encontro



O Diário na Escola está em Floraí!

Olá pessoal!

Hoje estamos com os profissionais da Educação de Floraí para uma tarde de troca de saberes e experiências!

É mais uma oficina promovida pelo programa O Diário na Escola, sob coordenação de Ricardo Pastoreli.

A oficina “Os Descritores: um convívio diário” faz parte da capacitação docente para a Prova Brasil!

Nessa tarde vamos falar sobre vários temas, veja alguns:

  • procedimentos de leitura;
  • enunciador na compreensão de textos, intertextualidade;
  • localizar informações;
  • identificar o tema;
  • distinção entre fato e opinião.

Estaremos aí das 13 às 17 horas em parceria com a prefeitura do município! Gostou?

Ah, e por falar em oficina…

O pessoal de Ivatuba participou do encontro com a professora Alethéia semana passada. Olha só a avaliação da Secretária de Educação do município, Nadir Valentini:

“A parceria formada com o Programa O Diário na Escola vem contribuindo significadamente com a formação continuada de nossos professores. A cada oficina novas práticas pedagógicas são aprimoradas. E ao fazer uso do jornal como ferramenta de aprendizagem nossas crianças são estimuladas a novas descobertas e os conteúdos são aprendidos de forma prazerosa”.

 

Obrigada por nos receber professora Nadir!

Logo tem mais e a gente conta tudo por aqui e no Diário na Escola no Facebook

Até logo!

Equipe O Diário na Escola

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Capacitando educadores

Visando melhorar a prática pedagógica com o uso do jornal em sala de aula, a equipe do Diário na Escola ofereceu aos professores participantes do Programa a capacitação, “Coesão e Coerência em textos jornalísticos argumentativos”. Ministrado pelas professoras mestres Adélli Bazza e Akisnelen Torquette, o encontro abordou gêneros textuais do impresso em que é possível encontrar a opinião dos autores e assimilou o conteúdo às diretrizes que são cobradas na Prova Brasil, avaliação que será realizada no final do ano com alunos do quinto ano.

“Um tema muito bem elaborado que veio no momento certo para contribuir com o nosso crescimento em sala de aula. Com certeza irá melhorar as condições de aprendizagem dos estudantes”, destaca a professora, Carina Gimenez Munhoz.

Foto AbreOs gêneros abordados pelas palestrantes foram crônica e artigo de opinião, ambos publicados em O Diário do Norte do Paraná. As ministrantes destacaram que a crônica é um texto curto, escrito com o objetivo de divertir o leitor ou levá-lo a refletir crítica ou filosoficamente sobre a vida e os comportamentos do dia-a-dia. É geralmente breve, e apresenta a visão pessoal do cronista sobre um fato colhido no noticiário do jornal ou no cotidiano. A linguagem simples e direta, aproxima o leitor.

O artigo de opinião também é um gênero em que o autor expõe seu posicionamento sobre um determinado assunto, a diferença é que os temas discutidos neste tipo de texto são baseados em fatos sociais, políticos, culturais, etc. Com uma estrutura mais longa e linguagem formal, tenta persuadir o leitor a adotar a opinião apresentada.

“O estudo veio reafirmar a ideia de que devemos levar para a sala de aula todos os gêneros textuais para serem trabalhados com nossos alunos e, ainda, orientar as crianças sobre a realidade dos conteúdos divulgados nessas produções”, ressalta a professora, Liliam Valim Pedroso Palhares.

Durante a formação os educadores utilizaram o artigo “Selfies” escrito pela educadora, Wanda Camargo e a crônica “Eu prefiro gente”, da cronista Lu Oliveira. Os dois textos são de temas de fácil entendimento para a criança, o que torna a aula de maior resultado, pois os alunos se interessam pelo assunto e pela leitura dos gêneros em estudo.

Foi repassado aos educadores propostas de atividades a serem realizadas com os estudantes. Assim, eles voltaram para a sala de aula preparados para aplicar todo o conteúdo recebido. Mas, antes, foram desafiados a estarem na posição de alunos e resolver as questões propostas pelas ministrantes da oficina.

“Foi um encontro que esclareceu muitas dúvidas e sanou dificuldades que eu estava encontrando em meu trabalho diário. A cada encontro são abordados temas que me deixam com vontade de participar de uma nova formação do Diário na Escola, continuem assim!”, parabeniza a professora, Suelena Yoshie Giraldelli Jaqueta.

 

 

Resultados desta aula:

 

ARTIGO DE OPINIÃO

– Interesse na leitura de artigos de opinião, identificando o posicionamento do autor e os argumentos apresentados.

– Expressar-se oralmente com eficácia em diferentes situações, ampliando e enriquecendo seu vocabulário.

– Produzir textos escritos de gêneros diversos, adequados aos objetivos, ao destinatário e ao contexto de circulação.

– Expandir argumentos e se posicionar em relação a diferentes temas.

 

CRÔNICA

– Identificar os elementos organizacionais e estruturais da crônica.

– Reconhecer a finalidade do gênero textual. Compreender as diferenças e semelhanças entre a crônica e a notícia.

– Apontar as práticas sociais de produção e circulação da crônica.

– Conhecer crônicas variadas e envolver-se na produção desse gênero textual.

– Expressar sentimentos e experiências, através da escrita.

 

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Jornal na sala de aula: leitura e assunto novo todo dia

Em tempos de interatividade, fazer com que as crianças se interessem pela leitura de jornais não é tarefa das mais fáceis, mas certamente é fundamental para formar leitores habituais e cidadãos bem informados. Trazendo textos com características diferentes das apresentadas nos livros didáticos – além de fotografias e recursos gráficos -, o impresso é uma fonte para adquirir informação sobre o mundo atual, servindo também como fonte secundária para pesquisa. As fontes  primárias são pessoas que foram protagonistas ou testemunhas do fatos, além de documentos de época.

O DIARIO NA ESCOLA_13Os profissionais da educação dos municípios da região de Maringá, que são parceiros do Programa O Diário na Escola, tiveram a oportunidade de participar do encontro pedagógico: “Estrutura do jornal – trabalhando com o impresso em sala de aula”. Ministrado pela coordenadora do Diário na Escola, a jornalista e especialista em educomunicação Loiva Lopes, a formação teve por objetivo auxiliar professores e alunos nas atividades desenvolvidas com exemplares do Diário. “O uso do jornal acrescenta ao currículo escolar, pois permite o contato com diversos gêneros textuais. Esse material também ajuda a criança a se situar diante do volume de notícias recebidas diariamente. O estudante precisa se sentir atraído pela educação, e os programas educacionais favorecem este trabalho que busca uma nova proposta pedagógica”, destaca Loiva.

No encontro, os participantes receberam uma apostila técnica com definições dos elementos encontrados no jornal impresso, como títulos, chamadas, reportagens, artigos, “lead” (abertura da notícia), que são produzidos a partir de uma pauta definida em reunião de editores. A função e a rotina de cada profissional da redação também foram devidamente definidos. “Apesar de já ter conhecimento da estrutura do jornal, esta apostila bem explicadinha facilitará e contribuirá muito para minha prática”, ressalta Amélia Horita, professora em Marialva.

Outro material fornecido pelo Diário na Escola e que visa facilitar o trabalho do educador é o caderno com mais de vinte sugestões de atividades que proporcionam aulas dinâmicas e relacionadas a temas atuais. “Desde o ano passado faço parte do Diário na Escola, mas não conhecia de forma correta a estrutura do jornal. Agora, o que ouvi na formação servirá de ponto de partida para a realização das práticas propostas. As sugestões oferecidas vão me ajudar a desenvolver aulas com qualidade”, afirma a educadora de Itambé Susany Lucca.

Para alguns professores, este é o primeiro ano trabalhando com o impresso em sala de aula. “É importante conhecer as experiências positivas que o material proporcionou em outras escolas. O encontro ofereceu ideias que, com certeza, farão a diferença no processo de planejamento didático. Só tenho a agradecer pela oportunidade”, conta a professora da rede estadual de Paiçandu Josilene Corona. Outro fator destacado pela educadora Elaine Espajari faz referência à opinião dos estudantes sobre assuntos de cunho social. “Agora que sei como trabalhar com o jornal, vou conseguir com que os alunos absorvam as informações e ainda desenvolvam aspectos críticos sobre os temas discutidos.”

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Professores aprendem sobre publicidade

FOTO 01Cerca de 100 profissionais da educação da rede municipal de Maringá participaram do encontro pedagógico “A publicidade no jornal: anúncio e classificado”. A formação foi oferecida pelo Diário na Escola e ministrada pelas professoras mestres Adélli Bazza e Maísa Cardoso. “O conhecimento avança num ritmo acelerado e o professor, por sua função social, necessita desse apoio didático constante, onde são privilegiados momentos para se repensar conceitos e adquirir novos conteúdos na busca de serem aprimorados os processos de ensino-aprendizagem. A ação docente se faz pela interação entre teoria e prática”, destaca a secretária de Educação de Maringá Solange Lopes.

Durante a capacitação, mostrou-se que o consumidor, no caso o aluno, ao observar as propagandas, nem sempre é capaz de absorver o conteúdo da melhor forma. Algumas vezes, os anúncios podem nos convencer de determinadas necessidades sem deixar alternativas. Por exemplo, ou se adquire tal produto ou está sujeito a sentir-se inferior a outros que o fazem. Dessa forma, a missão do educador é colocar à disposição do aluno mecanismos de defesa que permitam com que a criança filtre as informações recebidas.

Maísa Cardoso salienta que a formação do leitor deve ser frequente na sala de aula e, sem dúvida, o universo publicitário é um lugar de argumentação que precisa ser lido e interpretado pelo aluno. “Essa interpretação não acontece somente quanto à linguagem, mas principalmente à imagem, portanto, auxiliar o educando a observar os recursos semióticos desses gêneros é fundamental.”

A professora Rúbia Tatiane dos Santos enfatiza que foi possível ampliar a percepção sobre os anúncios veiculados na mídia e perceber o nível de intenção capitalista, direta ou indiretamente, encontrado em boa parte das publicidades. E a educadora Sirley Cordeiro de Queiros complementa: “Agora consigo visualizar as estratégias utilizadas para seduzir o leitor, tais como o despertar da curiosidade, segurança, conforto e ilusão de beleza.”

FOTO 2 - opção 01A ministrante Adélli ressalva que estudar esses gêneros possibilita ao professor desenvolver a criticidade dos alunos na medida em que revela as estratégias de argumentação que neles são empregados. “Espera-se com isso que esse estudante não seja tão facilmente seduzido quando exposto à publicidade, em geral.”

A escolha do tema para esta formação foi decidida pela coordenação do Diário na Escola em parceria com a Secretaria de Educação de Maringá, visando conciliar com o conteúdo bimestral já planejado para os quintos anos. “O foco é contribuir para que o professor possa fazer um bom planejamento, aplicando o que viu nas capacitações, em sala de aula”, destaca a coordenadora do programa Loiva Lopes.

“O encontro foi bom tanto para aqueles educadores que já participaram do Diário na Escola em anos anteriores, pois é sempre válido retomar questões de outras formações, como também para aqueles que iniciaram as atividades em 2014, porque possibilita a melhora da prática pedagógica e os trabalhos com este gênero”, conta a professora Marli do Rosário.

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Participe do Encontro Brasileiro de Educomunicação!

Formas de aprender, estudar e ensinar com e sobre a mídia serão reveladas no III Encontro Brasileiro de Educomunicação, que acontece dias dois e três de dezembro de 2011, em São Paulo. O evento acontece no Campus Butantã, da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP). O objetivo é comemorar a década de Educomunicação, que iniciou em 2001 com o aumento das práticas, e promover o Curso de Especialização em Educomunicação oferecido pela Universidade. Quem não puder participar das discussões e palestras pessoalmente, mas quiser contribuir com o encontro pode postar os trabalhos de educomunicação nas redes sociais e disseminar ainda mais as áreas de intervenção da interface de Comunicação e Educação. Mais aqui

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Marcou encontro pela internet e não voltou mais

Não é novidade que há, na rede mundial de computadores, pessoas mal intencionadas. Mas, há sempre aqueles que acham que ‘aquilo só acontecem com os outros’, pois é, talvez a falta de orientação e a ingenuidade sejam os ingredientes que impulsionaram a atitude de Gabrielli Haccourt, de 13 anos.

A estudante  saiu de casa, na cidade de Pinhais, na terça-feira, às 15h, para um encontro com um amigo que conheceu pela internet, através do orkut e MSN. Os pais são sabiam da amizade ou do encontro, apenas uma prima da menina tinha conhecimento da relação dos dois. De acordo com a delegacia de Pinhais, o rapaz que Gabrielli foi encontrar chama-se Douglas, é maior de idade e morador de Curitiba.

Especialistas afirmam que é preciso orientar e supervisionar crianças e adolescentes quanto ao uso da internet. Poucos pais fazem isso, acreditam que quando o jovem está dentro de casa – e não na rua – está seguro e livre da violência social. Ledo engano!

Desaparecida desde terça-feira

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Programa promove encontro sobre jornal e cidadania

Acontece amanhã e na próxima sexta-feira, nos períodos da manhã e tarde, o encontro “O jornal como ferramenta para a educação para a cidadania”, promovido pelo Diário na Escola, na Faculdade Cidade Verde (FCV). Cerca de 100 profissionais da educação, integrantes do Programa, são esperados. O debate sobre a utilização do jornal no despertar de um olhar mais atento sobre a realidade será ministrado pela jornalista, professora universitária e mestranda em Educação, Priscila Kalinke. “Na ocasião, os professores terão a possibilidade de desenvolver um material impresso de forma fácil e reflexiva, utilizando matérias publicadas no jornal”, adianta Priscila.

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