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16/07/2015 - 16h19 - visualizações

Carta do Leitor é tema de capacitação

Autor Nayara Spessato

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Na segunda formação anual promovida pelo Diário na Escola foi abordado os conceitos e características das cartas, pessoal e em especial a do leitor, a partir do estudo dos descritores cobrados na Prova Brasil, avaliação que será realizada com estudantes dos quintos anos das redes municipais de ensino até o final do período letivo.

A secretária da educação de Sarandi, Adriana Palmieri enfatiza que a formação do Diário na Escola vem ao encontro do planejamento elaborado para as capacitações dos professores no que se refere aos conteúdos da Prova. “A secretaria oportunizou a participação dos profissionais dos quartos e quintos anos, pois entendemos que é de suma importância para o desenvolvimento dos alunos. Lembrando que não podemos desvincular a vida escolar dos aspectos do cotidiano, ou seja, o jornal vem potencializar esse novo ‘olhar’ que envolve o ensino. É necessário aliar a aprendizagem com as relações existentes dentro e fora dos muros escolares.”

A carta do leitor é um espaço nas revistas ou jornais reservado para que os leitores expressem sua opinião, sugestões, debatam argumentos levantados nos artigos, façam críticas a respeito, tragam perguntas, reflexões, elogios, e até incentivos.

Para o leitor é um meio de expor seu ponto de vista em relação ao assunto lido, e para o veículo de informação é uma forma de saber o que está agradando ou não a opinião pública. Em geral, o objetivo do leitor ao escrever uma carta para um jornal da cidade ou uma revista de circulação nacional é tornar pública sua ideia e se sentir parte da informação.

Este espaço é tão importante que pode ser fonte de pauta jornalística, uma vez que ao expor suas considerações a respeito de um assunto, o destinatário pode acrescentar outros fatos interessantes que estejam acontecendo e abordá-los em uma nova matéria.

Nesta proposta, os educadores participantes do Programa aprofundaram conhecimentos sobre a estrutura do gênero para desafiarem seus alunos à, quem sabe, produzirem cartas a serem enviadas à redação do Diário.

“A prática pedagógica que as formações estimulam, sempre envolve aspectos de reflexão e, dessa forma, contribuem com a reorganização dos estudos e das estratégias para uma atividade adequada ao contexto de ensino atual”, ressalta, Adriana.

Durante o encontro, os educadores debateram sobre gêneros textuais e suas finalidades, quais os interlocutores, os suportes de circulação social e a posição do autor da produção, de acordo com a maneira com que ele se impõe no texto. Tudo isso, para que na sequência, seja mais fácil identificar a temática, a estrutura composicional – distribuição das informações ou diagramação – e os estilos de linguagem dos trabalhos em estudo.

A professora, Rosilene Aparecida Ariozi Viotto comenta que após a capacitação se sentiu mais segura para aplicar o conteúdo em sala de aula. A colega de profissão, Lilian Valim Pedroso Palhares, completa “esclareci todas as minhas dúvidas e adquiri novos conhecimentos, é muito bom ter o jornal como aliado didático.”

“O tema abordado veio para acrescentar os assuntos que estou trabalhando em classe. Na formação descobri novas sugestões de atividades a serem repassadas às crianças. Os encontros do Diário na Escola sempre enriquecem a nossa prática diária”, enfatiza a professora, Suelena Yoshie Giraldelli Jaqueta.

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