Corinthians



Final da Libertadores ou morte (dispensa)

O mar secou? A praia virou lixão? O esgoto negro invadiu o azul da cor do mar? A areia pesou para os pés dos nossos guerreiros? O que aconteceu com os bravos escolhidos para vestir o manto alvo que tanto já fez a vez da elegância santista enquanto o deus do futebol e outros que fizeram parte do reino dos céus desfilavam no gramado verde em décadas passadas? Cadê a genialidade, Neymar? Perdeu o tom, maestro Ganso? E por que logo em jogo histórico como este – semi de Libertadores contra o maior rival – Juan e outras mentiras futebolísticas resolveram ser desmascaradas? Ficaria muito feio o goleiro titular da Seleção Brasileira olímpica ocupar merecidamente o lugar de Aranha no banco de reservas? Não tenho muitas respostas paras as perguntas que ficaram no ar depois de lamentável jogo.

Senão, admitamos: o Corinthians joga mal há muito tempo, mas conquista resultado. Ontem o Santos conseguiu superar o time de Parque São Jorge, em erros. Não é jogando o capacete da PM ou apagando as luzes que a Vila Belmiro se engradece a ponto de, assim como antes, ser comparada ao caldeirão de La Bombonera. Creio que, depois das coisas de ontem, jogos decisivos do Santos acontecerão mesmo só na capital paulista.

Crise no CT Rei Pelé! Pressão! É disso que o time do Santos precisa. Acostumou-se às vitórias. Mas tem perdido muito ultimamente. Tem jogado mal. Muricy deve estar tomando um tarja preta muito forte para conquistar tanta calmaria. Não se pode admitir ver um time com tanta desmotivação em jogo tão grandioso que se pretende ser um Santos e Corinthians na semifinal da Taça Santander Libertadores da América.

Não precisamos jogar os ovos e nem quebrar os vidros dos automóveis dos jogadores. Não precisamos pichar os muros e nem invadir o treino para dar de dedo na cara da comissão técnica. Precisamos, Nação Santista, apenas ajudar o elenco e técnico a entenderem que o Santos é maior, é melhor, pode e consegue jogar mais na próxima quarta-feira no Pacaembu. Basta querer! Metade do elenco e o técnico Muricy Ramalho devem sair da posição de conforto e entender que é vida ou morte, a final da Liberta conquistada ou a dispensa de muitos do grupo.

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Neymar salva o espetáculo

Como eu sempre falo: título é consequência, o bacana do futebol é o poder de entretenimento, o de passar 90 minutos assistindo um bom jogo de bola.

E mais uma vez Neymar salvou o espetáculo em jogo entre Santos e Botafogo-SP, na noite desta quinta-feira (9).

Os corintianos ao meu lado, na lanchonete da quadra onde jogamos bola, estavam contentes. Palmeirenses mandavam mensagem zoando o Neymar. E já ultrapassavam os 30 minutos do segundo tempo e o Santos continuava sem encaixar um bom ataque, perdendo por 1 x 0.

Mas a magia e o bom futebol voltaram a reinar. Igual ao centésimo gol, o de número 101 do Neymar foi de cabeça, em cruzamento feito por Ganso. Desequilibrou! Logo em seguida um pênalti bem batido e, depois, show. É só ver os vídeos no youtube dos outros dois golaços. Final: Santos 4 x 1 Botafogo.

Os corintianos ficaram quietos e tentaram criticar minha camisa, criticar minha alegria, criticar o cabelo do Neymar. Os palmeirenses foram dormir magoados, celulares desligados. E a nação santista fechou a noite novamente sentindo prazer em assistir a uma partida de futebol.

Ps.* Tenho percebido que muitos corintianos e palmeirenses assistem mais aos jogos do Santos do que os dos próprios times que torcem. Eles gostam mesmo é de criticar e não de se divertirem assistindo a um bom jogo de bola. Talvez seja pelo fato de que os times pelos quais torcem nem sempre fazem partidas prazerosas de se assistir.

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Palmeiras e Corinthians será no Prudentão

Aqui no interior do Paraná têm muitos torcedores corintianos, palmeirenses, santistas e são-paulinos. São os pés vermelhos aqui destas plagas que sempre acabam contribuindo para que o Prudentão fique lotado quando os times da capital paulista joguem lá em Presidente Prudente, distante menos de 200 quilômetros de Maringá.

Pois bem. Para a alegria do “bando de louco” e dos porcos, Palmeiras e Corinthians fecharão a primeira rodada do Brasileirão com partida a ser guerreada lá naquele buracão, nos fundós de Prudente, onde está o Prudentão, dia 28 de agosto, um domingão. Lembro com detalhes do local porque fui assistir à goleada santista no início do ano contra o hoje extinto Grêmio Prudente. Elano, naquela época, batia pênaltis com perfeição. Mas isso é outro papo.

O Palmeiras terá 100% da renda do jogo. Apenas 10% dos ingressos serão ofertados aos corintianos. Com capacidade para 46 mil torcedores, nesse caso menos de 5 mil ingressos estariam disponibilizados ao alvinegro paulista. A dica aos maringaenses é já correr atrás das excursões para evitar estrada e busca por ingressos na hora do jogo. Se fosse jogo do Peixe, eu indicaria o Zé Branco, que serve uma comida deliciosa ali na Brasil, quase no Maringá Velho, e sempre organiza excursões para os jogos do Santos.

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Renan perde titularidade para terceiro goleiro do Corinthians

Nos últimos anos, o Corinthians vem sofrendo para encontrar um bom goleiro. Felipe, as vezes catava tudo e as vezes não catava nem borboletas. Acho Júlio Cesar fraquinho e, quando noticiaram a contratação do jovem Renan, 20 anos, pensei que o ex-arqueiro do Avaí rapidamente ganharia a titularidade. Ledo engano.

Foi preciso um dedo quebrado do goleiro titular para o “barriga verde” finalmente sentir o que é ser um goleiro tendo pelas costas uma torcida grande, apaixonada e, muitas vezes, ignorante. Mas ignorância maior, pelo jeito, vem mesmo pelo lado da comissão técnica, que pode escalar no lugar de Renan para esta rodada o terceiro goleiro, o desconhecido e mais inexperiente ainda Danilo Fernandes. É esperar pra ver.

Renan catou tudo e mais um pouco pelo Avaí. No Corinthians, demonstrou pouca personalidade e insegurança. Mas poderia melhorar e ser um dos grandes goleiros do Brasil. Agora, com esse soco no estômago (ser trocado pelo terceiro goleiro) sem nem direito completar uma sequência de jogos, o jovem poderá se abalar ainda mais e amargurar de vez a reserva do Júlio Cesar, que já deve estar com o dedo quase curado.

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Ronaldo pode jogar Brasileirão e Paulista pelo Corinthians

Se o Pelé pode, o Ronaldo também pode! É isso o que pensa o presidente do Corinthians, Andres Sanchez, que cogita a possibilidade de inscrever o Fenômeno em jogos do Brasileirão e do Campeonato Paulista.

Todos lembramos bem do último jogo do consagrado camisa 9, em despedida pela Seleção Brasileira. O gordinho tem um faro de gol, chamou a responsabilidade no jogo e, por pouco, não marcou dois gols, em excelentes passes de Neymar e Robinho.

Ao mesmo tempo, todos que assistiam à sua despedida no Pacaembu, vendo-o ofegante e imensamente gordo (mais do que os tios do veteranos que jogam em campinhos suíços em Maringá e região), o sentimento foi de dó. Dava pena de ver um atleta tão genial e inteligente totalmente entregue às limitações do corpo.

Aquela camisa amarela do Brasil esticada tamanho GG será uma imagem que ficará marcada para toda a história do futebol. As últimas imagens divulgadas de Ronaldo sem camisa, de férias com a família, mostra que sua barriga só que cresce.

Se o Corinthians escalar o Fenômeno em qualquer jogo válido pelos campeonatos disputados aqui no Brasil, certamente o clube vai lucrar com venda de ingressos. Gordo ou magro, todos queremos ver um craque de bola desfilar pelo gramado verde. O desafio será para a Nike, que precisará bolar um tamanho especial de camisa para servir no “atleta”. Pelé, no auge dos seus 70 anos, deve aguentar uns dez minutos a mais de bola do que Ronaldo.

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Tevez é oferecido ao Santos, mas Corinthians também quer

Segundo o repórter da Rádio Estadão ESPN Fellipe Camargo, o atacante Carlitos Tevez poderá retornar ao Brasil neste ano, mas não ao Corinthians. O argentino teria sido oferecido ao Santos pelo empresário Gustavo Arribas, amigo de Kia Joorabchian.

Carlitos não quer mais jogar na Europa. Ele teria afirmado preferir a América do Sul para jogar bola, pois assim poderia ficar mais perto da família.

Após esta notícia, o Corinthians também teria iniciado conversação com Adrian Rocco, advogado do jogador.

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Obrigado, Chicão*

Um dia, o Chicão, zagueiro do Corinthians, tomou um chapéu sem o jogo estar valendo e ficou bravo com o autor da traquinagem, o moleque Neymar. Derrotado naquela partida, o corintiano esbravejou declarações inflamadas. Sem querer reconhecer o craque que despontava, disse que o atacante do Santos ainda tinha que jogar muita bola para conquistar um título ao seu clube. Chicão é um sábio. Embora tenha deixado muitos santistas queixosos, o zagueiro nada mais disse do que a verdade.

Desse episódio, pouco mais de um ano se passou. E nada como dar tempo ao tempo. Em um ano e meio, o filé de borboleta virou um tubarão que vive a amedrontar gambás e outros bichos pelos arredores do mar santista. Depois das declarações de Chicão (obrigado, cara), Neymar jogou muita bola, obrigado, Neymar conquistou muitos títulos para o seu clube, obrigado, e Neymar deu muito chapéu, até quando o jogo estava valendo, obrigado.

O hoje dono absoluto da camisa 11 do Peixe e da Seleção Brasileira provou para todos, inclusive a muitos santistas como eu, que gênio tem dessas coisas. Faz gol, sim. Finta dois ou três, sim. Mas também sombreia com um chapelaço, só de sacanagem, o zagueiro do time rival. E, vez ou outra, desperdiça um pênalti que cobrou com cavadinha. E, por que não, botar uma máscara após um dos mais bonitos gols da Taça Libertadores da América? Em noite de mascarados, carnaval sem confete não existe; gols do Neymar sem zagueiro entortado, também não há.

Chicão é um ótimo zagueiro. Além de defender muito bem, tem o dom da oratória. Suas declarações são exemplares e felizes, principalmente para o Santos Futebol Clube. No mesmo dia em que aconselhou Neymar a jogar mais bola (ufa), o corintiano declarou uma verdade, ainda que óbvia: “eles ganharam um jogo, não o campeonato”. As palavras de Chicão caíram como praga, só que ao contrário. Depois de seu pronunciamento, o Peixe venceu dois campeonatos paulistas, uma Copa do Brasil e uma Libertadores – torneio, aliás, que o presidente do Corinthians diz não querer mais participar porque não é lucrativo. Será que o Chicão tinha o sonho de jogar uma final da Libertadores? Meus amigos corintianos, pelo menos, sonham em assistir a uma.

Por falar em telespectadores e em coisas da América, Chicão assistirá pela TV o Neymar e outros atletas defenderem as cores do Brasil na Copa América, que se inicia em julho. Se não houvesse hoje uma verdadeira e feliz safra de bons zagueiros brasileiros mundo afora, certamente o corintiano teria uma chance na Seleção Brasileira, comandada pelo seu ex-técnico Mano Menezes. Campeão pelo Corinthians, inclusive na séria B, Chicão, além de sábio nas palavras, foi considerado o melhor zagueiro do Paulista 2011 – torneio que Neymar e companhia fizeram questão de levar para Santos.

Se estivesse vestindo a camisa do Brasil, Chicão certamente não se importaria em tomar um chapéu ou outro do Neymar durante os treinamentos da seleção. Talvez pudessem ser grandes amigos. O craque santista agradeceria de coração as sábias palavras proféticas do zagueiro. Mas não descartemos a hipótese. Ainda é jovem o exemplar zagueiro corintiano. É que Chicão envelheceu rápido e aparenta ter mais do que seus 30 anos completados recentemente. Será que se expôs muito ao sol? Por falta de chapéu não foi.

*Crônica publicada dia 28 de março de 2011 na coluna Crônico do jornal O Diário do Norte do Paraná.

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Besni patrocina Santos na final do Paulistão

Para a final do Campeonato Paulista contra o Corinthians, que acontece nos dois próximos domingos (8 e 15 de maio), o Santos fechou mais um patrocínio. A marca Besni estará estampada no shorts dos atletas nos dois jogos da grande final.

A informação do patrocínio exclusivo para as finais foi dada pelo assessor do Santos, logo após coletiva de imprensa do técnico Muricy Ramalho.

Besni é uma rede que conta com 31 lojas, localizadas nos principais corredores comerciais e shoppings da cidade São Paulo, grande São Paulo e Baixada Santista.

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Sobre Ganso, Galo e Gambá

O que acontece com os times que estão na ponta da tabela? Apagão? Não querendo desmerecer o glorioso Santos Futebol Clube, mas que a verdade seja dita: no jogo de quarta-feira, estava uma teta aquela zaga do Fluminense. Qualquer um, inclusive o Zé Eduardo, jogador limitado, faz gol naquele time. Não à toa, fez mesmo, fez logo três, sendo dois deles muito bonitos.

Ao fim do jogo da última rodada, já vi santista retomando a esperança de uma conquista de título e, consequentemente, a tão sonhada Tríplice Coroa. Rapaz, sinceramente falando, este campeonato está tão esquisito, com quedas tão inesperadas de rendimento, como as do Fluminense e Corinthians (que ainda tem os desfalques como desculpas), que, caso o menino de ouro Ganso não tivesse machucado, não sei não, viu! É bem provável que o Peixe estaria brigando bem ali na ponta da tabela.

Aliás, estive pensando no quanto o menino Ganso faz falta para aquele time. E não apenas dentro das quatro linhas. Mesmo sendo jovem e não utilizando a faixa de capitão, aquele rapaz que veio do Pará tem um espírito de liderança forte, pelo menos para com os moleques da Vila. Duvido muito que Neymar teria feito tanta cagada caso o seu amigo Ganso estivesse jogando ao lado. Acho que nem mesmo o Dorival Jr. teria saído do clube, afinal, acredito que nenhuma daquelas palhaçadinhas do Neymar haveria ocorrido.

O jeito é esperar o melhor jogador daquele time se recuperar e torcer para que, na Libertadores do ano que vem, ele já esteja em forma. As promessas por parte da diretoria santista são grandes. Além dos burburinhos que apostam em Abel Braga como técnico, há uma intenção de formar um meio de campo forte para o torneio internacional a ser disputado em 2011. Além de Arouca e Ganso, o Santos quer contar com o experiente Zé Roberto e com o astuto Lucas. No ataque, um Neymar mais maduro ao lado de um Keirrison matador, que precisa, é claro, parar de se contundir, entrar logo em forma e provar, até o final deste ano, que merece a 9 do Santos.

Mas voltando à realidade mais palpável, no caso a realidade do Brasileirão, fiquei muito contente com a vitória do Atlético Mineiro pra cima do Corinthians. Na verdade, torço pelo técnico Dorival, que mostrou, na minha opinião, ser um técnico acima de tudo muito ético, depois daquela confusão toda de bastidores na Vila Belmiro. Depois de retirado um câncer chamado Luxa, passei a acreditar na ascensão do Galo Mineiro neste campeonato. Quem sabe o clube lá de Minas não saia da zona de rebaixamento para dar lugar ao Flamengo, atual campeão brasileiro e campeão também de confusões?

Sobre a missão quase impossível que havia comentando neste blog, no caso a missão de tirar a taça do Corinthians, finalmente começo a ver brechas que podem facilitar um pouco este árduo desafio: se o Mano Menezes continuar escalando para a Seleção Brasileira os melhores jogadores do clube paulista e se a onda de contusões realmente prevalecer no time de Parque São Jorge, pode ter certeza que não serão Iarley e nem Souza os novos heróis da Gaviões da Fiel, ávida por pelo menos um título no ano do centenário.

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Missão quase impossível: tirar o título do Corinthians

Vai ser difícil tirar a taça de campeão do Campeonato Brasileiro 2010 das mãos dos corintianos. Com um jogo a menos, assim como Inter, Santos e Vasco, o Corinthians, líder com seus 44 pontos, parece ter engrenado de vez, coincidentemente no momento em que o Flu parece ter pisado no freio.

Por falar em Fluminense, tive a oportunidade de assistir trechos do jogo entre o time do Muricy contra o Corinthians, na semana passada. E, conversando com um amigo corintiano, admiti a ele o quanto gostei da atuação alvinegra. Uma perfeição tática singular, segurando bem o time das Laranjeiras no primeiro tempo e explorando de maneira impecável os contra-ataques no segundo tempo. Adilson Batista vem substituindo o técnico Mano Menezes muito bem.

Mesmo assim, ainda há muito campeonato pela frente, como me lembrou um palmeirense no momento em que eu disse a ele que não acreditava no Palmeiras conquistando uma vaga a Libertadores para 2011. E, mesmo com a superioridade corintiana demonstrada em campo nos últimos jogos, creio que eles podem sim ainda dar alguns escorregões, principalmente porque o time tem ausências graves no ataque, com um Ronaldo que já pendurou as chuteiras e que só permanece no clube para angariar fundos advindos da publicidade e um Iarley que não representa muita força ofensiva, mesmo estando marcando gols ultimamente.

O grande desafio de ganhar do Corinthians é o seu meio de campo poderoso, com jogadores de nível de seleção, como Jucilei (humilde e sempre atuante) um guerreiro chamado Elias, um oportunista chamado Jorge Henrique e um craque, ainda a ser mais lapidado, chamado Bruno César. Temo, também, a volta do garoto esperto Dentinho. Tirando tudo isso, o temor maior é com relação ao o quê o ano de 2010 representa para a Nação Corintiana. Não jogando nem um bom Paulista e nem uma boa Libertadores, a conquista do Brasileirão é a última chance do clube para levantar uma taça no ano de seu centenário.

E, mesmo considerando um tanto quanto conspiratório pensar desta maneira, creio que o poder do “Timão” fora das quatro linhas pode significar alguma coisa. Uma espécie de força coletiva pró-Corinthians, influenciada pelo homem-outdoor Ronaldo, pela moral que o clube vem tendo com a Confederação Brasileira de Futebol (lembre-se da participação de Andrés Sanches na copa juntamente com a seleção, Mano Menezes como técnico, construção de estádio e a chance de fazer a abertura da Copa 2014), além, é claro, do insuperável poder de manipulação da grande mídia paulistana, sempre louca por mais audiência ou uma capa estourada de jornal com os atletas pousando para a foto e com uma faixa acima dizendo: “Corinthians é campeão brasileiro 2010”.

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