Neymar



Rogério Ceni é chato pra cara…

Rogério Ceni é um chato. Dias depois de culpar o técnico Leão pela fase ruim que o São Paulo Futebol Clube enfrentou no início do ano, mais uma vez protagoniza polêmica ao questionar decisões do técnico Ney Franco, em péssima partida na noite de quarta-feira (24), que terminou sem gols para os dois lados, mesmo o LDU de Loja tendo um goleiro menor do que eu, com 1,72m.

Quem aguenta o Rogério Ceni? Critica ex-técnico, quer mandar mais que o técnico atual e, se não for de seu gosto, faz questão de micar a contratação de determinado técnico. Dizem que ele não deixou o Cuca ser contratado tempos atrás.

Ceni é um jogador de futebol híbrido. Atua em duas funções: como goleiro e batedor de bolas paradas. Vai melhor quando está longe da pequena área. Bate melhor faltas do que defende seu gol. A idade atrapalha, mas é de reconhecimento público que, em toda sua carreira, nunca foi dos mais brilhantes arqueiros. No máximo, um terceiro goleiro da seleção. No máximo, o titular do SPFC por décadas.

Campeão e líder nato, Rogério é um poeta quando calado. E ajuda muito seu time batendo pênaltis, cobrando faltas e ficando quieto quando precisa. Aquela imagem corporativa do clube paulistano ficou para trás. A bagunça do futebol brasileiro também invadiu as salas administrativas do SPFC. E isso acaba dando permissões a jogadores que se acham no direito de questionar técnico, como faz Rogério Ceni, como um ainda moleque chamado Neymar um dia fez com o brilhante professor Dorival Jr.

Mas ninguém vai dizer em rede nacional que “estamos criando um monstro” só porque o chato do Rogério Ceni questionou o bom técnico Ney Franco. Esse monstro já está criado e barbado. Assim como eu, um milhão de pessoas hoje estão reforçando aquilo que um dia o sábio e engraçado Milton Leite falou sem saber que seu áudio tinha vazado ao vivo em rede nacional: “O Rogério Ceni é chato pra caralho”.

51 Comentários


O limite físico de Neymar está em jogo*

Por Fabio Chiorino

Onze minutos de jogo. Uma bola espirrada da defesa para o ataque encontrou Neymar. E o menino, mais uma vez, espantou a todos. Driblou três jogadores com aquela peculiar facilidade que nos faz perguntar se não está a enfrentar juvenis. Bola por baixo das pernas de um, corte seco em mais dois e gol do Santos. Neymar cravava mais uma placa, ao completar 200 jogos vestindo a camisa do Peixe.

Enfim, qual o limite de Neymar?

*Termine de ler o lúcido artigo do jornalista Fabio Chiorino lá no site Esporte Fino.

Comente aqui


Vila Belmiro é o único estádio brasileiro no PES 2013

A Konami anunciou nesta terça-feira (24) que o Estádio Urbano Caldeira, a Vila Belmiro, em Santos, será um dos estádios que comporão o jogo Pro Evolution Soccer (PES) 2013. Em vídeo contendo cenas de jogos, Ganso e Neymar aparecem no estádio comemorando um gol dançando o hit brasileiro que alcançou o mundo “Ai Se Eu Te Pego”, de Michel Teló. No mesmo vídeo um golaço feito por Neymar dá a entender que o brasileiro será um dos melhores do PES 2013, ao lado de Messi e Cristiano Ronaldo. VÊ!

11 Comentários


Final da Libertadores ou morte (dispensa)

O mar secou? A praia virou lixão? O esgoto negro invadiu o azul da cor do mar? A areia pesou para os pés dos nossos guerreiros? O que aconteceu com os bravos escolhidos para vestir o manto alvo que tanto já fez a vez da elegância santista enquanto o deus do futebol e outros que fizeram parte do reino dos céus desfilavam no gramado verde em décadas passadas? Cadê a genialidade, Neymar? Perdeu o tom, maestro Ganso? E por que logo em jogo histórico como este – semi de Libertadores contra o maior rival – Juan e outras mentiras futebolísticas resolveram ser desmascaradas? Ficaria muito feio o goleiro titular da Seleção Brasileira olímpica ocupar merecidamente o lugar de Aranha no banco de reservas? Não tenho muitas respostas paras as perguntas que ficaram no ar depois de lamentável jogo.

Senão, admitamos: o Corinthians joga mal há muito tempo, mas conquista resultado. Ontem o Santos conseguiu superar o time de Parque São Jorge, em erros. Não é jogando o capacete da PM ou apagando as luzes que a Vila Belmiro se engradece a ponto de, assim como antes, ser comparada ao caldeirão de La Bombonera. Creio que, depois das coisas de ontem, jogos decisivos do Santos acontecerão mesmo só na capital paulista.

Crise no CT Rei Pelé! Pressão! É disso que o time do Santos precisa. Acostumou-se às vitórias. Mas tem perdido muito ultimamente. Tem jogado mal. Muricy deve estar tomando um tarja preta muito forte para conquistar tanta calmaria. Não se pode admitir ver um time com tanta desmotivação em jogo tão grandioso que se pretende ser um Santos e Corinthians na semifinal da Taça Santander Libertadores da América.

Não precisamos jogar os ovos e nem quebrar os vidros dos automóveis dos jogadores. Não precisamos pichar os muros e nem invadir o treino para dar de dedo na cara da comissão técnica. Precisamos, Nação Santista, apenas ajudar o elenco e técnico a entenderem que o Santos é maior, é melhor, pode e consegue jogar mais na próxima quarta-feira no Pacaembu. Basta querer! Metade do elenco e o técnico Muricy Ramalho devem sair da posição de conforto e entender que é vida ou morte, a final da Liberta conquistada ou a dispensa de muitos do grupo.

1 Comentário


Mais uma partida do ‘Selê-Santos’ é adiada

Atendendo ao pedido do Santos FC, a CBF adiou a partida entre o Peixe e o Botafogo, pela 21ª rodada do Campeonato Brasileiro. Anteriormente previsto para o domingo, 4 de setembro, o confronto ainda terá a nova data divulgada pela CBF.

O adiamento foi concedido devido à convocação dos atletas santistas Neymar, PH Ganso e Danilo para compor a Seleção Brasileira, que enfrentará Gana na segunda-feira (05), em Londres. (informações do site oficial do Santos FC).

Comente aqui


Pior do que o Santos só mesmo a transmissão

Fazia tempo que eu não presenciava uma fase tão ruim como a do Santos neste Campeonato Brasileiro. Tirando o Borges, todos do time ainda não voltaram de uma ressaca que parece ser eterna após título da Libertadores.

No entanto, ontem, tendo de assistir ao jogo em um canal da televisão aberta, conclui que só existe, atualmente, algumas coisas piores do que o Santos: a transmissão, a narração e os comentários esportivos daquele canal.

O locutor do jogo é cego, só pode. Conseguiu confundir o Durval com o Léo. Além de jamais ter citado o Arouca no jogo, sempre dizendo que era o Borges. Sem falar no descarado bairrismo curitibano, com comemorações efusivas nos gols do Coxa, tratamento diferente dado nos outros dois gols da partida, marcados pelo único em campo do lado do Santos, o Borges.

Os caras que controlam as marcações dos gols também estavam perdidos. Em determinado momento, em vez de computar no marcador o placar de 1 a 1, computaram equivocadamente um 2 a 0 para o Peixe, o que seria bom, mas não ocorreu. O erro permaneceu na tela por quase dois minutos.

Também no começo da partida, em vez de disponibilizarem a imagem do jogo, talvez distraídos os caras da edição preferiram deixar rolando na telinha a imagem de duas torcedoras no estádio. Por que, afinal, insistem tanto em filmar os torcedores no meio da partida? Qualquer dia desses vão deixar de transmitir um gol.

Reflexão santista

Ontem à noite foi um show de horrores a partida. Além da péssima atuação da transmissão e da lamentável falta de interesse do Santos em jogar bola, o afobado Pará e o estranho Edu Dracena conseguiram ser expulsos. A impressão que fica é que os jogadores do Santos estão loucos por folgas, por dispensas, por descanso.

Descanso até que mereciam mesmo. O Santos é o time que mais jogou no Brasil este ano. São 52 partidas contra, por exemplo, apenas 30 do Corinthians, que, sendo um participante de luxo do Brasileirão, foi eliminado na Pré-Libertadores e não participou da Copa do Brasil, tampouco da Sul-Americana. O Peixe, ao contrário, jogou todas as partidas do Paulistão (derrotando o Corinthians na final) e da Libertadores da América, conquistando os dois campeonatos.

Muricy Ramalho, apático e teimoso como um asno, prefere continuar com o cinismo e com os coices. Talvez fosse melhor admitir que seu time não está jogando nada e que ele parece não conseguir manter a ordem de jogadores como o Neymar, por exemplo, que tem demonstrado ainda pequenos resquícios daquele moleque mimado que acabou destruindo a carreira de Dorival Jr. no Peixe. Ainda assim, o menino do moicano mais feio do mundo é um dos poucos que corre em campo e que busca a vitória. Parece mesmo ser o único a torcer pelo Santos e não apenas estar ali por causa de salário.

Não sei qual o clima nos corredores da Vila Belmiro e do CT Rei Pelé. Sei apenas é que passou da hora de haver reuniões, comunicados e até punições diante das atitudes da maioria dos atletas do time, que não têm honrado com os bons salários que recebem para vestir o glorioso manto sagrado do Santos Futebol Clube.

Para alguns atletas, inclusive, talvez esteja faltando, mais do que multas e puxões de orelha, alguns remédios combatendo anemia ou fadiga. Paulo Henrique Lima, o Ganso, deve estar com alguma doença grave, pois não tem forças em campo.

Arouca, talvez cansado de ser ignorado por Mano Menezes na Seleção Brasileira, permitiu-se jogar de maneira mediana, não conseguindo concluir metade das jogadas que faz. Rafael está atrasado uns três, quatro segundos no gol. Léo demonstra uma necessidade de aposentadoria imediata. E o contratado Henrique perdeu a noção do que é jogar futebol, mas tem a desculpa de estar fora de forma.

Não ficará bonito aos atletas irem para o Japão jogar o Mundial Interclubes sabendo que levaram um dos últimos times grandes do Brasil ao rebaixamento do nacional. E não pegará nada bem ter de disputar a segunda divisão justamente no ano do centenário do alvinegro da Vila Belmiro. É hora de refletir, Santos!

Nessas horas tem feito falta a figura do presidente do clube, o Luis Alvaro Ribeiro, com algum posicionamento perante os maus resultados. E faz falta também uma torcida mais atuante e chata, que deve cobrar de todos daquele grupo um respeito maior com a camisa do time que mais fez gols no mundo, do time que o rei do futebol o tornou conhecido mundialmente, do time que é oito vezes campeão nacional, tri-campeão da América e que busca a terceira estrela mundial no fim deste ano.

11 Comentários


Ganso e Neymar na Libertadores do PES 2012

A Konami lançou um vídeo revelando alguns detalhes do Pro Evolution Soccer 2012 – jogo que, ao lado do Fifa, divide fãs por todo o mundo que curtem jogar futebol no Playstation ou no Xbox.

A previsão é que a versão 2012 do jogo seja lançada em setembro e que chegue no Brasil até outubro. E para os santistas de plantão, o jogo terá um gostinho especial, pois contará com o Santos Futebol Clube oficial jogando a Taça Libertadores da América.

No vídeo que já está circulando na rede, os únicos clubes sul-americanos que aparecem são o Santos e o Peñarol – finalistas da Liberta 2011. E, no detalhe, mostra o Neymar comemorando um gol junto com o Paulo Henrique Ganso vestindo a camisa 10 com a coroa no meio do número. Show de Bola! VÊ!

9 Comentários


Gabi-Gol, 15 anos, pode ser o novo Neymar

O Santos Futebol Clube já prepara sucessores de Neymar, Ganso & Cia. Quem revela é Wagner Ribeiro, empresário que hoje tem o maior sucesso no ramo do futebol, negociando craques como Kaká, Robinho, Neymar e Lucas.

Segundo entrevista concedida para Sonia Racy, o empresário diz que o jovem Gabriel, 15 anos, apelidado de Gabi-Gol, atleta do Santos, é um canhoto que mescla características de Neymar, Ganso e Lucas em campo.

5 Comentários


Ainda sobre Chicão e Neymar

Alguns corintianos me xingaram e chegaram a comparar meu pensamento com o de quem queima índio na praça tamanha a dor que sentem quando um santista resolve também tirar proveito deste momento glorioso e histórico que vive o clube recentemente.

Enquanto isso, santistas inteligentes, como Odir Cunha, Xico Sá, Luiz de Carvalho e Dirceu Herrero, além de alguns corintianos sensatos, como Roberto Barbato e Lucas Frederico, presentearam-me com comentários felizes, lúcidos e que me deixaram orgulhoso.

Mas quero destacar aqui o comentário-crônica do repórter Fábio Castaldelli, amigo santista, neto de avô santista, como eu, que viram Pelé, Robinho e que mereciam ter visto Neymar erguendo a taça do Tri da Libertadores. Castaldelli se utilizou da prosa refinada para demonstrar a sua paixão pelo Santos Futebol Clube e, por isso, replico abaixo o excelente texto.

Los mejores sombreros mexicanos

Por Fábio Castaldelli

Feliz lembrança sua, meu amigo, Wilame, que nos fez recordar através desse belo texto, o chapelaço de Neymar. Como esquecer aquele fim de fevereiro de 2010, dia em que o time santista caminhava para a vitória magra – mas fácil – sobre os corintianos quando o menino da vila, certamente inspirado em “Viva” de Raul Seixas, convidou Chicão para um ‘banho de chapéu’?

Não há como esquecer. A polêmica após o jogo foi grande e deprimente. Firuleiro, pipoqueiro, mimado. Essas foram as declarações do contrafeito Chicão que vestindo a carapuça de advogado da massa corintiana se incumbiu de execrar o ato de Neymar e cobrar-lhe a conquista de títulos.

O resto da história todos já sabem: entre espetáculos e taças levantadas, drible e redes balançadas, nós santistas voltamos ao topo da América orquestrados pela batuta regida com os pés de Neymar e sua coroa real moicana. Enquanto Ganso, ora desconcertava a estirpe adversária com seus passes verticais fazendo o gramado verde mais parecer uma mesa de sinuca, ora se afastava por contusões, Neymar batia a mão no peito ainda magro e chamava a bronca para seus ombros.

Enquanto craques do nosso vitorioso passado recente como Léo e Elano voltavam para vestir a armadura branca e lutar pela estrela que lhes faltava, Neymar mostrava aos saudosistas, críticos e ressabiados que a noção de passado, presente e futuro é dos homens, mas, que a genialidade é atemporal e fruto de deuses futebolísticos morados pelos lados do templo da Vila Belmiro.Enquanto um turbilhão de provocações e crises despencavam em Neymar, o ‘cai cai’, ‘mascarado’ e ‘prepotente’, levantava a cada supapo, vestia a fantasia dos sábios da bola e dava provas de que confiança e arrogância são coisas distintas.

Encantados pelo craque santista, súditos agora somos de um menino que alcançou a majestade, ainda com 19 anos. E, analisando a luz da distância o que foi dito fora de campo e, principalmente, feito dentro dele, penso que Neymar e Chicão continuam a representar seus times com fidelidade impressionante. Neymar ainda é aquilo que a nação santista é: ousada e alegre, vitoriosa, marcante, renovada e conhecida pelo mundo afora. Um time de torcida apaixonada e seleta assim como apaixonante e seleto é o talento de Neymar.

Já Chicão continua sendo o fiel retrato do Corinthians: aguerrido, cisudo, falante e desconhecido pelo planeta internacional da bola, ou melhor, quase desconhecido. Seguindo a realidade dos fatos e o ocorrido no passado, há boatos não confirmados que a valorização do bom zagueiro só tem aumentado numa região além das fronteiras brasileiras, especificamente, localizada ao sul e oeste do Oceano Pacífico. Local este onde são fabricados os “mejores sombreros mexicanos”*.

Abraço, companheiro de título. Que venha o centenário.

*PS: a frase é fácil de ser entendida, mas caso incompreendida, paciênica… maior experiência em, Libertadores irá melhorar o seu vocabulário espanhol.

10 Comentários


Obrigado, Chicão*

Um dia, o Chicão, zagueiro do Corinthians, tomou um chapéu sem o jogo estar valendo e ficou bravo com o autor da traquinagem, o moleque Neymar. Derrotado naquela partida, o corintiano esbravejou declarações inflamadas. Sem querer reconhecer o craque que despontava, disse que o atacante do Santos ainda tinha que jogar muita bola para conquistar um título ao seu clube. Chicão é um sábio. Embora tenha deixado muitos santistas queixosos, o zagueiro nada mais disse do que a verdade.

Desse episódio, pouco mais de um ano se passou. E nada como dar tempo ao tempo. Em um ano e meio, o filé de borboleta virou um tubarão que vive a amedrontar gambás e outros bichos pelos arredores do mar santista. Depois das declarações de Chicão (obrigado, cara), Neymar jogou muita bola, obrigado, Neymar conquistou muitos títulos para o seu clube, obrigado, e Neymar deu muito chapéu, até quando o jogo estava valendo, obrigado.

O hoje dono absoluto da camisa 11 do Peixe e da Seleção Brasileira provou para todos, inclusive a muitos santistas como eu, que gênio tem dessas coisas. Faz gol, sim. Finta dois ou três, sim. Mas também sombreia com um chapelaço, só de sacanagem, o zagueiro do time rival. E, vez ou outra, desperdiça um pênalti que cobrou com cavadinha. E, por que não, botar uma máscara após um dos mais bonitos gols da Taça Libertadores da América? Em noite de mascarados, carnaval sem confete não existe; gols do Neymar sem zagueiro entortado, também não há.

Chicão é um ótimo zagueiro. Além de defender muito bem, tem o dom da oratória. Suas declarações são exemplares e felizes, principalmente para o Santos Futebol Clube. No mesmo dia em que aconselhou Neymar a jogar mais bola (ufa), o corintiano declarou uma verdade, ainda que óbvia: “eles ganharam um jogo, não o campeonato”. As palavras de Chicão caíram como praga, só que ao contrário. Depois de seu pronunciamento, o Peixe venceu dois campeonatos paulistas, uma Copa do Brasil e uma Libertadores – torneio, aliás, que o presidente do Corinthians diz não querer mais participar porque não é lucrativo. Será que o Chicão tinha o sonho de jogar uma final da Libertadores? Meus amigos corintianos, pelo menos, sonham em assistir a uma.

Por falar em telespectadores e em coisas da América, Chicão assistirá pela TV o Neymar e outros atletas defenderem as cores do Brasil na Copa América, que se inicia em julho. Se não houvesse hoje uma verdadeira e feliz safra de bons zagueiros brasileiros mundo afora, certamente o corintiano teria uma chance na Seleção Brasileira, comandada pelo seu ex-técnico Mano Menezes. Campeão pelo Corinthians, inclusive na séria B, Chicão, além de sábio nas palavras, foi considerado o melhor zagueiro do Paulista 2011 – torneio que Neymar e companhia fizeram questão de levar para Santos.

Se estivesse vestindo a camisa do Brasil, Chicão certamente não se importaria em tomar um chapéu ou outro do Neymar durante os treinamentos da seleção. Talvez pudessem ser grandes amigos. O craque santista agradeceria de coração as sábias palavras proféticas do zagueiro. Mas não descartemos a hipótese. Ainda é jovem o exemplar zagueiro corintiano. É que Chicão envelheceu rápido e aparenta ter mais do que seus 30 anos completados recentemente. Será que se expôs muito ao sol? Por falta de chapéu não foi.

*Crônica publicada dia 28 de março de 2011 na coluna Crônico do jornal O Diário do Norte do Paraná.

36 Comentários