tirinha



Jornal Escolar – Eu fiz

capa - jornal escolarNa Escola Municipal Professora Nadyr Maria Alegretti, em Maringá, a produção do jornal escolar ficou sob a responsabilidade da professora do Ambiente Educacional Informatizado (AEI), Vera Gobatto. A partir do planejamento elaborado para a construção do impresso com os alunos dos quartos e quintos anos, e após algumas aulas teóricas e interativas a respeito do jornal como meio de comunicação, ela iniciou o desafio de criar o jornal da escola.

“Como a instituição oferece ensino integral e o material seria desenvolvido durante as aulas do ensino regular, no período da manhã, ficou decidido que o nome seria Jornal da Manhã”, conta Vera.

A partir disso, começou o trabalho. Na primeira folha, que é a capa do jornal, seguindo as orientações da professora os alunos escreveram o título e todas as informações básicas que um impresso deve conter.  Na aula seguinte, a turma da sequência dava continuidade, editando o que já havia sido feito. A exemplo do tamanho das letras, fonte, negrito, itálico, sempre prosseguindo o trabalho já iniciado.

Em sua primeira edição, o jornal trouxe o histórico da escola. Os alunos então iniciaram as produções primeiro pela pesquisa e leitura na internet, em seguida coletaram informações e imagens sobre a instituição, juntamente com depoimentos conseguidos na própria escola.

“Desta forma foi possível construir um texto coletivo e tópicos informativos, que eram passados no quadro, depois copiados pelos alunos e posteriormente editados pela turma do dia, ou pelos próximos que viriam, de acordo com o cronograma das aulas”, diz Vera.

Houve ainda a publicação de textos produzidos pelos estudantes, realizados em sala de aula, em que após a leitura de uma notícia do jornal O Diário, os alunos escreviam uma resenha. Após essa etapa, um desses textos foi escolhido para cópia e edição durante as aulas de informática e posteriormente publicado no Jornal da Manhã.

Na segunda edição do jornal escolar, o tema abordado foi o folclore. Para isso foram necessárias algumas aulas explorando o assunto em sua diversidade, uma vez que é bastante abrangente. Assim como na primeira edição, a turma começou pela capa do jornal e seguiu para a elaboração dos conteúdos a serem trabalhados: lendas, provérbios, cantigas e brincadeiras.

Após a elaboração dos textos, começaram os trabalhos com as tirinhas, em que utilizaram os personagens folclóricos para criar diálogos e situações humorísticas. No final foram selecionados algumas para serem diagramadas e publicadas no jornalzinho.

“Ao finalizar o impresso, ainda no computador, todos visualizaram a edição que foi enviada para correção e apreciação da supervisão e orientação escolar. Após os ajustes necessários, o jornal foi impresso e exposto na Mostra de Trabalhos”, comenta Vera.

 

RESULTADO

Olha que bacana a tirinha produzida pelas alunas Amanda Evellyn Silva Dourado e Giovanna Rafaela Benate Zanatto sobre o tema folclore:
Box - jornal escolar

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Jornal Escolar – Eu fiz!

capa - jornal escolarO jornal escolar apresentado hoje é bastante temático. Com o nome de Jornal Mirim, em sua primeira edição os alunos optaram por conteúdos que homenageiam a história da própria instituição, a Escola Municipal Professora Lídia Ribeiro Dutra da Silva, de Maringá.

“As crianças foram desafiadas a conseguirem o máximo de informações possíveis sobre o que mudou desde que a escola foi inaugurada, para isso, contaram com a ajuda da equipe e da comunidade vizinha”, conta a professora Rute Rocha.

Entre as notícias do impresso, estão: o porquê do nome da escola, quando ofereceu o primeiro dia de aula, qual a estrutura atual e funcionários que nela trabalham. A proposta despertou a curiosidade dos alunos, a vontade em pesquisar e, com isso, os resultados foram excelentes.

Todo o trabalho foi realizado no Ambiente Educacional Informatizado (AEI), assim os alunos já podiam escrever os textos e procurar imagens na internet. “A dificuldade maior foi com relação à formatação. Os estudantes dos quartos e quintos anos ainda têm pouca habilidade nesta etapa. O professor precisava auxiliar constantemente”, destaca a educadora, Maria Aparecida Cavalher Ferreira.

Na segunda edição do jornal neste mesmo ano, o tema foi sobre o folclore. As atividades divulgadas foram realizadas pelos alunos dos terceiros, quartos e quintos anos. Englobou todas as manifestações do folclore: danças, comidas típicas, lendas, ditados populares, adivinhas.

Depois de pronto, foi entregue um exemplar para cada estudante das turmas que produziram o jornal. Foi impresso uma cópia colorida e em tamanho maior, que ficou exposta em mural para que todos os alunos e comunidade pudessem ler.

Para este ano, as professoras Rute e Maria Aparecida estão confeccionando o jornal numa edição anual, dispondo de maior tempo para trabalhar com as crianças os recursos da digitação e diagramação dos textos para o impresso.

Os professores que atuam no AEI receberam uma formação sobre como produzir um jornal escolar, com a coordenadora do Diário na Escola, Loiva Lopes. “As informações repassadas neste curso nos ajudaram muito a melhorar um trabalho que inicialmente era tão complexo e que este ano se tornou mais simples, por isso esperamos ainda mais resultados”, enfatizam.

 

 

CHARGE

Em jornal escolar também tem charge! Por ser um gênero um pouco mais difícil de ser produzido pelas crianças, elas pesquisaram na internet produções prontas sobre o folclore, e olha que bacana o que encontraram:

charge - box

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O Diário proporciona entretenimento e informação na sala de aula

Muitas vezes, a paixão pela leitura começa pelas histórias em quadrinhos (HQs) por ser um tipo de texto que torna o ato de ler mais divertido, já que apresentam, além das falas, desenhos que representam as ações dos personagens. Mas a leitura é apenas uma das possibilidades para se trabalhar a HQ, pois os quadrinhos oferecem inúmeras maneiras de exploração. São materiais que permitem a reflexão, a criação, a produção e até a interpretação textual.

20140905_141408Depois de participar da capacitação oferecida pelo Diário na Escola sobre como trabalhar a HQ a partir da notícia do jornal, a professora Joana de Lourdes Contieri que leciona na Escola Municipal São Jorge, em São Jorge do Ivaí, colocou em prática a teoria adquirida durante a formação e garante, “os resultados foram ótimos.”

“Meu objetivo foi despertar o interesse pela leitura a partir dos textos de circulação social. De forma livre, cada aluno escolheu uma manchete que mais chamou atenção e, em seguida, realizou uma produção textual que compôs a narrativa da HQ”, destaca Lourdes.

A coordenadora pedagógica, Elisabete Sampaio conta que nesta atividade, em especial, foi perceptível o entusiasmo das crianças. “O estudo deste gênero envolve a criatividade e os desenhos, isso reflete no interesse pela proposta.”

O aluno Kauã Moura comenta sobre o quanto o jornal auxiliou durante a produção. “As notícias do Diário nos ajudaram no momento em decidir o assunto da história a ser desenvolvida.” E a colega Akemyla Bortolucci Ventureli completa, “pude usar minha imaginação e com a leitura das matérias ainda aumentei meu conhecimento sobre os fatos que são destaque no impresso.”

Com a oportunidade em escolher o tema, a professora relata que houve maior atração pela leitura. Desta forma cada estudante se direcionou para o caderno que mais se identifica. “Este é um processo que tem contribuído muito no aprendizado das crianças, pois elas sentem prazer no que estão fazendo.”

Assim como foi aconselhando pelas ministrantes da formação oferecida pelo Diário na Escola, Lourdes solicitou que primeiramente os estudantes escrevessem a narrativa, para em seguida desenvolverem os quadrinhos com as falas e os desenhos dos personagens. “O interessante do passo-a-passo da HQ é que o aluno vai tendo a ideia de que um trabalho com escrita deve ser planejado, sim. Primeiro, se pensa num enredo para a história antes de produzi-la. Também se calcula o espaço para os desenhos e textos verbais, o espaço do texto não verbal deve ser observado por último. Essas orientações de sequencias do que se deve fazer são importantes para direcionar a criança a fim de mediar essa produção com qualidade”, ressalta a professora mestre, Maísa Cardoso.

Lourdes relata que por ser a primeira atividade com o gênero, os estudantes sentiram dificuldades durante a proposta, mas com orientações o resultado foi muito bom. “Me senti realizada ao término do trabalho, as crianças se empenharam bastante e percebi o quanto os exemplares do Diário estão contribuído no processo de ensino-aprendizagem”, conclui.

A aluna Marcela Arenos criou uma tirinha a partir da notícia sobre os estragos da chuva de granizos, publicada no Diário.

A aluna Marcela Arenos criou uma tirinha a partir da notícia sobre os estragos da chuva de granizos, publicada no Diário.

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