Mês: abril 2014



Pedágio no PR: presente de grego

Manchete do Diário:

  • Com tarifas mais caras do PR, Econorte pode receber reajuste de 9% do pedágio por obras na região de Londrina

É um absurdo esta notícia. E depois dizem que o pedágio faz alguma obra para o Paraná.

Continue lendo: http://londrina.odiario.com/londrina/noticia/827589/com-precos-mais-caros-do-pr-econorte-pode-receber-reajuste/

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Mídia tem, mas esconde notícia favorável a Padilha

Informações do portal Brasil images-cms-image-000369039

 

Ao entrevistar o empresário Leonardo Meirelles, um dos sócios do Labogen, o jornal Estado de S. Paulo obteve uma revelação crucial: ao contrário do que disse o deputado André Vargas (sem partido-PR) num torpedo, o executivo Marcus Cezar Moura não foi indicado para o cargo pelo ex-ministro Alexandre Padilha (acima), mas sim pelo empresário Pedro Paulo Leoni Ramos (abaixo), outro sócio do laboratório; no entanto, entre escolher este ângulo, favorável ao pré-candidato do PT em São Paulo, e outro que, embora frágil, poderia prejudicá-lo, qual foi a escolha dos Mesquita? A de que Marcus Moura foi contratado para ser a ponte com a saúde, o que, na prática, não significa nada demais

247 – O jornal Estado de S. Paulo, da família Mesquita, publica, nesta terça-feira, uma informação crucial e que, em tese, poderia retirar o ex-ministro Alexandre Padilha da fogueira em que foi atirado desde que a Polícia Federal vazou um trecho da Operação Lava Jato, em que o deputado André Vargas (sem partido-PR) dispara um torpedo para o doleiro Alberto Youssef, dizendo “foi o Padilha quem indicou”, referindo-se ao executivo Marcus Cezar Moura, contratado pelo Labogen.

Esta frase aproximou o ex-ministro e pré-candidato do PT ao governo de São Paulo do escândalo do laboratório Labogen, acusado pela Polícia Federal de lavar US$ 113 milhões e de tentar entrar, sem dispor de qualificações, no Ministério da Saúde. Por isso mesmo, na última sexta-feira, Padilha concedeu entrevista coletiva para negar que tivesse indicado Moura para o cargo, prometendo ainda interpelar judicialmente o deputado André Vargas.

Pois bem: nesta terça, o Estado publica uma reportagem sobre o caso depois de ouvir Leonardo Meirelles, um dos sócios do laboratório. Eis um trecho:

“O sócio do negócio controlado por Youssef diz que o ex-assessor de Padilha não chegou por indicação do ex-ministro, mas sim de outro personagem do escândalo da Lava Jato. Segundo o sócio da Labogen, a indicação de Moura foi feita pelo fundo GPI Participações, controlado por Pedro Paulo Leoni Ramos, ex-ministro do governo Fernando Collor (1990-1992). Pedro Paulo, conhecido como PP, é suspeito de integrar o esquema de Youssef. “Ele (Moura) veio através desse fundo de investimentos. Não tive nenhuma influência (na contratação) e nenhum contato com o ex-ministro (Padilha).”

Qual poderia ser, portanto, a manchete do jornal desta terça-feira do jornal Estado de S. Paulo? “Sócio do Labogen nega que Padilha tenha indicado diretor”. No entanto, qual foi a escolha editorial da casa chefiada pela família Mesquita? “Ex-assessor de Padilha era canal com Saúde, diz Labogen”.

O que justifica essa decisão? O fato de Leonardo Meirelles ter dito que Marcus Cezar Moura foi contratado para fazer “contatos institucionais” com o Ministério da Saúde. Ora, se ele foi contratado como diretor de relações institucionais, exatamente por conhecer a estrutura do órgão, o que se esperava que ele fizesse? Ressalte-se que, qualquer grande empresa, seja na saúde ou em outras áreas, possui diretores de relações institucionais, que muitas vezes são chamados de lobistas, justamente para lidar com os poderes constituídos, seja no Executivo, no Legislativo ou no Judiciário.

Portanto, entre uma notícia relevante, que era favorável a Padilha, e uma irrelevante, que contribui para a cortina de fumaça em torno do caso, o jornal da família Mesquita optou pela segunda alternativa. Assim como também fizeram outros veículos de comunicação, como Folha, Uol e Globo.

Roda Viva

Ontem, o ex-ministro Padilha foi ao programa Roda Viva, onde teve a oportunidade de falar sobre o caso. “A única citação que é feita a mim (no relatório da PF) é por conversa de terceiros, alheios ao Ministério da Saúde. Fiz questão, inclusive, de interpelar formalmente a própria Polícia Federal para ter acesso ao relatório completo. E também meu advogado já foi para o Paraná hoje e amanhã chega a Brasília fazendo uma interpelação direta ao deputado André Vargas, porque naqueles trechos divulgados pela imprensa ele faz uma citação que não é verdadeira. Mente quem disse que indiquei o Marcus Cezar”, disse.

Segundo ele, Vargas o procurou pessoalmente no fim do ano passado, propondo uma parceria entre o laboratório Labogen e o Ministério da Saúde: “Sou ministro da Saúde e recebo o vice-presidente da Câmara, inclusive eleito para esse cargo por outros partidos, entre eles os da oposição. E esse é o papel do ministro. Se existisse alguma irregularidade (na parceria), filtros que eu criei impediriam que isso pudesse acontecer”.
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Lula rebate Joyce e nega ser candidato

Informações do portal Brasil 247

“O que vale é a entrevista para a RTP”, informou a assessoria do ex-presidente diante da nota da jornalista Joyce Pascowitch, que afirmou nesta segunda-feira (28) que Lula aceitou disputar novamente o Planalto como candidato pelo PT, em substituição à presidente Dilma Rousseff; à RTP, Lula disse que será cabo eleitoral da Dilma; “Vou pra rua fazer campanha pra Dilma. Eu já cumpri com a minha tarefa no Brasil. Dilma é uma mulher de extrema competência. Ela vai ganhar as eleições”, afirmou

 247 – Depois da grande repercussão que a nota publicada pela jornalista Joyce Pascowitch causou nesta segunda-feira (28) ao afirmar que o ex-presidente Lula aceitou disputar novamente o Planalto como candidato pelo PT, em substituição à presidente Dilma Rousseff, a assessoria dele negou a informação (leia aqui a nota da colunista).

“O que vale é a entrevista para a RTP [Rádio e Televisão de Portugal], dada na última sexta-feira, em que o ex-presidente Lula descartou a chance de disputar a Presidência da República”, disse a assessoria do ex-presidente em resposta a questionamento apresentado pelo portal R7.

À RTP, Lula disse que será cabo eleitoral da Dilma”. “Vou pra rua fazer campanha pra Dilma. Em política, a gente nunca pode dizer nunca, mas eu acho que eu já cumpri com a minha tarefa no Brasil. Eu sonhava em ser presidente porque eu queria provar que eu tinha mais competência para governar o País do que a elite brasileira. E provei”, afirmou o ex-presidente. Questionado sobre críticas à gestão de sua sucessora na presidência do País, respondeu, com confiança: “a Dilma é uma mulher de extrema competência. Ela vai ganhar as eleições”. (confira mais aqui).

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JOYCE PASCOWITCH: Lula aceitou ser o candidato

Informações do portal Brasil 247

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Uma nota publicada pela colunista Joyce Pascowitch, editora da revista Poder, nesta tarde, agita o mercado político e também financeiro; o ex-presidente Lula teria confidenciado a pessoas próximas que aceitou o desafio de concorrer ao Palácio do Planalto já em 2014; “Ele já deu como certa nesse fim de semana, para amigos mais próximos, sua intenção de voltar ao posto”, diz ela; será que isso já foi combinado com a presidente Dilma Rousseff?

247 – A colunista social Joyce Pascowitch, que edita o site Glamurama e a revista Poder, publicou uma nota nesta tarde que agita o mercado político e também financeiro. Segundo ela, o ex-presidente Lula aceitou o desafio de concorrer à presidência da República já em 2014. Leia abaixo:

Joyce Pascowitch descobriu o que todo mundo queria saber: Lula será candidato à Presidência

O alto empresariado brasileiro, que tinha dificuldade em dialogar com o Planalto, pode começar a ficar mais tranquilo. O candidato do PT à Presidência da República deverá ser mesmo Lula. Ele já deu como certa nesse fim de semana, para amigos mais próximos, sua intenção de voltar ao posto. No PT, a decisão é vista com bons olhos, já que o partido não concorda com várias posições da presidente Dilma Rousseff.

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50 anos da ditadura que não terminou

Com informações da assessoria de imprensa
O Comitê Contra a Repressão e Criminalização dos Movimentos Sociais de Londrina realizará nesta terça-feira (29) o Ato Contra a Repressão e Criminalização dos Movimentos Sociais em Londrina: 50 anos da ditadura que não terminou. O eixo da discussão será a relação entre os contextos de repressão de hoje e de 50 atrás.

O evento contará com a participação dos Comitês Contra Repressão de São Paulo e de Maringá, que dividirão suas experiências na luta contra a repressão policial. Também participarão com direito a voz integrantes de diversos movimentos sociais de Londrina.

O eventos começará às 19h desta terça-feira (29), na sala de eventos do CCH da UEL. Leia o texto de convocação do Ato:

No dia 1º de abril de 2014 o golpe que deu início à Ditadura Militar completa 50 anos. Esse regime reprimiu os movimentos populares, legalizou a violência e a tortura contra militantes. Até hoje, se caminha a passos lentos em direção à identificação dos criminosos que promoveram a violência estatal. Enquanto as Comissões da Verdade apresentam evidências que expõem os envolvidos e as localidades onde se praticavam os crimes contra humanidade, o Estado brasileiro mantem a vigência da vergonhosa lei de anistia que consagrou a impunidade dos assassinos e torturadores.

O contexto da época não difere radicalmente do atual. Desde 2013, com a proximidade da copa do mundo, os movimentos sociais, sindicatos, trabalhadores e a juventude em geral vêm suportando uma escalada repressiva por parte do Estado. A lei de greve foi praticamente revogada pela permanente ação do judiciário de criminalizar este direito; tramita hoje uma lei antiterrorismo no Congresso que pune severamente as manifestações mais elementares; constituíram-se corpos especiais de repressão que se agregam à truculência das PM´s, às tropas de choque e aos P2 e, em todo o país, a imprensa manipula a identificação de qualquer manifestação com vandalismo.

Na década de 70, funcionava no campus da Universidade Estadual de Londrina (UEL), a Assessoria Especial de Segurança Interna (AESI), um centro de investigação e repressão cujo responsável era indicado diretamente pela “comunidade de informação” como era conhecida a repressão política. Esta Assessoria Especial era responsável por conduzir investigações sobre atividades que sugerissem oposição ao governo militar. Tiveram as vidas espionadas não apenas estudantes, docentes e servidores da UEL, mas também militantes que atuavam fora dos muros da Universidade e políticos da própria oposição consentida, o MDB.

Apesar de o direito de livre organização e manifestação estar gravado na Constituição Federal, a Polícia Militar dá sequência às práticas institucionalizadas pela ditadura militar, que em Londrina resultaram na prisão de manifestantes que marchavam contra o aumento do preço da passagem de ônibus, sendo esse episódio apenas um na longa lista que envolve espancamentos, mais prisões arbitrárias e assassinatos cometidos pelas forças repressivas do Estado contra a população pobre.

Para debater esta situação e organizar ações em defesa do direito democrático de livre organização, pensamento e manifestação convidamos os movimentos populares, os sindicatos e toda a população de Londrina para participar do Ato Contra a Repressão e Criminalização dos Movimentos Sociais em Londrina: 50 anos da ditadura que não terminou. Dia 29 de abril de 2014, às 19 hs na Sala de Eventos do CCH, campus da UEL.

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“Rigor do STF contra corrupção valeu só para o PT”

Informações do portal Brasil 247

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Kennedy Alencar avalia que a Ação Penal 470, o ‘mensalão’, foi julgada pela corte suprema com rigor maior do que casos do ‘mensalão’ do PSDB e do ex-presidente e senador Fernando Collor; “apesar das características jurídicas específicas de cada caso, o Supremo usou dois pesos e duas medidas”, diz o jornalista

247 – O jornalista Kennedy Alencar analisa, em seu blog, que o Supremo Tribunal Federal julgou com mais rigor o chamado ‘mensalão’ do PT, em comparação com o tratamento que deu ao caso do ‘mensalão’ tucano ou ainda ao processo contra o ex-presidente Fernando Collor, absolvido na semana passada.

“Após o julgamento do mensalão do PT, esperava-se um padrão mais rígido do Supremo em relação a casos de corrupção”, diz o jornalista. “Apesar das características jurídicas específicas de cada caso, o Supremo usou dois pesos e duas medidas”, acrescenta o colunista político. Desse jeito, “a Justiça fica mal na foto”.

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Ecometrópole

O ambientalista João das Águas desabafou no facebook o seu descontentamento com o prefeito Kireeff que se comprometeu com a implementação do programa Ecometrópole e até agora nada fez.

Confira o desabafo do João:

UM ANO SE PASSOU E NADA.
SE O PREFEITO CONTINUAR COM ESTA POSTURA E GESTÃO SEM TÉCNICA, E A tragedia para a cidade, e impacto econômico e ambiental que e isso esta PROVOCANDO, DEPOIS DE assumir compromissos públicos receber documentos e propostas como O ECO, SUSTENTÁVEL DE GESTÃO PUBLICA COMPARTILHADA, não se justificar ou implementar, terei que denuncia-lo e pedir a sua PUNIÇÃO LEGAL..CHEGA O PREFEITO TeM QUE TER PALAVRA, tem que cumprir os compromissos e as leis..para mim ele comete crimes e infrações com esta postura.

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LULA: “Eu vou pra rua, ser cabo eleitoral da Dilma”

Informações do portal Brasil 247

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Em entrevista à TV RTP, de Portugal, ex-presidente reafirma que não será candidato nas eleições de outubro, mas garante que trabalhará para reeleger a presidente Dilma Rousseff, que “vai vencer”; “Em política, a gente nunca pode dizer nunca, mas eu acho que eu já cumpri com a minha tarefa no Brasil. Eu sonhava em ser presidente porque eu queria provar que eu tinha mais competência para governar o País do que a elite brasileira. E provei”, declarou Lula; sobre o chamado ‘mensalão’, segundo ele, “um massacre que visava destruir o PT”, afirmou que o julgamento teve “80% de decisão política e 20% jurídica”

247 – Apesar da queda da presidente Dilma Rousseff nas pesquisas e a insistência da pergunta sobre seu retorno à política, o ex-presidente Lula reafirmou que não será candidato nas eleições de outubro. “Eu vou ser cabo eleitoral da Dilma, vou pra rua fazer campanha pra Dilma”, disse o petista em entrevista à RTP, de Portugal. A conversa com a jornalista Cristina Esteves foi gravada na última sexta-feira, durante visita de Lula a Lisboa pelos 40 anos da Revolução dos Cravos, e divulgada neste domingo pelo Instituto Lula.

“Em política, a gente nunca pode dizer nunca, mas eu acho que eu já cumpri com a minha tarefa no Brasil. Eu sonhava em ser presidente porque eu queria provar que eu tinha mais competência para governar o País do que a elite brasileira. E provei”, afirmou o ex-presidente. Questionado sobre críticas à gestão de sua sucessora na presidência do País, respondeu, com confiança: “a Dilma é uma mulher de extrema competência. Ela vai ganhar as eleições”.

Lula falou sobre o julgamento da Ação Penal 470, o chamado ‘mensalão’, segundo ele, “um massacre que visava destruir o PT”. Em sua avaliação, o julgamento do Supremo Tribunal Federal teve “80% de decisão política e 20% jurídica”. Questionado sobre o fato de que a corte prendeu seus companheiros de partido, ele acrescentou: “tem companheiro do PT preso, eu indiquei seis pessoas da corte que julgaram, eu acho que cada um cumpre o seu papel. Mas eu acho que não houve mensalão, essa história vai ser recontada”.

Ao comentar as manifestações, voltou a dizer que as pessoas estão saindo para as ruas porque “querem mais”, ressaltando as políticas sociais do governo, que tirou 36 milhões de brasileiros da miséria absoluta. Segundo Lula, não há por que temer os protestos durante a Copa do Mundo. “Deixa o povo ir pras ruas, um povo vai pra rua protestar e outro pra assistir um jogo. O importante é garantir a segurança dos jogadores”, disse. Rebatendo críticas a respeito de gastos com obras para o Mundial, disse que tudo o que tem sido construído “vai ficar para o País, a Fifa não vai levar embora”.

Assista aqui à integra da entrevista.

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Padilha processará André Vargas

Informações do portal Brasil 247

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O pré-candidato do PT ao governo de São Paulo, Alexandre Padilha, não tem escolha, a não ser acionar na Justiça o deputado André Vargas (sem partido-PR) para que ele explique a frase “foi o Padilha que indicou”, sobre a nomeação do ex-assessor Marcus Cezar Moura no laboratório Labogen; Vargas, por sua vez, já sinalizou que responderá qualquer questionamento “apenas nos foros competentes”; isso significa que as versões de um e de outro não serão confrontadas antes das eleições de outubro; no fio da navalha, Vargas conta com a solidariedade dos companheiros para evitar sua cassação

Paraná 247 – Nos próximos dias, o ex-ministro Alexandre Padilha, pré-candidato do PT ao governo de São Paulo, deverá cumprir a promessa feita em entrevista coletiva na última sexta-feira. Irá constituir advogado para ter acesso aos autos da Operação Lava Jato e também processará todos aqueles que associaram seu nome ao caso do laboratório Labogen, do doleiro Alberto Yousseff.

Na prática, isso significa que Padilha não tem escolha, a não ser interpelar judicialmente o deputado André Vargas (sem partido-PR), que, numa mensagem interceptada pela Polícia Federal, disse “foi o Padilha que indicou”, numa referência ao ex-assessor do Ministério da Saúde Marcus Cezar Moura, contratado pelo Labogen. “Vou buscar esclarecimento de qualquer suposto envolvimento do meu nome a partir de mensagens de terceiros. Vou interpelar qualquer pessoa que tiver usado meu nome em vão, inclusive o senhor André Vargas. Não admito”, disse Padilha, na coletiva.

A partir desse instante, Vargas passará a ser assediado por uma imprensa ávida pelo confronto de sua versão com a do ex-ministro Padilha. O que dirá o deputado que se desfiliou do PT na mesma sexta-feira em que Padilha concedeu sua entrevista coletiva? Irá confirmar o “foi o Padilha que indicou” ou dirá que foi apenas uma bravata?

Na verdade, a tendência é que Vargas não diga absolutamente nada e passe a evitar contatos com jornalistas. Por orientação de seus advogados, dirá que responderá qualquer questionamento apenas nos foros competentes. Ou seja: a interpelação de Padilha – necessária para que sua candidatura supere a crise atual e chegue a outubro com possibilidades de êxito – será respondida apenas no Judiciário. Assim, as versões de um e de outro dificilmente seriam confrontadas antes das eleições para o governo paulista.

No fio da navalha, Vargas tem hoje como preocupação central a preservação de seu mandato. Embora tenha se desfiliado do PT, ele conta com a solidariedade dos companheiros para evitar sua cassação. Em conversas com amigos, Vargas foi alertado que poderia ser preso pelo juiz Sergio Moro, do Paraná, caso renunciasse ao mandato e perdesse o foro privilegiado.

Hoje, sua defesa é conduzida pelo criminalista Michel Saliba, que o ajudou a preparar a nota sobre sua desfiliação do PT:

Comuniquei oficialmente ao Partido dos Trabalhadores nesta manhã o meu desligamento da sigla, após vinte e quatro anos de uma relação que me concedeu oportunidades para servir ao meu estado e ao Brasil. Deixo registrado o meu sincero agradecimento. Sem partido, irei dedicar-me agora à minha defesa no Conselho de Ética da Câmara, confiante de que me serão asseguradas as prerrogativas do contraditório e da ampla defesa. Confio na isenção, imparcialidade e tratamento isonômico da Câmara em relação ao meu caso, reafirmando a minha crença na Democracia e no Estado de Direito.

Ninguém espere que, no momento delicado que vive, Vargas atire qualquer pedra contra o ex-ministro Alexandre Padilha.

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Novo programa no rádio de Londrina

As jornalistas Nayara Neves e Fernanda Alves estreiam no próximo domingo, dia 4 de maio, nas ondas da Rádio Brasil Sul, AM 1.290, o programa S.O.S. Londrina.

De acordo com a jornalista Nayara Neves, será um programa de prestação de serviço.

“A população vai poder procurar a gente para falar sobre as reclamações delas já feitas no poder público e que ainda não foram atendidas. E aí nós vamos atrás de resposta. Além disso, nós vamos falar de assuntos cotidianos que afetam a cidade de alguma forma. O intuito do programa é que as pessoas pautem a gente”, informou Nayara.

O S.O.S Londrina vai ao ar todos os domingos, às 7h30 e começa no dia 04 de maio.

Quem quiser entrar em contato com elas, podem enviar sugestões pelo e-mail: [email protected]

Desejo boa sorte e sucesso as jornalistas.

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