Ganso



Vila Belmiro é o único estádio brasileiro no PES 2013

A Konami anunciou nesta terça-feira (24) que o Estádio Urbano Caldeira, a Vila Belmiro, em Santos, será um dos estádios que comporão o jogo Pro Evolution Soccer (PES) 2013. Em vídeo contendo cenas de jogos, Ganso e Neymar aparecem no estádio comemorando um gol dançando o hit brasileiro que alcançou o mundo “Ai Se Eu Te Pego”, de Michel Teló. No mesmo vídeo um golaço feito por Neymar dá a entender que o brasileiro será um dos melhores do PES 2013, ao lado de Messi e Cristiano Ronaldo. VÊ!

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Final da Libertadores ou morte (dispensa)

O mar secou? A praia virou lixão? O esgoto negro invadiu o azul da cor do mar? A areia pesou para os pés dos nossos guerreiros? O que aconteceu com os bravos escolhidos para vestir o manto alvo que tanto já fez a vez da elegância santista enquanto o deus do futebol e outros que fizeram parte do reino dos céus desfilavam no gramado verde em décadas passadas? Cadê a genialidade, Neymar? Perdeu o tom, maestro Ganso? E por que logo em jogo histórico como este – semi de Libertadores contra o maior rival – Juan e outras mentiras futebolísticas resolveram ser desmascaradas? Ficaria muito feio o goleiro titular da Seleção Brasileira olímpica ocupar merecidamente o lugar de Aranha no banco de reservas? Não tenho muitas respostas paras as perguntas que ficaram no ar depois de lamentável jogo.

Senão, admitamos: o Corinthians joga mal há muito tempo, mas conquista resultado. Ontem o Santos conseguiu superar o time de Parque São Jorge, em erros. Não é jogando o capacete da PM ou apagando as luzes que a Vila Belmiro se engradece a ponto de, assim como antes, ser comparada ao caldeirão de La Bombonera. Creio que, depois das coisas de ontem, jogos decisivos do Santos acontecerão mesmo só na capital paulista.

Crise no CT Rei Pelé! Pressão! É disso que o time do Santos precisa. Acostumou-se às vitórias. Mas tem perdido muito ultimamente. Tem jogado mal. Muricy deve estar tomando um tarja preta muito forte para conquistar tanta calmaria. Não se pode admitir ver um time com tanta desmotivação em jogo tão grandioso que se pretende ser um Santos e Corinthians na semifinal da Taça Santander Libertadores da América.

Não precisamos jogar os ovos e nem quebrar os vidros dos automóveis dos jogadores. Não precisamos pichar os muros e nem invadir o treino para dar de dedo na cara da comissão técnica. Precisamos, Nação Santista, apenas ajudar o elenco e técnico a entenderem que o Santos é maior, é melhor, pode e consegue jogar mais na próxima quarta-feira no Pacaembu. Basta querer! Metade do elenco e o técnico Muricy Ramalho devem sair da posição de conforto e entender que é vida ou morte, a final da Liberta conquistada ou a dispensa de muitos do grupo.

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Pior do que o Santos só mesmo a transmissão

Fazia tempo que eu não presenciava uma fase tão ruim como a do Santos neste Campeonato Brasileiro. Tirando o Borges, todos do time ainda não voltaram de uma ressaca que parece ser eterna após título da Libertadores.

No entanto, ontem, tendo de assistir ao jogo em um canal da televisão aberta, conclui que só existe, atualmente, algumas coisas piores do que o Santos: a transmissão, a narração e os comentários esportivos daquele canal.

O locutor do jogo é cego, só pode. Conseguiu confundir o Durval com o Léo. Além de jamais ter citado o Arouca no jogo, sempre dizendo que era o Borges. Sem falar no descarado bairrismo curitibano, com comemorações efusivas nos gols do Coxa, tratamento diferente dado nos outros dois gols da partida, marcados pelo único em campo do lado do Santos, o Borges.

Os caras que controlam as marcações dos gols também estavam perdidos. Em determinado momento, em vez de computar no marcador o placar de 1 a 1, computaram equivocadamente um 2 a 0 para o Peixe, o que seria bom, mas não ocorreu. O erro permaneceu na tela por quase dois minutos.

Também no começo da partida, em vez de disponibilizarem a imagem do jogo, talvez distraídos os caras da edição preferiram deixar rolando na telinha a imagem de duas torcedoras no estádio. Por que, afinal, insistem tanto em filmar os torcedores no meio da partida? Qualquer dia desses vão deixar de transmitir um gol.

Reflexão santista

Ontem à noite foi um show de horrores a partida. Além da péssima atuação da transmissão e da lamentável falta de interesse do Santos em jogar bola, o afobado Pará e o estranho Edu Dracena conseguiram ser expulsos. A impressão que fica é que os jogadores do Santos estão loucos por folgas, por dispensas, por descanso.

Descanso até que mereciam mesmo. O Santos é o time que mais jogou no Brasil este ano. São 52 partidas contra, por exemplo, apenas 30 do Corinthians, que, sendo um participante de luxo do Brasileirão, foi eliminado na Pré-Libertadores e não participou da Copa do Brasil, tampouco da Sul-Americana. O Peixe, ao contrário, jogou todas as partidas do Paulistão (derrotando o Corinthians na final) e da Libertadores da América, conquistando os dois campeonatos.

Muricy Ramalho, apático e teimoso como um asno, prefere continuar com o cinismo e com os coices. Talvez fosse melhor admitir que seu time não está jogando nada e que ele parece não conseguir manter a ordem de jogadores como o Neymar, por exemplo, que tem demonstrado ainda pequenos resquícios daquele moleque mimado que acabou destruindo a carreira de Dorival Jr. no Peixe. Ainda assim, o menino do moicano mais feio do mundo é um dos poucos que corre em campo e que busca a vitória. Parece mesmo ser o único a torcer pelo Santos e não apenas estar ali por causa de salário.

Não sei qual o clima nos corredores da Vila Belmiro e do CT Rei Pelé. Sei apenas é que passou da hora de haver reuniões, comunicados e até punições diante das atitudes da maioria dos atletas do time, que não têm honrado com os bons salários que recebem para vestir o glorioso manto sagrado do Santos Futebol Clube.

Para alguns atletas, inclusive, talvez esteja faltando, mais do que multas e puxões de orelha, alguns remédios combatendo anemia ou fadiga. Paulo Henrique Lima, o Ganso, deve estar com alguma doença grave, pois não tem forças em campo.

Arouca, talvez cansado de ser ignorado por Mano Menezes na Seleção Brasileira, permitiu-se jogar de maneira mediana, não conseguindo concluir metade das jogadas que faz. Rafael está atrasado uns três, quatro segundos no gol. Léo demonstra uma necessidade de aposentadoria imediata. E o contratado Henrique perdeu a noção do que é jogar futebol, mas tem a desculpa de estar fora de forma.

Não ficará bonito aos atletas irem para o Japão jogar o Mundial Interclubes sabendo que levaram um dos últimos times grandes do Brasil ao rebaixamento do nacional. E não pegará nada bem ter de disputar a segunda divisão justamente no ano do centenário do alvinegro da Vila Belmiro. É hora de refletir, Santos!

Nessas horas tem feito falta a figura do presidente do clube, o Luis Alvaro Ribeiro, com algum posicionamento perante os maus resultados. E faz falta também uma torcida mais atuante e chata, que deve cobrar de todos daquele grupo um respeito maior com a camisa do time que mais fez gols no mundo, do time que o rei do futebol o tornou conhecido mundialmente, do time que é oito vezes campeão nacional, tri-campeão da América e que busca a terceira estrela mundial no fim deste ano.

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Ganso e Neymar na Libertadores do PES 2012

A Konami lançou um vídeo revelando alguns detalhes do Pro Evolution Soccer 2012 – jogo que, ao lado do Fifa, divide fãs por todo o mundo que curtem jogar futebol no Playstation ou no Xbox.

A previsão é que a versão 2012 do jogo seja lançada em setembro e que chegue no Brasil até outubro. E para os santistas de plantão, o jogo terá um gostinho especial, pois contará com o Santos Futebol Clube oficial jogando a Taça Libertadores da América.

No vídeo que já está circulando na rede, os únicos clubes sul-americanos que aparecem são o Santos e o Peñarol – finalistas da Liberta 2011. E, no detalhe, mostra o Neymar comemorando um gol junto com o Paulo Henrique Ganso vestindo a camisa 10 com a coroa no meio do número. Show de Bola! VÊ!

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Gabi-Gol, 15 anos, pode ser o novo Neymar

O Santos Futebol Clube já prepara sucessores de Neymar, Ganso & Cia. Quem revela é Wagner Ribeiro, empresário que hoje tem o maior sucesso no ramo do futebol, negociando craques como Kaká, Robinho, Neymar e Lucas.

Segundo entrevista concedida para Sonia Racy, o empresário diz que o jovem Gabriel, 15 anos, apelidado de Gabi-Gol, atleta do Santos, é um canhoto que mescla características de Neymar, Ganso e Lucas em campo.

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Sobre Ganso, Galo e Gambá

O que acontece com os times que estão na ponta da tabela? Apagão? Não querendo desmerecer o glorioso Santos Futebol Clube, mas que a verdade seja dita: no jogo de quarta-feira, estava uma teta aquela zaga do Fluminense. Qualquer um, inclusive o Zé Eduardo, jogador limitado, faz gol naquele time. Não à toa, fez mesmo, fez logo três, sendo dois deles muito bonitos.

Ao fim do jogo da última rodada, já vi santista retomando a esperança de uma conquista de título e, consequentemente, a tão sonhada Tríplice Coroa. Rapaz, sinceramente falando, este campeonato está tão esquisito, com quedas tão inesperadas de rendimento, como as do Fluminense e Corinthians (que ainda tem os desfalques como desculpas), que, caso o menino de ouro Ganso não tivesse machucado, não sei não, viu! É bem provável que o Peixe estaria brigando bem ali na ponta da tabela.

Aliás, estive pensando no quanto o menino Ganso faz falta para aquele time. E não apenas dentro das quatro linhas. Mesmo sendo jovem e não utilizando a faixa de capitão, aquele rapaz que veio do Pará tem um espírito de liderança forte, pelo menos para com os moleques da Vila. Duvido muito que Neymar teria feito tanta cagada caso o seu amigo Ganso estivesse jogando ao lado. Acho que nem mesmo o Dorival Jr. teria saído do clube, afinal, acredito que nenhuma daquelas palhaçadinhas do Neymar haveria ocorrido.

O jeito é esperar o melhor jogador daquele time se recuperar e torcer para que, na Libertadores do ano que vem, ele já esteja em forma. As promessas por parte da diretoria santista são grandes. Além dos burburinhos que apostam em Abel Braga como técnico, há uma intenção de formar um meio de campo forte para o torneio internacional a ser disputado em 2011. Além de Arouca e Ganso, o Santos quer contar com o experiente Zé Roberto e com o astuto Lucas. No ataque, um Neymar mais maduro ao lado de um Keirrison matador, que precisa, é claro, parar de se contundir, entrar logo em forma e provar, até o final deste ano, que merece a 9 do Santos.

Mas voltando à realidade mais palpável, no caso a realidade do Brasileirão, fiquei muito contente com a vitória do Atlético Mineiro pra cima do Corinthians. Na verdade, torço pelo técnico Dorival, que mostrou, na minha opinião, ser um técnico acima de tudo muito ético, depois daquela confusão toda de bastidores na Vila Belmiro. Depois de retirado um câncer chamado Luxa, passei a acreditar na ascensão do Galo Mineiro neste campeonato. Quem sabe o clube lá de Minas não saia da zona de rebaixamento para dar lugar ao Flamengo, atual campeão brasileiro e campeão também de confusões?

Sobre a missão quase impossível que havia comentando neste blog, no caso a missão de tirar a taça do Corinthians, finalmente começo a ver brechas que podem facilitar um pouco este árduo desafio: se o Mano Menezes continuar escalando para a Seleção Brasileira os melhores jogadores do clube paulista e se a onda de contusões realmente prevalecer no time de Parque São Jorge, pode ter certeza que não serão Iarley e nem Souza os novos heróis da Gaviões da Fiel, ávida por pelo menos um título no ano do centenário.

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O prazer de se assistir futebol voltou

Em se tratando de futebol, finalmente as coisas voltam a ficar legais. Campeonato Brasileiro acirrado, clássicos que dão mais emoção do que os chatos jogos da Copa do Mundo e, para surpresa de muitos, o convite aceito por Mano Menezes para comandar a Seleção Brasileira. Agora, a cereja do bolo: a primeira convocação do gaúcho, que, graças ao seu ótimo desempenho como técnico, fez com que o Corinthians, mesmo com um elenco limitado, vencesse alguns campeonatos nos últimos anos.

E que escalação, amigo! Rapaz, o homem, o gaúcho, o Mano, escalou uma galera que sabe e, ainda, gosta de jogar bola. Tirando o Neymar, que, na minha opinião, ainda não merecia vestir a amarelinha, os demais jogadores demonstram  apetite quando estão no gramado e, oxalá, podem sim representar muito bem a nação brasileira.

De Lucas para Hernanes, que toca para Ganso, que, de primeira, enfia um passe de gaveta para Robinho, que, com maestria, pedala algumas vezes, finta o adversário e clareia para Diego Tardelli, que, com todo o seu faro de gol, estufa a rede do adversário. Estou até vendo!

Desejo toda a sorte do mundo para quem ainda sente prazer no ato de jogar futebol e, pelo menos nos 180 minutos, esquece a quantidade de dinheiro que está entrando em sua conta bancária naquele momento.

Desejo também serenidade para Mano Menezes na hora de aplicar suas estratégias futebolísticas e, principalmente, muita paciência para lidar com as agruras, desejos obscuros e mandados obscenos que, com certeza, partirão lá de cima, mais precisamente da sala luxuosa do presidente da CBF, o Godfather Ricardo Teixeira.

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Sai Dunga, entra Ganso*

Mesmo tendo descendência espanhola, torci pelo Paraguai feito louco, no jogo que aconteceu sábado em que a Espanha venceu na marra os hermanos moradores logo ao lado. Estive em Salto Del Guairá semana passada. E pude presenciar o quanto os paraguaios são fanáticos por futebol. Todos os carros de lá estavam enfeitados pelo patriotismo, com uma bandeira enorme pousada no vidro de trás. Sem falar nas bandeirinhas estiradas nas laterais dos carros, hábito também comum aqui no Brasil.

Muitos são os brasileiros em Salto, é verdade. De todo modo, era espantoso de ver o tanto de bandeiras também em verde e amarelo, que enfeitavam ruas e lojas. Alguns estabelecimentos faziam questão de deixar à mostra as duas bandeiras, uma do Paraguai e outra do Brasil, na fachada do lugar. Em uma loja, percebi que o uniforme dos funcionários tinha o símbolo da seleção paraguaia de um lado e, de outro, o símbolo da seleção brasileira.

Quando cheguei na sala do inspetor da Polícia Federal, havia, em uma parede, uma bandeira do Brasil e também uma bandeira do Paraguai, mas que prontamente foram arrancadas. Ele não queria deixar isso aparecer na foto. Refletindo sobre tudo isso, indago: o que a copa não faz com povos e nações, não? Guerra do Paraguai ficou no esquecimento. Ciúmes das paraguaias que paqueram brasileiros, idem.

Mas, para esses dois países, a copa já acabou. E para quem estava apostando numa copa do mundo com força total da América do Sul, hoje precisa torcer pelo último representante latino-americano, os aguerridos da seleção uruguaia. A disputa agora é de um país de terceiro mundo, com apenas três milhões de habitantes, versus três potências europeias, pelo menos no futebol, que são os holandeses, os alemães e os espanhóis.

Infelizmente, esse nosso sempre falso patriotismo aqui do Brasil se limita, na grande maioria, a abraçar causas da nação e não de um continente. Ou alguém aí viu bandeiras uruguaias dependuradas em prédios e casas? A bem da verdade, estamos pouco nos lixando para os uruguaios, assim como também rimos até perder o ar da derrota humilhante que a Argentina sofreu para a Alemanha.

A vida é assim, pelo menos aqui no Brasil. A gente vira patriota de quatro em quatro anos, reaprende a vestir o verde e amarelo e sempre acha que nossa seleção (mesmo com Felipe Melo no meio, Kaká machucado no ataque e o Dunga como técnico) pode sim vencer seleções muito melhores que a nossa.

Quando vamos aprender que o grande diferencial do futebol brasileiro é o jogo individual, é o drible, é a ofensividade, é a ousadia, é o chapéu, é a pedalada, é a finta de futsal, é a embaixadinha na beira do campo para gastar o tempo, é a tabelinha, é o entrar com bola e tudo para as redes do gol? Agora é tarde, mas, se isso serve de consolo, é certo que, na copa de 2014, aqui no Brasil, teremos a bem-vinda não participação de Dunga na delegação técnica e, pelo meio de campo, os passes geniais de Paulo Henrique Ganso, o mais novo camisa 10 da seleção brasileira.

*Crônica publicada dia 6 de julho na coluna Crônico, no caderno D+ do jornal O Diário do Norte do Paraná

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