Mês: dezembro 2014



Tico Santa Cruz no Aeroporto lotado: ‘O Brasil mudou’

Fonte: Brasil 247

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Ampliação do passe livre pode reduzir reajuste da tarifa

Reproduzo esta notícia do Jornal de Londrina, feita pela jornalista Juliana Gonçalves. É uma notícia boa e importante, principalmente para os estudantes de Londrina, que há décadas sonham com o passe livre. 

A aprovação do projeto que amplia o direito dos estudantes londrinenses ao passe livre pode reduzir o valor da passagem para os outros passageiros do transporte coletivo. Uma emenda ao projeto, apresentada pela vereadora Lenir de Assis (PT) e aprovada pela Câmara Municipal ontem, determina que o subsídio oriundo da cota-parte do Imposto Sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), que será maior devido ao aumento implantado pelo governo paranaense, seja considerada no cálculo da planilha de custos da tarifa.

Hoje, têm direito ao passe livre os estudantes do 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental. O projeto apresentado pelo Executivo e aprovado pelos vereadores amplia o benefício aos alunos do 6º ao 9º ano e do Ensino Médio, que até então só tinham direito a isenção de 50% na passagem. “Essa isenção é dissolvida no cálculo da tarifa do transporte coletivo, ou seja, quem paga são os outros passageiros. Com essa emenda, a população não vai mais ter de pagar por isso. Quem vai pagar é o IPVA”, explicou a vereadora.

Com o Município subsidiando as passagens dos alunos do 6º ao 9º ano e do Ensino Médio, a meia passagem deles, que hoje é paga pela própria tarifa do ônibus, deixa de fazer parte da planilha de custos do transporte coletivo. “A emenda que propus é para garantir que o atual valor da tarifa, de R$ 2,65, não sofra revisão”, justificou Lenir.

O prefeito Alexandre Kireeff (PSD) garantiu que o projeto de ampliação do passe livre vai impactar positivamente a planilha de custos do transporte coletivo. “É uma medida a favor do usuário que paga passagem. Não quer dizer que a tarifa vai reduzir, mas que o reajuste será menor.”

Até aqui não havia subsídio ao passe livre e quem pagava R$ 1,1 milhão pelas passagens dos alunos do 1º ao 5º ano era o próprio Município, com recursos da receita livre. Segundo o assessor da Secretaria Municipal de Planejamento, Edson Souza, essa parcela do benefício continuará sendo paga pela Prefeitura e os recursos da cota-parte do IPVA devem bancar os custos dos outros estudantes.

Estimativa

Segundo Souza, estima-se que 5.750 estudantes sejam beneficiados pela ampliação do passe livre. Cada estudante consome uma média de 42 passagens por mês, durante dez meses, totalizando 241.374 passagens ao ano. Isto, multiplicado por uma possível tarifa de R$ 3, gera um custo de cerca de R$ 7,25 milhões.

“Como o País todo fala em aumento das tarifas, fizemos essa projeção para calcular os custos da ampliação do passe livre. Essa tarifa de R$ 3, por enquanto, é uma tarifa fictícia”, ressaltou o assessor da Secretaria Municipal de Planejamento. Assim, o passe livre deve passar a custar R$ 8,35 milhões, aqui somando os estudantes do 1º ao 5º ano.

A previsão do Município é receber cerca de R$ 15 milhões da cota-parte do IPVA. Deste total, 25% têm de ser destinados à Educação e 15% à Saúde. O restante, segundo Souza, é suficiente para bancar o passe livre, com sobras.

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DILMA DEFINE 13 MINISTROS E UM PERFIL: ESTABILIDADE

Brasil 247

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13ª baixa no governo Kireeff

O Núcleo de Comunicação da Prefeitura informou a pouco, que o prefeito Alexandre Kireeff exonerou o controlador geral do município de Londrina,  Hélcio dos Santos.

Conforme o release oficial, a saída atendeu a pedido do próprio servidor que alegou motivos pessoais. Hélcio, que é funcionário de carreira, se colocou à disposição do prefeito para colaborar com a administração.

O novo controlador, nomeado hoje, também servidor de carreira, é João Carlos Barbosa Perez, formado em Ciências Econômicas, com pós-graduação em Economia Empresarial  pela Universidade Estadual de Londrina (UEL). Fez Controladoria e Finanças na PUC e curso de Administração Contemporânea na Fundação Getúlio Vargas (FGV). Na Prefeitura, onde trabalha desde 1995, foi gerente financeiro e assessor técnico da CAAPSML e diretor financeiro da secretaria da Saúde,  entre outras funções técnicas.

Em quase dois anos de governo, Hélcio dos Santos é a 13ª baixa no secretariado de Kireeff. Ele entregou o boné, assim como fizeram Sandro Nóbrega, Patrícia Pedalino, Cleuber Brito, Zulmar Fachin, Francisco Eugênio, o Kiko; Roberto Francisco, Angelo Deliberador, Robinson Borba,  Fernando Prochet, Elber, Décio Luiz Gazzoni e a Carlos Alberto Massaru Adati.

 

 

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Mais um aumento para o londrinense pagar: IPTU 2015

Sem conseguir a aprovação da correção na Planta de Valores dos imóveis em Londrina, a prefeitura anunciou que a correção do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) será com o índice de inflação, calculado em 6,46% para 2015. Os carnês já estão sendo confeccionados com os primeiros vencimentos ocorrendo a partir de 20 de janeiro de 2015.

Ou seja, o IPTU engrossa a extensa lista de produtos que serão reajustados em 2015, graças ao pacotão do governador Beto Richa. São 95 mil itens desde comida a material escolar, IPVA, conta de luz e até as taxas de cartório.

E ainda virá, o aumento da tarifa de ônibus que está nas mãos do prefeito Kireeff. Aguardemos.

Quem quiser saber mais do aumento do IPTU em Londrina, acesse a matéria do jornalista Alexandre Sanches: http://londrina.odiario.com/londrina/noticia/1249649/iptu-de-londrina-tera-correcao-de-646-em-2015/

 

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O deputado rico e caloteiro do PSDB

Por Altamiro Borges 

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A revista IstoÉ – também chamada pelos mais maldosos de “QuantoÉ” – publicou inúmeras matérias desonestas e sensacionalistas durante a recente campanha eleitoral. Ela sequer disfarçou seu apoio ao cambaleante Aécio Neves – sabe-se lá a que preço. Até uma pesquisa criminosa, do instituto Sensus, ganhou manchete na revista na véspera do pleito – sabe-se lá, também, a que preço! Neste período, as sinistras “reporcagens” da IstoÉ ganharam a simpatia do restante da mídia tucana e foram destaque na TV Globo e nos jornalões. Nesta semana, porém, a revista publicou uma matéria curiosa sobre um sinistro deputado recém-eleito do PSDB. A pergunta que não quer calar: o restante da mídia tucana repercutirá a denúncia? Segundo a reportagem, intitulada “Riqueza suspeita”, o deputado federal Alfredo Kaefer (PSDB-PR) é o mais rico dentre os parlamentares eleitos em outubro passado. Ele declarou à Justiça Eleitoral que possui R$ 108,5 milhões em patrimônio. A maior parte desses recursos provém do aglomerado de empresas em seu nome, que inclui seguradora, frigorífico e jornais. Até aí nada de mais. Afinal, a onda conservadora verificada no pleito deste ano garantiu a vitória de inúmeros ricaços, que fizeram campanhas milionárias. O novo Congresso Nacional está lotado de empresários, ruralistas e outros representantes das elites endinheiradas. O que chamou a atenção da revista, porém, foi a forma como o tucano construiu sua fortuna!”O deputado é alvo de três inquéritos e uma ação penal no Supremo Tribunal Federal (STF), dois deles em fase avançada, graças às investigações já realizadas pela Polícia Civil e pelo Ministério Público do Paraná. A suspeita mais recorrente nas investigações é a de que o deputado milionário tenha enriquecido graças a calotes aplicados nos seus credores e a uma série de manobras no patrimônio familiar para salvar seus bens de execuções. Segundo o Ministério Público Federal, a soma das dívidas de Kaefer com credores e instituições financeiras passa de R$ 1 bilhão, se somados os juros e as multas. É dez vezes o patrimônio que ele declara possuir”.Em setembro passado, Kaefer se tornou réu no STF por fraude do sistema financeiro. “A ação penal aberta contra ele apura crimes de gestão fraudulenta, empréstimo dissimulado e fornecimento de informação falsa ao Banco Central quando era presidente do conselho de gestão da empresa Sul Financeira S/A”, descreve a IstoÉ. O tucano ricaço, que nega toda as denúncias, pode até ser cassado em breve. Será que a velha mídia, sempre tão imparcial e neutra, produzirá reportagens investigativas para apurar o caso? Ou ela só se interessa por denúncias contra os adversários da sua linha editorial golpista, entreguista e neoliberal?

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Os incontáveis benefícios das ciclovias

Fonte: Pragmatismo Político

Estudo é pioneiro em concluir como investimentos em infraestrutura das ciclovias podem trazer retornos financeiros para as cidades em longo prazo, além do bem-estar físico, social e ambiental

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Os incontáveis benefícios das ciclovias (Imagem: Pragmatismo Político)

Patrícia Dichtchekenian, Opera Mundi

No momento em que a maioria das cidades está dominada pelos carros, é fácil justificar o dinheiro gasto com novas estradas como resposta à crescente utilização do automóvel, apesar dos impactos negativos que isso traz ao meio ambiente e à saúde das pessoas, agora e no futuro“, explica Alexandra Macmillan, principal autora do estudo, da Universidade de Auckland, em entrevista ao site Co.Exist. “Nós queríamos explorar algumas escolhas políticas que são realistas, a preços acessíveis, transformadoras e saudáveis”, acrescenta.

No artigo “Os custos sociais e os benefícios da bicicleta: simulando os efeitos de políticas específicas a partir de sistemas de modelos dinâmicos”, seis pesquisadores analisaram a cidade de Auckland, a maior da Nova Zelândia, usando métodos da agência de transporte local para calcular índices indicativos de custo-benefício em dólares neozelandeses para diferentes investimentos em ciclovias.

Em nossos pressupostos de modelos primários, os benefícios de todas as políticas de intervenção superam os danos, entre 6 até 24 vezes”, concluem os pesquisadores no artigo.

Leia também: 88% aprovam mais ciclovias em São Paulo, diz pesquisa

Estima-se que essas mudanças trariam grandes benefícios para a saúde pública nas próximas décadas, em dezenas de dólares para cada dólar gasto em infraestrutura. Os maiores benefícios serão a redução da mortalidade por todas as causas”, completam.

Além disso, os autores também observaram que se a Prefeitura de Auckland construísse uma rede de ciclovias segregada e diminuísse as velocidades de tráfego, tais medidas poderiam aumentar o ciclismo em 40% até 2040. No entanto, caso optasse por adicionar pistas apenas em alguns poucos pontos estratégicos, isso só aumentaria o tráfego de bicicletas em 5%.

Embora já existam pesquisas que sustentem que andar de bicicleta nos faz mais felizes, mais saudáveis e até mesmo aumenta a lucratividade de negócios locais, este estudo é pioneiro em concluir como investimentos em infraestrutura cicloviária podem trazer retornos financeiros para as cidades em longo prazo, além do bem-estar físico, social e ambiental.

Quanto maior o número de pessoas que andam de bicicleta, maior a redução de custos de cuidados de saúde.

Embora o estudo ternha se concentrado em Auckland, os pesquisadores acreditam que os princípios gerais se aplicam a outras cidades onde os carros dominam. “Auckland é muito semelhante em design e padrões de transporte de muitas cidades norte-americanas, por isso, esperamos que nossos resultados sejam relevantes também para outros lugares“, explica MacMillan. “Acredito que a maré esteja mudando, tanto na Nova Zelândia quanto em muitos outros países que têm negligenciado a bicicleta nas duas últimas décadas“, completa Alastair Woodward, co-autor do estudo.

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ASSUEL garante pagamento em dezembro do terço de férias aos servidores da UEL

Texto da assessoria jurídica da ASSUEL

A ASSUEL informa aos servidores técnicos administrativos que recebeu no dia 18 de novembro a triste notícia de que os servidores que tem direito de receber suas férias na folha de pagamento de dezembro de 2014 somente o receberiam na folha de pagamento de janeiro de 2015.

Esta situação causou grande tristeza pois significaria que os servidores somente receberiam o terço constitucional de suas férias depois que as férias acabassem.

Isto contrariaria a própria natureza do terço constitucional de férias, o qual é pago justamente para que o servidor possa fazer frente aos gastos que são acrescidos em virtude do merecido descanso.

Os servidores já estavam contando com o merecido pagamento do terço de férias e não receber este valor significaria para muitos um duro golpe.

Passada a questão para nossa assessoria jurídica, foi proposto no dia 19 (sexta-feira) um mandado de segurança coletivo preventivo.

Apesar de o Poder Judiciário estar em recesso, as questões urgentes estão sendo atendidas pelos juízes plantonistas.

O Juiz Plantonista, Dr. Luiz Valério dos Santos, CONCEDEU MEDIDA LIMINAR NA NOITE DO DIA 19 determinando que a UEL efetue o pagamento das férias dos servidores que tem direito na folha de pagamento de Dezembro de 2014 e não somente em janeiro de 2015 como fora anunciado por correspondência encaminhada pelo Pró-Reitor de Recursos Humanos.

O Juiz determinou ainda que se medida for descumprida haverá multa de R$ 1.000,00 (mil reais) por cada servidor que tenha seu direito desrespeitado.

Vejamos trecho da decisão proferida nos Autos nº 0084613-02.2014.8.16.0014:

(…) concedo liminarmente a segurança pleiteada, e determino às autoridades impetradas que se efetuem o pagamento do adicional de 1/3 (um terço) de férias na folha de pagamento do mês de dezembro de 2014, aos servidores técnicos  administrativos da Universidade Estadual de Londrina que tenham esse direito, abstendo-se de efetuar o pagamento dos vencimentos e terço de férias em momento posterior, como comunicado ao impetrante pelo segundo impetrado, sob pena de multa de R$ 1.000,00 (um mil reais) para cada servidor que deixar de receber o terço de férias na folha de pagamento de dezembro de 2014.

A ASSUEL com isso, mantém seu firme compromisso de cumprir o seu propósito institucional, que é a defesa da categoria dos servidores técnicos administrativos da UEL!

A decisão é PARA TODA A CATEGORIA, TANTO ASSOCIADOS QUANTO NÃO ASSOCIADOS AO SINDICATO.

Ainda cabe recurso da decisão.

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Medina dá ao Brasil o primeiro título mundial na principal categoria do surf

O paulista Gabriel Medina, 20 anos, tornou-se hoje (19) o primeiro brasileiro a faturar o título de campeão mundial de surf profissional. Após vencer o havaiano Dustin Payne e avançar para as quartas de final da décima  primeira e última etapa do circuito, disputada nas ondas de Pipeline, no Havaí, Medina viu seu conterrâneo Alejo Muniz vencer o australiano Mick Fanning, 33, segundo colocado no ranking, o que lhe garantiu o título da temporada. O Billabong Pipe Master ainda não foi concluído.

Acompanhado pela internet por milhares de pessoas, o campeonato mobilizou Maresias, praia de São Sebastião, no litoral norte de São Paulo, onde Medina mora e aprendeu a surfar. “O clima aqui é de uma final de Copa do Mundo”, disse à Agência Brasil o bacharel em direito e surfista, Marcos Antônio Ferreira Tenório Júnior. Com um grupo de amigos moradores de São Sebastião, todos praticantes de surf, Júnior viabilizou a instalação de um telão para exibir o evento para quem não tem acesso à internet. “Muitos jovens pobres de São Sebastião surfam, e o sonho de muitos é virar surfista profissional. Isso já acontecia antes, mas agora, com o sucesso do Medina, do Miguel Pupo e do Filipe Toledo, ficou ainda maior. A praia, hoje, parou”.

A conquista de Medina coincide com os 80 anos da prática do surf no país, quando o primeiro brasileiro se equilibrou sobre uma pesada prancha de madeira e deslizou sobre uma onda na praia de Santos (SP), em 1934. Desde que o esporte das ondas se profissionalizou, no final da década de 1970, vários brasileiros conquistaram títulos mundiais na divisão de acesso à elite do surf e em outras categorias (amador e júniores) e modalidades – longboard (praticado com pranchas maiores); ondas gigantes e stand up paddle (SUP). Mas o melhor resultado alcançado até agora por um brasileiro no ranking final da categoria mais disputada foi o terceiro lugar do cabofriense Victor Ribas, em 1999.

Medina não é só o primeiro brasileiro a conquistar o campeonato da principal categoria do surfmundial, ele também é o primeiro latino-americano a se sagrar o melhor do mundo desde 1976, quando foi criado um circuito mundial com várias etapas, nos moldes do atual. Antes disso, apenas o peruano Felipe Pomar exibia o título de campeão do mundo, obtido em 1965, com a vitória no primeiro campeonato mundial oficial da história, ocorrido em uma única etapa. A partir daí, o esporte foi dominado por norte-americanos, australianos e havaianos (apesar de o Havaí ser um estado norte-americano, seus surfistas competem como se fossem uma nação independente).

Por pouco Medina não tirou do fenômeno Kelly Slater o título de mais jovem surfista a vencer o circuito mundial. Quando conquistou o seu primeiro título, em dezembro de 1992, Slater estava prestes a completar 20 anos e dez meses. Já Medina completará 21 anos na próxima segunda-feira (22). Slater, que está com 42 anos, é também o mais velho surfista a se sagrar campeão de um esporte que, além de força física, exige flexibilidade, resistência e equilíbrio.

O título da Associação Profissional de Surf (ASP) consagra a ascensão no cenário internacional do jovem atleta que há tempos era apontado como uma das maiores promessas do esporte. Morador de São Sebastião, no litoral norte de São Paulo, Medina começou a surfar aos 9 anos, por influência do padrasto e, hoje, técnico, Charles Rodrigues. Habituado às fortes ondas da Praia de Maresias, ele começou a confirmar as expectativas já em 2009. Com apenas 15 anos de idade e ainda amador, tornou-se o mais jovem surfista do mundo a vencer uma prova seis estrelas do circuito profissional mundial, disputada na Praia Mole, em Florianópolis (SC). Seu adversário na final, o também brasileiro Neco Padaratz, tinha 32 anos e larga experiência nesse tipo de competição.

Em 2010, o sebastianense venceu o torneio promovido pela Associação Internacional de Surf (ISA), na Nova Zelândia, e se tornou campeão mundial na categoria abaixo dos 18 anos. No segundo semestre de 2011, com então 17 anos, Medina ingressou no seleto time de 36 surfistas que disputam a primeira divisão do circuito profissional, tornando-se o mais jovem surfista a ingressar no pelotão de elite da ASP. E o fez em grande estilo, vencendo duas das cinco etapas que disputou em meia temporada – o que lhe garantiu o 12º lugar no rankinganual. Em 2012, quando participou de todas as etapas, Medina alcançou a sétima posição. No ano passado, terminou em 14º.

Este ano, o brasileiro liderou o ranking durante praticamente todo o ano – um fato raro. Das 10 etapas já concluídas, o brasileiro já venceu três – e ainda pode vencer esse último evento. O tricampeão mundial Mick Fanning também ganhou três campeonatos, mas enquanto o brasileiro já chegou quatro vezes à quinta colocação, o australiano obteve menos resultados semelhantes, terminando em posições piores que Medina nos outros eventos. Já o onze vezes campeão do mundo Kelly Slater até aqui não venceu nenhuma etapa em 2014.

Patrocinado por uma das mais poderosas multinacionais fabricante de artigos de surf desde 2009, a crescente popularidade de Medina lhe rendeu contratos com empresas estranhas à modalidade, como uma montadora de carros de luxo, uma empresa telefônica e fabricantes de celular e de refrigerantes. Só em prêmios, Medina recebeu, este ano, US$ 391 mil. Fora patrocínios, bônus por resultados, royalties por produtos com seu nome e outras ações demarketing.

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