Santa Fé



A história da fotografia em pauta

FASCÍNIO. O contato com equipamentos utilizados em décadas passadas encantaram os estudantes.

FASCÍNIO. O contato com equipamentos utilizados em décadas passadas encantaram os estudantes.

Em Santa Fé, município em que cerca da metade da população ativa trabalha no segmento fotográfico, a equipe do Diário na Escola desenvolveu uma oficina pedagógica sobre a evolução das máquinas e dos tipos de registros com os alunos das Escolas Municipais Jardim Primavera e Nove de Dezembro.

“Este é um assunto que está próximo da realidade dos estudantes, fator que torna os resultados das atividades ainda melhores. Parte dos familiares das crianças ganha seu sustento nas empresas fotográficas da cidade, por isso é importante que conheçam sobre o assunto”, destaca a professora Genilza Favato.

A coordenadora do Programa, Loiva Lopes apresentou um vídeo com toda a história da criação da primeira máquina até a mudança que houve na pose das pessoas para os registros. “Antigamente ninguém sorria para as fotos. Descobri que era porque poderia demorar até trinta minutos para ser feito uma imagem, pois os equipamentos não tinham a tecnologia e agilidade que vemos hoje”, conta o aluno Vitor Hugo Evangelista.

As crianças tiveram a oportunidade de manusear as máquinas fotográficas que já foram utilizadas pelos fotógrafos do Diário ao longo dos 40 anos de história da empresa. “São relíquias guardadas que ajudam os estudantes a entender o avanço dos registros. Os equipamentos que eram grandes, pesados e sem flash, hoje deram lugar aos compactos e com diferentes funções”, fala Loiva.

Grande parte dos alunos se quer tinham visto um filme fotográfico, daqueles em formato de carretel que era utilizado para registrar a imagem e, em seguida, ser feita a revelação. “Tudo está sendo novidade, não imaginava que um dia já havia existido equipamentos assim. Adorei a oficina de hoje e agora tenho mais certeza de que quero ser fotógrafa”, comenta a estudante Giseli Fátima Sgaraboto.

“Além do momento de aprendizado, a vinda da equipe do Programa até a escola trouxe interação entre os alunos”, ressalta o professor Jeremias Ramos Coutinho. A colega de profissão Jaqueline Biazon completa, “não só as crianças estão saindo da aula com novos conhecimentos, mas eu também. A fala da Loiva me proporcionou ideias que vou aplicar em sala para continuar o trabalho sobre a fotografia.”

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Biblioteca de Santa Fé recebe Telecentro

Os Telecentros/Espaço Cidadão são centros de apoio que disponibilizam equipamentos de informática, e auxílio técnico, para capacitar pessoas interessadas em se integrar à tecnologia ou adquirir novos conhecimentos através das formações oferecidas. Santa Fé foi um dos municípios escolhidos pelo governo do Estado para receber uma dessas estruturas. “Com esta nova parceria vamos atender a comunidade proporcionando, além da inclusão digital, diversos cursos para todas as idades, de jovens a idosos”, afirma o prefeito Edson Palotta.

Foto Abre 02Localizado na Biblioteca Municipal, o Espaço Cidadão possui 10 computadores de alta tecnologia, todos conectados à internet. A monitora do Programa, Andréa Rego destaca que já há lista de espera para os cursos técnicos onlines que serão oferecidos. “É uma satisfação ver o interesse das pessoas em aproveitar esta oportunidade de aprendizado, tenho certeza que bons resultados estão por vir.” O prefeito Edson acrescenta, “nosso município recebeu um presente, e convidamos a todos para aproveitar a chance de receber capacitação sem precisar se deslocar para outros centros maiores.”

As crianças foram as primeiras a usufruir o espaço. Para conhecer a novidade da biblioteca, a professora do 4º ano, Jaqueline Thomazella Biazon levou os alunos para um passeio interativo. “Esta sala vai facilitar nosso trabalho de educador, os equipamentos nos darão subsídios para pesquisas e produções textuais. Outro fato, é que os pequenos adoram a tecnologia e, com isso, se interessam mais pelas propostas didáticas desenvolvidas em computadores”, relata.

Foto Abre 01A estudante Izabelly dos Santos Pereira não tem acesso à internet em casa e comenta que com o Telecentro será mais fácil e divertido fazer as tarefas escolares. “Antes eu tinha somente a opção de pesquisas em livros e era muito trabalhoso. Agora que posso usar os equipamentos do Espaço Cidadão, me sinto até mais motivada” e a colega Camile Vitória de Souza Cruz complementa, “não vejo a hora de poder voltar aqui, a partir de hoje a biblioteca é um dos meus lugares preferidos.”

Dirlene Viana Barbosa é a secretária de Assistência Social do município e enfatiza que a novidade não será transformada em lan house. “O entretenimento é importante sim, mas este local está destinado para o crescimento do indivíduo no que se refere à educação e mercado de trabalho. Nossa meta é oferecer cursos, palestras, conferências e atividades que deixem a nossa comunidade conectada, e o melhor, sem nenhum custo”.

“Temos como objetivo integrar as pessoas. Os idosos poderão participar de aulas de inclusão digital, os jovens serão capacitados para o primeiro emprego e as crianças terão uma alternativa ao trabalho de alfabetização e letramento”, ressalta o prefeito, Edson.

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Santa Fé recebe microônibus para o transporte Escolar Rural

A Prefeitura de Santa Fé recebeu um microônibus escolar com capacidade para 26 alunos sentados que será destinado para o transporte Escolar Rural.

Vale lembrar que município ainda receberá mais um ônibus para o transporte escolar, que deverá chegar dentro de alguns dias.

Os recursos são do governo Federal através do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), Ministério da Educação (MEC) e também contou com o apoio do Deputado Federal Alex Canziani.

Prefeito Edson Palotta entrega as chaves do microônibus para
a Secretária de Educação, Cultura e Esportes, Élide Terezinha Roncaglia
Yabushita

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Merenda Escolar em Santa Fé

Profissionais do Centro Colaborador em Alimentação e Nutrição Escolar (CECANE), estiveram em Santa Fé visitando as Escolas Municipais e os Centros de Educação Infantil para prestar assessoria sobre a alimentação servida aos alunos. De acordo com a Coordenadora de Alimentação Escolar de Santa Fé, Maria Aparecida de Almeida, foi ensinado como utilizar de forma correta os recursos que podem ser comprados com o dinheiro do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE).

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Quem tem dó de angu, não cria cachorro*

Quando eu era criança aqui em Santo Amaro, “angu de cachorro” era uma mistura feita com fubá e restos de comida que se dava aos cachorros. Logo, quem quisesse criar cachorro, não poderia ter dó de gastar fubá ou de fazer angu.

Quando reclamávamos de alguma coisa do emprego, da falta de tempo, de ter que viajar muito, etc, minha avó sempre dizia:

– Quem tem dó de angu, não cria cachorro!

Hoje vejo como minha avó tinha razão em seu velho ditado.

Vejo pessoas reclamando de coisas que são absolutamente inerentes à sua profissão, situação, condição ou até mesmo à sua região geográfica.

Médicos reclamam por ter de atender a chamados de madrugada. Pilotos reclamam por viajar muito. Donos de restaurante reclamam por trabalhar nos finais de semana. Professores reclamam por ter de corrigir provas. Residentes no norte ou nordeste reclamam do calor, enquanto os do sul reclamam do frio. Até mesmo empresários reclamam por ter clientes demais.

Enfim, boa parte das pessoas parece não compreender coisas tão simples, como o fato de que não dá para “ter dó de angu e querer criar cachorro”.

 

Se você não quer ter dores de cabeça e viver uma vida tranquila, sem riscos, não pode ser empresário. Se quiser uma promoção em seu emprego, precisa comprometer-se mais. Se quiser uma aposentadoria com conforto, uma velhice saudável, precisa poupar dinheiro durante toda a vida. E assim por diante.

 

Se você não quer atender aos doentes, abandone a Medicina. Se não aguenta o calor, mude-se para uma região mais fria. Se o que você quer é que todos os finais de semana sejam livres para passear com sua família, venda o seu restaurante. Se não suporta mais corrigir provas, deixe de lecionar. Se você não quer lidar com clientes, empregados e fornecedores, venda sua empresa.

Você tem três opções:

Assumir e enfrentar a realidade

Mudar a realidade

Parar de reclamar

Não dá para pensar apenas nos benefícios e vantagens das profissões, empresas ou lugares.

Se você é vigia noturno, não reclame de passar as noites acordadas. E se é jornalista, não reclame por ter de sê-lo full time.

Quem tem dó de angu, não cria cachorro. Pense nisso, e muito sucesso!

* Texto compartilhado pelo prefeito de Santa Fé, Fernando Brambilla, com os professores da rede municipal na última quarta-feira, durante a oficina do Diário na Escola, que aconteceuna Biblioteca Municipal.

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Santa Fé recebe curso sobre gêneros jornalísticos

Foram cerca de 50 professores da rede municipal de ensino envolvidos com as discussões sobre o uso do jornal na sala de aula e como os gêneros jornalísticos podem colaborar com a formação dos estudantes. Os educadores são o elo entre O Diário na Escola e as crianças. O encontro de hoje ocorreu na Biblioteca Municipal Vereador Emílio Pedrazzani, em Santa Fé.

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Santa Fé mobiliza através da cultura

A II Mostra Cultural de Santa Fé mobilizou, em dois dias, 1.500 pessoas em torno de apresentações de dança, karatê, capoeira, música e feira de livros.

 

 

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Santa Fé realiza mostra cultural

A Secretaria de Educação de Santa Fé realiza hoje e amanhã, na Biblioteca Municipal Vereador Emílio Pedrazzani, a II Mostra Cultural, com apresentações de dança, capoeira, artes visuais, música, exposição de fotografia e vídeos educativos. Livros infantis, juvenis e adultos também serão expostos com preços especiais. O evento acontece nos períodos da manhã, tarde e noite. Informações pelo telefone (44) 3247-1371.

 

 

 

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Na minha casa tem história

A Escola Municipal 9 de Dezembro, de Santa Fé, recebeu na semana passada o material do projeto ‘Na minha casa tem história’. A iniciativa consiste em oferecer, aos alunos de 1ª a 4ª série, bolsas pedagógicas com 10 livros cada, revezadas entre eles durante o ano letivo. O objetivo é de incentivar à leitura do aluno e da família, já que os materiais ficam dois dias em posse dos pequenos, para depois serem repassados ao próximo colega. A diretora Silvana Franco Margutti esclarece que o material foi adquirido por meio de recursos próprios, através de promoções realizadas no ano anterior. “A iniciativa oferece aos alunos maior compreensão da leitura e melhor desenvoltura das formas de expressão e sabemos que a construção de textos será favorecida”, afirma. A prática colabora com o senso de coletividade, já que os livros são compartilhados por todos e precisam de cuidados durante a utilização.

Cada uma com 10 livros

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Na minha casa tem história, tem leitor, tem conhecimento

O projeto de leitura ‘Na minha casa tem história’, de Santa Fé, vai além da comunidade escolar, envolvendo, também, os pais dos alunos

Não é nenhuma novidade que O Diário na Escola tem como principal objetivo estimular o hábito de ler. Fica mais fácil formar leitores quando se encontra parceiros comprometidos com a causa, que trabalham para que desde a infância a leitura seja parte vital do dia a dia. O município de Santa Fé tem desenvolvido inúmeros projetos de incentivo à leitura. Parceira educacional do Diário na Escola desde 2007, a educação da cidade, sob coordenação da secretária Inês Malavassi, possui uma sala repleta de literaturas infantis nas duas escolas, onde os estudantes aprendem a gostar de ler.

Alunos com a maleta literária: com apoio da família, eles ficam mais interessados

A novidade em Santa Fé é o projeto ‘Na minha casa tem história’, iniciado no mês de junho, em que a leitura ultrapassa os muros da escola e chega a casa dos alunos. Toda família, que tem alunos matriculados na rede municipal, tem a acesso à leitura de qualidade. A supervisora da Escola Nove de Dezembro, Silvia Aparecida Abou Ghatts, exemplifica que “na segunda feira, duas crianças levarão a bolsa para casa, um menino e uma menina, ficando com ela num período de dois a três dias, devolvendo na quinta ou sexta-feira, dia que o material será repassado para outra criança e assim sucessivamente”.

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