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Bahr Baridades
13/02/2014 - 08h53 - visualizações

Ativistas profissionais: quem os paga?

Autor Bahr-Baridades
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A ativista Sininho, cúmplice dos vândalos, escarnecendo dos circunstantes

Agora ficou escancarado: a repercussão em torno da morte do cinegrafista da TV Bandeirantes, Santiago Andrade, trouxe à tona figuras de ativistas profissionais que podem ser enquadrados nas mesmas categorias de terroristas, vândalos, agitadores e agora caracterizados como criminosos-assassinos.

A figura arrogante e a empáfia demonstrada pela ativista Elisa Quadros, conhecida como Sininho, nos contatos com a mídia, as ameaças de seus companheiros dirigidas a outro cinegrafista (“você será o próximo!”) revelam que por trás desse grupo dos chamados black blocs – os agitadores – existe uma organização política muito bem estruturada. São na maioria jovens doutrinados politicamente, participantes de vandalismos em várias “manifestações de rua”, como a Rede Globo insiste em denominar, com um grupo de advogados (inclusive a turminha dos Direitos Humanos) na retaguarda, prontos para entrar em ação na libertação e defesa dos flagrados em atos criminosos.

Nosso blog Bahr-Baridades já publicava, ainda em 20 de junho de 2013 (“As três faces das manifestações nas ruas”), quando as primeiras depredações e os vandalismos ocorreram:

O segundo grupo é composto por jovens militantes políticos escolados e treinados para conduzir e induzir massas – e usam do primeiro grupo para atingir objetivos muito além das aparências. Não é à-toa que se avistavam bandeiras de partidos políticos como o esquerdista PSTU tremulando em meio à multidão. Esse grupo está atrás de uma verdadeira revolução, comprovada na entrevista concedida por uma das agitadoras-mór que, após o anúncio da redução das passagens, passou a falar em continuar as manifestações para alcançar a “revolução no campo” e “revolução urbana”. Para bom entendedor, esse grupo pretende tomar tanto as terras de plantio (a exemplo do MST) como até residências dos “burgueses”nas cidades, mais ou menos como aconteceu na velha Rússia e tão bem explicitado no filme Dr. Jivago, a partir do livro do dissidente Boris Pasternak”.

Para analisarmos quem são os responsáveis por trás desta criminalidade, vamos por eliminação. A quem NÃO interessa essa baderna toda:

1 – Não interessa à polícia, que é a instituição mais visada pelos baderneiros e por parte da mídia esquerdista que insiste em acusá-la de violência excessiva;

2 – Não interessa aos governadores e prefeitos dos estados e cidades que sofrem com os estragos, prejuízos e a redução na arrecadação, além do aumento de despesas com a recuperação dos bens públicos;

3 – Não interessa aos jovens que participam dos protestos de boa fé, reivindicando melhorias, redução de custos e mais atenção dos governantes para suas necessidades no dia-a-dia;

4 – Não interessa à maioria do povo brasileiro, que segundo recentes pesquisas, revela-se – apesar da mudança dos tempos – conservador, religioso e seguidor das leis;

5 – Não interessa aos empresários, que são obrigados a cerrar suas portas para evitar quebradeiras, prejuízos, saques, roubos e até agressões;

E a quem interessa a baderna?

1 – A vários partidos políticos de esquerda, que seguem o lema do “quanto pior, melhor”. Não foi à-toa que a tal ativista Sininho entrou em contato com um deputado do PSOL, um dos partidos que “orgulhosamente” exibe suas bandeiras cor de sangue em todas as badernas de rua;

2 – Ao partido do governo que, na gana de conquistar a reeleição da governanta, procura desestabilizar prefeitos e governadores dos partidos de oposição;

3 – A uma parte da mídia, que toma carona (regiamente pagos com anúncios do governo federal) e se junta para detonar a oposição;

4 – A várias organizações e pessoas esquerdistas que mamam nas tetas do governo, através de cargos, empregos, verbas distribuídas a granel e outras benesses.

5 – Aos países bolivarianos, especialistas em revoluções armadas, movimentos de ruas, arruaças e com os quais o atual governo brasileiro estabeleceu pactos políticos, chegando a abrir as fronteiras para a livre passagem de terroristas e agitadores profissionais.

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