formação cidadã



O Diário na Escola está em Floraí!

Olá pessoal!

Hoje estamos com os profissionais da Educação de Floraí para uma tarde de troca de saberes e experiências!

É mais uma oficina promovida pelo programa O Diário na Escola, sob coordenação de Ricardo Pastoreli.

A oficina “Os Descritores: um convívio diário” faz parte da capacitação docente para a Prova Brasil!

Nessa tarde vamos falar sobre vários temas, veja alguns:

  • procedimentos de leitura;
  • enunciador na compreensão de textos, intertextualidade;
  • localizar informações;
  • identificar o tema;
  • distinção entre fato e opinião.

Estaremos aí das 13 às 17 horas em parceria com a prefeitura do município! Gostou?

Ah, e por falar em oficina…

O pessoal de Ivatuba participou do encontro com a professora Alethéia semana passada. Olha só a avaliação da Secretária de Educação do município, Nadir Valentini:

“A parceria formada com o Programa O Diário na Escola vem contribuindo significadamente com a formação continuada de nossos professores. A cada oficina novas práticas pedagógicas são aprimoradas. E ao fazer uso do jornal como ferramenta de aprendizagem nossas crianças são estimuladas a novas descobertas e os conteúdos são aprendidos de forma prazerosa”.

 

Obrigada por nos receber professora Nadir!

Logo tem mais e a gente conta tudo por aqui e no Diário na Escola no Facebook

Até logo!

Equipe O Diário na Escola

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Material teórico sobre o uso do jornal e a formação cidadã

Os profissionais da educação, participantes do Diário na Escola, recebem capacitações frequentes da equipe do programa e de convidados das áreas de Educação e Comunicação, a fim de maximizar a utilização do jornal como recurso auxiliar ao processo de ensino e aprendizagem. Abaixo compartilhamos o manual elaborado pela professora e jornalista Ms. Mariana Ferreira Lopes para a oficina “O uso do jornal como práxis para formação cidadã”, ministrada no primeiro semestre deste ano. Vale a pena conferir!

  1. 1.       Quando os meios de comunicação chegam à escola …

Midiaeducação, educomunicação, educação para a comunicação, comunicação educativa …. muitas são as nomenclaturas utilizadas para tratar de uma área emergente – e cada vez mais importante – dos campos da Comunicação e Educação[1].  Apesar da diversidade terminológica, o objetivo da maioria destas práxis é contribuir para a formação ativa, crítica e criativa dos sujeitos diante dos meios de comunicação.  Segundo o Manual Latino Americano de Educação para a Comunicação (CENECA, 1992),

A Educação para os Meios de Comunicação representa um processo que tende a problematizar tanto o conteúdo quanto a relação estabelecida pelo sujeito receptor com os meios de comunicação, confrontando a proposta cultural dos meios (como parte da sociedade) com a sua própria, esclarecendo as suas divergências e convergências (CENECA, 1992, p.20).

A primeira menção ao termo midiaeducação pela UNESCO ocorreu em 1973, que conceituou midiaeducação inicialmente como capacidade de ensinar os meios de comunicação especificamente no âmbito escolar. Porém, em 1979, houve uma redefinição do conceito estendendo sua competência para espaços além da escola (FANTIN, 2006; BELLONI, 2001). Segundo o pesquisador italiano Pier Cesare Rivoltella, a midiaeducação possui três objetivos:

O primeiro é proporcionar às crianças e aos jovens a alfabetização técnica dos meios de comunicação, visando a formação de uma plena consciência de seus códigos e de suas linguagens. O segundo é fazer com que eles possam avaliar criticamente os conteúdos midiáticos para o desenvolvimento do pensamento crítico, para que pensem com autonomia. O terceiro objetivo é que eles saibam se expressar através da mídia, sendo esta a dimensão mais produtiva e criativa da Mídia-Educação (RIVOLTELLA, 2010, p.03).

O pesquisador italiano apresenta uma sistematização sobre como as práticas midiaeducativas vem sendo pensadas e realizadas. Em sua categorização, Rivoltella (FANTIN, 2006) propõe três contextos de atuação/reflexão

  • Contexto metodológico: quando os meios de comunicação são utilizados como recursos didáticos;
  • Contexto crítico: quando os meios de comunicação são objetos de estudo;
  • Contexto produtivo: quando os meios de comunicação são utilizados como forma de expressão e linguagem

Um pouco de história ….

A relação entre Comunicação e Educação vem sendo pensada e praticada desde as primeiras décadas do século XX. Diferentes correntes de pensamentos sustentaram as ações e reflexões sobre o uso dos diversos meios de comunicação no âmbito escolar. A pesquisadora brasileira Monica Fantin (2006) apresenta uma breve cronologia desta articulação, sintetizada da seguinte forma:

  • Fase inoculatória: Entre as décadas de 1930 e1960, profissionais ligados à educação, muito influenciados pelos teóricos da Escola de Frankfurt e pelos estudos sobre a Indústria Cultural, costumavam combater ou até meso proibir a interação entre meios de comunicação e alunos;
  • Fase crítica: Teve início a partir da década de 1960. Sustentados pelas análises da semiótica, buscava-se dar aos alunos ferramentas para que eles pudessem realizar uma leitura crítica das mensagens midiáticas;
  • Fase ideológica: O combate aos regimes ditatoriais na América Latina fez emergir uma nova articulação entre Comunicação e Educação. Na década de 1970, surgiram movimentos ideológicos que, amparados pela semiótica e pelas leituras de Gramsci, tinham por objetivo discutir a não transparência dos meios de comunicação e seu papel de aparelho ideológico do Estado;
  • Fase sociológica: A corrente dos Estudos Culturais, e seus desdobramentos na América Latina, transferiram os estudos e práticas da relação entre Comunicação e Educação para o estudo das audiências.

Tais fases não são estanques no temporalmente. Até hoje, por exemplo, muitos professores ainda se recusam a trabalhar os meios de comunicação no ambiente da educação formal e não formal.

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Encontro discute o uso do jornal como práxis para formação cidadã

“O uso do jornal como práxis para formação cidadã” foi o título do encontro ministrado aos professores dos municípios de Maringá e Astorga, participantes de “O Diário na Escola”, nesta segunda-feira, 18. Os demais educadores das outras cidades  envolvidas no trabalho tiveram essa palestra no dia 23 de maio. A jornalista e professora mestre convidada foi Mariana Ferreira Lopes.

Lopes trouxe uma discussão teórica e prática sobre o trabalho de mídia e educação que vem acontecendo no  mundo e no Brasil, com foco no jornal impresso como recurso complementar ao trabalho docente, cujo objetivo principal é a formação de um sujeito ativo e crítico diante dos meios de comunicação. A práxis do trabalho deve acontecer num contexto de ação e reflexão, isto é, na interação dos sujeitos com os meios.

As crianças e adolescentes acabam reproduzindo a cultura midiática que adquirem ao longo da vida. É papel da escola mediar este contexto e resignificá-lo. Uma das dicas da convidada foi que os estudantes produzam mídia, só assim serão capazes de entendê-la. A elaboração de um Jornal Escolar, por exemplo, pode ser um ótimo trabalho de produção e reflexão, fazendo com que os envolvidos expressem sobre o meio onde estão inseridos (os problemas da escola, do bairro, projetos de sucesso da comunidade etc); e desenvolvam uma cultura participativa.

Porém, é necessário compreender os meios de comunicação, pois cada um tem um código próprio. Assim o texto do jornal é diferente do texto do rádio e da tevê, por exemplo. Nesse sentido, para se trabalhar com os diferentes meios é necessário que haja uma alfabetização crítica de cada veículo.

A ideia de que os meios de comunicação de massa tinham que ficar fora da escola cada vez mais vai perdendo força. Eles devem fazer parte sim da formação de crianças e adolescentes, no entanto é preciso que o educador seja mediador desta nova educação midiatizada, a fim de formar cidadãos mais atuantes e críticos.

Os meios podem ser usados com o objetivo de desenvolver a leitura crítica; a produção (jornal e rádio escolar, por exemplo); como recurso didático e metodológico; objeto de estudo e dentro de um contexto produtivo, como forma de expressão, enfatizou Mariana.

De acordo com a professora da rede municipal de Maringá, Jaqueline Gomes Zamferrari, “as metodologias compartilhadas neste encontro contribuirão muito para o uso do jornal na sala de aula”.

Os professores dos quintos anos, das escolas municipais de Astorga e Maringá, tiveram um dia de discussão teórica e prática sobre mídia educação

 

 

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O uso do jornal como práxis para a formação cidadã

Este é o tema do Encontro Pedagógico que será ministrado amanhã pela professora mestre, Mariana Ferreira Lopes, aos profissionais da educação que participam do Programa Educacional O Diário na Escola. Pensando nisso preparamos uma entrevista exclusiva com a palestrante. Confira!

1)     A área da educação para a comunicação, apesar de existir há muito tempo, ainda não é conhecida por boa parte dos educadores. Explique qual é o conceito da mídia educação.

Não existe um conceito universal sobre as ações e reflexões que envolvem a área de educação para a comunicação. De uma maneira geral, pode-se dizer que a mídia educação possui como objetivo contribuir para a formação de um receptor crítico, ativo e criativo diante de um universo midiatizado, por meio de iniciativas de alfabetização crítica nas diferentes linguagens midiáticas disponíveis e em diferentes âmbitos educacionais. Trata-se de uma práxis, ou seja, uma ação e reflexão sobre a realidade, que busca a garantia dos direitos da criança e do adolescente em relação às mídias e acima de tudo busca formar cidadãos para uma sociedade cada vez mais midiatizada. São trabalhos que procuram problematizar a relação dos sujeitos com os meios de comunicação, a fim de ressignificar os conteúdos midiáticos e de produzir também uma resposta social a esses meios de comunicação utilizando das mesmas tecnologias. Gosto muito de uma citação da professora Cicília Peruzzo que diz que a melhor forma de compreender a mídia é fazer a mídia. É este o foco da mídia educação que busco seguir em minhas práticas, fazer com que os participantes compreendam o processo de construção da realidade realizada pelos meios de comunicação e também que eles passem a olhar para sua própria realidade no intuito de transformá-la.

2)     Que projetos você já desenvolveu utilizando a mídia educação?

Conheci melhor o universo da mídia educação quando cursei a Especialização em Comunicação Popular e Comunitária da Universidade Estadual de Londrina, em 2008. Lá tive contato com os trabalhos desenvolvidos com a professora Luzia Yamashita Deliberador, que possuem um enfoque muito diferenciado. Não se trata apenas de realizar uma alfabetização crítica dos sujeitos em uma determinada linguagem midiática, mas sim utilizar os meios de comunicação como forma de expressão para incitar o sentimento de pertença dos participantes com a sua realidade. É o que chamamos de mídia educação na perspectiva da comunicação comunitária. Durante a especialização realizei junto com uma colega um trabalho de mídia educação na linguagem do rádio com alunos das 3ª e 4ª séries de uma escola municipal em Cambé – PR, sob orientação da professora Luzia Deliberador. Desde então nos tornamos parceiras de pesquisa e realizei mais dois trabalhos com os alunos da mesma escola, mas desta vez sobre histórias em quadrinhos, um deles foi a pesquisa que desenvolvi no meu mestrado. Também já fiz e orientei projetos de mídia educação com fotografias, um deles está sendo desenvolvido no Colégio Estadual Olavo Bilac, em Sarandi. Além dos projetos em si, já dei em conjunto com a professora Luzia Deliberador, oficina para professores sobre o uso do jornal e do na escola e sobre mídia educação na perspectiva da comunicação comunitária.

3)     Qual é a receptividade dos educadores com relação a esse conceito de mídia educação e como eles se comportam no desenvolvimento de projetos dentro da escola?

O apoio não só dos professores, mas de todo o corpo administrativo da escola, é fundamental para o desenvolvimento das iniciativas de mídia educação. A maioria dos projetos de que participei foi realizado no ambiente escolar, mas no período do contra-turno, ou seja, no ambiente não-formal de educação. Mas de forma alguma os professores foram excluídos dos projetos, pois, primeiramente, buscamos trabalhar com base na demanda dos professores e dos alunos. Por isso acho essencial realizar todo um trabalho prévio de sondagem com esses públicos para saber o que eles pensam e querem das práticas de mídia educação. Esse é um exercício muito importante, porque não temos que saciar apenas a nossa curiosidade enquanto pesquisadores, mas sim aliar o fazer científico com as demandas sociais, articulando teoria e prática. Após essa etapa inicial, buscamos trazer para o professor o que está sendo feito no contra-turno e também realizo avaliações com toda equipe pedagógica da escola ao fim do projeto. Quando os trabalhos são realizados no âmbito da educação formal, a participação do professor é mais direta, porque é feito um trabalho de parceria no qual em muitas vezes é cedido um espaço para o projeto dentro de suas aulas. De forma geral, os docentes que participam direta ou indiretamente das práticas midiaeducativas percebem diferenças no comportamento e na visão dos alunos sobre a realidade.

4)     Dá para medir qual é o impacto que a mídia educação tem no aprendizado dos alunos e você poderia citar algum caso já vivido que seja um destaque na sua opinião?

Sim, é possível medir o impacto das ações, mas não em sua totalidade já que a mídia educação é um processo e abrange mudanças na forma do sujeito se relacionar com o mundo e com as outras pessoas. Ao realizar a avaliação do primeiro projeto de mídia educação do qual participei, não tinha a dimensão de como as oficinas tinham afetado a vida dos participantes. Foi muito marcante ouvir dos pais dos alunos que nosso trabalho tinha ajudado os seus filhos a se relacionarem melhor com seus familiares em situações delicadas.

5)     Qual a dica para os educadores se transformarem em mídia educadores? Qual o primeiro passo que ele deveria dar?

A pesquisadora francesa Geneviève Jacquinot diz que o professor do século XXI deve buscar aliar o saber midiático ao saber escolar. A mídia educação não é mais uma atribuição que o professor deve ter em sua prática docente, mas uma forma diferente de concretizá-la. Acho que um passo importante é a quebra de alguns estereótipos sobre os meios de comunicação, como o pesquisador mexicano Guillermo Orozco-Gomez apresenta em suas análises sobre o papel da escola enquanto mediadora da relação entre alunos e meios de comunicação.

6)      Como você vê a mídia educação contribuindo com a melhoria da educação nos próximos anos?

Acho que a mídia educação pode contribuir com a melhoria da educação no sentido de atender às necessidades que os alunos possuem dentro da sociedade na qual se inserem. Não há dúvidas que os meios de comunicação fazem parte da experiência dos alunos e acho que debater isso é também papel da escola, assim como da família e de outros ambientes educativos. Mas de forma alguma coloco a mídia educação como salvadora da educação. Acho que ela propõe alguns caminhos interessantes, sobretudo se articularmos o papel do comunicólogo com o do professor, o que pode resultar em uma parceria interessante para a educação.

7)      Você acredita que a mídia pode afetar a rotina dos jovens? Como educar as crianças a respeito da mídia?

Existem muitos estudos que comprovam as mudanças nas formas de relação dos sujeitos de uma maneira geral com o mundo provocadas pelos meios de comunicação. A quantidade de informações às quais somos submetidos, a nossa concepção espaço temporal, tudo isso de certa forma foi modificado. E isso também afeta as crianças. O aluno chega à sala de aula impregnado de cultura midiática e isso não pode ser evitado. Por isso a educação para as mídias tem o objetivo de fazer circular todos esses sentidos apreendidos, mediando esta relação.

8)      Em sua opinião, quais as vantagens em utilizar o jornal impresso na escola?

São muitas, com certeza. Os jornais podem tanto servir de recurso didático para um determinado conteúdo ser trabalhado pelos professores de maneira diferenciada, quanto ser uma forma de expressão para os alunos sobre a sua realidade. Estudos apontam desde a ampliação do vocabulário, o interesse pela leitura até o desenvolvimento de uma criticidade sobre a realidade graças ao uso do jornal na escola. Isso vai depender do enfoque que o professor deseje dar às suas atividades com o meio de comunicação em suas aulas.

9)      Em tempos de interatividade via telefone celular e internet, como fazer com que as crianças se interessem pela leitura de jornais?

È preciso que elas conheçam melhor este meio de comunicação. Infelizmente, os jornais são identificados como uma leitura adulta e desinteressante para as crianças. Mas a partir do momento em que elas passam a conhecer este meio e a produzi-lo, eles acabam por compreender a importância que o jornal tem como mediador entre o homem e o mundo. Sem contar que o jornal é uma fonte primária de informação e  tem dentro dele uma gama de possibilidades de trabalhos que abrangem do estudo da linguagem jornalística em si À produção de anúncios e publicidade para o veículo.

10)      O que será apresentado aos professores na oficina pedagógica de amanhã?

Serão apresentados alguns fundamentos da mídia educação, a necessidade de conhecer e debater a relação das crianças e jovens com os meios de comunicação, como também algumas possibilidades de uso do jornal na sala de aula. Para isso, apresentarei alguns aspectos do universo jornalístico que podem sustentar estas atividades, de acordo com a demanda que os participantes apresentarem.

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Oficinas Pedagógicas para alunos e professores

A Escola Municipal São Jorge, do município de São Jorge do Ivai/PR, recebe nesta sexta-feira, 18, a oficina “Trabalhando Cidadania no jornal”, que será ministrada aos alunos do quarto e quinto ano,  pelo professor especialista Ricardo Pastoreli e pela jornalista Nayara Spessato. O objetivo é que as crianças entendam o que é cidadania, através da análise de notícias cidadãs e não cidadãs presentes nos jornais. O encontro será realizado das 13 às 16 horas.

Na próxima quarta-feira, 23/05, o dia todo foi reservado para capacitação dos professores participantes de “O Diário na Escola” (turma 1: das 8 às 12 horas / turma 2: das 13 às 17 horas). Dando sequência aos encontros pedagógicos do programa, a convidada para ministrar a oficina pedagógica intitulada “O jornal na escola como práxis para a formação cidadã” foi a professora e jornalista mestre Mariana Ferreira Lopes, docente na Universidade Estadual de Londrina (UEL) e na Universidade do Norte do Paraná, de Londrina, com grande experiência no desenvolvimento de projetos de mídiaeducação em escolas municipais de Cambé e Londrina, “buscando aliar a alfabetização crítica dos envolvidos diante dos meios de comunicação com sua formação cidadã.”

Os encontros realizados pelo “Diário na Escola” têm como objetivo capacitar os profissionais envolvidos para a utilização do jornal como recurso interdisciplinar e como meio para uma formação mais cidadã contextualizada com os textos que circulam socialmente.

Tome note! Os convites para oficina aos educadores foram enviados às instituições participantes do programa. Quem ainda não confirmou presença, o prazo vai até amanhã, 18/05.

Abaixo o convite enviado à turma 1.

 

 

 

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