produção



Exploradores de páginas

De volta ao Programa O Diário na Escola, o trabalho com o jornal nas escolas de Doutor Camargo já está rendendo frutos. Na primeira aula com o impresso os alunos do quarto ano da professora Rosângela da Silva Oliveira, que leciona na Escola Municipal Tancredo Neves, já produziram uma notícia com base nas matérias do impresso.

Rosângela conta que iniciou o trabalho apresentando os conteúdos que compõem o impresso. “As crianças exploraram bastante cada página, viram a separação das editorias, os diferentes gêneros presentes e depois começaram o processo de leitura. Durante esse processo uma das notícias as chocou, o fato de um bebe ter sido encontrado morto em uma lixeira, na região de Pinhais.”

Ao perceber a comoção dos estudantes com a matéria, a professora conversou com eles sobre o ocorrido e aproveitou o interesse no texto para mostrar cada parte que compõe a estrutura de uma notícia. “Nessa etapa estudamos o Lide, as famosas perguntinhas que iniciam a matéria: O quê? Quando? Onde? Por quê? Como? E Quem?”, disse Rosângela.

“Com a experiência de ler o jornal O Diário, vi que este é um instrumento de informação que trás diferentes assuntos. Isso é muito importante, pois ajuda a desenvolver a minha leitura”, ressalta a aluna, Geovanna Carolina Cravo.

Familiarizados com os textos do jornal, a professora lançou o desafio para que cada estudante da turma escrevesse sua própria notícia. Eles poderiam criar um fato imaginário, ou relatar algo que já presenciaram. E Rosângela garante, os resultados foram surpreendentes. “O estudo do gênero jornalístico deixou os alunos mais interessados em participar da aula, fator determinante para que eles compreendam o conteúdo.”

“A leitura do jornal me envolveu, aprendi muitas coisas novas. O Diário me inspira a ler mais”, conta o estudante, Pedro Henrique Fraga. E a colega, Leslly Pires Manfrinato completa, “o trabalho desta aula me apresentou o que é uma notícia, com isso passei a prestar mais atenção nas formas de escrita”.

Rosângela fala que agora as crianças já chegam na escola com as notícias da cidade na ponta da língua, mesmo fora da proposta didática elas continuam desempenhando o papel de jornalistas.

 

 

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PRODUÇÃO

 

Confira a notícia criada pelo aluno Kauã Galindo Oliveira. Ele aproveitou o fato ocorrido na cidade em que mora, e escreveu a matéria. Olha que bacana!

 

 

Acidente em Doutor Camargo

 

Aconteceu um acidente de trânsito com o ônibus do projeto “Criança Feliz” na terça-feira 03 de maio de 2016 por volta das 16h45 na rua Rakito, em Doutor Camargo. Um carro bateu na lateral do ônibus e fugiu. O motorista do ônibus, Sr. F. disse, “a primeira coisa que eu fiz foi anotar a placa do carro”. Agora o homem está sendo procurado pela polícia, pois testemunhas disseram que ele estava sem carteira e bêbado. “A sorte é que o ônibus estava vazio”, diz o motorista Sr. F.

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É da Escola

Foto AbreHá anos trabalhando com exemplares do Diário do Norte do Paraná em sala de aula a professora Valéria Nunes, que leciona na Escola Municipal Alfredo Sofientini, em Astorga, decidiu que mais do que ler um jornal que chega à escola toda semana, era o momento dos estudantes criarem seu próprio impresso com fatos próximos à realidade em que vivem.

E foi assim que surgiu o “Jornal é da Escola”. Um informativo todo escrito, diagramado e editado pelos alunos do quinto ano e distribuído para os colegas. Mas antes do resultado final, muitas etapas foram realizadas.

De início a professora apresentou todas as partes que compõem um impresso, desde os gêneros textuais presentes até a separação dos cadernos de notícias. Essa aula é fundamental, pois orienta as crianças sobre tudo o que elas vão precisar criar quando chegar o momento de pensar no jornal da escola.

Em seguida a turma foi divida em grupos, no caso, em equipes de reportagem que se reuniram para a primeira reunião de pauta. Neste momento as crianças têm a oportunidade de viver a realidade diária dos jornalistas. Elas são motivadas a debater sobre o que querem produzir, citar os fatos que merecem destaque, escolher qual a melhor forma de estruturar as páginas, entre tantos outros detalhes. E, assim, se sentirem parte do projeto idealizado pela professora.

“Trabalhar com a produção do jornal foi uma realização minha e esse sentimento foi repassado para toda a turma. Os estudantes vivenciaram, na prática, a rotina de uma redação, com isso conseguimos criar algo atual e produzido a partir da vivência deles”, destaca Valéria.

A aluna Tatiane Talita Machado conta que pensar e escrever um impresso foi uma experiência incrível. “Nosso material é educativo, interessante, divertido e ainda faz com que toda a escola fique por dentro das notícias escolares.”

Ana Lucia Burin é mãe de aluno e ressalta que a criação de um jornal fez com que as crianças se mostrassem responsáveis e comprometidas com a tarefa escolar, “essa proposta foi tão boa, que deveria ser repetida anualmente.”

Como resultado final Valéria ressalta que mais do que páginas impressas, foi constatado o poder de criação, cooperação e dedicação que há dentro de cada criança. “Também percebi um grande enriquecimento de vocabulário e melhora na produção textual.”

 

 

NOTÍCIA

Confira a nota escrita pelas alunas repórteres Gabriely, Heloysa, Maria Eduarda e Nathália, que foi publicada no “Jornal é da Escola”.

 

PROJETO DE LEITURA: UMA TURMA MALUQUINHA

O projeto tem o objetivo de incentivar os alunos na leitura prazerosa através das obras de Ziraldo, visando melhorar o desempenho na leitura e escrita. O projeto também promove atividades em educação musical, artes, dramatização, entre outras. Os alunos estão bastante motivados e participativos. Segundo a professora Valéria Nunes o encerramento será em novembro e em grande estilo. Esse projeto de leitura está sendo desenvolvido com as demais turmas da escola, porém com o estudo de autores literários diferentes.

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Ler para aprender a escrever

Na Escola Municipal São Jorge, em São Jorge do Ivaí, os estudantes participaram de um projeto anual que resultou na produção de livros. O ‘Ler para Aprender’ foi desenvolvido com o intuito de motivar as crianças a conhecer e gostar de obras literárias. “A leitura é algo indispensável, o aluno que lê desenvolve suas capacidades de pensar, agir e criar”, destaca a professora Rosângela da Silva Oliveira.

Foto - AbreEntre as etapas do trabalho, os estudantes pesquisaram a biografia de grandes escritores, a exemplo de Monteiro Lobato e Vinícius de Moraes. Já contextualizados sobre a esfera literária, eles receberam o desafio de criarem suas próprias obras.

Para ajudar no momento da inspiração, toda semana as crianças têm acesso às notícias publicadas no jornal O Diário, os fatos em destaque serviram de base para as produções. A matéria com a manchete “Homem morre vítima de dengue hemorrágica” comoveu os pequenos e alguns deles se uniram para fazer um livro de poemas sobre a importância em se conscientizar e prevenir a proliferação do Aedes Aegypti.

Em um dos trechos de sua obra, a estudante Julia Hernandes Granzotto mencionou: “se você não cuidar; ele vai te pegar e dano vai trazer; manchas vermelhas, febre e dor de cabeça, você vai ter.” O colega Gabriel Visentin Alexandre, em outro verso, acrescenta, “a dengue pode matar; em qualquer pocinha o mosquito pode botar, vamos cuidar! Ele pode picar.”

Livros de diferentes temas foram produzidos, com uma participação efetiva da equipe escolar e dos familiares, Rosângela garante que os resultados foram bastante satisfatórios. No encerramento, os alunos apresentaram suas obras para toda a instituição.

“Adorei o projeto, pois aprendi muitas coisas novas. Além de me sentir motivado a ler mais, hoje consigo produzir textos com maior facilidade”, ressalta o aluno Paulo Gabriel Ragni.

A diretora Sueli Sisti Crubelati afirma sobre o quanto o hábito da leitura é necessário na rotina das pessoas. “Ela estreita caminhos para ampliar nossos conhecimentos e possibilita a aquisição de novas linguagens. Na apresentação final do projeto, os alunos do quinto ano da professora Rosângela nos repassaram amplas informações sobre os escritores que estudaram. Foi brilhante o trabalho deles.”

 

 

RESULTADO

Olha que bacana o poema da aluna Samara da Silva Santos que fui publicado no livro produzido pela turma, para alertar os leitores sobre os riscos da dengue.

 

 

Mosquitinho Esperto

 

O mosquito é esperto

Não podemos descuidar,

Fique atento

Pois ele está no ar.

 

O mosquito da Dengue

Não é difícil de encontrar

Em água parada

Ele vai botar crescer e até te picar.

 

Febre alta

Manchas vermelhas pelo corpo

Não se engane

O mosquito já te pegou.

 

Vamos cuidar dos quintais minha gente!

Porque os mosquitos vão se reproduzir

Não deixe água parada, é o que ele quer.

Para sua casa construir.

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Jornal Escolar – Eu fiz!

capa  - jornal escolarPara um bom resultado, nada melhor do que um trabalho em equipe, não é mesmo? E foi assim que se desenvolveu o “Gazeta Geraldo Meneghetti”. O jornal escolar da instituição que teve duas edições e contou com a participação de toda a equipe e alunos do primeiro ao quinto ano do ensino fundamental.

Durante a preparação do jornal, os estudantes da Escola Municipal Pioneiro Geraldo Meneghetti tiveram contato com jornais impressos e online, produziram notícias em relação às atividades realizadas na escola, criaram tirinhas e ainda entrevistaram a pedagoga da instituição e uma moradora antiga do bairro, para conhecer um pouco mais sobre a história da vizinhança.

A professora do Ambiente Educacional Informatizado (AEI), Marizeti Campos conta que as crianças também foram a campo. A dengue, que era um problema sério da região em que a escola é situada, deixava todos preocupados. Para tentar conscientizar a população, os alunos foram às casas próximas à escola e informaram os moradores sobre os cuidados que se deve ter para que o mosquito transmissor não se prolifere. Para finalizar a atividade, os estudantes escreveram uma reportagem sobre este projeto.

A segunda edição do “Gazeta Geraldo Meneghetti” foi temática. Os conteúdos tiveram como assunto o Folclore, e cada turma trabalhou um conteúdo diferente. O primeiro ano estudou sobre as cantigas de roda, o segundo com as fábulas, o terceiro as lendas, o quarto as parlendas e adivinhas, e o quinto ano com as manifestações culturais. Com o desafio de transformar todos esses conteúdos curriculares, em notícia.

“Para que tivessem uma participação efetiva durante a produção do jornal escolar, os alunos das séries iniciais produziram conteúdos que foram corrigidos e editados por estudantes das séries finais do fundamental. Assim, todos puderam contribuir para o sucesso do trabalho”, destaca Marizeti.

 

RESULTADO

Confira o poema que a aluna Letícia Eduarda fez para uma das páginas do “Gazeta Geraldo Meneghetti” e, assim, levar cultura aos leitores.

 

O LUGAR ONDE VIVO

Chegando da escola

Os vizinhos me amolam

Ouço barulho na praça

Ao redor da minha casa.

 

Meu bairro é bonito

Apesar do que tem acontecido

Minha cidade é tranquilinha

E é muito bonitinha.

 

Ver os prédios nas alturas

Dá impressão de bravura

No parque ver gente

No sol muito quente.

 

Acho linda as florestas

É como dar uma festa

Adoro Maringá

É onde nasci

É onde eu quero ficar.

 

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Jornal Escolar – Eu fiz!

capa - jornal escolarNa Escola Municipal Odete Ribaroli Gomes de Castro o principal objetivo para o desenvolvimento do jornal escolar foi contribuir para o gosto pela leitura de textos jornalísticos e, assim, aprimorar o senso crítico e a criatividade dos estudantes.

A professora do Ambiente Educacional Informatizado, Margareth Aparecida Grou conta que para iniciar as atividades foi realizado um bate-papo com as crianças para saber o conhecimento prévio de cada uma a respeito dos gêneros textuais presentes no impresso.

“Utilizei exemplares do Diário para explorar os conteúdos, a exemplo da parte estrutural, como os cadernos e as seções. As manchetes em destaque, e os diversos formatos de se escrever uma notícia, também foram assuntos em debate”, diz Margareth.

Durante o estudo foram apresentados sites de jornais onlines, para demonstrar uma nova maneira que as pessoas encontraram de se manterem informadas. Nesta proposta os alunos puderam reconhecer as diferenças entres os meios de comunicação impresso e online.

Na prática, as crianças foram divididas em duplas e sugeriram nomes para o jornal a ser produzido. Depois da votação foi eleito, “Diário da Tarde”. A partir deste momento, iniciaram a criação dos textos publicados. O primeiro desafio foi escrever uma matéria sobre o histórico da escola, através de pesquisas e entrevista com funcionários.

“Além do cognitivo, cultural e social, a construção do jornal possibilitou um ensino-aprendizagem mais dinâmico e significativo, pois se trata de um gênero que permite vários tipos de abordagem e proporciona um olhar crítico sobre os acontecimentos diários”, destaca a professora, Alzeni Sales Pontes Gandolfo.

Margareth fala que durante as aulas foram trabalhados diferentes textos. Os alunos tiveram conhecimento do que é a reportagem, a crônica, o editorial, a carta do leitor, os classificados e exploraram também a parte de entretenimento do Diário, a exemplo do horóscopo, caça palavras e charges. “O objetivo não era só fazer com que os estudantes identificassem e compreendessem a função dos principais gêneros jornalísticos, mas promover a interação das crianças com a realidade em que vivem.”

A professora Lúcia Aparecida Minotti finaliza, “o trabalho com o impresso estimulou à leitura e o acesso às informações. Desta forma, contribuiu no processo da escrita, desenvolvimento do raciocínio e criatividade.”

 

ENTRETENIMENTO

Os alunos da Odete Ribaroli também produziram conteúdos para divertir os leitores do jornal escolar. Se desafie a preencher a palavra cruzada abaixo:

atividade - jornal escolar

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Jornal Escolar – Eu Fiz!

capa - jornal escolarNa Escola Municipal Célestin Freinet, em Maringá, a produção do jornal escolar envolveu todas as disciplinas e turmas. Afinal, a essência da confecção deste material é essa mesma, “dar voz” à comunidade.

“Toda a equipe de profissionais da Célestin se uniu para que o resultado fosse o melhor possível. Além das atividades realizadas dentro do Ambiente Educacional Informatizado (AEI), os professores de Artes, Educação Física e Inglês contribuíram com conteúdos para o nosso informativo”, destaca a professora responsável pelo jornal escolar, Sueli Maria Bofete.

As propostas realizadas no AEI envolveram diversos gêneros textuais, entre eles, entrevista, classificados, tirinhas, curiosidades e outros assuntos que ampliaram o conhecimento dos alunos e melhoraram a escrita. Além de despertar neles o interesse e o gosto pela leitura.

“Os resultados foram os melhores possíveis. Conseguimos fazer a impressão colorida, e na Mostra Cultural da escola entregamos os exemplares. Os estudantes, os pais e a equipe da secretaria da educação de Maringá nos elogiaram bastante e, com isso, este ano decidimos produzir um novo jornal escolar”, comemora a supervisora, Fátima da Luz Pinheiro.

 

RESULTADO

Conheça uma das matérias publicadas no “Célestin Informa”:

Alunos pesquisam adivinhas

As adivinhas, também conhecidas como “o que é, o que é?” são perguntas em formato de charadas que fazem parte da cultura popular e do folclore brasileiro. Este foi um dos conteúdos trabalhados no 3º bimestre com o 4º ano no Ambiente Educacional Informatizado. Com auxílio da professora Sueli Maria Bofete, os alunos fizeram pesquisa das perguntas e depois das imagens para representar as respostas. Confira algumas:

A)    O que é, o que é? Surdo e mudo, mas conta tudo?

B)    O que é, o que é ? Quando a gente fica em pé, ele fica deitado, e quando a gente fica deitado, ele fica em pé?

C)    O que é, o que é? Nasce grande e morre pequeno?

 

Respostas:

a)       O livro.

b)       O pé.

c)       O lápis.

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Leitura de O Diário motiva visita à sede da empresa

Todas as semanas os estudantes das instituições de ensino que são parceiras do Diário na Escola recebem o jornal para desenvolver atividades. Para muitos, estas aulas oferecem o primeiro contato com o impresso. Com a novidade em sala as crianças enchem as professores de perguntas. Esta aí uma ótima oportunidade para responder as curiosidades.

Monitorados por uma jornalista, a ideia principal é aproximar os alunos do dia-a-dia de quem faz o jornal impresso, em seus diferentes setores. Num primeiro momento os visitantes recebem informações gerais sobre o funcionamento do jornal e a rotina de trabalho de cada funcionário da redação – repórteres, fotógrafos, diagramadores e editores chefes. Os alunos podem, inclusive, circular pela redação e sentir um pouco da adrenalina de quem produz um jornal diário.

“Os alunos necessitam conhecer o jornal não só como meio de comunicação, mas também como empresa. Diariamente há uma força de trabalho empregada para a produção do impresso. Desta forma valorizam o material, e passam a ler os textos com mais atenção”, conta a professora da Escola Municipal Criança Esperança, em Sarandi, Maria Terezinha de Oliveira.

VISITA ARQUIVO RL3Há 40 anos no mercado, a empresa dispõe de uma sala de arquivo na qual ficam armazenados todos os exemplares que já foram impressos. Quem mostra aos visitantes a primeira edição do Diário – datada em 29 de junho de 1974 – é Rui da Costa Silva, funcionário desde 1982. “Recebo com alegria os estudantes que vêm conhecer nosso espaço. Observam com atenção, fazem perguntas e querem saber detalhes, alguns até inusitados. Procuro incentivar a leitura e transmitir o valor do material aqui arquivado.”

A professora Ione Dias Rodrigues relata que foi uma experiência interessante. “O Diário está fazendo e marcando a história da nossa região ao arquivar os exemplares de todas as edições. Com isso, proporciona aos visitantes a união do passado com o presente. Pude perceber que não só os lugares mudaram com o tempo, mas também o modo de vida das pessoas.”

Um dos momentos mais esperados é a circulação pelo parque gráfico. Barracão onde é possível ver de perto a rotativa de 39 metros de comprimento, seis metros de altura e 60 toneladas. Adquirida pela empresa em 2011, a máquina aumentou a capacidade de 15 para 35 mil impressões por hora.

image“Trabalho no Diário há 37 anos, sempre no setor de impressão. Começamos com uma máquina bem pequena e lenta. Somente em 1995 chegou a rotativa colorida, mas ainda assim tinha baixa velocidade. Hoje nosso equipamento é o mais moderno da região e eu tenho orgulho de ver como a empresa cresceu, mesmo aposentado continuo trabalhando porque isso me faz sentir vivo”, conta Dionizio de Almeida.

As bobinas de papel jornal deixam as crianças de “boca aberta”. Com cerca de 2.300 metros de papel e 380 quilos cada uma, as grandes pilhas aguçam a curiosidade dos visitantes. Dionízio comenta que o papel jornal vem da árvore Pinos, cultivada na região de Ponta Grossa, e ressalta que para a produção de cada bobina é necessário oito árvores. “As informações repassadas poderão ser trabalhadas de forma interdisciplinar em sala de aula. Em Ciências, por exemplo, explorando a preservação ambiental e o impacto que ocorre no meio ambiente com a derrubada dessas árvores. Na matemática, podemos calcular o tempo de crescimento da matéria prima e na Língua Portuguesa, a produção de texto”, expõe a professora Márcia Aparecida da Silva.

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