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03/08/2017 - 17h30 - visualizações

Modelo

Autor Diniz Neto

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Países latinos e da África recorreram ao Brasil para entender como o país tem conduzido o desligamento do sinal analógico de TV e a adoção da TV digital. A migração, que já ocorreu em quatro capitais e chegará a Salvador e Fortaleza em setembro, é usada como modelo por esses países que se preparam para conduzir processos similares em seus territórios.
Vindas de Costa Rica, Chile, Equador e Botsuana, delegações formadas por funcionários públicos e executivos de emissoras de TV visitaram Brasília em busca de informações. Todos os inscritos no Cadastro Único, que reúne os registrados em programas como Bolsa Família, têm direito a receber conversores gratuitamente.
Segundo Zambelli, estrangeiros perguntam sobre “modelo de negócios, logística de distribuição e especificação técnica dos conversores”, dada a dimensão territorial e diversidade econômica e social. Grandes também são os números registrados. A empresa responsável pela migração, a Seja Digital, já distribuiu 2,9 milhões desses aparelhos em mais de 90 cidades.
Até o fim do ano, mais 4,3 milhões serão entregues em mais de 260 municípios que terão o sinal analógico desligado como:
Fortaleza, Sobral e Juazeiro do Norte (CE)
Salvador
Rio de Janeiro
Vitória
Belo Horizonte
Campinas, Franca, Ribeiro Preto, Santos e São José dos Campos (SP)
O Brasil atrai a atenção desses países porque é a maior dentre os 18 que adotaram o padrão sistema nipo-brasileiro de TV digital. As transmissões com sinal digital no Brasil começaram em 2007 e o desligamento ocorreu em quatro capitais (Brasília, São Paulo, Goiânia e Recife).

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