Mês: julho 2018



Prefeito sanciona lei que restringe o consumo de bebidas alcoólicas em vias públicas

Lei da Bebida

O prefeito Marcelo Belinati sancionou, na manhã desta terça-feira (31) a Lei nº 12.744 de 31 de julho de 2018, que restringe o consumo de bebidas alcoólicas nas vias públicas no Município de Londrina. Com isso, fica proibido o consumo de bebidas alcoólicas em locais públicos, como ruas, avenidas, calçadas e praças, entre 22 horas e 8 horas da manhã seguinte.

Além disso, também fica proibido, em qualquer horário, o consumo de bebidas alcoólicas em logradouros públicos no raio de 300 metros de estabelecimentos de Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio. O descumprimento da lei poderá acarretar em multa equivalente a R$ 500,00 a cada pessoa que estiver consumindo bebida alcoólica, duplicadas as sanções a cada reincidência, nos casos citados. O dinheiro arrecadado com a aplicação das multas será revertido à Secretaria Municipal de Educação para realização de campanhas educativas e preventivas sobre o uso de bebidas alcoólicas e seus malefícios.

Lei da Bebida 2De acordo com a lei, poderá haver consumo de bebidas alcoólicas em alguns logradouros, próximos a bares, lanchonetes e restaurantes, apenas nos limites determinados pelo Poder Público em sua autorização e desde que a bebida seja proveniente do respectivo estabelecimento. Também quando houver evento realizado pelo Poder Público ou por particulares, mediante autorização do Poder Público.

A proposta foi elaborada pela própria Prefeitura e se justifica pelos malefícios causados pelo consumo de bebidas alcoólicas em locais públicos, como ao meio ambiente, perturbação do sossego público, poluição sonora, bem como a incompatibilidade de tais atividades com a saúde dos moradores do entorno. Cidades como Umuarama, Campo Grande, Recife e Chapecó, e todo o estado do Acre, já tomaram medidas semelhantes.

Aplicação – O prefeito Marcelo Belinati informou que, com a sanção da lei, a Prefeitura passará para a segunda fase, que é a sua aplicação, para que ela não fique apenas no papel e torne-se uma realidade. Ele explicou que neste primeiro momento será estabelecido um prazo, de 30 a 60 dias, para o município executar ações educativas, com o objetivo de informar o cidadão da vigência da lei. “Vamos definir como serão estas ações em uma reunião que acontecerá ainda hoje. Passado este prazo partiremos para a fiscalização, com a aplicação de multas para os cidadãos que a descumprirem”, disse.

O prefeito enfatizou que a lei visa que todos os cidadãos sejam respeitados na cidade de Londrina. “As pessoas têm o direito de consumir bebida alcoólica, mas não podem promover barulho e algazarras em vias públicas, tirando o sossego dos moradores do entorno”, afirmou. O prefeito disse acreditar que, com a aplicação da lei, além da diminuição do barulho, deverá haver a redução de sujeiras nas calçadas, ruas e praças, e de outros malefícios que o álcool possa eventualmente acarretar, como brigas, tráfico de drogas e acidentes de trânsito.

A fiscalização da aplicabilidade da lei será de responsabilidade da Guarda Municipal de Londrina, mas o efetivo poderá atuar em parceria com outras forças de segurança da cidade. O secretário municipal de Defesa Social, Evaristo Kuceki, disse que Londrina está fazendo o que muitas cidades do Brasil e de outros países já fizeram. “Lugar de beber não é na rua e Londrina está dando exemplo de uma cidade que olha para o futuro”, apontou.

Kuceki explicou que a Guarda Municipal já realizava este tipo de fiscalização, contudo não existia uma lei específica sobre isso, que previa a aplicação de multas. “Agora, além de responder criminalmente por seus atos, o cidadão também será multado administrativamente. Por isso esta lei é um instrumento muito valioso para a Guarda”, frisou.

Lei da Bebida 3Prazos legais – Ao ser notificado, o cidadão deverá apresentar documento de identificação (CPF), além de outros dados como nome completo e endereço, e o pagamento das multas deverá ser realizado até 60 dias a contar da data do auto de infração. O infrator poderá apresentar defesa até 30 dias após o auto de infração. No caso de recurso em andamento, o pagamento deverá ser realizado até 30 dias após julgado.

Após a notificação acerca da decisão administrativa final, caso a sua defesa não seja deferida e se não houver o pagamento da multa, o Poder Público procederá à inserção do nome do infrator junto aos órgãos de proteção ao crédito, bem como poderá solicitar à Procuradoria Geral do Município que sejam inscritos em dívida ativa os autos de infração que não tenham sido pagos na esfera administrativa ou extrajudicial.

Opiniões – A presidente da Associação de Moradores e Amigos do Jardim Higienópolis, Tânia Maris Costa, acredita que esta lei vem para civilizar o consumo de bebida alcoólica na cidade. “As pessoas não serão privadas de consumir o álcool, mas não poderão agir com desrespeito ao sossego público como vem acontecendo. É intolerável a perturbação do sossego e poluição sonora que sofremos constantemente. Isso tem feito mal à saúde dos moradores, afetando nossa qualidade de vida, e temos certeza da necessidade desta lei para Londrina”, frisou.

Outro morador do Jardim Higienópolis, Moises Cardeal da Costa, coaduna com a mesma opinião. Para ele, a aplicabilidade desta lei trará inúmeros benefícios para a cidade, educando e civilizando o uso de bebidas alcoólicas em vias públicas. “Tinha que haver uma regulamentação para isso, pois temos convivido com muito barulho, todos os dias, e isso não pode continuar. Tenho certeza de que Londrina servirá de exemplo para outras cidades do Paraná e de todo o país”, salientou.

O empresário Flávio Meneghetti, representado a sociedade civil organizada, parabenizou o prefeito pela iniciativa e disse que este é o resultado de um parceria muito importante entre a sociedade civil e poderes executivo e legislativo. “Nós, como entidades, nos unimos para encontrar uma solução para um problema muito grave. Além do barulho, convivemos com muita sujeira em frente aos nossos estabelecimentos comercias e casas e isso não pode continuar. Este tipo de comportamento tem que ser limitado e coibido e acreditamos que esta iniciativa possibilitará isso”, destacou.

Também estiveram presentes na solenidade, os vereadores Ailton Nantes, presidente da Câmara de Vereadores, Jairo Tamura e Pastor Gerson Araújo; o tenente-coronel, comandante do 2º Comando Regional de Polícia Militar, Luiz Roberto Costa; além de outros representantes das forças de segurança e a comunidade em geral.

Texto e Fotos: N.com

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PSB indica apoio a Cida governadora, Richa e Canziani ao Senado

Em convenção na noite desta segunda-feira (30), o PSB indicou o apoio à reeleição da governadora Cida Borghetti (PP) e aos senadores Beto Richa (PSDB) e Alex Canziani (PTB). Apesar de a decisão ter sido transferida para a executiva, o clima era de apoio aos três candidatos que compareceram e discursaram durante a convenção.

A governadora Cida Borghetti aproveitou o evento para agradecer o apoio que tem recebido desde que anunciou a intenção de disputar a reeleição. “O PSB é um partido da base aliada que desde o começo está junto conosco, nesses 100 dias de governo. Eu venho hoje – além de pedir o apoio para que possamos estar juntos e firmar uma aliança importante em favor do Paraná – agradecer a todo o apoio que tenho recebido do PSB, esse partido tão forte no Paraná, no Brasil, tão importante para uma aliança de sucesso”, disse Cida Borghetti.

O presidente estadual do PSB, Severino Araujo, destacou a importância de ter Cida à frente do Governo do Estado e dos avanços nas mudanças estruturais que estão ocorrendo no Paraná.”Nós já temos um acordo que vamos integrar uma chapa conjunta com o DEM e PTB nas eleições proporcionais e de apoio à reeleição da governadora Cida Borghetti (PP) e às candidaturas de Beto Richa (PSDB) e de Alex Canziani (PTB) ao Senado”, disse Severino Araújo.
“Eu sou otimista. Quem aposta em varrer para fora, em desagregar vai perder, eu estou confiante. Porque o que  foi discutido, sem documento assinado e sem firma reconhecida, eu considero como válido. E por isso que eu digo, quem está apostando contra essa aliança, não vai sair bem”, completou Severino.

Se a executiva confirmar, será a quinta legenda a declarar apoio à pré-candidatura de Cida Borghetti. Pros, PMB, PTC e PMN também já confirmaram adesão à candidatura de Cida.

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Advogado Gabriel Antunes é candidato a Deputado Estadual

O advogado, cristão e voluntário no terceiro setor, Gabriel Antunes, residente em Londrina, foi aclamado no último sábado, a sua candidatura a Deputado Estadual  pelo PMN.

Com 34 anos de idade e casado, Antunes  participou das eleições municipais de 2016 em Londrina. Ele foi candidato a vice-prefeito. Ele afirma que “o Brasil precisa ter sua classe política renovada e que apenas aqueles políticos que provarem bons feitos devem permanecer”. Disse, também, que “de tempos em tempos é necessário renovar as lideranças e atender às novas demandas da sociedade, com a força e o vigor da juventude”.

Segundo ele, “Londrina pode ter maior representatividade na Assembleia Legislativa, e espera contribuir para o desenvolvimento da cidade e da região Norte, Noroeste e Sudeste do Paraná”.

Um dos principais compromissos do candidato é a prestação de contas. Antunes também promete fazer de sua vida como Deputado Estadual um verdadeiro Big Brother, para que a população acompanhe todas as suas ações em tempo real.

Acompanhe aqui: www.facebook.com/munuspublicum

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MPF reabre investigações sobre assassinato de Vladimir Herzog

O Ministério Público Federal (MPF) em São Paulo reabriu as investigações sobre o assassinato do jornalista Vladimir Herzog, ocorrido em 1975, durante a ditadura militar no Brasil. A reabertura foi possível após a condenação do Estado brasileiro na Corte Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), da Organização dos Estados Americanos (OEA), no início deste mês, pela falta de investigação, julgamento e sanção dos responsáveis pela tortura e assassinato do jornalista.

Jornalista Vladimir Herzog, morto em 1975 pela ditadura militar
Aos 38 anos, Herzog apresentou-se de forma voluntária para depor perante autoridades militares no Destacamento de Operações de Informação – Centro de Operações de Defesa Interna (DOI/Codi). Foi preso, interrogado, torturado e morto no local. Na época, o jornalista foi declarado morto em consequência de “suicídio”, versão contestada por sua família desde o início.

“Queremos a Justiça, queremos conhecer os culpados, mas não é simplesmente uma questão de reviver o passado, mas de construir um futuro melhor. O presente que temos hoje é resultado do passado. Esse passado, se analisarmos os últimos 200 anos do Brasil, não mudou em nada. Os agentes do Estado continuam cometendo crimes e saindo impunes”, disse Ivo Herzog, filho do jornalista, que faz parte da Ouvidoria de Polícias do Estado de São Paulo.

“No ano passado, os agentes do estado [de Sâo Paulo] mataram mais de 900 pessoas. Isso é duas vezes o número de mortos e desaparecidos na ditadura militar em 20 anos. Esses crimes não vão a julgamento, menos de 8% dos crimes são investigados”, lamentou.

Na tarde desta segunda-feira (30), procuradores da República, integrantes do Centro de Justiça e Direito Internacional (Cejil), a viúva do jornalista, Clarice, e o filho, Ivo, concederam entrevista coletiva na sede da TV Cultura, onde Herzog trabalhava, para esclarecer o alcance da decisão da Corte em relação ao caso.

Crime contra a humanidade

Para a Corte Interamericana de Direitos Humanos, o caso Herzog cumpriu os requisitos de crime contra a humanidade, o que extingue as possibilidades de prescrição e de anistia dos torturadores e assassinos. O procurador da República Sergio Suiama, que atuou como perito na CIDH na avaliação do caso Herzog, disse que a forma como se organizou a repressão política no Brasil consistia em um ataque sistemático e generalizado contra a população e que isso foi confirmado com a sentença da Corte.

“[A conclusão é que] aqueles crimes cometidos por agentes da ditadura militar brasileira não eram crimes comuns, eram crimes de lesa-humanidade”, afirmou o procurador. Ele explicou que a condição de crime de lesa-humanidade – ou crime contra a humanidade – tem duas principais consequências jurídicas: a não prescrição e a não suscetibilidade de tais crimes à anistia. Ambas argumentações (prescrição e suscetobilidade à anistia) têm sido usadas no Brasil pela Justiça para que agentes repressores da ditadura militar não sejam responsabilizados.

Aplicação em outros casos

A diretora do Cejil, Beatriz Affonso, destacou que a decisão vale para outros crimes cometidos durante a ditadura militar no Brasil.

“Nos demais casos [de crimes durante a ditadura] que estão já denunciados pelo Ministério Público [Federal], repetem-se as características de crime contra a humanidade. A sentença da Corte não se restringe ao caso do Herzog, por isso que ela  fala de contexto de crime contra a humanidade. Ou seja, ela entende que todas as violações que foram praticadas por militares e civis a mando da ditadura militar, de 1964 a 1985, ocorreram no contexto de crime contra a humanidade”, explicou..

Beatriz ressaltou que a Lei da Anistia, que é amplamente utilizada para obstruir as investigações e trazer para a sociedade a verdade sobre os crimes da ditadura, e a prescrição são dois institutos que não devem mais ser considerados pelo fato de os crimes que ocorreram durante a ditadura no Brasil terem sido em contexto de crime contra a humanidade, reforçando a impossibilidade desses recursos quando o crime tem essa característica, conforme estabelecido pela Corte.

Até agora, o MPF propôs 36 ações penais que tratam de crimes de repressão cometidos durante a ditadura nas comarcas do Rio de Janeiro, de São Paulo, Marabá (Pará), do Tocantins, de Rio Verde (Goiás) e Florianópolis. Na ações, foram denunciados 50 agentes da ditadura.

De acordo com o MPF, as 36 ações penais estão embasadas em provas testemunhais e documentais, que demonstram não só a ocorrência de crime, ocultação de cadáver, homicídio, sequestro, falsificação dos laudos necroscópicos, mas também comprovam a participação dos agentes específicos envolvidos em cada crime.

Precedente de Nuremberg

Segundo o procurador da República Marlon Weichert, que foi testemunha na Corte Interamericana no caso Herzog, desde o julgamento de Nuremberg (Alemanha), ocorrido após a Segunda Guerra Mundial para julgar crimes de guerra e contra a humanidade, o direito internacional “havia consolidado o entendimento de que esses crimes, que são os mais graves, crimes que a comunidade internacional não admite, não podem ficar impunes. E que nenhuma lei interna, nenhum país pode aprovar uma lei que deixe esses crimes impunes, sejam normas de anistia. Os obstáculos domésticos cedem diante da gravidade desses crimes”.

Weichert acrescentou que a Lei da Anistia no Brasil é invalidada após decisão da Corte Interamericana com a classificação de crime contra a humanidade. “O Estado brasileiro, todos os órgãos do Estado brasileiro, Ministério Público, polícia, Judiciário, além de Legislativo e Executivo, precisam aplicar essa decisão da Corte Interamericana”, disse o procurador, referindo-se a todas as ações relativas a crimes de repressão praticados, durante a ditadura militar, contra a população civil.

O procurador lembrou que a Justiça tem barrado ações de crimes ocorridos durante a ditadura, utilizando, sobretudo, os argumentos da ADPF 153 (Arguição de Descumprimento de Direito Fundamental 153), em que o Supremo Tribunal Federal se posicionou contra a revisão da Lei da Anistia. Diante disso, Weichert destacou a importância da decisão da corte internacional, que “reavaliou toda a matéria e subiu um patamar de argumentação. Antes, a Corte falava de graves violações de direitos humanos; agora falou expressamente, qualificou os crimes praticados pela repressão brasileira como crimes contra a humanidade”.

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Em Londrina, Cida debate novo modelo do pedágio no Paraná

A governadora Cida Borghetti faz nesta terça-feira, 31, em Londrina, a segunda audiência pública para discutir o novo modelo de pedágio no Paraná. O encontro no Iapar, a partir das 14h, vai reunir usuários, associações comerciais, empresários, prefeitos, vereadores e lideranças da região Norte do Paraná. Cida tem reiterado que o novo modelo de pedágio terá que contemplar mais obras nas rodovias e tarifas, em média, 50% mais baixas do que as praticadas atualmente.

A primeira reunião foi em Cascavel na terça-feira, 24. A intenção do Estado, segundo Cida Borghetti, é a de iniciar os processos licitatórios das novas concessões em 2020 para que, em 2021, as vencedoras possam assumir as concessões. “Estamos começando a definir, junto com a sociedade, um novo modelo de concessão, que alie mais obras e tarifas mais justas. Queremos saber o que cada região precisa, quanto quer pagar e quais são as obras necessárias para cada uma”, disse.

Cida afirmou, ainda, que a mudança significa justiça tarifária. “Queremos mais segurança nas estradas e mais oportunidades para desenvolvimento dos municípios, porque o valor do pedágio é caro, o modelo é bastante antigo e isso vem impactando muito na vida do cidadão paranaense e no bolso do produtor”.

Há poucas semanas, a governadora Cida Borghetti encaminhou notificações às concessionárias alertando que os contratos seriam finalizados e para que fossem iniciadas as medidas para o encerramento das concessões. Na sequência as reuniões serão em Ponta Grossa, Maringá, Paranaguá, Guarapuava e Curitiba. Os eventos estão sendo organizados pelo DER e pela Agepar.

 

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Rede e Democracia Cristã referendam Jorge Bernardi como candidato ao Governo

Em convenção conjunta ontem,  domingo, 29, a Rede Sustentabilidade e a Democracia Cristã confirmaram a candidatura de Jorge Bernardi (Rede) ao Palácio Iguaçu.Também avalizaram aliança com o PPL, que cedeu o candidato a vice, o advogado Juliano Murbach (PPL). As informações são do Fernando Tupan no Bem Paraná.

O ex-vice-governador Flavio Arns (Rede) foi aclamado candidato a primeira vaga ao Senado, tendo como suplentes Vilson Basso (Cascavel) e Flavio Vicente (Maringá).

Para a segunda. vaga ao Senado, foi escolhido o advogado Luiz Adão Marques (DC), e suplentes a vereadora de Curitiba Fabiane Rosa (DC) e o ex-vice-prefeito de Siqueira Campos, professor Osmar Galvão (Rede).

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A falsa felicidade nas redes sociais

Artigo semanal da psicóloga Mariana Caldeira Hugo

Postar aquela frase no status, aquela foto bem arrumada no Instagram e no Facebook já faz parte da rotina de uma grande maioria das pessoas. Que sensação boa sentimos quando postamos algo e temos muitas visualizações e centenas de curtidas, nos sentimos alegres, satisfeitos e bem-sucedidos.

O vídeo acima nos apresenta um pouquinho de como esse ciclo das redes sociais acontecem. Claro que apresenta uma certa crítica. Ele mostra como as pessoas tem a necessidade de demonstrar algo irreal. E é sobre isso que vamos conversar hoje. Será que esse prazer não tem nos levado a uma fábrica de ilusões, há realização de algo perfeito?

Uma característica desse mundo social é que nunca postamos algo triste, crítico ou ruim, postagens assim não nos sobressaem, não ganhamos muitos “likes” e ainda pode gerar insegurança e uma auto estima abalada.  A busca por mais curtidas e muitos comentários faz com que distorcemos a realidade. Demonstramos nas redes sociais aquilo que queremos que as pessoas vejam, tudo bem, até esse ponto, o problema ocorre quando nossas postagens se tornam irreais, quando queremos apresentar aquela família perfeita, casamento ideal, pessoa mais feliz do mundo. Podemos estar e sermos felizes, mas todos passamos por lutas, as dificuldades existem e quando a maior parte de postagens exibidas não são reais entramos em uma zona de perigo.

Quando temos muitas curtidas, por exemplo, é gerado uma sensação muito prazerosa, nos sentimos importante, nossa auto estima se eleva, e há um aumento também do desejo de mais visibilidade, influenciando no comportamento de mais postagens, gerando assim um ciclo vicioso, e é nesse momento que mora o perigo, as vezes por detrás de uma foto postada, há máscaras, pessoas feridas, em sofrimento, ou um simples dias ruim, porém essa sensação de prazer é momentânea.

No vídeo percebemos ainda uma competitividade, uma postagem “fake” de uma pessoa, vai influenciando outras pessoas e mais uma vez temos um ciclo, e isso é tão real. Não é perceptível mas existe uma cobrança de sucesso, onde desejamos o sucesso do outro, buscamos ser melhores, mais uma vez isso pode não ser ruim, desde que isso ocorra de forma natural sem mentiras e sem o sentimento da inveja.

Nenhuma publicação gloriosa trará a real felicidade, ou o tão desejado sucesso, mas aceitar quem nós somos, com qualidades e defeitos, faz parte do processo para uma felicidade real. Entender que somos suficientes sendo nós mesmos é o maior valor que podemos ter, ser verdadeiro é algo grandioso e o que mais importa. Por isso não devemos valorizar curtidas e redes sociais, mas sim viver as experiências boas ou ruins, porque são elas que vão nos transformar em quem nós somos.

Uma ótima semana!!!!

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PT-PR confirma Dr. Rosinha para Governo do Estado e Mirian Gonçalves para Senado

O Partido dos Trabalhadores do Paraná realizou neste sábado (28), o Encontro Estadual para Definição das Candidaturas e Tática Eleitoral. Cerca de 300 delegados e delegadas aprovaram por unanimidade o nome de Dr. Rosinha, como candidato ao Governo do Estado. Ao longo da semana, será discutido a vice-candidatura ao Governo do Paraná, com possibilidade de coligação com o PCdoB.

Os delegados e delegadas também aprovaram o nome da ex-vice-prefeita de Curitiba, Mirian Gonçalves, para candidatura ao Senado.

O encontro ainda homologou o nome de aproximadamente 40 candidaturas a deputado e deputada federal, e cerca de 40 candidaturas a deputado e deputada estadual. Informações do site do PT

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PV decide não ter candidato à Presidência e recebe convite de Marina

A Executiva Nacional do Partido Verde (PV) decidiu ontem (28), durante reunião em Brasília, que não terá candidato à Presidência da República. O partido também não tem ainda uma posição definida sobre o convite feito pela Rede, no sentido de indicar o candidato a vice na chapa que deverá ser encabeçada por Marina Silva.

“Lamentavelmente não tínhamos condições de apresentar uma candidatura [para a Presidência da República]”, disse o presidente nacional do PV, José Luis Pena, ao deixar a reunião. “Resolvemos, portanto, não ter candidato à Presidência. Marina ofereceu o vice na chapa, mas temos prazo até 5 de agosto para decidir”, acrescentou.

Uma deliberação na reunião de hoje possibilitará que, mesmo indicando o vice da chapa, as unidades regionais terão liberdade para apoiar outras candidaturas. Segundo Pena, essa situação se deve à insatisfação do partido com o atual sistema eleitoral, e aos problemas decorrentes do parlamentarismo de coalizão e da forma como o pleito é processado.

Bolsonaro

“As dificuldades foram criadas por esse sistema velho e por essa política viciada. Estamos em discordância completa com o sistema eleitoral posto. Somos contra esse presidencialismo de coalizão e contra o jeito como essas eleições são processadas. Somos parlamentaristas e acreditamos no voto distrital”, argumentou ao informar que a estratégia para as eleições de 2018 é a de tentar eleger o máximo de deputados federais.

“Respeitamos todos os acordos políticos feitos [a nível local]. Estamos na resistência. Para resistir, precisamos honrar os acordos que viabilizam nossa direção, que é eleger deputados federais”, completou.

Essa liberdade dada às unidades regionais tem um limite: “Foi vetado o apoio ao candidato Jair Bolsonaro. Estamos para ele como o vampiro para o alho. Ele representa um retrocesso muito grande, com propostas que são absolutamente incompatíveis com qualquer sonho de futuro”. Informações de Pedro Peduzzi – Repórter da Agência Brasil

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Convenção do PSD oficializa apoio a Alckmin nas eleições presidenciais

A convenção nacional do PSD referendou hoje (28) apoio ao pré-candidato à Presidência pelo PSDB Geraldo Alckmin. Reunidos na capital paulista na manhã desta sábado, os delegados nacionais do partido aprovaram a aliança com o PSDB, rejeitando a proposta de candidatura própria, que tinha a indicação de Guilherme Afif Domingos para presidente.

O presidente nacional licenciado do PSD, Gilberto Kassab, ressaltou que o apoio do partido ao candidato Geraldo Alckmin é importante, por consolidar uma “candidatura de centro e conciliadora”. “É uma candidatura que procura isolar as propostas radicais, seja as de esquerda ou as propostas conservadoras de direitas. É o rumo que o Brasil precisa”, afirmou Kassab.

Na opinião do presidente licenciado do PSD, o país precisa de “tranquilidade, e de líderes que tenham condições de somar todas as correntes políticas para que possam ser concluídas as reformas para retomada do crescimento e desenvolvimento do país, além da estabilidade econômica, política e social.

“Vamos apresentar nossas propostas de retomada do desenvolvimento, com a expectativa de uma campanha de bom nível para nos consolidarmos como um quadro de renovação na vida pública”, ressaltou Kassab. Informações da Agência Brasil

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