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Sem medo da internet

A jornalista e mestre em Educação e Tecnologias Digitais, Talita Moretto ministrou a formação “Conectando-se sem medo” aos professores de municípios vizinhos a Maringá que participam do Diário na Escola. “Os alunos de hoje são nativos digitais, são pessoas que fazem tarefas simultâneas, nunca viveram em um mundo sem internet, são imediatistas, não se concentram por muito tempo, preferem as imagens aos textos e transitam entre várias plataformas. Não é interessante a escola impedir a entrada de dispositivos móveis e seu uso pelos estudantes, ao contrário, ela deve mostrar o uso correto que a criança e o adolescente têm que fazer desses aparelhos. A comunicação passa a ser móvel com uma frequência crescente e isso impacta na educação e no processo de ensinar e aprender”, enfatiza Talita.

Foto AbreA ministrante ainda apresentou dados dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) e das Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica (DCN) em que mostram que os alunos devem ser capazes de saber utilizar as diferentes fontes de informação e recursos tecnológicos para adquirir e construir conhecimentos, assim como as tecnologias devem ser usadas e adaptadas para servir a fins educacionais.

“Algumas vezes temos medo ou mesmo preconceito em usar determinadas tecnologias na escola, principalmente o celular, que é tão próximo da realidade dos nossos alunos. Com a formação pude me tranquilizar e compreender que há possibilidades desse uso, desde que bem orientado pelo professor”, conta a educadora Adriana Matias.

É fato que todo esse processo de mudança que vivemos exige adaptação, sabe se que a transição do uso das tecnologias a fim de diversão e o entretenimento para um uso destinado a objetivos de aprendizado e análise não é espontâneo. “É necessário capacitação, a informação precisa ser selecionada, organizada e elaborada, para então ser transformada em conhecimento. O desenvolvimento de iniciativas de aprendizagem móvel demanda tempo e empenho dos professores e das escolas. A utilização adequada pode melhorar o desempenho devido ao aumento da participação do estudante em relação ao ensino tradicional”, aponta Talita.

“Através da formação descobri as facilidades que a mídia pode trazer para a sala de aula. Temos que explorar mais a tecnologia, pois assim é possível ensinar através de algo que as crianças gostam e tem conhecimento”, ressalta a professora Selma Pelisson dos Santos.

A ministrante sugere aos educadores que promovam uma sala de aula ideal, onde os professores são mediadores do conhecimento e o aluno sujeito ativo da sua aprendizagem, motivado e consciente. Pois todos nós estamos imersos em uma cultura digital e expostos a novos conceitos, diariamente.

Durante a formação, em momento de atividade prática, os participantes conheceram diversas ferramentas de áudio, vídeo, jogos e propostas de atividades que podem facilitar esse processo de transição, em que não é mais possível ignorar o uso das tecnologias como subsídio do ensino em sala de aula.

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A tecnologia a favor do ensino

A internet já faz parte da nossa rotina de vida, seja no trabalho ou nos contatos pessoais. Devido a esse contexto, mais do que saber usar o computador em sala de aula, o professor precisa estar capacitado para auxiliar e orientar os alunos. O desafio é saber como usar os novos recursos tecnológicos a favor do ensino. Lutar contra a presença deles não é mais visto como uma opção. Para falar sobre esse assunto, convidamos a jornalista e especialista em tecnologias na aprendizagem, Talita Moretto. Em nosso bate-papo ela fala como o uso da mídia online pode ser proveitoso no estudo interativo de conteúdos, tornando-os atraentes e fazendo com que o estudante adote uma postura mais participativa.

1. O DIÁRIO NA ESCOLA: A partir da sua experiência profissional, quais as maiores dificuldades você tem observado que os professores encontram quando o assunto é o uso da tecnologia em sala de aula?

Talita MorettoTALITA: Algumas dificuldades são diferentes dependendo da rede de ensino, da instituição (equipe gestora) e da abertura do professor. Se conversarmos com professores da rede pública, a falta de estrutura, de equipamentos e, principalmente, conexão à internet são dificuldades apontadas pela maioria. Estas dificuldades, embora existam, são menores na rede particular.

No entanto, o problema maior é que mesmo quando a escola está equipada, não existe preparo dos professores. O que falta, na minha visão, não é apenas estrutura ou formação é, principalmente, apoio da equipe pedagógica da escola, suportada pelos gestores da educação, para “tranquilizar” os professores a respeito do uso de tecnologia. E esse apoio deve começar no planejamento pedagógico e chegar até a reconfiguração da sala de aula. É necessário um esforço conjunto para estruturar salas de aula e formar professores que estejam preparados para as inovações proporcionadas pela tecnologia.

Daí você me pergunta: todos os alunos irão utilizar adequadamente se a tecnologia fizer parte do planejamento? É claro que não. Mas me diga se existe uma turma perfeita, onde todos os alunos fazem o que o professor pede, respeitam a aula e o espaço? Estamos falando de pessoas, de jovens em formação, com perfis diferentes. A perfeição nunca existirá, com ou sem tecnologia.

2. De que forma o educador pode incluir a internet no planejamento pedagógico? Seja na preparação da aula ou mesmo em uma atividade prática com os estudantes no ambiente educacional informatizado.

Existem inúmeras formas. Hoje, devido à facilidade de conexão à internet e acesso barato aos dispositivos eletrônicos, inevitavelmente, o aluno irá utilizar a internet nos trabalhos escolares. É isso que o professor precisa compreender: que a sociedade proporciona essa situação e o aluno não está fora dela.

O professor pode usar internet o tempo todo na preparação de suas aulas. A web é uma fonte de pesquisa riquíssima, onde estão disponíveis inúmeros recursos educativos digitais, ferramentas, aplicativos, e-books que deixam a aula mais atrativa. Por que não aproveitar este material que, em sua maioria, é gratuito?

Quando usar a internet na escola (ou sugerir seu uso em tarefas de casa), o professor deve atuar como orientador. Primeiro, deve mapear os sites que os alunos devem consultar para encontrar as informações desejadas, e também deixar que os próprios alunos façam suas contribuições indicando outros sites que eles conheçam. E, claro, checar se a fonte é confiável, junto com os alunos. Só então levá-los ao laboratório de informática, colocá-los em duplas ou trios (isto é muito importante, pois pedir que os alunos façam a atividade sozinho é como bloquear a construção de conhecimento) e conduzir o desenvolvimento da pesquisa/atividade. Pode até mesmo utilizar atividades online, criar uma webquest ou propor um game. Existem muitos sites educativos especializados em cada disciplina escolar, que podem ser bem aproveitados na educação. Mas é preciso navegar na web para conhecer todo o potencial que ela oferece.

 3. Após a inclusão da web em sua rotina de trabalho, que resultados o professor poderá constatar no desenvolvimento escolar dos alunos?

Isso depende. Não existe uma receita que, se seguida, resultará em um único resultado. O que podemos garantir é que o professor, fazendo o uso da internet junto com os alunos, terá condições de conhecer como o aluno utiliza a internet com propósito pessoal e, a partir disso, ter mais ferramentas para organizar suas aulas de modo que todos fiquem interessados pelo conteúdo e pela disciplina, poderá orientar melhor as pesquisas online, estará apto para indicar sites seguros e com informações confiáveis, conseguirá abordar com mais facilidade temas como, segurança online e direitos autorais, etc. Trata-se de adequar-se ao perfil do aluno, da mesma forma que uma loja de roupas adequa seu “produto” aos gostos do cliente e de acordo com a moda atual. É falar a mesma “língua”, ou melhor, deixar o diálogo fluir com mais naturalidade.

oficina Talita4. Em muitos casos os estudantes têm maior habilidade do que o educador em acessar os programas do computador ou mesmo páginas da internet. Como esse fator pode ser utilizado para contribuir com as atividades em sala?

Deve ser aproveitado em sua totalidade. O aluno torna-se parceiro do professor. Não há motivos para ficar receoso porque o aluno sabe mais sobre determinado recurso do que você. O papel do professor continua imprescindível em sala de aula, e se ele estiver preparado para aceitar o apoio dos alunos, todos tendem a crescer. Isso evita ter que passar um conteúdo que o aluno já sabe, ou perder horas tentando entender uma ferramenta que o aluno domina e que ele mesmo pode ensinar aos colegas a utilizar. Envolvendo o aluno, dessa maneira, nas atividades, não haverá dispersão; é dar a ele autonomia e sentimento de pertencimento ao ambiente escolar. O aluno terá compromisso consigo mesmo, com os colegas, com o professor e com o aprendizado. Isso funciona!

5. Como o professor pode orientar crianças e adolescentes para fazer o “bom” uso da web? Pois, na maioria das vezes, a tecnologia é usada por eles somente para o acesso às redes sociais ou aplicativos de bate-papo.

Os alunos usam o que conhecem, o que aprenderam a usar, o que veem outros (adultos) usando, o que veem na televisão. Se ninguém mostrar a eles outras formas, como saberão que existem? Então, não adianta criticar esse uso, criticar que aluno só sabe usar redes sociais e etc. sem conversar com ele a respeito. O jovem ainda está em formação, é preciso mostrar como utilizar para o ensino, para os estudos. A maioria dos familiares não fará isso porque nem eles sabem, e se o professor se negar a fazer, não adianta criticar a conduta do jovem.

6. Parte dos educadores que atuam nos espaços escolares não foram preparados na graduação para usar a tecnologia que temos no mercado hoje, em suas aulas. Que dicas repassaria para esse tipo de profissional que precisa se adequar a uma nova realidade?

Se analisarmos um professor que está há mais de oito anos em sala de aula, com certeza, não foi preparado. Até mesmo hoje eu conheço poucos cursos que inovam, de forma significativa, a ementa e inserem essa parte no currículo. O único caminho para os professores é a formação continuada, fazer cursos de aperfeiçoamento e, principalmente, ter interesse e vontade de se aprimorar. Essa formação nem sempre virá dos órgãos públicos. Então, como qualquer outro profissional (médico, contador, farmacêutico, cozinheiro) é necessário buscar seu aperfeiçoamento, e pode começar em casa mesmo, tendo interesse em explorar os recursos tecnológicos, conhecê-los. Não existe outra forma. O que falta, para muitas pessoas, é aceitar que a inovação é constante, não há como prever e nem culpar alguém por isso. A internet não é ruim, a tecnologia não é ruim, o que pode torná-la ruim é o uso inadequado. Então, é melhor aprender como usar e tirar benefício disso.

 

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Palestra aborda aprendizado e tecnologia

A convite do Sindicato dos Estabelecimentos Particulares de Ensino do Noroeste do Estado do Paraná (Sinepe/NoPr), Isabel Parolin esteve em Maringá durante evento de educação para ministrar aos professores o tema “A aprendizagem e o ensino em tempos hipermodernos”.Foto Abre

Como promover o aprendizado diante de tantas inovações tecnológicas? Essa é uma questão que aflige muitos profissionais da área da educação. Isabel conta que os valores atribuídos ao mundo do consumo, da rapidez e do descartável modificaram alguns encaminhamentos educacionais no seio da família, fato que repercute no dia a dia da escola. Em alguns casos, inclusive, a simbologia de pais, chefe e idoso, foi perdida.

Em sua fala, a palestrante aponta que é na escola que a criança tem seus encontros sociais, por isso, aquilo que é ensinado dentro da sala de aula precisa ser potencializado na sociedade. O que tem acontecido é que as pessoas recebem muita informação diariamente, mas estão tendo pouca evolução no que se diz respeito ao conhecimento.

“Grande número de pessoas utilizam a tecnologia para mediar suas relações sociais e, mesmo os mais resistentes, acabam cedendo às suas facilidades e rapidez. Os aplicativos de bate-papo, hoje, têm o mesmo efeito agregador que tinham as praças dos tempos antigos – um lugar de encontro. Contudo, todo o arsenal que a web oferece só se configurará como um instrumento no desenvolvimento pessoal e comunitário se as pessoas conseguirem estabelecer relações educativas através dessas mediações”, ressalta Isabel.

Roseli Messias é mãe de um menino de oito anos e reclama que seu filho só tem conseguido dormir muito tarde, quando vai brincar com outra criança é sempre utilizando o tablet e, algumas vezes, deixa o dever de casa sem fazer por passar boa parte do tempo nos jogos virtuais. “Com isso, ele tem sido um aluno desatento, sonolento e sem rendimento escolar. Eu e o pai dele estamos proibindo o uso da tecnologia para que ele melhore o desempenho em sala de aula”, conta.

A ministrante enfatiza que o desafio da escola de hoje é provocar as aprendizagens que humanizam e promovem inserção social, entendendo os limites e as conquistas dessa geração que é conectada, mas impaciente, hiperativa, mas com atenção limitada a pequenos intervalos de tempo, que não pensa em linearidade, mas em descontinuidade, que tende as multitarefas, que vive no senso de urgência, aliada ao fato de usarem as novas tecnologias com melhor desenvoltura que seus educadores, mas que precisa de ajuda para focar no aprender.

“A escola detém uma qualidade de valor inestimável a essa geração – a possibilidade do encontro e das trocas presenciais – face a face, algo que tem sido deixado de lado devido aos contatos apenas virtuais”, ressalta Isabel.

A psicopedagoga finaliza afirmando que apesar da forma de se relacionar ter mudado, as crianças e jovens precisam estabelecer relações com qualidade, que garantam um modo de viver e conviver de acordo com os valores que sustentaram, historicamente, as organizações sociais até os dias de hoje. “Para exemplificar, não é por que uma criança tem desenvoltura surpreendente diante de um iPad que ela poderá deixar de almoçar ou fazer suas tarefas”, conclui.

A professora Márcia Cristina Bueno diz que após ouvir a fala da ministrante percebeu que o educador tem que sair de casa não pensando que vai dar aulas, mas que irá formar cidadãos. “O conhecimento é o grande libertador da sociedade. A família merece atenção, deve ser instruída. O professor tem um papel educativo essencial.”

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Comunicação é meio de estudo

A comunicação está mais presente na vida em sociedade do que imaginamos. Além de todos os veículos midiáticos existentes, como o jornal e a televisão, por exemplo, dar uma aula, assistir a um filme, ler um livro ou receber uma revista em casa pelo correio são atos de troca de informação. Acreditando que estruturas comunicativas como essas fazem parte da cultura contemporânea e não podem ser ignoradas pela escola, a professora da Escola Municipal Vania Maria Simão, de Atalaia, Maria Fernanda de Souza Torrente preparou uma aula sobre a importância e a evolução dos meios de comunicação em nossas vidas.

Foto AbrePara iniciar a proposta, Maria Fernanda apresentou aos seus alunos do quarto ano o texto “O que é comunicação”, no qual foi relatada a evolução dos meios e formas de se transmitir ou trocar informações. A estudante, Giovana Vitória de Souza Mazzi conta que depois da leitura do texto eles ainda pesquisaram os diferentes tipos de comunicação para estudar o assunto com maior profundidade.

Em seguida, para valorizar o material que as crianças têm contato todas as semanas, os estudantes foram instigados a lerem as notícias publicadas no Diário do Norte do Paraná e selecionar uma das matérias que mais despertasse a atenção deles. “A professora fez um varal de informações com todas as páginas do jornal e explicou cada uma das editorias. Gostei muito dessa parte, pois percebi que têm colunas interessantes no impresso que eu ainda não tinha prestado atenção”, ressalta Giovana.

Na etapa seguinte, os estudantes produziram cartazes informativos sobre os conteúdos publicados em cada uma das páginas do Diário, e deixaram em exposição nos corredores da escola para que toda a comunidade tenha acesso a um tema de tanta importância. “O foco do trabalho foi proporcionar a atualização constante do que é notícia, desenvolver o senso crítico e despertar o pensamento de tentar solucionar os problemas que nos rodeiam”, enfatiza, Maria Fernanda.

A professora relata que depois da realização dessa proposta, a motivação para folhear as páginas do jornal cresceu bastante entre a turma, assim como o interesse e a curiosidade pela leitura. “É muito gratificante perceber que uma atividade teve bons resultados entre os alunos, desta forma é possível inibir a indisciplina e desmotivação.”

 

 

Interpretando a notícia

Proponha aos alunos uma atividade coletiva. Peça que leiam as páginas do Diário e escolham uma notícia que achem interessante para contar na classe. Depois, solicite a montagem de um painel com textos e imagens sobre os acontecimentos relatados.

No momento da exposição oral, aproveite para estimular a reflexão sobre o fato noticiado e faça perguntas como:

“Por que será que isso aconteceu?”

“Que consequências terá esse fato?”

“O que você entendeu dessa notícia?”

“O que podemos fazer para ajudar?”

Liste as soluções encontradas pelas crianças para o problema evidenciado no jornal. Exponha estas soluções juntamente com o painel confeccionado pelos alunos. No momento de socialização do painel converse com eles sobre o meio de comunicação utilizado na atividade. Isso fará com que eles conheçam melhor o material que estão trabalhando e ainda tenham criticidade sob as notícias publicadas diariamente.

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LIVRO na era digital

Na quarta-feira comemora-se o Dia Nacional do Livro Infantil. O escritor, desenhista, dramaturgo e humorista Millôr Fernandes fez uma definição bem criativa para a palavra LIVRO:

“Na deixa da virada do milênio, anuncia-se um revolucionário conceito de tecnologia de informação, chamado de Local de Informações Variadas, Reutilizáveis e Ordenadas – L.I.V.R.O. Ele representa um avanço fantástico na tecnologia. Não tem fios, circuitos elétricos, pilhas. Não necessita ser conectado a nada nem ligado.

É tão fácil de usar que até uma criança pode operá-lo. Basta abrí-lo!

Cada L.I.V.R.O. é formado por uma seqüência de páginas numeradas, feitas de papel reciclável e são capazes de conter milhares de informações. As páginas são unidas por um sistema chamado lombada, que as mantém automaticamente em sua seqüência correta.

Através do uso intensivo do recurso TPA – Tecnologia do Papel Opaco – permite que os fabricantes usem as duas faces da folha de papel. Isso possibilita duplicar a quantidade de dados inseridos e reduzir os seus custos pela metade! Especialistas dividem-se quanto aos projetos de expansão da inserção de dados em cada unidade. É que, para se fazer L.I.V.R.O.s com mais informações, basta se usar mais páginas. Isso, porém, os torna mais grossos e mais difíceis de serem transportados, fato que atrai críticas dos adeptos da portabilidade do sistema.

Cada página do L.I.V.R.O. deve ser escaneada opticamente, e as informações transferidas diretamente para a CPU do usuário, em seu cérebro. Lembramos que quanto maior e mais complexa a informação a ser transmitida, maior deverá ser a capacidade de processamento do usuário.

Outra vantagem do sistema é que, quando em uso, um simples movimento de dedo permite o acesso instantâneo à próxima pagina. O L.I.V.R.O. pode ser rapidamente retomado a qualquer momento, basta abri-lo. Ele nunca apresenta “ERRO GERAL DE PROTEÇÃO”, nem precisa ser reiniciado, embora se torne inútil caso caia no mar, por exemplo.

O comando “broxe” permite acessar qualquer página instantaneamente e avançar ou retroceder com muita facilidade. A maioria dos modelos à venda vem com o equipamento “índice” instalado, o qual indica a localização exata de grupos de dados selecionados.

Um acessório opcional, o marca-páginas, permite que você acesse o L.I.V.R.O. exatamente no local em que o deixou na última utilização, mesmo que ele esteja fechado. A compatibilidade dos marcadores de página é total e permite que funcionem em qualquer modelo ou marca de L.I.V.R.O. , sem necessidade de configuração. Além disso, qualquer L.I.V.R.O. suporta o uso simultâneo de vários marcadores de página, caso seu usuário deseje manter selecionados vários trechos ao mesmo tempo. A capacidade máxima para uso de marcadores coincide com o número de páginas.

Pode-se ainda personalizar o conteúdo do L.I.V.R.O., através de anotações em suas margens. Para tanto, deve-se utilizar de um periférico de Linguagem Apagável Portátil de Intercomunicação Simplificada – L.A.P.I.S..

Portátil, durável e barato, o L.I.V.R.O. é apontado como o instrumento de entretenimento e cultura do futuro. Milhares de programadores desse sistema disponibilizaram vários títulos e upgrades para a utilização na plataforma L.I.V.R.O.”

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Consultar o Google, ao invés dos pais ou professores. Esta é a preferência de 54% das crianças

Uma pesquisa realizada pelo Birmingham Science City, apontou que menores de 15 anos preferem tirar suas dúvidas na internet, do que pedir ajuda a alguma pessoa. 54% das crianças disse que pediria ajuda ao Google, um quarto dos entrevistados perguntariam aos pais e apenas 3% pediriam auxílio aos professores.

Esses números mostram que as crianças cresceram num ambiente onde a tecnologia é aceita como padrão e tornou-se central na vida das pessoas. Comprovando o quanto os alunos estão habilitados a utilizar essas ferramentas.

Outro dado preocupante que a pesquisa destacou foi que, 45% das crianças dizem nunca ter usado uma enciclopédia e 19% um dicionário.

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O Diário na Escola no Educaparty

Entre os dias seis e 12 de fevereiro, o Anhembi Parque, em São Paulo, recebe a 5ª edição da Campus Party Brasil. Considerado o maior evento tecnológico do mundo, a Feira promete reunir cerca de sete mil pessoas em mais de 500 horas em torno de temas como ciência, cultura e entretenimento digital e inovação.
Este ano, os campuseiros, como são chamados os participantes do evento, terão acesso a uma novidade, o Educaparty. Em média 250 educadores e interessados no assunto vivenciarão a tecnologia como prática educacional. Esta extensão do evento ocorre apenas entre os dias sete e dez e contará com oficinas, debates com especialistas, entre outras atividades planejadas sobre as ferramentas da web e de celulares como recursos educacionais.
A convite da Fundação Telefônica, Ricardo Pastoreli, do Diário na Escola, entre outros coordenadores de programas de Jornal e Educação, participará do evento. A expectativa de Pastoreli está, em especial, na oficina “Vídeo de bolso”, sobre o uso do celular na educação. “Acredito que o “EducaParty” proporcionará ótimos momentos para discussão das possibilidades de uso das novas tecnologias como recursos indispensáveis para o auxílio de um ensino-aprendizagem mais efetivo”, aposta.

A Feira vai ocupar 64 mil m² do Anhembi Parque e espera reunir sete mil pessoas

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Tecnologias X livros

Elas preferem ler sites não muito confiáveis, redes sociais, sites de fofocas e por aí vai. Os livros estão sendo deixados de lado, pelo menos é o que diz a matéria “Uso da tecnologia faz com que estudantes esqueçam livros”, destaque no site da VEJA. Uma pesquisa realizada na Grã-Bretanha afirma que fora da escola, a utilização da tecnologia faz com que estudantes simplesmente esqueçam os livros.

A pesquisa também apontou que o hábito da leitura diminui com a idade. Segundo o estudo, as crianças do anos finais do ensino primário, como se fosse o ensino fundamental I no Brasil, têm seis vezes mais chances de serem consideradas leitoras assíduas (ou seja, leem cerca de 10 livros ao ano) do que as crianças mais velhas.

Falando em leitura, leia a matéria na íntegra aqui

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As tecnologias na sala de aula

Os recursos tecnológicos. Alguns professores odeiam, outros adoram, no entanto a utilização tem se tornado cada vez mais comum.

Novas oportunidades de ensino que precisam ser constantemente avaliadas. Interessante a declaração da coordenadora pedagógica da revista Nova Escola, Regina Scarpa, sobre os benefícios (ou não) do uso da tecnologia na escola:


“Só vale levar a tecnologia se ela estiver a serviço dos conteúdos. Isso exclui apresentações em PowerPoint para divertir, os games que só entretêm ou aqueles ví­deos que simplesmente cobrem buracos de um planejamento malfeito.”

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As sucessões tecnológicas..

Ferramentas criadas para desenvolver e solidificar o conhecimento humano, as tecnologias a cada dia se superam e surpreendem os usuários com novas técnicas, modelos e tendências. Em meio a tantas novidades como o Ipad, Tablet, notebook, os televisores Led, falta tempo para as pessoas refletirem e perceberem como ocorre a sucessão dos veículos de comunicação e se ocorre. O pesquisador de Estudos da Comunicação Social da Universidad de Guadalajara, no México, Guillermo Orozco Gómez, explica, claramente, como avalia este cenário no livro Sociedade Midiatizada:

 

 

 

 

“(…) A chegada de um novo meio ou tecnologia não supõe necessariamente, nem tampouco imediatamente, a suplantação do anterior. E isto por várias razões. Primeiro, porque cada meio ou tecnologia é muito mais que isso. Sua transformação então envolve outros fatores, além dos estritamente técnicos ou instrumentais. Segundo, porque cada tecnologia demanda um tempo de aprendizagem e apropriação por parte dos usuários. No momento de sua introdução e inicial aceitação, em geral, é usada de maneira parcial, desperdiçando seu cabal potencial e até sua principal contribuição. O conhecido caso dos computadores que são simplesmente usados como máquinas de escrever, permitindo maior produtividade e eficiência, é um clássico exemplo deste fenômeno. Terceiro, porque as tecnologias demandam uma atenção diversificada para garantir seus usuários. Nem mesmo em países onde o uso sistemático e doméstico do computador está muito ampliado, como é o caso dos Estados Unidos, diminuíram significativamente as horas dedicadas à televisão.(…)”

 

 

Tablet: tendência desde o lançamento em 2010. Custa em torno de R$ 1.500,00 no Brasil

3 cm de espessura. Média de preço de R$2.000,00, dependendo do tamanho e da marca.

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