Mês: outubro 2018



Cida e Ratinho Jr se reúnem na terça para definir o início da transição

Ao que tudo indica o início do processo de transição do Governo do Paraná, marcado para o dia 3 de dezembro, será adiantado. O assunto foi tratado pela governadora Cida Borghetti (PP) e pelo governador eleito Ratinho Jr (PSD) hoje em Brasília. Os dois se reuniram com a bancada federal para definir as emendas ao orçamento da União de 2019 e a governadora sinalizou positivamente para a antecipação.

Um novo encontro ficou agendado para a tarde de terça-feira (6) no Palácio Iguaçu, quando os dois devem avançar nas conversas e, em consenso, definir o funcionamento e a nova data para o início da transição.

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Bolsonaro confirma astronauta Marcos Pontes para Ministério da Ciência e Tecnologia

O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) confirmou na manhã desta quarta-feira, 31, o nome do tenente-coronel Marcos Pontes, do mesmo partido, para o Ministério da Ciência e Tecnologia. Nesta eleição, ele concorreu como segundo suplente do senador eleito Major Olímpio (PSL-SP). As informações são de  Paulo Beraldo no Estadão.

“Comunico que o Tenente-Coronel e Astronauta Marcos Pontes, engenheiro formado no ITA, será indicado para o Ministério da Ciência e Tecnologia. É o quarto Ministro confirmado!”, escreveu. Durante a corrida presidencial, Pontes atuou na campanha de Bolsonaro neste ano.

Na terça-feira, o astronauta declarou ao telejornal Bom Dia, RN, da Inter TV, afiliada da Rede Globo, que havia aceitado o convite. “Fui convidado e já aceitei, convite está aceito”, disse. “Assumo o ministério, fico os quatro anos e depois, eventualmente, posso entrar no Senado para continuar o trabalho dentro do Congresso”, afirmou na entrevista.

Marcos Pontes nasceu em Bauru, no interior de São Paulo, e formou-se em engenharia no Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA). Ele ganhou notoriedade em março de 2006, quando se tornou o primeiro e único astronauta brasileiro a viajar para o espaço. O futuro ministro tentou a sorte na política em 2014, quando disputou uma vaga como deputado federal por São Paulo. Na ocasião, recebeu pouco mais de 43 mil votos e não foi eleito.

Em vídeo nas redes sociais divulgado esta semana, Pontes afirmou que “há muitas coisas a fazer” e que sua prioridade será a educação. “Educação para formar cidadãos qualificados. Ciência, para desenvolver ideias e soluções específicas para o Brasil. Tecnologia, para transformar ideias em inovações, que vão se transformar em novos produtos, que vão se transformar em novas empresas, que vão criar novos empregos. Esse ciclo virtuoso é o que a gente quer criar no Brasil. Estou muito feliz”, disse, afirmando estar orgulhoso de sua cidade ter um ministro no governo.

Novos ministros

Bolsonaro também já anunciou os nomes do deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS) para assumir a Casa Civil, do economista Paulo Guedes para o Ministério da Economia, pasta que englobará os ministérios da Fazenda, do Planejamento e da Indústria e Comércio Exterior, e também do general Augusto Heleno para chefiar o Ministério da Defesa.

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Onyx entrega a Padilha os primeiros 22 nomes da equipe de transição

Informações de  Marcelo Brandão

O deputado federal Onyx Lorenzoni (DEM-RS) entregou hoje (31) os primeiros 22 nomes da equipe de transição, por parte do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), para o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, durante reunião no Palácio do Planalto. São nomes, em sua maioria, das áreas econômica e de infraestrutura. Porém, os nomes são mantidos sob sigilo.

“Tivemos a possibilidade de conversar com as áreas técnicas da Casa Civil, que nos permitiu uma visão dos avanços obtidos e vai permitir que o presidente Jair Bolsonaro tenha condições de decidir o que será implementado no curto, médio e longo prazo”, disse Onyx.

O parlamentar foi confirmado pelo presidente eleito para assumir a Casa Civil e também tem sido o interlocutor da equipe de Bolsonaro com o governo do presidente Michel Temer. Ao lado de Padilha, Onyx conduzirá os trabalhos de transição.

De acordo com Onyx, Bolsonaro virá a Brasília na próxima semana para conversar com o presidente Michel Temer e dar continuidade à definição da estrutura ministerial. “Ele já vai na próxima semana dar as primeiras sinalizações em relação tanto à estrutura ministerial quanto aos principais programas, projetos ou áreas que ele vai determinar que a equipe de transição se foque prioritariamente.”

A reunião de Padilha e Onyx começou por volta das 16h30, no gabinete da Casa Civil, no quarto andar do Planalto. É a primeira vez que representantes dos governos atual e eleito se encontram.

Nomes

Os nomes serão submetidos à análise da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), como é praxe em caso de contratações pela União. Em seguida, as nomeações serão publicadas no Diário Oficial. Os trabalhos entre técnicos dos dois governos ocorrerá no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) de Brasília. No local, há 22 salas.

Ainda não há definição se o presidente eleito vai indicar nomes paras todas as 50 vagas a que tem direito.

Processo

Padilha afirmou que o processo de transição começou oficialmente hoje ao receber os primeiros nomes da equipe de Bolsonaro. “Iniciamos hoje oficialmente o processo de transição. Queremos fazer uma transição com tranquilidade e dando condições as maiores possíveis para o novo governo.”

O presidente Michel Temer e seus ministros já haviam manifestado a intenção de realizar uma transição “tranquila” e “transparente”, informando todos os atos que o governo já realizou e que ainda estão em andamento, as receitas e despesas do Estado e as propostas para reduzir o déficit nas contas públicas.

A reforma da Previdência é uma dessas propostas, que poderá ser encampada ainda este ano, caso o atual governo concorde com o texto atual, em trâmite no Congresso. Bolsonaro indicou que quer dar continuidade ao tema no Congresso.

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Bolsonaro vai criar superministério da Economia

Os ministérios da Agricultura e Meio Ambiente serão fundidos no governo do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), assim como as pastas da Fazenda, do Planejamento e da Indústria e Comércio – formando este último o superministério da Economia. A decisão foi anunciada hoje (30), após reunião na casa do empresário Paulo Marinho, no Rio de Janeiro.

O coordenador de economia da campanha de Bolsonaro, Paulo Guedes, apontado como futuro ministro da Economia, confirmou a criação do superministério, enquanto o deputado federal Onyx Lorenzoni (DEM-RS), indicado para Casa Civil, reiterou sobre a fusão do Meio Ambiente com a Agricultura.

Guedes e Onyx conversaram com os jornalistas após reunião, onde trataram sobre a formatação do governo e o início dos trabalhos da transição. Amanhã (31), Onyx deverá ir a Brasília para se reunir com o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, que coordena a equipe de transição do governo Temer.

Redução de ministérios

Onyx afirmou que o objetivo é reduzir de 29 ministérios para 15 ou 16. Guedes acrescentou que a junção das pastas é importante para dar agilidade às decisões.

“Nós vamos salvar a indústria brasileira. Está havendo uma desindustrialização há mais de 30 anos. Nós vamos salvar a indústria brasileira, apesar dos industriais brasileiros”, disse Guedes.

Guedes disse que o governo pretende simplificar e reduzir drasticamente o número de impostos. “Será uma abertura gradual. E a razão do Ministério da Indústria e Comércio estar próximo da Economia é para justamente existir uma mesma orientação econômica em tudo isso. Não adianta a turma da Receita ir baixando os impostos devagar e a turma do Ministério da Indústria e Comércio abrir muito rápido. Isso tudo tem que ser sincronizado, com uma orientação única.”

Previdência

Ambos confirmaram também que o próprio presidente eleito que vai conduzir a discussão sobre a reforma da Previdência. “A reforma da Previdência, quem comanda essa decisão é o presidente. O professor Paulo Guedes e toda equipe estão conversando com o presidente, que vai nos sinalizar”, disse Onyx.

Ontem (29) Bolsonaro, em entrevistas a emissoras de televisão, afirmou que pretende vir a Brasília na próxima semana quando se reunirá com o presidente Michel Temer e também pretende agilizar o debate sobre a reforma da Previdência.

Para Guedes, quanto mais rápido o processo avançar, melhor. “Do ponto de vista econômico, quanto mais rápido melhor. Nós estamos atrasados, essa reforma podia ter sido feita lá atrás. Agora, existe um cálculo político”, observou.

Em seguida, o futuro ministro da Economia acrescentou: “Acho que, na parte econômica, nós devemos avançar o mais rápido possível. O nosso Onyx, corretamente, não quer que uma vitória nas urnas se transforme em uma confusão no Congresso”.

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Prefeitura amplia convênio com a UEL com foco na transparência e agilidade

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uel.termo.assinatura.V2Informa Marcelo Frazão, que a consultoria especializada da Universidade Estadual de Londrina (UEL) para reorganizar os processos licitatórios da Prefeitura de Londrina, instalar indicadores e promover análises econômicas foi renovada, por mais um ano, nesta terça-feira (30). A renovação foi feita após o anúncio dos resultados à comunidade, com base no trabalho de quase um ano.

O prefeito de Londrina, Marcelo Belinati, destacou que a organização das licitações diminuiu, por exemplo, a falta de medicamentos nos postos de saúde da rede municipal. “Era um problema muito crítico e que está sendo minimizado de forma importante. A parceria com a UEL dá clareza, promove mais transparência, eficiência e economia para entregarmos serviços públicos de mais qualidade”, definiu o prefeito.

“O trabalho do NIGEP e da UEL é um marco. Devolvemos para a sociedade a nossa expertise. Trata-se de uma pequena mostra da colaboração possível que a nossa universidade pode dar para Londrina”, afirmou o vice-reitor da UEL, Décio Sabbatini, ao assinar a renovação da cooperação com a Prefeitura.

A parceria inicial com o Núcleo Interdisciplinar de Gestão Pública (NIGEP) da UEL provocou economia de cerca de R$ 7 milhões para os cofres municipais, com a melhoria dos processos de compras. Quase metade desse valor foi economizado em 2018. O cálculo foi apresentado pela Prefeitura e pela equipe do NIGEP que, desde 2017, monitora e avalia quase 150 licitações permanentemente abertas no Município.

uel.termo.assinatura.V3A “força-tarefa” do NIGEP envolve professores, mestres, doutores e pesquisadores de Economia, Administração, Contabilidade e Serviço Social. A equipe tem como alvo a gestão pública e, ao longo do último ano, prestou uma consultoria avaliada em R$ 816 mil – a custo zero para a Prefeitura de Londrina.

Junto com várias medidas, a consultoria para a Secretaria Municipal de Gestão Pública impulsionou a redução do tempo médio de encerramento das licitações – que caiu de 167 dias (há um ano), para 98 dias (41% menor).

Na nova fase, o trabalho dos consultores da UEL também deve incluir avaliações da folha de pagamento e de custos e desempenho para as secretarias de Educação e Saúde, por exemplo – além da continuação da análise das licitações da Secretaria de Gestão Pública.

Por ano, a Prefeitura realiza 350 licitações e mantém quase 1000 contratos de produtos e serviços para o funcionamento de todos os serviços públicos da cidade, como escolas, postos de saúde e obras, por exemplo. Junto com o trabalho do NIGEP, a partir de 2017, a Secretaria Municipal de Gestão Pública, responsável pelas licitações, editou o decreto 1500/2017 com novas regras para estimar os preços que servem de teto para as disputas licitatórias pelas empresas.

O secretário municipal de Gestão Pública, Fábio Cavazotti, explicou que, com esse trabalho, o município passou a cotar preços mais próximos aos encontrados no mercado, eliminando qualquer tipo de gordura que leve ao pagamento de preços maiores por produtos e serviços. “Não adianta levar para uma licitação um item que custa R$ 10 e acaba sendo comprado por R$ 7 pela Prefeitura se o preço real dele no mercado é R$ 5”, exemplificou o secretário. “Com o novo formato de cotação, temos parâmetros reais que permitem medir a economia verdadeira quando comparamos compras feitas antes e depois da implantação do novo modelo de estimativa de preços máximos adotados”, complementou.

uel.termo.assinatura.V5O Decreto 1.500 prevê que a formação de preços máximos para a disputa das empresas deve considerar os valores de compras com contratos em curso na própria Prefeitura, preços cobrados de outros órgãos públicos, cotações com empresas de Londrina, orçamentos obtidos na internet, consultas de notas fiscais eletrônicas e de valores dados pelas empresas durante as disputas de lances na licitação anterior. Os servidores da licitação devem formar os preços de um produto com quatro referências entre as citadas, adotando as três menores encontradas.

Este ano, com a melhora na especificação dos preços, a Prefeitura já compra os mesmos itens adquiridos em 2017 reduzindo custos de forma significativa.

Uma análise criteriosa do Nigep planilhou e comparou 1.351 itens adquiridos apenas em 2018, também comprados em 2017 pela Prefeitura. Os preços antigos foram atualizados de acordo com o INPC e depois comparados com o valor atual das aquisições. Como resultado, foi obtida uma economia de R$ 3,4 milhões em 2018. “Na prática, desde que iniciamos essa avaliação, já compramos por quase R$ 7 milhões a menos os mesmos produtos dos anos passados”, apontou Cavazotti.

“Reduzimos os prazos das licitações e ampliamos muito os esforços no controle dos preços”, enfatizou o secretário. “Com mais credibilidade no processo licitatório, mais empresas começaram a participar das disputas, sobretudo as locais”, citou ainda Cavazotti. Estimuladas pelo Programa Compra Londrina, atualmente cerca de 40% dos contratos da Prefeitura são firmados com empresas de Londrina. “Saímos de 15% e queremos chegar a algo entre 70% e 80% dos contratos públicos com empresas locais até 2019”, frisou.

“Passamos a controlar melhor os preços pagos pelos produtos que a Prefeitura adquire nas licitações. A economia é real, baseada nas compras já feitas. Um resultado incrível”, afirmou o professor Saulo Amâncio Vieira, doutor do Departamento de Administração da UEL, integrante do NIGEP, que trabalha com 15 consultores dentro da Prefeitura de Londrina.

Fotos: Vivian Honorato

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MP aciona deputada que criou canal para denunciar professores

O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) entrou hoje (30) com ação na Justiça contra a deputada estadual eleita Ana Caroline Campagnolo (PSL). que divulgou nas redes sociais um comunicado pedindo que estudantes catarineneses gravem e denunciem manifestações político-partidárias dos professores). A deputada criou um canal para receber as denúncias.

Deputada estadual eleita Ana Caroline Campagnolo (PSL)
A deputada estadual eleita por Santa Catarina Ana Caroline Campagnolo – Câmara dos Deputados/Divulgação

Na ação, o promotor de Justiça Davi do Espírito Santo, titular da 25ª Promotoria de Justiça de Florianópolis, requereu, entre outras medidas, que a juíza da Vara da Infância e Juventude da comarca da capital obrigue, de modo urgente, a deputada eleita abster-se de manter qualquer modalidade de serviço formal ou informal de controle ideológico das atividades dos professores e alunos das escolas públicas e privadas do sistema de ensino do estado e dos municípios.

Foi feito também pedido de tutela antecipada para expedição de ordem judicial para que as publicações feitas por Ana Caroline sejam retiradas da rede e que o número do telefone celular indicado para recebimento de denúncias seja bloqueado.

O promotor de Justiça pediu ainda a condenação da deputada eleita por danos morais coletivos. O valor deverá ser calculado com base no número de seguidores no Facebook, devido ao potencial de compartilhamento de cada seguidor. Segundo o MP, Ana Caroline tem aproximadamente 71.515 seguidores. O valor seria multiplicado por R$ 1 mil. O montante final deverá ser destinado ao Fundo para Infância e Adolescência.

De acordo com Espírito Santo, serviços de recebimento de denúncia somente podem ser realizados no âmbito do Poder Público, nunca por particulares. Ele disse que denúncias de faltas disciplinares de professores devem ser encaminhadas às secretarias de Educação, que deverão apurá-las na forma da lei, respeitados os direitos à ampla defesa e ao devido processo legal, sem prejuízo de outras providências extrajudiciais e judiciais cabíveis.

Recomendação do MPF

O Ministério Público Federal em Chapecó (SC) recomendou às instituições de ensino superior da região e gerências regionais de Educação que se abstenham de qualquer atuação ou sanção arbitrária e, mesmo, que impeçam qualquer forma de assédio moral a professores, por parte de estudantes, parentes ou responsáveis pelos alunos.

Na recomendação, divulgada ontem (29), o MPF considera ainda a conduta da deputada que, “além de configurar flagrante censura prévia e provável assédio moral em relação a todos os professores do estado de Santa Catarina – das instituições públicas e privadas de ensino, não apenas da educação básica e do ensino médio, mas também do ensino superior – afronta claramente a liberdade e a pluralidade de ensino”.

A recomendação foi feita a instituições de ensino, e as gerências regionais terão prazo de 10 dias para informar se acatam a recomendação, apresentando, em qualquer hipótese de negativa, os respectivos fundamentos.

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Estudante é demitido e suspenso de universidade após ofender negros em Londrina

Informações e foto do portal Paiquerê

Um estudante de Direito foi demitido do seu estágio após um vídeo viralizar na internet, onde ele ofende negros e afirma que estava indo votar no presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), no último domingo (28), segundo turno das eleições. Pedro Bellintani Baleotti, de 25 anos, estava trabalhando no escritório de advocacia DDSA, localizado em São Paulo (SP) e recebeu demissão na segunda-feira (29).

O vídeo foi gravado na Gleba Palhano, na zona sul de Londrina. O estudante aparece dirigindo um carro, vestido com uma camiseta preta com a estampa do rosto de Bolsonaro, e afirma: “Indo votar, ao som de Zezé, armado com faca, pistola e o diabo. Louco para ver um vagabundo com camiseta vermelha e já matar logo. Ó (filma uma motocicleta que está na sua frente), tá vendo essa ‘negraiada’? Vai morrer, vai morrer! É capitão, (um palavrão)”, encerra a filmagem.

A reportagem da Paiquerê teve acesso a outro vídeo. Já neste, Baleotti está em uma sacada de prédio (não sabemos qual a localização), segurando uma arma de fogo e começa cantar: “Capitão, levanta-te, hoje o povo brasileiro precisa de você”, ele repete a frase por duas vezes e manuseia o revólver. Não conseguimos contato com o autor dos vídeos.

Nota de repúdio
Quando soube da existência do vídeo, a empresa publicou uma nota de repúdio em sua página no Facebook. “O DDSA teve conhecimento na tarde de hoje (segunda), de vídeo que circula nas redes sociais com declarações efetuadas por acadêmico de Direito que fazia estágio no escritório e imediatamente o desligou de seus quadros. O escritório repudia veementemente qualquer manifestação que viole direitos e garantias estabelecidas pela Constituição Federal”, afirma.

Afastado das atividades acadêmicas 
A repercussão também chegou a Universidade Presbiteriana Mackenzie, que suspendeu Baleotti da instituição. Na manhã desta terça-feira (30), milhares de estudantes da unidade se reuniram e realizaram um protesto na frente do Mackenzie, pedindo a expulsão do jovem.

A Universidade Presbiteriana Mackenzie tomou conhecimento de vídeos produzidos por um discente, fora do ambiente da universidade, e divulgados nas redes sociais, onde ele faz discurso incitando a violência, com ameaças, e manifestação racista. Tais opiniões e atitudes são veementemente repudiadas por nossa Instituição que, de imediato, instaurou processo disciplinar, aplicando preventivamente a suspensão do discente das atividades acadêmicas. Iniciou, paralelamente, sindicância para apuração e aplicação das sanções cabíveis, conforme dispõe o Código de Decoro Acadêmico da Universidade.”, afirmou a universidade, por meio de nota.

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Moro diz que refletirá sobre convite para compor equipe de Bolsonaro

Informa a  Agência Brasil, que o juiz federal Sergio Moro, responsável pelo julgamento de casos da Operação Lava Jato, disse hoje (30) que, se confirmado o convite para compor o governo eleito de Jair Bolsonaro (PSL), irá refletir sobre o assunto. O magistrado disse que se sentiu “honrado” pela lembrança.

Em nota, Moro agradeceu o convite. “Sobre a menção pública pelo senhor presidente eleito ao meu nome para compor o Supremo Tribunal Federal quando houver vaga ou para ser indicado para ministro da Justiça em sua gestão, apenas tenho a dizer publicamente que fico honrado com a lembrança. Caso efetivado oportunamente o convite, será objeto de ponderada discussão e reflexão.”

Ontem (29), em entrevista exclusiva à TV Record, o presidente eleito disse que em breve vai conversar com o magistrado, que mora em Curitiba, mas não disse quando será o encontro.

Durante o mandato de quatro anos, Bolsonaro poderá fazer duas indicações ao Supremo. A próxima vaga será aberta em 2020, quando o ministro Celso de Mello completará 75 anos e deve ser aposentado compulsoriamente. No ano seguinte, será a vez do ministro Marco Aurélio deixar a Corte.

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Bolsonaro diz que vai chamar Moro para Ministério da Justiça ou STF

Agência Brasil

O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) confirmou hoje (29) que pretende convidar o juiz federal Sérgio Moro, responsável pelo julgamento de casos da Operação Lava Jato, para ser ministro da Justiça ou para ocupar, quando surgir, uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF). Ele informou que em breve vai conversar com o magistrado, que mora em Curitiba. Não disse quando será o encontro.

Em entrevista exclusiva à TV Record, o presidente eleito destacou que seu governo terá uma “conversa harmônica” com o Judiciário. Bolsonaro contou que conversou com o presidente do Supremo, Dias Toffoli, ontem (28), e terá novo encontro. “Todos nós somos responsáveis pela nação.”

Bolsonaro afirmou que irá visitar o presidente Michel Temer para agradecer as felicitações que recebeu. “Será a primeira pessoa que irei procurar”, disse. De acordo com ele, os dois meses finais do governo Temer vão ser da “mais perfeita harmonia”.

A seguir, os principais trechos da entrevista:

Nomes de governo

Nos próximos dias, ele disse que deve confirmar o nome do astronauta e major da reserva Marcos Pontes para o Ministério da Ciência e Tecnologia. Já foram confirmados os nomes do deputado federal Onyx Lorenzoni (DEM-RS) para Casa Civil, o general da reserva Augusto Heleno para Defesa e o economista Paulo Guedes para a Economia.

Minorias

Segundo o presidente eleito, é preciso buscar meios para que todos tenham as mesmas condições econômicas e financeiras e, não tratar determinados grupos como minorias. “Certas minorias podem achar que têm super poderes por serem diferentes dos demais”, disse. “Somos iguais, Artigo 5º da Constituição: sem diferença de gênero, cor da pele e região onde nasceu. O que se tem fazer é procurar a igualdade de patrimônio para todos e aí todos ficam satisfeitos.”

Mercosul

Bolsonaro afirmou que o Mercosul (bloco que reúne Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai e Venezuela, que está suspensa temporariamente) foi supervalorizado e que tal tratamento tem de ser modificado. De acordo com ele, isso ocorreu por questões ideológicas, que protegiam determinados países que, na sua opinião, “burlavam” regras. “Nós queremos nos livrar de algumas amarras do Mercosul”, disse.

Venezuela e imigrantes

O presidente eleito disse que vários líderes estrangeiros pediram que o Brasil mantenha a ajuda à Venezuela e também aos imigrantes. Ele negou a possibilidade de intervenção externa, apoiada por seu governo, na Venezuela. “O PT não fez a lição de casa com a Venezuela, sempre admirou o [o ex-presidente Hugo] Chávez e [o atual presidente Nicolás] Maduro e agora estamos vendo os mais pobres vindo a pé para o Brasil, sem ter o que comer.”

Estados Unidos e Trump

Bolsonaro confirmou que sua conversa com o presidente norte-americano, Donald Trump, foi mais longa do que a que teve com os demais líderes – e trataram iniciativas comerciais e militares. “Pretendo ir aos Estados Unidos para ampliar a pauta sobre comércio e área militar”, disse o presidente eleito, informando que deverá viajar na companhia do general Heleno e o economista Paulo Guedes.

Líderes estrangeiros

O presidente eleito disse ter conversado com líderes da América Latina e da Europa, o que para ele indica a importância do Brasil. “Estou muito feliz porque, apesar das conversas protocolares, mostra que nós podemos estar juntos com esses países.”

Vice-presidente da República

Segundo ele, o general Hamilton Mourão, seu vice, é um homem “muito qualificado e preparado”. “Nem eu quero um vice decorativo. Agora não sou capitão, nem ele general. Eu disse para ele: ‘General, nós somos soldados do Brasil’”, disse o presidente eleito, negando atritos com o oficial. “Será um conselheireiro de primeira hora.”

Governo de transição

De acordo com o presidente eleito, os dados “são estarrecedores”, como a quantidade de funcionários e os gastos. “Não vamos fazer maldade com servidores. Não vamos simplesmente desfazer deste capital.”

Cargos na Câmara

Bolsonaro disse que não irá interferir no processo de sucessão na Mesa Diretora da Câmara, que inclui a presidência da Casa. Ele disse que se o presidente da República interfere “ganha um inimigo para o resto da vida”. O atual presidente Rodrigo Maia (DEM-RJ), aliado de Bolsonaro, tenta a reeleição e aguardava seu apoio. Para o presidente eleito, é preciso que os partidos políticos definam os cargos, não ele. “Eu gostaria que nós [o PSL] não lutássemos pela presidência da Câmara. Seria um início de gesto de humildade. Pela governabilidade, seria bom diversificarmos os partidos.”

Homens honestos

Lembrando que tem 28 anos de Parlamento, Bolsonaro disse que se relaciona bem com 95% dos parlamentares. “Eles têm consciência do que foi essa campanha e acreditam em mim. Eu acredito que a maioria quer o bem do Brasil. A maioria é de pessoas honestas e decentes.”

Estatuto do Desarmamento

Ele defendeu o direito de um cidadão acima de 21 anos comprar arma de fogo, sem ter de renovar o porte rotineiramente. O presidente eleito disse ser favorável ao porte definitivo. “Há um estado de guerra. A efetiva necessidade está comprovada pela violência.” Também afirmou que é preciso flexibilizar o porte de arma para que as pessoas possam se proteger melhor da insegurança presente em todos os locais. “Quem tiver uma arma vai ser responsabilizado por ela. Quem quer fazer a maldade não precisa comprar a arma, é fácil comprar a arma de fogo. Temos de abandonar o politicamente correto. Achar que não ter armas melhora o país, não é isso. Arma de fogo garante a liberdade de uma pessoa.”

Pacotão de Medidas

Sem detalhar, o presidente eleito mencionou que uma série de medidas específicas para o agronegócio, homem do campo e a segurança serão encaminhadas na sua gestão. “Todos se beneficiarão.”

Faxina e MST

Bolsonaro prometeu fazer uma “faxina” no Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). Segundo ele, os integrantes da entidade desrespeitam a lei e não podem por isso querer dialogar.

“Eu vou fazer a faxina. A faxina será em cima dos que não respeitam a lei, como o pessoal do MST”, afirmou. “O movimento social que invade, depreda e faz barbaridade não tem conversar. Por isso eu quero armar o fazendeiro.”

Adversários políticos

Bolsonaro afirmou que está “pronto para conversar” com os candidatos à Presidência Ciro Gomes, Marina Silva (Rede), Geraldo Alckmin (PSDB) e Fernando Haddad (PT), derrotados nas eleições. “Converso com eles apesar da campanha que fizeram para me desconstruir.”

Mais Médicos

Ele defendeu que os profissionais estrangeiros que quiserem atuar no Brasil se submetam à revalidação do diploma, fazendo provas para verificar suas habilidades. O presidente eleito afirmou que vai mudar o programa como está. Na sua opinião, o programa foi criado para favorecer os médicos cubanos.

Controle da Imprensa

O presidente eleito negou que pretenda controlar a mídia. Segundo ele, é favorável à liberdade de expressão. “Quem vai impor limite é o leitor. O controle é o controle remoto, nada além disso. O cidadão na ponta da linha é quem vai decidir.”

TV “Oficial”

Bolsonaro disse que pensa em privatizar ou extinguir a TV “oficial”.“Não queremos propaganda, não vamos usar TV oficial. Não podemos gastar R$ 1 bilhão para audiência traço; prefiro contar com a mídia tradicional.”

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Comportamentos que podem elevar a sua auto estima!!

Artigo semanal da psicóloga Mariana Caldeira Hugo

 

A maneira como agimos nas relações de trabalho, com nossos filhos ou em relacionamentos amorosos é influenciada pela maneira como nos enxergamos e essa visão de nós mesmos interfere diretamente nessas conexões, podendo ser positivas ou negativas.

É impossível ser feliz se você não amar a si mesmo! Parece uma frase clichê, daquelas que encontramos em livros de auto ajuda não é mesmo? Porém é uma informação coerente, pois se você não estiver bem consigo mesmo, satisfeito com a pessoa pela qual se formou, significa que você está com baixo auto estima, ou seja, está emocionalmente doente.

Existem alguns comportamentos que podem elevar a sua auto estima:

1. FORTALEÇA SUAS VIRTUDES: Todos temos pontos fracos e fortes, descubra seus pontos fortes e os potencialize. É importante desenvolver pontos fracos, porém em outro momento, está com baixa auto estima? Observe suas características, pergunte as pessoas próximas sobre seus pontos positivos e os valorize.

2. ESTIPULE OBJETIVOS: Quando não se tem metas pré-estabelecidas, ficamos estagnados, em uma zona de conforto, não há mudanças, não há novidade e assim surgem pensamentos negativos, como ser inútil ou nada da certo pra mim! Precisamos estar em movimento o tempo todo.

3. VALORIZE PESSOAS QUE TE DÃO VALOR: chega de estar com pessoas negativas, que julgam e te levam para baixo. Busque pessoas que elevam você, que te percebem e que te influenciam de forma positiva.

4. NÃO SE COMPARE: entenda que pessoas são diferentes, mas ninguém é melhor do que você, cada um tem uma história de vida, tem oportunidades e desafios distintos. Busque se comparar, ou seja, se perceber como era há um ano antes e como é agora, está satisfeita com a pessoa que se tornou? Se comparar leva a reflexão e a atitude.

A auto estima é a soma de autoconfiança com o auto respeito, quando elevada nos sentimos confiantes para lidar com as dificuldades do dia a dia, nos permitimos sermos felizes e realizados.

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