Mês: agosto 2018



Exército de Cida tem 208 candidatos

A governadora Cida Borghetti (PP) terá um exército de 208 candidatos atrás dos votos que podem garantir a sua reeleição. Ao Senado, Cida tem o apoio do ex-governador Beto Richa (PSDB) e do deputado Alex Canziani (PTB). Os candidatos a deputado estaduais de Cida somam 159 e estão divididos em duas coligações. A Paraná firme tem 81 candidatos entre cinco partidos: PP (32 candidatos), PSDB (18), PSB (17), DEM (9) e PTB (5). E a aliança Unidos pelo Paraná concentra outros 78 candidatos a deputado estadual de três partidos: Pros (41 candidatos), PMN (27) e PMB (10). Os 47 candidatos a deputado federal de Cida Borghetti estão na aliança Paraná Forte formada por oito partidos: PSDB (11 candidatos), PP (10), PSB (10), PMN (5), DEM (4), Pros (4), PMB (2) e PTB (1).

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Ratinho Jr. declara voto em Alvaro Dias

Pouca gente prestou atenção, mas o deputado Ratinho Jr. (PSD) disse nesta quinta-feira, 16, pouco antes do debate da Band que, apesar do apoio que recebeu de Jair Bolsonaro (PSL), pretende manter seu voto no senador Alvaro Dias (Podemos). “Fico feliz, agradecido, é um presidenciável obviamente”, disse Ratinho. “Agradeço o gesto do reconhecimento do nosso trabalho pelo estado”, afirmou Ratinho, em referência ao áudio divulgado pelo PSL.  As informações são de Rogério Galindo e Euclides lucas Garcia no blog Caixa Zero da Gazeta do Povo. 

A seguir, Ratinho foi questionado se ficaria com o candidato que faz parte da coligação de seu partido, Geraldo Alckmin (PSDB). Mas o deputado disse que não, que como paranaense pretende apoiar na corrida presidencial o conterrâneo Alvaro Dias. “O partido coligou com o Alckmin, mas vejo que como paranaense é importante prestigiar o protagonismo que o senador Alvaro Dias tem apresentado no Paraná. Acho que é obrigação apoiar o Alvaro Dias”, disse.

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Amoêdo defende 65 anos para aposentadoria e novas regras para o mínimo

Por Ana Cristina Campos, Gilberto Costa e Luiza Damé – Repórteres da Agência Brasil

Primeiro candidato à Presidência da República entrevistado pela Agência Brasil, TV Brasil e pela Rádio Nacional(veículos da Empresa Brasil de Comunicação), João Amoêdo (Partido Novo), defendeu a reforma da Previdência com fixação de idade mínima em 65 anos, desvinculando o reajuste da correção do salário mínimo, mas indexando pela inflação e unificar os regimes dos empregados de empresas públicas e privadas. Também disse que estudaria cobrar contribuição previdenciária dos trabalhadores rurais.

A entrevista foi mediada pela jornalista Roseann Kennedy, com a participação dos jornalistas Luiza Damé, da Agência Brasil, Paulo Leite, da TV Brasil e Valter Lima, da Rádio Nacional.

Confira entrevista na íntegra:

 

Ele afirmou que pretende mudar o sistema educacional, invertendo a prioridade de investimentos do ensino superior para o ensino básico. Segundo ele, é preciso também mudar a política de reajuste do salário mínimo limitando à reposição conforme a inflação.

Questionado sobre temas de segurança pública, Amoêdo se disse favorável à redução da maioridade penal para 16 anos, a privatização dos presídios e o emprego de tecnologia avançada nas fronteiras para rastreamento financeiro dos recursos oriundos do tráfico de drogas, armas e outros ilícitos.

Para o candidato, a intervenção federal na segurança no Rio, que completou seis meses, deve ser interrompida. Segundo ele, é fundamental rever a legislação que concede indultos e progressão de pena. Para Amoêdo, o Brasil “é muito benevolente” com condenados. Defendeu a aprovação da emenda constitucional que prevê a prisão após condenação em segunda instância. Na sua opinião, as medidas reduzem o “sentimento de impunidade no país”.

Amoêdo disse que pessoalmente é contra o aborto, salvo em casos previstos em lei e também entende que cabe ao Congresso Nacional tomar a decisão final sobre a descriminalização do procedimento, não ao Supremo Tribunal Federal (STF). Porém, a ação que discute o assunto está na Suprema Corte.

O candidato do Partido Novo, João Amoêdo, é o primeiro da série de entrevistas que a Empresa Brasil de Comunicação (EBC) fará com os candidatos à Presidência da República.
O candidato do Partido Novo, João Amoêdo, é o primeiro da série de entrevistas que a Empresa Brasil de Comunicação(EBC) fará com os candidatos à Presidência da República. – Marcello Casal Jr/Agência Brasil

A seguir, os principais trechos da entrevista de Amoêdo à EBC

Integração das polícias

Ele defendeu legislação mais rígida e maior integração das polícias, fiscalização de fronteiras e o “fechamento de ciclo” – quando as polícias deveriam atuar desde a repressão ao rastreamento de recursos financeiros dos criminosos. “No Brasil, temos essa separação da Polícia civil e da Polícia militar. Cada uma com tarefas diversas. E que deveriam ser complementares. A integração entre elas é muito ruim, muita fraca, muito baixa. Isso compromete a investigação”.

Também se disse favorável a reforma e gestão dos presídios com a participação da iniciativa privada.“No momento em que falta capacidade de gestão e recursos, essa seria uma medida interessante para a gente avançar mais rapidamente no processo de melhoria dos presídios brasileiros”.

Fronteiras

O candidato afirmou que é preciso melhorar a fiscalização nas fronteiras, com mais emprego de tecnologia. Ele defendeu a maior integração entre a Polícia Federal e as forças policiais estaduais.

Intervenção

Para o candidato, o ideal é que a intervenção federal na segurança pública no Rio de Janeiro, que começou em fevereiro, seja “descontinuada”, ou seja, interrompida. Segundo ele, a entrada do Exército no estado foi positiva, mesmo sem o planejamento adequado, porque “o estágio de criminalidade estava muito elevado” no estado. Porém, lamentou o fato de as emendas constitucionais não poderem ser votadas neste período.

Maioridade Penal

Ele disse que é favorável à redução da maioridade penal para 16 anos, pois argumentou que se o jovem pode votar também deve assumir responsabilidades criminalmente. Ao ser questionado sobre a concessão de indultos para condenados, respondeu que vê o Brasil “muito benevolente“ e promete ser “mais restritivo”.

Segunda instância

Defendeu a aprovação da emenda constitucional que prevê a condenação após julgamento em segunda instância da Justiça. Na sua opinião, as medidas reduzem o “sentimento de impunidade no país”.

SUS

Para o candidato, deve haver a formação de consórcios entre os municípios para atendimento da população por meio de parcerias com o Sistema Único de Saúde (SUS). A proposta é reunir de cinco a sete municípios em parceria para que um hospital atenda a todos. Também propõe criar um vale-saúde, que dará recursos às pessoas para que paguem uma clínica popular ou um plano de saúde mais popular.

Descriminalização do aborto

Ele se disse pessoalmente contra o aborto, salvo em casos previstos em lei. “Entendo que a gente precisa seguir a decisão do Congresso porque ela irá representar a demanda da maioria da população brasileira”. Para o candidato, o governo deve investir na prevenção e educação. “Porque, no meu entendimento, a gente está tirando uma vida humana”. Porém, como a decisão pode ser definida pela Suprema Corte, ele disse que o governo terá de cumprir. “Isso não deveria ser uma decisão do Supremo, mas uma decisão debatida no Congresso. Discordo de essa ideia de o Supremo estar legislando, tomando para si essa responsabilidade”.

Bolsa Família

Amoêdo disse que o programa Bolsa Família “tem um desenho interessante” e é a ação social que atinge a parcela mais pobre da população, obrigando a escolarização e a custo baixo. Segundo ele, será preciso trabalhar mais a educação para criar “portas de saída” do Bolsa Família. “A gente tem que medir o sucesso pela quantidade de pessoas que saem e não pela quantidade das pessoas que entram”. Ele acrescentou que vai manter o programa caso eleito.

Educação

Para ele, é necessário “mudar os pesos” dos investimentos em educação, alertando que a União gasta mais com o ensino superior e menos com ensino básico. Segundo ele, atualmente, são investidos R$ 75 bilhões no ensino superior, e cerca de R$ 54 bilhões no fundamental. “A gente tem que inverter esse processo”, disse.

Também disse que é preciso melhorar a gestão e atrair mais “gente boa” para pedagogia e mudar o currículo, alterando-o para que a parte teórica fique reduzida.  O candidato também propõe um vale-educação para que a pessoa possa ir na escola privada e matricular o filho – serão selecionadas regiões com possibilidade e famílias que atendam aos critérios.

“Quem tem recurso consegue colocar o filho em escolas melhor de qualidade, e consequentemente abre oportunidade para quem tem um certo patamar de renda. Aquele com patamar menor tem menos oportunidade. E você vai perpetuando essa desigualdade na sociedade brasileira”, afirmou.

Segundo ele, não haveria necessariamente redução do investimento na rede pública, mas se criaria uma “concorrência”, obrigando a escola pública a ter mais eficiência. “Se uma boa parte migrasse [para escola privada], você precisaria de menos recursos na escola pública. A preocupação é sempre atender toda a população que precisa. Não gastar nenhum tostão a menos, mas você dá a possibilidade ao cidadão de escolher. E a escola pública para receber os recursos e os alunos teria que trazer eficiência”.

Cotas

Segundo ele, o ideal é não mexer na política de cotas an educação. Porém, é preciso avançar, de acordo com o candidato, dando mais oportunidades para população de baixa renda ao aprendizado, resolvendo assim uma “falha do Estado”. “Não mexeria na [política de] cotas, mas não acho uma boa solução”. Para ele, é importante que os investimentos sociais venham a tornar as cotas desnecessárias no futuro.

Emprego e impostos

Ele defendeu que o Estado crie condições básicas para a geração de empregos, pela iniciativa privada, para os desempregados como também para os desalentados, pessoas que nem procuram mais trabalho. Segundo o candidato, é preciso garantir a “liberdade econômica” no país, para que as pessoas empreendam mais, o que passa pelo equilíbrio das contas públicas, estímulo à concorrência no setor financeiro para reduzir o custo do crédito, simplificação de tributos (juntar IPI, ICMS, PIS, Cofins e ISS em um único tributo IVA), facilitar a abertura e fechamento de empresas e abrir a economia brasileira. De acordo com Amoêdo, é fundamental “dar segurança jurídica” para dar “um horizonte para que as pessoas possam investir”.

“Juntando tudo isso, a gente vai criar um ambiente propício ao empreendedorismo e à geração de empregos”.

Salário mínimo

Admitiu que teme “soluções artificiais” para reajustar o salário mínimo desvinculado da produtividade. Reconheceu que o “salário mínimo é muito baixo”. Defendeu reajuste com base na inflação. Para o candidato, o valor pode aumentar com o aperfeiçoamento da produtividade da força de trabalho, estagnada desde 1994.

“O que me preocupa, às vezes, é que a a gente começa a subir muito O salário mínimo e você empurra muitas pessoas para a informalidade, especialmente as pessoas que querem treinamento. Por outro lado, o salário mínimo tem um valor muito baixo para a pessoa se manter. O problema não é o salário mínimo, é a falta de produtividade do trabalhador brasileiro”, disse.

Para o candidato, o salário mínimo não deveria ser usado como indexador dos benefícios previdenciários, por exemplo.

Previdência

Defendeu que a Reforma da Previdência “tem que ser feita”. Segundo ele, uma reforma simples que estabeleça a idade mínima de 65 anos para se aposentar, limite de contribuição para a aposentadoria integral, desvincular a indexação do salário mínimo para inflação e o fim da distinção entre os sistemas que pagam os funcionários públicos e os empregados dos regimes privados. Ele promete avaliar contribuição previdenciária para os trabalhadores rurais.

Redução de Ministérios

Amoêdo defendeu a redução dos ministérios para no máximo 12 pastas. Atualmente, o país tem 24 ministérios e cinco pastas com status de ministério. E defendeu também a privatização das empresas estatais.

O candidato também defendeu número menor de senadores e deputados federais: 54 senadores e 342 deputados federais.

Considerações finais

Amoêdo aproveitou um minuto para detalhar que a criação do Partido Novo teve o objetivo de construir um Brasil diferente, seguro, simples e livre, sem privilégios para alguns. “Trazendo gente nova que vai dar exemplo, cortando mordomias.”

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TSE recebe pedido para impugnar candidatura de Jair Bolsonaro

 TSE impugnar candidatura de Jair Bolsonaro eleições 2018

 Um advogado de Mangaratiba (RJ) entrou com um pedido no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para barrar o registro de candidatura de Jair Bolsonaro(PSL) à Presidência da República. O processo foi distribuído ao ministro Napoleão Nunes Maia Filho, que também relata o registro de candidatura do presidenciável. Na ação de representação, Rodrigo Phanardzis Ancora da Luz destaca que o deputado federal é réu em ação penal no Supremo Tribunal Federal (STF), por suposto crime de apologia ao estupro e injúria.

O advogado diz que réus em ação penal não podem ser candidatos à Presidência da República. Ele cita dispositivo da Constituição Federal, que prevê que o presidente ficará suspenso de suas funções nas infrações penais comuns, se recebida a denúncia ou queixa-crime pelo Supremo Tribunal Federal.

Em uma das duas ações penais no STF, o candidato à Presidência é réu por injúria e apologia ao crime. A autora é a deputada federal Maria do Rosário (PT-RS), sobre quem Bolsonaro declarou, em 2014, que “não estupraria a deputada porque ela não mereceria”. A outra denúncia é do Ministério Público Federal (MPF), que enxerga, na conduta do deputado, incitação ao crime de estupro.

Ao tentar barrar a candidatura de Bolsonaro no TSE, o advogado destaca entendimento do STF de que réus na linha sucessória da Presidência da República estão impedidos de substituir o presidente. “Ora, sendo o candidato réu numa ação penal, indaga-se como poderá o mesmo exercer a função de presidente da República?”, questiona.

Conclui-se que, em se tratando de candidato réu em ação penal perante o STF, o mesmo não pode ser candidato ao cargo de presidente pois, na hipótese de vir a ser eleito, não poderá exercer a função de responder pelo Poder Executivo, precisando, portanto, ser indeferida desde já a sua candidatura”, afirma o advogado na petição assinada nesta quarta-feira, 15.

A assessoria de Bolsonaro foi procurada, disse que não se manifestaria e pediu que a presidência do PSL fosse procurada. A presidência da sigla não foi localizada pela reportagem.

Resolução

O TSE prevê que podem impugnar registros de candidatura qualquer candidato, partido político, coligação ou o Ministério Público. A resolução da Corte também concede um prazo para “qualquer cidadão no gozo de seus direitos políticos dar ao juízo eleitoral notícia de inelegibilidade que recaia em candidato com pedido de registro apresentado pelo partido político ou pela coligação”.

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Ratinho Júnior pede censura, mas não prova que vídeo é “fake news”

O Ministério Público Eleitoral considerou improcedente a representação do candidato Ratinho Júnior (PSD), que tenta censurar a divulgação de um vídeo que circulou na Internet. Preocupado com sua imagem, o candidato alegou que se tratava de “fake news” e de “propaganda negativa antecipada”. E pediu para a Justiça tirar o material do ar e conseguiu, através de uma cautelar, decisão temporária que é tomada antes do julgamento do mérito.

O procurador regional eleitoral Adriano Barros Fernandes aponta no parecer do Ministério Público que Ratinho Junior não conseguiu demonstrar que os fatos divulgados no vídeo sejam falsos. “Não há que se falar em fatos sabidamente inverídicos uma vez que nem o próprio representante (Ratinho Júnior) cumpriu o ônus probatório”, explica o procurador.

Também não demonstrou que o material tenha ferido a honra nem prejudicar qualquer pretenso candidato. “Notícias que possam ter reflexos negativos para determinado candidato não se traduzem, necessariamente, em anúncios positivos a outros”, diz o parecer.

Barros Fernandes também adverte: “É possível imaginar o que aconteceria se os aspectos negativos que os candidatos tentam a todo custo esconder, muitas vezes com sucesso, não chegassem a conhecimento dos eleitores”.

“Assim, é de interesse do eleitorado tanto a publicidade positiva quanto a publicidade negativa sobre os candidatos, pois as pessoas poderão melhor formar sua convicção a partir do sopesamento dos aspectos bons e maus que circundam o candidato”, afirma o promotor ao pedir o indeferimento da representação de Ratinho Júnior.”

*(N.R.: sopesamento = ato de calcular, ponderar, estimar, considerar, apreciar, avaliar, pesar, observar, examinar, analisar)

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Cida se destaca pela firmeza e realizações

No primeiro debate entre os candidatos ao Governo do Paraná, Cida Borghetti (PP) apresentou propostas práticas para promover o desenvolvimento social, ambiental e econômico do Paraná. Única mulher, entre os cinco concorrentes, Cida demonstrou serenidade, sua marca registrada, e firmeza ao falar sobre segurança pública, infraestrutura, saúde, educação e gestão pública.

Reconhecida nacionalmente pela autoria da lei que institui a luta pelo combate ao câncer de mama e pelos projetos de atenção à primeira infância, a atual governadora do Paraná disse que irá priorizar a prevenção e regionalização da saúde. Afirmou ainda que instituiu uma nova metodologia de trabalho ao Governo do Estado, com gabinete de portas abertas onde o diálogo é constante. “Trabalhamos de domingo a domingo, ouvindo e discutindo com todos os setores as demandas do Paraná”, afirmou.

Cida respondeu sete perguntas e deixou claro que tem responsabilidade ao formar uma equipe de governo. “Formei uma equipe técnica, com conhecimentos específicos para as áreas que atuam. Busquei especialistas dentro do nosso estado e é assim que vou continuar fazendo. Priorizando a competência e não os acordos políticos”, lembrou.

Enquanto os demais candidatos se espinhavam, a pepista não partiu para o ataque. Ratinho Júnior (PSD) até tentou. Dr. Rosinha (PT) forçou situações, mas sem sucesso. “Eu tenho responsabilidade para com os mais de 11 milhões de paranaenses”, disse a governadora lembrando que a missão de seu governo é cuidar das pessoas, sem distinções.

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Prefeitura promove melhorias no entorno do Aeroporto

Recuperação do asfalto da avenida Salgado Filho

Aqueles que trafegam pelas vias do entorno do Aeroporto Governador José Richa, na região leste da cidade, já podem perceber as melhorias que a Prefeitura de Londrina, por meio da Secretaria Municipal de Obras e Pavimentação (SMOP) está realizando. Isso porque são diversos trabalhos de micropavimentação, recape e reperfilagem que estão sendo feitos.

Na Avenida Alziro Zarur, os profissionais da SMOP estão finalizando a capa asfáltica da via, no trecho de 180 metros, que compreende as Ruas do Tuím e Graúna. Assim, para que a avenida duplicada seja aberta ao tráfego de veículos bastará a finalização do reboco do muro, a construção das calçadas em torno dele e a pintura da sinalização viária feita pelos colaboradores da Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU). O que deve ser feito nos próximos 15 dias. A via paralela à Alziro Zarur também recebeu a reperfilagem do pavimento, que é uma camada de revestimento asfáltico um pouco mais fino que o utilizado no recape.

Na próxima semana, os trabalhos de recape asfáltico continuarão na extensão da Avenida Alziro Zarur no trecho que engloba o entorno do Pronto Socorro do Hospital Universitário de Londrina (HU) até a Avenida Santos Dumont, chegando na Praça Nishinomiya, onde os técnicos da Secretaria de Obras e Pavimentação estão ajudando a reformar ao fazer a troca do alambrado da praça. Já os funcionários da CMTU estão trabalhando no conserto das calçadas e dos equipamentos públicos.

Além disso, ontem (15), por meio do Consórcio Público Intermunicipal de Inovação e Desenvolvimento do Estado do Paraná (Cindepar), foi finalizada a micropavimentação da Rua Augusto Severo, onde toda sua extensão foi melhorada, desde a rotatória da Praça João Negrão até seu final na Avenida Paul Harris. No mesmo dia, iniciou-se a micropavimentação na Avenida Salgado Filho, do trecho que engloba a rotatória da Praça João Negrão até a Rua Otávio Palhares. Ela deve ser finalizada nesta sexta-feira (17).

Segundo o secretário municipal de Obras e Pavimentação, João Verçosa, este serviço era uma demanda muito esperada pelos que transitam pela região leste, o que vem beneficiar a todos. “Há muito anos que essa região não recebia nenhum tipo de recape ou melhorias na pavimentação, a não ser o tapa buracos. Esse serviço que estamos realizando de recape e micropavimento em algumas vias vai melhorar e muito as condições de segurança, não só para os motoristas, mas também para os pedestres que caminham pelo local”, frisou.

Por meio de um contrato de convênio estabelecido entre a Prefeitura de Londrina e o governo do Estado do Paraná foi possível recapear todas as vias do bairro Jardim Monte Rei. Em seguida, os profissionais começaram o recape no Jardim Guararapes, que fica próximo ao HU. Este serviço será finalizado hoje (16).

Em seguida, na próxima semana os que passam pela Rua Jurema, no Jardim Antares, verão a diferença, pois a rua também será recapeada a partir de amanhã (17) e em três dias deve ser finalizada, melhorando, assim, a qualidade do trajeto e a segurança dos motoristas e pedestres. Além desse serviço, a Secretaria Municipal do Ambiente (Sema) e a Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU) realizaram a poda das árvores das principais vias da região leste. Informações do NCOM

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Barroso é confirmado como relator de registro da candidatura de Lula

 A presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Rosa Weber, decidiu hoje (16) que o ministro Luís Roberto Barroso será o relator do pedido de registro de candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A ministra ainda não decidiu sobre quem irá julgar os pedidos de impuganção da candidatura do candidato.A decisão da ministra foi necessária após o ministro Barroso pedir à presidência do TSE que avalie se o registro para concorrer nas eleições de outubro e as impugnações devem ter o mesmo relator.  Os advogados do PT também pediram que o caso fosse esclarecido.

Ontem (15), poucas horas depois de o PT entrar com o pedido de registro da candidatura de Lula à Presidência da República, o Ministério Público Eleitoral (MPE) protocolou uma impugnação (questionamento), argumentando que o ex-presidente não é elegível, de acordo com os critérios da Lei da Ficha Limpa. O registro foi distribuído para o ministro Barroso.

Outras duas impugnações, movidas pelos candidatos a deputado federal Alexandre Frota (PSL) e Kim Kataguiri (DEM), também foram protocoladas, mas antes de o pedido de registro de Lula ter sido incluído no sistema do TSE. Assim, tais questionamentos acabaram sendo distribuídos a outro relator, o ministro Admar Gonzaga.

Em tese, o ex-presidente estaria enquadrado no artigo da Lei da Ficha Limpa, que impede a candidatura de condenados por órgãos colegiados. No entanto, o pedido de registro e a possível inelegibilidade precisam ser analisados pelo TSE. O pedido funciona como o primeiro passo para que a Justiça Eleitoral analise o caso.

Ao decidir a questão, Rosa Weber entendeu que os pedidos de impugnação que são feitos fora do processo do pedido de registro não definem o relator do caso. Com o entendimento, as impugnações ficam sob a relatoria de Gonzaga.

“Impugnações autuadas em apartado ao registro de candidatura não tem condão de definir o juiz natural da causa”, diz a ministra, na decisão.

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Secretária de Educação de Londrina é vencedora do Prêmio Espírito Público

premio.educação.DP

A secretária municipal de Educação, Maria Tereza Paschoal de Moraes, foi vencedora do Prêmio Espírito Público, na categoria educação, que premia a trajetória de servidores públicos que fizeram a diferença. A cerimônia ocorreu ontem, terça-feira(14), no Museu de Arte do Rio (MAR).

É a primeira edição e a iniciativa é da organização, sem fins lucrativos, Instituto República e pela Agenda Brasil do Futuro. O prêmio recebeu 375 inscritos, de todos os estados do Brasil, em diversas áreas. Como prêmio, a secretária Maria Tereza e outros três servidores públicos das áreas de Segurança, Gestão e Meio Ambiente recebem R$ 50 mil e uma viagem Londres, para uma troca de experiência com instituições públicas britânicas.

O prefeito de Londrina, Marcelo Belinati, parabenizou a secretária e ressaltou o processo pelo qual ela passou para ser escolhida para o cargo. “Tivemos um processo inovador, no qual o conhecimento prévio foi valorizado. Ver agora esta premiação, só nos reforça que acertamos na forma. Trata-se de uma profissional de grande valor que veio somar ao ótimo quadro de profissionais que temos na educação”, destacou.

Perfil – Maria Tereza é servidora pública desde o ano 2000. Assumiu a Secretaria Municipal de Educação de Londrina desde o início da gestão do prefeito Marcelo Belinati, em 2017, sem indicação política. Para comandar o cargo, ela passou por um processo de seleção, onde passou em primeiro lugar. Antes, dedicou 18 anos de sua carreira em Ourinhos/SP, onde também atuou como secretária de Educação, entre 2013 e 2016.

Maria Tereza ressaltou que se sente muito feliz em receber este prêmio, pois simboliza o reconhecimento de todo trabalho prestado ao setor público. “Represento hoje milhões de servidores públicos que trabalham com seriedade, que focam na excelência, que querem atender as pessoas que precisam do serviço público com dignidade e respeito.  Represento professores, servidores da educação pública brasileira e é uma dádiva receber este prêmio, que tem o objetivo de destacar histórias que deram certo no setor público”, salientou.

Em sua trajetória, o destaque é a Central Única de Vagas, criada para organizar e dar celeridade na inserção de crianças na Rede Municipal de Ensino e diminuir as filas para o serviço. A iniciativa foi implantada em Londrina em 22 de fevereiro de 2017, e anteriormente em Ourinhos, na época em que Maria Tereza foi secretária de Educação da cidade.

A secretária explicou que, por meio de uma atitude simples e sem recursos financeiros, a Central Única de Vagas permitiu organizar o atendimento e consequentemente diminuir a espera por uma vaga na Educação Infantil e a quantidade de ações judiciais neste sentido, reduzindo de 600 ações em 2016 para 17 em 2017. Além disso, no início de 2017 havia uma expectativa de oito mil crianças na fila de espera e hoje pouco mais de três mil.

“Antes o pai pedia a vaga para o filho em dez escolas diferentes, deixava o nome na fila de espera nas dez e recebia não em todas. Hoje esta demanda é centralizada na Central de Vagas, que faz o cadastro de famílias, com crianças na faixa etária de zero a três anos, e realiza a triagem e gestão de vagas para ingresso na rede pública municipal”, explicou Maria Tereza.

Desde sua criação, Central de Vagas de Londrina oportunizou a quase seis mil alunos o encaminhamento para os Centros de Educação Infantil municipais e filantrópicos. Foram realizadas 11.784 entrevistas, necessárias para avaliação de cada caso e posterior matrícula. Diariamente, são realizados 40 cadastros em média na Central de Vagas, inclusive para alunos com necessidades especiais. Informações do NCOM

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Prazo termina e todos os 13 candidatos se registram no TSE

Informações de Luiza Damé – Repórter da Agência Brasil

Encerrado o prazo para registro das candidaturas, os partidos políticos apresentaram 13 nomes para disputar o Palácio do Planalto, sem surpresas em relação às decisões das convenções nacionais.

Segundo dados disponíveis no Sistema de Divulgação de Candidaturas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o patrimônio declarado dos presidenciáveis chega a R$ 834 milhões.

Pelas relações de bens apresentadas à Justiça Eleitoral, os candidatos têm patrimônio que varia de zero a R$ 425 milhões. O candidato com maior patrimônio é João Amoêdo (Novo), que construiu sua carreira do mercado financeiro. O candidato do Patri, Cabo Daciolo, conforme o portal do TSE, não apresentou declaração de bens.

Já Amoêdo declarou casas, apartamentos, carros, joias, quadros, objetos de arte, título de clube, aplicações, embarcação, salas comerciais e depósito em conta corrente.

Henrique Meirelles (MDB) declarou R$ 377,5 milhões, incluindo depósito em conta no exterior, cotas de capital, título de clube, aplicações, apartamento e carros. Engenheiro de formação, Meirelles construiu a carreira no mercado financeiro, tendo sido presidente do BankBoston.

O terceiro candidato com maior patrimônio é João Vicente Goulart (PPL), totalizando R$ 8,6 milhões declarados. A relação de bens apresentada ao TSE inclui cotas de capital e imóveis. Na sequência, vêm o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que declarou patrimônio de R$ 8 milhões; e José Maria Eymael (DC), com R$ 6,1 milhões declarados.

Pelo calendário eleitoral, o TSE tem até o dia 17 de setembro para julgar os pedidos de registro de candidaturas. Esse também é o prazo final para que os partidos substituam nomes nas chapas, exceto em caso de morte de candidato.

A seguir candidatos que pediram registro e o respectivo patrimônio:

. João Amoêdo (Novo)  –  R$ 425 milhões

. Henrique Meirelles (MDB) –  R$ 377,5 milhões

. João Goulart Filho (PPL) –  R$ 8,6 milhões

. Luiz Inácio Lula da Silva (PT) – R$ 8 milhões

. José Maria Eymael (DC) – R$ 6,1 milhões

. Alvaro Dias (Pode) – R$ 2,9 milhões

. Jair Bolsonaro (PSL) – R$ 2,3 milhões

. Ciro Gomes (PDT) – R$ 1,7 milhão

. Geraldo Alckmin (PSDB) – R$ 1,4 milhão

. Marina Silva (Rede) – R$ 118,8 mil

. Vera Lúcia (PSTU) – R$ 20 mil

. Guilherme Boulos (PSOL) – R$ 15,4 mil

. Cabo Daciolo (Patri) – não declarado

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