Mês: janeiro 2014

 

Mais pedágios!

Na audiência pública que debateu a duplicação da PR-445 entre Londrina e Mauá da Serra, foi apresentado o  modelo de parceria público-privada (PPP) para a duplicação da PR-323, que liga Maringá a Guaíra. Nessa rodovia, que tem cerca de 200 quilômetros, serão quatro praças de pedágio (uma a cada 50 quilômetros), cobrando R$ 4,20 para carros de passeio. A concessão para a empresa que vencer a licitação é de 30 anos. É um absurdo!

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Diga não ao pedágio a R$ 3,75 entre Londrina e Mauá

Sou contra o pedágio a R$ 3,75 para pagar a duplicação e a manutenção do trecho de 70 quilômetros da rodovia PR-445 entre Londrina e Mauá da Serra, proposta defendida pelo presidente da Associação Comercial e Industrial de Londrina (Acil), Flávio Balan, na audiência pública realizada na Câmara Municipal.

Já pagamos muito para o pedágio nestes 15 anos e não tivemos nenhum investimento a altura. A concessionária que ganha rios de dinheiro, deveria fazer a obra de duplicação sem cobrar a mais por isso.

Faço coro com o presidente do Sindicato dos Caminhoneiros do Paraná, Carlos Roberto Delarosa: “Esse formato [pedágio para pagar a duplicação e a manutenção das rodovias] não serve para Londrina, está prejudicando a cidade. Vai onerar muito.”

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Kireeff quer vender a Sercomtel

Aos poucos o governo Kireeff vai mostrando a cara.

Hoje anunciou que pretende privatizar a Sercomtel. Kireeff diz que seguirá todos os ritos previstos em lei, que pede um plebiscito.

Vale recordar que o último prefeito que tentou vender parte da empresa, a Sercomtel Celular, não conseguiu autorização da população na consulta popular. Foi Nedson Micheleti do PT em 2001.

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Contra os projetos 726 e 22 enviados pelo governo Richa

Curitiba deve amanhecer na segunda-feira, dia 3, tomada de servidores de todo o Estado que estão se deslocando em caravana para a Capital para protestar contra os projetos 726 e 22, enviados pelo governo Beto Richa,  que terceirizam os serviços públicos a partir da criação de Fundações, como Fundação Estatal de Atenção a Saúde do Estado do Paraná – FUNEAS.

Na prática, dizem os sindicalistas, é um projeto que privatiza os serviços públicos, começando pela Saúde e que deve atingir as Universidades.

A caravana na capital, organizada pelo Fórum Estadual dos Servidores, objetiva pressionar os deputados estaduais na primeira sessão legislativa de 2014, a votarem contra e derrubar estes projetos.

A ASSUEL SINDICATO esta providenciando um ônibus para levar os servidores até Curitiba na segunda. O tempo vai esquentar!

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Aconteceu em 31 de janeiro

1962: O Brasil, representado pelo chanceler Santiago Dantas, desafiou os norte-americanos e se absteve de votar contra Cuba na Conferência pan-americana de Punta del Este, Uruguai. Mesmo assim a OEA, por imposição dos EUA, expulsou Cuba.

1965: A 13ª emenda da Constituição encerrou a escravidão nos EUA.

1918: Greve de 100 mil em Glasgow, Escócia, evoluiu para a insurreição. Foi vencida por tropas e tanques.

1946: O general Eurico Dutra foi o 1º presidente a tomar posse fardado. Fez um governo de implacável repressão, ilegalizando o PCB e intervindo em cerca de 500 sindicatos.

1989: Protesto em Maceió contra o favorecimento de usineiros e a demissão de 15 mil funcionários pelo governo Fernando Collor.

1991: A ministra Zélia Cardoso baixou o Plano Collor 2: feriado bancário, congelamento de preços, desindexação.

1995: Empréstimo de emergência dos EUA ao México (US$ 20 bilhões) para contar a crise na América Latina.

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Menor desemprego é trunfo para a reeleição de Dilma

Com informações do portal Brasil 247

Nenhum dos presidentes que tentaram a reeleição experimentou resultado tão positivo no setor mais sensível da economia; em 1998, Fernando Henrique Cardoso conseguiu seu segundo mandato cavalgando índice de 7,8% do ano anterior; Lula venceu pela segunda vez em 2006 saboreando a criação de 2,1 milhões de empregos um ano antes, com taxa de 8,4%; agora, Dilma parte para o ano decisivo de sua gestão tendo realizado o menor desemprego em 11 anos, com desocupação de 5,4% em 2013; tecnicamente, ela é a candidata do pleno emprego, um verdadeiro trunfo de ouro

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30 DE JANEIRO DE 2014 ÀS 14:45

 

247 – A presidente Dilma Rousseff fará sua caminhada para tentar a reeleição em outubro exibindo um trunfo especial. Entre os outros dois presidentes que tentaram e conseguiram se reeleger, ela é que pode exibir a menor taxa de desemprego no ano anterior à disputa eleitoral. Para o tucano Fernando Henrique Cardoso, em 1998, e o petista Lula, em 2006, o tema do emprego foi central em suas campanhas. Eles puderam mostrar resultados positivos em suas respectivas primeiras gestões. Quanto a Dilma, o mesmo tende a acontecer, com a diferença de que os números que ela pode exibir são ainda mais confortáveis.

No ano da reeleição de FHC, a taxa de desemprego medida pelo IBGE atingiu 9,0% e experimentou altas pelos quatro anos seguintes. Porém, o resultado que foi mais discutido foi o do ano anterior ao pleito, quando o índice foi de 7,8%, o menor dos três períodos anteriores. Demonstrou, para efeitos políticos, que o governo gerenciava uma economia que criava empregos.

Lula, ao partir, em 2006, para a eleição de seu segundo mandato, pode comemorar a criação de 2,1 milhões de novos empregos em 2005. Isso representou uma elevação de 2,4% na taxa de ocupação de mão de obra. Fazendo da criação de empregos o principal mote de sua campanha, Lula chegou lá.

Agora é a vez de Dilma. 2014 começa sob o signo da tensão na economia mundial, mas o número consolidado do desemprego em 2013 a favorece sobremaneira. A taxa de 5,4% apurada pelo IBGE como consolidado do ano passado é a menor desde o início da série histórica do IBGE, 11 anos atrás. Mesmo que neste ano haja uma retração no mercado de trabalho, ninguém está apostando numa debaclê completa. Nem mesmo os mais pessimistas. Isso significa que, no mínimo, há a chamada gordura para queimar.

A partir de agora, com o resultado do desemprego de 2013 apresentado oficialmente pelo IBGE, Dilma poderá se apresentar, sem medo de ser contestada, como a presidente que conduziu o País a uma posição, tecnicamente, de pleno emprego. Este será um tema central para o debate sobre a sua reeleição.

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Aconteceu em 30 de janeiro

1629: O português Antônio Raposo Tavares, o mais feroz cabeça de entrada (bandeirante) da colônia, destruiu as missões Guarani de Guairá (hoje Guaíra, PR) e escravizou 4 mil indígenas. Entre 1618-1641, esses ataques destruíram 32 missões e escravizaram 300 mil Guarani.

1887: O fazendeiro escravista Barbaças matou um homem pensando que fosse Carlos de Lacerda, numa conferência abolicionista em Campos, RJ.

1933: Hitler tornou-se 1º ministro da Alemanha. Ganhou impulso a ofensiva mundial nazi-fascista.

1948: Um fanático brâmane (a elite privilegiada no regime de castas) assassinou em Déli o Mahathma Gandhi, líder da recém-nascida independência da Índia.
Gandhi

1968: A guerrilha vietnamita iniciou a Ofensiva do Tet, que tomou Hue e várias outras cidades.

1972: Domingo Sangrento: polícia inglesa atirou em passeata na Irlanda; 14 mortos.

1984: Quebra-quebra de trens em São Paulo.

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Aconteceu em 29 de janeiro

1895: José Martí iniciou a Guerra de Independência de Cuba.

1905: Morreu o jornalista e abolicionista José do Patrocínio, 52 anos, o popularíssimo Zé do Pato. Enorme massa foi ao enterro no Rio.

1927: Combate da Fumaça, MT, o último da invicta Coluna Prestes antes de se internar na Bolívia.

1960: Eisenhower, presidente dos EUA, visitou o Brasil. Recebido com festa por JK e protesto pela UNE.

1975: O ministro da Justiça, Armando Falcão, anunciou a descoberta de gráficas comunistas (SP, RJ).

1979: O líder chinês Deng Xiaoping visitou Washington. Estabelecimento de relações diplomáticas China-EUA.

1985: O MST realizou seu 1º congresso nacional (até 31/1), em Curitiba, PR.

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Honestidade de Kireeff

A gestão Kireeff na visão do gerente de banco, Adriano Gonçalves, publicada hoje no Jornal de Londrina: 

Em meio a tantas críticas sobre a administração atual, algumas pessoas se manifestam a favor falando sobre a suposta honestidade do prefeito. Devemos ser bem sensatos nesse momento. É logico que ainda não apareceu nada que comprometa a honestidade do prefeito, porém isso não pode ser critério, de forma alguma, para avaliação de sua condução na prefeitura. Favorecimento e omissão são facetas que ajudam a corrupção acontecer. Esta aí o caso da Codel para comprovar isso. Dinamismo e olhar para o Município como um todo é o que devemos exigir. 

Adriano Gonçalves,gerente de banco

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