Autor: Zé Otávio



Prefeito Marcelo autoriza novos equipamentos para a Saúde no valor de R$ 6 milhões

O prefeito Marcelo Belinati autorizou a compra de diversos equipamentos para a Saúde. Ao todo serão investidos cerca de R$ 6 milhões decorrentes dos impostos pagos pelos contribuintes. Já foram adquiridos e estão sendo instalados 550 esfigmomanômetros (que medem a pressão sanguínea); 50 estetoscópios (para a escuta de ruídos internos do organismo); 35 negatoscópios (aparelho cuja função é visualizar com clareza as radiografias); dois cardioversores (utilizados para a liberação de estímulos elétricos no coração); 40 Kits instrumentais para odonto; 30 macas e dois aspiradores de secreção.

Outros itens estão em processo de aquisição e serão instalados em breve na Rede Municipal. São eles:quatro veículos baixos; duas vans; um microônibus; uma ambulância (município conta com 15 ambulâncias atualmente); mil computadores; 600 tablets;180 aparelhos de ar condicionado; 375 ventiladores; 31 consultórios de odonto; outros 854 esfigmomanômetros; mais 640 estetoscópios; 130 canetas de rotação – odonto;60 bebedouros; 35 lavadoras ultrassônicas – esterilização; seis câmaras de vacina; 50 carrinhos de emergência; 10 desfibriladores externos automáticos (DEA); 240 termômetros auriculares; 90 poltronas reclináveis.

E mais: 50 compressores de ar;12 seladoras de esterilização; 74 detectores fetais portáteis; 17 geladeiras comuns; 37 televisões; 100 longarinas para sala de espera; 700 cadeiras comuns; 35 balanças pediátricas; 60 aspiradores de secreção – portátil;
30 oxímetros;200 aquecedores; 20 carrinhos de curativos; 50 aparelhos – fotopolimerizador; quatro bisturis elétricos; quatro incubadoras;11 cadeiras de rodas; dois monitores multiparamétricos; 100 mesas ginecológicas; 250 telefones comuns;80 telefones head set; cinco aparelhos de fototerapia; seis berços aquecidos; 14 berços – recém-nascido; 40 camas hospitalares; dois carditocos; uma secadora de roupa industrial; duas máquinas de costura industrial; três aparelhos de eletro.

O prefeito ressaltou que a substituição dos aparelhos vai melhorar o atendimento às famílias, dando também melhores condições de trabalho aos profissionais da área. “Muitos desses equipamentos que estão sendo utilizados hoje foram comprados há quase 30 anos e já estão superados. Sabendo que a tecnologia se moderniza com muita rapidez e que não podemos ficar para trás, estamos fazendo essa substituição”, disse Marcelo em sua rede social.

O secretário municipal de Saúde, Felippe Machado, enfatizou que este é um investimento inédito e histórico para a Saúde de Londrina. Segundo ele, além de melhorar a qualidade do atendimento aos pacientes, estas aquisições proporcionarão um ambiente mais humanizado à população e servidores, já que há previsão de compra de aparelhos de ar condicionado, ventiladores e cadeiras. “Tudo isso irá reestruturar a saúde pública, para Londrina voltar para um cenário de protagonismo, somando-se a outras ações que já estão sendo executadas, como a reforma das UBSs da cidade. Todos estes investimentos demonstram que a Saúde é prioridade na administração do prefeito Marcelo Belinati”, frisou.

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Prefeitura recebe primeira doação para o Banco de Ração

banco.ração.VPInforma Dayane Albuquerque, com fotos de Vivian Honorato, que a Secretaria Municipal do Ambiente (SEMA) recebeu, na manhã desta segunda-feira (21), a primeira doação para o Programa Banco de Ração do Município de Londrina. A Distribuidora Total Vet fez a entrega de 221 quilos de ração premium, ou seja, de alta qualidade, sendo 200kg para cães e 21kg para gatos, além de vermífugos, que equivalem o total de R$ 8,3 mil. Na ocasião, também foi assinado o termo de doação e recebimento, como prevê o edital de Chamamento nº 001/2019.

O Banco de Ração Municipal é uma política pública inédita no Município de Londrina,de autoria da vereadora Daniele Ziober. O programa visa captar doações de ração animal e promover sua distribuição para as entidades e protetores de animais previamente cadastrados. A iniciativa também possibilita que os guardiões de animais, que estão em situação de vulnerabilidade, cadastrem seus pets.

O secretário municipal do Ambiente, Gilmar Domingues Pereira, agradeceu a distribuidora Total Vet, que acreditou na seriedade do programa e atendeu o chamamento com uma quantidade expressiva de produtos com grande poder nutricional. “Foi uma surpresa muito positiva, para uma primeira doação. Sabemos que precisamos de muito mais, mas com este primeiro lote imaginamos que conseguiremos atender um público consideravelmente grande e com produtos de extrema qualidade”, afirmou.

banco.ração.V2Pereira disse acreditar que o programa vai estimular mais doações de empresas. “Muitas pessoas querem fazer a doação, mas não fazem por encontrar dificuldades em comprovar a destinação. Com este programa instituído, com um termo de recebimento por parte da SEMA, devidamente legalizado, as empresas vão se sentir mais à vontade para doar”, estimou.
De acordo com Bruna Ontivero Pelassi, da gerência de Fiscalização da SEMA, e presidente do recém-constituído Conselho Municipal de Proteção e Defesa dos Animais (COMUPDA), com esta primeira entrega a Secretaria vai analisar como serão feitas as doações da ração aos cadastrados, dentro dos critérios de prioridade do programa, levando em consideração o prazo de validade do produto, quantidade, e o contexto dos cadastrados. As entrega já nesta segunda-feira (21), e até agora se cadastraram para receber as doações 36 famílias em estado de vulnerabilidade alimentar e nutricional, 25 protetores independentes e duas ONGs de proteção animal.

A vereadora Daniele Ziober salientou que o projeto representa um sonho realizado e lembrou ele contempla também os protetores independentes, os quais encontram muitas dificuldades para conseguir doações. “Fiz este projeto pensando mais nos cerca de 60 protetores independentes de animais da cidade, pois não existia nenhum respaldo legal para eles, por não serem uma entidade. Agora, estas pessoas serão alcançadas também, além das ONGs e famílias que precisam”, contou.

O coordenador técnico da Total Vet, Vinícius Fernandes Pires da Rocha, disse que a empresa tem, como uma de suas prioridades, a causa social. Segundo ele, a distribuidora resolveu participar do projeto por ser uma maneira de distribuir produtos para os animais que precisam, sob o controle da SEMA. “São clientes que não teriam condições de consumir este tipo de produto, com alta concentração de nutrientes. Enxergamos a causa animal como um problema que vem se estendendo da região de Londrina, mas agora a Prefeitura, junto com a vereadora Daniele Ziober, se organizou em prol dos animais do município e estamos muito felizes em colaborar”, ressaltou.

banco.ração.V3Mais sobre o Programa – Além dos itens alimentícios, o Banco de Ração também permite, por meio de cessão gratuita ou doação, serem aceitos itens como roupas, coleiras, guias, casinhas, caixas de transporte, brinquedos, produtos de limpeza e utensílios variados para animais. As doações acontecem através de chamamento público, que consente a inscrição de estabelecimentos comerciais e industriais, pessoas físicas ou jurídicas.Também podem ser decorrentes de apreensões realizadas pelos órgãos públicos e de doações dos próprios entes federados, ou seja, Município, Estado e a União. No caso de empresas, a logomarca dos estabelecimentos é divulgada no site da Prefeitura, como um estímulo à participação das mesmas.

Os produtos doados não podem ser comercializados e os beneficiários que forem identificados realizando tal conduta ou maltratando animais serão autuados e terão seus cadastros excluídos do programa. A coordenação do Banco de Ração é feita pela SEMA, que também faz a organização, estruturação das atividades técnicas e operacionais e articula as formas de coleta e distribuição dos produtos doados. Outra função da secretaria é gerenciar o credenciamento, fiscalização e acompanhamento das entidades, pessoas e famílias a serem beneficiadas.

Chamamento público – Prossegue aberto o Chamamento Público Nº 001/2019, para a inscrição de comerciais, industriais ligados à produção e comercialização, no atacado ou no varejo, bem como de pessoas físicas ou jurídicas, que queiram participar do programa, fazendo a doação de produtos e gêneros alimentícios, utensílios diversos destinados aos Pets.
As inscrições estão sendo feitas na sede da SEMA, no setor de Protocolo, situado na Rua da Natureza, 155, dentro do Parque Arthur Thomas, de segunda a sexta-feira, das 12 às 18 horas. Além disso, por meio de uma portaria assinada durante a solenidade desta segunda-feira (21), também será possível fazer o cadastro pela internet. O documento será publicado no Jornal Oficial de hoje.

Para a formalização e consultas, é necessário entrar em contato com a gerência de Fiscalização Ambiental pelos telefones (43) 3372-4770 ou (43) 3372-4771, ou pelo e-mail fiscalizaçã[email protected] Todas as informações do edital de chamamento estão disponíveis na edição nº 3.692 do Jornal Oficial do Município, que pode ser acessada pelo link https://bit.ly/2RHL5O4.

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Luísa Canziani anuncia apoio ao governo Ratinho Junior

“É um jovem disposto e competente, estarei à disposição para o que precisar, temos que respeitar os que têm mais idade e também aqueles que ainda não tem tanta experiência”, da deputada Luísa Canziani (PTB), em entrevista ao npdiario, ao anunciar apoio ao governo Ratinho Junior.

A maior bandeira? “A educação, é onde que começa tudo, é o que muda o mundo, as pessoas e uma nação”, observa.

Luísa é advogada e filha de Alex Canziani(PTB), que cumpre o quinto mandato como deputado federal, se candidatou ao Senado em 2018 e não conseguiu se eleger,embora tenha feito quase um milhão e 300 mil votos.

Durante a visita, recebeu a ligação do prefeito platinense, Professor Zezão(PHS) e do deputado estadual reeleito Luiz Cláudio Romanelli(PSB), ambos próximos dela e de Alex.Os dois a parabenizaram e desejaram trabalho profícuo.

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Novo Secretário de Agricultura em Londrina

O Núcleo de Comunicação informa que o administrador de empresas Ronaldo Siena assumirá a Secretaria de Agricultura e Abastecimento a partir de segunda-feira.

RONALDO DEBER SIENA tem especialização em Análise e Educação Ambiental em Ciências da Terra, pela UEL, e várias capacitações na mesma área.

Foi gerente de Bacia Hidrográfica e ainda Chefe Regional do Instituto Ambiental do Paraná.

Também foi chefe do escritório regional da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Recursos Hídricos.

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Cruzamento entre as ruas Guaporé e Tietê ganha novos semáforos

Informa o NCOM, que começaram a funcionar nesta sexta-feira (18) os semáforos instalados no cruzamento das ruas Guaporé e Tietê, na Vila Nova, área central da cidade. Os dispositivos foram acionados pela manhã, depois que a Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização concluiu a vistoria final das obras. Para chamar atenção para a novidade e orientar os condutores, agentes serão mantidos no local durante os próximos dias.

De acordo com o diretor de Trânsito da companhia, coronel Pedro Ramos, os equipamentos funcionam em três tempos. O primeiro libera o tráfego para a Rua Guaporé; em seguida para quem segue a Tietê em direção à Rua Bahia e, por último, é a vez de quem vai no sentido do Corpo de Bombeiros. A programação dos sinaleiros ainda contempla 7 segundos de bloqueio total do fluxo para a passagem de pedestres.

Adquiridos e implantados por uma instituição de ensino superior da região, os novos semáforos fazem parte do Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV) determinado pelo Instituto de Pesquisa de Planejamento Urbano de Londrina (IPPUL) à universidade. Além da CMTU e do Ippul, a Prefeitura de Londrina supervisionou a execução da contrapartida, por meio da Secretaria Municipal de Obras e Pavimentação.

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Relatório do Coaf aponta 48 depósitos suspeitos na conta de Flávio Bolsonaro

elatório do Coaf aponta que os 48 depósitos foram feitos em cinco dias e somam R$ 96 mil. O dinheiro foi depositado na conta de Flavio Bolsonaro de dentro de agência bancária na Alerj

Informa o Congresso em Foco, que um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) aponta que, em 2017, o senador eleito e filho do presidente Jair Bolsonaro (PSL), Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), recebeu 48 depósitos em dinheiro em sua conta bancária. Os depósitos, que somam R$ 96 mil, foram feitos em cinco dias.

O Coaf considerou a movimentação suspeita em relatório obtido pelo Jornal Nacional, da Rede Globo. Os 48 depósitos de R$ 2 mil, aponta o documento, foram feitos no autoatendimento de uma agência bancária que fica dentro da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).

Todos os depósitos foram feitos entre 9 de junho e 13 de julho de 2017. No dia 9 de julho daquele ano, foram feitos dez depósitos em cinco minutos, entre as 11h02 e 11h07. Seis dias depois, em 15 de junho, outros cinco depósitos foram feitos no espaço de 2 minutos, entre 16h58 e 17h00. Em 27 de junho, a conta de Flávio Bolsonaro recebeu mais 10 depósitos, realizados em 3 minutos, das 12h21 às 12h24. No dia seguinte foram feitos mais 8 depósitos no espaço de 4 minutos, das 10h52 às 10h56. Os últimos 15 depósitos no relatório foram identificados no dia 13 de julho e feitos em seis minutos.

O Coaf, segundo a reportagem do Jornal Nacional, não conseguiu identificar quem fez os depósitos na conta do filho de Bolsonaro. A suspeita do Coaf é de ocultação da origem do dinheiro, pela forma fracionada que os depósitos foram feitos.

O relatório foi produzido a pedido do Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ), a partir da investigação das movimentações financeiras dos funcionários da Alerj. A suspeita inicial é de que os funcionários de gabinetes da Alerj estivessem devolvendo parte de seus salários.

Após o pedido de ampliação, feito pela Promotoria em 14 de dezembro, o Coaf entregou o novo relatório três dias depois, em 17 de dezembro. Flávio Bolsonaro foi diplomado senador no dia 18 de dezembro e não tinha foro privilegiado quando o MP pediu a ampliação da investigação.

À reportagem do Jornal Nacional, o MP negou que Flávio Bolsonaro fosse investigado e que tenha havido quebra de sigilo do senador eleito por ter se baseado em norma do Conselho Nacional do Ministério Público, que autoriza pedidos de relatórios de inteligência do Coaf. Para o MP, as investigações de movimentações financeiras atípicas podem virar procedimentos cíveis para investigar improbidade administrativa.

Caso Queiroz

No início de dezembro do ano passado, o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) rastreou a movimentação bancária de R$ 1,2 milhão por Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro.

Queiroz já foi convidado a prestar esclarecimentos ao MP, mas faltou em todas as datas, alegando problemas de saúde. Sua esposa e filhas também não compareceram para prestar depoimentos, afirmando que estavam acompanhando Fabrício Queiroz no hospital.

Segundo ele, seus problemas de saúde estão relacionados à exposição de seu nome na mídia. Alegando fortes dores, Queiroz faltou a depoimentos marcados pelo Ministério Público do Rio de Janeiro. O ex-assessor parlamentar foi submetido a uma cirurgia para retirada de um tumor maligno no intestino e ficou internado de 30 de dezembro a 8 de janeiro no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, um dos mais caros do país. Ele contou que fará sessões de quimioterapia, que poderão durar de três a seis meses.

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Casos de agressão a jornalistas aumentaram 36% no ano passado

Informa a Agência Brasil, que os casos de agressão a jornalistas aumentaram 36,36% em 2018, na comparação com o ano anterior. No ano passado, houve 135 ocorrências de violência que atingiram 227 profissionais, incluindo um assassinato. Em 2017, foram 99 registros. Os dados fazem parte do relatório divulgado hoje (18) pela Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), no Rio.

A Fenaj lançou o Relatório da Violência contra Jornalistas. E/D: a secretária geral da Fenaj, Beth Costa; a vice-presidente, Maria José Braga e o presidente, Celso Schröder (Tomaz Silva/Agência Brasil)
Os jornalistas Beth Costa, Maria José Braga e Celso Schröder – Tomaz Silva/Arquivo/Agência Brasil

De acordo com a Fenaj, a diferença entre o número de vítimas e de ocorrências explica-se pelo fato de mais de um profissional ter sido atingido na mesma ocasião. “A violência contra profissionais de imprensa é um fator extremamente grave e muitíssimo preocupante. O crescimento em 2018 em relação a 2017 é um sinal de alerta”, afirmou a presidente da Fenaj, Maria José Braga.Segundo a Fenaj, as agressões físicas foram a forma de violência mais comum e aumentaram 13,79% no período. O relatório aponta 33 casos, que vitimaram 58 profissionais, contra 29 registros em 2017.

Com 105 vítimas, o sexo masculino foi o mais atingido (46,26%). Entre as jornalistas, houve 60 vítimas (26,43%). Os casos não identificados, quando a violência é generalizada e atinge vários profissionais e de ambos os sexos, foram 62 (27,31%).

De acordo com a Fenaj, um fato chamou a atenção: o grande crescimento no número de casos de agressões verbais, ameaças, intimidações e impedimentos ao exercício profissional. Na comparação com o ano anterior, o aumento de agressões verbais e os impedimentos ao exercício profissional mais que dobraram. Foram registradas 27 ocorrências de agressões verbais, 28 de ameaças e intimidações e 19 de impedimentos ao exercício profissional. Já em 2017, eram, respectivamente, 13, 15 e 8 casos.

Disputa eleitoral e greve

A entidade destacou ainda a influência da greve do setor de transporte, quando dezenas de profissionais foram agredidos verbal e/ou fisicamente e impedidos de realizar seu trabalho, durante a cobertura da paralisação.

Pelos dados dos sindicatos que serviram de base para o relatório, 23 ocorrências foram registradas em diversos estados. Além disso, ocorreram três atentados, 10 casos de censura, 10 ocorrências de cerceamento à liberdade de imprensa por meio de ações judiciais, uma prisão e três casos de violência contra a organização sindical dos jornalistas.

Para a Fenaj, o aumento significativo é resultado, principalmente, do ano eleitoral. Do total, 27 casos de violência foram relacionados diretamente às eleições e, 16, ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Agressores

O documento da Fenaj indica que os eleitores e manifestantes foram os principais agressores a jornalistas no ano passado. Eles praticaram 30 casos de violência contra jornalistas, o que significa 22,22% do total.

“Causou muito espanto [o fato de] que o maior agressor dos jornalistas brasileiros foi o cidadão e a cidadã comuns, ou seja, manifestantes, eleitores, trabalhadores, caminhoneiros, que nas diversas situações passaram a agredir o profissional jornalista como forma de questionar d seu trabalho”, observou Maria José.

Os policiais militares ou guardas, que costumavam ficar no topo da lista de agressores nos últimos anos, desta vez ficaram em terceiro lugar e empataram com os empresários, inclusive os da comunicação, com 13 agressões (9,63% do total) em cada uma dessas categorias.

A presidente da Fenaj destacou ainda os ataques virtuais. Segundo Maria José, as redes sociais viraram o território do indivíduo agressivo. “Do mesmo jeito que é possível fazer um debate público interessante, é possível também ser um espaço da disseminação do ódio e do ataque puro e simples acreditando-se em um presumível anonimato, que não existe. Para nós, da Federação dos Jornalistas, o ataque virtual é igualmente sério, precisa ser identificado e punido na medida da agressão.”

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Novo recuo: governo Bolsonaro suspende nomeação de diretor responsável pelo Enem

O governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL) fez mais um recuo e, nessa quinta-feira (17), suspendeu a nomeação do economista Murilo Resende Ferreira para coordenar o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

A nomeação de Murilo havia sido publicada em edição extra do Diário Oficial da União na noite de quarta-feira (16), por meio de uma portaria, assinada pelo ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni. Também em edição extra, Onyx assinou outra portaria para deixar “sem efeito” a nomeação de Resende, mas não divulgou o motivo.

O economista é defensor do programa Escola Sem Partido e crítico do que classifica como “ideologia de gênero”. Durante uma audiência pública do Ministério Público Federal de Goiás (MPF-GO), em 2016, ele chegou a chamar os professores brasileiros de “manipuladores” que não querem “estudar de verdade”.

Murilo havia sido nomeado para o cargo responsável pela coordenação do Enem antes mesmo da nomeação do novo presidente do Inep – posto vago desde a última segunda-feira (14), quando Maria Inês Fini foi exonerada. A movimentação foi vista com estranheza por funcionários do Inep, de acordo com o jornal Folha de S.Paulo. Informações do Rede Brasil Atual

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Copel e Sanepar não serão privatizadas, afirma Ratinho

Defensor da parceria com a iniciativa privada, sobretudo para alavancar investimentos na área de infraestrutura, o governador Carlos Massa Ratinho Junior já deixou claro que a Copel e a Sanepar são intocáveis e não serão privatizadas em seu governo.

Em entrevista à Globonews nesta sexta-feira (18), ele disse que as empresas são bem geridas e têm um papel social importante para o Estado, que seria perdido se passasse para o domínio privado.

Ratinho, no entanto, não descarta parcerias ou joint ventures com outras empresas. E cita o exemplo bem sucedido da Compagas, a concessionária responsável pela distribuição de gás natural canalizado no Paraná, uma empresa de economia mista que tem como acionistas a Copel, com 51% das ações, a Petrobrás Gás S.A. – Gaspetro, com 24,5% e a Mitsui Gás e Energia do Brasil Ltda., com 24,5%.

“A Copel e a Sanepar têm duas funções fundamentais: promover o desenvolvimento econômico e social do Paraná. Empresas com funções como essas, especialmente na área social, não devem ser passadas para a iniciativa privada, onde a visão financeira se sobrepõe a todas as outras”, afirmou.

Segundo ele, os planos de seu governo são modernizar as companhias, aumentar a eficiência e reduzir custos. As diretrizes do governo e o anúncio das novas equipes que dirigirão as empresas, escolhidas com critérios técnicos e não políticos, agradou o mercado, disse o governador.

No início desta semana, as ações da Sanepar atingiram seu maior valor histórico, com valorização de 5,88%. Enquanto as da Copel alcançaram o maior valor dos últimos 12 meses na bolsa brasileira e abriram com alta também na Bolsa de Valores de Nova York.

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A quem interessa o ativismo político do MP? Não à democracia, diz Ricardo Barros

O ex-ministro da Saúde Ricardo Barros (PP/PR) classificou de “ativismo político” o fato de o Ministério Público Federal (MPF) divulgar a denúncia relacionada à compra de medicamentos raros um mês após o protocolo na Justiça Federal, poucos dias depois do anúncio de sua candidatura à presidência da Câmara e já tendo conhecimento da decisão liminar da Justiça Federal que negou o bloqueio dos bens, omitindo a informação na nota à imprensa

“Esse ativismo político do Ministério Público não ajuda a democracia”, afirma o deputado federal paranaense. Barros adianta que irá protocolar uma reclamação na corregedoria do MPF “para a apuração de responsabilidade da divulgação da matéria”.

O MPF protocolou a ação no dia 19/12 às 18h35, último dia antes do recesso judiciário, porém demorou quase um mês para divulgar. O texto foi publicado no site do MPF às 13h45 do dia 16/01. Cinco dias depois de o deputado paranaense ter anunciado a candidatura à presidência da Câmara.

DECISÃO – Além disso, quando divulgou a notícia, já era de conhecimento do MPF que a juíza Iolete Maria de Oliveira, da 22 Vara Federal de Brasília, havia negado o bloqueio de bens solicitado pela instituição.

O despacho da juíza foi assinado na sexta-feira passada, dia 11 de Janeiro, portanto cinco dias antes da distribuição do release. No texto, publicado no site da instituição e enviado aos veículos de comunicação do país, o MPF destaca que pede também a indisponibilidade de quase R$ 20 milhões dos acusados e omite o fato de a Justiça Federal ter negado o bloqueio.

MONOPÓLIO – Finalmente, a não inclusão na ação do laboratório que se recusou a fornecer o medicamento ao vencedor da licitação realizada pelo Ministério da Saúde é também inexplicável.

O Ministério Público Federal ignora que a ação envolve o monopólio de venda de medicamentos, o que impediu o Ministério da Saúde de adquirir medicamentos pelo valor mais baixo conseguido em concorrência.

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