Autor: Fernanda A. Accorsi



Publicidade infantil não!

Com o propósito de defender os direitos da infância, foi lançado o manifesto pelo fim da publicidade e da comunicação mercadológica para o público infantil, menor de 12 anos de idade. A iniciativa está relacionada à construção de um futuro mais solidário e sustentável para a sociedade brasileira.

Conforme o site de Notícias da América Latina e do Caribe (Adital), “A mobilização contra a publicidade destinada ao público infantil pretende evitar a disseminação de valores materialistas e o aumento de problemas sociais como a obesidade infantil, erotização precoce, estresse familiar, violência pela apropriação indevida de produtos caros e alcoolismo precoce”.

Quem quiser se posicionar contra a publicidade infantil pode assinar o manifesto disponível aqui

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Livros de Paulo Freire disponíveis na web

“Não existe docência sem discência” ou então “se a educação sozinha não pode tranformar a sociedade, tampouco sem ela a sociedade muda”. Os ensinamentos de Paulo Freire vão além da sala de aula e colaboram com a educação do ser humano. Para ter acesso na web às principais leituras do gênio da educação existe uma biblioteca voltada para o educador. São mais de 10 títulos disponíveis para download. Veja aqui

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Fim do Dia Internacional da criança no Rádio e na Tv

Há 20 anos celebramos o Dia Internacional da Criança no Rádio e na Tv (ICDB, sigla em inglês), mas a partir de 2012 não há mais comemoração. A data tinha a intenção de conscientizar as emissoras de rádio e televisão para uma melhor qualidade na programação infanto-juvenil, mas foi extinta.
Em 2011 a data foi celebrada em seis de março com o tema “as meninas são… Os meninos são…”.
O porquê do fim está na nota escrita pela produtora executiva do Dia Internacional da Criança no Rádio e na Tv, Karen Cirillo:

Unicef anuncia o fim do Dia Internacional da Criança no Rádio e na TV

Em 2011, o Unicef celebrou o 20º Aniversário do Dia Internacional da Criança no Rádio e na TV (ICDB*). A iniciativa – que começou como uma maneira de conseguir que as emissoras dedicassem um tempo de sua programação para as questões relacionadas às crianças – cresceu através dos anos e se tornou uma celebração da participação de crianças e adolescentes na mídia. Ao longo do caminho, inspirou o desenvolvimento de programação infanto-juvenil de qualidade, programas regulares de rádio e TV conduzidos por meninos e meninas e uma infinidade de eventos especiais. A iniciativa foi abraçada tanto por grandes emissoras privadas quanto por organismos públicos de radiodifusão em pequenos países.
Hoje nós celebramos o que o ICDB foi capaz de realizar e anunciamos o fim da iniciativa. Pelo retorno que recebemos, fica claro que o ICDB alcançou seus objetivos: uma melhor qualidade da programação infanto-juvenil e uma maior atenção às crianças e aos adolescentes por parte das emissoras. Neste estágio, com a mudança no cenário da mídia e os excelentes progressos frutos do ICDB, faz sentido declarar que o Dia Internacional da Criança no Rádio e na TV foi um sucesso.
Ainda que o Unicef não vá mais coordenar um dia ou fornecer um tema global, nós encorajamos as emissoras para que continuem envolvendo as crianças e os adolescentes de alguma forma em sua programação, não apenas em um dia, mas durante todo o ano. Se o ICDB foi um sucesso em seu país, por favor, continue a celebrá-lo da maneira que achar adequada, escolhendo um tema ou assunto que seja importante para a sua comunidade.
Obrigada por todo o seu apoio, criatividade e dedicação para aumentar a participação de meninas e meninos nos meios de comunicação e melhorar a programação para as crianças.

Por Karen Cirillo, Produtora Executiva do Dia Internacional da Criança no Rádio e na TV

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Teatro e transformação social é tema de Simpósio na UEM

Discussões sobre teatro, desenvolvimento e comunidade serão o foco do Simpósio Internacional Brasil, EUA, Canadá Teatro e Transformação Social: possibilidades do uso da performance como estratégia de intervenção social. O evento acontece nos dias nove e 10 de março e é direcionado a psicólogos, assistentes sociais, artistas, educadores e estudantes universitários. O custo é de R$ 30,00 para estudantes e de R$ 50,00 para os demais participantes. Inscrições aqui

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O Diário na Escola realiza encontro em Sarandi

Acontece agora na Secretaria de Educação de Sarandi, desde às 8h da manhã, o encontro pedagógico “Jornal e Cidadania”, ministrado pelo professor Ricardo Pastoreli e pela jornalista da Concessionária Viapar, Priscila Nascimento. O curso é o primeiro do ano letivo de 2012 e é voltado para os professores da rede municipal de Sarandi. A proposta é refletir sobre assuntos como trânsito, respeito ao próximo, reflexão, leitura, entre outros temas que são pautas dos jornais.

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LBV incentiva a permanência de crianças na escola

Lugar de criança é na escola. Parece óbvio, mas existem ainda no Brasil mais de três milhões sem acesso à educação. Os dados são do movimento Todos pela Educação (TPE).

A meta do TPE, de toda criança estar alfabetizada até os 8 anos de idade, não foi atingida. Mas como nem tudo está perdido, a proposta de todo jovem brasileiro concluir o ensino fundamental até 16 anos é uma realidade e o ensino médio até os 19 anos é uma meta superada.

A Legião da Boa Vontade (LBV) está com uma campanha de permanência das crianças na escola e como incentivo, os coordenadores da instituição vão entregar kits completos de material escolar. Vamos apoiar esta ideia que remete à inclusão educacional e ao desenvolvimento das crianças.

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UEM promove estudos sobre Marx

Quer estudar os conceitos de Karl Marx? Então chegaram as oportunidades! A Universidade Estadual de Maringá (UEM) promove, a partir de dois de março, o curso Introdução ao Materialismo Histórico, ministrado pelo professor do Departamento de Ciência Sociais da UEM, Pedro Jorge de Freitas. As inscrições podem ser feitas no Bloco M-5 no dia do curso e custam R$ 10 para acadêmicos e R$ 15 para outros interessados. O primeiro texto a ser trabalhado vai ser Marx: vida e obra.

Também sobre Marx, o Projeto de Extensão Leitura d’O Capital, que se configura como grupo de estudos, tem início no dia 25 de fevereiro, às 8h, no bloco M-5, na sala 2. Os encontros serão quinzenais; o primeiro capítulo de discussão é do O Capital – crítica da economia política, de Karl Marx. As inscrições serão feitas no local e dia do Projeto.

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Brasileiro é aprovado em Harvard

A matéria a seguir é de arrancar suspiros de qualquer um e foi publicada no G1:

Aprovado nos vestibulares mais concorridos do Brasil como o do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), Instituto Militar de Engenharia (IME) e da Universidade de São Paulo (USP), o estudante Gustavo Haddad Braga, de 17 anos, morador de São José dos Campos, em São Paulo, que também coleciona medalhas de olimpíadas estudantis nacionais e internacionais conquistou o título mais importante da carreira de aluno exemplar: foi aceito na Universidade de Harvard, nos Estados Unidos.

A vaga foi conquistada porque Haddad praticamente gabaritou nos dois exames chamados de Scholastic Assessment Test (SAT, Teste de Avaliação Escolar), uma espécie de ‘Enem americano’ que seleciona os estudantes para as universidades. Na primeira prova, que traz questões de raciocínio lógico, consideradas mais difíceis, ele tirou 2.400, a pontuação máxima. Na segunda, onde caem questões específicas do núcleo comum do ensino médio ou de língua estrangeira, o estudante tirou 2.350 pontos. Ambas as avaliações exigem nível avançado de inglês.

Haddad também está na disputa por vagas no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), Yale, Princeton, Stanford e Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech) cujo resultados ainda não foram divulgados. Mas pelo desempenho do estudante nas duas edições do SAT é bem provável que as instituições também o aceitem, já que é através deste exame que eles selecionam os alunos.

Leia a história completa de Gustavo Haddad Braga aqui

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O carnaval é uma festa infantil?

A “festa profana” ainda reserva espaço para os pequenos?

Para responder a questão, trouxemos a entrevista do antropólogo Roberto DaMatta, realizada em 2008, pelo Centro Internacional de Referência em Mídias para Crianças e Adolescentes – Rio Mídia e republicada esta semana pela revista Pontocom.

Vale a pena conhecer como a antropologia percebe o Carnaval, que para o país durante quatro ( em alguns casos cinco ou mais) dias.

O samba enredo de 1992 explica como o “espetáculo” funciona: “É carnaval, é a doce ilusão é promessa de vida no meu coração”. São dias em que tudo é permitido, homem vestir-se de mulher: pode! Exagerar na bebida alcoólica? Pode também…São dias, para a antropologia, que servem para fazer o sujeito esquecer dos problemas cotidianos, entretê-los, animá-los…enfim…é isso!

Vamos à entrevista…

Que relações então se estabelecem entre adultos e crianças nesta festa?

Roberto DaMatta – No carnaval, como na experiência do futebol e de outras festas, as crianças se vêem como iguais aos adultos relativamente a certas dimensões importantes da vida social. Por exemplo: com o direito de usar uma fantasia de sua escolha ou preferência; na capacidade de torcer pelo time A ou B; no papel de devoto do santo ou da santa que conta tanto quanto os outros. Essas são experiências de vida igualitárias que tiram a criança do controle do adulto e da família, que não é pequeno no Brasil. Elas, então, podem realizar coisas que os adultos realizam sem controle, ultrapassando o mero “agradar” ou “ser bem comportado”, para serem cúmplices, parceiros ou torcedores: cidadãos de um mesmo bloco, escola de samba ou entidade sobrenatural.

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