Londrina cria 540 vagas positivas de empregos em agosto

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Informa o NCOM, que a cidade de Londrina registrou, no mês de agosto, um saldo positivo na criação de empregos. Foram criados 540 vagas de trabalho a mais do que o número de demissões registradas pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados pelo Ministério do Trabalho.

De acordo com os dados, foram preenchidas 46 vagas de trabalho na área da indústria e transformação; 35 na construção civil; 124 no comércio; 316 na de serviços; 23 na agropecuária e uma na administração pública, o que levou a um total de 540 novas vagas na cidade. Ao todo, em agosto, 6.252 postos de trabalho admitiram funcionários, mas outros 5.712 desligaram colaboradores, o que demonstra a variação positiva de 0,36%.

No acumulado de janeiro até agosto deste ano, em Londrina, houve um saldo positivo de empregos em três áreas que são: indústria, serviços de indústria e utilidade pública e na administração pública.

De acordo com o secretário municipal de Trabalho, Emprego e Renda (SMTER), Elzo Augusto Carreri, o aumento no número de postos de trabalho na área de serviços é importante para o município e vem, principalmente, dada a instalação da multinacionalde serviços de TI, consultoria e soluções de negócios, Tata Consultancy Services (TCS). “O saldo positivo é muito importante para a cidade, porque vínhamos de meses de retração, que se formos analisar significaram menos de 1% de vagas negativas, porém o saldo positivo mobiliza a economia e reforça a expectativa de fecharmos o ano com mais vagas criadas do que fechadas”, frisou.

Para o secretário, até final do ano deve haver mais contratações de trabalhadores dada a movimentação do comércio, com as festividades de dezembro e janeiro e o recebimento do 13º salário. Além disso, o setor da construção civil deverá movimentar Londrina, com a contratação de pessoal e aquisição de insumos e serviços para a execução de grandes obras públicas que foram assinadas pelo prefeito Marcelo Belinati, como a construção do viaduto na Avenida Dez de Dezembro e da construção de cinco novos Centros Municipais de Educação Infantil (CMEIs), que serão assinados nesta semana. O Programa da Prefeitura de Londrina, Compra Londrina também deve estimular a movimentação da economia local.

Foto: Ilustrativa

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Ibope: Bolsonaro tem 28%, Haddad, 22%; Ciro, 11%; e Alckmin, 8%

Informa a Agência Brasil, que nova pesquisa do Ibope Inteligência sobre intenções de voto para a Presidência da República revela que o deputado Jair Bolsonaro (PSL) mantém o primeiro lugar com 28% das preferências, a mesma proporção identificada na pesquisa de 18 de setembro. O ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT) cresceu três pontos percentuais e atingiu 22% das menções.

A pesquisa, encomendada pelo jornal O Estado de S. Paulo e pela Rede Globo, foi feita no último final de semana, dias 22 e 23 de setembro. Foram entrevistadas 2.506 pessoas em 178 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa é registrada no Tribunal Superior Eleitoral, e foi feita sob o protocolo BR‐06630/2018.

Entrevistados que declararam voto em branco ou nulo totalizaram 12% – dois pontos percentuais a menos do que a última pesquisa. Seis por cento dos entrevistados não sabem ou não quiseram responder, queda de um ponto percentual.

O ex-ministro Ciro Gomes (PDT) manteve o percentual de intenção de voto de 11%. O ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) oscilou positivamente um ponto percentual e marcou 8% e a ex-ministra Marina Silva (Rede) oscilou negativamente um ponto percentual e agora foi mencionada por 5% dos eleitores consultados.

João Amoêdo (Novo) tem 3% das intenções de voto. Alvaro Dias (Podemos) e Henrique Meirelles (MDB) marcaram 2%. Guilherme Boulos (PSOL) foi citado por 1% dos entrevistados. Cabo Daciolo (Patriota), Vera Lúcia (PSTU), João Goulart Filho (PPL) e Eymael (DC) não pontuaram, segundo o Ibope.

Rejeição

A pesquisa do Ibope também verificou as taxas de rejeição dos candidatos. Aumentou o número de eleitores que declararam que “não votaria de jeito nenhum” em Jair Bolsonaro, de 42% na pesquisa da semana passada para 46% nessa pesquisa. A rejeição de Fernando Haddad oscilou um ponto percentual, e agora é de 30%.

A rejeição da candidata Marina Silva é de 25%, a de Geraldo Alckimin, 20% e de Ciro Gomes, 18%. Henrique Meirelles, Cabo Daciolo, Eymael e Guilherme Boulos têm cada um 11% das rejeições de voto.

Dez por cento dos eleitores não votam em Vera Lúcia. João Amoêdo, Alavaro Dias e João Goulart Filho têm ambos 9% de rejeição. Sete por cento dos entrevistados não quiseram responder em quem não votaria e 2% disseram que poderiam votar em todos.

2º turno

Como nas pesquisas anteriores, o Ibope simulou cenários de 2º turno com disputa entre os principais candidatos. Jair Bolsonaro perderia em três eventuais disputas: contra Haddad, Ciro e Alckmin. Contra Marina Silva, o confronto resultaria em empate técnico.

Em confronto com Fernando Haddad, Jair Bolsonaro teria 37% dos votos e o ex-prefeito, 43% (branco ou nulo: 15%; não sabe: 4%). Em disputa com Ciro Gomes, o ex-capitão teria 35% dos votos e o candidato do PDT, 46% Bolsonaro (branco ou nulo: 15%; não sabe: 4%).

Em eventual 2º turno com Alckmin, Bolsonaro teria 36% e o tucano, 41% (branco ou nulo: 20%; não sabe: 4%). Contra Marina, Bolsonaro teria 39% – o mesmo percentual da candidata da Rede. Nesse cenário, os votos em branco ou nulo atingem 19% e 4% declararam que não sabem.

Primeira entrevista

Na primeira entrevista após o ataque a faca em Juiz de Fora (MG), Jair Bolsonaro afirmou à Rádio Jovem Pan de São Paulo que terá alta até o próximo dia 31. Segundo ele, está se recuperando e terá condições de gravar vídeos para as redes sociais a partir do dia 1º. Mas avisou que não tem condições de fazer corpo a corpo. “Não posso ir para rua realmente”. O candidato está internado no Hospital Albert Einstein.

Bolsonaro afirmou ainda que está convencido que Adélio Bispo, que o esfaqueou no último dia 6, na cidade mineira, “não agiu sozinho”. Porém, não opinou sobre quem estaria atuando como cúmplice do suspeito. “Não quero que inventem. Quero que apurem.”

Questionado sobre a punição adequada para Adélio Bispo, o candidato afirmou que é favorável que a lei seja cumprida para quem é acusado de tentativa de homicídio, que é a prisão. Ele criticou a progressão de pena e afirmou que em seu eventual governo vai trabalhar para mudar a legislação, reiterou a defesa pela pena de morte.

Edição: Carolina Pimentel
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Londrina recebe mais de R$ 500 mil para aplicar no esporte

O Município recebeu o repasse de R$ 508.504,38 referentes a verbas da Lei n.º 9.615/98 (Lei Pelé). A oficialização do convênio ocorreu na última sexta-feira, em uma reunião rápida na sala da presidência da FEL, no Moringão, antes da abertura dos Jogos Abertos do Paraná (JAPs). Entre os presentes no encontro, estava o prefeito de Londrina, Marcelo Belinati; o secretário estadual do Esporte e do Turismo, João Barbiero e o presidente da Fundação de Esportes de Londrina (FEL), Fernando Madureira.

O prefeito Marcelo agradeceu ao governo Estadual pelos recursos. “O esporte é um instrumento de transformação”, disse.  Ele lembrou que era um recursos que estava quase perdido e com a determinação do secretário Barbiero, conseguiu reverter o processo e garantir os recursos para os municípios.

assinatura.FEL.V2“Essa é mais um vitória do esporte paranaense. É muito importante que tenhamos em mente que a secretaria precisa de mais investimentos, precisa ser fortalecida, pois assim vamos conseguir fomentar mais projetos e ajudar a espalhar o ideal esportivo em todos os cantos do estado”, disse o secretário estadual do Esporte e Turismo, João Barbiero. Ele disse ainda que os valores serão repassados para todos os municípios imediatamente. “É a sensibilidade da atual gestão do Governo que nos permitiu alcançar essa vitória”, completou.

O montante para o Estado é de R$ 10.328.333,27 que serão proporcionalmente repassados aos 399 municípios. Os valores são referentes ao período de janeiro de 2005 a maio de 2008 e estavam bloqueados até então.

A Justiça Federal autorizou o repasse e os valores já estão depositados e disponíveis em contas individualizadas para cada município na Caixa Econômica Federal. O valor deve ser obrigatoriamente utilizado para o aperfeiçoamento de projetos esportivos, aquisição de material esportivo para as escolas, participação em eventos esportivos e promoção de esporte desde a base até as categorias de alto rendimento, que projetem o Paraná como excelência nesta área.

Fotos: Vivian Honorato

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Força ou fraqueza?

Artigo da psicóloga Mariana Caldeira Hugo


Quando pensamos em alguém forte, pode nos vir a mente aquela pessoa robusta ou aqueles homens tão musculosos que são capazes de erguer um carro. Mas temos também aquelas pessoas fortes no sentido de conseguir lidar com situações do dia a dia…. de forma eficaz e que consiga se manter firme diante de situações aversivas que possam surgir.
Existem aquelas pessoas, por exemplo que mesmo com uma doença grave, consegue continuar estável sem demonstrar abalo emocional intenso chamando atenção de todos ao redor por sua força e determinação.
Decidi falar sobre isso após conversar com uma pessoa onde esta compartilhou comigo que em vários momentos pensou em suicídio, disse ainda não se considerar forte para realizar tal atitude.
E essa fala me fez refletir de forma intensa sobre o assunto, pois sei o quanto a pessoa precisa ser forte para decidir lutar e não desistir.
Sabemos que pensamentos suicidas surgem a partir de sentimentos de fracasso, derrota, desesperança, perde-se o sentido da vida.
Ser corajoso é ter firmeza para enfrentar situações emocionais consideradas difíceis ou aversivas. Ou seja desistir de algo como suicídio não é sinal de fraqueza ou covardia, mas o contrário, é decidir ser forte e corajoso.
Estamos no mês de prevenção ao suicídio, o setembro amarelo. Que possamos estar conscientes de que podemos fazer a diferença na vida de alguém, com empatia podemos encorajar uns aos outros.

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Confiante, Alex Canziani reforça a campanha rumo ao Senado

Candidato ao Senado, o deputado federal Alex Canziani (PTB) reúne prefeitos e vereadores em Curitiba nesta segunda feira [24] de manhã para reforçar suas propostas de campanha e mostrar que o Paraná merece um senador dedicado às causas das cidades e da educação. “Vai ser um encontro, um ato que servirá para reforçar os nossos compromissos com os paranaenses”, destaca.

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BRF inicia obras do novo Centro de Distribuição em Londrina

Informa Juliana Gonçalves, que mediante autorização do Município, a empresa BRF iniciou as obras para construção do seu Centro de Distribuição em Londrina. A companhia, detentora das marcas Sadia, Perdigão e Qualy, irá ocupar uma área com 101,603 mil metros quadrados, em terreno cedido pela Prefeitura, localizado no prolongamento da Avenida Saul Elkind, na saída para Ibiporã. A doação foi autorizada pela lei municipal n° 12.477/2016, e o prefeito Marcelo Belinati assinou a escritura de doação em setembro do ano passado.

O centro de distribuição da BRF em Londrina estima atender o oeste paulista, sul de Mato Grosso do Sul e Paraná. O espaço projetado deverá receber até 150 caminhões por dia, de diferentes portes, que irão movimentar até 15 mil toneladas de alimento/mês. Os investimentos previstos para o empreendimento são de R$80 milhões.

A doação inicial da Prefeitura para a BRF abrangia uma área de 171 mil metros quadrados. Mas, como o plano de ocupação da companhia apontou o uso de um espaço menor, a lei nº 12.724, sancionada em julho deste ano, aprovou a devolução da área sobressalente ao Município.

O presidente do Instituto de Desenvolvimento de Londrina (CODEL), Bruno Ubiratan, destacou que a lei de doação do terreno prevê um prazo de 36 meses para conclusão das obras da BRF na cidade. “Assim que foi concluída a documentação, a empresa já começou os preparativos, e estima finalizar as obras em um ano. Este centro de distribuições será muito importante para Londrina, pois a BRF prevê a geração de cerca de 260 empregos diretos, e até o triplo em vagas indiretas”, ressaltou.

Foto: Divulgação

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Justiça Eleitoral proíbe showmícios de Ratinho

Atendendo uma ação da da coligação Paraná Decide, o desembargador Gilberto Ferreira, proibiu nesta sexta-feira, 21, o apresentador Carlos Roberto Massa, o Ratinho, de participar de comícios e showmícios do seu filho, Ratinho Junior, candidato a governador pelo PSD. “Do material probatório acostados aos autos conclui-se, ao menos neste juízo preliminar, que a utilização do nome do apresentador Ratinho está sendo utilizado como forma de atrair um público maior aos comícios de Ratinho Júnior. A divulgação antecipada da presença do apresentador no material publicitário é indício claro desse desvirtuamento”, diz o magistrado em seu despacho.

“Com essas considerações, analisando os elementos constantes dos autos e sem adentrar numa análise densa acerca do mérito da demanda, defiro, em parte, a liminar pleiteada e determino, sob pena de pagamento de multa no importe de R$ 70  mil”, continua o desembargador citando duas situações.

“a) os investigados Carlos Roberto Massa e Camilo Reis, quando participantes de comício ou reuniões eleitorais, o façam nos estritos termos no disposto no referido parágrafo 7º, do art. 39, da Lei 9504/97, isto é, sem praticar atos que possam configurar apresentação ou animação do evento, embora, como qualquer outro participante, lhes seja lícito fazer uso da palavra e discursar”;

“b) os investigados se abstenham de anunciar antecipadamente a participação de Carlos Roberto Massa e Camilo Reis em convites e materiais de propaganda divulgados por qualquer meio para fins eleitorais”.

Leia a seguir parte da decisão.

Do material probatório acostados aos autos conclui-se, ao menos neste juízo preliminar, que a utilização do nome do apresentador Ratinho está sendo utilizado como forma de atrair um público maior aos comícios de Ratinho Júnior. A divulgação antecipada da presença do apresentador no material publicitário é indício claro desse desvirtuamento.

Nota-se que a intenção do legislador ao proibir a realização de showmício foi impedir que nesses eventos se utilizasse “de artistas com carisma popular, deixando em plano secundário a apresentação de propostas de governo” (Zilio, Rodrigo López, Página 425).

Nesse sentido esta Corte decidiu reconheceu a realização de evento assemelhado a showmício em virtude de terem “os investigados valeram-se da notoriedade das cantores para atrair o eleitorado a participar do evento.” (RE 425-96).

Assim, em que pese não se possa restringir dos investigados Carlos Roberto Massa e Camilo de Lelis Oliveira Reis o direito de participar de atos de campanha e demonstrar seu apoio a qualquer dos candidatos na disputa, agindo como cidadãos, também não seria lícito permitir que o fizessem na condição de protagonistas e com a qualidade de artistas com a finalidade de promover o evento, justamente o que está a proibir a norma do art. 39, § 7º da Lei 9504/97, antes citada.

Com essas considerações, analisando os elementos constantes dos autos e sem adentrar numa análise densa acerca do mérito da demanda, defiro, em parte, a liminar pleiteada e determino, sob pena de pagamento de multa no importe de R$ 70.000,00 (setenta mil reais) por descumprimento, que:

a) os investigados Carlos Roberto Massa e Camilo Reis, quando participantes de comício ou reuniões eleitorais, o façam nos estritos termos no disposto no referido parágrafo 7º, do art. 39, da Lei 9504/97, isto é, sem praticar atos que possam configurar apresentação ou animação do evento, embora, como qualquer outro participante, lhes seja lícito fazer uso da palavra e discursar;

b) os investigados se abstenham de anunciar antecipadamente a participação de Carlos Roberto Massa e Camilo Reis em convites e materiais de propaganda divulgados por qualquer meio para fins eleitorais.

Intimem-se pela forma mais expedita.

Notifiquem-se pessoalmente os investigados para que, no prazo de 5 (cinco) dias, apresentem defesa, juntando os documentos que entenderem pertinentes e apresentando, caso queiram, rol de testemunhas, nos termos do artigo 22, I, “a”, da Lei Complementar nº 64/90.

Decorrido o prazo, com ou sem manifestação, voltem aos autos conclusos.

Curitiba, 21 de setembro de 2018.

DESEMBARGADOR GILBERTO FERREIRA
RELATOR

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Flamenguistas e colorados engrossam coro de torcidas contra Bolsonaro

Informações da RBA 

REPRODUÇÃO
Fla antifa Inter antifa

Páginas dos coletivos contra Bolsonaro de torcedores do Flamengo e do Inter: repúdio ao programa econômico de exclusão social e ao ódio e preconceito que o candidato representa

São Paulo – Depois dos corintianos da Gaviões da Fiel, dos santistas da Torcida Jovem e de torcedores palmeirenses lançarem manifestos contra a candidatura de Jair Bolsonaro (PSL-RJ) à Presidência da República, torcedores do Flamengo (RJ) e do Internacional (RS), também demonstram e aumentam o coro contra o representante da extrema-direita, que até agora lidera as pesquisas de intenção de voto.

“A torcida do Flamengo é a mais popular do país. Ela abrange todos os segmentos sociais, desde homens e mulheres, brancos e negros, jovens e idosos, pobres e ricos. Representamos o povo brasileiro na sua essência. Nesse sentido, é inaceitável qualquer declaração preconceituosa manifestada por Bolsonaro e seu vice, Mourão, sobretudo ao que tange a população mais pobre, negra e as mulheres, mães e avós”, inicia seu comunicado o coletivo Flamengo Antifascista.

O manifesto ressalta também que o programa de governo do candidato “significa empurrar mais ainda a população mais pobre para a miséria, destruindo a frágil estrutura de assistência social existente no país” lembrando que a mesma plataforma neoliberal aplicada na Argentina por Maurício Macri está levando o país vizinho a “uma crise social sem precedentes.”

Por sua vez, torcedores colorados tomaram a iniciativa de também lançar um manifesto, na quarta-feira (19) repudiando declarações e o perfil autoritário de Bolsonaro: “o que chama a atenção é que o candidato que lidera as pesquisas é recorrente em declarações preconceituosas e demonstra o maior desprezo pela democracia”, afirma o coletivo Inter Antifascista.

Sem citar propostas de governo, o comunicado lembra que o time do Internacional foi fundado e, em seus primeiros anos, jogou num bairro de maioria negra, próximo a comunidades quilombolas de Porto Alegre, o que lhe deu origem à alcunha de “Clube do Povo”. “É uma incoerência que um colorado, que conhece e admira a história de seu clube, apoie um candidato que coleciona episódios de racismo”, alerta.

O movimento de torcidas organizadas de alguns dos principais clubes de futebol do país ganhou força depois que, também na última quarta-feira, o presidente da Gaviões, Rodrigo Gonzalez Tapia, o Digão, manifestou-se contra Bolsonaro em suas páginas nas redes sociais. Ele afirmou que os associados apoiadores do candidato da extrema-direita “podem se retirar da torcida”.

Leia a íntegra das notas de flamenguistas e colorados em repúdio à candidatura Bolsonaro-Mourão

FLAMENGUISTAS CONTRA BOLSONARO!

A torcida do Flamengo é a mais popular do país. Ela abrange todos os segmentos sociais, desde homens e mulheres, brancos e negros, jovens e idosos, pobres e ricos. Representamos o povo brasileiro na sua essência. Nesse sentido, é inaceitável qualquer declaração preconceituosa manifestada por Bolsonaro e seu vice, Mourão, sobretudo ao que tange a população mais pobre, negra e as mulheres, mães e avós. Ao se referir a essa parcela considerável das famílias brasileiras de maneira jocosa e desrespeitosa, consideramos tal atitude uma afronta a torcida do Flamengo, maioria absoluta no Rio de Janeiro e no Brasil. Para além dessas questões, entendemos que as propostas econômicas dessa candidatura fascista a presidência da República significa empurrar mais ainda a população mais pobre para a miséria, destruindo a frágil estrutura de assistência social existente no país. As privatizações e corte orçamentários, propostos por Paulo Guedes, significa aprofundamento das políticas neoliberais que foram implementadas por Temer, no Brasil, e por Macri, na Argentina, promovendo uma crise social sem precedentes. Ou seja, Bolsonaro é continuação mais aprofundada da política nefasta que vigora hoje contra a classe trabalhadora.

Conclamamos as torcidas organizadas do Clube de Regatas Flamengo a resgatarem suas origens de resistência aos ataques ao povo, sobretudo durante a ditadura militar, ao defender a democracia e os direitos da classe trabalhadora, sob pena de todos nós, torcedores organizados ou não, sermos engolidos pela miséria e caos social propostos por esse nefasto programa de governo.

#ELENAO #ELENUNCA

Fla-antifa


 

TORCEDORAS E TORCEDORES DO CLUBE DO POVO: NENHUM VOTO EM BOLSONARO

No cenário atual temos candidatos dos mais variados espectros políticos distribuídos entre as intenções de voto. Esquerda e direita. Progressistas e conservadores. Assalariados e burgueses. É da democracia. No entanto, o que chama a atenção é que o candidato que lidera as pesquisas é recorrente em declarações preconceituosas e demonstra o maior desprezo pela democracia.

O Internacional se destacou desde cedo na sua história pela participação de jogadores negros em campo e entre seus torcedores. Também, o clube foi fundado e jogou os primeiros anos num bairro de maioria negra e próximo a comunidades quilombolas. A alcunha de Clube do Povo não veio por acaso. Desde essa época, insultos racistas são dirigidos ao Inter e a sua torcida pelos seus rivais.

É uma incoerência que um colorado, que conhece e admira a história de seu clube, apoie um candidato que coleciona episódios de racismo. Ele declarou em 2011 na Band que seus filhos não se apaixonariam por uma mulher negra “porque foram muito bem educados”. Nessa mesma oportunidade, classificou um relacionamento de um homem branco com uma mulher negra como “promiscuidade” (1). Ainda em 2011, devido a repercussão negativa dos comentários feitos por Bolsonaro, um grupo de neonazistas organizou um ato em defesa do candidato, reunindo por volta de quarenta pessoas (2). Em entrevista à revista Época, assumiu-se preconceituoso: “Sou preconceituoso, com muito orgulho” (3). Mais recentemente, Bolsonaro foi denunciado pela Procuradoria Geral da República (4) e pelo Ministério Público Federal do Rio de Janeiro (5) pelo forma racista que se referiu a comunidades quilombolas, tratando-os como animais. A denúncia prevê pena de até 3 anos de prisão e multa de R$ 400 mil.

Pela nossa história, repetimos: NENHUM VOTO EM BOLSONARO!

Inter Antifascista

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A partir deste sábado, candidatos só podem ser presos em flagrante

Informações de Karine Melo – Repórter da Agência Brasil 

A partir deste sábado (22), candidatos a cargos eletivos nas eleições de outubro não poderão ser presos, a menos que seja em flagrante. A Lei Eleitoral veda prisões nos 15 dias anteriores à eleição. Após o primeiro turno, no dia 7 de outubro, a restrição valerá apenas para os candidatos que forem disputar o segundo turno.

A Lei Eleitoral também proíbe a prisão de eleitores, mas somente cinco dias antes do pletio, ou seja, a partir de 2 de outubro, os eleitores só podem ser presos em flagrante ou para cumprir sentença condenatória por crime inafiançável. A regra vale até 48 horas após a votação.

O Artigo 236 do Código Eleitoral diz que: “Nenhuma autoridade poderá, desde cinco dias antes e até 48 horas depois do encerramento da eleição, prender ou deter qualquer eleitor, salvo em flagrante delito ou em virtude de sentença criminal condenatória por crime inafiançável, ou, ainda, por desrespeito a salvo-conduto”.

O juiz eleitoral ou até o presidente da mesa receptora de votos pode expedir a salvaguarda em favor do eleitor que sofrer qualquer tipo de violência na sua liberdade de votar, ou pelo fato de já haver votado. Quem desrespeitar essa garantia pode ser preso por até cinco dias.

Calendário

Neste sábado deve ser divulgado o quadro geral de percursos e horários programados para o transporte de eleitores para o primeiro e eventual segundo turnos de votação.

Hoje é o último dia para os partidos políticos, as coligações, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), o Ministério Público e as pessoas autorizadas em resolução específica impugnarem os programas a serem utilizados nas eleições de 2018, por meio de petição fundamentada.

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Por infidelidade, coligação pede ao TRE exclusão de Beto Richa da chapa

O departamento jurídico da coligação Paraná Decide formalizou nesta sexta-feira (21), o pedido ao TRE para o a expulsão do candidato ao Senado, Beto Richa (PSDB), da chapa por infidelidade à coligação.

O afastamento é justificado pelas conexões diretas do ex-governador com a candidatura de Ratinho Junior (PSD).

De acordo com o pedido entregue ao TRE, o ex-governador, mesmo sendo presidente do Diretório Estadual do PSDB, autorizou que seus principais deputados e membros de seu grupo político participassem ativamente da campanha eleitoral de Ratinho Junior, a exemplo do deputado estadual Ademar Traiano, que participou da convenção do candidato, e do deputado federal Valdir Rossoni, ex-chefe da Casa Civil, que declarou apoio ao mesmo.

Assim como eles, o ex-secretário da Agricultura, Norberto Ortigara, é hoje coordenador da campanha majoritária de Ratinho Júnior e o prefeito de Guarapuava, Cesar Filho (PPS), é coordenador regional da campanha do candidato e de Beto Richa.

Outra evidência apresentada pela coligação é o “acordo branco” com a campanha de Ratinho Junior, cuja chapa majoritária lançou apenas um candidato para a disputada das duas vagas ao Senado, dando assim a oportunidade de Beto receber o segundo voto.

Beto também nunca praticou apoio efetivo a campanha de Cida nas redes sociais.

GAECO – A coligação também argumenta, que a operação realizada pelo GAECO envolvendo o primeiro mandato do ex-governador Beto Richa não corresponde aos princípios e propostas defendidos pela chapa e por sua candidata ao Governo, Cida Borghetti.

No início desta semana a coligação analisou e aprovou por maioria, o pedido de exclusão da candidatura do ex-governador da chapa, mantendo apenas a candidatura de Alex Canziani ao Senado Federal.

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