Mês: setembro 2011



Charlene está na livraria do Maringá Park

Quer comprar o seu exemplar do livro “Charlene Flanders, que voava em seu guarda-chuva roxo, mudou minha vida”? Não perca tempo! Vá agora mesmo na Livraria Espaço do Shopping Maringá Park e adquira o seu. Boa leitura.

Título: Charlene Flanders, que voava em seu guarda-chuva roxo, mudou minha vida

Editora: Multi Foco. Selo Literarte

Número de páginas: 190

Categoria: Livro de contos

Endereço: Avenida São Paulo, no segundo andar do Shopping Maringá Park, na livraria Espaço.

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Uma amizade que rende frutos*

Funcionários de empresa em Maringá pagam R$ 28 ao mês para receber duas frutas diariamente no trabalho/Foto de João Paulo Santos

Poucas pessoas têm o hábito de comer frutas diariamente no Brasil. Nem tanto por gosto e sim pela falta de tempo, principalmente quem trabalha o dia todo acaba preferindo esse tipo de alimento, que é muito mais saudável e barato do que industrializados disponíveis nos mercados.

Já que a “desculpa” é falta de tempo, algumas empresas resolveram inovar. Agora, em vez de ir até o mercado ou em feiras em busca das frutas, é a fruta quem vai até a pessoa em seu próprio ambiente de trabalho.

Essa é a proposta do “Amigos da Fruta”, serviço que prepara, limpa, descasca e entrega frutas selecionadas no local de trabalho da pessoa. Assim fica bem mais fácil comer bem! Em alguns meses de atuação, o serviço hoje proporciona a mais de 700 pessoas em Maringá, por R$ 28 ao mês, o hábito saudável de se comer duas frutas ao dia.

Quem afirma é a gerente Yasmin Ribeiro Zorzi, que, juntamente com a empresária Carla Cristina Tavares Ribeiro de Vicente e com o auxílio de outros dois motoboys, passa praticamente a manhã toda entregando frutas por inúmeros bairros de Maringá, incluindo os shoppings atacadistas e várias agências bancárias e repartições públicas do centro.

Fruta x pão de queijo

A assistente administrativo Rosangela Kneubel Fontinhas, do setor de Classificados do jornal O Diário do Norte do Paraná, é uma das clientes que, recebendo todo dia o alimento limpo e pronto para o consumo, passou a ter uma alimentação mais saudável com a ingestão de frutas diariamente.

Ela conta que, depois que o setor solicitou o serviço que oferece as frutas diariamente no local de trabalho, o que antes era algo esquecido (uma alimentação saudável) agora é prioridade.

“Todos estão gostando, pois é um hábito mais saudável. Nesse mundo agitado, muitas vezes nos esquecemos de levar uma vida mais saudável”, diz. Agora, no setor, afirma ela, ao invés do pão de queijo, todos estão comendo muita fruta!

É corrido

A gerente comprovou que, sim, as pessoas gostam de comer fruta, querem manter uma alimentação mais saudável, mas não conseguem conciliar um cardápio mais balanceado no dia a dia corrido do trabalho.

O diferencial, segundo Yasmin, é que a empresa leva aos clientes as frutas devidamente limpas e descascadas, o que permite a eles comerem de maneira mais saudável sem no entanto perder muito tempo.

Muitos nem precisam sair da sua mesa de trabalho para consumir a fruta. “Está todo mundo correndo, ninguém tem tempo. Receber todos os dias na sua mesa duas frutas por dia é uma coisa prática e rápida e que faz bem à saúde”, opina.

Um trabalhão

Para conseguir levar todas as manhãs frutas fresquinhas da época, a rotina do pessoal do Amigos da Fruta começa de madrugada. A gerente conta que às 6h da manhã já começam as entregas. Na noite anterior, preparam as frutas e a deixam refrigeradas para não estragar.

Em média três vezes por semana a gerente e a empresária Carla precisam acordar ainda mais cedo e ir ao Ceasa para encomendar as caixas das frutas. Ela calcula que, só de banana, são em média quinze caixas por semana compradas, sem contar as caixas de maçã, pêra, nectarina, laranja etc.

Acompanhada de uma nutricionista, é traçado o cardápio dos clientes, de acordo com as frutas da época, sempre variando a combinação. Se, por exemplo, esta semana oferecer à pessoa banana e melão, na outra semana a banana deverá vir acompanhada de uma outra fruta.

O zelo com a higienização dos alimentos deve ser criteriosa, para não haver perigo na hora dos clientes ingerirem as frutas. “O único problema que tínhamos é que o mamão amassava as vezes. Mas agora estamos mudando as embalagens e colocando numa caixinha que protege melhor as frutas”, conta Yasmin.

Por oferecer alimentos in natura e prontos para o consumo, não é necessário ter um selo de inspeção autorizando a comercialização.

Mais saudável que ‘lanchinho pronto’

Segundo a nutricionista Andréia de Souza Vaz, as frutas são fontes de água, fibras (celulose), diversas vitaminas, sais minerais, frutose ou levulose (que são os açucares naturais das frutas), carboidratos, gorduras e proteínas.

De maneira equilibrada e balanceada, a nutricionista recomenda no mínimo três e no máximo cinco porções de frutas ao dia. Mesmo com todos os benefícios, as frutas não devem substituir as refeições diárias. No entanto, alega Andréia, devem estar presentes nas refeições intermediárias e complementando as sobremesas sob forma de sucos ou não.

 A nutricionista apoia a iniciativa de se receber frutas prontas para o consumo no ambiente de trabalho. Afinal, diz ela, são bem mais saudáveis do que os lanchinhos prontos, ricos em gordura, sódio, conservantes, entre outros aditivos.

Seja amigo da fruta

Ligue para a gerente Yasmin: 9806-8372

Ou para a empresária Carla: 9821-0007.

*Reportagem publicada no caderno Saúde do Diário de Maringá.

 

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Mestrando da UEM reclama do não pagamento de bolsa da Fundação Araucarária

Carta Aberta

Por Rafael Dias da Silva Campos*

Com mais de um ano completo recebendo bolsa da Fundação Araucária, ainda não obtive o prazer de receber regularmente o auxilio financeiro. Os atrasos foram tantos e tão graves, sempre com a esperança de se regularizarem um dia, que cheguei mesmo a ficar três meses em atraso, justamente no período onde, o exercício de qualquer atividade remunerada ainda era proibido. Tive a sorte de contar com a ajuda financeira de minha mãe e até mesmo de meu orientador, que sempre extrapolou positivamente suas obrigações acadêmicas.

Durante este período, encaminhei à submissão cinco artigos, em conjunto com este mesmo orientador, para revistas qualificadas (Qualis A1 a B2), com alguns inclusive de Janeiro e Fevereiro deste ano. Participamos da elaboração de material bibliográfico para o curso de História do NEAD, sob auspícios do Governo Federal e as expectativas e motivações são ainda maiores. Tanto que nos propomos a ir à Portugal para discutir sobre a dissertação e apreender mais sobre minha área de pesquisa (História das Ciências).

Todavia, mesmo com as passagens compradas tem me ficado cada vez mais clara a necessidade de desistir desta profícua troca de conhecimentos, que poderia se concretizar durante o Congresso Luso-Brasileiro de História das Ciências em Coimbra (Portugal). O mecenato, mais que essencial em muitos dos meses anteriores, não me será possível aproveitar nesta ocasião graças ao órgão que tantas vezes deixou de observar a simples execução do pagamento mensal. Portanto, para simplesmente comer e dormir em Coimbra, mesmo oficialmente recebendo auxilio da Fundação Araucária, terei de recorrer a amigos e familiares para pagar as custas de tal investimento. Investimento este que prevê a divulgação de uma instituição que, recorrentemente, não tem cumprido sua obrigação primeva de pagar pelo desenvolvimento de meu ofício de pesquisador.

Caso o desenvolvimento da pesquisa científica no Estado do Paraná, ainda seja do real interesse da Fundação Araucária, a escolha pelo cumprimento de uma das normas deverá ser tomada, como seja, o real compromisso com o desenvolvimento da pesquisa e pagamento de seus pesquisadores. Seria lamentável, que a instituição promotora de pesquisa do Estado que está entre as cinco maiores arrecadações do país em 2010, com R$ 27.516.204.812 (vinte sete trilhões, quinhentos e dezesseis milhões, duzentos e quatro mil e oitocentos e doze reais) não possa cumprir algo previsto no orçamento anual.

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Rafael Dias da Silva Campos

Mestrando em História

Universidade Estadual de Maringá

[email protected]

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Cidadão folgado e seu carrinho de compras

Eu fiz questão de olhar nos olhos do ‘cidadão’. Queria ver se ficaria encabulado, se daria um ‘migué’, se assoviaria, se olharia para os lados como quem não quer nada, se repensaria sua ação cretina. Mas não. O ‘cidadão’ é sacana mesmo.

Depois de mais uma noite de compras no hipermercado com corredores apertados e gente disputando as ímpares longnecks de Heineken geladas, depois de escolher aquela alface mais bonita para o almoço da família, depois de comprar seis pãezinhos franceses para o café da manhã, depois de não se esquecer do pão integral 37 grãos e do Activia da mulher, depois de não deixar de comprar o kinder ovo da criança, depois de tudo isso, o nobre pai de família, o ‘cidadão’ brasileiro-maringaense deposita seus mantimentos alimentícios em seu vantajoso porta-malas do seu carro tamanho médio e simplesmente abandona seu carrinho de compras verde ao lado da sua vaga de garagem, encostado no pilar do estacionamento subterrâneo daquela rede de mercado tosca de Maringá, exatamente atrás da vaga de garagem do carro vermelho da vaga vizinha.

Eu juro que fiquei olhando para os olhos do ‘cidadão’. E juro que senti nem tanta maldade assim (parece que ele pensa ter feito o certo por pelo menos ter encostado o carrinho no pilar, sacana) e sim um costume comum de muita gente que faz compras nos sempre lotados mercados da cidade. “O funcionário vem buscar depois”. “É muito longe para eu levar o carrinho até a fila de carrinhos”. “O dono do carro da vaga de garagem ao lado tira depois”. Seriam essas frases que pipocam na cabeça do ‘cidadão’ de olhar calmo e que, de tão ignorante, nem sequer percebeu o quanto é folgado?

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Como ter Charlene Flanders em suas mãos?

Obrigado a todos que foram ao lançamento do meu livro de estreia, “Charlene Flanders, que voava em seu guarda-chuva roxo, mudou minha vida”, na noite de quinta-feira (15). E peço desculpas pela falta de jeito com as palavras discursadas.

Quem não pôde ir ao lançamento e queira um exemplar, informo que em breve o livro estará sendo vendido nas melhores livrarias de Maringá.

E para quem não mora em Maringá, mande email no [email protected] para adquirir um exemplar do livro via postagem.

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Paciência e excesso de amor próprio

Agoniza, mas não morre.

Um dia eu voltarei.

Um dia ela voltará.

Mas quantas vidas precisaremos morrer para o reencontro?

Um dia, quando acordei na pele de um monge velho tibetano, quase morri de tédio.

Depois aprendi a esperar, de tanto observar uma rocha do mar virar areia.

Passaram-se mil anos e alguns meses.

E então eu era mulher de malandro, sofredora, que toma e gosta de tapa na cara

Arduamente aprendi a me amar, também.

E então mais duzentos anos separaram vidas.

Estou aqui, hoje, sem ver o mar, sem tomar o tapa.

Amando demais quem não deveria,

incluindo-me no primeiro lugar da lista,

ao lado de deus,

egoísta.

Numa sala de espera sem fim, sem remédios para o tédio

e sem acreditar que um dia eu apanhei

que um dia eu esperei o grão de areia nascer da montanha.

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A memória do 11 de setembro

Era uma terça-feira comum. Logo pela manhã, um sol agradável batia nas janelas da sala de aula, no colégio Gastão Vidigal. Eu e meus amigos estávamos divididos entre assistir uma aula chata de Química, com uma professora esquisita, ou, como era de costume, matar aula e ir andando até uma padaria próxima ao Colégio Nobel, só para comer as famosas baguetes de frango que vendiam por lá, acompanhadas de cocas-cola daquelas com embalagens de vidro, bem geladas.

A fome falou mais alto do que os alcalóides e os grupos de carbono. De barriga cheia, nos dirigimos ao ônibus fretado, que mais tarde nos levaria de volta para Santa Fé, cidade próxima de Maringá. Ainda demoraria pelo menos mais uma hora para dar o horário da saída, por isso, e como também era de costume, estávamos já arrumando o baralho para jogar truco com o Cidão, motorista do ônibus.

Mas, as imagens transmitidas pela televisãozinha do ônibus fizeram com que as deliciosas baguetes de frango se transformassem em indisposição intestinal. Parecia filme, mas era, na verdade, o plantão de notícias da Globo mostrando um prédio altíssimo, lá nos Estados Unidos, desabando. Tinha um menino dentro do ônibus, desesperado, dizendo que, com certeza, aquilo seria o início da 3ª Guerra Mundial. Mais tarde, descobri que estava assistindo, ao vivo, ao ataque nas torres gêmeas, o famoso Desastre de 11 de setembro.

E hoje, nesta crônica, lembrando que na quinta-feira passada completaram-se sete anos (a crônica foi escrita em 2008) desse dia terrível, em que mais de 3.000 pessoas morreram, venho a refletir sobre nossa posição neste mundo como agentes sociais, transformadores e gerentes dos fatos históricos. O desastre de 11 de setembro será matéria da prova de História para muita gente, durante sabe-se lá quantos anos. Talvez, até no dia em que os arquivos audiovisuais das tevês serem queimados e novos historiadores dizerem que tudo não passou de uma lenda.

O fato é que presenciamos e fazemos parte deste desastre marcante, ocorrido nos Estados Unidos, pois, invariavelmente, o mundo todo sofreu as conseqüências com a ira de Bush e seus comparsas, na suposta luta imbecil contra o terrorismo. Talvez, na época, por ser ainda um adolescente meio voado, minha maior preocupação era simplesmente com a partida de truco adiada. E, junto da incrível imagem daquelas torres infinitas indo ao chão, em minha mente, a azia daquela baguete de frango e o garoto desesperado anunciando a 3ª Guerra Mundial são lembranças que não irão se apagar tão cedo.

Mas, e você? Já parou para pensar o que estava fazendo justamente no momento em que a soberania norte-americana foi abalada com o desabamento das torres?

*Crônica publicada dia 16 de setembro de 2008 na coluna Crônico, do jornal O Diário do Norte do Paraná

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Conheça a Charlene Flanders, que voava em seu guarda-chuva roxo

Endereço: Salão de eventos do Sesc. Avenida Lauro Eduardo Werneck, 531, Zona 07, Maringá.

Horário: 20h

Livro: Charlene Flanders, que voava em seu guarda-chuva roxo, mudou minha vida

Editora: LiterArte – um selo da Multi Foco

Número de páginas: 190

Preço especial para o lançamento: R$ 30

Obs*: não tenho maquininha de débito e crédito, tentarei ter, pelo menos, dinheiro trocado.

Obs2*: leve sua família, seu cachorro, sua sogra, seus tios, todo mundo, e ajude este pobre escritor estreante a vender alguns livros!

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Peço desculpas pela perda de identidade

Parei e refleti. O que tenho feito com este blog em nada tem a ver comigo e nem com a proposta do meu blog anterior, o agonizante A Poltrona. Sinto falta dos comentários inteligentes e até das críticas verdadeiras e válidas. Sinto falta de um público que parece ter sumido, talvez assustado com a mediocridade das postagens dos últimos meses.

Explico. Atarefado por demais com o trabalho no jornal e com projetos paralelos, preferi, ao invés do sempre valioso e inteligente silêncio, alimentar o blog com notícias facilmente encontradas em qualquer boteco de esquina da internet. Futebol reinou nos assuntos optados nas postagens. Nada contra o esporte, que é uma das minhas grandes paixões, mas é que eu gosto mesmo é de torcer e de ler ou escrever uma verdadeira crônica esportiva e não apenas alimentar fofocas, como, infelizmente, mantém-se a maioria dos blogueiros desta área espalhados pelo Brasil afora.

Não estou aqui para criticar ninguém, exceto à minha postura como blogueiro nos últimos tempos. Mas devo dizer, caro leitor das antigas, que me corrigi a tempo e, a partir de hoje, vou selecionar melhor as postagens. O que é dispensável, não precisa ser escrito por mim. Milhares de pessoas já escrevem futilidades na rede.

Parei pra pensar.

Ouvindo o novo CD do Vanguart, assistindo um documentário de Araguari e da vida de Jair Naves, em uma conversa de corredor com o amigo Alexandre Gaioto que estranhou a ausência de crônicas por aqui, lembrando de um comentário do grande amigo poeta e advogado José Balestra que sente falta dos textos bons e me emocionando ao ver como ficou a capa do meu primeiro livro “Charlene Flanders, que voava em seu guarda-chuva roxo, mudou minha vida”, parei pra pensar.

E não ficarei parado apenas pensando. Vou agir. A começar por este relato. Depois, quero fazer algumas mudanças no layout do blog. Deixar com que o texto (o que realmente importa aqui) não sofra tanta concorrência. Já não bastam os anúncios pelos quais ganho em média R$ 1, 75 por mês.

E se meu silêncio durar muito, não pense que parei de respirar. É que estarei seguindo o velho dizer: mudez é adorno, silêncio é segurança. Peço desculpas pela perda de identidade. Tentarei renascer, mesmo agora sem as crônicas semanais do Crônico, tentarei caprichar mais por aqui.

Espero que os bons e velhos leitores de outrora retomem o hábito da leitura do meu texto, que é o que importa para mim. E que os novos leitores entendam qual é a minha proposta e que, se não gostarem daquilo que encontrarem por aqui, sempre serão bem-vindos em outras oportunidades.

Ainda que raramente, tentarei estar de volta.

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O migué dos cigarros com aroma

Uma grande parcela do investimento em marketing feito pela indústria do tabaco é direcionada a atrair crianças e adolescentes. Além de embalagens coloridas e com designs elaborados, a indústria introduziu uma ampla variedade de aromas e sabores atraentes, capazes de mascarar o gosto amargo de todos os produtos derivados do tabaco.

Ao torná-los mais atraentes e agradáveis ao paladar ou com maior potencial de causarem dependência, esses aditivos aumentam, consequentemente, a possibilidade de causar danos à saúde.

Os aditivos estão nos cigarros, charutos, tabaco sem fumaça, kreteks, bidis e narguilé. Açúcar, mel, cereja, tutti-frutti, menta, baunilha e chocolate, entre outros sabores, visam mascarar tanto o gosto ruim do tabaco quanto a irritação e a tosse que sua fumaça provoca; e, assim, facilitar a primeira tragada e o desenvolvimento da dependência à nicotina.

Vários estudos indicam que os adolescentes são especialmente vulneráveis a esses efeitos e têm maior probabilidade que os adultos de ficar dependentes do tabaco. Muitos dos aditivos, inclusive o açúcar, ao serem queimados durante o ato de fumar, se transformam em substâncias altamente tóxicas e cancerígenas.

O único objetivo da indústria ao acrescentar sabores e aromas ao tabaco é atrair você! Cuidado com as armadilhas! E aí? Você tem liberdade de escolha ou não?

*Campanhado do Instituto Nacional do Câncer.

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