Mês: agosto 2011

 

Salário mínimo de R$ 619,21 em 2012

A ministra do Planejamento, Miriam Belchior, entregou nesta manhã ao Congresso Nacional a proposta de Orçamento para o ano de 2012. Segundo a ministra, o salário mínimo proposto pelo governo para o próximo ano é de R$ 619,21, um aumento de 13,6%.

E aí, galera? O salário mínimo supre uma vida minimante digna? Pelo menos em Maringá, com o preço alto do aluguel de casas e apartamentos, acho que não.

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Ficará difícil vender fio de cobre roubado

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aprovou, na terça-feira (30), o projeto de lei 239/2011 que visa combater e inibir o furto de fios e cabos de cobre em todo o Paraná. A proposta, do líder do PMDB na Assembleia Legislativa, deputado Caíto Quintana, prevê a criação de um cadastro de compra e venda nos ferros-velhos em atividade no Estado.

Os ferros-velhos e similares deverão preencher o cadastro no qual deverá constar nome, endereço, RG e CPF do vendedor e do comprador. O descumprimento da lei vai acarretar aos estabelecimentos as seguintes penalidades: Multa de 10 mil UFIRs.

A proposta prevê ainda penalizações como cancelamento de sua inscrição estadual no caso de reincidência e apreensão de todo material identificado como cabo de cobre pelo órgão de Segurança Pública ou outro determinado pelo Estado.

As fichas cadastrais deverão ser encaminhadas mensalmente à Secretaria de Estado de Segurança Pública ou ao órgão determinado pelo Estado. O projeto segue para discussão e votação em plenário.

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Mais uma partida do ‘Selê-Santos’ é adiada

Atendendo ao pedido do Santos FC, a CBF adiou a partida entre o Peixe e o Botafogo, pela 21ª rodada do Campeonato Brasileiro. Anteriormente previsto para o domingo, 4 de setembro, o confronto ainda terá a nova data divulgada pela CBF.

O adiamento foi concedido devido à convocação dos atletas santistas Neymar, PH Ganso e Danilo para compor a Seleção Brasileira, que enfrentará Gana na segunda-feira (05), em Londres. (informações do site oficial do Santos FC).

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Adidas lança nova bola que será usada na Champions

A modelo Finale 11 da Adidas mantém a tradição das estrelas, mas abusa nas cores, fato que rendeu à pelega o apelido de camaleão. Segundo o fabricante, a bola conta com textura de diamante que dá maior adesão e maior controle, além de uma camada térmica que cria uma superfície sem costuras. Será que a bola será tão “adorada” como a Jabulani?

A bola da Adidas será usada na UEFA Champions League, na Liga Europa da UEFA e na Super Copa da UEFA durante a temporada 2011/2012.

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AVC é a doença que mais mata no Brasil

Desde 2008 o Acidente Vascular Cerebral (AVC) é a doença que mais mata no Brasil – são cerca de 100 mil mortes por ano. A doença é séria, grave e merece muita atenção, já que existem alternativas preventivas capazes de ajudar a reduzir este número lastimável.

Esses e outros dados relacionados ao AVC foram divulgados pelo neurologista vascular Alexandre Pieri, responsável pelo ambulatório de AVC da Escola Paulista de Medicina da Unifesp, em palestra patrocinada pela Boehringer Ingelheim, realizada no dia 9 de agosto, em São Paulo.

Segundo o médico, a cada 12 segundos alguém sofre um AVC no mundo. O médico lamenta a falta de conscientização no País e menciona que nos Estados Unidos as campanhas, objetivando a redução dos casos de AVC, são amplamente divulgadas. Além de Pieri, participaram do evento, que abordou a prevenção e os novos tratamentos do AVC, o eletrofisiologista Dalmo Moreira e a cardiologista Luciana Giagrande.

Os tipos

São dois os tipos de AVC, sendo o isquêmico o mais comum e que corresponde a pelo menos 85% dos casos. O neurologista explica que este tipo de AVC ocorre por causa da obstrução de uma artéria na região cerebral, ocasionando falta de fluxo sanguíneo cerebral e de pós-nutrientes. Neste caso, aquela área do cérebro começa ‘a morrer’, o que impede a pessoa de realizar determinados movimentos que, até então, eram controlados pela parte afetada.

Já o AVC hemorrágico, que corresponde a 15% dos casos, ocorre quando há um rompimento da parede da artéria, resultando em sangramento dentro ou ao redor do cérebro.

Alguns subtipos causadores do AVC isquêmico, segundo Pieri, são poucos divulgados, o que contribui para a falta de prevenção. É o caso da chamada cardioembolia (embolia de causa cardíaca), cujo principal motivador é a fibrilação atrial.

“É quando se forma um coágulo ou um trombo, e esse coágulo vai se desprender do coração, cair na circulação e obstruir um vaso”, explica.

Novo anticoagulante reduz 75% o risco de AVC

Um em cada seis casos de Acidente Vascular Cerebral (AVC) ocorre em função da fibrilação atrial (arritmia cardíaca), que aumenta em cinco vezes as chances de a pessoa sofrer um AVC. Em pacientes acima de 60 anos, diz o neurologista Alexandre Pieri, 1/3 das causas estão relacionadas à fibrilação atrial.

O eletrofisiologista Dalmo Moreira informa que a fibrilação acomete quase 1% da população brasileira, algo em torno de 1,5 milhão de pessoas. Ainda segundo ele, o risco cresce com a idade. Um em cada dez indivíduos acima de 80 anos tem fibrilação atrial e 25% da população mundial terá o problema, após os 90 anos.

Medicamentos

A boa notícia é que existem alternativas terapêuticas anticoagulantes que podem evitar a fibrilação atrial e, consequentemente, também auxiliar na redução dos casos de AVCs isquêmicos.

Um dos coagulantes conhecido do mercado é a Varfarina, que, entretanto, tem como pontos negativos a necessidade constante de observação médica, a realização de exames de sangue para a observação da coagulação do sangue e ainda o conflito do medicamento com determinados tipos de alimentos ricos em vitamina K, encontrada facilmente nos alimentos verdes.

Mais eficaz

O Pradaxa®, um novo medicamento da Boehringer Ingelheim, lançado no mês de agosto, é uma nova alternativa terapêutica no combate ao AVC causado por fibrilação atrial. Segundo a cardiologista Luciana Giagrande, foram 14 anos de estudos com a molécula Pradaxa, medicamento que foi testado em mais de 18 mil pessoas, de 151 centros em 54 países, incluindo o Brasil.

Ela explica que o medicamento já vinha sendo comercializado há dois anos, só que receitado para o combate da trombose venosa profunda. Em maio deste ano, a Anvisa autorizou a comercialização do remédio para o tratamento preventivo do AVC. O único efeito colateral até agora verificado são desconfortos intestinais.

Conforme explica a cardiologista, estudos comprovaram que a eficácia do Pradaxa® é 35% maior do que se comparado ao outro já mencionado. O medicamento ainda reduz em 75% o risco de AVC, quando comparado a pessoas que nunca fizeram qualquer tipo de tratamento preventivo.

Preço

A assessoria de imprensa do laboratório informou que o Pradaxa® deve chegar às farmácias com preço mínimo de R$ 165 e máximo de R$ 254/mês, dependendo do desconto que o estabelecimento vai oferecer aos clientes.

O que leva ao AVC?

Fator de risco não-modificável: A idade. A cada década, após os 55 anos de idade, o risco de ter um AVC dobra. Estima-se que em 2050, só no Brasil, serão mais de 16 milhões de pessoas com mais de 80 anos. Dados do Hospital Albert Einsten indicam que após os 80 anos os casos de AVC são bem mais comuns em mulheres.

Fatores de risco modificáveis: Pressão alta, diabetes, colesterol alto, obesidade, etilismo, tabagismo (quem fuma tem 600% a mais de chance de ter um AVC) e sedentarismo.

*O repórter viajou para São Paulo a convite da Boehringer Ingelheim. Reportagem também publicada no caderno Saúde do Diário de Maringá.

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Sobre balões e melequinhas ressequidas

Olhe para o céu de Maringá

Está bonito neste inverno, não?

Azul

Mais azul do que a cor do mar

Mesmo com as eventuais secadas de garganta

E melequinhas ressequidas de narizes alheios

É gostoso sentir esse calor em Maringá

Olhando para o céu

Mais que azul

Sentindo a onda forte de energia quente do sol

E, esperando, quem sabe, do nada,

Um presente que vem lá de cima

São os balões multicoloridos

E suas gigantes propagandas

Planos de saúde, óticas,

Consorciadoras, imobiliárias

Todos querem estar no céu

Na publicidade do céu

Dos balões

Flutuantes e navegantes

No céu mais azul do que a cor do mar

Um presente para os maringaenses

Que curtem um inverno quente

E retiram melequinhas ressequidas dos narizes

Enquanto olham os balões passarem

*Divagação originalmente publicada há um ano, no campeonato de balonismo do ano passado.

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Trilheiros de Maringá se reúnem toda semana

Em contato com a natureza, encarar trilhas de moto é hobby saudável, desestressante e que estimula a amizade

Só mesmo chuvas torrenciais e temperaturas baixíssimas podem tentar impedir os apaixonados por trilha de tirar a moto da garagem, vestir o equipamento de segurança e as roupas adequadas e acelerar nas pequenas estradas de terra, vencendo morros e, por que não buracos, lagos, pontes estreitas e caminhos tortuosos, além de percorrer trajetos escorregadios.

A possibilidade de um dia de aventura, em meio à natureza, com direito a sujar a motocicleta e o corpo todo de lama, poeira e barro, é garantia certa de que passarão uma semana mais tranquila, esperando, é claro, o próximo sábado ou domingo chegar para, novamente, pegar a moto e seguir em busca de um novo caminho, de uma nova trilha e de uma aventura cheia de desafios e de muita adrenalina.

Com anos de experiência e sempre disposto a descobrir novos trajetos sobre a sua moto off-road, Vagner Fernando Pedroso, 32 anos, é um dos integrantes do grupo “Os Tranca Trilha”. Os trilheiros reúnem-se semanalmente – não são apenas de Maringá – disposto a encarar novos desafios pelas mais diferentes trilhas da cidade e da região.

É rústico e desestressante

Hobby saudável e extremamente recomendável para quem quer descarregar o estresse, ou recarregar a bateria, e também ‘atropelar’ o sedentarismo (ao final de uma trilha, muitas vezes só um analgésico para aliviar as dores de quem está começando), percorrer por diferentes trilhas e caminhos sobre uma moto é atividade que vem atraindo cada vez mais adeptos.

Em contato com a natureza, o cenário de uma trilha costuma ser rústico, o que, aliado à agressividade e dificuldade da prática, costuma afastar as mulheres do hobby. Entretanto, assistir ao pôr-do-sol próximo à natureza é algo que o trilheiro não troca por nada. Nem que para isso precise chegar em casa com lama e barro da cabeça aos pés.

Na trilha da amizade

De trilha em trilha, os laços de amizade se fortalecem e, queiram ou não, os trilheiros precisam mesmo estabelecer parcerias. “Fazer trilha sozinho não tem graça”, diz Pedroso. “Trilheiro vira tudo parceiro. E um dos nossos lemas é nunca deixar os amigos pra trás. Se alguém atolar ou quebrar a moto, todos param e ajudam. De segunda a quarta-feira, ficamos só no churrasquinho e na conversa fiada. De quinta-feira em diante, discutimos qual será nosso próximo destino. No final de semana, é hora da lama, dos desafios e de montar na moto, que é a nossa válvula de escape para o estresse”, relata o trilheiro.

Off-roads só de quatro tempos

Antigamente era mais comum encontrar trilheiros com motos dois tempos. Hoje, as motos quatro tempos invadiram de vez o mundo off-roads (apropriadas para trajetos de terra), pois não quebram tanto e são muito mais econômicas.

São vários os modelos, mas segundo o trilheiro Vagner Fernando Pedroso a Honda CRF-230 caiu no gosto dos praticantes, pois é uma moto feita exclusivamente para encarar as trilhas. Também não é difícil encontrar motociclistas fazendo trilhas sobre outras motos, como a Honda XR 250 Tornado, que é mais pesada e tem permissão para trafegar na cidade, mas desde que devidamente emplacada.

Por ser exclusiva às trilhas, a CRF 230 não é emplacada. O trilheiro deve andar apenas com a nota fiscal que comprova a compra. Pedroso, que tirou a sua em 2009 zerada, diz que hoje uma moto nova para trilha custa em torno de R$ 11.500. Segundo o trilheiro, o mercado das usadas não desvaloriza muito, sendo difícil encontrar motos desse modelo por menos de R$ 7 mil.

Mais de mil trilheiros em Maringá

Há aproximadamente seis anos, um conhecido de Vagner Fernando Pedroso comprou uma moto para fazer trilha. Ele gostou e também comprou uma para se aventurar pelos morros e outras regiões acidentadas de terra.

Em pouco tempo, um pequeno grupo de trilheiros se uniu. Era o nascimento do “Os Tranca Trilha” – que hoje reúne mais de 50 pessoas de Maringá, Paiçandu, Doutor Camargo, Santa Fé e São Jorge do Ivaí.

Além de percorrerem trilhas mais próximas a Maringá pelo menos uma vez por semana (no sábado à tarde ou no domingo cedo), todos os integrantes do grupo e seus familiares fazem duas viagens longas ao ano, buscando trilhas desconhecidas em Minas Gerais, Curitiba, no litoral catarinense e em outras localidades do País.

Pedroso calcula que deve haver atualmente mais de mil trilheiros em Maringá. “De uns dois anos para cá, virou febre fazer trilha por aqui. Todo dia alguém me liga, pedindo para entrar no ‘Os Tranca Trilha’. E só tem gente boa”.

Trilheiro Virtual – Quando não estão fazendo trilha, “Os Tranca Trilha” e outros trilheiros de Maringá e região acompanham o blog organizado por Vagner Fernando Pedroso. O blogueiro registra as aventuras, levando consigo câmera fotógráfica e filmadora. Acesse: www.trilhamaringa.blogspot.com

*Reportagem publicada no caderno Automotor, do Diário.

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Pior do que o Santos só mesmo a transmissão

Fazia tempo que eu não presenciava uma fase tão ruim como a do Santos neste Campeonato Brasileiro. Tirando o Borges, todos do time ainda não voltaram de uma ressaca que parece ser eterna após título da Libertadores.

No entanto, ontem, tendo de assistir ao jogo em um canal da televisão aberta, conclui que só existe, atualmente, algumas coisas piores do que o Santos: a transmissão, a narração e os comentários esportivos daquele canal.

O locutor do jogo é cego, só pode. Conseguiu confundir o Durval com o Léo. Além de jamais ter citado o Arouca no jogo, sempre dizendo que era o Borges. Sem falar no descarado bairrismo curitibano, com comemorações efusivas nos gols do Coxa, tratamento diferente dado nos outros dois gols da partida, marcados pelo único em campo do lado do Santos, o Borges.

Os caras que controlam as marcações dos gols também estavam perdidos. Em determinado momento, em vez de computar no marcador o placar de 1 a 1, computaram equivocadamente um 2 a 0 para o Peixe, o que seria bom, mas não ocorreu. O erro permaneceu na tela por quase dois minutos.

Também no começo da partida, em vez de disponibilizarem a imagem do jogo, talvez distraídos os caras da edição preferiram deixar rolando na telinha a imagem de duas torcedoras no estádio. Por que, afinal, insistem tanto em filmar os torcedores no meio da partida? Qualquer dia desses vão deixar de transmitir um gol.

Reflexão santista

Ontem à noite foi um show de horrores a partida. Além da péssima atuação da transmissão e da lamentável falta de interesse do Santos em jogar bola, o afobado Pará e o estranho Edu Dracena conseguiram ser expulsos. A impressão que fica é que os jogadores do Santos estão loucos por folgas, por dispensas, por descanso.

Descanso até que mereciam mesmo. O Santos é o time que mais jogou no Brasil este ano. São 52 partidas contra, por exemplo, apenas 30 do Corinthians, que, sendo um participante de luxo do Brasileirão, foi eliminado na Pré-Libertadores e não participou da Copa do Brasil, tampouco da Sul-Americana. O Peixe, ao contrário, jogou todas as partidas do Paulistão (derrotando o Corinthians na final) e da Libertadores da América, conquistando os dois campeonatos.

Muricy Ramalho, apático e teimoso como um asno, prefere continuar com o cinismo e com os coices. Talvez fosse melhor admitir que seu time não está jogando nada e que ele parece não conseguir manter a ordem de jogadores como o Neymar, por exemplo, que tem demonstrado ainda pequenos resquícios daquele moleque mimado que acabou destruindo a carreira de Dorival Jr. no Peixe. Ainda assim, o menino do moicano mais feio do mundo é um dos poucos que corre em campo e que busca a vitória. Parece mesmo ser o único a torcer pelo Santos e não apenas estar ali por causa de salário.

Não sei qual o clima nos corredores da Vila Belmiro e do CT Rei Pelé. Sei apenas é que passou da hora de haver reuniões, comunicados e até punições diante das atitudes da maioria dos atletas do time, que não têm honrado com os bons salários que recebem para vestir o glorioso manto sagrado do Santos Futebol Clube.

Para alguns atletas, inclusive, talvez esteja faltando, mais do que multas e puxões de orelha, alguns remédios combatendo anemia ou fadiga. Paulo Henrique Lima, o Ganso, deve estar com alguma doença grave, pois não tem forças em campo.

Arouca, talvez cansado de ser ignorado por Mano Menezes na Seleção Brasileira, permitiu-se jogar de maneira mediana, não conseguindo concluir metade das jogadas que faz. Rafael está atrasado uns três, quatro segundos no gol. Léo demonstra uma necessidade de aposentadoria imediata. E o contratado Henrique perdeu a noção do que é jogar futebol, mas tem a desculpa de estar fora de forma.

Não ficará bonito aos atletas irem para o Japão jogar o Mundial Interclubes sabendo que levaram um dos últimos times grandes do Brasil ao rebaixamento do nacional. E não pegará nada bem ter de disputar a segunda divisão justamente no ano do centenário do alvinegro da Vila Belmiro. É hora de refletir, Santos!

Nessas horas tem feito falta a figura do presidente do clube, o Luis Alvaro Ribeiro, com algum posicionamento perante os maus resultados. E faz falta também uma torcida mais atuante e chata, que deve cobrar de todos daquele grupo um respeito maior com a camisa do time que mais fez gols no mundo, do time que o rei do futebol o tornou conhecido mundialmente, do time que é oito vezes campeão nacional, tri-campeão da América e que busca a terceira estrela mundial no fim deste ano.

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