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Diretores acusam Record de boicotar SporTV na Olimpíada de Londres

Categorias: Globo, Guerra de audiência, Olimpíadas de Londres, Record

Começam a vir à tona episódios de bastidores que tem azedado ainda mais a relação entre Record e Globo durante os Jogos Olímpicos de Londres. O SporTV, canal da TV paga que pertence às Organizações Globo, transmite a competição em quatro canais, mas tem dificuldade em entrevistar os atletas brasileiros. O motivo seria um suporto boicote da Record, que detém os direitos de transmissão na TV aberta e vendeu os direitos da TV paga para o SporTV.

De acordo com Keila Jimenez, colunista da Folha, os atletas brasileiros, assim que terminam suas competições em Londres, quase nunca têm dado entrevistas para o SporTV porque a Record não deixa. Fontes do canal de esportes dizem que a emissora do bispo Edir Macedo tem boicotado o acesso de repórteres da concorrência à zona mista de várias competições, onde ficam as equipes credenciadas à espera da primeira palavra dos esportivas.

Isso estaria ocorrendo porque cabe à Record distribuir os espaços na zona mista para os canais que compraram dela o evento, como Sportv, ESPN e Bandsports. Ainda segundo informações da Folha, que teve acesso a uma lista de pedidos do SporTV à Record, desde o início da competição até o dia 2 de agosto, das 18 solicitações feitas, dez foram negadas.

Já a Record diz que atendeu a todos os pedidos feitos pelo SporTV e que algumas solicitações extraordinárias não foram atendidas porque as posições estavam ocupadas. Diretores do SporTV contestam o argumento e afirmam que foram negadas vagas na zona mista que estavam vazias.

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Os próximos 15 dias serão de muita tensão entre Globo e Record. A partir de sexta-feira, 27 de julho, a emissora da Barra Funda inicia oficialmente a transmissão da Olimpíada de Londres. É a primeira vez que a Globo não obtém os direitos de imagem do maior evento esportivo do planeta. A expectativa é que a audiência da Record suba e tire boa parte do público da concorrência, principalmente nos períodos da manhã e tarde, quando os jogos acontecem. A tão esperada cerimônia será exibida a partir de 17h.

A disputa entre as duas maiores emissoras do Brasil já começa a repercutir na imprensa especializada. Na tarde desta quarta-feira, 25 de julho, a Globo divulgou nota oficial para informar que fará uma cobertura “limitada” dos Jogos Olímpicos. A justificativa é que a emissora não possui os direitos de transmissão.

A poucos dias do início da competição, a Globo tem ignorado a Olimpíada. Quem assiste ao canal, só fica sabendo dos Jogos de Londres pelos comerciais, como o do Bradesco, que exibe uma campanha direcionada à participação do Brasil.

Na nota divulgada, a Globo afirma que comprou a assinatura de um serviço de imagens para quem não possui os direitos de transmissão. “Essas regras determinam que, ao longo do dia, um total de apenas seis minutos de imagens sejam usados por no máximo três programas jornalísticos regulares, sendo que cada um deles poderá usar apenas até dois minutos, não ultrapassando, por evento ou prova, 30 segundos ou 1/3, o que for menor”, diz o comunicado.

Já a Record, que também divulgou nota oficial sobre a transmissão, afirma que serão oferecidas às concorrentes “melhores condições para a concessão de imagens” do que quatro anos atrás. As emissoras que assinarem documento proposto pela Record terão direito a seis minutos de imagens por dia, que poderão ser “usadas em blocos de até três minutos em qualquer telejornal ou programa de cobertura nacional durante 24 horas”.

As regras as quais a Globo se submete seriam as mesmas dos Jogos Olímpicos de Pequim, em 2008. No Pan-americano de Guadalajara, em 2011, problema com direitos de imagem geraram uma crise entre Record e Globo.

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Parece até provocação…

Dias depois de a Record exibir reportagem de 40 minutos no Domingo Espetacular criticando a prática religiosa “cair no espírito”, defendida por igrejas evangélicas pentecostais e tradicionais (rivais da Igreja Universal), a Globo anunciou que abrirá espaço em sua programação para exibir o show gospel especial Promessas como uma de suas atrações de fim de ano.

A “cereja do bolo” dessa mega produção será a cantora Ana Paula Valadão, vocalista da banda Diante do Trono, chamada de “endemoniada” pelo bispo Edir Macedo, proprietário da Record e fundador da Universal. Ana Paula é uma das defensoras do “cair no espírito”, popularmente conhecido como “cai cai”.

Obviamente, a Globo não quer só provocar, mas lucrar bastante. A emissora, que sempre abriu espaço para a Igreja Católica, começará a investir na música gospel porque os resultados financeiros do setor são muito animadores. De acordo com Ricardo Feltrin, colunista do portal F5, estima-se que, em 2011, a indústria fonográfica gospel vá movimentar no Brasil cerca de R$ 2 bilhões. No show da Globo, terão vez os artistas vinculados à Som Livre Gospel, empresa da família Marinho.

O especial vai se originar de um festival a ser gravado no Aterro do Flamengo, no Rio de Janeiro, uma semana antes da exibição. Conforme Feltrin, o projeto é coordenado pelo diretor Luiz Gleiser e irá ao ar no dia 18 de dezembro, às 22h30. Participam algumas das estrelas do gospel brasileiro, como David Sacer, Fernanda Brum, Fernandinho, Regis Danese, Damares, Ludmila, Pregador Luo e Eyshila, além do Diante do Trono.

Se o show conseguir boa audiência, novas edições poderão ocorrer em 2012.

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A transmissão dos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, no México, pela Record acirrou ainda mais a briga que a emissora trava com a Rede Globo. O canal acusa a concorrente de piratear imagens das competições exibidas no Jornal Nacional, sábado, 15, e no Fantástico, domingo, 16 de outubro. O tempo das imagens não chega a um minuto, mas causou um tremendo desconforto. Para a Record, a Globo desrespeitou o contrato de direitos ao exibir cenas das competições sem autorização.

De acordo com a emissora, há um mês, foi enviado aos veículos de televisão do país um documento informando que as imagens do Pan seriam disponibilizadas para os noticiários, com a condição da logomarca ser exibida e a legenda “imagens cedidas pela Rede Record” estar  inserida nas reportagens.

No entanto, ao mostrar o momento em que o nadador Cesar Cielo ganhava sua primeira medalha e cenas da abertura dos jogos, a Globo creditou as imagens à OTI – Organização das Telecomunicações Ibero-Americanas. Por contrato, as transmissões do Pan para TV aberta e por assinatura no Brasil são exclusivas da Record, mas a Globo sequer solicitou o uso de imagens, o que poderia ter sido feito apenas com o envio de um e-mail.

Na tarde de segunda-feira, 17, a emissora da família Marinho acabou reconhecendo o erro, mas atribuiu a falha à APTN, divisão de televisão da Associated Press, uma das mais respeitadas agências de notícias do mundo. Conforme Maurício Stycer, colunista do Uol, a Globo argumenta que nas imagens enviadas pela APTN não havia a informação sobre o “embargo para o Brasil”, ou seja, que  elas não poderiam ser exibidas no país. “As imagens vieram liberadas para uso. Quando fomos perguntados hoje sobre isso, voltamos o questionamento para a APTN, que então nos mandou o pedido de desculpas”, explicou a Central Globo de Comunicação.

O episódio desgastou a direção da Record. Além da pirataria de imagens, a emissora sofre pressão dos atletas, que cobram mais visibilidade na TV. Mesmo levando 270 funcionários para o México e ocupando boa parte de sua programação com o Pan, a cobertura não está agradando a alguns esportistas e seus respectivos patrocinadores. “A gente fala com o patrocinador e eles dizem que sem a Globo é complicado. A gente fala com a Record para fazerem matéria com a gente e eles dizem que não tem recursos…”, afirmou a Stycer um atleta presente em Guadalajara, que preferiu não ser identificado.

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As “vitórias” da Record na guerra contra a Globo devem começar a dar frutos no próximo mês, quando a emissora presidida pelo bispo Edir Macedo exibe com exclusividade o Pan Americano de Guadalajara, no México. A principal competição esportiva das Américas vai ser transmitida na TV aberta somente pela Record, entre 14 e 30 de outubro. O anúncio oficial sobre a cobertura será feito nesta terça-feira, 27 de setembro, em São Paulo.

De acordo com a Folha de São Paulo, toda a cúpula da Record deve marcar presença no evento. Serão enviados para o México os principais jornalistas da casa, como Ana Paula Padrão, Heródoto Barbeiro, Paulo Henrique Amorim, Mylena Ciribelli e Roberta Piza. No anúncio, é aguardada a presença de Honorilton Gonçalves, vice-presidente artístico. Ele deve fazer pronunciamento, pois também na terça a emissora comemora 58 anos.

Apesar de não se manifestar, a Globo deverá dedicar pouco espaço em sua programação para o Panamericano 2011. O mesmo deve acontecer no ano que vem, quando a Record vai transmitir com exclusividade a Olimpíada de Londres. Essa foi outra dura derrota que a Globo teve que engolir.

Para a cobertura do Pan, a emissora da Barra Funda terá cerca de 200 profissionais, entre técnicos, repórteres, narradores e comentaristas. No total, o canal estima que terá ao menos 130 horas de cobertura, além da que será feita por telejornais.

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Audiência de A Fazenda 4 na estreia é 20% menor que a da temporada anterior

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A competição pela audiência do final de noite nos próximos meses promete ser acirrada entre Globo e Record. O primeiro episódio da quarta edição de A Fazenda levantou o Ibope da emissora dos bispos, fazendo-a encostar na líder Globo. No entanto, o número representou queda de 20% em relação à estreia da temporada anterior.

Segundo os números da Folha de São Paulo, a Record marcou 16 pontos de média contra os 20 pontos alcançados na terceira edição. Cada ponto equivale a cerca de 60 mil domicílios na Grande São Paulo. O resultado deixou a Record em segundo lugar. Durante a transmissão do reality show, a Globo exibia o final de Tapas & Beijos (28 pontos), O Astro (21 pontos) e o começo do Profissão Repórter (16 pontos).

A Fazenda 3 terminou com a melhor média de audiência entre as edições do programa e, frequentemente, deixou a Globo em segundo lugar no Ibope, com cerca de 15 pontos de média, com 28% de share (participação entre TVs ligadas). Na primeira edição, o programa teve média de 14 pontos com 23% de share. Já na segunda, alcançou média de 10 pontos com 17% de share.

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Estreia de O Astro dá excelente audiência para a Globo

Record mexe na grade e coloca Rebelde contra Jornal Nacional

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Mesmo com os pesados investimentos feitos em sua programação do horário nobre, a Record não tem obtido resultados extraordinários nos índices de audiência. Por causa disso, a direção da emissora resolveu mexer na grade. De acordo com Ricardo Feltrin, editor de entretenimento da Folha de São Paulo, a partir de segunda-feira, 11 de julho, o Jornal da Record entrará mais cedo, às 19h40, e Rebelde virá a seguir, às 20h30.

A decisão altera toda a estratégia da Record na guerra de audiência contra a Globo no mais rentável horário da TV. Com a mudança, o telejornal dos bispos passa a enfrentar a novela das sete Morde & Assopra, cuja audiência vem crescendo a cada semana, e o Jornal Nacional torna-se o concorrente principal da trama juvenil Rebelde.

Segundo Feltrin, para efetuar as mudanças, a Record se baseou em pesquisas de mercado, que apontaram que o público gostaria de ver notícias mais cedo. A pesquisa também teria identificado uma demanda juvenil por TV no horário. Em outras palavras, jovens que já souberam tudo na internet durante o dia todo não tem interesse em assistir ao JN da Globo.

Tanto o Jornal da Record como Rebelde têm se mantido estáveis em 9 e 11 pontos, respectivamente. A Globo lidera sozinha em toda essa faixa.

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Reportagem da Folha de São Paulo, publicada neste domingo, 19 de junho, destaca o aniversário de seis anos da disputa pela audiência entre Globo e Record. Segundo o jornal, a última “batalha” entre as emissoras foi a que envolveu os direitos de transmissão do Campeonato Brasileiro 2012, na qual a Globo saiu vitoriosa. Por causa disso, na última semana, a Record decidiu revidar, exibindo matérias em seus noticiários que colocaram o presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ricardo Teixeira, envolvido em acusações de corrupção.

Na disputa pelo Brasileirão, Teixeira teria ajudado a Globo nas negociações com os times que compõem o Clube dos 13, esvaziando a licitação vencida pela RedeTV! e tirando da Record  qualquer possibilidade de ganhar a transmissão das partidas. Obter os direitos do Campeonato Brasileiro era uma questão de honra para a Globo, que sofreu um duro golpe ao perder para a Record o Panamericano deste ano, que será em outubro, no México, e as Olimpíadas de 2012, a serem realizadas em Londres.

Na reportagem de Keila Jimenez, o vice-presidente comercial da Record, Walter Zagari, diz que o segundo lugar é o primeiro dos perdedores e que, por isso, a rede de Edir Macedo resolveu lutar pelo primeiro lugar. “Foi em 2005 que decidimos enfrentar o leão de frente. Não havia alternativa”, declarou.

Para bater de frente com a Globo, a estratégia adotada foi clonar a programação da líder. Nessa empreitada, a Record contratou profissionais da concorrente com propostas que triplicavam salários já altos de artistas, autores e jornalistas. Formatos como o do Fantástico e do Jornal Nacional foram xerocados, dando origem ao Domingo Espetacular e Jornal da Record, respectivamente.

“Nossa audiência cresceu muito em cinco anos. Tínhamos 10% do tamanho deles, hoje temos quase 50% da audiência nacional”, afirmou Walter Zagari para a reportagem da Folha. Segundo o vice-presidente, o planejamento é encostar na Globo em, no máximo, quatro anos.

No entanto, para a Globo, apesar do cenário de audiência ter mudado, a Record ainda não é considerada uma ameaça. Segundo a Folha, em 2005, no início da guerra pela audiência, a média/dia (das 7h à meia-noite) da Globo era de 21 pontos – cada ponto equivale a 58 mil domicílios na Grande São Paulo. Passou para 16,5 pontos em 2010 e 16,3 pontos neste ano (de janeiro a maio).

A Record foi de cinco pontos (2005) para 7,4 pontos em 2010. Neste ano, de janeiro a maio, marcou média de 7,3 pontos. Já o SBT, que era o segundo lugar absoluto em audiência cinco anos atrás, caiu de nove pontos (2005) para 5,5 pontos (2011).

“Não há mudança de audiência consistente se observarmos um período maior. Em 2000, a Globo tinha média/dia de 21 pontos, sendo a soma da segunda e da terceira emissoras não superior a 13 pontos”, declarou o diretor da Central Globo de Comunicação, Luís Erlanger. Segundo ele, nada mudou: em maio de 2011, as duas concorrentes somam os mesmos 13 pontos, enquanto a Globo caiu para 18.

Para a Globo, a queda de audiência é atribuída à perda de público para outras mídias, como a TV paga e televisores ligados em videogames e DVDs. A emissora considera que os pontos perdidos não migraram para a Record, já que o canal estagnou no patamar de sete pontos desde 2008. Erlanger ainda alfineta os bispos:

“Que talentos conseguiram mais que 15 pontos de audiência na concorrência?”, diz Erlanger. Este número é o pico de audiência obtida pelo programa O Melhor do Brasil, apresentado por Rodrigo Faro, ex-ator da Globo.

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Depois de perder o monopólio sobre os diretos de transmissão do Campeonato Brasileiro, a Globo enfrentará concorrência pesada da Record para conseguir acertar a exibição dos próximos torneios. A direção da emissora do bispo Edir Macedo está fazendo contas e, até o início de dezembro, irá apresentar uma proposta definitiva ao Clube dos 13.

Segundo o colunista do Uol, Flávio Ricco, o desejo da Record é comprar toda a plataforma de transmissão, que envolve os diretos da TV aberta, dos canais fechados, do pay-per-view e da internet. A intenção é tirar da Globo o principal campeonato de futebol do país, como já aconteceu com os Jogos Pan-Americanos de 2011 e 2015 e as Olimpíadas de Londres, em 2012.

A decisão de abrir concorrência para a transmissão do Brasileirão foi anunciada na semana passada, no dia 20, pelo Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), departamento ligado ao Ministério da Justiça. Ficou definido que a compra dos direitos passa a ser disputada por todas as emissoras a partir de 2012. O processo contra a Globo no Cade corria desde 1997, quando a TV Bandeirantes perdeu o direito de retransmitir os jogos do Campeonato Brasileiro.

A próxima negociação para exibir as partidas da série A ocorre no ano que vem. Estarão em disputa as edições de 2012 a 2014. Ao contrário de como acontecia, a Globo não poderá mais cobrir a proposta maior, já que os concorrentes farão sua oferta em envelopes fechados. Quem pagar mais leva.

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