Prefeitura conclui revitalização de praça no Aquiles Stenghel

A Prefeitura de Londrina, por meio da Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU), concluiu na semana passada a revitalização de uma praça no conjunto Aquiles Stenghel, na região norte. Ela fica situada na avenida Saul Elkind com as ruas Jaime Moura de Lima, José Maria Perez e Elias Daniel Hatti, bem próxima da avenida Angelina Ricci Vezozzo.

Entre as novidades do espaço está a instalação do parque infantil com balanço, gangorra, gira-gira, entre outros.  Além da colocação dos equipamentos para as crianças, o local recebeu poda de galhos, recuperação de calçadas, limpeza geral, pintura e instalação de mobiliários, conserto de bancos, troca de lâmpadas e substituição de lixeiras.

A área verde ganhou também pintura do meio-fio nas áreas de passeio, reparo do ponto de ônibus e recuperação do piso na academia ao ar livre. Houve ainda a construção de novos dormitórios para cachorros e a reforma geral do alambrado do campo de futebol.

O Programa de Revitalização de Praças já realizou benfeitorias em 30 áreas públicas em todas as regiões da cidade. Além da CMTU, a ação conta com a participação das secretarias municipais de Obras, Ambiente (Sema) e Sercomtel Iluminação.

O presidente da companhia, Marcelo Cortez, destacou que serem intervenções significativas proporcionando aos londrinenses locais agradáveis, propícios a passeios com a família e favoráveis à prática de exercícios físicos.

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Ex-ministro de Dilma, Joaquim Levy aceita convite para presidir o BNDES

Informa o Congresso em Foco, que o ex-ministro da Fazenda no período de maior crise do governo Dilma Rousseff (PT), o economista Joaquim Levy aceitou o convite da equipe econômica do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) para presidir o Banco Econômico de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa do futuro ministro da Economia (Fazenda e Planejamento), Paulo Guedes.

“O economista Joaquim Levy aceitou o convite e será indicado para presidir o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Com extensa experiência em gestão pública, PhD em economia pela Universidade de Chicago, Joaquim Levy deixa a diretoria financeira do Banco Mundial para integrar a equipe econômica do governo do presidente eleito, Jair Bolsonaro”, diz a nota da assessoria.

Em rápida declaração para jornalistas na entrada de seu condomínio na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro, Bolsonaro deu carta branca à indicação, que até a divulgação foi feita por assessores de Paulo Guedes. “Ele é que está bancando o nome Joaquim Levy. Ele tem um passado com a Dilma, sim, teve dez meses. Tem um passado com o governo [Sérgio] Cabral, mas nada tem contra sua conduta profissional. Assim sendo, eu endosso Paulo Guedes. Esse é um ponto pacificado”, disse o presidente eleito, referindo-se ao tempo em que Levy chefiou a secretaria de Fazenda do Rio na gestão Cabral, preso desde novembro de 2016 e alvo de uma soma de sentenças que ultrapassou cem anos de cadeia.

Com bom trânsito no mercado financeiro internacional, Levy comandou a pasta da Fazenda por quase um ano durante o governo Dilma, entre 1º de janeiro de 2015 e 18 de dezembro de 2015. Em meio a ataques da oposição no Congresso e do próprio PT, Levy pediu demissão antes da concretização do impeachment da petista, quando o Senado a julgou em 31 de dezembro de 2016.

Na gestão da Fazenda, Levy ganhou o apelido de “mãos de tesoura”, alusão aos cortes de gasto que ele impunha com o objetivo de implementar o frustrado ajuste fiscal do governo Dilma. Naquele período, Levy enfrentou todo tipo de obstáculo, com destaque para o Congresso, na tentativa de reduzir o rombo das contas públicas. Nos últimos três anos, esse deficit superou o patamar dos R$ 100 bilhões.

Levy encabeçou em 2015 a aprovação de uma medida provisória que aumentou o grau de dificuldade para o acesso de contribuintes ao seguro-desemprego. Devidamente avalizada pelo Congresso, a partir da concepção na gestão Dilma, a MP passou a restringir o direito ao benefício apenas a quem tivesse trabalhado pelo menos por 12 meses nos 18 meses anteriores. A legislação reformada exigia apenas seis meses de trabalho.

Perfil

Engenheiro de formação, Levy fez mestrado na Fundação Getúlio Vargas (FGV), doutorado na Universidade de Chicago e foi aluno do ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga. Na presidência de Fernando Henrique Cardoso teve os cargos de secretário-adjunto de Política Econômica e economista-chefe do Planejamento.

Quando Lula venceu as eleições de 2002, acabou escolhido por Antonio Palocci para compor a equipe econômica. No cargo de secretário do Tesouro Nacional ficou conhecido por bater de frente com outros ministros por suas convicções na área.

Na visão de Levy, é preciso acabar primeiro com a inflação para o país conseguir crescer e gerar empregos, posição oposta à da política anticíclica aplicada pelo governo atualmente, de investimentos públicos em um cenário de crise. Depois da experiência no governo federal, Levy foi secretário de Fazenda no Rio de Janeiro.

De lá, saiu para trabalhar no Bradesco Asset Management, onde aprofundou sua relação com o mercado financeiro. Além do Banco Mundial, também teve passagens pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) e pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

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Programa Londrina Mais chama a comunidade para debater plano de ação

Informa o NCOM, que a Prefeitura de Londrina, por meio do Programa Londrina Mais, está iniciando as discussões públicas e intensificando reuniões e tratativas referentes ao processo de arranjo institucional que regulamentará e norteará o gerenciamento das ações. A iniciativa propõe a implantação de estratégias para a construção de um modelo de gestão descentralizada e compartilhada, com a subdivisão da cidade em 300 áreas administrativas e gerenciais, e ampla participação da comunidade. O programa é desenvolvido em parceria com a Organização da Sociedade Civil (OSC) Patrulha das Águas Sustentabilidade.

Para estimular a participação popular, a Prefeitura reforça o convite a instituições, entidades, associações, empresas, escolas públicas e privadas, universidades, conselhos e líderes comunitários a aderirem. A ideia é mobilizar o maior número de agentes para o aperfeiçoamento e normatização do Londrina Mais. “Buscamos aliar o poder público com a sociedade civil em um arranjo institucional que seja mais plural, transparente e democrático possível. Nesse momento, também estamos fazendo reuniões com secretarias e órgãos municipais para alinhar o plano de ação e dar ênfase na divulgação das ações”, disse o ambientalista responsável pelas ações do Patrulha das Águas e articulador do programa, João das Águas.

De acordo com João, a intensão é que até o final do ano todas as sugestões, questionamentos, alterações e apontamentos sejam feitos para que os trabalhos entrem em prática efetivamente a partir de 2019. “A construção de um sistema em rede, incentivando a logística do voluntariado, ajudará nos procedimentos para a readequação e aperfeiçoamento dos serviços públicos. Um dos pontos principais é incentivar os moradores a atuarem de forma alinhada com o Município dentro de uma metodologia que irá favorecer o desenvolvimento por região. Haverá gerências com planos, fundos e comitês que permitirão a implantação de projetos como o ‘Professor de Cidades’, por exemplo. Outros municípios também atuarão em conjunto nesse processo. Convidamos todos para participar”, frisou.

A Sala Londrina Mais, localizada no primeiro piso da sede da Prefeitura, está aberta para receber a população diariamente no horário de funcionamento do prédio. Mais informações podem ser acessadas no portal www.londrina.pr.gov.br/londrinamais (ou acessar banner Cidade Mais). Outros contatos são o telefone (43) 3372-4370, que também funciona como WhatsApp, e o e-mail [email protected]  .

O Londrina Mais integra o Programa Internacional Cidade Mais, gerenciado pela Patrulha das Águas, que é a mais antiga entidade de defesa ambiental da cidade, atuando desde 1991. O projeto é elaborado com foco no desenvolvimento sustentável em Londrina, trazendo à tona conceitos de cidade educadora, economia colaborativa e compartilhada, gestão pelas águas, educação para cidadania plena e descentralização administrativa com participação comunitária. Dessa forma, o programa visa uma tranformação socioambiental, gerencial e educacional.

O Cidade Educadora é a base do programa que tem como um dos pilares o projeto “Professor de Cidades”, por meio do qual serão feitas capacitações de pessoas com influência em seus bairros e regiões para transmitir conhecimentos e estimular a comunidade, que será orientada sobre como pode ajudar. Isso contribuirá para o desenvolvimento econômico e aumento da qualidade de vida, colocando Londrina como protagonista. A intenção é que cada área tenha um plano com dados sobre número de moradores, arborização, asfalto, bueiros, valores de IPTU, entre outros aspectos.

Sobre o Programa – O objetivo central é transformar Londrina em um município de referência em gestão compartilhada, preocupado com o desenvolvimento sustentável; com gestores públicos mais ativos e transparentes; com políticas públicas transformadoras; com o aumento na arrecadação e na geração de trabalho, emprego e renda locais; com a superação do improviso na gestão pública e o aproveitamento e potencialização do capital humano existente na cidade, tornando a gestão mais participativa, includente, solidária, inovadora, inteligente, integrada e sustentável.

Para criar o programa, os fomentadores da ideia se basearam em pesquisas acadêmicas, experiências de outros municípios e programas nacionais e internacionais de sucesso no desenvolvimento de cidades com gestão compartilhada, como o Cidades Educadoras, Cidades Sustentáveis, Cidades Empreendedoras e o Cidade Mais.

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Onyx diz que reforma da Previdência deve ficar para 2019

Informações de Pedro Rafael Vilela e Débora Brito – Repórteres da Agência Brasil 

 

O ministro extraordinário da equipe de transição, Onyx Lorenzoni, afirmou hoje (12) que o presidente eleito Jair Bolsonaro recebeu novas sugestões de mudanças na Previdência, mas a tendência é que o assunto só seja votado pelo Congressso Nacional a partir do próximo ano. A reforma é uma medida considerada prioritária pela equipe econômica do futuro governo, que será comandada por Paulo Guedes.

Confirmado como ministro-chefe da Casa Civil de Bolsonaro, Onyx concedeu uma coletiva de imprensa para atualizar as informações sobre os trabalhos de transição. Mais cedo, ele recebeu a visita do deputado federal Pauderney Avelino (DEM-AM), que estava acompanhado por assessores especializados em assuntos previdenciários.

“O que o deputado Pauderney Avelino, junto com dois renomados técnicos da Câmara dos Deputados, trouxe são alternativas infraconstitucionais, ou seja, que não dependem de maioria de 308, de emendas à Constituição. Estão sendo condensadas e serão apresentadas amanhã ao futuro presidente Jair Bolsonaro para que a gente dê um destino, se serão trabalhadas agora ou se elas vão ficar para o ano que vem. A tendência é que fiquem para o ano que vem”, afirmou.

PEC de Temer
O próprio presidente eleito, que chegou a cogitar a aprovação de alguma medida de alteração nas regras da aposentadoria ainda em 2018, declarou nos últimos dias que o assunto não deverá mesmo ser votado pelo Legislativo neste ano.

Questionado por jornalistas, o ministro descartou completamente a votação em 2018 da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) da Previdência apresentada pelo governo de Michel Temer no ano passado.

“O que eu ouvi da escuta feita a dezenas de parlamentares é que o cenário não é favorável a qualquer tipo de questão relativa à Previdência, no cenário e no modelo que está lá, de emenda constitucional. As [medidas] infraconstitucionais serão apresentadas ao presidente e ele vai pensar. (…) A tendência é que não seja feito este ano e sim no ano que vem.”

Estados
Em relação à crise fiscal nos estados, Onyx disse que o equilíbrio do governo federal e a retomada do crescimento econômico serão o motor da recuperação das unidades da Federação.

“O Brasil, na verdade, precisa primeiro obter o equilíbrio fiscal, precisa desamarrar sua economia para voltar a crescer, porque aí se geram recursos novos através dos impostos, e isso vai atender tanto o governo federal, para prestar melhores serviços para as pessoas, e do outro lado vai atender aos estados também”, afirmou.

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Bolsonaro diz que, se fosse Temer, vetaria reajuste para magistrados

O presidente eleito Jair Bolsonaro afirmou que, se fosse o presidente Michel Temer, vetaria o reajuste de 16% sobre o salário dos magistrados e da Procuradoria-Geral da República com base na Lei de Responsabilidade Fiscal.A afirmação foi feita hoje (10) em entrevista à Rede Record de Televisão e a gravação foi publicada nas redes sociais de Bolsonaro.

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, conversa com jornalistas após visita ao Comando da Aeronáutica,em Brasília
Bolsonaro disse que, se fosse o presidente Temer, vetaria aumento de 16% sobre salários dos magistrados e da Procuradoria-Geral da República  (Arquivo/José Cruz/Agência Brasil)

Questionado pelo repórter, o futuro presidente disse que, se a decisão estivesse em suas mãos, vetaria o aumento.

“Agora, está nas mãos do presidente Temer, não sou o presidente Temer, mas se fosse, acho que você sabe qual seria minha decisão. Não tem outro caminho, no meu entender, até pela questão de dar exemplo. Eu falei antes da votação que é inoportuno, o momento não é esse para discutir esse assunto. O Brasil está numa situação complicadíssima, a gente não suporta mais isso aí, mas a decisão não cabe a mim. Está nas mãos do Temer. Eu, por enquanto, sou apenas o presidente eleito”, disse.

Jair Bolsonaro voltou a dizer que o STF “é a classe que mais ganha no Brasil, a melhor aquinhoada”, e que o reajuste do salário dificulta o discurso a favor da reforma da Previdência. “E complica pra gente quando você fala em reforma da Previdência, onde você vai tirar alguma coisa dos mais pobres, você aceitar um reajuste como esse”, afirmou.

O presidente eleito descartou que o Congresso vote esse ano uma emenda constitucional para alterar a Previdência, o que demandaria a suspensão da intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro.

Bolsonaro negou que vá usar a reforma da Previdência apresentada por Temer e ressaltou que recebeu propostas de mudanças na legislação infraconstitucional que já tramitam no Congresso, mas que só deve apresentar uma proposta quando assumir o mandato.

“Se nós bancarmos uma proposta dessa e formos derrotados [este ano], você abre oportunidade para a velha política vir pra cima de nós. (…) Eu tenho que começar o ano que vem com a nossa proposta e convencer os deputados e senadores a votar a nossa proposta. E tem que ser de forma paulatina, não pode querer resolver de uma hora para outra essas questões”, disse.

Em outro momento da entrevista, o presidente eleito disse que mudanças nas regras da aposentadoria devem respeitar os direitos adquiridos dos trabalhadores.

“Nós temos compromisso, temos contrato, as pessoas começaram a trabalhar lá atrás, ou já trabalharam, tinham um contrato, e você tem que cumpri-los, do contrário você perde a sua credibilidade”, afirmou.

Sobre a questão fiscal, afirmou que orientou sua equipe econômica para aumentar a arrecadação sem elevar impostos. Disse, ainda, que vai buscar maior abertura comercial para o país como forma de estimular a economia.

“A situação é crítica. Eu apelo a todos. Nós não queremos que o Brasil se transforme numa Grécia [que enfrentou recentemente grave crise econômica]. E a tendência, se nada for feito, e não tivermos a colaboração de todos, sem exceção, nós chegaremos a esse ponto”, afirmou.

Balanço da transição

Na entrevista, o presidente eleito fez um balanço dos primeiros dias de transição de governo e as visitas institucionais que realizou na última semana, como o encontro com o presidente Temer, comandantes militares, o presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli e uma solenidade no Congresso Nacional, além da visita na qual recebeu embaixadores de vários países.

Ao comentar a indicação da deputada federal Tereza Cristina (DEM-MS) para o Ministério da Agricultura, ele observou o fato de atender uma demanda da bancada do setor no Congresso Nacional.

“Pela primeira vez na história da Câmara, tivemos uma ministra indicada pelos parlamentares do agronegócio e da agricultura familiar. Geralmente, aquele ministério ficava com um partido e atendia apenas os seus filiados”, finalizou.

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Londrina recebe mais de R$ 1 milhão em recursos para ações da Assistência Social

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Em cerimônia realizada nesta sexta-feira (9), o prefeito de Londrina, Marcelo Belinati, e a secretária de repasse.verba.assistencia.V2Estado da Família e Desenvolvimento Social, Nádia Moura, oficializaram o repasse de mais recursos para a Assistência Social do Município. Os investimentos somam mais de R$ 1 milhão, sendo R$ 744.709,36 provenientes do Governo do Paraná para a promoção de uma série de serviços, que irão fortalecer programas e atendimentos a crianças e adolescentes desenvolvidos em parceria com as instituições credenciadas. A verba é proveniente do Fundo Estadual para a Infância e Adolescência (FIA), através do Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente (CEDCA/PR).

Também foi anunciada a liberação de R$ 300 mil, por meio de emenda parlamentar de Marcelo Belinati, de quando ele era deputado federal. Com este recurso, serão adquiridos 42 computadores, dois veículos utilitários e um veículo de passeio a serem distribuídos para a Guarda Mirim, Escola Profissional e Social do Menor de Londrina (EPESMEL) e ao Programa Meprovi.

Já o repasse estadual será dividido em cinco linhas de investimento, com recursos específicos para atendimento às crianças e adolescentes vítimas de diversas formas de violência; fortalecimento aos programas de aprendizagem e ao serviço de acolhimento; implantação de novos serviços de acolhimento familiar e incremento aos já existentes ligados ao Família Acolhedora; fortalecimento das estruturas dos Conselhos Tutelares; ações e estratégias de prevenção ao uso, abuso e transição à dependência de álcool e outras drogas destinadas à criança e adolescentes.

A aplicação do recurso inclui a aquisição de veículo para o Programa Família Acolhedora, veículos e equipamentos de informática para as unidades do Conselho Tutelar Norte B e Oeste, materiais gráficos e de consumo, aparelhos de ar-condicionado para o CREAS III, além de um Chamamento Público para Termo de Fomento com as Organizações da Sociedade Civil (OSC’s) que ofertam programas de aprendizagem profissional. Cerca de 20 instituições atendidas pelo Município serão beneficiadas.

Somado a outro recurso advindo do governo estadual para Londrina, na ordem de R$ 2.258.146,40 – liberados entre 2017 e 2018 – o montante atual de investimentos do estado para a Secretaria Municipal de Assistência Social é de R$ 3.002.885,76 – além da emenda parlamentar liberada. Parte deste investimento também vem do Fundo Estadual de Assistência Social (FEAS).

O prefeito Marcelo ressaltou que a ampliação de repasses para as entidades locais ajudará a manter diversos serviços essenciais no atendimento às crianças e adolescentes de Londrina. “Essas instituições desempenham papel fundamental para dar atenção às famílias e contribuem efetivamente com a melhoria da qualidade de vida na cidade. É papel do poder público imprimir esforços e construir canais para trazer soluções que possam amenizar as dificuldades e ajudar aqueles que mais precisam de assistência no dia a dia. Sabemos da importância do trabalho e da dedicação das entidades e valorizamos muito as parcerias. Agradeço à secretária Nádia Moura pelo empenho em viabilizar o investimento e espero que novos recursos venham para fortalecer os programas municipais”, disse.

Segundo Nádia Moura, o governo estadual vem reforçando as ações de cofinanciamento e fazendo toda a mobilização com entidades em Londrina, e em todo o Paraná, para melhorar as políticas de atendimento às famílias em situação de vulnerabilidade e risco social. “Já anunciamos outros repasses recentemente para a cidade, que está sendo contemplada novamente. Isso faz parte de uma agenda propositiva do Governo do Paraná. Nesta semana, foram liberados R$ 31 milhões para projetos de assistência social em 233 municípios paranaenses. Ainda devemos anunciar, nos próximos dias, mais recursos para Londrina para atendimentos ao idoso. A soma de esforços qualifica as ações e fortalece toda a rede”, destacou.

A secretária municipal de Assistência Social, Maria Inês Galvão de Mello, contou os recursos irão repasse.verba.assistencia.V3incrementar o processo de fortalecimento e valorização das ações preventivas e protetivas no atendimento às crianças e adolescentes de Londrina. “A chegada de mais investimentos será muito importante para manter os programas já existentes junto às instituições ligadas à Prefeitura. Será possível promover melhorias em diferentes espaços e o recurso começará a ser utilizado o mais breve possível. Agradecemos pelos repasses feitos e continuaremos a intensificar as parcerias para a construção de um serviço de excelência. Muitas pessoas serão beneficiadas neste processo”, frisou.

Também participaram da solenidade, a presidente do Conselho Municipal da Criança e do Adolescente (CMDCA), Rejane Romagnoli Tavares Aragão; o diretor da EPESMEL, Carlos Alberto Wessler; a presidente da Guarda Mirim, Kimiko Yoshi; e o vereador Tio Douglas, além de representantes das entidades contempladas e servidores municipais.
Fotos: Vivian Honorato – Texto: Ncom

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Dr. Rey visita Bolsonaro e pede para ser ministro da Saúde

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O cirurgião plástico ‘Doctor Rey’ visitou nesta sexta-feira (9) o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) com o objetivo de se oferecer para ser ministro da Saúde.

Robert Rey disse que sua meta é criar um plano de seguro privado a cada cidadão e “eventualmente fechar o SUS”.

Rey lembrou que ele e Bolsonaro são amigos desde a época em que o presidente eleito estava no PSC, e que ambos têm visões de mundo semelhantes, no campo político da direita.

O médico, porém, admitiu de antemão que talvez tenha dificuldades para ser convidado para o governo. “Talvez ele (Bolsonaro) dê risada da minha cara e eu vou embora, mas não tem problema.”

Dr. Rey chegou ao local em um táxi no momento em que Jair Bolsonaro recebia o embaixador da Alemanha. De cara, o cirurgião logo antecipou o motivo da sua visita.

“Eu quero falar a verdade, que talvez cogitam eu pra ministro da Saúde. Fui criado lá fora, conheço o sistema de saúde do primeiro mundo. Eu sou da mídia, seria legal ter uma representação da mídia dentro desse governo”, afirmou o cirurgião, que fez carreira nos Estados Unidos e declarou duas vezes que estudou em Harvard.

Dr. Rey também antecipou seus planos, caso seja alçado a titular da Saúde. “Todo brasileiro terá seguro privado. Todo mundo terá o Einstein. Todo mundo terá direito ao Einstein. Por que não?”, comentou, fazendo referência ao Hospital Israelita Albert Einstein, de São Paulo onde Bolsonaro ficou internado após levar uma facada, em setembro.

O cirurgião criticou o Sistema Único de Saúde (SUS), dizendo que “é um crime contra a humanidade” esperar até dois anos por uma mamografia. “O que acontece no SUS é um crime. Eventualmente eu quero fechar o sistema público do SUS”, declarou.

Fonte: Pragmatismo Político

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Prefeito Marcelo Belinati convoca 55 novos médicos para Londrina

Informa o NCom, que na manhã desta sexta-feira (9), o prefeito de Londrina, Marcelo Belinati e o secretário municipal de Saúde, Felippe Machado, anunciaram a convocação de 55 novos médicos para a rede municipal de saúde. O chamamento para o cargo de clínico-geral e ginecologista será publicado ainda hoje (9), no Jornal Oficial do Município e poderá ser acessado pelo www.londrina.pr.gov.br.

Entre os 55 médicos, estão profissionais para o Programa Saúde da Família (PSF), ginecologistas e pediatras aprovados nos concursos nº 014/2016 e no 060/2015. O edital de convocação para os pediatras e médicos para o PSF foi publicado no Jornal Oficial nº 3.649, de quarta-feira (7).

De acordo com o prefeito, todas as Unidades Básicas de Saúde de Londrina terão um médico de manhã e um à tarde para atender a população e, além deles, outro para receber a livre demanda. “Estamos autorizando a contratação de mais 55 médicos, o que vai possibilitar, após a vinda deles, que cada região da cidade tenha um médico para atender a livre demanda, ou seja, de plantão por 12 horas por dia, para atender os pacientes que não têm consulta agendada. Com isso, esperamos diminuir o volume de movimento nas UPAs e melhorar bastante a saúde em Londrina”, disse.

Marcelo também anunciou outra benfeitoria para agilizar e melhorar o atendimento de saúde, que é a entrega de mil computadores para implementação do Cartão Saúde Cidadão e do prontuário eletrônico, organizando assim o sistema de saúde e disponibilizando o prontuário dos pacientes da rede municipal de saúde via internet. “Isso será bom para o paciente e para o profissional da saúde. Vai agilizar o atendimento e também melhorar a qualidade de serviço prestado”, frisou.

Durante a solenidade, o secretário municipal de Saúde, Felippe Machado, explicou que o chamamento de médicos realizado pela Prefeitura de Londrina faz parte do Plano de Reestruturação da Saúde Pública. “É um fato inédito e histórico para Londrina. A ação faz parte do plano de reestruturação da saúde pública, onde há três eixos centrais que são as reformas e melhorias na estrutura física de todas as unidades de saúde, como já estamos fazendo na Maternidade, nas UBS, PAI e com a construção da nova sede do Samu. O segundo eixo é a aquisição de novos mobiliários e equipamentos médicos para a infraestrutura desses espaços e o terceiro é a recomposição do quadro de profissionais”, contou.

Segundo Machado, até o momento, o Município não contava com um plano de recomposição de Recursos Humanos, por isso conforme o profissional se aposentava ou pedia exoneração do cargo público, sua vaga ficava em aberto, sem outro servidor público para atender no lugar. A intenção, agora, é recompor as vagas para garantir um atendimento mais rápido e eficiente a toda a população.

Convocação – Os pediatras e os médicos PSF devem se apresentar na próxima terça-feira (13), das 8h às 14h, na Diretoria de Gestão do Trabalho e Educação em Saúde, localizada na Secretaria Municipal de Saúde, que fica na Avenida Theodoro Victorelli, 103, no Jardim Helena. Eles terão dois dias, a contar de terça-feira, para comparecerem no local indicado.

Já o edital da convocação dos médicos ginecologistas e os 29 dos 36 clínicos-gerais sairá ainda hoje (9), no Jornal Oficial do Município. Comparecendo à convocação, os candidatos confirmam o interesse em tomar posse no cargo público, mas, para serem nomeados, eles precisarão apresentar todos os exames admissionais requeridos pelo setor de Medicina e Saúde Ocupacional do Município. Eles terão 15 dias para realizar essa etapa do certame.

Caso não se apresentem pessoalmente ou não entreguem os exames clínicos e a documentação completa não poderão tomar posse do cargo e serão automaticamente desclassificados do concurso.

A expectativa é que os profissionais comecem a trabalhar no município o mais rápido possível. A carga horária dos clínicos-gerais será de 20 horas semanais. Já os médicos do Programa Saúde da Família trabalharão em uma jornada de 40 horas semanais. Os pediatras e os ginecologistas terão uma rotina de 20 horas semanais de serviço.

Esses médicos vêm complementar o quadro de profissionais da Secretaria Municipal de Saúde que atendem à população nos diversos equipamentos públicos da rede municipal, como nas Unidades Básicas de Saúde (UBS), nas Unidades de Pronto Atendimento (UPA), na Maternidade Municipal, no Pronto Atendimento Infantil (PAI) e outros.

Diariamente, cerca de 8 mil atendimentos são realizados pela rede municipal de saúde de Londrina. Para dar agilidade e melhorar estes atendimentos, os novos médicos atenderão especificamente nas Unidades Básicas de Saúde. “Nas UBS conseguimos solucionar de 80 a 90% dos casos de saúde que adentram à rede municipal. Assim, as contratações garantirão mais médicos próximos às casas do cidadãos e as convocações não vão parar por aí, porque em 2019 pretendemos chamar mais profissionais da saúde”, ressaltou Machado.

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Prefeitura de Londrina reforma Unidade de Saúde do Maria Cecília

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Na manhã desta sexta-feira (9), o prefeito Marcelo Belinati assinou a ordem de serviço para a reforma da Unidade Básica de Saúde e Pronto Atendimento Dr. Orlando Vicentini, no Jardim Maria Cecília, localizada na Av. Eugênio Gayon, 835, na região norte. Além disso, durante a solenidade, Marcelo anunciou diversas melhorias para a área da saúde municipal como a convocação de 55 médicos, a implantação do prontuário eletrônico municipal e as reformas das Unidades Básicas de Saúde dos distritos da Warta, Paiquere e Lerroville que serão assinados nos próximos dias.

A unidade de saúde do Jardim Maria Cecília, apresenta rachaduras, infiltrações, pintura descamando e vidros quebrados. Mas, com a reforma, ela receberá uma ampla reestuturação, que engloba a melhoria nos pisos interno e externo, das calçada e acessos até a unidade, pintura nova nas paredes, revisão e recuperação das esquadrias metálicas, substituição de vidros, melhorias nas instalações hidráulicas, adequação instalações elétrica, adequações dos rufos, calhas e telhado, bem como da comunicação visual e recuperação do abrigo de resíduos.

Além disso, todo o mobiliário e equipamentos médicos que estão quebrados ou com defeitos serão substituídos. Segundo o prefeito, a intenção é reformar todas as 54 UBS de Londrina, sendo que esta é a nona a receber as obras. As outras três-Warta, Paiquere e Lerroville- localizadas na zona rural, fecharão o primeiro lote de reformas realizadas.

ordem.UBS.maria.cecilia.V2O prefeito anunciou que serão reformados todos os postos de saúde e trocados os móveis e equipamentos necessários. “Além disso, nos próximos 30 dias, entregaremos mil computadores para a Saúde, para abrirmos o prontuário eletrônico. Cada cidadão de Londrina vai receber o cartão eletrônico de saúde, o que significa dizer que quando os profissionais da saúde abrirem o arquivo terão acesso a todos os atendimentos realizados com o paciente, se ele é hipertenso ou diabético, se foi atendido no hospital, na UPA ou na UBS”, explicou.

A Secretaria Municipal de Saúde adquiriu os mil computadores para implantar o Prontuário Eletrônico, que possibilitará a distribuição do Cartão Saúde Cidadão e, agora, está comprando um software que permitirá a instalação de um atendimento interligado da rede municipal de saúde e hospitais da cidade, diminuindo o custo da assistência prestado e agilizando o processo de atendimento. Quando a reforma da unidade de saúde do Maria Cecília for finalizada, ela deverá reabrir utilizando este sistema eletrônico.

Reforma e atendimentos – Serão investidos na reforma aproximadamente R$ 125 mil e o prazo para conclusão da obra é de 120 dias a contar da assinatura da ordem de serviço, o que possibilitará a provável finalização dos trabalho no mês de março de 2019. A empresa responsável pelos serviços será a Construpais Construtora Ltda, que venceu a licitação.

Durante esse tempo de obras, os pacientes dos bairros Luiz de Sá, Heimtal, Sebastião de Melo, Maria Cecília, Violin, Semírames, Nova Londrina, Santa Cruz, Strass, Parque Industrial Belinati serão atendidos para consultas, vacinas e procedimentos odontológicos na Unidade Básica de Saúde Campos Verdes, que também fica na zona norte, na Avenida Bento Amaral Monteiro, 1.660.

Já o Pronto Atendimento médico já foi realocado para o imóvel da Prefeitura, que estava sendo utilizado pela Secretaria de Fazenda. Ele fica na Avenida Saul Elkind, 892. Com o decorrer do tempo, o Município analisará a viabilidade financeira e estrutural de se manter os serviços de Pronto Atendimento médico e da Atenção Primária em Saúde feitos na UBS de forma separada.

ordem.UBS.maria.cecilia.V3“A unidade do Maria Cecília é muito importante, está localizada na maior região da cidade de Londrina e há anos precisava de adequações. Além da reforma, a unidade receberá novos equipamentos e mobiliários, para um maior conforto e atendimento. Isso tudo é para que a gente possa, de forma planejada e ordenada, garantir o atendimento médico junto aos domicílios das pessoas e a área de abrangência das unidades, o que é muito mais barato e resolutivo”, explicou o secretário de saúde.

A UBS do Maria Cecília foi inaugurada em 1985 e, desde 2008, não recebia reforma. A unidade possui 432,74 metros quadrados. A obra advem de uma parceria firmada entre o município e o governo estadual do Paraná.

Plano de Reestruturação  – Além dessa obra, a Prefeitura de Londrina está investindo em diversas melhorias na área da saúde, que fazem parte do Programa de Restruturação da Saúde Pública Municipal.
Ele contempla também a reforma do Pronto Atendimento Infantil (PAI) e da Maternidade Municipal, e a construção da nova sede do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e do Centro Especializado de Reabilitação (CER).

Após o início das obras nas 11 unidades de saúde que estão no primeiro lote de reformas, um segundo lote com 20 UBSs terá início a partir de 2019. Somente o governo do Paraná destinou cerca de R$ 11 milhões para recuperação das 54 UBSs de Londrina. Até agora, estão em reforma unidades do Jardim do Sol, Vila Casoni, Jardim Alvorada, Conjunto Habitacional Carnascialli, Centro Social Urbano (CSU), do Conjunto Habitacional Ernani Moura Lima, do Conjunto João Paz e do Jardim Piza. Em 2017, já foram entregues as reformas das UBSs do Jardim Panissa/Maracanã e do Parque das Indústrias.

Fotos: Vivian Honorato – texto: NCOM

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Advogado preso tentou se livrar de dinheiro pela privada

Na Operação Capitu, da Polícia Federal (PF), deflagrada nesta sexta-feira (9), o advogado preso Mateus de Moura Lima Gomes jogou dinheiro na privada quando os agentes chegaram em sua casa, em Nova Lima, Região Metropolitana de Belo Horizonte.

De acordo com a PF, o advogado tentou se desfaze de R$ 3 mil. Gomes foi diretor vice-presidente da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), segundo reportagem do G1.

Também foram presos  vice-governador de Minas Gerais, Antonio Andrade (MDB), o empresário Joesley Batista, dono da JBS, e mais 14 pessoas. Investigação apura suposto esquema de corrupção no Ministério da Agricultura durante o governo da presidente Dilma Rousseff (PT).

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