Ideb



Jornal Escolar – Eu fiz

capa - jornal escolarNa Escola Municipal Dr. Osvaldo Cruz, em Maringá, também teve jornal escolar. Sob a orientação da professora do Ambiente Educacional Informatizado (AEI) Nilva Regina Cordiolli, os alunos foram instigados a produzir um impresso para a instituição em que estudam.

“O Diário é um suporte de interação entre os estudantes e tem se tornado um importante veículo de comunicação para o ambiente escolar. A participação na construção do nosso jornal foi efetiva. Durante as aulas foram realizadas reuniões de pauta entre os alunos para serem definidas as matérias publicadas”, destaca Nilva.

Nos conteúdos do “Notícias em Pauta” – nome dado ao jornal escolar – podemos ver os excelentes resultados conseguidos na avaliação do Ideb (na qual a média obtida estava prevista a ser alcançada somente em 2021), a história da instituição que já tem mais de 60 anos, textos de conscientização sobre os perigos do trânsito e produções escritas pelas crianças, em sala de aula.

Os professores que têm produzido os jornais escolares contam que este tem sido um excelente meio que promove o saber-fazer, além de valorizar o trabalho em equipe e, sobretudo, pôr em prática a utilização da Língua Portuguesa em situações reais de comunicação. Utilizando a palavra escrita, os alunos poderão expressar o que pensam e desejam da escola, manifestar as suas inquietações e críticas, e debater temas ou questões que os preocupem.

 

 

DIVERSÃO

No “Notícias em Pauta” também teve coluna de entretenimento! Desafio você a solucionar este caça-palavras produzido pelos alunos:

Box - Jornal Escolar

 

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Nota do Ideb é tema de atividade escolar

A divulgação do último resultado do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) gerou repercussão dentro dos espaços escolares. Para que os alunos conhecessem sobre o assunto, a professora Iara Maria Pretti Elpidio que leciona na Escola Municipal São Jorge, em São Jorge do Ivaí, desenvolveu uma série de atividades focadas na valorização do estudante e no quanto ele é fundamental na evolução do processo de ensino-aprendizagem da instituição. São Jorge 01A partir da matéria do Diário com a manchete “Ideb sobe na Amusep e 19 das 30 cidades atingem meta”, Iara iniciou as produções. “Tive como objetivo solicitar a leitura e a interpretação da notícia para que o aluno despertasse o senso crítico, e assim, realizasse a produção de um texto opinativo”, diz. “Eu nunca tinha ouvido falar sobre esse índice e fiquei surpresa com algumas notas tão baixas”, diz a aluna, Maria Fernanda Barbosa. Ainda sobre o texto jornalístico, a professora realizou um debate em sala sobre questões relacionadas ao dia-a-dia escolar, com ênfase na situação da educação, os pontos positivos e negativos do processo de ensino, como é o apoio da família na aprendizagem e o que pode ser melhorado na instituição. “Os questionamentos foram estendidos aos familiares e responsáveis pelas crianças, diretores, coordenadores e professores, para que todos pudessem opinar sobre a educação, de um modo geral”, conta Iara. Para auxiliar a atividade, a professora usou o artigo de opinião da colunista do Diário, Lu Oliveira, sobre notas vermelhas e contou com a ajuda da diretora Sueli Sisti Crubelati para falar com os alunos sobre o tema em estudo. “Nós temos uma escola bem estruturada, com professores capacitados, mas percebemos que uma grande parte dos alunos precisa melhorar e se esforçar em busca do conhecimento, pois esse desinteresse pelos estudos vai aparecer lá na frente, quando adultos, prejudicando-os na escolha profissional.” Foto AbreDepois do levantamento dos resultados obtidos com o questionário, a turma se uniu para a produção de um texto coletivo e todas as opiniões adquiridas foram reescritas em forma de depoimentos para serem expostas no mural da escola. “Esta atividade proporcionou conscientização nos estudantes sobre a importância dos dados do Ideb e da real situação da educação em nosso país. O trabalho foi muito relevante, pois a classe precisou se tornar uma grande equipe para conseguirmos bons resultados”, enfatiza Iara. “A escola vai bem e nos oferece os recursos que precisamos. Devemos valorizar as pessoas que colaboram para termos uma boa formação. A maioria dos alunos não estudam, pois veem como obrigação simplesmente para passar de ano, mas percebi que as famílias se preocupam com a educação e colaboram na vida escolar de seus filhos, o que é muito bom”, ressalta a aluna, Hanna Pereira Ferreria. “É preciso que os alunos aprendam a estudar para adquirir conhecimentos, tornarem-se cidadãos críticos, e não apenas para cumprir metas pré-estabelecidas e atingir notas, representando apenas um número entre tantos. Precisamos formar cidadãos que façam diferença na sociedade”, conclui a professora.

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Atalaia comemora avanço no IDEB

A equipe da Escola Municipal Vânia Maria Simão, de Atalaia, está orgulhosa com o resultado do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) 2011, no qual obtiveram nota 6,0.

A diretora da instituição, Angela Candioto, conta que a elevação de três pontos na média é resultado do trabalho sério de toda a comunidade escolar, tendo como principais pontos: formação continuada constante, compromisso de todos os envolvidos no processo educacional, boa articulação entre a escola e a família, projetos permanentes incluídos na proposta pedagógica, sendo o Diário na Escola um deles e grande investimento no setor educacional. “Mais importante que os dados numéricos é a sistematização do processo ensino/aprendizagem, através de uma gestão democrática, embasada na dedicação e no amor àqueles que são os responsáveis pela existência da escola, os nossos alunos”, comemora Candioto.

 

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Ideb na porta de escola é inconstitucional, diz especialista

O projeto que obriga as escolas a colocarem, na porta da unidade, a nota que obtiveram no Índice da Educação Básica (Ideb) expõe os alunos a constrangimento e vexame vetados pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e pela Constituição Federal. A conclusão é de especialistas na área ouvidos pelo iG.
A proposta em estudo pelo Congresso Nacional já está valendo por decreto na cidade do Rio de Janeiro desde o início do mês e no Estado de Goiás há uma semana. A ideia, do economista Gustavo Ioschpe, é que a exposição do índice mobilize a comunidade em volta das instituições com nota baixa para que pressionem professores e governantes.

Para isso, o Ideb – que é o resultado da nota obtida pelos alunos na Prova Brasil multiplicado pelo porcentual de estudantes aprovados – deve ser colocado em uma placa que iria do vermelho para o azul, deixando o mais claro possível se a escola foi bem ou mal na avaliação. Quando o Rio de Janeiro adotou a medida, estudantes ouvidos pela reportagem disseram concordardesde que a escola tivesse a nota boa e que sentiriam vergonha se estudassem em uma instituição má avaliada.

Leia a matéria na íntegra aqui

Fonte: Todos pela Educação

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Para que serve o Ideb mesmo?

Criado em 2007, o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) ainda não é completamente conhecido pelos brasileiros. Uma pesquisa do Ibope com a Fundação Victor Civita mostrou que 47% dos coordenadores pedagógicos de escolas não sabem o que significa o número.

 

Alguns projetos de lei no Congresso Nacional, propostos em 2011, tratam sobre a obrigatoriedade da divulgação do dado pelas escolas. O que segundo especialistas pode ajudar a difundir o indicador e fazer com que as famílias e profissionais das escolas busquem mais qualidade para a Educação.

No entanto, há também os que são contrários à medida, pois escolas que atendem alunos com dificuldades socioeconômicas podem enfrentar dificuldades para elevar seus indicadores, se comparadas a outras instituições, cujos alunos são originários de famílias com condições mais favoráveis. Além disso, um Ideb baixo poderia provocar desestímulo à comunidade escolar.

Vamos entender:

O que é o Ideb?
É o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica, uma das primeiras iniciativas brasileiras para medir a qualidade do aprendizado nacionalmente e estabelecer metas para a melhoria do ensino.
Quando o Ideb foi criado? Quem fez?
O Ideb foi criado em 2007 pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Esse órgão é uma autarquia do Ministério da Educação (MEC).
Como varia o Ideb?
O Ideb das escolas e das redes de ensino varia em uma escala de zero a dez, assim como as notas escolares variam usualmente.
Para que serve o Ideb?
O Ideb é um indicador nacional que possibilita o monitoramento da qualidade da Educação pela população. É um dado concreto, com o qual a sociedade pode se mobilizar em busca de melhorias.
Como o Ideb é calculado?
A partir de dois componentes: a taxa de rendimento escolar (aprovação) e as médias de desempenho nos exames aplicados pelo Inep. Os índices de aprovação são obtidos a partir do Censo Escolar, realizado anualmente. As médias de desempenho utilizadas são as da Prova Brasil, para escolas e municípios, e do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb), para os estados e o País, realizados a cada dois anos.
Qual é a fórmula para o cálculo?
As notas das provas de língua portuguesa e matemática são padronizadas em uma escala de zero a dez. Depois, essa nota é multiplicada pela taxa de aprovação, que vai de 0% a 100%.

Por exemplo, se a média das notas nas provas de determinada escola for 7 e, se essa mesma escola tiver 70% de aprovação, seu Ideb será 4,9:

7 x 70% = 7 x 0,7 = 4,9
O que são as metas do Ideb?
Na criação do Ideb, foram calculadas metas de melhoria da Educação. Ou seja, se o País tem mais estudantes com boas notas e mais aprovados na escola, isso é sinal de que houve melhora no aprendizado e no sistema educacional. O Ministério da Educação (MEC) tem metas para cada uma das escolas e também para os municípios, estados e para a federação. Acesse aqui. (ou coloque o link em ‘metas’)
Qual é a meta geral do Ideb para o Brasil?
O objetivo principal, segundo o MEC, é que o Brasil conquiste 6 pontos no Ideb da primeira etapa do Ensino Fundamental até 2022, ano do bicentenário da Independência do Brasil. Essa nota é equivalente à média dos estudantes dos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Em 2005, primeiro dado disponível (e anterior à criação do Ideb, em 2007), a nota do Brasil para essa etapa do ensino era 3,8.
As metas das escolas são todas iguais?
Não. As metas são diferenciadas para cada rede e escola. Estados, municípios e escolas deverão melhorar seus índices e contribuir, em conjunto, para que o Brasil chegue à meta 6 em 2022. Mesmo quem já tem um bom índice deve continuar a evoluir. No caso das redes e escolas com maior dificuldade, as metas prevêem um esforço mais concentrado, para que elas melhorem mais rapidamente, diminuindo, assim, a desigualdade.

 

Fonte: Todos pela Educação

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Coordenadores pedagógicos desconhecem o Ideb

Uma preocupante deficiência educacional foi percebida pela pesquisa “O coordenador Pedagógico e a Formação de Professores: intenções, tensões e contradições”, divulgada na última sexta-feira, dia três de junho. De acordo com o estudo, 47% dos coordenadores pedagógicos das escolas brasileiras não têm clareza sobre o significado do Índice de Desenvolvimento da Escola Básica (Ideb). Os profissionais ouvidos trabalham, na maioria dos casos, em escolas com mais de mil alunos e cerca de 50 profissionais da educação.

O Ideb foi criado em 2007 com o objetivo de medir o avanço do ensino brasileiro e também como ponto de partida para traçar e alcançar as metas educacionais. A pesquisa percebeu que para a maioria dos educadores, o Ideb é apenas um número, uma nota, e quando questionados sobre o assunto, não discorrem sobre a importância e planejamento, apontam apenas a última nota dada à escola. Para obter os dados foram pesquisados 400 profissionais, sendo que 90% eram mulheres.

 

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Mesma rede, qualidade diferente

O movimento Todos pela Educação divulgou, através de uma pesquisa, que as escolas de uma mesma rede, municipal ou estadual, em Estados com resultados satisfatórios  no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica ( IDEB), podem apresentar níveis distintos de qualidade. Escolas de periferia tendem a apresentar mais problemas sociais, que afetam diretamente o desempenho dos alunos. Mozart Neves Ramos, conselheiro do Todos pela Educação, acredita que a direção da escola e projeto pedagógico da instituição também possam influenciar no resultado.

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Metas do Ideb: por que tão tímidas?*

O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), criado pelo Inep para medir a qualidade de cada escola e de cada rede de ensino, reúne num só indicador os dados sobre fluxo escolar, obtidos no Censo Escolar, e médias de desempenho no SAEB e na Prova Brasil. O objetivo do Ministério da Educação é atingir o índice de 6,0 até 2022, na primeira fase do ensino fundamental, mesmo patamar educacional da média dos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento (OCDE), ou seja, evoluir da média nacional de 3,8 (2005) para 6,0 (2021). Já nos anos finais do ensino fundamental, de 3,5 para 5,5, e no ensino médio, de 3,4 para 5,2.

No entanto, é importante observarmos dois fatores interessantes: 1º) a média 6,0 é o patamar mínimo exigido pela OCDE, e 2º) as metas estabelecidas pelo Inep/MEC para a rede pública são extremamente tímidas; afinal, são longos 17 anos para se alcançar a meta proposta. Para os anos iniciais do ensino fundamental, com Ideb de 3,8 em 2005, a meta para 2007 era 3,9 e para 2009, 4,2, somente atingindo a meta 6,0 em 2021, que, segundo o Inep, representa um sistema educacional de qualidade. Numa escala que vai de 0 a 10, será que a média 6,0 realmente representa uma educação de qualidade?

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