Jornal Escolar – Eu fiz!

capa - jornal escolarPara começar a produção de um jornal escolar o primeiro passo é pensar em um nome para o impresso. E foi dessa forma que a professora Maria Aparecida Cavalher Ferreira, iniciou as atividades na Escola Municipal Professora Miriam Leila Palandri, em Maringá.

Alunos do quarto e quinto ano foram os responsáveis pela produção do jornal e, por isso, tiveram a oportunidade de sugerir nomes para o informativo. Foram várias opções e para a escolha, nada mais justo, do que o voto democrático. Ao final, o nome escolhido foi “Jornal da Cultura Escolar”.

Nesta primeira edição o tema central foi o folclore brasileiro, assunto trabalhado amplamente com os alunos em sala de aula e no Ambiente Educacional Informatizado (AEI). “Como é um tema muito rico, os alunos tiveram a oportunidade de manusear o computador utilizando vários recursos, a exemplo da pesquisa na internet, vídeos, inserção de figuras, digitação de textos, desenhos. Os terceiros anos contribuíram com a pesquisa e produção de publicidade sobre lendas, os quartos anos estudaram as parlendas, trava-línguas, ditados populares e adivinhações. Já os quintos anos escreveram sobre comidas típicas de cada região do Brasil, uma das propostas de melhor resultado”, destaca Maria Aparecida.

É importante ressaltar que o trabalho realizado no AEI tem contribuído muito com o aprendizado do estudante, podemos observar isso semanalmente nos jornais escolares que têm sido publicados no O Diário do Norte do Paraná. Principalmente na questão da digitação de textos, que oportuniza aos alunos perceberem seus erros ortográficos e corrigi-los. Outro fator enriquecedor é o acesso que eles têm às diversas imagens que completam os textos, facilitando a interpretação.

A professora conta que muitas dificuldades foram enfrentadas para a realização do jornal escolar. Mesmo com a assessoria da coordenação de informática da secretaria da educação do município, que ofereceu as orientações e os temas a serem trabalhados, ela precisou pesquisar e adquirir novos conhecimentos para orientar os alunos. “Era preciso ensinar o conteúdo, fazer o registro utilizando os recursos da informática e o mais difícil, colocar os trabalhos produzidos no jornal, ou seja, fazer a diagramação”, diz.

Depois de tanto esforço, vieram os resultados. O Jornal da Cultura Escolar deixou de ser apenas um projeto e saiu do computador para as folhas de papel. Todo produzido e impresso no AEI, o jornal escolar foi um sucesso na instituição. Cada aluno que participou das atividades pode levar um exemplar para casa e comemorar com os pais. Uma cópia em tamanho maior ficou em exposição na escola, para que toda a comunidade pudesse reconhecer o bom trabalho realizado.

“O diferencial da produção de um jornal escolar, é que é um processo. Percebi que para ensinar, antes é preciso aprender, mesmo aquilo que a gente pensa que já sabe. Aprender é sempre gratificante, tanto para o aluno como para o professor”, conclui, Maria Aparecida.

Deixe um Comentário

Seu endereço de e-mail não será publicado.