Mês: dezembro 2014

 

Posses de Richa e Dilma

Com informações do blog do Fábio Campana

O governador Beto Richa (PSDB) será reconduzido amanhã ao cargo para o mandato 2015-2018. Marcada para as 16 horas, a cerimônia terá início na Assembleia Legislativa e será seguida por evento aberto ao público, em frente ao Palácio Iguaçu. O custo da posse está fixado em no máximo R$ 62,8 mil – inicialmente era de R$ 198 mil.

A programação na Assembleia começa com a recepção do governador e da esposa, Fernanda Richa, pelo presidente da Casa, Valdir Rossoni (PSDB). Depois da primeira execução do Hino Nacional, Richa fará o juramento ao estado e à nação. O primeiro-secretário da Assembleia, Plauto Miró (DEM), irá ler os termos de posse. Todo o ritual se repetirá para a vice. Só então Rossoni vai declará-los empossados. Richa fará o discurso oficial e a cerimônia se encerrará com outra execução do Hino.

Às 17 horas, o governador passará em revista à tropa da Polícia Militar na rua, enquanto se dirige ao Palácio Iguaçu, onde ocorrerá a segunda parte da festa. Os secretários serão empossados e por fim Richa fará um pronunciamento.

Cerimônia de Dilma terá presença de 27 chefes de Estado

Na expectativa de receber 27 chefes de Estados ou vice-chefes, a cerimônia de posse da presidente Dilma Rousseff prevê a saída dela do Palácio da Alvorada às 14h30, em direção à Catedral Metropolitana de Brasília, onde haverá a troca de carro. Se o tempo estiver bom, Dilma descerá a Esplanada em carro aberto e subirá a rampa do Congresso. Se chover, o que aconteceu na posse de 2010, o trajeto será cumprido com a capota do Rolls Royce fechada.

A presidente será recebida pela cúpula do Congresso e conduzida para o plenário da Câmara, onde ocorre a cerimônia de posse. Ela fará o compromisso constitucional e discursará. Por volta das 16h30, seguirá para o Planalto depois de receber honras militares com uma salva de 21 tiros de canhão. Depois a presidente subirá a rampa e falará à nação no Parlatório.

Ao fim do discurso, Dilma cumprimentará as autoridades estrangeiras que estarão no Salão Leste do Planalto; dará posse aos 39 ministros, no Salão Nobre; e seguirá para o Salão Oeste, onde fará a foto oficial. Os convidados serão acomodados no Salão Nobre. No térreo, estão mais 1 mil lugares para acompanhar os atos por telões. A presidente encerra o dia no Itamaraty, com um coquetel.

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Brasil tem mais de 202 milhões de habitantes, diz IBGE

Fonte: Agência Brasil – Marcelo Brandão – Repórter da Agência Brasil* Edição: Fábio Massalli

O Brasil tem, atualmente, uma população de mais de 202 milhões de habitantes, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado foi divulgado hoje (30) no Diário Oficial da União. Em números absolutos, são 202.768.562 de pessoas, cerca de 12 milhões a mais do que o registrado pelo instituto no censo de 2010, representando um acréscimo de 5,9%.

A Região Sudeste é a mais populosa, com 85,1 milhões de habitantes. A região menos populosa é a Centro-Oeste, com 15,2 milhões de pessoas. A Região Norte tem 17,3 milhões de pessoas, enquanto o Nordeste tem 56,1 milhões. Já a Região Sul conta com 29 milhões de habitantes.

São Paulo é o estado mais populoso entre os 26 da federação e o Distrito Federal, com 44 milhões de habitantes. Roraima é o menos populoso, com 496,9 mil habitantes. Apesar de ter o menor território entre as unidades da Federação, com 5,7 mil quilômetros quadrados, o Distrito Federal contabiliza 2,8 milhões de habitantes.

As estimativas do IBGE são usadas para cálculos de indicadores econômicos como censos e também servem como parâmetro para a distribuição do Fundo de Participação dos Estados. O fundo é um repasse feito pela União de parte do dinheiro arrecadado com o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e o Imposto de Renda.

* Colaborou Danyele Soares, repórter do Radiojornalismo

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Dilma troca comando do Itamaraty e conclui reforma ministerial

Fonte: Agência Brasil – Luana Lourenço e Paulo Victor Chagas – Repórteres da Agência Brasil Edição: Talita Cavalcante

A presidenta Dilma Rousseff concluiu hoje (31) a reforma ministerial para o segundo mandato, com a indicação do embaixador Mauro Luiz Iecker Vieira para o Ministério das Relações Exteriores e a confirmação no cargo de 13 ministros do atual governo. Vieira é o atual embaixador do Brasil em Washington e trocará de posto com o atual ministro Luiz Alberto Figueiredo, que deixará a Esplanada para assumir a embaixada brasileira nos Estados Unidos. Figueiredo estava no governo desde agosto de 2013.

Permanecerão nos cargos no segundo mandato os ministros da Casa Civil, Aloizio Mercadante; da Saúde, Arthur Chioro; da Justiça, José Eduardo Cardozo; da Secretaria de Diretos Humanos, Ideli Salvatti; do Meio Ambiente, Izabella Teixeira; da Secretaria da Micro e Pequena Empresa, Guilherme Afif Domingos; da Secretaria de Políticas para as Mulheres, Eleonora Menicucci de Oliveira; do Gabinete de Segurança Institucional, José Elito Carvalho Siqueira; da Advocacia-Geral da União, Luís Inácio Adams; do Trabalho, Manoel Dias; da Secretaria de Assuntos Estratégicos, Marcelo Neri; do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello; e da Secretaria de Comunicação Social, Thomas Traumann. Ontem (30), Dilma anunciou o nome de Juca Ferreira para o Ministério da Cultura.

O anúncio do novo ministério foi feito em etapas. No fim de novembro, nomes que têm credibilidade no mercado financeiro foram indicados para a equipe econômica. Joaquim Levy, que foi diretor-superintendente do Bradesco, foi nomeado para o Ministério da Fazenda e Nelson Barbosa, que integrou a equipe econômica nos dois mandatos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, irá para o Planejamento. Alexandre Tombini foi mantido na presidência do Banco Central. Dias depois, Armando Monteiro foi indicado para assumir o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

Na semana passada, Dilma anunciou 13 ministros, entre eles, membros de partidos aliados do governo, como o PMDB, o PSD, o PROS, o PCdoB, o PRB. Foram divulgados os nomes de Gilberto Kassab (PSD) para o Ministério das Cidades, Cid Gomes (PROS) para a Educação e Aldo Rebelo (PCdoB) para a Ciência, Tecnologia e Inovação. Além disso, foram indicados os peemedebistas Eduardo Braga (Minas e Energia) e Kátia Abreu (Agricultura), além do petista Jaques Wagner (Defesa).

Nessa segunda-feira (29), sete nomes foram divulgados. Alguns já integram a equipe de governo e foram remanejados. É o caso de Ricardo Berzoini, que vai assumir a pasta das Comunicações. Ele será substituído por Pepe Vargas na Secretaria de Relações Institucionais da Presidência. Miguel Rossetto, que chefiava o Desenvolvimento Agrário, vai para a Secretaria-Geral da Presidência, no lugar de Gilberto Carvalho. Antonio Carlos Rodrigues, ex-senador pelo PR, irá para o Ministério dos Transportes.
Veja a lista completa dos nomes de ministros:

Advocacia-Geral da União – Luís Inácio Adams

Agricultura, Pecuária e Abastecimento – Kátia Abreu

Banco Central – Alexandre Tombini

Casa Civil – Aloizio Mercadante

Cidades – Gilberto Kassab

Ciência, Tecnologia e Inovação – Aldo Rebelo

Comunicações – Ricardo Berzoini

Controladoria-Geral da União – Valdir Simão

Cultura – Juca Ferreira

Defesa – Jaques Wagner

Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior – Armando Monteiro

Desenvolvimento Agrário – Patrus Ananias

Desenvolvimento Social e Combate à Fome – Tereza Campello

Educação – Cid Gomes

Esporte – George Hilton

Fazenda – Joaquim Levy

Gabinete de Segurança Institucional – José Elito Carvalho Siqueira

Integração Nacional – Gilberto Occhi

Justiça – José Eduardo Cardozo

Meio Ambiente – Izabella Teixeira

Minas e Energia – Eduardo Braga

Planejamento, Orçamento e Gestão – Nelson Barbosa

Previdência Social – Carlos Gabas

Relações Exteriores – Mauro Vieira

Saúde – Arthur Chioro

Secretaria da Micro e Pequena Empresa – Guilherme Afif Domingos

Secretaria de Assuntos Estratégicos – Marcelo Neri

Secretaria de Aviação Civil – Eliseu Padilha

Secretaria de Comunicação Social – Thomas Traumann

Secretaria de Diretos Humanos – Ideli Salvatti

Secretaria de Pesca e Aquicultura – Helder Barbalho

Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial – Nilma Lino Gomes

Secretaria de Políticas para as Mulheres – Eleonora Menicucci

Secretaria de Portos – Edinho Araújo

Secretaria de Relações Institucionais – Pepe Vargas

Secretaria-Geral da Presidência – Miguel Rossetto

Trabalho e Emprego – Manoel Dias

Transportes – Antonio Carlos Rodrigues

Turismo – Vinicius Lages

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Será que agora vai? Desafio de Berzoini é regular a mídia familiar

Fonte: Brasil 247

Novo ministro das Comunicações tem uma missão definida: a de promover, até onde for possível, a regulação do setor de mídia no Brasil; uma batalha institucional que atinge frontalmente os interesses de famílias bilionárias e poderosas como os Marinho, os Civita, os Mesquita, os Frias e outras; Ricardo Berzoini tem posição firmada contra superconcentração e propriedade cruzada no setor de comunicação; ele vai conseguir colocá-la em prática?

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Marco Damiani, 247 – O novo ministro das Comunicações, Ricardo Berzoini, assume o cargo em 1º de janeiro com uma missão clara: avançar na regulação do setor de mídia no Brasil, enfrentando distorções históricas como a super concentração e a propriedade cruzada no setor.

Em razão desses dois fatores, além dos incentivos oficiais, ao longo do tempo, concedidos para a consolidação desse modelo, o Brasil produziu alguns clãs de poderosos bilionários. Os três irmãos Marinho, com quase US$ 10 bilhões cada um, segundo o último ranking da revista Forbes, são a ponta mais vistosa, na platinada TV Globo.

Mesmo em declínio, os irmãos Civita, da Editora Abril, também frequentam o clube dos bilionários em dólar. Com grande poder de influência, à frente dos jornais Folha e Estado, os Frias e os Mesquista igualmente possuem vasta fortuna e nem querem ouvir falar em regulação.

Mas este será o discurso de Berzoini. Assumindo-o, o ex-sindicalista que se tornou um dos deputados mais atuantes do parlamento, estará carregando uma antiga bandeira do PT. À medida em que, durante o governo Dilma Rousseff, foi ficando mais claro o posicionamento político de oposição desses clãs, mais o debate cresceu. Contribui para ele as recentes mudanças na legislação da Argentina, que bateu de frente contra o cartel do Clarín – e venceu a parada –, e toda a nova situação criada com o advento da internet e suas consequências como as redes sociais, os blogs, os sites e os portais. A comunicação mudou.

Depois de obter a confiança da presidente em um ano como ministro das Relações Institucionais, Berzoini mostrou sua importância na campanha ao enfrentar a revista Veja, que foi pródiga em proteger o adversário petista Aécio Neves e tentar, até o último instante, comprometer Dilma e sua campanha com denúncias de ocasião.

– Esta revista se presta a ser um instrumento não declarado da luta política, disse Berzoini em entrevista recente ao 247.

– O problema é que faz isso sem assumir essa condição diante dos leitores, completou.

Com este tipo de clareza, Berzoini chega ao ministério com, sem dúvida, uma missão complexa, mas talvez ele seja mesmo o quadro mais adequado que o PT tem para resolvê-la. Mesmo sendo um crítico, ele nunca foi um radical.

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Plano Diretor de Londrina e a colcha de retalhos

Após seis anos, a Câmara de Vereadores de Londrina finalizou a votação da revisão do Plano Diretor de Londrina.

Em uma sessão que durou 15 horas, os vereadores concluíram as leis de Uso e Ocupação do Solo e do Sistema Viário.

Para mim, a melhor definição do processo foi a da vereadora Elza Correia (PMDB), que classificou a votação de ontem, como uma colcha de retalhos. Ela se referiu as 111 emendas à lei de Uso e Ocupação do Solo.

Elza fez uma declaração ao portal Bonde, que revelou o assédio em torno das propostas. “Algumas emendas atendem interesses pessoais, atendem essa ou aquela pessoa, essa ou aquela empresa. ‘Pipocou’ pessoas nos gabinetes e corredores defendendo mudanças no projeto”, disparou a vereadora.

Outra situação no mínimo constrangedora e que revelou a falta de transparência nas decisões de quais emendas seriam aceitas, foi as “sessões secretas”.

Conforme o jornalista Fábio Silveira, quando a sessão extraordinária que votava as leis de Uso e Ocupação do Solo e do Sistema Viário durava 12 horas, destas  mais de 10 horas foram somente de suspensão.

“Ocorre que foi nessas 10 horas de suspensão que, em “sessão secreta”, a portas fechadas e sem a presença da imprensa, os vereadores decidiram como votariam as 111 emendas à lei de Uso e Ocupação do Solo”, escreveu o jornalista. “Logo, todo o processo de deliberação foi secreto, já que os vereadores foram ao plenário apenas para votar oficialmente”, concluiu.

E depois tem vereador que não sabe porque  55,87% dos entrevistados londrinenses  desaprovam o trabalho do legislativo, conforme a pesquisa feita pela Paraná Pesquisas para o Grupo Paranaense de Comunicação (GRPCOM), publicada hoje.

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Kireeff aumenta a tarifa de ônibus pela terceira vez

Como era esperado, o prefeito Kireeff reajustou a tarifa do transporte coletivo pela terceira vez em 24 meses de mandato.

A partir de 1 de janeiro, próxima quinta-feira, a tarifa em Londrina passa de R$ 2,65 para R$ 2,95.

É um aumento de 11,3%, índice acima da inflação  que deve fechar em torno de 6,5%.

É o terceiro aumento de Kireeff. Ao assumir a prefeitura, em 1 de janeiro de 2013, o prefeito herdou a tarifa do transporte coletivo em R$ 2,20. Em fevereiro daquele ano, no segundo mês de governo, aumentou para R$ 2,45. Em 30 de dezembro de 2013, subiu para R$ 2,65. E agora, R$ 2,95.

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Perito desmascara Venina, que mentiu muito na Globo

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Kireeff diz, novamente, que não é candidato a reeleição

Ia deixar passar batido este assunto. Mas não resisti. Em mais uma daquelas entrevistas de final de ano, o prefeito de Londrina, Alexandre Kireeff, disse ao Jornal de Londrina, que não será candidato a reeleição em 2016.

Vamos conferir. Se esta promessa, foi igual a propalada frase de que não aumentaria impostos em sua administração na Prefeitura ou que não apoiaria ninguém na eleição de 2014,  teremos novamente Kireeff em 2016.

Por enquanto, ficamos com a entrevista feita aos jornalista Fábio Silveira:

Chegando à metade do mandato, o prefeito de Londrina, Alexandre Kireeff (PSD), acredita que conseguirá atender às expectativas daqueles que o elegeram em 2012. “Acho que estou bem dentro do cronograma estabelecido, contemplando as expectativas”, afirma. Apesar de negar que tentará a reeleição daqui a dois anos, ele admite correr “o risco de ser candidato”. “Mas não trabalho com esse encaminhamento.”

Entre as metas para a gestão no próximo ano estão a continuidade das mudanças no “marco regulatório”, que são as normas para a instalação de empresas na cidade, e uma primeira experiência de integração do transporte coletivo intermunicipal, com os ônibus que vêm de Cambé. Neste último caso, Kireeff diz que os estudos estão avançados, mas não estipulou prazo para que a experiência entre em prática.

  • Em 2015, prefeito quer fazer integração do transporte coletivo com Cambé (Crédito: Gilberto Abelha/Arquivo JL)

    Em 2015, prefeito quer fazer integração do transporte coletivo com Cambé (Crédito: Gilberto Abelha/Arquivo JL)

Confira abaixo a entrevista que ele concedeu ao JL, na qual faz um balanço dos dois primeiros anos à frente da Prefeitura.

“A maior expectativa da população é uma gestão honesta”

JL – Chegando à metade do mandato, o senhor avalia que está cumprindo as metas de governo?

Alexandre Kireeff – Sim. Acho que estou bem dentro do cronograma estabelecido, contemplando as expectativas [dos eleitores]. A maior expectativa da população é uma gestão honesta.

O que elencaria como o mais importante?

Primeiro, o equilíbrio das contas públicas, que é fundamental. Sem equilíbrio não dá para fazer nada. Elencaria também o avanço nas vagas nas creches. Temos quase 2 mil [vagas] criadas na nossa gestão, a meta é 4 mil. Lançamos o plano de desenvolvimento econômico e industrial; o “Pra frente Londrina” está em andamento; a modernização do marco regulatório avançou barbaridade. No setor da Saúde, avançamos muito, tanto na infraestrutura quanto em recursos humanos. Acabamos com a terceirização, que era um dos compromissos que tínhamos. Na educação, acabamos com o déficit de 79 salas de aula. Acabamos com os contratos emergenciais na Prefeitura.

O senhor chegou com um discurso técnico, em detrimento da política. Mas desde o começo do ano está fazendo mais política. Acha que chegou ao equilíbrio?

Não sei, não analiso sob essa ótica. Agora esse contraponto da técnica e da política, esse antagonismo que costuma ser colocado, é importante deixar claro que o oposto da gestão técnica é a gestão corrupta. O exercício da política é natural. O que combatemos é a política corrupta, que usa cargos como moeda de troca, que usa cargos para abrigar aliados políticos independentemente da qualificação.

Nas últimas eleições, o senhor se posicionou, liberou secretários para fazer campanha, ampliou o leque de alianças…

Sim, isso é verdade. O relacionamento político foi fortalecido ao longo desses dois anos. Até porque fui eleito absolutamente isolado. E o relacionamento gerou um vínculo maior com as pessoas que têm ajudado a cidade.

O senhor é candidato à reeleição?

Não.

É categórico, não tem volta?

Sempre falo que sei que corro o risco de ser candidato, mas não trabalho com esse encaminhamento.

Se for o senhor ou qualquer que seja o candidato para defender o seu governo, ele poderá ter uma aliança mais ampla. Como pretende costurar essa aliança?

Não faço ideia. Estou buscando ajuda para construir soluções para administrar e melhorar a cidade. Ao longo dos dois primeiros anos, identifiquei muita gente comprometida com o sucesso da cidade. E nesse sentido temos trabalhado.

Há dois projetos de lei que gostaria de contrastar. Primeiro o 270/2014, que abre uma via que sai ao lado da UEL, alternativa de acesso dos condomínios fechados ao centro. São R$ 7 milhões do PAC…

Retirei o projeto.

Foi retirado de pauta por tempo indeterminado e pode voltar.

A chance é baixa. Primeiro que, numa escala de prioridades dos projetos estruturais, ele não está na frente. Estava dentro de um contexto. Como ele exige contrapartida, fica [parado] até que seja possível. Deixou de ser prioridade.

Mesmo vereadores governistas diziam que priorizar essa obra seria elitista.

Não. Ele tem uma solução bacana de trânsito para resolver a avenida na lateral da UEL. A turma que mora ali reclama e esperava poder pavimentar e duplicar com esse projeto. Mas ele não é mais prioritário, vamos ter de encontrar outra solução para a lateral da UEL.

Por outro lado, sobre o projeto de lei do passe livre para estudantes até do Ensino Médio, alguns estão taxando de populismo.

Não é. Defendo o passe livre desde a época da campanha. E estou caminhando nessa linha. Acredito nessa proposta e conforme encontro espaço orçamentário vou encaminhando. Nesse caso, com o reforço do caixa através de um imposto estadual que taxa o transporte individual [IPVA], estou pegando esse recurso para investir no transporte público, em especial para o público estudantil. Para mim, é um projeto dos sonhos. Se fosse num país europeu, a gente ia aplaudir. Porque é uma modelagem muito moderna da solução. Educação e transporte coletivo financiados pela taxação do transporte individual.

E a integração do transporte. Como está isso?

Acho que em 2015 a gente consegue fazer a primeira experiência com Cambé através do terminal da zona oeste. Está bem avançado. Primeira experiência de integração.

Como seria?

Com cartão digital. Algumas linhas saem de Cambé e entram ali e, com o cartão, ele tem acesso ao sistema.

O governo do Estado diz que subsídio para a tarifa, como em Curitiba, só com integração. Tem discussão com Ibiporã e Rolândia?

Por enquanto é essa de Cambé, que tem um terminal apropriado, está no eixo, porque o passageiro não precisa vir ao centro. Já temos condições de fazer a primeira integração.

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Feliz Natal a todos!

chargenatalina30

A mensagem é clara. É para isso que lutamos, por um país melhor. E como disse o Papai Noel, temos que acreditar que isto é possível. Que o nascimento de Jesus Cristo, simbolize o nascimento de novas posturas no nosso país, como o fim da corrupção, a igualdade entre as pessoas, mais justiça, um país melhor para se viver.

Feliz Natal a todos!

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