, disputado no fim de semana (19 e 20 de maio) no Beto Carrero World, localizado em Penha (SC), foi considerado o melhor da história pela entidade máxima do motociclismo mundial, FIM (Federação Internacional de Motociclismo), e pela organizadora da competição, Youthstream. A Romagnolli Promoções e Eventos, promotora da etapa nacional, foi a responsável por toda a infraestrutura do evento, que durante o fim de semana recebeu inúmeros elogios de todos que compareceram à quinta etapa do Campeonato Mundial de Motocross MX1 e MX2.
“Vimos aqui o melhor formato e ambiente para hospedar uma corrida de motocross. O Brasil tem um enorme potencial e sabemos que o motociclismo tem que sair da Europa para entrar nestes mercados. O motocross está no caminho correto e estamos muito felizes com a relação entre as Federações, como FIM e CBM, que regem o esporte, e com os promotores, como a Youthstream e Romagnolli Promoções e Eventos”, destaca o vice-presidente da FIM, Jorge Viegas.
O diretor da FIM/CMS, Wolfgang Sbr, também não poupou elogios à Romagnolli. “Sempre quando estamos no Brasil ficamos impressionados. Mas desta vez foi diferente. Em todos os mais de mil GPs que fizemos, nunca havia encontrado algo parecido com o que vi hoje. O GP Brasil é sem dúvida o número 1 do Mundial. Muito obrigado a Romagnolli pela organização. Eu estou muito feliz de ter presenciado este evento”, elogia Wolfgang Sbr.
Com competência e experiência de mais de 20 anos em eventos esportivos, a Romagnolli montou uma estrutura jamais vista. Cerca de 80% dos setores destinados à torcida (arquibancadas e camarotes) eram cobertos, assentos para todas as 21 mil pessoas que assistiram ao evento, sala de imprensa confortável para jornalistas do mundo inteiro, ambulâncias e equipe renomada de médicos de prontidão, pódio coberto e ampla área de box destinada aos pilotos de 21 nacionalidades foram algumas das razões pelas quais Youthstream e FIM ficaram encantadas com a etapa.
Além disso, a pista de 1.562 metros foi um espetáculo a parte, com obstáculos sinuosos e área de acesso coberta com cascalho para organização, médicos e imprensa transitarem. Planejado e executado pelo construtor da Youthstream, Justin Barclay, o traçado impressionou e foi destacado pelos pilotos internacionais. Seguindo os moldes do mundo mágico do Beto Carrero World, o local foi ilustrado com bonecos de animais, o que deixou o visual impecável.
“O Beto Carrero é um dos melhores locais de motocross que eu já vi na minha vida e eu tenho que admitir que o Carlos Romagnolli fez um excelente trabalho. Sua equipe foi muito profissional e cuidou de todos os detalhes. A Youthstream está muito feliz de ter parceria tão forte com a Romagnolli. Tenho certeza que este é apenas o primeiro passo de um futuro brilhante no Brasil “, elogia Luigi Zompetti, vice-presidente da Youthstream.
No domingo (20), dia das corridas da MX1 e MX2, a Romagnolli passou por um grande teste. Uma forte chuva caiu na região do Honda GP Brasil de Motocross, porém o evento não foi prejudicado. Pelo contrário, a qualidade da estrutura e as áreas cobertas foram comprovadas e deram suporte à realização da etapa brasileira. O público compareceu e lotou as arquibancadas, os pilotos duelaram na pista e tudo ocorreu em perfeitas condições.
“Não é fácil promover um evento deste porte. Apesar da chuva, nossa estrutura suportou e foi comprovada a qualidade. Todos que estiveram aqui puderam apreciar um grande espetáculo. Estou muito satisfeito com o empenho e dedicação de minha equipe e de todos os parceiros, pois conseguimos fazer do GP Brasil o melhor do planeta. Depois de meses de trabalhos, receber elogios da FIM e Youthstream não têm preço. Mas sabemos que a responsabilidade aumenta no próximo ano. Nosso objetivo é fazer um trabalho ainda melhor”, comenta Carlos Romagnolli, presidente da promotora nacional.
Outro destaque foi a transmissão ao vivo de todas as baterias da MX1 e MX2 pelos canais brasileiros SporTV e Band Sports. Mais de 100 países acompanharam ao vivo as disputas do Honda GP Brasil de Motocross 2012 por emissoras de TVs e internet da Europa e de todo o planeta, como Eurosport Internacional, SNTV (Sports News Television), Sportitalia, La Une, ESPN STAR Sports, Fox Sports Austrália.
A quinta etapa do Mundial de Motocross é uma realização da Romagnolli Promoções e Eventos, FIM, Youthstream, Beto Carrero World e XYZ Live. O Honda GP Brasil de Motocross tem patrocínio Honda, Governo do Estado de Santa Catarina, Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esporte, e Fundesporte. Co-patrocínio Mobil, Yamaha e Pirelli, apoio da Confederação Brasileira de Motociclismo, revista da Moto! e Dirt Action.
Fonte:
Vipcomm
A Mobil Rush Racing Team confirmou a participação de duas motos na tradicional 500 Milhas de Interlagos, para os pilotos Dudu “Rush” Costa Neto, campeão nesta temporada da MotoGP 1000, Sergio de Laurentys, Maurício Zanella, Luiz Marques e Cadu Zaran. Eles se revezarão nas duas Honda CBR 1000 RR da concessionária co-patrocinadora Trends, escolhidas entre as Kawasaki, Yamaha e Triumph que a equipe usa nas provas de velocidade.
A confirmar e na dependência dos comproissos internacionais e programação de treinos na Europa, o jovem piloto Eric Ganado, que correrá o mundial na Moto 2, poderá reforçar o time. Se confirmado, pilotará outra Honda CBR 1000 RR da Trends, a que usa para treinar no Brasil.
Disputada desde 1970, a 500 Milhas de Intelagos é atualmente a mais longa prova oficial do calendário brasileiro. São 186 voltas ou cerca de 800 Km, com as motos tocadas por 2 a 4 pilotos. A distância pede além dos reabasecimentos a troca de pneus, o que a torna uma prova estratégica, na qual o box é fundamental para o resultado. Mas na pista, a tocada dos pilotos que se revezam é a mesma das prova de velocidade.
Entre outros destaques que tornam a 500 Milhas uma prova singular, a sua largada é até hoje no estilo Le Mans, as motos desligadas alinhadas a 45 graus de um lado da pista e os pilotos do outro, correndo para elas quando a bandeirada é dada. A prova dura mais de seis horas e a Mobil Rush Racing Team tem experiência de várias participações nos últimos anos. Neste, tentará repetir com as Honda CBR 1000 RR na categoria 1000cc a vitória conquistada no ano passado na 600 cc com uma Kawasaki Ninja ZX-6R.
Fonte:
Imprensa Thomaz Magalhães®
As corridas da Superbike Series, com entrada franca ao público nas arquibancadas e a 30 reais para os que quiserem circular pelo padock e ver de perto máquinas e pilotos, mostram um reencontro do público brasileiro com o motociclismo. Com provas para muitas categorias, vem aumentando consideravelmente também o número de pilotos e equipes em ação. E o destaque está nas motos da categoria 600 cilindradas, como as Kawasaki, Yamaha, Honda e Triumph, praticamente as mesmas que andam nas ruas, travando na pista a disputa mais acirrada da série.
Começando pelas motos, nesta temporada temos o domínio das Kawasaki 600. Nada que não possa mudar, na dependência do lançamento de novos modelos das fábricas, ou no desenvolvimento delas pelas equipes. Entretanto, essa possibilidade do desenvolvimento pelas equipes é menor, pois a essência da categoria é ser amadora, com o menor custo possível.
A maior equipe da Superbike Series é a Mobil Rush Racing Team, com cinco pilotos e que na terceira etapa assumiu a liderança com o veterano Dudu Costa Neto. Nela há três Kawasakis, uma Honda, uma Yamaha e também uma Triumph, que na verdade não está disputando o certame, embora seja vencedora de várias corridas longas. Ela vem usada no programa de treinos no Brasil de Eric Granado, que está correndo no campeonato espanhol de 125 Especial, com uma Aprilia.

Dudu Costa Neto (Kawasaki) o líder do campeonato, e Eric Granado (Triumph). Foto: Vinicus Fonseca / Rush Motorcycles
Como nas demais equipes, o ponto central da preparação dessas motos para entrar na pista fica no acerto eletrônico do motor, além da susbstuição de carenagens, inversão das marchas no pedal e uso obrigatório de pneus iguais, de patrocinador, por todos os concorrentes.
Esse acerto eletrônico, feito no que também pode ser chamado de “centralina”, muda a potência, o torque e principalmente a sua “entrega” nas faixas de rotação dos motores. Não é coisa simples, como eram as “carburagens” nos motores mais antigos, pois a injeção eletrônica requer mão de obra, equipamento e programas de computador especializados.
Há várias opções desses programas, como o italiano “Rapid Bike”, entre os preferidos das pincipais equipes. E alguns fabricantes, caso da Kawasaki, têm seus programas para times da marca. A Mobil Rush Racing Team tem usado até agora o Rapid Bike, sob a orientação do famoso preparador Fernando Del Franco, mais conhecido nas pistas e entre os motociclistas de rua como o “Boi”. Ele é tão requisitado que tem um box de alto nível técnico montado nas corridas, para atender outros pilotos com a sua equipe especializada.
Esse gerenciador eletrônico de motores da Kawasaki, já usado por algumas outras equipes na Superbike Series brasileira, será a opção da Mobil Rush Racing Team para suas Kawas no desenvolvimento para as próximas provas, conta o preparador Boi. O programa não é vendido pelas concessionárias e as equipes o tem comprado do departamento de competições da marca nos Estados Unidos.
O líder Dudú Costa Neto, que é também instrutor de pilotagem de corridas, está à frente no campeonato basicamente pela sua regularidade, sempre no pódium após as provas. Sua expectativa sobre o desenvolvimento das motos é moderada, frisando que agora com mais essa opção de gerenciamento eletrônico vão poder comparar parâmetros e resultados – por isso a equipe continuará usando os dois sistemas, até porque o Rapid Bike é usado também nas Honda, Yamaha e Triumph da Mobil Rush Racing Team. Quanto à expectativa por vitórias e liderança no campeonato, Dudu opta pela praxe ao opinar: “corridas são corridas, eu só acho alguma coisa depois da bandeirada.”
Fonte:
Thomaz Magalhães®
Imprensa & Relações Públicas