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…as redes sociais..

A Revista Época, da editora Globo, estampou na capa desta semana a foto de Mark Zuckerberg, criador do Facebook, com a seguinte manchete: ” Ele invadiu a nossa vida”. O articulista do jornal Folha de São Paulo, Nelson de Sá, escreveu que “Já nos emergentes, Brasil entre eles, dois terços dos internautas atualizam seus perfis semanalmente. Nos centros urbanos, três quartos”. Como não poderíamos deixar de refletir sobre o fenômeno Facebook, publicamos aqui parte do texto de Nelson, veiculado na Revistapontocom:

Redes sociais: chegou a hora de dar um tempo?

Há dois meses, falando a estudantes em Stanford, Mark Zuckerberg desabafou que, se voltasse no tempo para recomeçar o Facebook, ficaria em Boston, longe do Vale do Silício, dos fundos de “venture capital” e da “cultura de curto prazo”. Ele tem um problema: a abertura de capital do Facebook se aproxima e a rede social dá sinais de, nos EUA, ter batido no teto. As visitas cresceram 10% de outubro de 2010 ao mesmo mês de 2011, segundo a comScore, contra 56% de aumento no ano anterior.

Já se fala em “saturação social”, como publicou o “New York Times”. Segundo depoimento de David Carr, repórter e colunista da área cultural do “NYT”, 2011 foi o primeiro ano em que ele viu sua produtividade cair por causa de seu consumo de mídia. E, para 2012, Carr diz estar diante da escolha entre cortar passeios de bicicleta ou “alguns desses hábitos digitais que estão me comendo vivo”.

Nas três primeiras semanas, nada. “Meu Twitter ainda está me comendo vivo, embora eu tenha tido certo sucesso em desligá-lo por um tempo”, diz ele à Folha. “Na maior parte do tempo, porém, é como ter um cão amigável que quer ser sempre acariciado, levado para passear. Em outras palavras, continua me deixando louco.”

 

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Pesquisa revela o lado negativo das redes sociais

Os hábitos dos adolescentes (de 12 a 17 anos) nas redes sociais foram estudados e revelados pela pesquisa Pew Research Center, nos EUA. Uma das constatações foi que existe muita animosidade e até bullying na vida online dos jovens. Entre os entrevistados, 41% admitiram ter tido ao menos uma experiência negativa nos sites.
Um quarto dos jovens ouvidos afirmou que essa experiência negativa online resultou numa discussão ou confronto ao vivo e 22% terminaram amizades por problemas dentro das redes sociais. 13% dos adolescentes declararam ter ficado com medo de ir à escola no dia seguinte à confrontação na internet.
E, 8% se envolveram em brigas físicas após discussões na internet. O bullying também ocorre: 19% dos jovens disseram que já foram importunados (pessoalmente, por telefone ou por SMS) e 8% foram perseguidos na internet.

Fonte: Andi

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Os jovens e as redes sociais

A relação dos jovens de 15 a 24 anos com as redes sociais é tema do [n] jovem, do Núcleo Jovem da Editora Abril. Os resultados mostram que 34% dos entrevistados conhecem alguém que já teve informações violadas ou roubadas na web. Em todas as idades estudadas, o Twitter,  orkut e  facebook são as redes mais acessadas. Para os pesquisados, música é o tema mais interessante. A sondagem mostra o comportamento, as tendências e os hábitos dos jovens brasileiros frente à internet.  Veja a sondagem completa aqui

 

 

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