Mês: junho 2010



Jesus, negro, feliz com sua moto*

Quando o descarregador e vendedor de verduras Jesus Benício Cardoso, 44, chegou ao prédio de O Diário, na avenida Mauá, o ronco do motor e o som dance que saía de um antigo toca-fitas foram chamarizes para alguns repórteres, editores e fotógrafos, aguçados pela curiosidade, darem uma escapadinha da redação e ver de perto o curioso meio de locomoção que acabara de estacionar em frente.

Uma motocicleta invocada, com mais de 50 acessórios, incluindo cabeças de bonecas, placa de táxi, esporas, chuveiro, alto-falantes e outros penduricalhos mais, que deixam a Motovi, ano de 1977, 125 cilindradas, pesando 150 quilos a mais do que o seu peso comum, é a grande paixão de Jesus, é o que lhe representa liberdade, é um sonho realizado há 24 anos (quando conseguiu comprar a moto), é o meio que o leva a pelo menos seis encontros motociclísticos por mês, realizados em um raio de até 400 quilômetros de distância.

Pode parecer impossível, mas Jesus também consegue pendurar em sua moto réplicas de bichos, como sapos, pererecas e cobras, talvez suas companhias imaginárias, já que ele não segue nenhum grupo de motoqueiros, preferindo pilotar sempre sozinho. Se perguntarem por aí o que é “Animais do Asfalto”, graças aos seus répteis, é bem certo que dirão se tratar daquela moto.

É inevitável, quando Jesus está pilotando, não deixar de olhar para o seu meio de locomoção. Mas, acreditem, a história desse trabalhador, que diz saber ser negro e motociclista o suficiente para se desvencilhar dos preconceituosos, que foi em busca do seu sonho de liberdade por meio da velocidade sobre duas rodas, é mais intrigante do que a própria moto. Quando se conhece um pouco melhor Jesus, o velho e sábio ditado, aquele que diz que as aparências enganam, vem a calhar de uma maneira surpreendente.

*Continue lendo esta matéria, que saiu no caderno de Automotor de O Diário do Norte do Paraná.

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Copa, de novo*

No refeitório, enquanto almoçava ao lado de alguns colegas jornalistas, prometi ao editor do site odiario.com, Clóvis Augusto de Melo, também cronista deste jornal, que não escreveria mais sobre a Copa do Mundo Fifa 2010. Porém, informo aos leitores que, para alegria de todos, este jornal conta com um bem feito caderno especial diário sobre a copa.

Neste caderno, além de diversas notícias referentes ao maior evento esportivo do mundo, os apreciadores de crônicas podem conferir os belos textos do jornalista Rodrigo Parra, que se comprometeu em escrever uma crônica por dia, relatando suas impressões sobre a primeira copa realizada no continente africano.

Bom, é isso. Tentarei não escrever mais sobre copa do mundo. Mas, olho para um passado recente, ou seja, olho para os dois parágrafos que acabei de escrever, e percebo que, indubitavelmente, esta crônica não falará nada que fuja do tema “copa”. Portanto, badernista que sou, já descumpri a promessa feita no refeitório, enquanto espetava com meu garfo um saboroso bife à rollet.

Peço, porém, para que não fiquem de saco cheio, lendo estes parágrafos e percebendo que, mais uma vez, o cronista aqui vai escrever sobre futebol. É quase como uma praga esse negócio de copa do mundo. A gente, que ama futebol e que já está com saudades daqueles jogos bem jogados do Brasileirão, meio que se contenta em saber que, todos os dias da copa, uns dez canais da televisão estarão transmitindo pelo menos dois jogos diferentes por dia, fora os compactos.

É complicado esse negócio de copa. Não bastassem os infinitos jogos inéditos, jogos reprisados e ainda os jogos relembrados das outras dezoito copas, ainda assistimos matérias falando daqueles que moram no fim do mundo e que, mesmo assim, arrumam um jeitinho para assistir aos jogos.

Dó deu do senhor que gastou não sei quanto e ficou andando de barco quase 24 horas para buscar diesel e, assim, ligar o motor gerador de energia e fazer funcionar a única televisão da aldeia. Azarados, os moradores da comunidade assistiram um Felipe Melo dando voadoras, trombadas e pontapés para todos os lados, em jogo contra os portugueses.

Jogo este que Portugal foi liderada por Cristiano Ronaldo, um cara que gosta de se ver no telão antes de cobrar faltas. Ao notar as sobrancelhas tão bem feitas do Ronaldo português, minha mulher perguntou se ele gosta de jogar para os dois lados, se é que me entendem. Eu disse a ela que achava que ele é metrossexual, assim como o Beckham, que assistiu a seleção inglesa, do banco de reservas, ser roubada pelo juiz e massacrada pelo contra-ataque fulminante da Alemanha.

Está vendo, caros leitores? Copa é isso. Tem sempre um assunto para discorrer. Fui de comunidade indígena, passei por Brasil, Portugal, Cristiano Ronaldo, Beckham, Inglaterra, erro de arbitragem e, finalmente, cheguei em seleção alemã. E de falar do poder de contra-ataque da Alemanha, é inevitável não temê-los numa final contra o Brasil, que tem um zagueiro bem doido chamado Lúcio e que adora testar suas habilidades como atacante.

Mas, como estou escrevendo esta crônica antes do jogo entre Brasil e Chile, posso estar dizendo besteiras. Vai que o Brasil perdeu, né? Bom, caso isso realmente tenha ocorrido, prometo que, dessa vez, paro de escrever sobre copa do mundo. No máximo, uma última crônica criticando ferrenhamente o Dunga, ok?

*Crônica publicada dia 29 de junho na coluna Crônico, no caderno D+, do jornal O Diário do Norte do Paraná.

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Chuva de alegria com o jogo do Brasil

Segundo notícias recentes, a previsão é que a chuva vai continuar caindo em diversas áreas do Nordeste, podendo, assim, oferecer novos riscos à população. Agora, eu pergunto: para quê tanta água, meu Deus?!

Sei que o clima hoje, pelo menos por aqui, no Sul do País, mais especificamente em Maringá, é de puro alto astral em razão de mais um jogo do Brasil. Pessoas trabalhando de verde e amarelo, contando os minutos para que as duas horas da tarde chegue, período no qual grande parte dos trabalhadores será dispensada dos afazeres proletariados, para, justamente, assistir a mais um jogo da seleção brasileira, às 15h30.

É inevitável, por esses dias, não falar de copa do mundo. Mesmo assim, não podemos nos esquecer dos problemas que estão acontecendo lá em cima. Torço para que, pelo menos os gols do Brasil e uma possível vitória, possa alegrar o povo. E que, mesmo com toda a desgraça que está acontecendo lá no Nordeste, todos possam dar um jeito de assistir ao jogo de hoje e, assim, tentar amenizar a dor do sofrimento e do sentimento de perda com toda esse mar de lama.

E que, se realmente somos a melhor seleção do mundo, assim como Robinho escreveu no quadro após a última vitória conquistada contra o Chile, conquistemos mais uma vez o campeonato mundial para que todos nós possamos reunir amigos e parentes em volta de uma churrasqueira, ou de uma marmita, que seja, para conversar sobre futebol, emocionar-nos vendo o Lúcio (um cavalo, um doido, um deus) erguer mais uma taça e, pelo menos por alguns instantes, esquecermos as dores da vida e, talvez, até acreditarmos sim que amanhã será um novo dia, e possivelmente melhor.

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“O cigarro é meu, eu que comprei e não quero dar para você”

Hoje, às 11h25, estava na Praça Raposo Tavares, ao lado da Rodoviária Velha [na época, existia Rodoviária Velha]. Um senhor de meia-idade fumava seu Dallas tranquilamente. Um morador de rua, o qual já vi várias vezes naquela praça, em outros lugares pedindo dinheiro e até como flanelinha, pediu um cigarro ao senhor de meia-idade. A resposta foi não.

Segundos depois, passou um jovem com um Marlboro vermelho novinho, no plástico. Acho que estava vindo do tradicional estabelecimento Rei do Fumo. Não deu outra. O morador de rua abordou o jovem e conseguiu tranquilamente um cigarro, e de marca melhor do que a do senhor de meia-idade.

Não satisfeito com as tragadas, o morador de rua começou a difamar publicamente o senhor, o chamando de miserável, lazarento, idiota e outros palavrões que prefiro não mencionar. O senhor de meia-idade sentiu-se acuado. Disfarçou, entrou na circular amarelinha, voltou, mas não aguentou os impropérios e disse: “o cigarro é meu, eu que comprei e não quero dar para você”.

O senhor de meia-idade entrou na amarelinha e foi em direção a Mandaguari, em pé. O morador da rua continuou em sua casa, ou seja, na rua, fumando vagarosamente seu Marlboro. Parecia, naquele momento, nem estar ligando para o fato ocorrido há pouco, o de ter xingado um homem em praça pública.

*Divagação publicada dia 21 de janeiro de 2008, no blog A Poltrona.

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Até na música, somos maiores do que Portugal

Guitarras e sanfonas
Jasmins, coqueiros, fontes
Sardinhas, mandioca
Num suave azulejo
E o rio Amazonas
Que corre Trás-os-montes
E numa pororoca
Deságua no Tejo
Ai, esta terra ainda vai cumprir seu ideal
Ainda vai tornar-se um Império Colonial
Ai, esta terra ainda vai cumprir seu ideal
Ainda vai tornar-se um Império Colonial

(Trecho da música “Fado Tropical”, de Chico Buarque e Ruy Guerra; ouça abaixo).

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Contos maringaenses

A ideia
O desafio foi lançado em um grupo de amigos: fazer um livro de contos que tivessem alguma conexão com Maringá, mais conhecida como cidade canção. Depois da troca de alguns e-mails e algumas conversas de bar, a ideia foi ganhando corpo e a sugestão de convidar outras pessoas que escrevem e que têm alguma conexão com a cidade.
Desafio feito e aceito por quase todos, estamos no momento de divulgar os trabalhos antes de publicar o e-book.
Sem lucros e sem gastos, a vontade é somente de falar alguma coisa sobre essa cidade única, que é Maringá.
É isso aí, caros leitores. Um grupo de escritores se reuniu e tem um certo prazo para entregar os contos. Resultado disso tudo será um e-book. Enquanto isso, Michel Roberto, o cara que teve a ideia e quem está organizando esse projeto, decidiu abrir um blog para que os escritores possam já ir divulgando o projeto e experimentando alguns textos por lá. Agradeço desde já o convite recebido.
Sinto-me honrado em participar deste e-book, disponibilizando um conto meu que tenha pano de fundo a bela Maringá.
O desafio, agora, é produzir o tal conto até o prazo que me foi dado. Provavelmente, na madrugada do último dia de entrega conseguirei começar a esboçar os primeiros parágrafos. Até o último minuto do prazo, pode ter certeza que o conto nascerá.
Conheçam o blog e fiquem atentos, pois, ainda este ano, teremos um livro de contos!
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Golpe certeiro na terceira idade*

A idade vai chegando e, como consequência do enfraquecimento dos ossos, é inevitável que senhores e senhoras com mais idade passem a ser vítimas de quedas, que, muitas vezes, resultam em inúmeros danos à saúde. A guerra de pessoas mais velhas contra a osteoporose e outras doenças dos ossos tem como principal aliado à ingestão de alimentos e vitaminas que predominam a ingestão de cálcio. Mas, para a alegria daqueles que gostam de praticar atividades físicas, além do cálcio, a batalha diária contra as inevitáveis quedas acaba de ganhar um forte aliado: a prática das artes marciais.

Pode soar estranho, mas, estudos recentemente divulgados na publicação “BMC Research Notes” indicam que o controle das quedas pode ser aperfeiçoado com a prática do Kung Fu ou do Caratê, por exemplo, e, assim, auxiliar na prevenção de fraturas nos ossos.

O estudo se baseou no cálculo da força de impacto que tem as quedas de um grupo de jovens saudáveis durante a prática de artes marciais comparando com o grau de impacto das quedas que pode suportar quem sofre de osteoporose.

Desde que possa haver um controle nas quedas de pessoas com mais idade e também algumas medidas de segurança, como colchões mais grossos, a prática das artes marciais pode ensiná-las a ter mais controle do corpo e também ensinar a “cair direito”, sem, no entanto, machucá-las.

Marcos Meneguetti, mais conhecido como mestre Menega, faixa preta em 5º grau de Taekwondo, reconhece e apoia a prática de artes marciais na terceira idade. “Para praticar as artes marciais, não tem idade, pois o mais importante não é a luta e sim o equilíbrio que o atleta adquire entre o físico e o mental. Em todas as idades, trabalha-se com o corpo e com a mente”, considera.

Não importando quantos anos a pessoa tem, quem pratica algum tipo de luta, afirma Menega, é muito melhor preparada porque passa por um processo de aprendizagem e de alongamento mais completo. “Os alunos das artes marciais aprendem a dominar o corpo com a própria mente”, ressalta o mestre Menega, afirmando, assim, que, por meio das artes marciais, as pessoas com mais idade conseguem controlar melhor as quedas.

Wanderley, 61, recomenda o Aikido

Foto de Rafael Silva

Wanderley Teixeira tem 61 anos e treina Aikido três vezes por semana

Em uma academia de Maringá, juntamente com um senhor de 77 anos e outro de 62, o empresário Wanderley Teixeira de Camargo, 61, compõe o time dos mais experientes da turma e pratica, três vezes por semana, há oito anos, o Aikido – arte marcial japonesa, criada na década de 20, pelo mestre Morihei Ueshiba.

Conforme explica Camargo, pelo fato de o Aikido ser um tipo de luta extremamente técnica, e que requer paciência, é uma boa opção de prática esportiva para pessoas com mais idade. “O ritmo da luta é cair e levantar, cair e levantar. Mesmo assim, não há como se machucar no Aikido. Existe uma técnica para cair e outra técnica para rolar. Se cair para trás, existe uma técnica. Se cair para frente, existe outra técnica”, explica o empresário.

Com extrema precisão, os praticantes do Aikido aprendem técnicas exclusivas de defesa, especializando-se em torções de membros superiores e em golpes que levem o adversário a se desequilibrar e acabar indo ao chão. Pregando também absoluto respeito, seriedade e até mesmo meditação, o empresário diz não haver chances para golpes traiçoeiros e situações intimidadoras na luta, o que é um motivo a mais para as pessoas mais velhas não se intimidarem e procurarem as aulas de Aikido.

“Eu recomendo a luta para a terceira idade. Nas aulas, as pessoas jamais encontrarão aquela coisa de um querendo mostrar superioridade sobre o outro. Os graduados no Aikido respeitam os demais lutadores e, devagar, vão ensinando as técnicas”, aconselha Camargo.

Quedas

Segundo dados de pesquisa da USP, mais de 60% de traumas corporais sofridos por idosos são resultantes de quedas.

*Matéria publicada domingo, dia 20 de junho, no caderno Saúde, do jornal O Diário do Norte do Paraná.

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Vai chutar bunda de vaca*

De quem é a culpa pelo fraco futebol apresentado na copa? Jabulani ou Nike Mercurial Vapor SuperFly II?

Se vivo estivesse, o velho João Azarias do Prado, meu avô, rústico, bruto, sistemático, que jurava de pé juntos ter comido galinha viva no exército para matar a fome, que viu sua mãe, de maneira trágica, ser assassinada pelo próprio pai (isso é história para outras crônicas), que, mesmo com 80 anos, ia todos os dias de carroça ou de bicicleta para o sítio, estaria decepcionado com a Copa do Mundo 2010.

A começar pelo baixo rendimento de quase todas as seleções participantes. Com certeza, assim como eu, ele diria que é mais prazeroso ver o futebol do Santos Futebol Clube (isso já foi assunto de crônica passada, no blog) do que o futebol carrancudo e sem brilho das seleções do mundo todo.

Porém, pelo o que conheci do jeitão seco do velho Azarias, ele estaria mesmo é embasbacado com o tanto de jogadores que estão usando chuteiras coloridas. Ainda mais nesta copa, que deixaram de lado o futebol e priorizaram o show de imagens capturadas, com câmeras potentes que congelam tudo quanto é dividida ou chute de jogador, não tem míope que não vê a propaganda escancarada das duas principais marcas esportivas do Planeta, em closes fechadíssimos feitos nos calçados dos peladeiros.

Chego a suspeitar que, pelo fato de uns 85% de todos os jogadores estarem usando a mesma chuteira, a Nike Mercurial Vapor SuperFly II, aquele troço roxo e laranja esquisito, o principal motivo de tanto balão, de tanto chute por cima do gol, na verdade, não seja a massacrada bola Jabulani e sim a, segundo o dicionário Michaelis,  “botina apropriada para jogar futebol”, também conhecida por chuteira.

Não foi futebol feio o que prometeu a Nike, quando lançou a chuteira que seria a mais usada da copa, em 24 de fevereiro deste ano. Segundo texto de divulgação no site, a SuperFly II é a chuteira mais leve já projetada pela marca. “É a primeira do mercado com um sistema de tração exclusivo que se adapta aos gramados. É uma espécie de ‘suspensão ativa’ para chuteiras, que proporciona aceleração explosiva em todas as direções — e sob todas as condições do campo”, ainda afirma o texto.

Mas, opa, espera aí. Se me recordo bem, o Paulo Henrique Ganso, que apresentou o melhor futebol do Brasil em 2010, jogava com a chuteirinha multicolorida da Nike. Sendo assim, meu argumento, o de que o fraco desempenho das seleções nesta copa esteja ocorrendo por causa da SuperFly, cai totalmente por águas.

Continuemos, pois, assistindo a jogos mais ou menos, com o escancarado monopólio de poucas marcas esportivas na vestimenta e calçado dos jogadores e descendo o pau na pobre coitada da Jabulani, que, nos três jogos diários da copa, vem sendo judiada com chutes tortos e toscos. “Vai chutar bunda de vaca”, sem dúvida, seria a frase mais proferida pelo velho João Azarias, caso estivesse assistindo a esses jogos.

*Crônica publicada dia 22 de junho da coluna Crônico, no caderno D+, do jornal O Diário do Norte do Paraná.

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Simpsons também querem o silêncio de Galvão Bueno

O sucesso da campanha #CalabocaGalvão foi tão grande, e tem tanta gente pedindo para que o narrador de jogos da Globo fique quieto, que o desenho Os Simpsons resolveu participar também! Leio no site Vírgula que, na última sexta-feira (18), o criador do melhor desenho animado do mundo, Matt Groening, disponibilizou, de maneira irônica, uma mensagem no site da Fox dizendo que está “sensibilizado” com a situação das “aves brasileiras”.

A expectativa é que ele faça um episódio destinado ao assunto. Vamos esperar, torcendo para que, mais uma vez, o Brasil seja tema dos Simpsons. Os críticos de plantão não gostaram quando, em um episódio do desenho, a família Simpsons viajou ao Brasil e encontrou macacos assaltantes nas ruas do Rio de Janeiro, pessoas fascinadas por futebol, desenhos infantis com mulheres seminuas e favelas infestadas por ratos.

Na foto postada por Groening, Bart promete não twittar novamente a frase “Cala boca Galvão”.

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