Autor: Zé Otávio



Prefeitura de Londrina adere a consórcio para pavimentação asfáltica

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Para recuperar a malha asfáltica da cidade, o prefeito de Londrina, Marcelo Belinati, sancionou na manhã desta sexta-feira (21), a Lei nº 12.539, que prevê a adesão ao Consórcio Público Intermunicipal de Inovação e Desenvolvimento do Estado do Paraná (Cindepar).

Com a lei, Londrina passou a ser o maior município integrante do consórcio, que possui outros 134 municípios do Paraná, e contará com um esquema especial para as obras de micropavimentação de ruas com baixo fluxo de veículos. Para isso, um maquinário e funcionários exclusivos serão disponibilizados para os trabalhos.

assinatura.cindepar.V3A intenção do prefeito é que ao longo de sua gestão seja possível concluir os trabalhos de reconstrução do asfalto danificado com o tempo e o uso. “Quando assumimos a Prefeitura, o diagnóstico mostrava que 60% da malha estava esburacada ou precisando de recuperação, ou seja, mais da metade da cidade. Não tenho dúvida nenhuma em dizer que durante esse mandato faremos o maior projeto de reconstrução da malha asfáltica e de asfaltamento da cidade de Londrina”, disse Marcelo.

O idealizador e articulador da criação do consórcio e deputado federal, Alex Canziani, também acredita que será possível realizar o recape em grande parte das vias públicas da cidade, além de considerar a participação de Londrina um grande passo para o consórcio. “A inserção de Londrina no grupo é um avanço que precisa ser comemorado. É uma notícia maravilhosa para a cidade. Vamos fazer o maior programa de asfalto da história de Londrina”, concordou Canziani.

Para receber os serviços e máquinas, é preciso que o município elabore um cronograma com as ruas que necessitam do recape, a metragem exata e a previsão orçamentária que será investida no trabalho, o que já está sendo finalizado pela Secretaria Municipal de Obras e Pavimentação.

Segundo Marcelo, a Prefeitura deve encaminhar ainda nesta sexta-feira (21) à Câmara de Vereadores um projeto de lei destinando recursos para iniciar os trabalhos de recape. Isso é necessário, porque a intenção inicial é investir R$ 3 milhões nos trabalhos ofertados pelo consórcio. Com esse valor, o município conseguirá recapear cerca de 71 quilômetros.

Como funciona – Após envio do pedido de recape ao Consórcio, os municípios depositam o valor a ser pago pelos serviços e são colocados em um calendário de execução. Do dia do depósito do dinheiro ao momento da execução do recape leva-se, no máximo, 40 dias. Cada localidade permanece com as máquinas de acordo com suas necessidades, ou seja, se a cidade contratar R$ 80 mil metros quadrados de recape permanecerá cerca de um mês com os serviços do grupo. Por conta do porte de Londrina é que o maquinário permanecerá exclusivamente no município.

Além da agilidade no processo de contratação dos trabalhos e execução das obras, as Prefeituras participantes também saem ganhando com relação ao preço dos serviços. O custo por metro quadrado da massa asfáltica aplicada varia de R$ 5,18 a R$ 7,80 dependendo da parceria que for estabelecida entre o Cindepar e a Prefeitura. Por exemplo, se o Município ceder mão de obra própria ou algumas máquinas que agilizam os trabalhos, o serviço sai mais barato. Caso o Cindepar tenha que levar todos os servidores e máquinas para a execução das tarefas arcará com o valor de R$ 7,80, que ainda assim está abaixo do preço de mercado.

assinatura.cindepar.V2Se adquirido por meio de processos licitatórios, o metro quadrado de massa asfáltica aplicada em recapes custa, no mínimo, R$ 12,00. Geralmente, as Prefeitura pagam cerca de R$ 35,00 a R$ 40,00 o metro quadrado, pois se contrata a massa de CBUQ (concreto betuminoso usinado a quente) que mais grossa e suporta cargas altas de tráfego de veículos pesados como caminhões e ônibus. Com o consórcio, a micropavimentação sai por cerca de R$ 5,50. Dessa forma, com um investimento de aproximadamente R$ 500 mil, os municípios conseguem recapear 100 mil metros quadrados de área.

Segundo o diretor-executivo do Cindepar, Arquimedes Ziroldo, isso garante agilidade e eficiência aos serviços ofertados pelos municípios. “O consórcio oferece o serviço para as cidades com 3 mil habitantes e para outras de médio porte. Todos que participam saem ganhando, porque não pagam mensalidade para fazer parte do Cindepar e ainda poupam tempo com a não utilização dos processos licitatórios que são morosos. Além disso, é um processo eficiente, porque só depende do interesse do prefeito em depositar o dinheiro para tê-lo executado”, explicou.

Os maquinários disponíveis no Cindepar são utilizados na pavimentação de vias com baixo tráfego de veículos como ruas e estradas asfaltadas, mas com buracos e estragos que levam à necessidade do recape. Primeiro, é necessário fazer a operação de tapa-buracos para, em seguida, aplicar o micropavimento. O procedimento de micropavimentação conta com o uso de uma massa asfáltica mais fina, por isso não é indicado em vias que serão recapeadas pela primeira vez ou naquelas que recebem a circulação de veículos pesados como ônibus e caminhões.

Segundo o secretário municipal de Obras e Pavimentação, João Verçosa, a partir de agora os servidores municipais da pasta vão trabalhar para deixar o pavimento pronto para receber o micropavimento, ou seja, serão intensificados os trabalhos de tapa-buracos e de recomposição do asfalto. “É um trabalho que já iniciamos e a partir de agora verificaremos os locais onde podemos fazer a aplicação imediata. Nosso trabalho é deixar a pista em condições de aplicação do micropavimento, com o tapa-buracos, a lavagem do asfalto e poda das árvores que podem atrapalhar a passagem do maquinário”, explicou.

Durante a solenidade, o coordenador-regional da Casa Civil, Marco Antônio Santi, falou sobre a iniciativa do Cindepar em Astorga. “As ruas da cidade são um tapete. As ruas são impecáveis, inclusive as de maior tráfego. Eles asfaltaram 100% do município. Ei sou testemunha da qualidade, da economia e das vantagens que o município tem ao fazer parte desse consórcio”, finalizou.

Sobre o consórcio – Ao todo, 135 municípios participam do Cindepar criado em 3 de junho de 2013, para atender às demandas de pavimentação asfáltica nos municípios da região norte e central do Estado. No começo, eram apenas 11 cidades participantes. Dentre os participantes, 50 já receberam asfalto.

Hoje, há municípios de várias localidades do Paraná, sendo que todos os integrantes estão investindo em ações de intercâmbio de informações e cooperação técnica, científica, acadêmica e cultural e em cursos de capacitação e aperfeiçoamento dos integrantes. Pois, o  Cindepar não atua somente com asfalto, também realiza cursos de capacitação de servidores municipais, faz determinados fretes para as prefeituras associadas e, em breve, irá fabricar manilhas para as galerias pluviais.

Para tudo isso, o consórcio público conta com 16 máquinas e equipamentos, três usinas de micropavimentação, uma usina de pré-misturado a frio (PMF) que fica em Astorga, um caminhão-usina de Tratamento Superficial Triplo (TST), dois caminhões, uma destocadora, uma extrusora, um caminhão trancha, dois rolos compactadores e dois tanques-pipas, que somam mais de R$ 4,5 milhões.

Estiveram presentes na solenidade o secretariado municipal, os vereadores Estevão da Zona Sul e João Martins, o prefeito de Astorga, Antonio Carlos Lopes, o coordenador-regional da Casa Civil, Marco Antônio Santi, e representantes das forças de segurança.

Texto e fotos: NCOM

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Bosque Central de Londrina começa a ser revitalizado

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Para atender os frequentadores do Bosque Central e os moradores do entorno, a Prefeitura de Londrina iniciou, nesta sexta-feira (21), uma série de melhorias para fazer a revitalização do espaço. O objetivo é que Bosque possa ser frequentado pela comunidade londrinense com mais conforto e segurança, e que possa receber projetos esportivos e culturais.

A ação resultou de um pedido dos moradores do entorno no Bosque, que chegaram até o Executivo por meio de uma articulação com a vereadora Daniele Ziober. Segundo o chefe de Gabinete da Prefeitura, Bruno Ubiratan, o prefeito Marcelo Belinati atendeu prontamente a reivindicação dos moradores e as ações no Bosque Central serão executadas em duas fases.

A primeira etapa iniciou hoje, sexta-feira (21), com a poda de árvores e manutenção do parquinho. Na sequência, o local passará por limpeza e revitalização da quadra, tênis de mesa e tabela do basquete. Também serão executadas melhorias na iluminação e nas calçadas. “Vamos revitalizar o Bosque, que estava abandonado há muitos anos, para que a população possa utilizá-lo em projetos esportivos e culturais”, destacou o chefe de Gabinete.

Na segunda etapa, de acordo com Ubiratan, o Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Londrina (IPPUL) irá elaborar um edital de chamamento para execução de projetos de revitalização do local. Para colaborar com o Ippul na elaboração deste chamamento, os moradores do entorno do Bosque pretendem criar a “Associação dos Amigos do Bosque”, para ser o elo entre o poder público e a comunidade.

Na última sexta-feira (14), foi realizada uma reunião, no gabinete do Prefeito, para organizar o trabalho. Participaram o chefe de Gabinete, Bruno Ubiratan, e diversos representantes do poder público municipal e lideranças da comunidade. Além disso, foram feitas visitas ao Bosque, com objetivo de avaliar a situação do local.

O trabalho está sendo promovido por diversos órgãos e Secretarias Municipais do Ambiente, Obras e Pavimentação e Defesa Social, Companhia Municipal do Trânsito e Urbanização (CMTU), Sercomtel, Fundação de Esportes de Londrina (FEL), Ippul, Companhia de Habitação de Londrina (Cohab) e Programa Londrina Mais. A iniciativa também conta com apoio da comunidade, Maçonaria Ipiranga e Patrulha das Águas.

Fonte e foto: NCOM

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Prefeito Marcelo apresentou novas ações do Agiliza Londrina

Escrito por Juliana Gonçalves e Dayane Albuquerque

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A Comissão Agiliza Londrina promoveu, nesta quinta-feira (20), solenidade para assinatura de decretos e resolução que visam criar um ambiente mais favorável à abertura de empresas em Londrina.

Na ocasião, o prefeito de Londrina, Marcelo Belinati, assinou os decretos 836/2017 e 876/2017, com a finalidade de simplificar a concessão do Alvará de Licença de Localização e Funcionamento e promovem mudanças nos critérios quanto à necessidade de apresentação de estudo de impacto de vizinhança (EIV) para empreendimentos de grande impacto urbanístico.

Durante a solenidade, o secretário municipal de Saúde, Felippe Machado, assinou a Resolução nº 001/2017, que dispõem sobre as novas regras para concessão da Licença Sanitária Municipal. Também foi convocada a 2ª Semana Técnica de Desburocratização, que ocorrerá em agosto deste ano em Londrina.

assinatura.lei.V2O prefeito Marcelo Belinati explicou que as medidas visam criar um ambiente mais favorável à abertura e vinda de empresas a Londrina. “Observamos a legislação em outras cidades, como Rio Preto, Ribeirão Preto, Maringá, Curitiba e Joinville, onde as exigências para abrir uma empresa proporcionam um ambiente favorável ao empreendedorismo nestes locais e é isto que estamos fazendo aqui”, ressaltou.

Marcelo afirmou que este tem sido um esforço de sua equipe desde o início de sua gestão. “Quando assumimos a Prefeitura, verificamos que existiam 26.773 processos em andamento para abertura de empresas e um emaranhado de leis que impossibilitavam novos empreendimentos aqui. Há casos em que os processos ficavam parados de seis meses a um ano em determinados setores, travando a economia da cidade” destacou. Segundo o prefeito, o objetivo das mudanças é fazer com que Londrina volte a crescer e a se desenvolver. “As empresas precisam de regras claras e de segurança jurídica para se instalarem em Londrina, e é isso que estamos fazendo”, frisou.

Marcelo lembrou ainda que as medidas de desburocratização executadas desde o início de seu mandato já estão trazendo resultados positivos. “Algumas empresas já estão se instalando em Londrina, como o grande empreendimento de construção civil na região leste, que vai investir recursos na ordem de R$ 500 milhões e deverá gerar cerca de 2,5 mil empregos na cidade”, contou.

O decreto nº 876/2017, assinado pelo prefeito de Londrina durante a solenidade, revê as disposições do decreto nº 400/2015 e disciplina os critérios e exigências para a necessidade de apresentação de Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV) para empreendimentos de grande impacto urbanístico.

assinatura.lei.V4Decreto 836/2017 – O novo decreto altera as proposições do decreto 677, de 2012, que prevê normas referentes à concessão dos alvarás de Licença de Localização e Funcionamento, parametrizando os requisitos para a emissão do alvará de acordo com o código da atividade econômica na Classificação Nacional de Atividade Econômica (CNAE). Desta maneira, o empresário terá conhecimento de toda documentação necessária para a emissão de seu alvará de funcionamento, agilizando o processo de abertura da empresa.

O presidente da Comissão Agiliza Londrina, Nado Ribeirete, destacou como principal inovação do decreto nº 836 a definição das atividades de baixo impacto, ou seja, aquelas cujo início da operação não depende de vistorias prévias ou manifestação de outros órgãos técnicos municipais, estaduais ou federais. “Para estas atividades, será adotado um procedimento simplificado de emissão de alvará, pautado exclusivamente na análise documental, de acordo com as informações e declarações fornecidas pelo responsável legal da empresa”, explicou.

Segundo o texto do decreto, caso sejam fornecidas informações e declarações falsas, o estabelecimento será imediatamente interditado.  Outra novidade trazida pelo Decreto 836/2017 é a ampliação do prazo de validade do Alvará Fácil, de 60 para 180 dias, concedido a empreendimentos de baixo impacto. A medida permite um prazo maior para que o empresário consiga obter a documentação necessária junto a outros órgãos públicos, sem impedir o funcionamento de seu empreendimento.

O decreto também apresenta uma série de inovações tecnológicas, como a integração do processo de alvará com o processo de Certidão Prévia Unificada (CPU), emitida através do Sistema SEI. Também passa a ser obrigatória a tramitação dos requerimentos através do portal Empresa Fácil Paraná, ferramenta que faz a integração entre os dados cadastrais da Receita Federal do Brasil e demais órgãos estaduais e municipais que participam do processo de abertura, alteração e baixa de empresas.

O processo informatizado permite agilizar o trâmite dos processos, reduzir custos e a quantidade de deslocamentos dos munícipes até os órgãos públicos. Através destas ferramentas tecnológicas, a solicitação é encaminhada simultaneamente para diversas secretarias e órgãos, de acordo com a natureza do empreendimento, e as certidões são enviadas ao contribuinte por e-mail. Isso gera mais celeridade ao andamento do processo e permite que a verificação e a correção dos problemas de documentação ocorram logo na fase inicial.

Licenciamento sanitário municipal – O decreto 836/2017 também define as atividades de interesse da saúde, instituindo um procedimento simplificado de concessão do licenciamento sanitário municipal. A resolução nº 001/2017, que também foi apresentada na solenidade desta quinta-feira (20), contém os pormenores dos procedimentos, classificando as atividades econômicas como sendo de alto oude baixo risco sanitário, de acordo com resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

A comissão, durante a execução de seu Plano de Ação, identificou que devido à ausência de critérios para definir quais atividades são de interesse da saúde, os requerimentos de todas as atividades previstas na Classificação Nacional de Atividade Econômica (CNAE) eram encaminhados para análise e vistoria prévia do setor de vigilância sanitária do Município.  Isso contraria as disposições do Código Sanitário Estadual do Paraná, e também as recentes normativas emitidas pela Anvisa.

Através desta ação conjunta com a Diretoria de Vigilância em Saúde, foi possível reduzir o número de atividades econômicas sujeitas ao licenciamento sanitário de 1.637 códigos para 317. Ou seja, houve a redução de aproximadamente 80% das atividades econômicas sujeitas ao licenciamento sanitário.

Os empreendimentos que executam atividades de baixo risco à saúde poderão obter o licenciamento sanitário simplificado, mediante apresentação de documentos e preenchimento do Roteiro de Auto Inspeção. Nestes casos, a inspeção sanitária e análise dos documentos somente irá ocorrer após a emissão da licença e o início das operações.

Dentre as atividades classificadas como baixo risco sanitário, constam empreendimentos como hotéis; comércio varejista de cosméticos, perfumaria e higiene pessoal; lanchonetes; serviços de alimentação ambulantes; bares; academias; instituições de ensino fundamental, médio e superior. O exercício dessas atividades será acompanhado pela Diretoria de Vigilância Sanitária, da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), através de seu monitoramento de rotina.

Já as atividades de alto risco sanitário ainda dependem de inspeção prévia e análise documental para obter a licença. Com isso, as vistorias são mais frequentes em estabelecimentos como churrascarias, restaurantes, pizzarias, empresas de imunização e controle de pragas urbanas, hospitais, laboratórios clínicos, centros de educação infantil, entre outros.

Outra mudança implementada pela Resolução 001/2017 foi a definição de prazos diferenciados de validade da licença sanitária municipal. Os prazos, que podem ser de um a três anos, variam em função do risco sanitário da atividade exercida.

As mudanças com relação ao licenciamento sanitário municipal vão permitir que a equipe da Diretoria de Vigilância Sanitária da SMS priorize os atendimentos às atividades de alto risco sanitário, protegendo a saúde da população. Além disso, a classificação das atividades simplifica os procedimentos, especialmente para as atividades de baixo e nenhum risco sanitário.

Semana Agiliza Londrina – A Comissão está preparando a 2ª Semana Técnica de Desburocratização, a ser realizada nos dias 8 e 9 de agosto. Durante o evento, haverá audiências públicas com apresentação de dois projetos de lei para apreciação da comunidade londrinense para posteriormente serem encaminhados à Câmara Municipal.

O primeiro projeto refere-se aos distanciamentos mínimos, previstos no Código de Posturas, para postos de combustíveis. Em um estudo feito pela comissão Agiliza Londrina, foram identificadas contradições em normas da Lei de Uso e Ocupação do Solo, com o Código de Posturas.

Segundo levantamento realizado pela Comissão, os distanciamentos previstos inviabilizam a instalação de novos empreendimentos na cidade de Londrina. Com o projeto de lei, a Prefeitura tem o objetivo de regularizar a implantação destes empreendimentos, garantindo a livre concorrência ao eliminar os distanciamentos mínimos exigidos sem embasamento técnico.

O segundo projeto de lei a ser discutido nas audiências públicas propõe retirar a restrição pela área construída de cada zoneamento industrial. A equipe do IPPUL apontou que, atualmente, existem dois critérios de classificação das indústrias: o primeiro separa as indústrias em categorias (IND-D, IND-C, IND-B e IND-A) pelo impacto ambiental gerado em função da sua atividade. Já o segundo critério divide as indústrias pelo porte (micro, pequeno, médio e grande porte) e limita sua área construída.

Esta limitação de área construída foi acrescentada na Lei nº 12.236/2015 de Uso e Ocupação. A preocupação do IPPUL é que já foram identificadas várias indústrias com área acima do limite para a sua zona industrial, e a maioria já apresentava uma área superior quando foi aprovada a Lei de Uso e Ocupação em 2015.

Esta alteração também é importante para a implantação de novas indústrias no município, principalmente as que não apresentam grandes impactos ambientais, mas que ficam restritas pela limitação da área construída de cada zona industrial existente.

Fotos: Vivian Honorato

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Prefeito Marcelo apresenta projetos para facilitar a vida do cidadão

Texto de Juliana Gonçalves e foto de Vivian Honorato

O prefeito de Londrina, Marcelo Belinati, juntamente com o secretário municipal de Fazenda, Edson de Souza, apresentou nesta quinta-feira (20), em seu gabinete, dois projetos de lei que estão sendo encaminhados para a Câmara Municipal de Londrina.

O primeiro projeto propõe estabelecer, até o dia 20 de dezembro de 2018, a anistia a contribuintes que informarem, espontaneamente, construções ou demolições em imóveis urbanos que não tenham sido declaradas à Fazenda ou para a Secretaria Municipal de Obras e Pavimentação (SMOP).

A medida se baseia em análise feita por meio de georreferenciamento para identificar a metragem dos imóveis na área urbana do município. No comparativo feito entre as imagens obtidas e a metragem que consta no cadastro imobiliário da Prefeitura, para fins de lançamento de IPTU, foi observado que cerca de 67 mil imóveis passaram por demolição ou tiveram aumento da área construída, de maneira irregular.

assinatura.lei.V3Segundo o secretário municipal de Fazenda, caso o projeto de lei seja aprovado, o Município prevê que pelo menos 10% dos 67 mil imóveis identificados sejam regularizados espontaneamente. “Os contribuintes que tomarem essa iniciativa ficarão isentos da multa que seria cobrada para estes casos, que corresponde a 1% do valor venal do imóvel. Também ficarão desobrigados da multa cobrada pela SMOP sobre demolições ou construções irregulares, que é de R$10 pelo metro quadrado da construção, ou R$100 o metro quadrado em caso de demolição”, explicou.

O projeto de lei estima que, caso 10% dos imóveis em situação irregular tenham os cadastros retificados, o Município terá como resultado o acréscimo anual de R$1,5 milhões, ao ano, nos valores lançados em IPTU. Além disso, o texto prevê o pagamento de R$ 5 milhões, para estes imóveis, do ISS sobre construção civil.

Souza afirmou que, no caso de contribuintes que não queiram regularizar o cadastro de seus imóveis, haverá o envio de notificações após o período da anistia. “Ao receber as notificações, se o contribuinte persistir com o imóvel irregular, daremos abertura no processo de fiscalização. Comprovado o aumento da área construída ou a execução da demolição, serão cobradas as multas cabíveis e haverá a correção do valor do IPTU”, frisou.

De acordo com o secretário de Fazenda, ao final do processo de regularização cadastral dos imóveis urbanos deve ocorrer um incremento de R$10.050.000,00 na arrecadação municipal. “O projeto de lei aponta as três fases da regularização. A primeira seria a anistia, seguida da notificação, e por fim o processo de fiscalização”, detalhou.

Código Tributário – O segundo projeto de lei apresentado refere-se a mudanças no Código Tributário Municipal, instituído pela Lei Municipal nº 7.303/1997. Em março deste ano, o prefeito Marcelo Belinati determinou, por meio de decreto, a criação da Comissão de Estudos responsável pela elaboração do novo Código Tributário do Município. Como parte dos trabalhos desenvolvidos pela Comissão, está o projeto de lei apresentado nesta quinta-feira (20).

Dentre as propostas presentes no projeto, estão a adequação da legislação municipal à legislação federal, em especial a Lei Complementar 116/2003, recentemente alterada pelo Congresso Nacional. Além disso, a proposta visa atualizar a lista de serviços tributados pelo ISSQN, e apresenta novas hipóteses que regram o local de incidência do imposto. Neste caso, os serviços prestados pelas administradoras de cartão de crédito e débito, leasing e planos de saúde, que passam a ser tributados no local de domicilio do tomador do serviço.

Com o projeto, a expectativa é incorporar e ajustar dispositivos para dar mais transparência ao Código Tributário Municipal, melhorando a definição de algumas questões da gestão tributária.

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Morre Marco Aurélio Garcia, ex-assessor de Lula e Dilma

Bruno Bocchini – Repórter da Agência Brasil

O ex-assessor especial da Presidência da República para Assuntos Internacionais nos governos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e de Dilma Rousseff, Marco Aurélio Garcia, morreu hoje (20), em São Paulo, vítima de um infarto, aos 76 anos.Brasília - Entrevista com o ministro chefe da Assessoria Especial da Presidência,Marco Aurélio Garcia (Wilson Dias/Agência Brasil) 

Professor aposentado do Departamento de História da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Garcia foi atuante no Partido dos Trabalhadores (PT) desde a sua fundação, em 1980.

“Ele foi um importante líder na construção e execução da política externa brasileira durante o governo de Lula, além de ser um dos grandes apoiadores dos Brics [bloco formado pelo Brasil, a Rússia, Índia, China e África do Sul] e do fortalecimento das relações Sul-Sul”, destacou o partido, em nota.

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Sérgio Sá Leitão será o novo ministro da Cultura

O atual diretor da Agência Nacional do Cinema (Ancine), Sérgio Sá Leitão, é o novo ministro da Cultura. O convite para que ele ocupe o cargo foi feito hoje (20) pelo presidente Michel Temer, de acordo com a Secretaria de Comunicação da Presidência da República.

Sérgio Sá Leitão será novo ministro da Cultura

Além da passagem pela direção da Ancine, para onde teve a indicação aprovada em abril pelo Senado, Leitão ocupou a chefia de gabinete do Ministério da Cultura durante a gestão do ex-ministro Gilberto Gil e foi secretário municipal de Cultura do Rio de Janeiro. Em nota, a Presidência informa que Leitão tem reconhecida experiência na área cultural.

Sérgio Sá Leitão assume o comando da Cultura no lugar no ministro interino João Batista de Andrade. Então secretário executivo da Cultura, Andrade assumiu interinamente o cargo de ministro em maio, após o deputado Roberto Freire (PPS-PE) anunciar a saída do cargo.

Em junho, João Batista de Andrade enviou uma ao presidente Michel Temer afirmando não ter interesse em ser efetivado no comando da pasta.

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Rejeição a Beto Richa e Michel Temer cresce em Londrina

A pesquisa Rádio Paiquerê/Instituto Multicultural/Folha de Londrina, divulgada nesta quinta-feira (20), mostra um aumento de reprovação dos londrinenses quanto as administrações do governador Beto Richa (PSDB) e o presidente Michel Temer (PMDB).

Na última pesquisa, realizada em abril deste ano, o governador contava com 28,5% de aprovação na cidade e atualmente ficou com 24,5%. A reprovação passou de 62,5% dos entrevistados para 68,5%. Os indecisos, que não souberam responder, caiu de 9% para 7%.

avaliacao beto richab

O presidente Michel Temer (PMDB) também sofreu com aumento na reprovação dos londrinenses. Em abril, 74% da população reprovavam a administração, nesta pesquisa, 86% se mostraram contrários ao Governo Federal. O índice de aprovação era de 11% e atualmente ficou em 6%. Os indecisos, que não souberam responder, desceu de 15% para 8%.

avaliacao michel temerb

A pesquisa ouviu 602 pessoas e foi realizada entre os dias 15 e 17 de julho, em todas as regiões de Londrina, incluindo os distritos rurais. A margem de erro é de 3% para mais ou para menos em um intervalo de confiança de 95%.

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Em Londrina, Kireeff e Álvaro lideram intenção para governador e presidente

O ex-prefeito de Londrina, Alexandre Kireeff (Podemos), lidera a corrida eleitoral para o Governo do Estado em 2018.  Kireeff possui 26% da preferência do eleitorado londrinense. O secretário de Estado do Desenvolvimento Urbano, Ratinho Júnior (PSD), vem na sequência, com 23,5%, seguido de Osmar Dias (PDT), com 14%, Roberto Requião (PMDB), com 4,5% e Cida Borghetti (PP), com 3,5%.

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Os dados são da pesquisa realizada pela Rádio Paiquerê/ Instituto Multicultural/ Folha de Londrina, divulgada nesta quinta-feira (20). Foram ouvidas 602 pessoas e o levantamento aconteceu entre os dias 15 e 17 de julho, em todas as regiões de Londrina, incluindo os distritos rurais. A margem de erro é de 3% para mais ou para menos em um intervalo de confiança de 95%.

Presidência
presidentebPara a sucessão de Michel Temer, está na frente na intenção de votos em Londrina o ex-governador do Paraná, Álvaro Dias (Podemos), que possui 39,5% das intenções. O deputado federal Jair Bolsonaro (PSC) está em segundo lugar, com 13%, seguido de João Dória (PSDB), com 9,5%, Luiz Inácio Lula da Sila (PT), 5,5%, Luciano Huck, 5%, Marina Silva (Rede), 3,5%, Geraldo Alckimin (PSDB), 2,5%, e Ciro Gomes (PDT), com apenas 0,5%.

No levantamento realizado há três meses, Álvaro Dias também estava na frente, com 42,5%, e tinha como concorrente mais próximo o senador Aécio Neves (PSDB), que tinha 12%.

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Administração do prefeito Marcelo é aprovada por 53,5% dos londrinenses

aprovacao belinatibSegundo pesquisa da Rádio Paiquerê/ Instituto Multicultural / Folha de Londrina, o prefeito Marcelo Belinati possui 53,5% de aprovação em 200 dias a frente da Prefeitura de Londrina, contra 55% em levantamento de 100 dias de administração. Já 38,% reprovam e 8% dos afirmam não saber.

Em relação a confiança no atual prefeito, dos londrinenses ouvidos, 55% disseram confiar, 35% não confiar e 10% não souberam responder. Na pesquisa de abril, os números mostravam 60,5%, 28,5% e 11%, respectivamente. A nota para a administração teve média 5,8, sendo a maior na região norte (6,5) e a menor no centro (5,2).  Com 100 dias na prefeitura a média era seis.

O levantamento perguntou com qual adjetivo o entrevistado se identifica com Belinati. Trabalhador (26%), inteligente (15,5%), competente (15%), honesto (9,5%), moderno (9%) e decidido (4%) foram as palavras elencadas.

confianca belinatib

Uma das bandeiras defendidas pela gestão Marcelo Belinati para diminuir gastos, a restrição ao Passe Livre não agrada aos londrinenses. Das pessoas ouvidas, 52% não concordam com a medida, 44% concordam e 4% não responderam.

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Campanha educativa de trânsito “Olhe e Sinalize”em Londrina

cmtu.educação.transito.V2Texto e fotos do NCOM

A Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU) lançou na manhã desta terça-feira (18), a campanha “Olhe e Sinalize”, que tem por objetivo conscientizar a sociedade londrinense para o respeito à faixa de pedestres. O evento, realizado no teatro Filadélfia, no centro, contou com a exibição de dados sobre o número de acidentes e atropelamentos registrados na cidade no primeiro semestre, detalhamento das ações do programa e a exibição do material produzido para veiculação nas mídias.

Participaram da solenidade o presidente da companhia, Moacir Sgarioni, o diretor de Trânsito da CMTU, Hemerson Pacheco, o chefe da Ciretran de Londrina, Antenor Ribeiro, e o vice-prefeito de Londrina, João Mendonça.

O presidente da CMTU elogiou o caráter educativo da campanha “Olhe e Sinalize”, que se diferencia da “Pé na Faixa”, lançada em 2010, por apostar no gesto do pedestre em estender a mão na borda da via para solicitar passagem. “Em cidades como Brasília, por exemplo, observamos essa cultura de respeito e prioridade a quem anda a pé. Também desejamos isso em Londrina. Queremos um trânsito onde pessoas e veículos circulem em sintonia”, disse.

Ele ressaltou que, além das ações pedagógicas, a atual gestão da CMTU tem buscado melhorar o dia a dia das ruas também com outras ferramentas. Sgarioni revelou que a companhia está na fase final de licitação para contratação de serviços que permitirão dobrar a atual capacidade de pintura asfáltica no município.

Outra novidade estudada é a contratação de um guincho-plataforma para a remoção de veículos, caçambas e carroças irregulares, além de sucatas de automóveis abandonadas nas vias. A implementação de radares que dialoguem com o condutor, parabenizando quem passar abaixo do limite de velocidade, também está entre as intenções do presidente. “Temos certeza de que as iniciativas de educação, a fiscalização e o apoio da imprensa vão colaborar na diminuição dos índices de ocorrências e, principalmente, atropelamentos. Esperamos que, com o tempo, as atitudes que estamos incentivando se tornem naturais entre pedestres e motoristas”, afirmou.

cmtu.educação.transito.V4O diretor de Trânsito, Hemerson Pacheco, explicou que a campanha “Olhe e Sinalize” veio de encontro aos dados indicados pelo Placar do Trânsito. Segundo o levantamento, dos 177 atropelamentos registrados em Londrina de janeiro a junho, somente três ocorreram em faixas de segurança. “Nossa atuação busca a redução dos números apresentados no estudo. É inconcebível que alguém seja atingido por um veículo em plena faixa. Por isso, a campanha busca uma mudança de cultura entre quem anda a pé, que muitas vezes atravessa em pontos inadequados e se porta distraidamente, e os motoristas, nem sempre educados a respeitar a parte mais frágil no trânsito”, detalhou.

Antenor Ribeiro, diretor da Ciretran local, exaltou o empenho da campanha em conscientizar também o pedestre. Ele afirmou que, atualmente, a cidade conta com cerca de 350 mil veículos registrados, o que invariavelmente implica em muitas demandas na área de trânsito. “É claro que a CMTU tem limitações orçamentárias e de mão de obra no gerenciamento da dinâmica viária. No entanto, não podemos ficar só na lamentação. Uma mudança no panorama das ruas passa pela união e colaboração de todos”, frisou.

Campanha – Concebida como uma evolução da campanha “Pé na Faixa”, a iniciativa “Olhe e Sinalize” busca convencer o pedestre a atravessar as vias somente sobre a faixa de segurança. Além de realizar a passagem nos locais adequados, o programa se propõe a instaurar novos cuidados entre quem anda a pé. Aguardar na calçada, esticar o braço para indicar a intenção de passar, olhar para os dois lados da rua e estabelecer contato visual com o motorista antes da travessia são comportamentos que a CMTU busca incentivar.

cmtu.educação.transito.V3A “Olhe e Sinalize” envolve a implantação de nova sinalização viária em diversos pontos da cidade. Na primeira etapa, onze pontos receberão placas e pinturas no asfalto alusivas à campanha. O primeiro é a avenida Aminthas de Barros, na altura do Zerão, onde as intervenções foram acompanhadas, também na manhã de hoje, de orientação e fiscalização do fluxo por agentes da companhia. Até o final do ano, o trabalho será gradativamente ampliado para outros locais com grande circulação de pedestres. À medida que a sinalização antiga for retirada dos locais contemplados com a ação, os modelos serão reformados para utilização em outros pontos.

Para potencializar o alcance da campanha, a CMTU também programou a veiculação de peças publicitárias na internet, em outdoors e emissoras de rádio e televisão. Um comercial foi gravado em parceria com uma emissora de TV local e um spot, que vem sendo veiculado há cerca de duas semanas por uma rádio da cidade, se propõe a chamar a atenção para o programa. A CMTU tem buscado novos apoiadores da causa e, nas semanas seguintes, outros veículos de comunicação serão convidados a aderir à iniciativa.

Dentre as autoridades presentes durante a solenidade de lançamento da campanha, estavam também o vereador Filipe Barros, o pró-reitor da Unifil, Lupercio Luppi, secretários municipais, representantes da Polícia Militar (PM), Guarda Municipal (GM), do Corpo de Bombeiros, do Tiro de Guerra, entre outros.

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