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Google lança nova ferramenta para sala de aula

Mais uma do Google!

O Google lançou recentemente uma ferramenta para a sala de aula: é o YouTube For Schools. O canal compartilha vídeos de usuários, com conteúdo para diferentes disciplinas escolares e atualidades. De acesso livre, a programação está reunida por assunto e contempla conteúdo do Ensino Médio e do Ensino Fundamental.
Acesse aqui para conhecer a página do canal. Mediante cadastro, é possível navegar pelos vídeos escolhidos.

Bom estudos!

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Unesco promove estudo sobre bullying homofóbico

A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) lançou no dia seis uma consulta internacional sobre o bullying contra estudantes homossexuais nas escolas e universidades. O diretor de Educação pela Paz e pelo Desenvolvimento Sustentável, Mark Richmond, da Unesco, disse que “devemos trabalhar o bullying homofóbico nas escolas, porque jovens em todo o mundo são prejudicados por essa violência, infringindo o direito a uma educação de qualidade. O bullying influencia no desempenho dos alunos, bem como aumenta a taxa de evasão escolar”.

Um encontro ocorrido neste dia no Rio de Janeiro levou em conta o assunto e explorou a melhor maneira de apoiar alunos e professores LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais), a fim de prevenir e combater o bullying e a discriminação homofóbica e transfóbica na escola.

Estudos recentes, como o “Discriminação em razão da Orientação Sexual e da Identidade de Gênero na Europa”, do Conselho da Europa, identificaram que jovens submetidos ao assédio homofóbico são mais propensos a abandonar os estudos. Eles também são mais predispostos a cometer automutilação, suicídio e se envolver em atividades que apresentam risco à saúde.

 

Se você quiser expandir o conhecimento sobre o assunto, assista ao filme “Prayers for Bobby”, que trabalha o assunto do preconceito e das consequências da exclusão de forma dramática, porém humana.

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Apenas 18% das crianças estão matriculadas na Educação infantil

Uma em cada grupo de dez crianças, oriunda de lares pobres, freqüenta a creche. Nas famílias de alta renda, o cenário se mostra diferente, cerca de 38% vão as escolas voltadas para crianças de zero a três anos. A média geral brasileira é de 18% das crianças matriculadas na Educação infantil.
Os dados compõem o estudo “Primeira Infância em Números”, realizado pela Secretaria de Ações Estratégicas da Presidência da República (SAE) com base em dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad).
O resultado é considerado baixo por especialistas em Educação infantil. Para eles, a função da creche vai além da guarda da criança enquanto os pais trabalham. A presença dos pequenos em um espaço de socialização é fundamental para desenvolver habilidades que, mais tarde, serão fundamentais ao aprendizado.

Leia a notícia completa aqui

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Estudo revela universo da criança que vive na rua

A Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente (SNPDCA) pesquisou como anda a educação de crianças que vivem na rua. Mais de 23 mil jovens foram estudados em 75 cidades brasileiras. Os dados obtidos são preocupantes: 59,1% dormem em casa e trabalham na rua; 23,2% dormem em calçadas, praças, viadutos etc e 2,9% pernoitam em instituições temporárias de acolhimento, enquanto 14,8% rodam entre todos esses espaços.

Em muitos casos não ocorre a garantia dos direitos das crianças e adolescentes, previstos na Constituição Federal de 1988 e no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Jovens menores de 14 anos de idade, ao menos que seja como adolescente aprendiz, estão proibidos de exercer qualquer trabalho e mesmo assim a pesquisa verificou que 65% dos pesquisados exercem alguma atividade remunerada como vender balas, tomar conta de carros, engraxar sapatos e separar lixos.

 

A partir do levantamento, o Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda), que também colaborou na investigação das informações, vai desenvolver seminários em todo o Brasil para verificar como vai ser o enfrentamento da situação.

 

Quer saber mais sobre o ECA, acesse aqui

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Inep revela quem não estuda nem trabalha

O Instituto Brasileiro de Pesquisas Educacionais (Inep) divulgou recentemente o boletim ‘Na medida’, revelando que as mulheres com idades entre 18 e 24 anos são a maioria no quesito concluíram o ensino médio, mas não trabalham nem estudam. Elas correspondem a 74,7% do total, sendo que 43,5% eram casadas, em 2008, data da pesquisa, e 68,4% tinham ao menos um filho. O estudo afirma que existe relação entre a desistência do estudo e a maternidade/ casamento. O que preocupa estudiosos e autoridades é que o nível daqueles que não estudam nem trabalham continua o mesmo desde 2001, entretanto, o índice dos que não trabalham, mas estudam vem sendo reduzido ano após ano, de 12,6% em 2001 para 10,5% em 2008.

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